.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Quinta-feira, 26 de Abril de 2012

Finalmente perdi a virgindade

Homens no balneario

Perdi a vergonha com o primo da minha mulher

 

     Estou com trinta anos e até esta data, sempre levei uma vida normal como qualquer homem. Formei-me em engenharia eletrotécnica, frequentei ginásios, pratiquei andebol e natação, namorei vária miúdas até que, por pressão da família, – dos rapazes da família eu era o mais velho que ainda não tinha casado - acabei por me casar também aos vinte cinco anos e tivemos uma filha.

    Desde muito novo que a maior parte de amigos com quem saia à noite eram tudo rapazes colegas das atividades desportivas e das escolas. As namoradas, normalmente eram raparigas conhecidas do seio familiar assim como a Isabel com quem casei.  

    Durante todos estes anos as noitadas com os meus amigos eram passadas em bares noturnos onde a frequência era na sua maioria de gays para vermos os shows de travestismo que admirávamos as suas performances. Derivado ao ambiente, discutíamos o que seria a vida sexual daqueles rapazes que no palco eram mulheres e cá fora eram homens como nós independentemente de um ou outro terem um ar a bichanado, mas nunca passava de conversa.

    Pela minha parte – com os meus colegas nunca tinha dado por isso – por várias vezes dei comigo nos balneários olhando mais atentamente para os corpos nus de alguns colegas que mostravam sem despudor algum, seus mastros, uns pendentes outros levantados principalmente quando no chuveiro a água quente caia por seus corpos, alguns, luzidios e musculados outros nem tanto.

    Havia algo em mim que me atormentava e de vez em quando depois de ficar a admirar pelo canto do olho aqueles paus grandes e grossos levantados como que à procura de algo escondia-me a um canto e sem dar nas vistas começava a masturbar-me. O tempo foi passando e passei a ir mais vezes ao ginásio não para praticar ginástica mas para apanhar a hora do banho e me deleitar com aquela mania. Chegou ao ponto de enquanto me masturbava sem saber porquê mas que me dava muito gozo ia com um dos dedos penetrando meu ânus.

    Esta situação já se ia perpetuando no tempo de tal maneira que até depois de casado não deixei de ir ao ginásio. Quando isso acontecia em casa com a Isabel tinha uma melhor relação sexual com ela. Por vezes estava a ter relações e o meu pensamento estava virado para aqueles mangalhos que vira no ginásio e à conta deles fazia aquela cena da masturbação com o dedo dentro de mim.

    Nunca dei conta desta minha mania a qualquer dos meus colegas. Pensei uma vez falar com o meu médico mas tive vergonha e o tempo foi passando.

 

    Numa Sexta-feira a Isabel foi com nossa filha para casa dos pais no Algarve passar o fim-de-semana e eu por questões de trabalho não fui.

    Logo no Sábado combinei com os meus amigos de longa data darmos uma escapadela pelo Bairro Alto e pelos bares de Lisboa. Quando estava de saída tocaram à porta. Era o João, que tinha vindo do Brasil e primo da Isabel e que vinha à sua procura. Logo lhe contei que ela estava no Algarve todo o fim-de-semana e eu ia aproveitar para dar uma escapadinha com os meus colegas até ao Bairro Alto curtir a noite.

    João aproveitou logo para perguntar se também podia ir connosco. Concordei e lá fomos ter com a malta.

    Encontramo-nos todos no café habitual e apresentei-o, dizendo quem era e que tinha vindo há pouco do Brasil. Começámos logo ali a tomar os nossos copos e fomos de bandada para a noite.

    A meio do Bairro um puto que andava a distribuir panfletos entregou um nas mãos do João. – Olha! Por cá fazem propaganda a Shows de travesti. Aqui em Portugal nunca fui a nenhum.

    Olhamos uns para os outros e para nos fazermos lorpas quase em uníssono dissemos

      - Pois! Aqui há vários e ao que dizem o melhor é o do Finalmente um bar Gay.

      - Vocês sabem onde fica?

      - Sabemos! Já lá fomos uma vez. (mentimos ao dizer que só lá tínhamos ido uma vez, pois não tínhamos ainda muita confiança com o João).

      - Então vamos! Sempre quero ver se são melhores que no Brasil. Retorqui o João ao que parecia todo entusiasmado.

    E fomos.

 

Show de travesti do Finalmente Club na Gala Abraço de 2010

    Estávamos a meio do show quando o João, disse que gostava mesmo era de transar com travestis e comer-lhes a bunda. Todos nos rimos e eu desculpei-o dizendo serem manias da sua estada durante algum tempo no Brasil.

    João logo respondeu

     - Não! Não são coisas de imaginação. É a verdade! Não há nada melhor que um cú apertadinho! É por isso que ainda não me casei. Um homem faz sexo com outro homem melhor que com uma garina qualquer. Fazem o melhor broxe do mundo o que elas não o sabem fazer assim como o cuzinho é muito mais apertadinho que uma racha de mulher. Não pensem por vos contar isto que sou Gay. Sou até muito ativo.

     - Ho pá! Disse o Pedro – Escusas de te justificar! A minha avó dizia que “ladrão é tanto o que vai roubar como o que fica à porta a visar se vem o polícia”

     - Pois! Por enquanto isso não aconteceu nem vai acontecer.

    O Mário que é outro que está sempre na brincadeira com as palavras ripostou.

     - Eu por mim não tenho nada a ver com quem leva naquilo que é seu, mas cá para mim o Carlos que anda sempre atesuado e é teu primo ou primo da mulher dele, podem entender-se nessa premissa.

    Todos achamos piada àquelas trocas de opiniões e tomamos mais uns copos. Abanamos a cabeça com aquelas músicas trepidantes e chegadas as quatro da manhã resolvemos acabar a noite e cada um ir para sua casa.

    Saímos do Finalmente e dirigimo-nos para os nossos carros que tinham ficado por ali perto. O João que tinha ido comigo assim também foi de caminho para minha casa, os outros foram conforme vieram sem antes combinarmos encontrarmo-nos nesse Domingo à tarde.

    No caminho para casa aquela conversa havida sobre os gostos do João não me saia da cabeça assim como me veio à mente os meus devaneios passados nas cabines do ginásio. Ganhei coragem e perguntei-lhe se ele saía só com travestis lá no Brasil

     - Mas quando eu expliquei lá no bar que uma bunda de homem é o melhor do mundo, era verdade. Até porque eles também gostam e não dão problemas. Não engravidam, são sensuais e também têm uma gaita como nós para podermos brincar. Alguns até são casados portanto há sempre um certo secretismo que não dá para chatices.

     - E tu serias capaz de comer um amigo?

     - Desde que ele esteja disposto porque não?

     - E nesses casos como ficaria o relacionamento futuro com ele?

     - Sabes que nesses casos a descrição é a melhor atitude a ter. Eu por exemplo vou para a cama com amigos que fazem parte de um determinado grupo e uns não sabem nem por sonhos dos outros. Mas com essas perguntas todas queres dizer-me alguma coisa?

     - Não! É só curiosidade.

     - Sim, pois! Sempre ouvi dizer que “Quem fala no barco quer embarcar”

 

    Entretanto estávamos chegando a casa. Parei o carro e tremendo por todos os sítios perguntei-lhe se queria subir para tomar mais um copo já que a Isabel não estava nem a menina. Ele olhou para mim com um ar interrogador e disse que sim ainda com ar mais malandreco. - Ao que notei!

