.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Segunda-feira, 12 de Agosto de 2013

Alguém ficou de fora – Alguien se le escapó

alguien se le escapó em Madrid

     Porque andam sempre a dizer só escrevo contos fictícios, desta vez, “ porque não tenho vergonha na cara” como dizia um amigo meu e desvendando um pouco da minha vida privada aqui fica uma história verdadeira passada comigo este semana.

     São quatro da manhã de segunda-feira. Não vou contar o que se passou entre sábado e domingo, mas de terça a sábado.

Avisei toda a gente que iria fazer umas pequenas férias mas que seria também de negócios, aproveitando verificar o conforto e estabilidade do meu novo carro, Um Rover de 120 cavalos que atinge com a maior das facilidades os 200 quilómetros horários.

 
O meu Rover para as grandes viagens

     Nesta minha viagem rápida a Espanha aconteceu tudo menos o que estava previsto.

     Em princípio ia ser só de quatro dias para visitar um amigo espanhol que tinha conhecido no Bar 16 em Lisboa numa das minhas noites de caça ou de pesca como lhe queiram chamar.

     Juan, é um chavalo de 25 anos, lindo de morrer e filho de um empresário famoso. Depois de uma noite de copos e não só, convidou-me a dar um salto a Madrid para me apresentar ao pai pois tinha a possibilidade de me arranjar uns contratos. Mas tinha de ser esta semana pois no Domingo partia para Marrocos com a família, onde tem uma casa de férias.

     Há muito que não fazia um disparate destes, fazer um milhar de quilómetros para um possível contrato, mas encontrando-me já no fim de linha das cantigas e emérito, meti-me à estrada e lá fui eu de abalada, De qualquer das formas tinha de estar cá no sábado pois tinha um compromisso e como sou um tipo de palavra, tinha de ser uma rapidinha.

     Fiz uma directa a Elvas onde parei para tomar um copo e como tinha levado o portátil, dar uma volta no facebook.

     Há hora de jantar lá estava no hotel Atlántico que fica junto ao metro da Plaza e a escassos metros da Chuenca, distrito gay da cidade, portanto com a possibilidade de deixar o carro na garagem do hotel. (O bairro de Chuenca que visito todas as vezes que vou a Espanha é um bairro idêntico ao nosso Bairro Alto mas 100% melhor em tudo até na limpeza) na Chuenca é super comum ver heteros e gays frequentando as mesmas baladas.

     As ruas mais gays do bairro da Chuenca são as Calle Fuencarral e Calle Horteleza.

 

     Já no hotel telefonei ao Juan e logo passado meia hora apareceu com uns amigos. Uma rapariga por sinal muito engraçada e dois borrachos entre os dezanove e vinte e dois anos vestidos descomplexadamente com as camisas abertas por onde se vislumbrava bíceps bem tratados. Eram eles: Rian o Raffael e a Letícia. A galinha de calças e uma blusa apertada e subida mostrando o umbigo e de cabelo negro e curto. À primeira vista e pelo seu comportamento deu-me a impressão de ser “fufa”. Quanto a eles não me pareciam lá muito machos, mas lindos e prontos para a farra. Depois das devidas apresentações fomos jantar. Durante o dito muita conversa da treta misturada com grandes risos, próprios de espanhóis. Ficou também combinado encontrar-me com o pai do Juan no dia seguinte no seu escritório para o fim em vista. O jantar levou mais tempo que é normal acabando por volta das onze horas. Então Letícia alvitrou irmos tomar uns copos a um Tablau (como cá uma casa de fados mas lá onde existem bailarinos dançando musicas ciganas)

 

     Aquele convite para ir a um Tablau, embora cansado da viagem, assistir a um show de flamengo que adoro e não perco sempre que vou a Espanha, então sugeri o Tablau do Torres Bermejas que já conheço e é o mais autêntico em Madrid e se degusta um belo vinho de xerez ou uma taça de Cava  (champanhe espanhol) se não se quiser jantar e não era o caso pois já o tínhamos feito no hotel

Os bailarinos também devem ser escolhidos a dedos pois são de corpos delineados de tal forma que metem inveja a qualquer um.

