.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Terça-feira, 16 de Outubro de 2007

O Caçador - À espera de um milagre

Primeiro encontro

O Caçador - à espera de um milagre

 

A fim de alguns anos de sexo com pessoas interessantes, num jantar entre amigos onde pela primeira vez tive uma conversa cheia de desabafos de ambas as partes e depois de ter assumido as minhas tendências sexuais e ter contado algumas peripécias passadas ao longo destes anos todos, chamaram-me de “ O caçador”.

 Achei piada, já tinha dado por isso mas nunca me tinham chamado de tal, “ O Caçador”. Vim para casa, e ao som do bater das ondas do mar na minha “barraca”de praia, conde normalmente acontecem os meus escritos, aqui estou tentando fazer uma reflexão de todo o tempo passado e tentar justificar o nome de “O Caçador”.

Como estes escritos são para mim um desabafo que quero compartilhar contigo que me lês aqui vai um percurso de vida de “O Caçador”.

 

Ainda não entendi bem porquê. Desde muito novo, aí por volta das quinze anos de idade quando em lutas ocasionais de corpo a corpo entre rapazes, que comecei a sentir uma certa atracção por eles, principalmente quando eram bonitos, (o bonito para mim é um rapaz de corpo e porte perfeito que tenha algo de feminino sem ser afeminado). A certa altura já provocava essas lutas (de brincadeira) para os poder sentir. Foi um método que engendrei para os ter mais próximos, sentir seus corpos aliciantes e iniciarmos-nos numas “brincadeiras sexuais”.

Não me lembro de ter levado uma nega, sempre que me atirava e sempre rodeado de uma certa perspicácia levava a á gua ao moinho, como se diz na gíria corrente:- Acabava sempre com o coiso na mão e a mão na coisa, (ao principio era só assim).

 

Com o andar dos tempos, fui sentindo a obrigação de ter contactos sexuais com muitas mulheres o que era difícil, pois tinha mais facilidades com rapazes da minha idade. Fui descobrindo também que tinha permanentemente um desejo compulsivo denominado de "satíriase”. (Sátiro é uma figura da mitologia grega, meio homem, meio animal, descrita como um ser preguiçoso e sensual). Nessa variante de comportamento sexual, o homem não desenvolve uma relação duradoura sentindo-se sempre compelido a mudar de parceiro ou parceira. O que motiva a sua relação sexual é apenas um acto de conquista. Efectivamente era a conquista que me seduzia.

À tarde, acontecia no trabalho (mas sem nunca dar nas vistas), à noite era outro engate no café e às vezes acontecia outro ainda no caminho para casa (umas vezes para passar a noite outras , só pelo prazer do momento). Porque tinha um comportamento normal, não tendo tiques ou qualquer comportamento que desse nas vistas as minhas opções sexuais (ainda hoje!) sempre tive e tenho possibilidades de grandes engates.

Percorri todas as pensões de Lisboa, criei amizades fortes em algumas dessas casas chegando a ter as chaves dos quartos independentes (o que era bom, pois algumas pessoas nem davam conta que estavam a entrar numa pensão "outros tempos").

Cheguei a ter de sociedade com colegas de trabalho, apartamentos alugados para os nossos “cabritos”. Eram outros tempos em que se podia encontrar um novo amigo e levá-lo para casa sem qualquer problema, “não havia drogas nem prostitutos ou sida” havia sim, sempre um pouco de amor para trocar.

  

Buscando explicações para estes factos, procurei ler muitos livros sobre estas situações e cheguei à conclusão que há psiquiatras e outros especialistas que dizem: - O homem que actua como D.Juan busca alguém perfeito no seu imaginário com quem fazer sexo, depois da conquista sexual acabam por esquece-los: - Ai está o Caçador

 

Talvez porque sempre fui um tipo de amor-perfeito, apaixonavam-se por mim com facilidade. Eu no entanto, com é normal nos bissexuais, sempre tive dificuldade em manter esses relacionamentos por muito tempo.

 

Percorri um tempo interessante de conquistas de homens e mulheres. Estive apaixonado três vezes, uma delas foi com a mulher de quem tenho um filho, mas como um verdadeiro metrossexual, as relações não duraram muito, o máximo foi vinte anos, e já foi muito!

Depois deste escrito, fico á tua espera.

Comenta-me ou contacta-me se achares que sim! - A vida é para ser vivida no tempo que por cá andamos.

 

Se conhecerem alguém que sirva a este perfil, estou pronto a ser apresentado. O resto é com o Caçador que continua à espera de um milagre.

Este escrito é dedicado ao casal Bicho, sem tabús e sem preconceitos.

 

O Caçador

publicado por nelson camacho às 09:00
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Sábado, 13 de Outubro de 2007

Impressão Digital de Nelson Camacho

                       Impressão digital de

                 Nelson Camacho d’Magoito

(D'Magoito para não ser confundido com outros Nelsons que andam por ai) 

     Esta é a minha impressão digital, ou seja, quem sou, o que fui e para onde quero ir.(pode ver-me também em outro Blog)

Talvez seja melhor começar por dizer quem sou:

- Actualmente sou o Batman da vida. Vivo só e à beira mar, (ou quase) num sítio lindo e calmo. Tenho a praia do Magoito quase à porta e do quintal vejo o mar. Olho para ele, oiço as ondas e nos dias de bom tempo faço os meus churrascos para os amigos, quando me dá na gana, pego no computador portátil e é nele que vou debitando a minha raiva e os meus sonhos.

