.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2012

O Rapaz da Pizzaria também era gay

O rapaz da pizzaria

     São 22:00 horas e cheguei a casa um pouco estoirado pois acabei de fazer quatrocentos e tal quilómetros.

     Entrei e nem recolhi as malas da viagem. Vinha só e com fome, pois não parei pelo caminho. Tinha deixado a mulher e o filhote no Porto pois ela ia ficar o fim-de-semana por lá com os meus sogros e como eu tinha uma reunião de trabalho na segunda-feira logo de manhã, resolvemos assim.

     A primeira coisa que fiz quando entrei em casa, foi fazer um café e servir-me de um conhaque. Depois dirigi-me ao frigorífico para ver o que por lá havia para fazer algo de comida, mas nada, as mulheres são sempre assim quando se perspectiva uma viagem limpam logo o frigorífico. Dizem que é por causa dos cheiros e quando a gente precisa estamos lixados.

     Como estava com fome resolvi ligar para a pizzaria:

        - Está sim! É da pizzaria?

        - É sim senhor! Mas se é para encomendar, a esta hora já não nos é possível. Só cá estou eu e o rapaz das entregas já se está vestir para se ir embora.

        - Quer dizer! Estou tramado! È assim, acabei de chegar de uma viagem grande não tenho nada em casa para comer e estou cheio de fome. Não conseguem dar um jeitinho? Eu dou uma boa gorjeta ao rapaz.

        - Mas quem fala? Já é nosso cliente?

        - Sim! Amigo, sou o Nelson aqui do Magoito. Fale com o rapaz, pode ser que ele tenha pena de mim.

        - Já sei quem é! Um momento! O rapaz é novo cá na casa. Vou ver o que se arranja.

     Enquanto esperava lá fui tomando o meu conhaque e começando a despir-me para ir tomar duche deixando ao telefone em alta voz.

        - Está sim!

        - Sou! Estou atento.

        - Olhe amigo o rapaz é novo cá na casa o Sr. não o conhece é um moço simpático e ele concordou. Vai levar um pouco de mais tempo, pois ele também ainda não jantou e tem de levar a namorada a casa.

        - Meu amigo não se preocupe com o jantar dele e mande-me as pizzas para dois. Ele janta cá comigo e esteja à vontade, leve a namorada a casa e depois traga-me o petisco.

        - Ainda vai levar pelo menos uma hora.

        - Tá bem. Eu espero. Já tem ai a minha morada e telefone se houver algo em contrário.

        - Está bem, Sr. Nelson. Estive a ver aqui a sua ficha e já sabemos quem é. O Pedro dentro de uma hora estará a bater-lhe à porta. É só acabar mais uma pizza e ele levar a namorada a casa.

 

     Não conhecia o novo empregado da Pizzaria mas como conhecia o proprietário fiquei descansado. Só esperava que não me aparecesse algum estafermo sem ideias abertas, já que namorava e o tinha convidado para jantar comigo. Atirei as más ideias para traz das costas e fui tomar um duche.

 

Entraga de uma Pizza a um gay

     Já era quase meia-noite quando a campainha da porta tocou.

     Não tive tempo de me vestir e ainda molhado do duche vesti um roupão vermelho, desci as escadas e abri a porta.

 

     Meus Deus! Não era aquilo que estava à espera. A minha imaginação não estava virada para um rapaz tão jovem e tão apetitoso. Era mais ou menos como na foto do inicio deste texto. Mas era somente imaginação pois ninguém se apresenta assim para entregar uma pizza.

     Este era a realidade, pronto a ser comido e a comer-me.

 

        - Veio de mota ou de carro?

        - Vim de carro pois ainda fui levar a minha namorada a casa.

        - É uma namorada somente ou como se chama agora uma namorada colorida?

        - Não! É mesmo colorida pois já vivemos juntos há um ano. Ela trabalha também lá na Pizzaria.

        - Vamos entrando e contar-me como foi este seu gesto de agradabilidade em trazer-me a pizza a esta hora.

        - Sabe! Estou neste serviço há pouco tempo e com a dificuldade que há em empregos, temos de agradar aos patrões e clientes o mais possível.

