.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Segunda-feira, 4 de Março de 2013

Surfista gostoso

 

 

    Sabendo que andam a preparar um campeonato de surf internacional em cascais e que há vários grupos que se juntam na praia aqui perto de mim, embora estivesse um pouco de frio, resolvi ir até ela a fim de ver o que se passava.

    De facto lá estava um grande grupo de surfistas enchiam a esplanada e até no terreiro havia malta.

    Era uma paisagem no geral, interessante. Carros e carrinhas com as bagageiras abertas de onde saiam algumas pranchas, algumas bastante coloridas e outras nem tanto. Pelo que se via não tinham a ideia de as levar para a água mas sim como mostragem para os amigos que entretanto lá iam trocando impressões sobre o evento que se ia realizar proximamente.

    Daquela malta toda, não conhecia nenhum até porque de água para mim, prefiro a banheira, embora goste do desporto das ondas. Quanto mais não seja para alegrar a vista com aqueles corpos atléticos e luzidios surfando as ondas do mar.

    Lá ao fundo na praia, estavam pelo menos quatro dando asas nas pequenas ondas

    Estiveram pouco tempo pois nem as ondas ajudavam nem o tempo estava propicio.

    Andei por ali deambulando, até que me meti no café, que estava mais ameno.

    Entretanto os tais rapazitos que estavam na praia vieram para cima. Saí do café e fui-me meter no meu carro que estava junto ao deles para catrapiscar seus corpos. Lá se despiram e vestiram e a única coisa que vi foi a bunda de dois e mais nada.

    Entretanto meteram-se no carro só três e lá foram à sua vida. O quarto ficou só ali agarrado ao telemóvel e com ar de zangado. Colocou a prancha às costas e lá foi ele estrada fora.

    Há dias assim, azar para uns, sorte para outros e como nunca deixo para traz uma boa oportunidade, deixei-o ir uns metros e quando começou a subida e já longe de olhares estranhos, arranquei com o carro e quando cheguei perto dele, baixei o vidro do pendura e com o ar mais natural possível perguntei:

       - Queres boleia?

       - Por acaso até quero!

       - Ok! Mete a prancha aí a traz e entra.

       - Vem mesmo a calhar pois esta subida é do caralho.

       - Pois! Ainda por cima com a prancha às costas. Porque é que os teus amigos não te deram boleia?

       - Não precisava pois os meus pais tinham ficado de me vir buscar. Só estavam à espera que eu telefonasse.

       - E Então?

       - Disseram que estavam numa reunião e que não me podiam vir buscar.

       - Então eles não sabem que não tens transporte próprio?

       - Sabem! Mas também sabem que me desenrasco sempre, o pior é que não tenho a chave de casa e não sei quando eles voltam e estava mesmo necessitado de uma duchada de água quente.

       - Então onde moras?

       - Mesmo ao pé de ti, ao lado da padaria.

       - Não digas! Então já me conhecias!

       - É verdade! Também se assim não fosse não tinha aceitado a boleia. Já tenho feito este percurso a pé, já me têm oferecido boleia e não aceito, pois não entro no carro de qualquer um.

       - Então neste caso estamos com sorte.

       - A propósito, conheço-te e ao teu carro vejo-te sempre sozinho e não sei o teu nome ou o que fazes. Eu chamo-me João Carlos

       - E eu, Nelson e informática, mas trabalho em casa como fre lencer.

    Com esta conversa toda e porque fui sempre devagar, chegámos à tal padeira onde ele tinha dito que morava.

       - Pronto! Estás em casa.

       - Pois o pior é que não tenho a chave e os meus cotas, só chegam lá para as tantas.

       - Lá por causa disso não vais ficar aqui na rua. Se quiseres vens a minha casa, tomas o tal duche e até te empresto roupa lavada.

       - É Pá, isso era porreiro pois já estou mesmo a ficar com frio.

 

2.º Episódio

    Chegámos a minha casa!

    A prancha ficou no carro e entrámos.

        - Vamos lá preparar a duchada.

        - Se não te importas e não é muito abuso da minha parte, até aceito.

        - Não vais só aceitar o duche como um hambúrguer que vou fazer para os dois. Já deves ter alguma fomeca eu pelo menos tenho.

