.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2012

Olhando o sexo do outro no banheiro

 

 

Todos nós na escola, sem qualquer maldade temos tendência a olhar para os pirilaus dos outros. Em principio é para ver qual é o maior e nada mais.

 

Um dia estava na esplanada da Suissa (no tempo em que não se pagava para ir ao WC) e deu-me vontade de lá ir.

Mal entrei, deparei-me com quatro tipos ao que me pareceu estarem mais interessados nas pilas dos outros que nas suas próprias pois naquele local de micção é sempre bom olhar para o seu a fim de não mijar por fora.

Em face ao que se me deparava, fui mijar para o fim da linha onde ao lado não tinha ninguém. Não tenho nada a ver com a vida dos outros, de qualquer das formas, fui dando uma olhadela pelo canto do olho para o que se passava. Então era assim:

Dois estavam-se punhetando.

Os outros dois. Um estava sacudindo o pirilau e com o ar mais machão disse para o que estava o lado:

-Tenho mas não é para ti minha bicha! E desalvorou porta fora.

-Também não tens nada que se veja!!!  Disse o outro.

Enquanto os ouros dois se masturbavam mutuamente não ligando ao que se passava o que tinha levado com o piropo, afastou-se do mictório e veio-se colocar ao meu lado.

Olhou, olhou e com o ar mais disciplinante perguntou:

- Posso tocar-lhe?

Normalmente não sou muito destas coisas e até me vieram as cores às faces, ficando vermelho como pimentão.

- Não é preciso ficares aflito! Ou deixas. O não. Se não gostares não gostas, mas sem experimentares não sabes o que é bom!

- E o que te propões fazer?

- Aqui só te posso fazer uma punheta mas se se proporcionar lambo-te todo.

Não sou muito atreito a estas coisas nem tenho um pirilau que seja algo que chame tanta atenção, pois não sou um tipo que me define como super dotado. Também não tenho a mania de ser moralista ou envergonhado. Já vi o mesmo acontecer em bares de temática gay, também já tenho notado que há muitos heterossexuais que não resistem em olhar de soslaio para o pau do outro ao lado, acreditando não serem os mesmos motivos do meu parceiro do lado, que enquanto os meus pensamentos iam vogando já o tipo que tinha pedido licença, me apertava o meu pirilau que ficava cada vez mais hirto.

Dei uma olhada para os parceiros lá do fundo que ambos se masturbavam convulsivamente dando-me ainda mais tesão. Também estava a delirar com a situação e de repente, peguei no pénis do outro masturbando-o também. Ele não esteve com meias medidas e beijou-me. Fiquei louco! Se aquilo era a minha primeira experiencia sexual com um rapaz, estava a delirar.

Não era o prazer que tudo aquilo me estava a dar mas o medo que alguém entrasse de repente que me fez afastar-me.

- Estás com medo?

- Pois não! E se alguém entra de repente?

- Vamos entrar ali no particular. Não tenhas medo.

Entramos.

 

O tal parceiro empurrou-me para o particular, baixou a tampa da sanita e sentou-se. Baixou-me as calças, empurrou-me um pouco até ficar de costas encostadas à porta, baixou-me as cuecas e meu pau saltou cá para fora com toda a sua pujança. Segurou-me delicadamente em meus tintis massajando-os ao mesmo tempo que meteu em sua boca humedecida todo o meu pénis hirto e sôfrego.

Com um vai e vem de entra e tira acompanhado de mordidelas e pressão com seus lábios na minha glande, o meu pénis acompanhou também esse movimento tentando penetrar naquela boca gostosa cada vez mais fundo. Já estava louco com tudo aquilo e segurei-lhe na cabeça ajudando aquele vai e vem constante. Ele apertou de tal forma seus lábios que me deu a sensação que estava a ser apertado por uns lábios de uma vagina sedenta mas bom muito mais prazer. Acabei por guinchar de gozo pois estava a vir-me abundantemente dentro daquela boca gostosa que absorveu toda a minha porra que saia convulsivamente de meu corpo.

Não foi preciso limpar meu pénis pois ele sorveu e com a língua e tudo limpou.

Com toda aquela situação ainda tremia de medo mas não de vergonha pois tinha gostado.

Ele endireitou-se e tirou um cartão-de-visita da algibeira e entregou-me dizendo:

- Se te quiseres encontrar novamente comigo, telefona-me. Tenho mais prazer para te dar! Agora sai de aqui a um pouco para não dar nas vistas.

E saiu porta fora.

 

Ainda estive ali sentado mais um pouco com a minha cabeça fervilhando de pensamentos sobre o que me tinha acontecido

Sai e vi que os outros dois parceiros já lá não estavam e então espreitei para debaixo das portas e vi que estavam a fazer o mesmo que me tinha acontecido.

Situações destas podem acontecer em qualquer casa de banho pública, no cinema, no teatro, ou em qualquer café.  Já vi o mesmo acontecer em bares, boites, aeroportos e em outros locais.

Há quem goste desse tipo de comportamento! Eu, gostei da experiencia! Há muitos outros que se incomodam. Quando isso acontece o melhor é sair calmamente, porque cada um não é igual ao outro e todos têm o direito de fazer do seu corpo o que muito bem entendem. A minha avó dizia “Quem não gosta, não mexe” além do mais, nunca se sabe do que o outro é capaz. Imagine encontrar uma pessoa homofóbica num destes locais.

O comportamento de olhar o pito do outro não é exclusivo dos gays. Há muitos heterossexuais que não resistem a uma olhadela para o pito alheio.

Nas casas de banho públicas, já vi de tudo: Um tipo levar um tabefe do outro. Haver uma tremenda discussão. Já vi um exigir dinheiro para continuar no acto e também já vi tipos a anotarem números de telefone afixados nos urinóis com mensagens de tipos que se prontificam a fazer um broche.

O que me levou a entrar nesta situação foi o facto de um colega meu, casado, contar-me que havia estas situações em alguns WCs e era lá que se satisfazia.

Quando calhou a mim! Experimentei e gostei!

Embora seja uma situação a que devemos ter um certo cuidado como não sou tão moralista, posso confirmar que um bico feito por um homem é muito melhor que feito por uma mulher.

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 05:29
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