.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Domingo, 11 de Novembro de 2007

Fantástica experiência

Fantástica experiência

  

À porta do liceu pessoal lindo e bem vestido, elas de vestido comprido, alguns de costureiros famosos, eles de smoking todos muito bem alinhados e compostos saindo de carros reluzentes iam passeando-se pela passadeira vermelha até à entrada principal do salão de festas, pois iria ocorrer a festa de fim de formatura.

Ao longo da passadeira, uns iam parando, outros acotovelando-se, disputando os flash’s dos fotógrafos.

Já no átrio, iam-se passeando alguns colegas que pertenciam a turmas que eu tinha frequentado, uns lindos, outros não tanto. O facto de estarem vestidos com fatos de cerimónia, alguns até pareciam mais bonitos do que na realidade eram, mas entre eles, estava o Artur, rapaz de 19 anos, pele branca, cabelo louro, comprido pelas costas a baixo, os olhos extremamente azuis. Este já eu tinha tido a oportunidade de o ver nas aulas de ginástica e sabia que por debaixo daquela roupa, existia um corpo bem delineado, trabalhado por exaustivos anos de ginásio.

Sempre foi disputado por todas as miúdas e não só do liceu, seu físico era perfeito atractivo para ser sempre citado nas rodas femininas e até por alguns colegas que se diziam heterossexuais, mas eu sabia que uns eram bissexuais como eu e outros gays.

Como nunca quis ficar de fora da colecção de meninas e meninos de bem e mais cobiçados, consegui fazer parte de um grupo onde estava o Artur, desde o inicio me encantei também, como os outros, pela sua beleza máscula e viril embora aos meus olhos, talvez por aqueles cabelos louros compridos e a sua jovialidade me dava a sensação que ali havia algo de feminino, o que mais me atraia e sempre imaginava o que seria de bom na cama, pois da forma detalhada da qual contava suas aventuras sexuais com as garotas, me deixava com muito tesão.

A nossa relação de amizade sempre foi bem amistosa, e apesar de pouco nos conhecermos tínhamos consideração mútua.

Frequentávamos além de das aulas de música e canto, também o ginásio, embora esta disciplina para mim fosse de pura manutenção, para ele era o sustento já a alguns anos do seu corpo atlético. Era no vestiário que sempre acontecia aquelas brincadeiras normais da juventude, de apalparmos os rabos uns dos outros, eu, com mais atenção e tentando o mais vezes possíveis o do Artur. Quando íamos para o duche íamos cada um para o seu, pois infelizmente estes tinham divisórias e só podia entrar um de cada vez, mas quando passava por ele dava sempre uma espreitadela para o volume que formava dentro dos calções. Por vezes notava-se que estava de pau feito o que não acontecia aos outros mas nunca o tinha visto nu, até derivado á chatice dos chuveiros serem para uma só pessoa.

Feitas as apresentações do Artur, as minhas são mais simples, também tenho dezanove anos, moreno, cabelos pretos estatura mediana compleição física bem definida mas nada que se compare com o Artur, pois tenho menos tempo de ginásio.

 

Voltemos ao salão de festas.

Assim que o vi, fui cumprimentá-lo e elogia-los por ter chegado ao fim do ano e da forma como se apresentava vestido. Não pude entretanto de notar seu volume naquelas calças apertadas, notando-se que não usava slips, mas sim boxer’s, e aquela coisa que devia ser enorme percorria parte da perna esquerda conforme se vê aquele enchumaço nas pernas dos toureiros.

 Quando me viu logo transpareceu um sorriso aberto com ar malicioso, me olhou de cima a baixo, como a querer comer-me com aqueles olhos azuis e brilhantes e disse que eu também estava muito bem, continuando a olhar-me com aquela cara marota que não se deslinda se é rapaz ou rapariga.

Artur estava acompanhado por dois colegas que me apresentou, o João e o Carlos, tipos que nunca tinha visto no liceu mas que de imediato tirou as minhas duvidas, dizendo que eram primos, que viviam nos Estados Unidos e estavam em sua casa de férias.

