.Art.13º, n.º da Constituição

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Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

Nesta Primavera de 2012 na Praia do Magoito

Gays no wc num engate de ocasião

O Sol já lá não estava

No fim do dia fiquei a ouvir António Variações na canção do engate

 

    Os dias desta Primavera têm estado como se fora verão, o Sol escalda e até dá para umas idas à praia.

    Estava no meu canto de escrita e tinha bebido meia dúzia de cafés e os neurónios não estavam a dar nada. É como quem diz “as palavras não saiam”. Larguei o teclado e fui até ao quintal. Mal transportei a porta recebi um banho daquele sol fora do tempo e senti-me confortável. Estava em calções e de camisola de cava, deitei-me na espreguiçadeira e o bendito sol começou a infiltrar-se nas minhas pernas e em meus ombros. Fiquei ali uma meia hora até que de repente deu-me o amoque e tal como estava, como um autómato levantei-me, passei pela sala desci as escadas peguei na chave do carro, entrei coloquei um boné, que está sempre no banco pus os óculos escuros e naquele estrelaio, e dirigi-me até à praia cá do sitio.

    Assim que cheguei tirei os sapatos, peguei numa toalha e lá fui atá à beira-mar. Havia meia dúzia de surfistas cortando algumas ondas. A água comparando com o tempo, estava um caldo. Fiquei arrependido de não ter levado a minha prancha e como tal resolvi só milhar os pés. Dei uma corridinha mas não encontrei ninguém conhecido e como esta coisa de andar na praia sozinho não dá nada resolvi sentar-me um pouco.

    Entretanto, do mar lá saiu um puto ai para os dezanove anos com a prancha debaixo do braço e dirigiu-se para a roupa e um saco que, nem tinha reparado estava ao meu lado. Tentei meter conversa.

     - Então como estavam as ondas?

     - Não estavam más! Um pouco sem spid, mas deu para reinar um pouco.

     - E a água não estava fria?

     - Nesta altura do ano e com este verão primaveril não estava mal.

     - Você também faz surf ou é só mirone?

     - Já tenho uma prancha mas só a utilizo no verão a sério pois ainda não comprei o fato, até porque gosto de sentir no corpo o sal do mar.

     - Pois, eu também comecei assim, mas sem fato próprio é difícil.

     - Pois! é verdade mas como não tenho companheiro para estas andanças, sozinho não dá lá muito jeito. Também moro por aqui há pouco tempo e ainda não deu para arranjar amigos.

     - E também moro aqui há pouco tempo. Morava no Porto onde á tudo diferente. Parece que fora de água começa a arrefecer e o melhor é ir-me embora. Gostei de o conhecer e pode ser que nos encontremos por aqui um dia destes.

     - Okey! Eu também vou até á esplanada tomar um copo e depois vou-me embora.

 

     Demos um aperto de mão um pouco apertado da parte dele de forma que deu olharmo-nos olhos nos olhos com mais atenção.

    Ele lá foi de saco às costas e de prancha debaixo do braço. Fiquei ali ainda sentado olhando para aquela figura, que se ia esvaindo no meio da penumbra que estava caindo, pois o Sol já caia no horizonte.

    Ainda fiquei por ali mais um pouco recordando sua conversa, seu aperto de mão apertado, seus olhos e seu corpo.

    O Sol de facto já estava caindo no horizonte e seu brilho natural já não chegava até mim, pois uma nuvem maldosa, escura e carregada de água ia cortando aqueles últimos raios brilhantes e aquecedores do dia.

 

    Coloquei a toalha às costas e dirigi-me ao carro e pensei, vou mas é tomar um cafezinho quente e comer um pastel de nata.

    Como o carro estava estacionado no outro lado da esplanada, tive de dar a volta até ela.

    Por acaso só tinha um lugar na ponta do estacionamento e ali o deixei.

    Dirigi-me ao café, entrei e logo veio o empregado João que me cumprimentou como era habitual e sempre com uma certa pressão.

     - Então um cafezinho?

     - Sim com um pastel de nata.

