.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2013

Sempre gostei de mulheres – Hoje sou Flex

Um beijo

     Para iniciar esta história quero informar que Flex sexualmente quer dizer que é um tipo versátil (tanto faz de passivo como activo) e também bissexual

     A transformação para um destes géneros, normalmente começa por ser heterossexual. É sempre uma questão de oportunidade. Não digam que não!

Mas vamos à história:

 

      Um fim-de-semana a minha namorada com quem vivia já há dois anos (ainda não tínhamos filhos) mas tínhamos um relacionamento sexual chamado normal sem grandes aventuras, teve que se ausentar até ao Algarve de onde é e onde moram os país, pois a Mãe encontrava-se doente.

Os seus familiares que moravam mais perto de nós eram o primo João de 19 anos e uma irmã casada com o Pedro, um moço de 25 anos.

     Como seria normal, a irmã também foi para o Algarve ficando em casa o João e o Pedro.

A irmã antes de partir foi com o marido e o primo a minha casa para se juntar com a minha mulher e irem de abalada.

     Despedimo-nos desejando os habituais cuidados com a condução e os desejos das melhoras da minha sogra,

     Quando elas partiram foi a seguir ao almoço, ficando por lá o João e o Pedro na conversa e bebendo uns copos. Nos entretanto fizemos umas jogatinas de cartas e mais tarde jantamos os restos do almoço.

     Já eram por ai umas dez da noite quando o Pedro disse que o melhor era irem andando para casa. O João que tem o seu computador avariado com um vírus disse que ficava por lá para aproveitar e ver umas coisas no meu computador e assim foi. O Pedro foi para casa e o João ficou.

     Quando ficámos sozinhos, fui ao frigorífico e tirei uma garrafa de vinho branco peguei em dois copos e fui até ao pé do João que estava ao computador tentando abrir sites de sexo.

       - É pá! É para isso que tens um computador? Perguntei eu.

        - Não! Mas também serve. Já viste algum?

        - Não pá! Para mim o computador serve para trabalhar e não entro nessas tretas.

        - Pois não sabes o que perdes. Vê-se cada gaja na foda que até me faz uma tesão do caraças.

        - Pois pode ser, mas se quero foder prefiro ao vivo com a minha mulher.

        - Pois, só que eu não tenho mulher e às vezes tenho de bater unas punhetas!

        - Com dezanove anos também fazia o mesmo, agora com vinte e cinco e com a mulher na cana já não preciso disso.

        - Olha!... Olha… Sem querer apareceu aqui uma cena de sexo entre gays. Queres ver?

     E lá me debrucei sobre o ecrã.

        - Olha afinal eles estão a comer-se uns aos outros. Uns chupam no caralho, outros comem no cu. Aquilo é uma rebaldaria. Lá o chuparem na gaita do outro ainda vá que não vá, agora comer no cú, deve fazer doer.

        - Qual quê. Não vez que eles lubrificam o ânus com vaselina!

        - Afinal mais parece um filme de publicidade à vaselina.

        - Pois, chama-lhe publicidade. Tu nunca comeste o cú á tua mulher?

        - Não pá! A minha mulher não é dessas! Temos uma relação normal.

        - Não me digas que ele nem um broche te fez.

        - És mesmo pervertido. Desliga essa merda que só te faz é mal. Já é uma da manhã e o melhor é ires andando.

        - Não posso cá ficar? Ir para casa a esta hora e em carro é uma treta, Posso cá ficar ou não?

        - Poder podes, mas não tenho sofá cama nem e no sofá ficas todo torcido.

        - Se não te importas posso ficar contigo. Não tenho doenças contagiosas.

        - Eu sei! Só que nunca fiquei com nenhum homem.

        - Está descansado que de manhã estás na mesma. Só quero é tomar um duche. È um habito desde criança. Emprestas-me uma boxers?

     E assim foi.

     Bebemos mais uns copos fresquinhos, emprestei-lhe uns boxers e uma t-shirt e ele lá foi para o banheiro. Entretanto fui para a cozinha meter a loiça na máquina e arrumar o resto.

Talvez por já a noite ter entrado notei que o quarto estava a ficar frio então liguei o aquecimento e um DVD de música, baixei a tonalidade da luz, vesti um robe e fui até à sala ver um pouco de televisão até o João aparecer.

        - Então está tudo bem contigo, Perguntei quando ele entrou na sala somente de boxers,

        - O duche caiu-me como ginjas. Agora cá fora está um pouco de frio.

        - No quarto está mais quente. Se quiseres podes ir-te deitar que também vou tomar um duche.

        - Posso beber mais um copito?

        - No frigorífico estão mais garrafas e até podes levar uma para o quarto.

        - É isso mesmo que vou fazer para alegrar a alma.

    Foi assim que aconteceu. Fui para o duche enquanto pensava o que é que ele queria dizer com aquela de “alegrar alma” Mas tarde vim a saber o que ele queria não era alegrar a alma mas ganhar coragem para o que viria a acontecer.

    Depois do duche fui até a cama e deitei-me, tal como ele só com os boxers vestidos.

    Como já tinha bebido uns copitos estava ficar um pouco sonolento e deitei-me de lado como era normal virado para o lado de fora da cama. Ele ficou por trás de mim.

 

Um carinho entre dois boys

 

     Estava quase a adormecer quando senti o corpo do João aproximar-se das minhas costas. Não sei porquê, mas deixei. Cada vez mais sentia aquele corpo mais chegado a mim e eu deixei.