        - Também concordo e o seu patrão é um tipo porreiro, já sou seu cliente há bastante tempo. De vez em quando dou umas festas cá em casa e é sempre de lá que ver o serviço de karting.

        - O Ser. João contou-me que é um bom cliente e de confiança e quando me disse que podia jantar cá com a sua família aceitei.

        - E a sua namorada? Já tinha jantado?

        - Sim! Ela trabalha da cozinha e é a primeira do resto do pessoal a comer.

        - Ainda bem pois assim temos mais tempo para nos e se achares bem até podemos ver um filme ou ouvir uma musiquinha pois a minha família ficou no Porto e assim, estamos sós os dois.

 

     Entretanto com este diálogo, fomo-nos encaminhando para a cozinha onde lhe disse para estar à vontade, e enquanto preparava a refeição, eu ia por a mesa.

     Assim fiz depois de lhe dizer onde estavam as coisas e que estivesse à vontade como em sua casa.

     Fui até ao salão que também é casa de jantar, coloquei uma música relaxante de Beethoven “Appassionata” e preparei a mesa para o jantar que demorou ai um quarto de hora.

 

O rapaz da Pizza foi para a cozinha

     Quando voltei à cozinha, lá estava o Pedro de volta do fogão pois estava preparar a Pizza com outros acompanhamentos culinários que tinha trazido.

     Abri uma garrafa de vinho Branco de Reserva de Reguengos, enchi dois copos, um para mim e outro para ele e fui dizendo:

        - Sabes! É a primeira vez que alguém me prepara uma refeição a esta hora e que já sei ir-me saber bem e em boa companhia.

        - Então a sua mulher não é boa cozinheira?

        - Sim! Só que andamos sempre a correr e essa coisa de petiscos se não sou eu a fazer, é sempre o trivial. É como o sexo. É sempre a mesma coisa. É o-tira-e-mete e acabou! Cada um volta-se para o seu lado e adormecemos.

        - Amigo! Uma vida assim, deve ser um pouco triste. Se esse é o exemplo de uma vida de casado estou a ficar um pouco preocupado. Por enquanto eu e a minha namorada não entendemos que o nosso futuro possa vir a ser assim. Ter relações por ter e no final só para procriar.

        - Não é bem assim com todos os casais desde que entendam que a parte sexual seja uma permanente descoberta de afectos e namoro, mas com o stress da vida e com a habituação esses valores vão-se perdendo. É o trabalho, é a economia financeira é o status social, a certa altura, deitamo-nos com preocupações e de manhã quando acordamos a companheira que temos ao lado não é a mesma com quem nos enamorámos e se ela não se cuidar quando olhamos para o lado vimos uma mulher toda desgrenhada, sem as pinturas que nos habituou e às vezes começa logo a falar do que vai ser o dia seguinte. Nós precisamos de motivações psicológicas para levantar-mos o pau, mas elas basta abrir as pernas.

        - Para um jovem como eu, estou a ficar um pouco preocupado com essa coisa do casamento.

        - Não há que ter medo, mas já pensaste porque razão a maioria dos homens tem amante?

        - Essa é boa! Será para mudar de receita?

        - Não! É para mudar de prazeres e de hábitos. O homem é um animal de vícios e por vezes basta algo de diferente do habitual e se encontrarmos alguém que consiga através de um carinho diferente e de um tempo de viver sexualmente uni partido o pau levanta-se e então passamos a pensar não com a cabeça de cima mas com a debaixo. Entendes?

         - Nunca tinha pensado nisso. Também nunca tive outras experiencias.

 

     No meio de toda esta conversa, o Pedro já tinha pronto o petisco e os dois, despejado a garrafa de vinho.

     Pegamos nas travessas, abri outra garrafa de vinho e encaminhamo-nos para a zona das refeições.

     Pelo corredor passamos pelo meu quarto que tinha a parta aberta por onde se vislumbrava um pequeno bar aceso e uma cama larga de casal iluminada por uma luz negra onde se vislumbrava todos os pontos claros-negros próprios daquele tipo de iluminação.