        - É Pá! Isso não é demais? Mas se não te incomoda, aceito!

    E assim foi, dirigimo-nos para a cozinha e rapidamente ali fiz o petisco que acompanhamos com cerveja, enquanto falávamos da circunstância de morar ao pé um do outro, e nunca tínhamos falado.

    Nos entretantos, já tinha dado uma fugida e preparado a zona de chuveiro com shampoo de ervas, sabonetes de glicerina, cremes hidratantes para a pele e um toalhão de banho lavado.

    Acabou o lanche e dirigiu para o meu banheiro privado do quarto.

    Depois de ele entrar e quando comecei a ouvir a água a correr, de shorts, deitei-me em cima da cama e com o comando liguei o PC e fiquei a ver uns filmes de sacanagem porno em que havia duas gajas que mamavam um enorme pénis de um figurante enquanto outro metia sua verga no cú do primeiro.

    Perante tais imagens o meu pau começou a dar vida e não tive outro remédio que começara a alisa-lo mesmo por cima da short

    De repente, sem dar por isso tão entusiasmado estava, o João saiu do chuveiro todo nu e com o pau meio levantado.

        - É Pá! Com que então vendo um filme porno.

    De repente apanhei um pequeno susto mas respondi

        - Queres ver? Senta-te aqui! – Indicando-lhe um lugar na cama ao meu lado.

    Olhei para aquele pau pequeno mas de cabacinha rosa e gostosa e para descontrair atirei:

        - Teu pau está a ficar duro!

        - Foi a água quente que o fez levantar. Só não bati uma punheta por respeito, mas pelo que vejo o teu também está levantado.

        - Queres ver? – Baixando os shorts ele saltou todo lampeiro cá para fora.

        - Com esse vídeo aí ainda fico pior.

        - Quer dizer que queres bater uma?

        - Se não te importares!

        - Espera aí! Importar-me não me importo, mas se batermos um ao outro sempre é melhor.

        - É pá isso é esquisito! Nunca bati uma punheta a ninguém!

        - Pois eu, até te lambia essa cabecita rosada.

        - Não me digas!

        - Queres ver que sou capas? Tu bates-me uma punheta e eu meto teu pau na minha boca e vais ver que gostas.

 

    Adiantar mais este diálogo para quê.

 

    Mamei-o com toda a sofreguidão possível enquanto ele me masturbava freneticamente até uma explosão total de esperma na minha boca e no lençol que não tinha culpa alguma.

    O vídeo entretanto acabou e nós ficamos estoirados de tanto gozo, olhando-nos mutuamente até passamos por umas brasas não mais de 15 minutos.

 

Um acinho a meio da noite

    Começamos a olhar nossas pilas e a tentar medi-las manuseando-as mas não punhetando.

    Elas foram-se levantando novamente e já estavam prontas para outra sessão, mas qual?

    Começamos a nos beijar e a acariciar como já fossemos amantes de algum tempo.

        - Sabes que estou a gostar? – Disse o João.

        - Estás confortável?

       - Como nunca! Nunca pensei fazer isto. Deve ser castigo de quando gozava com os meus colegas os homossexuais lá da escola.

        - Essa é a reacção de todos enquanto não experimentam, principalmente com a pessoa certa.

        - E Pelos vistos tu és a pessoa certa.

        - Talvez! Sabes que o amor entre homens é um pouco complicado e quando acontece entre jovens da tua idade nada mais passa que uma experiência de puberdade e descobertas, sem carinhos e sem amor. Não é o nosso caso.

        - Dever ser certo pelo prazer que me estás a dar.

        - Ainda não viste tudo.

    Peguei nele e rodopiei-o de forma a ficarmos na posição de 69.

    João não tinha uma grande pica mas tinha nascido com uma cabecita lustrosa e rosada a que dava mesmo vontade de lamber todo o seu prepúcio, quiçá, mais tarde introduzi-lo dentro de mim mesmo sem lubrificação não me iria doer. Era a vantagem de ser um jovemzito sem experiência destas coisas de sexo anal, ou outras entre homens.

    Entretanto foi metendo-a em minha boca que já estava sedenta de receber o que dali sairia. Aquele liquido jovem, pastoso e com sabor a acre que seriam os milhões de espermatozóides.

