.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

As Professoras

As Professoras

 

 

Vocês já conhecem o João (o meu colega de quarto) na Universidade onde andei nos meus tempos de estudante. Éramos dois com pinchas que às vezes até brincávamos com os nossos sexos, no entanto, também gostávamos de raparigas.

Um dia fomos assistir a um jogo do nosso Benfica contra o Sporting, e porque ganhámos, depois do jogo com uma trupe de amigos dar uma volta pelos bares da cidade. A determinada altura e porque não gostamos muito de ajuntamento, despedimo-nos do resto da malta e fomos até um Centro Comercial que existe em Benfica, para ver as vistas e tomar um café afim de resolvermos o problema do álcool que tínhamos ingerido até então. Estávamos muito sossegados a tomar a nossa bebida quando de repente reparámos que noutra mesa estava uma das nossas professoras, uma belíssima mulher ai para os seus trinta anos chamada Amália. Ela viu-nos, cumprimentou-nos e eu levantei-me para a ir retorquir o cumprimento, quando reparei numa outra muito parecida, que era sua irmã gémea que se chamava de Helena. Fizemos as saudações habituais e fiquei ali especado olhando aquelas duas mulheres lindas de cabelos longos, seios transbordando pelos decotes de uns vestidos simples mas muito justos àqueles corpos que adivinhavam corpos esbeltos e fervorosos. Amália perante a minha pasmaceira perguntou porque não me sentava e chamava o meu amigo. Assim fiz e o João veio para junto de nós. Não sei se foi por ser fim de tarde ou por ter havido aquele jogo no Benfica que o café onde estávamos, estava a abarrotar de gente fazendo um barulho que mais parecia uma capoeira de galos e galinhas, não se percebendo nada do que diziam pois só se percebia um “carquejar” nos nossos ouvidos, e Amália sugeriu que fossemos para o seu apartamento que era ali perto. A princípio fiquei um pouco embaraçado, pensando que ele estava a brincar (eu sabia que ela era casada), mas depois de olhar para o João, ele piscou-me o olho e nos resolvemos aceitar o convite.

Quando chegámos ao luxuoso apartamento, Amália e Helena deixaram-nos sentados num grande sofá e com uns copos de Whisky, e desapareceram por uma porta ao fundo da sala.

João virou-se para mim e disse:

- Vamos ter gozo com estas gajas!

Rime e disse-lhe:

- Acho que sim! Já tenho saudades de lamber uma vagina. Há muito que te ando a comer o cu.

- E sou só eu que levo, não? Retorqui de imediato o João. Parece-me que elas foram refrescar-se.

 

Estávamos nós nesta troca de piropos quando elas voltaram vestidas de calcinhas vermelhas onde se podia ler “Vamos ao sexo?” na parte de traz. Eu nem podia acreditar! Ao fim e ao cabo, a Amália era minha professora e ainda por cima casada… Helena dirigiu-se à aparelhagem e colocou um CD de Eros Ramazzoti, começando-se a ouvir-se o tema “Cosa della Vida”, e confessou: - Não posso fazer sexo sem ouvir este tema – São coisas da vida. Eu e o João já estávamos a ponto de molhar as calças.

Amália por sua vez, foi ligar o vídeo e pôs um filme pornográfico. Eu e João estávamos sentados no sofá vendo Helena dançando em toplesse cantando ao som da música, enquanto Amália punha mais Whisky nos nossos copos. Entretanto o vídeo ia mostrando excelentes cenas de sexo, embora não fosse lá muito do nosso agrado pois era um filme de lésbicas. Por essa altura já nossos duros e bons paus estavam tentando rebentar nossas calças com tanto tesão que nos estava a dar tais cenas. João levantou-se para ir dançar com a Helena, e Amália veio sentar-se ao meu lado, dizendo que queria despir-me com a boca. Eu comecei por lhe acariciar as faces assim como quem faz festinhas ao gato, começando por lhe puxar levemente a cabeça para junto do meu pénis. Parou a meio de meu peito e começando pela parte de cima, ela pôs-se a desapertar-me os botões da camisa, escondendo as mãos atrás das costas. Quando desapertou o último botão, chupou-me os mamilos durante algum tempo, lambendo-me depois todo o meu peito e a barriga. Eu já estava quase a ejacular nas calças! Mas Amália apercebendo-se, pela minha movimentação corporal, desapertou-me o “zip” com os dentes e o meu pénis logo saltou cá para fora todo prazenteiro com toda a força, solto e liberto daquele aperto nas calças. Ela começou a chupá-lo longamente e eu fiquei em êxtase. Sentindo aquela boca maravilhosa no meu coiso que ia sendo chupado cada vez com mais força e sentindo seus lábios apertando minha glande e a cabeçorra sentindo o fundo da sua garganta foi o suficiente para me vir e encher aquela boca gostosa do meu esperma que transbordou para fora daquele recinto quente e maravilhoso.

Seguidamente a minha professora e a irmã começaram a brincar uma com a outra ao mesmo tempo que viam o filme e se iam masturbando. Era a coisa mais bela de se ver!

Olhando para o João, vi que o seu pénis estava tão duro como o meu, enquanto olhávamos para as duas a masturbarem-se e perguntei-lhe: - E nós? João aproximou-se de mim e nos começámos a beijar ao mesmo tempo que nos íamos também masturbando.

Então as duas mulheres aproximaram-se de nós. Helena sentou-se na minha cara, e Amália pousou a vagina mesmo na ponta do meu pénis. Helena virou-se e pediu ao João para a fornicar também. Que sensação! Por várias vezes, todos atingimos o orgasmo e ficámos todos lambuzados de nosso esperma que parecia nunca mais acabar, estávamos a ficar secos. Por fim, todos num monte adormecemos no chão.

Quando acordámos, as irmãs fizeram o pequeno-almoço e nos sentámos à mesa comendo e falando de banalidades, por fim beijámo-nos todos, eu e o João fomos para a nossa vida. ☺

 

 

 

     O Caçador

sinto-me: Com saudade
a música que estou a ouvir: Sinfonia do amor
publicado por nelson camacho às 04:16
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