     O Pedro olhou por instantes e eu disse:

        - Porque não tiras o casaco para ficares mais à vontade? Podes coloca-lo em cima da cama.

     Ele assim fez, despiu o blusão e ficou com uma t-shirt de meia cava mostrando o quanto era reluzente o seu corpo.

        - Aquela luz é gira! Nunca tinha visto o seu efeito.

        - Usa-se principalmente em bares e dá aos corpos quando nus uma sensação de céu cristalino em que nos apetece lançar.

        - Pois nunca experimentei, mas parece-me que hoje estou predestinado e experimentar novas iguarias.

 

     Já estávamos sentados à mesa quando ele disse:

     Tens muito bom gosto para a música. Não conhecia este estilo mas é agradável.

        - É um clássico de Beethoven que gosto para me fazer companhia com amigos especiais.

        - E eu sou especial?

        - Por enquanto estamo-nos a sentir bem e é quanto basta.

        - Sabes, nunca tinha estado em casa de um homem assim e a sentir-me bem. Já estive em casa de malta de minha idade mas aquilo é só cerveja e filmes pornográficos.

         - Então gostas de filmes pornográficos?

         - Não. Não gosto muito. É sempre a mesma coisa. Um gajo a foder uma gaja e uma gaja a fazer um broche ao gajo. Aquilo é uma ganda tanga.

         - Então não é o que fazes com a tua namorada?

         - Não! Ela só leva na rata e é quando está disposta.

         - E quando tu está com tesão, como é?

        - Queres saber um segredo? Uma vez estava tão aflito que tive de ir para a casa de banho bater uma punheta porque era estava menstruada.

         - E filmes de gays? Lá a rapaziada tua amiga onde passas algumas noites não passam desses filmes?

         - Não! Aquilo é malta séria!

         - Mas gostava de ver um?

         - Talvez!

         - Se quiseres podemos ver um! Não é bem pornográfico. È uma historia de um Bar em que os empregados andam nus e pelo meio dos serviço há outros serviços que se fazem, chama-se “Refeição Nua”

         - A seguir ao jantar era capaz de não saber mal que dizes?

     Fiquei um pouco admirado com aquela resposta, mas o Pedro naquela altura já estava com uns copos bem bebidos.

     Aquela refeição e conversa da treta já ia longa e já era uma hora da madrugada.

         - Sabes o que ia agora?

         - Não!

         - Um cafezinho.

         - E talvez uma soneca não?

         - Não. Não estou com os copos. Até me estou a sentir muito bem. Nunca pensei estar em casa de um gajo que me apaparica como nunca ninguém o fez.

         - Juro que quando pedi uma Pizza era mesmo só uma Pizza. Quando disse ao teu patrão que podias jantar cá também nunca pensei que fosses um rapaz tão atraente e simpático.

          - Sabes Nelson, começo a ter alguma simpatia por ti. Não sei bem o que é, mas sinto-me bem contigo.

          - Como tenho a máquina de café no bar do quarto o melhor é irmos para lá!

          - Tá bem! Eu quero é um café forte. Como amanhã estou de folga, posso prolongar mais a noite, se não te importas.

          - Estás à vontade e vamos lá tomar o café, entretanto queres ver o tal filme que te falei?

          - Já agora vamos lá ver os tais gajos nus a servir à mesa.

Com esta conversa toda, fomos a caminho do quarto

O rapaz da pizza naquela noite foi gay

    Foi nessa altura que despi o robe e fiquei nuzinho como minha mãe me trouxe ao mundo.

    O Pedro não esteve com meias medidas e começou a despir-se.

    Porra, foi quando reparei bem que aquilo que estava ali era para ser comido todo dos pés até aqueles olhos marotos, tal pizza esborratando-se de queijo lânguido e saboroso..

    Nem cheguei a colocar o filme no vídeo, atirei-me para a cama, segurei-lhe uma das mãos, puxei-o para cima de mim enquanto com a outra ia tirando-lhe a cueca.

    Saiu de lá uma verga grossa e de cabeça lustrosa com vontade de a abocanhar toda até não puder mais.