     - Vem mesmo a calhar pois chegaram agora e ainda estão quentinhos.

     - É isso mesmo que eu quero. Quentinho para o poder lamber até ao fim.

     - Você é danado!

    O João encostou-se mais ao balcão e quase ao meu ouvido disse baixinho

     - Qualquer dia temos de conversar sobre isso.

    Certamente que não era sobre o pastel de nata a que ele se referiu, mas não lhe dei troco mas pensei cá para mim, - este qualquer dia tem de ir ao castigo.

    Peguei no café e no pastel e fui atá à esplanada também para poder fumar um cigarrito.

    O tempo estava a ficar um pouco enevoado e frescote e resolvi ir-me embora, sem antes ir verter água à casa de banho.

    Quando entrei, que lá estava? O meu recente amigo surfista.

    Dirigi-me ao mictório ao lado de onde ele estava, olhamos um para o outro e para as nossas pilas. A dele estava no auge crendo parecer que se estava a punhetar.

    A minha, coitadinha estava murcha como em cenoura velha e começou a mictar.

    O surfista maroto, ainda não sabia o seu nome, atirou:

     -Vinha mesmo aflito!

    Olhei para aquele sardo lindo escarapulado e grande e retorqui.

     - E tu! Não acabas com o que estavas a fazer? Posso acabar o resto?

    Ele virou-se para mim.

     - Está à tua disposição. Já agora para ver se o teu também cresce.

    De imediato comecei a punheta-lo ao mesmo tempo que o meu começou a levantar-se.

    Agarrei na mão dele e dirigia ao meu sardo que já pulsava por todos os lados.

    Estava-mos assim durante algum tempo quando ele me beijou, largou meus lábios e perguntou:

     - Posso tratar o teu como uma chupeta?

    Senão desmeai naquele momento, foi por pouco. Não só pela atitude como do local onde nos encontrávamos. Mas ele não deu tempo a raciocinar melhor. Baixou-se a começou a mamar o meu pito sofregamente.

    Naquela posição caricata, continuei a punhetalo até que ambos nos viemos. A boca dele transbordava do meu leite e derivado à posição o pito lele esguichou para a cara e cabelo dele.

    Tremia-mos como varas verdes não só pelo prazer como pela situação. E se alguém entrasse de repente?

    Olhamos um para o outro e começámos a rir como dois tontinhos.

    Como se nada tivesse acontecido saímos daquele local de perdição continuando a rir como alguma anedota mais picante tivéssemos contado.

    Sem dizermos mais palavras, eu dirigi-me ao carro e ele pegando na prancha e no saco que estavam lá fora, começou a caminhar pelo parque de estacionamento dirigindo-se á estrada.

    Eu já estava dentro do carro quando verifiquei que ele não tinha transporte e iria para a vila a pé. Adiantei-me, abri a janela do pendura, encostei-me a ele e perguntei:

     - Não queres boleia?

     - Sim já agora! Está fresco para ir a pé e as minhas pernas ainda estão a tremer daquela aventura.

    Parei o caro meti a prancha no porta bagagens. Ele entrou, colocou o sinto e olhou para mim com ar de sacaninha.

     - Moras por aqui? Nunca te tinha visto!

     - Sim! Moro perto do centro numa casa amarela mas nunca ando por ai. Se não estou em casa, estou na praia ou em Lisboa. Não me dou com ninguém cá do sitio. A minha avó dizia que “Santos ao pé da porta não fazem milagres”.

     - Eu conheço esse ditado e também a tua casa. Pode-se entrar e sair sem ninguém dar por isso!

     - É verdade, foi por essa razão que a escolhi. E tu! Onde moras?

     - Por incrível que pareça muito perto de ti. Mas também não me dou com muita malta cá do sítio, Até porque gosto de conviver com pessoas mais velhas que eu. Têm mais sentido da responsabilidade e têm sempre algo para me ensinar. O que aconteceu hoje contigo foi uma tremenda loucura, mas gostei.

     - Eu também gostei bastante e gostava de te conhecer melhor. Por exemplo está todo melado e podias ir a minha casa tomar um duche.