    Entramos para a sala coloquei uma musiquinha suave e tomei dois copos e uma garrafa de whiskie, sentamo-nos num sofá e de repente perdi o controlo e perguntei-lhe

     - Eras capaz de guardar um segredo?

     - Conta lá. Certamente não será nenhuma história que já não tenha ouvido.

    Confidenciei-lhe as minhas aventuras de punhetação nos balneários e o desejo de experimentar ter relações sexuais com um homem.

    O João olhou para mim, olhos nos olhos, surrio, e perguntou se eu ainda era virgem.

     - Mas é claro que com homens nunca tive qualquer experiência! Aí sou virgem!

     - Mas porque és casado e tens uma filha ou porque nunca calhou?

     - O meu relacionamento sexual com a Isabel é melhor quando venho do ginásio e já tenho batido uma punheta à conta daqueles corpos nus que vou admirando no balneário.

     - Isso só quer dizer que estás pronto para fazermos amor!

    Se até a quele momento não sabia bem o que estava a fazer ainda fiquei pior e dei comigo com as pernas a tremer.

    João vendo a minha atrapalhação, colocou uma mão numa das minhas pernas e atirou.

     - Estamos sós este fim-de-semana e esquece a Isabel. Para já vamos tomar um duche para refrescar os corpos e as ideias.

    Começou a tirar a camisa, depois os sapatos e por fim as calças. Ao mesmo tempo que ficava em cuecas foi dizendo para me despir e deixar-me de vergonhas pois dali para a frente já não havia volta a dar. Eu assim fiz e também me despi ficando também em cuecas.

    João pegou-me numa mão como quem segura numa criança e levou-me casa fora até ao banheiro. Aí pegou em minha cueca baixou-a e tirou também as dele.

    Ficamos nus frente a frente. Eu olhando extasiado para aquele corpo jovem e modulado e um pénis já hirto e pulsante enquanto ele ia olhando para as minhas nalgas, fruto do seu desejo.

   Entramos no chuveiro e a água morna começou a atingir nossos corpos. Ele abraçou-me por trás apertando aquele mangalho já rijo entre minha nádegas, ao mesmo tempo que ia beijando meu pescoço e com uma das mãos ia ensaboado meu peito e a outra desceu até os meus tintis manuseando-os suavemente enquanto meu pito se ia levantando.

    Depois começou por beliscar meus mamilos ao mesmo tempo que mordiscava o meu pescoço.

    Embora ainda assustado e envergonhado, meus braços buscaram sua cabeça que forçava contra meu pescoço, aceitando seus carinhos que estavam me deixando zonzo.

    Ele me virou a pediu para me ajoelhar, ficando minha boca na direcção daquele pintão escarapulado e visouso que comecei a lamber sua cabeça quente. Ele segurou minha cabeça e penetrou-o em minha boca que comecei a suga-lo ao mesmo tempo que punhetava e massajava suavemente seus tintins. Já estava a ganhar experiência tentando meter seu membro o mais possivel em minha boca ao mesmo temto que o ia mordiscando.

    Ele gemia de prazer e eu cada vez mais sugava aquele membro que também se movimentada num vai e vem constante ele forçou mais um pouco e eu senti a sua cabecita tocar em minhas campainhas de tal forma que me ia sufocando.

    De repente ele gemeu apertou minha cabeça contra si e senti por minha garganta abaixo todo o esperma saido de uma ejaculação voraz a que nada mais podia fazer a não ser engolir todo aquele elixir.

    Ao prencipio foi susto mas depois prazer de tal forma que ainda me deu para com a lingua lamber todo o resto daquele suco que até era saboroso.

  

    Sem dizermos palavra terminámos o banho tapámo-nos com toalhas de banha à cintura e fomos para a sala novamente.

 

Gays fazendo amor

    Ainda sem dizer palavra sentámo-nos num sofá refastelamo-nos e perguntei se queria que coloca-se alguma música.

     - Se tiveres a musica de fundo do filme “Laranja Mecânica” podes por, ao mesmo tempo que tiras um café e se tiveres, trazes um tubo de vazelina ou outro lubrficante qualquer.

    Naquela altura não percebi aquela da Laranja Mecânica nem da vaselina mas mais tarde iria perceber. E de que maneira.

    Quando regressei com o café e o lubrificante ainda o João estava sentado no sofá mas completamente destapado, -tinha tirado a toalha que o envolvia- com o instrumento de perdição levantado ao mesmo tempo que acariciava as sua bolas.

    Olhei para aquele instrumento de prazer, larguei as chavenas do café numa mezinha ao mesmo tempo que me ajoeilhei frente a ele e meti em minha boca aquele instrumento até ao fim da minha garganta. João foi-se movimentando e eu gugando, sugando e apertando em meus lábios em sua cabecita luzidia.

    João pegou em mim, levantou-me e colocou-me de bruços no sofá ao mesmo tempo que me ia mordiscando minhas costas. Pegou no lubrificante bezuntou um dedo que por sua vez foi levemente introduzindo em meu cú virgem até àquela altura. Cada enfiada do seu dedo dentro de mim, mais me ia retrocendo de prazer. Depois de uma massagem pelo interior de mim e ao redor do meu ânus, senti seu peito em minhas costas ao mesmo tempo  que me começou a punhetar. Meu membro rijo e duro palpitava de tesão e comecei a movimentar minhas nalgas de forma a sentir o pito dele no meu rego. Estava na hora de ser desflorado como menina virgem.

    João pegou em minha cintura e apontou em meu buraquinho. Lentamente e num vai e vem começou penetrando-me. Comecei sentindo coisas que nunca tinha sentindo até então e só na minha imaginação.

    Ao prencipio da penetração em mim, aquela cabeça doeu um pouco e então ele tirou fora e lubrificou mais um pouco e lentamente e num tira e mete, lá me foi penetrando todo até sentir as suas bolas nas minha nadegas.

    Aquela invasão dentro de mim começou a dar-me um prazer inaudito. Segurei com as duas mão o meu pirilau apertando-o como estivesse envergonhado por estar a ser comido pela primeira vez por um homem. Ele sentiu a minha atrapalhação e me começou a estocar freneticamente aumentando o ritmo das estocadas. A pequena dor que tinha sentido inicialmente começou a passar e comecei a gemer de tesão e a pedir que mete-se mais e com mais força. João não se fez rogado e continuou me comendo com volúpia entrando e saindo de dentro de mim ao mesmo tempo que me abraçava. Meus ânus já fervia de quente com aquela fricção do seu membro entrando a saindo de mim, dando-me um goso infernal.

    Assim continuamos por algum quarto de hora, até que começou a por mordiscar o meu pescoço, retirou minhas mãos do meu cacete e começou me punhetando. Ambos gememos de prazer e de repente, ao mesmo tempo que senti os seus espermatozoides percorrerem meu canal também senti os meus sairem em catadupa, mas estes direitos ao sofá. O membro do João ainda ficou dentro de mim mais um pouco até começar a murchar ao mesmo tempo que o meu ânus um pouco dorido e ardente se ia também fechando.