 

      Assistimos ao show, bebemos um pouco e já com o grão na asa partimos para a zona gay mais in de Madrid.

Também a meu conselho, fomos ao Griffin’s.

 

Uma noite em Boate Gay em Madrid

     No Griffin’s, encontramos uma decoração não das mais modernas mas o lugar é perfeito para aqueles que estão procurando um lugar com um público mais “experiente” para ir à pesca ou ser caçado.

Tem dois andares, com a pista de dança localizada no andar de baixo onde é possível abanarmos a cabeça descomplexadamente, abraçarmo-nos e nos beijarmos. Como não ia para o engate pois estava bem acompanhado, até às cinco da manhã foi só curtir.

 

     Já o relógio batia nas cinco da matina e com os copos quando resolvemos abalar. Como estávamos todos meios bêbados mas como somos pessoas responsáveis e tínhamos ido no carro do Juan e este é bastante rico, chamamos um táxi e o carro dele ficou onde estava. - Quando chegamos ao hotel e depois de tomarmos uns cafés ele telefonou ao chauffeur do pai dando-lhe a indicação onde tinha deixado o carro e para o ir buscar. – Mais tarde vim a saber que o pai sabia da sua orientação sexual e aquela do chauffeur ir-lhe buscar o carro em noites de copos já era habitual.

 

     Depois de tomarmos os cafés no bar do hotel que estava a abrir, subimos para o quarto. Nenhum funcionário se opôs. Cenas daquela já é habitual, ou não fora um hotel recomendado à comunidade gay.

 

     A “galinha” cansada ou porque não estava interessado em homem atirou-se para o sofá. Por nossa parte, fomos os três tomar duche. Foi uma festa. Brincámos com os tamanhos dos nossos pirilaus murchos e gozamos com a pequenez dos tomates do Raffael que indignado diz que em compensação tinha depois de teso um membro enorme. Nós quisemos ver começamos a masturba-lo em uníssono. De facto o gajo tinha um instrumento fino mas enorme tipo preto. O Rian não tinha nada de se deitar fora, de cabeça lustrosa e glande saliente e pronto a ser abocanhado. Foi o que fiz aproveitando a confusão. O Juan que já conhecia de Lisboa e da minha cama e não tendo mais de 16 cm, portanto muito jeitoso e não fazia doer, ele aproveitou novamente as profundezas de mim.

     O Raffael Aproveitou uma abertura para se colocar entre nós e apontou o meu pito no seu cozinho que entrou sem quaisquer reserva. Foi o único que não se veio naquele duche dizendo que como era o mais avantajado ia guarda-lo para comer a Letícia. Ficamos agradecidos pois aquela porra iria fazer doer.

 

Fomos apanhados no chuveiro

     Aquela brincadeira já durava há mais de meia hora quando apareceu a Letícia perguntando se aquilo era só brincadeira de rapazes e ela não tinha direito a nada.

Rian mais atrevido respondeu que tínhamos guardado a sobremesa para ela e um especial do Raffael que era grande demais para nós.

 

     O Raffael que ainda não se tinha vindo e vinha de pau feito caminhamos para o sofá e foi o primeiro a comer a galinha deixando a porta aberta para nós outros. Veio-se furiosamente talvez por ser o mais novo e ainda estar com a garra toda, como os coelhos deitou-se para o lado, caindo na carpete onde acabou por adormecer, ficando de fora do resto do combate.

 

     Eu e o Juan como bissexuais começamos por beijar cada teta da Letícia enquanto esta ia masturbando nossas gaitas que estavam novamente a ganhar vida. Dali para a frente foi um ora beijas tu ora beijo eu. Para enrijar mais nossos paus ela começou fodendo-os na sua boca enquanto éramos nós que nos beijávamos. Estávamos todos loucos. Foi quando comecei a masturbar-lhe o clítoris.