    Entretanto e calmamente segurei no meu pau e porque era um pouco maior que o dele, encaminhei-o para a boca dele que sem quaisquer resistências o começou a mamar freneticamente.

    Estávamos loucos prazer e bastante excitados. De repente, deu-me um vaip e deixei de mamar nele. Eu queria senti-lo dentro de mim, encolhi meu corpo e apontei aquela coisa gostosa para o meu cú que latejava aguardando a sua penetração. Fiquei sentado na sua piroca que num movimento constante e sem qualquer dor lá foi entrando pouco a pouco ajudado por movimentos dele como se estivesse cavalgando não umas ondas mas um cavalo.

    Para um jovem como ele, talvez pela própria excitação começou a masturbar-me. Guinchámos de prazer e nossos fluidos lá foram em grande força. Os dele dentro de mim e os meus direitos ao seu peito com tanta força que acabaram até à sua boca que inesperadamente a abriu para receber as últimas gotas.

    Ainda ficámos durante algum tempo naquela posição até que o seu instrumento começou a murchar. Saímos daquela posição e nos abraçamos e nos beijamos até adormecermos.

    Tínhamos estado tão excitados que a calma, durou pouco tempo, pois eu não deixava de lhe dar alguns carinhos no pescoço, que ele correspondia da mesma forma.

A Finalização

Quando acordamos já eram 10 da noite

 

    Acordei, abri os olhos pensado que tinha estado a sonhar, mas não! Dei com aqueles olhos castanhos vivos e tês morena e com ar interrogatório olhando para mim. – Não tinha sonhado. Estava ali a olhar para mim, como prova da realidade, e acordado sussurrando-me ao ouvido –

       - E agora? Como vai ser?

       - Como vai ser o quê? – Perguntei –

       - Vou passar a ser diferente dos outros?

       - Quais outros? Ou julgas que és o único que se deita nesta ou em outras camas.

       - Não! Não sou assim tão tapado. Já tenho ouvido histórias de outros colegas que se masturbam mutuamente mas como aconteceu connosco nunca ouvi!

        - Eles também como tu, não têm necessidade de andarem a dizer o que fazem sexualmente. Já me viste andar por aí e nunca adivinhas-te que algum dia seriamos amantes, pois não.

       - De facto! Tanto lá na escola como no ginásio já notei tipos a atirarem-se a mim com gestos que se vê logo o que são, o que não é o teu caso.

       - Talvez tenha chegado a altura de verificares que somos todos homens, independentemente dos nossos gostos sexuais, embora não haja a necessidade de o demonstrar ao mundo a não ser a quem nos interessa e foi o nosso caso.

       - Vou ser desses?

       - Há qualquer coisa em ti que não está resolvida. Gostas-te ou não?

       - Gostar é dizer pouco. Adorei. Não deixei de ser o mesmo. Afinal não fui eu o penetrado.

       - Queres dizer que eu sou o maricas e tu ficaste à porta como machão?

       - Não! Não é isso que queria dizer. Não te queria ofender. Só queria perceber e nada mais.

       - A propósito de perceber ou não. Ainda não percebeste que são dez da noite e os teus pais devem ter dado pela tua falta?

       - É Pá! Agora é que me tramaste. Vou telefonar-lhes.

       - E o que lhes vais dizer?

       - Como não tinha a chave de casa, vim para casa de um amigo e janto por cá. Posso?

       - Mas é claro! Gostas de bacalhau com natas?

       - Gosto! Mas isso não dá muito trabalho?

       - Não! Tenho sempre no frigorífico aquelas cuvetes prontas a fazer no microondas para qualquer emergência.

       - Boa! Já vi que és um tipo prevenido. Posso ajudar-te?

       - Sim! Mas não digas só aos teus pais que jantas cá, diz-lhes também que se calhar ficas por cá esta noite. Se eles não se importarem. Claro.

        - Não, não se importam, já estão habituados a ficar em casa de colegas para estudar.

        - Sim! Mas o nosso estudo vai ser outro – Disse sorrindo e precavendo o que iria acontecer. Não sairia dali sem o comer.

 

    O João telefonou aos pais que concordaram com a treta que ele contou.