    Estava-mos exaustos. Ele acabou por tirar fora e sentamo-nos lado a lado olhando-nos nos olhos com nossos pitos flacidos. Eu tinha gozado pela primeira vez dando azo aos meus sonhos de tantos anos. O fazer sexo com um homem afinal era bom.

    João com aquele ar de sacaninha atirou:

     - Afinal acabamos por não tomar o café!

     - Pois! Já deve estar friu. Mas valeu a pena.

     - Gostas-te? Foi aquilo com que sonhaste?

     - Foi mais do que isso! Foi um prazer enorme como nunca pensei que fosse.

     - Quando quiseres podemos experimentar novamente. Até porque vai ser giro também me comeres. O que achas?

     - Mas tu não disseste que eras só ativo?

     - Sim sou ativo quando vou com os travesti, mas quando calha um gajo como tu, também gosto de ser comido.

     - Vou certamente gostar dessa expeiência e assim já não me considero um gay passivo.

     - Tas enganado com esse conceito, sendo tu casado com a miha prima, serás como eu bissexual, além de primos e amantes.

    Rimo-nos, beijamo-nos e nos acariciamos durante algum tempo, até que eu disse:

     - E agora de aqui para afrente, o que vamos fazer?

     - Este será o nosso segredo e passarei a vir cá a casa mais vezes.  Que achas.

     - Desde que não demos bandeira tudo bem, até que da proxima prometeste ser eu a comer-te.

     - O prometido é devido. Se não tivermos oportunidade de ser aqui por causa por causa da Isabel, será em minha casa. O que achas?

     - Vou estar sempre à tua disposição, mas agora é melhor despacharmo-nos pois elas devem vir para o jantar.

   Enquanto ele foi tomar um duche, eu fiquei a arrumar a sala, e depois fui eu.

   Já eram oito horas da noite quando ouvimos a porta a abrir-se.

   Nós estavamos na cozinha a preparar o jantar quando entrou a Isabel e minha filha vindas do fim-de-semana no Algarve todas esfusiantes. Nos beijamos todos e hoje sou feliz com uma familia unida mas com um segredo pelo meio.

   Entretanto tanto lá no fundo da sala ainda se ouvia o tema do filme “Laranja Mecânica”

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

(Fotos de arquivo e sacadas na internet)

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

sinto-me: Grande fim-de-semana
a música que estou a ouvir: Laranja Mecânica
publicado por nelson camacho às 14:35
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Quinta-feira, 19 de Abril de 2012

Férias na Páscoa

 

Quando nos beijamos aprimeira vez

Fui convidado pelos meus futuros sogros a passar a Páscoa com eles e pus os cornos à minha namorada com o meu cunhado.

 

    Estava um tempo do caraças! Há uns dias que não havia nuvens no horizonte. O Sol despontava todos os dias e as férias da Pascoa estavam ali mesmo à porta.

    Em casa dos meus futuros sogros nesta época fazem sempre questão de irem passar estes dias ao Alentejo onde têm uma casa de campo. É gente abastada e a crise económica que o país está a travessar ainda não chegou a casa deles. - O mais teso, sou eu. Um pouco boémio e à procura de trabalho e se puder uma noiva rica. Vivo só com minha avó que me sustenta e me dá uns gitos para as minhas necessidades -.

    Esta família é assim um pouco à antiga e é composta por um casal com dois filhos sendo um deles uma rapariga com quem namoro.

    De vez em quando vou lá jantar e fazemos um serão bastante agradável. O Eduardo filho do casal, toca viola e a irmã Helena, canta umas coisas. A D. Margarida entretém-se na cozinha e o Sr. Paulo acompanha-me nuns copos e numa conversa simpática onde afloramos o estado da nação e sobre futebol. Normalmente a D. Margarida depois dos seus afazeres domésticos junta-se a nós na conversa, o Eduardo também se junta a nós enquanto a Helena vai buscar uns aperitivos, e junta-se a mim namoriscando e passamos uns serões agradáveis. È uma família tradicional daquelas que raramente se encontra, o senhor Paulo é empresário, a D. Margarida é doméstica, - como manda a tradição – o Eduardo e a Helena são estudantes, ele raramente sai à noite e ela só sai comigo depois das horas da universidade.

    Naquela quarta-feira falaram que iriam passar estes dias da Pascoa ao Alentejo. Iam na Sexta-feira à noite e só vinham da terça de tarde.

    A conversa estava interessante quando tocou o telefone. Era uma colega da Helena a confirmar a ida a Madrid neste fim-de-semana com a turma da escola e que já tinha os bilhetes para ela.

      - Quem era? - Perguntou a mãe.

      - Era a Isabel a confirmar o passeio da turma a Madrid este fim-de-semana. Eu já lhe tinha dito que talvez fosse com as minhas colegas e a mãe disse que sim.

      - E por acaso já tinhas contado ao João? Sempre é teu namorado! – Perguntou o pai por sua vez.

      - Não Pai! Ainda não havia a certeza e até julgava que tinha ficado tudo sem efeito.

      - Sabe Sr. Paulo, há coisas que ela só me conta à última da hora! - Disse eu.

      - Mas já tínhamos falado sobre o assunto e tu disseste que não te importavas desde que fossem só raparigas. Ciumento!

      - Sim de facto falaste no assunto mas assim à última hora. O que é que eu faço nestes dias? Certamente não vou passar a páscoa só com a minha avó!

      - Não senhor! - Levantando-se disse o Eduardo - O João vai connosco é uma oportunidade de conhecer a nossa quinta e eu mostrar-lhe as cantigas que ando a escrever e vocês não ligam nenhuma. Tá bem ou não está?

      - Concordo em absoluto. E já agora para apreciar o meu vinho branco que é uma delícia. Retorqui-o o Sr. Paulo.

      - Tudo bem! - Disse a matriarca da família. Vem connosco sim senhor, e sempre se vão habituando a não andarem sempre juntos como os pombinhos.

      - Cá por mim, tudo bem! – Disse a Helena.

 

    Apanhado no meio de toda aquela conversa e proposta de um fim-de-semana diferente só tive de aceitar.

    Combinámos o que teria de levar em termos de roupa e a que hora estaria em casa deles para a viagem.

    O Eduardo que normalmente até á de poucas falas, foi perentório.

      - Não senhor, nós passamos por tua casa para te buscar.

    Depois de tudo isto, acabámos o serão com mais uma conversa da treta.

    Fui até ao quarto da Helena namoriscar mais um pouco. Os beijinhos da praxe e os desejos recíprocos de um bom fim-de-semana.

 

A casa do Alentejo

 

    Chegámos já eram para ai umas vinte e uma horas e de imediato as tarefas foram distribuídas pala D. Margarida. O  Paulo iria mostrar-me a casa e o meu quarto e o Eduardo iria despejar o carro colocando as compras na cozinha e as malas de cada um nos respetivos quartos, enquanto ela iria fazer o jantar.

D. Margarida pessoa experiente nestas coisas já trazia o jantar meio amanhado pelo que não demorou muito a ir para a mesa que o Eduardo já começava a montar.

    O Sr. Paulo levou-me a ver toda a casa e a adega de onde tirou o vinho para a refeição ao mesmo tempo que dizia:

     - Sei que o João gosta de um bom vinho branco portanto leva este que está fresquinho já dentro de um frapê para levar para o seu quarto. Os homens cá em casa, temos a mania de ter no quarto sempre um bom vinho branco fresquinho. São manias que você um dia vai descobrir.