 

        - E se em vez de meteres o dedo metesses a gaita?

 

      Esperar mais tempo para quê coloquei-a entre nós. Eu comi-lhe a rata e o Juan comeu-lhe o cú.

 

     Porra!.. Estava a ser demais. Com uma centena de quilómetros no bucho, uma noite extravagante de gostos e uma madrugada de prazeres deixando um na carpete, dois no sofá, atirei-me para a cama exausto pois já não tenho idade para estas coisas

 

     Afinal de contas só tinha ido numa rapidinha a Espanha para um possível contrato para umas cantigas porque por Portugal só tem trabalhos os pimba e as Lilianes Marizes. Quando acordamos já era hora de almoço. Aprontamo-nos e descemos. Na recepção estava um recado para o Juan dizendo para não se esquecer e levar o amigo (Era eu) ao escritório e a chaves do carro que já estava no parqueamento do hotel.

 

     Depois do almoço cada um dos outros foi à sua vida com a promessa de nos voltarmos a encontrar à noite. Entretanto, fui com o Juan ter com o pai.

 

     Um tipo porreiro! Atendeu-me o melhor possível mostrou-me o estúdio de gravação e ficou combinado voltar lá depois do verão a fim de fazer umas gravações ficando o Juan incumbido das nossas relações comerciais.

Para além das conversas de circunstância e depois de lhe mostrar o trabalho que fiz até hoje, ficou a promessa de trabalho em Espanha.

 

         - Nós aqui não olhamos à idade do artista mas do seu valor e pelas gravações que ouvi e pelo seu currículo artístico vamos fazer uns trabalhos interessantes. Quem vai tratar de você é o meu filho que também é um dos sonoplastas da empresa.

 

     Perante tanta gentileza nem tive coragem de dizer mais nada a não ser o agradecer.

 

        - O meu filho precisava de um amigo assim mais velho para ver se deixa de andar com rapazolas.

 

     Mais uma conversa de circunstância acompanhada de café e demos por finda a reunião.

 

     Como continuava à pendura no carro do Juan, este sem nada dizer encaminhou-se para O Parque Maria Luísa. Espanha depois das quatro horas da tarde ninguém trabalha! Encerram algumas ruas ao trânsito, abrem as esplanadas e aquilo é uma festa. Todos falam alto, cantam e dançam.

     Acabamos sentados numa dessas explanadas que aparentemente era frequentada pela comunidade gay, tal como o nosso largo do Camões mas sem as bichas frequentes do Bairro alto. As raparigas dançavam flamengo e os rapazes faziam-lhes companhia, alguns acompanhando-se à guitarra, mas sem modos afeminados. Só com o nosso olhar clínico descobria os gays e os heteros.

     Eu adoro Espanha e suas gentes, mas nunca tinha tido a oportunidade de estar em Madrid com um amigo que também não dava nas vistas e bem conhecedor do ambiente além de ser lindo e muito bom na cama.

     Não fora o meu compromisso de estar num jantar de amigos do Parque Mayer no sábado e ele ter de ir para Marrocos, pendurava-me nele e ia também.

 

     Naquela noite quisemos ficar sós sem os amigos e fomos como dois namorados antigos para o hotel.

     Juan mandou ir para o quarto uma garrafa de vinho branco e umas tapas.

 

Dois amigos preparando-se para fazerem amor

     Mal entramos agarramo-nos aos beijos e começamos a despir-nos.

     Estávamos neste Love de corpos descobertos e já de pau feito quando sentimos que alguém entrava no quarto.

     Era um empregado dos andares com um carrinho de serviço onde constava a garrafa de vinho branco metida num frafê com gelo e umas tapas.

     Naquele hotel é normal entrarem sem baterem até porque sabem quem o está a ocupar. E eles sabiam que era o Juan, pessoa já conhecida com um estrangeiro.