    Fui tomar um duche rápido sem antes lhe ter dado um robe para vestir e dizer-lhe que a seguir iria ele tomar o duche.

   Quando sai do duche ele ainda não tinha vestido o robe mas estava todo nuzinho em cima da cama. Deu-me uma vontade de me atirar e ele novamente mas aguentei. Seria bom aguardar mais umas horitas.

 

Homens na cozinha

       - Vá, agora é a tua vez, enquanto vou para a cozinha.

       - Tá bem! Eu já lá vou ter,

       - Então ficaste mais fresco?

       - Nem calculas. Estou com uma fome das caraças.

       - Pois, eu também até tenho vontade de te comer todo.

       - Novamente?

       - Mas ainda não te comi. Vai mas é por a mesa.

       - Porque não comemos aqui na cozinha?

       - Cá em casa há alguns princípios e alguns deles é o que se refere a comida.

       - Como assim!

       - É fácil! Quando se trata de comida, comida, é na casa de jantar quando se trata de outras comidas é na sala se desenho!

       - Sala de desenho?

       - Sim! O quarto é a minha sala de desenho.

       - Mas tu és mesmo incrível. Quer dizer que já estivemos a desenhar!

       - Sou assim mesmo, não gosto de misturar as coisas! Vais ou não por a mesa?

    O gajo com ar de sacaninha e com um sorriso aberto lá foi ao mesmo tempo que atirou em ar de gozo:

       - Também queres que ponha umas velinhas?

       - Se quiseres, podes por, mas para a sala de desenho levo a minha.

    Rimo-nos e até fizemos umas carícias.

    E tudo aconteceu assim! Lá fiz o petisco acompanhado de um bom vinho tinto enquanto lhe ensinava onde estavam as coisas necessárias para a mesa que ele colocou com muito apreço perguntando se podia colocar um CD a tocar. É óbvio que disse que sim e quando cheguei à sala de jantar vá estava no vídeo.

 

Pavarotti no belo tema Celeste Aida da ópera do mesmo nome

 

    Com aquele belo tema, jantamos calmamente trocando algumas impressões pela forma como nos tínhamos conhecido, ficando por vezes inebriados de olhos nos olhos e por vezes até de mãos dadas.

     A música acabou depois de ter repetido duas vezes, acabámos a refeição e ele perguntou com ar de sacaninha se podíamos ir tomar o café na sala de desenho.

       - O picante da refeição deu-te vontade de voltarmos à brincadeira? Disse eu.

       - Sempre ouvi dizer que se for logo a seguir às refeições não faz mal.

    E não fez!

    Levei um pequeno tabuleiro com o café e dois Conhaques para a cama, despimos os robes e nozinhos como nossas mães nos trouxe ao mundo deliciámo-nos com aqueles saborosos néctares sem nos entretanto nos beijarmos.

    Ambos estávamos com uns paus do caraças e inesperadamente ele perguntou se podia experimentar ser comido.

   Se naquela altura o meu pau estava em riste os meus neurónios começaram a fervilhar e sem dizer qualquer palavra coloquei-o em forma de concha e afastando uma das pernas para cima a fim de criar uma posição mais confortável lá foi a minha cabecita penetrando a pouco e pouco naquele cuzinho virgem ao mesmo tempo que o ia masturbando com a maior das calmas possíveis, natural nestas ocasiões e num mete e tira constante, lá foi entrando pouco a pouco. De repente ele movimentou-se rapidamente de forma a que entrou todo ao mesmo tempo que guinchava de prazer movimentámo-nos rapidamente ao mesmo tempo que o masturbava também freneticamente até ao clímax total. Ambos nos viemos abundantemente.

    Ele queria mais e eu também mas naquele dia já tínhamos dado todos os litros possíveis e acabamos por adormecer como dois anjos pecadores.

Dormindo de conchinha como dois anjos

Anjos pecadores, uma porra! Tínhamos feito tudo conscientemente e estávamos felizes.

 

    Dizem que Santos ao pé da porta não faz milagres ma desta vez aconteceu um com uns olhos castanhos lindos e que nunca mais nos deixamos.

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

Para maiores de 18 anos

a música que estou a ouvir: Celsesta Aida
publicado por nelson camacho às 20:25
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