     Certamente sou diferente de algumas pessoas mas também sou igual a outras. Sou assim mesmo e ninguém tem nada com isso! Na verdade, há uns que são, outros que gostariam de ser e outros que sonham em sê-lo.

     Sou feliz! Não digo com quem durmo (quando temos tempo para dormir) ou o que faço sexualmente. Uma situação é certa: Em minha casa ninguém toma o pequeno-almoço. (É que quando isso acontece, depois querem lá ficar e já me habituei a viver sozinho, saber onde tenho as coisas e andar nu pela casa fora, até no quintal, a trabalhar para o bronze) Na casa de banho já existem escovas e pastas de dentes que não são minhas. (e esta! em….).

     Em princípio esta casa seria uma casa de verão, mas num café que frequento, conheci uma pessoa por quem me apaixonei e contrariamente ao que tenho sido ao longo da vida, desta vez senti-me “cota” e o “engate” levou mais tempo. Também acabei por fazer alguns amigos que preencheram um pouco da solidão que já se estava a agarrar e acabei por ficar por cá, praticamente como residência fixa.

 

                                                      O que fui!

     - Bem o que fui, é um pouco complicado. Fiz tudo na vida, trabalhei em várias áreas inclusive, estive ligado ao meio artístico onde conheci pessoas muito lindas por dentro e por fora. Fui radialista, actor e cantor (cheguei a gravar discos e a trabalhar no estrangeiro) Deixei este modo de vida quando me casei (ela era muito ciumenta e não me podia ver abraçado ou em companhia das minhas colegas). Tenho um filhote que já é engenheiro informático, é um belo rapaz mas já tem a sua vida organizada.

     Um dia contarei a minha história para não dizerem que só conto a dos outros.

 

                                         Para onde quero ir?

     Para lado algum! Reviver o passado, talvez. Sonhar com dias melhores, também.

     Conhecer novos amigos, sim. Mas principalmente, passar umas boas noites de amor e carinho. Há uns que dizem que não o fazem, há outros que sonham em fazê-lo, há outros ainda que o fazem às escondidas e há ainda os que por medo, complexo ou negação não o fazem simplesmente.

     “Amar e ser amado é a coisa mais bela que existe. É fazer poesia! (ainda por cima, faz bem ao coração)”

                                              Como dizia Florbela Espanca

 

“ Ser poeta é amar perdidamente

   É ser alma sangue e vida

   E dizê-lo cantando a toda a gente!”

 

     Para impressão digital ou seja para me apresentar, creio que já chega. Ao longo dos textos que vou escrevendo neste blog, você tirará as conclusões que muito bem entender, não se esqueça no entanto que nem tudo o que luz é ouro e nem sempre o que parece é!

     Os textos aqui inclusos são livres. Fico à espera dos vosso comentários, solicitando desde já a cortesia de se os utilizarem para algum efeito, de citarem a fonte.

   O Caçador

sinto-me: Com Deus e com os Santos
publicado por nelson camacho às 13:09
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FINALMENTE AQUI ESTOU....

Finalmente aqui estou!

     Não, não sou um destes, mas gostava de ser!

     Finalmente depois de andar de blog em blog com leituras parvas, anedotas e contos eróticos sem qualquer conceito literários (principalmente os brasileiros) alguns até pornográficos sobre gays, resolvi divulgar algumas histórias eróticas que estão prontas na gaveta para ir para o prelo.

     Sendo esta forma (os blogs) de divulgação do que nos vai na alma assim como outros escritos, resolvi entrar na onda dos bloguistas .

     Não tenho a veleidade de ser escritor, mas faço o melhor que sei " Quem dá o que tem. a mais não é obrigado".

     Neste blog que ainda ando a aprender como se faz (não está a sair nada do que pretendia mas a seu tempo vai melhorando) não vão estar incertos textos pornográficos mas sim eróticos e histórias do dia a dia que se passaram tanto entre gays como entre heterossexuais e bissexuais , na maioria dos casos a forma de praticar sexo é comum entre estas opções sexuais.

     Todos os textos são elaborados de forma literária, e são pura ficção. As fotografias são consideradas de arte fotográfica . Não existirão fotos pornográficas.

     Abordarei também temas sobre a saúde e conselhos para o mundo gay.

     Todo este e outros blogues de minha autoria são de minha inteira responsabilidade .

     Mais soubre quem sou, leia o post seguinte " Impressão Digital"

     Também a maioria das fotos que publicarei são retiradas da net por serem livres. Se entretanto alguém achar qua abusei é só dizerem pois de imediato a retirarei ou alterarei.

     Vão existir outra fotos minhas ou de minha autoria a essas só as têm que gramar.

      Portem-se bem se puderem e não tenham medo de serem diferentes.

      Um ganda Beijo para uns e um ganda abraço para outros. - Vou tentar dar que falar -.

 

Nelson Camacho (O Caçador)

 

 

sinto-me: com sorte
a música que estou a ouvir: Myster Gay do Alex
publicado por nelson camacho às 12:08
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