    Não compreendi bem aquela mania mas aceitei.

    Quando entramos na cozinha já estava tudo pronto e cheirava que era uma delícia. Sentamo-nos e começamos o repasto.

     - Hoje já não dá para lhe mostrar a quinta mas amanhã também é dia.

     - O meu marido mostrou-lhe a casa e o seu quarto?

     - Sim mostrou. É quase um apartamento com casa de banho particular e tudo.

     - É o nosso quarto de visitas. Está sempre pronto com roupa de cama e toalhas de banho lavadas. Até porque antes de virmos telefonamos sempre para o caseiro para preparar tudo. Só tem um senão. A casa de banho é privada mas a zona de duche dá para dois quartos, o das visitas e o do Eduardo, portanto quando alguém está dentro, tem de fechar a outra porta.

     - Então estás a gostar? – Perguntou o Eduardo –

     - Mas quem não pode gostar de todo este requinte? E a forma como estou a ser tratado? Só é pena que a Helena não tenha vindo.

     - Pois! Vais ver que não te vai fazer grande falta. Nós cá no arranjamos sem ela.

    Chegado o fim da refeição fomos até ao salão, tomamos café e um conhaque e jogamos um pouco de bilhar enquanto D. Margarida prantou-se frente à televisão.

    Já a noite tinha passado para o outro dia quando o Paulo pediu desculpa e disse que estava cansado e iria para a cama. Aproximou-se da mulher deu-lhe um beijo na testa e disse que ia deitar-se.

     - Eu também vou! – Colocou um braço à cintura do marido, olhou para nós e disse. : Até amanhã, meus queridos. – Estava a referir-se a mim e ao Eduardo -.

    Ficamos ainda um pouco contando os nossos gostos e o que fazíamos nas horas livres até que às tantas resolvemos irmo-nos deitar.

O Sol no Alentejo

    Há muito tempo que não acordava ao som do Canto do Galo. Ainda estive uns minutos para espertar. Levantei-me e fui até à janela e fiquei maravilhado com a paisagem tendo ao fundo o começar do raiar do Sol. Espreguicei-me e fui até ao banheiro, desfiz a barba, peguei na toalha de banho e dirigi-me à zona do chuveiro. Esqueci-me da recomendação que aquela zona tinha duas portas e não fechei a que condizia com o outro quarto.

 

    Mal entrei deparou-se-me a linda figura do Eduardo de costas com os seus cabelos louros e compridos colados às costas e aquelas nádegas lindas salpicadas de gotas de água que lhe dava uma beleza estonteante.

    Como hipnotizado pela beleza do Eduardo – nunca o tinha visto assi – Deixei cair a toalha que trazia presa à cintura e fiquei completamente nu e entrei na box.

    Eduardo notando a minha entrada, rapidamente se virou e ficamos frente a frente
    O meu pito já estava a começar a levantar-se e os músculos dos peitorais já se contraiam.

    Eduardo não resistiu e seu membro até então flácido, começou a erguer-se olhou-me profundamente em meus olhos e pressionou-me de tal forma que me encostou à parede começando a beijar-me. Correspondi sofregamente e ele começou a descer, beijando-me o tórax, a barriga e por fim acabou com a boca no meu pénis qual Andrómeda.

    Eu gemia de prazer enquanto aquele louro gostoso chupava meu membro com todo o carinho mordiscando-o ao mesmo tento que fazia o movimento do vai e vem.

    Quando senti que aquele gozo iria expulsar a bicharada, peguei-lhe na cabeça levantei-a e beijei aquela boca gostosa que vinha com aquele doce gostoso do meu pito.

    Com aquela água morna caindo por nosso corpos, fomos esfregando nossos corpos e nossos membros uma imensa tesão deliciosa.

    A certa altura virei-o e mordicando-lhe o pescoço e colocando minhas mãos no seus ombros fui fazendo pressão para se curvar, - ele não disse nada – e comecei lentamente a penetra-lo até que foi até ao fim. Eduardo estava a adorar, prova que também suas nádegas se iam apertando e o ânus latejando ao mesmo tempo que o meu dito de ia movimentando.

    Com todo aquele movimento lá ia beijando carinhosamente o pescoço do Eduardo.

    Eduardo não resistiu e caiu de quatro no chão, enquanto eu me mantinha firme com ele todo lá dentro e deitado em suas costas. Ambos gozávamos deliciosamente até que não aguentando mais os meus bichinhos lá foram seguindo o seu caminho sentindo o Eduardo todo aquele néctar dentro de si e o que sobrou, escorrer poe entre suas coxas.

    Eduardo não quis que tudo ficasse por ali e pediu carinhosamente para me foder.

Disse: . Porque não? E coloquei-me na posição de andrómeda. Sentei-me na sua piroca metendo-a lentamente enquanto me punhetava. Movimentamos num gozo infernal. Ele veio-se abundantemente. Deixou ficar ainda um pouco em meu ânus até que começou a murchar.

    Deitámos nossos corpos frente a frente esfregando nosso pitos, sentindo-os em nossas barrigas, selando assim o nosso amor proibido.

 

Namorados no banheiro depois de uma noite escaldante

    Passado uns minutos caímos sentados sob o chuveiro, exaustos e realizados naquela aventura.

    O que aconteceu no resto daquele fim-de-semana no respeitante à quinta não interessa nada o que tem interesse é que todas as noites que lá estivemos, transamos. Na volta para Lisboa o Eduardo e eu tornamo-nos amantes. 

    Continuei a namorar a irmã e a transar sexualmente com o irmão. Como somos pessoas crescidas e responsáveis ninguém descobre o nosso amor.   

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Fiz férias à maneira
a música que estou a ouvir: Balada para o Alentejo (Jorge Fontes)
publicado por nelson camacho às 02:53
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Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

Nesta Primavera de 2012 na Praia do Magoito

Gays no wc num engate de ocasião

O Sol já lá não estava

No fim do dia fiquei a ouvir António Variações na canção do engate

 

    Os dias desta Primavera têm estado como se fora verão, o Sol escalda e até dá para umas idas à praia.

    Estava no meu canto de escrita e tinha bebido meia dúzia de cafés e os neurónios não estavam a dar nada. É como quem diz “as palavras não saiam”. Larguei o teclado e fui até ao quintal. Mal transportei a porta recebi um banho daquele sol fora do tempo e senti-me confortável. Estava em calções e de camisola de cava, deitei-me na espreguiçadeira e o bendito sol começou a infiltrar-se nas minhas pernas e em meus ombros. Fiquei ali uma meia hora até que de repente deu-me o amoque e tal como estava, como um autómato levantei-me, passei pela sala desci as escadas peguei na chave do carro, entrei coloquei um boné, que está sempre no banco pus os óculos escuros e naquele estrelaio, e dirigi-me até à praia cá do sitio.

    Assim que cheguei tirei os sapatos, peguei numa toalha e lá fui atá à beira-mar. Havia meia dúzia de surfistas cortando algumas ondas. A água comparando com o tempo, estava um caldo. Fiquei arrependido de não ter levado a minha prancha e como tal resolvi só milhar os pés. Dei uma corridinha mas não encontrei ninguém conhecido e como esta coisa de andar na praia sozinho não dá nada resolvi sentar-me um pouco.