     O moço que vinha calmamente empurrando o carrinho se tivesse mais de vinte anos, era muito! Típico espanhol, cabelos negros e um pouco compridos, olhos negros e brilhantes que ainda ficaram mais luzidios quando reparou na nossa figura. Deu um escasso sorriso e virando-se para nós, comentou:

 

        - Quê Guapos hermosos!...

 

     Juan descaradamente respondeu:

 

        - Quieres unirte e nosotros?

 

     Logo recebeu a resposta com um sorriso lindo na ponta da língua

 

        - Sólo despuês da la medianoche, tiempo de ir fuera de servicio!

 

     Como há muito que não fazia um empleado de la sala e como era un Chico perfecto y hermoso foi a minha vez de responder ao mesmo tempo que olhava sorrindo para Juan como a sugerir seu consentimento:

 

        - Ya ahora trás algo de comer cuando regresses.

 

     Tristan pois era seu nome, rodopiou em seu próprio corpo e saiu porta fora.

 

     Como dizem os espanhóis, depois de aquele Chico sair porta fora e não sabendo se de facto iria voltar ou não, Como somos unas personas dedicada al amor y lujuria de nuestros cuerpos, continuamos nos beijando assim como a despir-nos e encaminhamo-nos até à cama sem antes termos enchido os copos! As tapas ficavam para depois.

     Juan delicadamente em vez de beber directamente o vinho do copo vazou-o em meu peito bebendo dali o néctar.

     Eu mais atrevido! O néctar do meu copo foi caindo pouco a pouco no pirilau dele que estava hirto e firme e nos intervalos das gotas fui bebendo-o acontecendo uma mistura de esperma que já ia saindo do buraquinho daquela cabecita louca com o néctar das uvas espanholas.

     Juan veio até os meus lábios a aí fizemos a mistura perfeita.

     Num rasgo de acrobacia e depois de estarmos com aquela loucura durante algum tempo acabamos na posição de 69. Aí, degustámos os nossos milhões de espermatozóides que saiam loucos dos nossos pitos.

     Acabamos por adormecer mesmo assim.

 

     Acordámos por volta da uma da manhã ao som do bater da porta.

     Era o Tristan já sem a sua farda com uns curtos calções e uma t-shirt da cava. Como outra indumentária, trazias uns chinelos de dedo.

     Trazia mais um carrinho de apoio com várias iguarias e um balde de gelo onde se via o topo de uma garrafa de champanhe.

 

     Entrando declarou com o ar mais sorridente do mundo e de modos amaneirados declarou:

 

        - Se sirven va o pronto?

             (o queria dizer” São servidos já ou daqui a pouco”) Talvez quisesse primeiro foder e depois comer.

 

     Juan ainda meio estremunhado declarou num perfeito espanhol que primeiro iríamos tomar uma duchada)

 

        - Primero tinemos que tomar una ducha que somos todos lambuzados.

 

     E assim aconteceu. Eu e Juan fomos ao duche enquanto Tristan abria a garrafa de champanhe e enchia os copos que ficaram prontos a serem servidos. Também ele despindo-se colocou-se na cama de rabo para o ar pronto a que nos servíssemos.

     Quando saímos do banheiro e reparamos naquele cenário oferecendo-se como fêmea olhamos um para o outro pois, Cuando la han venido pensamos que era un hombre pêro que era como nosotros, un hombre gay que tambén le gustaba el juego.

     Nem eu nem Juan éramos virgens em comer empregados de hotel mas naquela noite talvez quiséssemos um hombre macho mas después de que el niño era homosexual y en la.

 

Gays em triunvirato

Já que assim era o melhor era aproveitarmos.