     - Não me convides duas vezes que eu aproveito.

     - É verdade, mo te chamas? A mim chamam-me de “Caçador”

     - Eu chamo-me de Pedro e tenho vinte anos e tu? Porque te chamam de Caçador?

     - O Caçador foi uma amiga que me pôs a alcunha quando soube que andava sempre à procura de putos como tu e tinha sempre sorte. Vivo sozinho e tenho quarenta anos.

     - Quanto à alcunha ela é capaz de ter razão. És interessante, bem-falante e creio que bom sexualmente, quanto à idade não parece que a tens.

    Entretanto já tínhamos chegado e o automatismo aberto a porta da garagem e entramos.

    - Isto assim é porreiro ninguém dá por quem entra ou sai em tua casa.

    Subimos as escadas e entramos em casa propriamente dito.

    - Queres tomar alguma casa?

    - Já agora o que eu tomava era um duche.

    - Tá bem! Mas se não te importas eu vou primeiro.

    - Certo! Sendo assim, tomo alguma coisa. O que tens para aí?

    Levei o Pedro até ao bar, mostrei-lhe o que tinha. Disse-lhe para ficar à vontade inclusive onde se encontravam os CDs. Colocando-o à vontade fui para o duche.

    Pouco me demorei, pois sabia que iria ter grandes prazeres de sexo.

    Quando voltei vinha de robe cor de virgem, branco e todo perfumado com “Pachuli”.

     - Lindo robe! Nuca tinha visto um robe branco para homens e que perfume tão inebriante é este?

     - Quanto ao perfume é “Pachuli” um perfume indiano que infelizmente já não existe em Portugal e tenho de o mandar vir de Espanha, quanto ao robe foi dado por uma amiga minha que diz ser a cor da virgindade, mas tenho ali outro vermelho para ti que te vai ficar bem.

     - Mas afinal tens amigas que te dão coisas. Também fodes com elas?

     - Opa! Isso é o mais natural do mundo. Se ainda não começaste, quando isso acontecer vais ver que também é bom.

     - É por essas e por outras que gosto de gajos mais velhos, para aprender. Bem vou mas é tomar o duche que estou todo peganhento.

    Vai… Vai…. Tens lá toalhas lavadas e um robe para vestires. Eu vou para o quarto para aquecer o ambiente.

    Rindo-se com um olhar brilhante lá foi.

    João quando voltou vinha com o meu robe vermelho de seda vestido que ao andar este se abria por onde se via aquelas pernas musculadas tendo por fim aquele mastro flácido e dependurado pois não trazia cuecas.

    Eu já estava deitado um pouco desnudado.

    João afastou mais o seu e o meu robe e deitou-se sobre mim. Nossos corpos se movimentaram e começamos por nos beijar.

Gays numa boa keka

   O ambiente estava quente e derivado à luz negra que emanava sobre nosso corpos e ao som daquela música suave que tinha posto a tocar antecipadamente nossos corpos e nossos beijos foram ganhando prazeres impossíveis de contar.

Retiramos os robes e lentamente fui curtindo aquele corpo jovem e musculado descendo meus lábios passando pelos mamilos rijos e mordiscando-os até à zona púbica.

Atrevi-me a meter na boca aquele pau que ainda não tinha provado mas que estava agostar. João segurando-me na cabeça sacudindo-a num vai e vem lento, pediu:

     - Não te venhas ainda.

   Fiz-lhe a vontade e ele desceu até ao meu começando a chupar energicamente.

   Quando senti que o gozo estava iminente segurei-lhe na cabeça e retirei-a.

   Abraçámo-nos, beijamo-nos e minha língua foi dando carinhos em seus ouvidos ao mesmo tempo que ele me dava carinhos em minha face como se fosse um gato.

   Abri-lhe as pernas e meu pilão foi á procura daquele ânus que julgava eu estar palpitante. Só consegui meter um pouco da cabecita e ele gemeu um pouco.

     - Estou a aleijar-te?