    Entretanto, do mar lá saiu um puto ai para os dezanove anos com a prancha debaixo do braço e dirigiu-se para a roupa e um saco que, nem tinha reparado estava ao meu lado. Tentei meter conversa.

     - Então como estavam as ondas?

     - Não estavam más! Um pouco sem spid, mas deu para reinar um pouco.

     - E a água não estava fria?

     - Nesta altura do ano e com este verão primaveril não estava mal.

     - Você também faz surf ou é só mirone?

     - Já tenho uma prancha mas só a utilizo no verão a sério pois ainda não comprei o fato, até porque gosto de sentir no corpo o sal do mar.

     - Pois, eu também comecei assim, mas sem fato próprio é difícil.

     - Pois! é verdade mas como não tenho companheiro para estas andanças, sozinho não dá lá muito jeito. Também moro por aqui há pouco tempo e ainda não deu para arranjar amigos.

     - E também moro aqui há pouco tempo. Morava no Porto onde á tudo diferente. Parece que fora de água começa a arrefecer e o melhor é ir-me embora. Gostei de o conhecer e pode ser que nos encontremos por aqui um dia destes.

     - Okey! Eu também vou até á esplanada tomar um copo e depois vou-me embora.

 

     Demos um aperto de mão um pouco apertado da parte dele de forma que deu olharmo-nos olhos nos olhos com mais atenção.

    Ele lá foi de saco às costas e de prancha debaixo do braço. Fiquei ali ainda sentado olhando para aquela figura, que se ia esvaindo no meio da penumbra que estava caindo, pois o Sol já caia no horizonte.

    Ainda fiquei por ali mais um pouco recordando sua conversa, seu aperto de mão apertado, seus olhos e seu corpo.

    O Sol de facto já estava caindo no horizonte e seu brilho natural já não chegava até mim, pois uma nuvem maldosa, escura e carregada de água ia cortando aqueles últimos raios brilhantes e aquecedores do dia.

 

    Coloquei a toalha às costas e dirigi-me ao carro e pensei, vou mas é tomar um cafezinho quente e comer um pastel de nata.

    Como o carro estava estacionado no outro lado da esplanada, tive de dar a volta até ela.

    Por acaso só tinha um lugar na ponta do estacionamento e ali o deixei.

    Dirigi-me ao café, entrei e logo veio o empregado João que me cumprimentou como era habitual e sempre com uma certa pressão.

     - Então um cafezinho?

     - Sim com um pastel de nata.

     - Vem mesmo a calhar pois chegaram agora e ainda estão quentinhos.

     - É isso mesmo que eu quero. Quentinho para o poder lamber até ao fim.

     - Você é danado!

    O João encostou-se mais ao balcão e quase ao meu ouvido disse baixinho

     - Qualquer dia temos de conversar sobre isso.

    Certamente que não era sobre o pastel de nata a que ele se referiu, mas não lhe dei troco mas pensei cá para mim, - este qualquer dia tem de ir ao castigo.

    Peguei no café e no pastel e fui atá à esplanada também para poder fumar um cigarrito.

    O tempo estava a ficar um pouco enevoado e frescote e resolvi ir-me embora, sem antes ir verter água à casa de banho.

    Quando entrei, que lá estava? O meu recente amigo surfista.

    Dirigi-me ao mictório ao lado de onde ele estava, olhamos um para o outro e para as nossas pilas. A dele estava no auge crendo parecer que se estava a punhetar.

    A minha, coitadinha estava murcha como em cenoura velha e começou a mictar.

    O surfista maroto, ainda não sabia o seu nome, atirou:

     -Vinha mesmo aflito!

    Olhei para aquele sardo lindo escarapulado e grande e retorqui.

     - E tu! Não acabas com o que estavas a fazer? Posso acabar o resto?

    Ele virou-se para mim.

     - Está à tua disposição. Já agora para ver se o teu também cresce.

    De imediato comecei a punheta-lo ao mesmo tempo que o meu começou a levantar-se.

    Agarrei na mão dele e dirigia ao meu sardo que já pulsava por todos os lados.

    Estava-mos assim durante algum tempo quando ele me beijou, largou meus lábios e perguntou:

     - Posso tratar o teu como uma chupeta?

    Senão desmeai naquele momento, foi por pouco. Não só pela atitude como do local onde nos encontrávamos. Mas ele não deu tempo a raciocinar melhor. Baixou-se a começou a mamar o meu pito sofregamente.

    Naquela posição caricata, continuei a punhetalo até que ambos nos viemos. A boca dele transbordava do meu leite e derivado à posição o pito lele esguichou para a cara e cabelo dele.

    Tremia-mos como varas verdes não só pelo prazer como pela situação. E se alguém entrasse de repente?

    Olhamos um para o outro e começámos a rir como dois tontinhos.

    Como se nada tivesse acontecido saímos daquele local de perdição continuando a rir como alguma anedota mais picante tivéssemos contado.

    Sem dizermos mais palavras, eu dirigi-me ao carro e ele pegando na prancha e no saco que estavam lá fora, começou a caminhar pelo parque de estacionamento dirigindo-se á estrada.

    Eu já estava dentro do carro quando verifiquei que ele não tinha transporte e iria para a vila a pé. Adiantei-me, abri a janela do pendura, encostei-me a ele e perguntei:

     - Não queres boleia?

     - Sim já agora! Está fresco para ir a pé e as minhas pernas ainda estão a tremer daquela aventura.

    Parei o caro meti a prancha no porta bagagens. Ele entrou, colocou o sinto e olhou para mim com ar de sacaninha.

     - Moras por aqui? Nunca te tinha visto!

     - Sim! Moro perto do centro numa casa amarela mas nunca ando por ai. Se não estou em casa, estou na praia ou em Lisboa. Não me dou com ninguém cá do sitio. A minha avó dizia que “Santos ao pé da porta não fazem milagres”.

     - Eu conheço esse ditado e também a tua casa. Pode-se entrar e sair sem ninguém dar por isso!

     - É verdade, foi por essa razão que a escolhi. E tu! Onde moras?

     - Por incrível que pareça muito perto de ti. Mas também não me dou com muita malta cá do sítio, Até porque gosto de conviver com pessoas mais velhas que eu. Têm mais sentido da responsabilidade e têm sempre algo para me ensinar. O que aconteceu hoje contigo foi uma tremenda loucura, mas gostei.

     - Eu também gostei bastante e gostava de te conhecer melhor. Por exemplo está todo melado e podias ir a minha casa tomar um duche.

     - Não me convides duas vezes que eu aproveito.

     - É verdade, mo te chamas? A mim chamam-me de “Caçador”

     - Eu chamo-me de Pedro e tenho vinte anos e tu? Porque te chamam de Caçador?

     - O Caçador foi uma amiga que me pôs a alcunha quando soube que andava sempre à procura de putos como tu e tinha sempre sorte. Vivo sozinho e tenho quarenta anos.

     - Quanto à alcunha ela é capaz de ter razão. És interessante, bem-falante e creio que bom sexualmente, quanto à idade não parece que a tens.

    Entretanto já tínhamos chegado e o automatismo aberto a porta da garagem e entramos.

    - Isto assim é porreiro ninguém dá por quem entra ou sai em tua casa.