     Não sei se foi pelos copos já bebidos ou porque me estava a sentir bem o que sei é que comecei a sentir uma das mãos dele ir direito ao meu piritau que começou a levantar-se e a outra mão passando por baixo do meu pescoço movimentos minha cabeça de forma a beijar-me.

     Comecei a sentir a sua língua entrar minha boca dentro e manuseando-a como nunca alguém me tinha beijado, Esta a gostar.

     Assim estivemos durante algum tempo até que ele começou a entrar minha boxers dentro ia ir manuseando o meu pau que estava hirto e firme.

     Depois comecei a sentir o pau dele quase rompendo a cueca dele direito ao meu ânu.

Virámo-nos e frente a frente continuamos a nos beijar fervorosamente. Despimos as cuecas e nossos paus se começaram a gladiar.

     Ele começou me beijando pelo corpo todo até chegar ao ponto fulcral metendo na boca o meu pénis chupando-o sofregamente e no intervalo daquele vai e vem foi pedindo para não me vir. Então rodopiou para a posição de 69 foi quando vi aquela rola ai com uns 18 centímetros não era tão grande como a minha mas era bonita, a cabeça toda rosinha e rapadinha. Agarrei nela e enfiei-a na minha boca no mesmo momento que ele gozava na minha com sua pica tão quentinha, Nunca tinha sentido tal prazer e nos chupando mutuamente.

     Naquele momento já não sabia bem o que estava a fazer mas sabia mas sabia que estava a gostar e me estava a sentir bem. O João com os seus 19 anos estava a saber o que fazer e eu, estava gozando com aquele sabor bem salgadinho e como nunca. Não sei com que habilidade que ele ao mesmo tempo que me chupava o pito foi-me foi com um dedo manuseando circularmente as bordas do meu cú até que me penetrou lentamente com movimentos constantes. Nunca jamais tinha sentido algo penetrar-me mas o que é certo é que dei por mim a movimentar-me com uma sensação estranha Ele notou os meus movimentos e perguntou: Queres que meta o meu pito?

Sem dizer nada, virei-me e ele pôs-se por trás de mim e ficando de conchinha afastou minhas pernas e lentamente começou por meter em meu ânus a cabecita. Eu fiz pressão para traz e aquele pau gostoso começou a entrar. Já estava todo aquele membro metido dentro de mim quando ele perguntou:

       - Estou a fazer doer?

       - Um pouco!

    João com o maior cuidado possível retirou e voltou a penetrar-me muito lentamente. Delirei mais e deixei de ter qualquer dor quando ele agarrou na minha pica masturbando-me. Todo o meu corpo estremeceu e comecei a movimentar-me, lançando minhas mãos para a sua cintura ajudei-o a penetrar-me num vai e vem constante. De repente senti outra sensação estranha dentro de mim. Ele estava a vir-se ao mesmo tempo que eu.

 

Adormecemos olhando-nos nos olhos

 

 

     Estivemos assim durante algum tempo até começar a sentir que aquele pau dentro de mim estava a ficar mais pequeno. Então ele o tirou de dentro de mim.

     Ficamos assim de conchinha. Ele abraçando-me e me beijando o pescoço ao mesmo tempo que não largava o meu pau. Sem dizer palavra acabamos por adormecer.

     Seriam aí umas 10 da manhã quando acordámos ao som do telefone.

     Era o Pedro a dizer que estava lá em baixo e já estava farto de tocar à campainha e nós não atendíamos.

     Pudera! Depois de uma noite daquelas quem é que ouvia alguma coisa. Estávamos estafados e queríamos era dormir.

        - Mas o que é que esse gajo quer a esta hora. – Exclamou o João.

        - Sei lá! Deve querer o pequeno-almoço.

        - Deixa-te estar deitado! Eu vou abrir a porta.

        - Não fico nada. Vou ao banheiro e tomar um duche e tu por favor não contes nada do que se passou.

        - És parvo ou quê. Vestiu um robe e lá foi abrir a porta.

     E assim foi, Meti-me no banheiro e ele foi abrir a porta.

        - Tás muito lindo de robe branco disse o Pedro ao entrar. Onde é que dormiste?

     Bem o que se passou a seguir conto no próximo episódio desta história que será “ O meu cunhado também gosta da fruta”.

                         Já são 3 horas da matina e vou dormir. Amanhã conto o resto.

CONTINUAÇÃO»

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 06:05
link do post | comentar | favorito
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2 comentários:
De Anónimo a 10 de Julho de 2013 às 17:09
eu não acabei ler, mas você são uns porcos


De nelson camacho a 10 de Julho de 2013 às 20:31
Meu caro anónimo então somos nós os escritores deste género de contos gays que somos "porcos"? por acaso com o seu comentário até verifiquei que não acabei o conto (mas vou acabar) Você diz que não acabou de ler! Porque? de que tem medo? Meu caro isto são histórias reais e que se passam até com seus amigos. Você é que ainda não descobriu. Certamente gosta de ler histórias pornográficas as minhas são literatura basta analisar a forma como as coisas acontecem . Na vida real isto acontece mesmo. Não é por acaso que existem gays e não é por acaso que homens casados será o seu caso?) que vem para aqui como anónimo dar bitates ? e se viram com a maior facilidade. Ainda bem que me lê , goste ou não goste. Um abraço


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