    Não quis abusar de imediato e ficámos peito a peito e procurei seus lábios que fui mordiscando pouco a pouco. Ele fez o mesmo até que nossas línguas se cruzaram e se enroscaram trocando nossas salivas gostosas.

    Entretanto nossos pénis também se roçavam mutuamente até que abrindo um pouco as pernas o Pedro compreendendo foi colocando o seu pau entre minhas pernas que as apertava para lhe dar a sensação que era uma rata.   

Ambos, estávamos loucos de prazer. Ao mesmo tempo que nos beijávamos virámo-nos e passei eu para cima, utilizando o mesmo estratagema, desta vez era eu que gozava nas virilhas dele.

    Enquanto ele segurava minha cabeça eu fui percorrendo sua face fazendo festas como um gato.

Esta roca de carinhos que se adivinhava como preliminares para outra situação mais acalorada, fui descendo pelo seu corpo mordiscando seus seios e lambendo por ali abaixo até encontrar seu pau que hirto solicitava que o abocanhasse. Assim fiz, meti-o todo em minha boca até aquela cabecita encarapuçado tocou em minhas campainhas.

Pedro segurando minha cabeça fazia com que aquele pénis saboroso entra-se num vai e vem constante em minha boca. Resolvi num estado de loucura humedecer com aquele estrato o meu dedo indicador e com um pouco de habilidade a pouco e pouco ele foi penetrando no ânus do Pedro. Ele começou a gemer ao mesmo tempo que todo o seu corpo estremecia de prazer.

De repente, senti em minha boca uma golfada daquele esperma jovem e certamente com milhões de espermatozóides com seus rabitos a dar a dar como um rabo-de-cão todo satisfeito.

Ao sentir toda aquela porra em minha boca o meu pénis que estava hirto e com suas veias quase rebentando, esguichou com toda a força indo-se alojando nos lençóis.

Pedro, jovem e estando a ter uma experiencia inaudita, seu pénis não murchou. Estava hirto como a querer qualquer coisa mais.

Pela minha parte, parecia que tinha voltado meia dúzia de anos a traz e resolvi continuarmos com as nossas veleidades. Recompusemo-nos, beijamo-nos e qual o meu espanto Pedro rodopiou e ficámos na posição de 69.

 

O Rapaz da Pizza em acto sexual gay com o nelson

      Quase que adormecemos naquela posição depois de nos virmos novamente e convulsivamente.

      Voltamos à posição e concha ficando ele à minha frente. Ele com uma mão voltada para a minha cintura e eu agarrando seu pau já flácido mas que não parava de se convulsar.

O acordar com uma das minhas músicas preferidas

 

 

     Já eram seis da manhã, quando acordei!

     Ele lá estava ainda dormindo como criança solta nos seus sonhos.

     Fui colocar na vídeo uma cópia do FF naquela extraordinária imitação Fredy Mercury em “Boheminan Rapsody”.

 

 
Gays ao acordarem

     Era uma rapsódia de canções de amor para que ele acorda-se com a calma dos anjos lembrando-se que tudo o que tinha acontecido naquela noite tinha sido um tempo, um espaço em que duas pessoas crescidas se tinham envolvido reciprocamente num ato de amor e felicidade.

     Ele acordou! Semi abriu os olhos e vendo-me ali de pé olhando para ele perguntou:

         - Como sabias que esta era uma canção e uma voz que me fez algumas vezes sonhar?

         - Não sabia mas calculava! É que eu algumas vezes também quando oiço canções deste tipo sonho ter alguém a meu lado que me transporta para a felicidade e esta noite aconteceu poesia.

         - Nunca pensei que a realidade fosse tão diferente dos filmes porno gays que vi algumas vezes com a malta.

         - Onde achaste a diferença?

         - Nos filmes via aquilo como coisa sem nexo e que nunca viria a fazer o mesmo!

         - E agora?

         - Agora! Não quero ir mais para a minha namorada e ficar o resto do tempo aqui contigo.

         - Tem calma! Uma coisa não invalida a outra. Eles servem para procriarmos, darmos continuidade à nossa espécie e o que fizemos serve para gozarmos o sexo em toda a sua plenitude.

         - Pois! Mas creio que faltou qualquer coisa!

         - Achas????