    Subimos as escadas e entramos em casa propriamente dito.

    - Queres tomar alguma casa?

    - Já agora o que eu tomava era um duche.

    - Tá bem! Mas se não te importas eu vou primeiro.

    - Certo! Sendo assim, tomo alguma coisa. O que tens para aí?

    Levei o Pedro até ao bar, mostrei-lhe o que tinha. Disse-lhe para ficar à vontade inclusive onde se encontravam os CDs. Colocando-o à vontade fui para o duche.

    Pouco me demorei, pois sabia que iria ter grandes prazeres de sexo.

    Quando voltei vinha de robe cor de virgem, branco e todo perfumado com “Pachuli”.

     - Lindo robe! Nuca tinha visto um robe branco para homens e que perfume tão inebriante é este?

     - Quanto ao perfume é “Pachuli” um perfume indiano que infelizmente já não existe em Portugal e tenho de o mandar vir de Espanha, quanto ao robe foi dado por uma amiga minha que diz ser a cor da virgindade, mas tenho ali outro vermelho para ti que te vai ficar bem.

     - Mas afinal tens amigas que te dão coisas. Também fodes com elas?

     - Opa! Isso é o mais natural do mundo. Se ainda não começaste, quando isso acontecer vais ver que também é bom.

     - É por essas e por outras que gosto de gajos mais velhos, para aprender. Bem vou mas é tomar o duche que estou todo peganhento.

    Vai… Vai…. Tens lá toalhas lavadas e um robe para vestires. Eu vou para o quarto para aquecer o ambiente.

    Rindo-se com um olhar brilhante lá foi.

    João quando voltou vinha com o meu robe vermelho de seda vestido que ao andar este se abria por onde se via aquelas pernas musculadas tendo por fim aquele mastro flácido e dependurado pois não trazia cuecas.

    Eu já estava deitado um pouco desnudado.

    João afastou mais o seu e o meu robe e deitou-se sobre mim. Nossos corpos se movimentaram e começamos por nos beijar.

Gays numa boa keka

   O ambiente estava quente e derivado à luz negra que emanava sobre nosso corpos e ao som daquela música suave que tinha posto a tocar antecipadamente nossos corpos e nossos beijos foram ganhando prazeres impossíveis de contar.

Retiramos os robes e lentamente fui curtindo aquele corpo jovem e musculado descendo meus lábios passando pelos mamilos rijos e mordiscando-os até à zona púbica.

Atrevi-me a meter na boca aquele pau que ainda não tinha provado mas que estava agostar. João segurando-me na cabeça sacudindo-a num vai e vem lento, pediu:

     - Não te venhas ainda.

   Fiz-lhe a vontade e ele desceu até ao meu começando a chupar energicamente.

   Quando senti que o gozo estava iminente segurei-lhe na cabeça e retirei-a.

   Abraçámo-nos, beijamo-nos e minha língua foi dando carinhos em seus ouvidos ao mesmo tempo que ele me dava carinhos em minha face como se fosse um gato.

   Abri-lhe as pernas e meu pilão foi á procura daquele ânus que julgava eu estar palpitante. Só consegui meter um pouco da cabecita e ele gemeu um pouco.

     - Estou a aleijar-te?

     - Tens de ter paciência! É que nunca fiz isso!

     - Queres ser tu a meter-me?

     - Se quiseres, gostava.

   Sendo o sardo dele não um sardinho nem em sardão, virei-me coloquei-me de lado – uma das melhores maneiras para ambas as partes – e lá fui encaminhando aquele pau pelo meu ânus dentro em poucas bombadas. As mãos dele percorreram meu corpo até ao meu pito começando punhetando-me ao mesmo tempo que ambos nos movimentávamos para que o sardito dele fosse penetrando todooooooo. Ficámos assim naquele vai e vem durante algum tempo até que ambos estremecemos de prazer pois estávamo-nos a vir abundantemente.

   Deixei-o ficar ainda dentro de mim algum tempo, até que senti murchar e já sem forças para mais lá o retirei.

     - Gostas-te? Perguntei eu.

     - Adorei! Foi a minha primeira vez. Nunca estive com um homem desta maneira ou com mulher. A única coisa que tenho feito e só às vezes com dois amigos meus, é mamar-nos mutuamente.

   Virei-me e ficamos frente a frente abraçados. Onde ficámos mais de meia hora fazendo umas carícias.

     - Ficaste chateado por não me comeres? É que nunca o fiz e tive medo de me fazeres doer. Mas quero experimentar. O que achas?

     - A penetração pela primeira vez tem que ser com um certo cuidado e é preciso estares predisposto a isso.

     -Eu sei que tu sabes cuidar de mim e quero experimentar. 

     - A brincar a brincar já nos viemos duas vezes. Sei que és capaz de o fazer novamente mas é melhor esperarmos para outra ocasião até para teres a certeza que é isso que queres.

     - Mas eu quero cotinha.

     - Vai chamar cotinha ao caralho.

     - Tava a brincar contigo. Nunca me senti tão bem com alguém como contigo. Posso ser teu amante? Moramos ao pé um do outro embora tu digas que santos ao pé da porta não fazem milagres, parece que foi um milagre conhecer-te. Fora aqui do sítio até podes passar por meu tio. O que achas?

     - Vou pensar! Aqui no sítio não podemos dar bandeira, nem por mim que sou respeitado nem por ti que tens família e amigos.

     - Posso ou não posso ser teu amante?

   Ao mesmo tempo que íamos conversando íamos dando carícias. Já há muito que não me sentia tão bem e resolvi aceitar a proposta, até porque queria comer aquele cuzinho e já estava cansado para mais uma volta dentro das próximas horas.

     - Tá bem aceito, mas temos de ter cuidado. Ficas com os meus números de telefone e quando quiseres cá vir telefona antes, pois posso estar ocupado.

     - Ficas também com o meu número mas é melhor falarmos pela internet pois pode os meus pais atenderem o telefone ou o meu irmão e não quero dar satisfações, Tá?

   Assim ficou combinado. O João antes de se ir embora tomou mais um duche. Demos uns beijos de despedida e apalmamos nossas gaitas para despedida.

   Como era sexta-feira, ficou combinado para segunda a nossa segunda relação.

   Fui para a sala, liguei o rádio e coloquei um CD do António Variações.

 

   Naquele dia tinha encontrado um novo amigo como já há muito não tinha acontecido.

   Naquela primavera com tempo de verão verifiquei não só que vale a pena sair de casa como ainda não estou tão cota como alguém disse um dia no facebook que tinha idade para ser pai dele.

   Vou acabar por agora e não julguem que me esqueci do João (empregado do café da praia).

   Fica para outra oportunidade.

 

   Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

         Nelson Camacho D’Magoito

               (O Caçador)

 

sinto-me:
a música que estou a ouvir: Canção de engate /de António Variações)
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Domingo, 15 de Abril de 2012

Uma rapidinha ... a meio da Noite

KissGay com copula

Meu amigo João

 

    São 5 da manhã e acabei de publicar “Encontros na Internet” clique AQUI no outro meu blogue “O Canto do Nelson” e preparava-me para me deitar quando tocaram à porta. Não me assustei por ser àquela hora pois já estava habituado a que um ou outro amigo cá do sítio vindo de uma borga qualquer e vendo luz na janela logo verificava que estava ainda a pé. Vindo  com um pouco alegre e sem vontade de se ir deitar mas com vontade de um cafezito de máquina e uma conversita de vez em quando há sempre um ou outro que me bate à porta durante a noite.