O João teria aí uns vinte anos, cabelo cortado a máquina dois e louro, olhos azuis e corpo, aparentado debaixo daquela farpela, ser bastante atlético. O Carlos, também ai para os vinte e poucos anos, igualmente de cabelo rapado, olhos castanhos e também o corpo devia ser bem formado. Ambos lindos de morrer e extremamente simpáticos. Conversamos durante alguns minutos as futilidades de ocasião e a certa altura disse que tinha de ir cumprimentar outros amigos, (era mentira, o que queria era afastar-me o mais rápido possível, pois estava com uma tesão de não aguentar mais) afastei-me e pelo canto o olho, fui olhando para aquelas três brasas e vejo o trio com uns sorrisos sacanas e fazendo alguns comentários sobre mim, estava sem graça e caminhei para o bar a fim de tomar uma bebida.

Entretanto, na pista de dança que era rodeada de mesas, já alguns casais rodopiava umas músicas que orquestra ia tocando. Aquele evento como era uma celebração de formatura, tiveram o bom gosto de contratar uma orquestra para animar a festa em vez dos disco-jokeys a que estávamos habituados nas discotecas.

De repente, senti uma mão no ombro e voltei-me… era o Artur a convidar-me para a sua mesa, onde estavam o João e o Carlos, como estava sozinho, meus pais estavam na altura no estrangeiro não podendo assim estar presentes na festa de fim da minha formatura, aceitei de imediato.

Mais conversa de ocasião em que eles contaram que estavam a estudar nos EUA e que lá havia muita liberdade sexual, inclusive entre colegas, pois os seus quartos eram triplos, estudavam numa universidade só de rapazes, etc. etc.…

Conforme conversávamos, riamos e nos divertíamos e íamos bebendo uns copos. O Artur já apresentava alguns sintomas de bebedeira e ia-me olhando com cara de desejo, eu retribuía e ele sorria para mim, deixando-me com uma tesão dos diabos. Os outros repararam na nossa troca de olhares e também sorriam um para o outro ao ponto de a certa altura não tirarem os olhos de mim, meu pau estava cada vez mais excitado.

O Artur reparou naqueles olhares maliciosos e disse-me: - Vamos buscar mais umas bebidas? Levantámo-nos e quando nos dirigíamos para o bar o Artur disse que ia à casa de banho e perguntou se não o acompanhava.

 

Nem podia imaginar o que estava prestes a acontecer e fiz-lhe companhia, o banheiro fazia uma curva e do outro lado haviam os privados para onde nos dirigimos e sem ninguém dar por isso, puxou-me para dentro de um deles, fechou a porta e começou a beijar-me agressivamente, eu instantaneamente fiquei de pau duro, dei azo às fantasias que já tinha tido com ele nos balneários do liceu, peguei naquele cacete que já estava estourando de tão duro, apertando aquele pau com tanta força que ele começou a gemer baixinho solicitando que eu chupasse seu pau.

Nunca o tinha visto nu e estava ali a concretizar-se os meus sonhos. Sem demora, baixei-me e pude ver o que me esperava. Um caralhão grande e grosso de cabeça lustrosa e de glande aberta e começando a gotejar algumas gotas de esperma.

 

Mal pude colocá-lo na boca tamanha grossura, ele pressionava com muita força minha cabeça ao encontro daquele caralho e estocava seu pau na minha boca como se fosse um cuzinho apertado, que o deixava a ponto de gozar de tanta excitação, de repente puxou-me para cima me beijou freneticamente e eu delirei, a cara mais lindo da minha escola estava ali prestes a enrabar-me, meti meu caralho entre suas pernas ao mesmo tempo que o seu, em pé, roçava minha barriga. Estávamo-nos quase a virmo-nos quando ele disse ao ouvido, que me queria comer o cu. Não esperei mais, virei-me e ele começou a esfregar seu pau no meu cu, ao mesmo tempo que suas mãos apertava meu pau que começou logo a expulsar o leite que já há muito estava pronto a sair. Sentindo a situação, Artur meteu seu pau com tanta força que não pude deixar de gritar, virou-me um pouco a cabeça e consegui beijar-me, entretanto começou a foder meu cu com mais tesão ainda e logo senti seu pau pulsar e despejar uma quantidade enorme de espermatozóides malucos à procura de algo que nunca encontraria. Com aquele cacete enorme ainda dentro de mim, deu-me um abraço apertado num misto de carinho e satisfação.