         - Sim! Gostava de experimentar a penetração.

         - Qual? A Tua ou a minha?

         - Creio que só experimentando ambas ficarei totalmente realizado.

         - Pois! Para já vamos dormir mais um pouco e quando acordarmos novamente depois de um duche relaxante vamos acabar o que iniciámos.

 

     Assim aconteceu por volta do meio-dia depois do tal duche a dois e do pequeno-almoço.

 

     O Rapaz da Pizzaria, naquela noite e naquele dia, ficou a saber o que é na realidade o prazer do sexo e eu fiquei com mais uma amigo para a prosperidade.

 

     Não gosto muito de Pizzas mas gostei do Rapaz da Pizzaria que vai passar a ser o meu amigo predilecto.

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção. As fotografias aqui apresentadas são de livre acesso na internet, sem quaisquer restrições, apenas escolhidas para ilustrar todo o texto.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

sinto-me:
a música que estou a ouvir: Appassionata
publicado por nelson camacho às 02:30
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17 comentários:
De Flor a 27 de Janeiro de 2013 às 12:28
Gostei muito! Vc tem uma imaginaçao heim ou aconteceu de verdade? beijos


De nelson camacho a 29 de Janeiro de 2013 às 04:19
Flor obrigado por me ler e dizer que gostou. O que por aqui escrevo é efectivamente fonte da minha imaginação literária embora com base em factos reais . Ainda bem que comentou pois foi a forma de ter detectado que foram retiradas fotografias que utilizo para ilustrar os meus textos para ficarem mais ricos. Não sei o que se passou mas vou indagar e voltar a repor tudo como o original. Se alguém ficou ofendido lamento das logo no inicio advirto que estes meus postes são dedicados a pessoas maiores de 18 anos de idade, portanto não entendo. Obrigado e continue a ler-me


De renatinho da rocha a 15 de Junho de 2013 às 21:27
kara eu adorei achei mt lindo msm..espero q vc sejam felez um beijão com to amor...fique com deus.....e mande mais contos heim....


De nelson camacho a 18 de Junho de 2013 às 03:31
Renatinho, ainda bem que gostas-te. Continua aler-me também em "O Canto do Nelson" Umabração NC


De Rey a 29 de Novembro de 2013 às 05:00
Muito bom! Você está de parabéns. Também tenho sonhos em que busco um relacionamento brando e cincero, que não seja monótono, no qual imagino um amor tão lindo, quanto este do conto. Estarei sempre à ler-te. Bjs.


De nelson camacho a 2 de Dezembro de 2013 às 14:16
Meus amigos Obrigado por me lerem e terem gostado no meu blogue aqui ao lado “O Canto do Nelson” também tem umas histórias (contos) mais elaboradas mas por este ano vou de férias e carregar forças para outros contos.


De Anónimo a 1 de Dezembro de 2013 às 01:59
To quase gossando pq li e vi as imagens nao gosto d bater punheta mas quem gota d bater punheta pra outro deixi seu n° pra vc tmb tomar gala quentia


De reenato a 6 de Dezembro de 2013 às 17:58
966904723


De nelson camacho a 13 de Dezembro de 2013 às 02:34
Amigo este blogue não é um blogue de marcação de encontros mas como acho que deve andar muito só, desta vez deixo publicar o seu numero de telefone. Pode ser que tenha sorte.


De Carlos a 3 de Março de 2014 às 08:43

Muito bom


De nelson camacho a 5 de Março de 2014 às 02:04
Obrigado Carlos por me lêr.


De Weslley a 28 de Junho de 2014 às 18:14
Tenho 17 anos e quero algum cara pra tramsar comigo.e-mail:weslleyferreira331@Gmail.com


De Daniel a 9 de Julho de 2014 às 11:52
Foi um bom conto , gostei muito cara


De Anónimo a 11 de Julho de 2014 às 08:13
Parabens sei que já faz um tempinho que esse conto está na rede mais só agora eu li fiqyei muito feliz com esse conto e exitado tbem vc tem talento...


De Jefferson silva a 24 de Julho de 2014 às 03:48
Que bosta de conto esse éo pior conto que ja li


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