    Era o João, moçoilo de dezanove anos que já não era a primeira vez que fazia esta brincadeira. Minha luz acesa da janela (não a vermelha do quintal) pois quando esta está acesa que dizer que estou ocupado e ninguém toca.- Já todos conhecem o truque – Não é que minha casa seja uma casa de tia com a puta à espera que apareça um cliente, mas é uma forma de estar na vida e quando não quero que me incomodem porque não estou para aí virado ou porque tenho efetivamente um amigo cá em casa e não convém que se encontrem dois ao mesmo tempo, pois nada sabem uns dos outros. – Somente que somos conhecidos e nada mais, o meu lema sempre foi “amigos amigos negócios de cama à parte e na cama não há programa. – a luz vermelha do quintal está acesa e vê-se perfeitamente da rua.

 

Mas vamos ao que interessa:

 

    O João vinha com o intuito de beber um café e desabafar um pouco pois tinha estado numa festa de amigos e tinha-se zangado com a namorada.

    Dirigimo-nos para bar, liguei a máquina de café. Enquanto esta aquecia e servindo os whiskies para aquecer a palavra.

    Ao mesmo tempo que atrás de mim me ia contando os acontecimentos com a namorada ia-se encostando. Enquanto eu manuseava a garrafa e os copos também me encostei mais a ele e comecei a sentir aquele pau rijo roçando minhas nalgas. Fiz pressão para verificar se era verdade e era!

    Com uma das mãos fui a traz direito à braguilha e correndo o fecho o pimpão saltou cá para fora. Eu estava de calções e não foi difícil ele começar a baixa-los e aquele cacete começar a roçar em minha nalgas. Como não sou muito de penetrações virei-me e lá estava aquela coisa linda latejando com vontade de ser abocanhada. Abri-lhe a camisa e comecei por beijar-lhe os mamilos ao mesmo tempo que fui descendo até meter em minha boca aquele mangalho gostoso fazendo movimentos de vai e vem com mordicadela suaves. Aquele pau estava tão excitado que até sentia as veias latejantes. João gemia de tesão e eu ia passando a língua sobre a cabeça escarapulada e rosada ao mesmo tempo que ia tentando meter a ponta da língua naquele buraquinho que não tardava nada iria expulsar todo o seu prazer. João que se estava quase a vir pegou minha cabeça retirou-a do seu pau e pediu-me para roçar um pouco em meu cuzinho. Não era local nem posição para fazer uma penetração mas deixei-o roçar em minhas nalgas. O prazer era tão grande que o deixei penetrar um pouco na entrada ao mesmo tempo que ele com uma mão na minha cintura a outra me punhetava seus lábios mordiscavam meu pescoço e ouvido. O prazer estava no auge, ambos gemia-mos de gozo desejando que aquilo nunca acabasse. Devagarinho fomo-nos virando e frente a frente olhos nos olhos, gaitas com gaitas nos fomos beijando sofregamente como adolescentes no se primeiro beijo. Instintivamente segura-mos nossas gaitas, punhetámos e nossos leites saíram apressados besuntando nossos corpos. Os toalhetes estavam ali mesmo à mão e limpamo-nos mutuamente com muito carinho.

    Vestimo-nos, tomamos os nossos cafés e whiskies. Ainda fizemos um pouco de conversa da treta e ele foi-se embora com a promessa de acabar o resto.

    Naquela noite não ouve penetração, mas muita sacanagem e com a promessa de haver mais.

 

 Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Noite gostosa
a música que estou a ouvir: under Atattack (dos ABBA)
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Sábado, 14 de Abril de 2012

Encontro virtual

Um jovem gay na internet

Tínhamo-nos encontrado na Internet

 

   A minha alcunha de “O Caçador” das noites de lisboa foi posta por uma amiga em tempos que Deus aja, por ter sabido que era um indivíduo que passava as noites e por vezes os dias procurando rapazes na facha etária entre os 19 e vinte cinco anos para uma relação sexual.

   De facto a partir dos meus quinze anos que sempre me interessou conviver com rapazes da minha facha etária e assim há medida que fui crescendo também essa facha etária foi crescendo só que as minhas atrações pararam nos vinte cinco. Tive vários amantes, alguns duraram anos até como se diz agora, numa união de facto.

   Sempre tive profissões liberais e por essa razão bastante conhecido. Nos primeiros contactos, às vezes até diziam!

   : - “mas a sua cara não me é estranha!”

   Enquanto não nos conhecíamos bem, lá ia dizendo.

   : - “Ah dever ser pelo meu irmão que é bastante conhecido de facto!”.

   Também no outro mundo da sociedade que nada tinha a ver com “O Caçador” mantinha uma duplicação de status perante a sociedade. A chamada vida dupla.

 

   Pelo menos dois amantes que se prolongaram no tempo da minha vida um dia, resolveram por imposições familiares mudar de vida e casaram. Qualquer dos casos não deu muito resultado.

   Um, uma tarde, a mulher foi para casa mais sedo e foi apanhado na cama com um homem. O divórcio foi declarado um mês depois.

   O outro, enamorou-se de um primo da mulher dando um escândalo na família dos diabos quando mulher descobriu, pôs-lhe os tarecos à porta e pediu o divórcio.

   Tudo o que aconteceu com estes tipos foi simplesmente porque não conseguiram fazer uma vida dupla igual a um milhar de homens da nossa sociedade a que se chama de Heterossexuais.

   Eu sei que é difícil manter esta dualidade, mas desde que não se andem a pavonear como bichas tontas e não tenham tiques, leva-se a água ao moinho com uma certa facilidade. O homem, independentemente das suas tendências sexuais, porque é sempre homem, nunca o deixará de ser junto da sociedade em que está inserido.

   Quando sente necessidade de um encontro ou se quer pavonear existem tocais próprios, tal como bares Gays onde é improvável encontrar pessoas que não queremos encontrar. O mais interessante, é que às vezes se encontra nessas casas um amigo que lá fora, até púnhamos as mãos no lume e afinal são como sós, pessoas solitárias.

 

   O caçador, derivado à sua literacia, sempre soube escolher os parceiros certos olhando-os olhos nos olhos. Diz-se que os olhos são o espelho da alma. É com um olhar mais atento que se descobre a razão do estar alí, o que quer ou porque nos dá troco numa conversa da treta.

   Ninguém entra na nossa vida para nos destruir! Só se o deixarmos.

   Ninguém é dono de ninguém e logo nos primeiros diálogos devemos ter o livre arbítrio de aceitar o outro tal como é. Se é para ficar, vamos ficar! Mas se tiver de ficar por ali pois que fique e cada um que vá para seu lado.

 

   Ser-se bissexual não é ser-se gay, bicha, tricha, viado ou paneleiro, é ter-se o livre arbítrio de fazer do seu corpo aquilo que quiser nas escolhas de sexualidade.

   Gostar de ter relações sexuais com um homem ou mulher, desde que não ofenda terceiros com atitudes, gestos e formas de relacionamento tudo não passa de experiencias sexuais. Por vezes começa na puberdade e se continua ou não. Para se escolher uma das formas depende de vários fatores que não vem a propósito.