Olhamo-nos fixamente, mas não tivemos coragem de comentar o ocorrido.

Voltámos ao bar, pegámos numas bebidas e voltámos à mesa, João e Carlos com o ar mais malicioso do mundo, comentaram a demora, e até com ar brincalhão perguntaram se tínhamos ido fazer as bebidas. Mas não, tínhamos era estado a foder. 

Mais tarde!

Tudo o que tinha acontecido não me saia da minha cabeça, estava louco para repetir a doze, e acredito que ele também porque não parava de me olhar.

       Rimos e galhofámos de outros colegas presentes naquela festa até o início do dia, já o sol despontava e ia começando a entrar pelas janelas quando resolvemos ir cada à sua vida.

       Já na rua e depois de nos termos despedido, o Artur que ainda estava com os copos, (eu era o mais sóbrio em termos de álcool, mas mais atento a tudo que me rodeava, pois não me saía do pensamento aquela foda que levara nos lavabos ao principio da noite) convidou-me para o levar a casa no meu carro já que os outros o tinham deixado apeado.

       Entendi o seu recado, depois de ter olhado para o chumaço que fazia nas suas calças e lembrando-me que se pensarmos e tempo que vamos durar nesta vida, não vivemos a vida, de imediato me prontifiquei a leva-lo a casa.

       Mal entrámos no carro, beijamo-nos e pegamos nas nossas pichas que estavam tesas que nem uns carapaus congelados e lá fomos até a casa do lindo.

       Nunca lá tinha ido, era uma vivenda de dois pisos e mal ultrapassávamos a soleira da porta, entrava-se num grande salão com vários sofás, cadeirões, um bar e vários cantos com sofás mais pequenos, mesinhas de apoio e candeeiros de leitura, havia também várias portas e uma escada que daria para o andar superior. No salão, somente um canto tinha uma luz vermelha acesa direccionada para um pequeno sofá onde se encontravam o João e o Carlos, eles tinham chegado mais cedo e estavam em cuecas beijando-se e acariciando-se, se já vinha com uma tesão danada no carro, ainda fiquei pior. Abracei o Artur e perguntei-lhe:

 - Então e agora? O que fazemos?

– Vamos para o meu quarto que é ao cimo da escada!

    Assim que começámos a caminhar direito à escada em semicírculo toda em madeira e uma alcatifa azul que percorria toda aparte central de escadaria, (aquela gente era mesmo de bem e com muita gita) o João e o Carlos, levantaram-se e apercebi-me do volume que ambos guardavam debaixo das cuecas todas floridas, o Carlos, olhando fixamente para nós disse:

- Não tranquem a porta pois também queremos alinhar nessa brincadeira, nós levamos o café e uns biscoitos!

      De facto aqueles rapazes, além de serem lindos, também sabiam receber e o que queriam.

 

 Mas essa é outra história que contarei mais lá para diante.

 

O Caçador

 

 

 

sinto-me: nas nuveis
a música que estou a ouvir: Taras e manias
publicado por nelson camacho às 02:09
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1 comentário:
De jone da escola a 10 de Dezembro de 2007 às 23:28
Assim vale a pena ler contos eróticos. Goste-se ou não da "fruta" dá uma tusa do catano . Continua a escrever. Conforme o fazes é mesmo erótico, não pornográfico e essa treta de ser para maiores de 18 anos é mesmo treta eles aos quinze já fazem bacanais.
Deves ser cá um ganda professor.
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Assim vale a pena ler contos eróticos. Goste-se ou não da "fruta" dá uma tusa do catano . Continua a escrever. Conforme o fazes é mesmo erótico, não pornográfico e essa treta de ser para maiores de 18 anos é mesmo treta eles aos quinze já fazem bacanais. <BR>Deves ser cá um ganda professor. <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Jone</A>


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