     - Tens de ter paciência! É que nunca fiz isso!

     - Queres ser tu a meter-me?

     - Se quiseres, gostava.

   Sendo o sardo dele não um sardinho nem em sardão, virei-me coloquei-me de lado – uma das melhores maneiras para ambas as partes – e lá fui encaminhando aquele pau pelo meu ânus dentro em poucas bombadas. As mãos dele percorreram meu corpo até ao meu pito começando punhetando-me ao mesmo tempo que ambos nos movimentávamos para que o sardito dele fosse penetrando todooooooo. Ficámos assim naquele vai e vem durante algum tempo até que ambos estremecemos de prazer pois estávamo-nos a vir abundantemente.

   Deixei-o ficar ainda dentro de mim algum tempo, até que senti murchar e já sem forças para mais lá o retirei.

     - Gostas-te? Perguntei eu.

     - Adorei! Foi a minha primeira vez. Nunca estive com um homem desta maneira ou com mulher. A única coisa que tenho feito e só às vezes com dois amigos meus, é mamar-nos mutuamente.

   Virei-me e ficamos frente a frente abraçados. Onde ficámos mais de meia hora fazendo umas carícias.

     - Ficaste chateado por não me comeres? É que nunca o fiz e tive medo de me fazeres doer. Mas quero experimentar. O que achas?

     - A penetração pela primeira vez tem que ser com um certo cuidado e é preciso estares predisposto a isso.

     -Eu sei que tu sabes cuidar de mim e quero experimentar. 

     - A brincar a brincar já nos viemos duas vezes. Sei que és capaz de o fazer novamente mas é melhor esperarmos para outra ocasião até para teres a certeza que é isso que queres.

     - Mas eu quero cotinha.

     - Vai chamar cotinha ao caralho.

     - Tava a brincar contigo. Nunca me senti tão bem com alguém como contigo. Posso ser teu amante? Moramos ao pé um do outro embora tu digas que santos ao pé da porta não fazem milagres, parece que foi um milagre conhecer-te. Fora aqui do sítio até podes passar por meu tio. O que achas?

     - Vou pensar! Aqui no sítio não podemos dar bandeira, nem por mim que sou respeitado nem por ti que tens família e amigos.

     - Posso ou não posso ser teu amante?

   Ao mesmo tempo que íamos conversando íamos dando carícias. Já há muito que não me sentia tão bem e resolvi aceitar a proposta, até porque queria comer aquele cuzinho e já estava cansado para mais uma volta dentro das próximas horas.

     - Tá bem aceito, mas temos de ter cuidado. Ficas com os meus números de telefone e quando quiseres cá vir telefona antes, pois posso estar ocupado.

     - Ficas também com o meu número mas é melhor falarmos pela internet pois pode os meus pais atenderem o telefone ou o meu irmão e não quero dar satisfações, Tá?

   Assim ficou combinado. O João antes de se ir embora tomou mais um duche. Demos uns beijos de despedida e apalmamos nossas gaitas para despedida.

   Como era sexta-feira, ficou combinado para segunda a nossa segunda relação.

   Fui para a sala, liguei o rádio e coloquei um CD do António Variações.

 

   Naquele dia tinha encontrado um novo amigo como já há muito não tinha acontecido.

   Naquela primavera com tempo de verão verifiquei não só que vale a pena sair de casa como ainda não estou tão cota como alguém disse um dia no facebook que tinha idade para ser pai dele.

   Vou acabar por agora e não julguem que me esqueci do João (empregado do café da praia).

   Fica para outra oportunidade.

 

   Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

         Nelson Camacho D’Magoito

               (O Caçador)

 

sinto-me:
a música que estou a ouvir: Canção de engate /de António Variações)
publicado por nelson camacho às 18:15
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2 comentários:
De Boy a 24 de Março de 2014 às 01:07
gostei da história de vocês


De nelson camacho a 29 de Março de 2014 às 20:42
Obrigado amigo por ter gostado desta minha história espero que tenha lido e gostado também das mais recentes. como Vez estou sempre atento a quem me comenta. Obrigado


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