 

     Cada um foi para seu lado da cama, Nossos pirilaus vinham murchos do duche mas logo se começaram a arrebitar quando Tristan nos puxou para a cama e ficamos lado a lado. Ficando ele ao meio que descendo por nossos corpos beijando um de cada vez foi parar ao nossos coitados descaído. Enquanto beijava um punhetava o outro. Foi a vês de nos colocarmos de lado nos beijarmos enquanto ele metia nossos coitados pirilaus na sua boca. Primeiro um de cada vês e depois os dois. Aí eles começaram a ganhar coragem e lá arrebitaram. Já estavam hirtos, como dizia o outro “como uma barra de ferro”

     Quando num intervalo daquele mamansso, Tristan olhando bem para eles e com o sorriso mais descarado do mundo atirou:

 

        - Que estos me penetrará hoy guapos!....

 

     Como ele estava já em posição e eu arregalado com aquele cuzinho arredondado fui o primeiro a penetra-lo sem dó nem piedade. Ele ganiu um pouco mas depois passou até porque abocanhando o coitado do Juan daquela boca não podia sair mais nada.

 

     Estávamos todos loucos de tal maneira sem dar por isso estava Juan comendo-me e ele comendo o Tristan.

 

     A noite acabou com umas taças de champanhe e uns lagostins grelhados. E contando anedotas.

 

     Às sete da manhã Tristan saiu pois entrava de serviço às oito e nos ficamos na cama tentando descansar. (Como isso fosse possível)

   

     Na sexta-feira, voltou tudo ao mesmo. Só não voltamos ao escritório do pai de Juan mas quanto ao resto foi mais ou menos tudo em repetição.

 

     Sábado cheguei a Lisboa por volta da uma da tarde fui a casa, tomei um duche mudei de carro e lá foi para o jantar no Parque Mayer que foi um encontro de “Marretas”. Se soubesse que ia ser um convívio da brigada do reumático, tinha aproveitado o convite do pai do Juan e tinha ido com eles para Marrocos. De qualquer das formas o Jantar até nem esteve mau. Deu para recordar velhos tempos fora das mariquices.

A vida como ela deve ser vivida para quem gosta claro-Nelson Camacho D',agoito

  Este quadro acompanha o meu pensamento

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net excepto a do Rover.

 

     Nelson Camacho D’Magoito

                (O Caçador)

            “Histórias vividas”

           de Nelson Camacho

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 07:41
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5 comentários:
De Fernando a 12 de Agosto de 2013 às 10:53
Olá Nelson
Como sou um miudo bem mandado, vim logo que possivel...
E prontos...que posso eu dizer sem correr o risco de me repetir...?...
Só me ocorre dizer que está divinal...que a tua viagem foi de facto alucinante...e...e...bem, és um "ganda maluco"...lol...
Um GRANDE Abraço
Nando


De nelson camacho a 12 de Agosto de 2013 às 21:29
Meu amigo Fernando, Eu não sou “Um ganda maluco” tenho é a necessidade de viver e se postei esta minha aventura de quatro dias é para fazer ver a quem me lê que estou vivo e com muitaaaaaaa. Um abraço NC.


De Um_Anónimo a 8 de Setembro de 2013 às 18:51
Sim senhor, se isto é verdade... Tens muita genica.
Confesso que eu com mulheres nada de nada, não me atraem o mais mínimo, mesmo tendo muita tusa, eu é homens e só homens, com H grande.

Eu prefiro uma boa orgia, com 3, 4 ou 5 homemzões grandes, fortes, barbudos, peludos, activos e com muito pau... Adoro ser bem papado um atrás de outro.


De nelson camacho a 9 de Setembro de 2013 às 01:07
Meu caro. Obrigado pelo teu comentário. O ser verdade por acaso até foi umas mini férias. Quanto a gostos! O que seriam das outras cores, se todos gostassem só do amarelo? Mas olha que os homemzões grandes fortes etc..etc.. nem na província já se encontram.
Lê também os meus contos em “O Canto do Nelson” é mesmo aqui ao lado. Um abraço.NC


De Um_Anónimo a 10 de Setembro de 2013 às 15:01
E é uma pena... Um bom macho com ar de camionista não há melhor, com aquelas mãos fortes a agarrem-me bem enquanto me mete sem piedade, só de pensar fico logo todo arrebitado!


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