   O propósito desta lenga, lenga é para justificar a rasão porque um dia experimentei um encontro as cegas, pela Internet.

   Faltava-me esta experiência e rodeando-me de todos os cuidados conheci o João (nome fictício).

   Já tínhamos tomado o duche da praxe e dirigíamo-nos para a sala de jantar quando o João entrou na cozinha e encheu dois copos de vinho branco deu-me um e disse.

   :- Afinal ainda não vi o resto da casa.

   :- É verdade! Não há muito para ver a não ser o escritório a que eu chamo “O meu canto de escrita” e o quarto.

   Passámos de relanço pelo escritório e entramos no quarto que logo se acendeu uma luz negra e começou a tocar uma canção francesa “Feelings”.

   :- Táse memo a ver que já tens isto preparado para o amor!

   :- É!!! É o que faz andar nesta vida há um bom par de anos.

   Olhámo-nos olhos nos olhos, colocamos os copos numa mesa-de-cabeceira e deixamos cair as toalhas que trazíamos enroladas à cintura. Encostamos nossos corpos e nos beijamos. Abraçámo-nos e caímos em cima da cama beijando-nos desta vez sofregamente.

   Rolámos nossos corpos e nossos paus começaram e endireitar-se.

   No momento em que estava por cima do João beijando-o efusivamente e roçando nossas pilas que já se encontravam levantadas, aquele afastou a cabeça e começou o diálogo:

   - Nunca tinha sentido tanto prazer em beijar um homem. Disse João.

   - Quantas vezes Experimentaste? Lembras-te?

   - Não! Sou o chamado um tipo normal e nunca estive com um homem embora tenha sentido sempre uma certa atração.

   - Mas então como chegaste até aqui?

   - Foi a minha curiosidade de experimentar a sensação e como sou um pouco tímido de vez em quanto vou até aos sítios de contactos e procuro em tipo que se coadune com a minha forma de ser. Divertido e principalmente amigo e não stressado, mas nunca tinha encontrado ninguém como tu.

   - Então o que encontra-te em mim de especial para nos encontrarmos aqui?

   - Foi a forma como escreves e dizes as coisas, não seres mais novo que eu e teres uma cara que merece respeito.

   - E agora? Estás a sentir-te bem?

   - Desde que nos encontramos e a forma como nos temos relacionado que tenho sentido uma certa curiosidade em ver o final.

   - Mas achas que o final é isto? Beijarmo-nos e nossos corpos se roçarem?

   - Não! Também não sou assim tão ingénuo já tenho trinta anos e para já nunca ninguém me tinha beijado assim.

   Enquanto ia havendo este diálogo, e estando deitados de lado frente a frente fui calmamente punhetando o seu pinto que não era um pintinho mas também não era um pintão. Ainda não o tinha visto bem mas com as pontas dos meus dedos dava a perceber-se que era de fava descoberta o ideal para mamar um pouco.

   A conversa parou e mais uma vez nossos lábios se juntaram ao mesmo tempo que ia segurando em uma das suas mãos e a encaminhei para o meu pito que latejava com as suas veias palpitantes.

   Desci pouco a pouco meus lábios por aquele corpo um pouco musculado e parei em seus mamilos mordiscando suavemente um a um.

   João já se começava a retorcer como algo de novo estivesse a acontecer.

   Desci mais um pouco, levantei a roupa e verifiquei ter razão. Era um pito ideal para chupar e assim o fiz, percorrendo todo o seu prepúcio com a minha língua. João então começou movimentado aquele pito gostoso num vai e vem suave ao mesmo tempo que me ia segurando na cabeça tentando que ele entrasse cada vez mais.

   Meu dedo indicador da mão direita foi até meus lábios e meti-o na boca para o lubrificar bastante e lá foi direito ao ânus dele começando por o massajar e lentamente penetrá-lo.

   João estremecia como varas verdes, deixou de me segurar na cabeça e deitou-se de lado movimentando seu corpo de forma a meu dedo mais penetrasse naquele cú apertadinho.

   Senti que ele estava quase a vir-se e antes que isso começasse a acontecer deixei o pito e aquele cuzinho em paz e comecei a percorrer seu corpo atlético até o beijar novamente.

   Ele retribuiu sofregamente aquele beijo e assim ficamos alguns minutos. Poucos!

   Nossos pitos lá se foram manuseando por si só até que nossos corpos sem conversa alguma se foram virando para a posição dos sessenta e nove e começamos a mamar nossos pitos num vai e vem permanente.

   Gememos ambos de prazer e nossos espermatozoides lá saíram em golfadas abundantes enchendo nossas bocas.

   Diga-se a verdade que os dele não pareciam ter trinta anos mas sim dezoito ou vinte, saborosas e consistentes! Engoliu todo.

   Ficamos assim fazendo algumas caricias, até que nos voltamos para a posição de colher, ficando ele pela frente. Acabamos por adormecer um pouco.

Corpos abraçando-se depois da keka
 

Não sei quanto tempo passou mas sei que fomos acordando pouco a pouco e comecei a sentir o João mexendo-se um pouco. Como estava agarrado a ele com todo o meu corpo quase como metido no dele e abraçando-o e meu pito encaixado no rego daquelas nádegas que senti começarem a vibrar, meu pito começou a levantar-se. Estando eu com um braço debaixo da cabeça dele e o outro livre, fui-o percorrendo até o pito dele que já esta como pau rijo começando a masturbá-lo. Todo o seu corpo foi-se aninhando com movimentos e procura de algo e o meu que já estava pronto para uma penetração, lentamente assim o foi fazendo. Quanto mais o punhetava mais ele ia empurrando meu pau para dentro daquele cuzinho até que ficou todoooo lá dentro.

- Estou quase a vir-me! Disse ele.

- Não! Espera um pouco! Quero que também te venha dentro de mim.

Parei de o punhetar e em grande estremeção vi-me eu dentro daquele cuzinho maroto.

Coloquei-o deitado de barriga para cima, ri-me e disse:

- Agora é a tua vez.

Mamei um pouco o pitão dele para o lubrificar e na posição de “sentado na piloca” com a mão fui encaminhando-o para o meu ânus que lentamente e num vai e vem lento lá foi entrando todoooo. Quando puxei a cabeça dele para o beijar, mal nosso lábios se juntaram ele todo estremeceu e senti todo aquele leite que já conhecia, entrar por mim a dentro.

Caímos para o dado como dois coelhos após uma foda gostosa e ali ficámos até às tantas, sem ele dizer:

- Porra! Esta foi a maior surpresa que jamais tive na vida! Não te vou deixar mais.

Ficamos, Cansados, gozados, cheios e felizes.

Até nos esquecemos que ainda não tínhamos jantado. Mas valeu a pena ter conhecido um trintão.

 

Gays adormecidos no finalmente

    Aos putos, tenho de ensinar tudo, este já a sabe toda e não acredito que tenha sido a primeira vez.

    Adormecemos finalmente como anjos.

    E o futuro? Logo se vê!

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

     Nelson Camacho D’Magoito

             (O Caçador)

 
sinto-me:
a música que estou a ouvir: Feelings
publicado por nelson camacho às 20:45
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Origem do beijo

Kiss Gay homens romanticos

O beijo entre pares

 

    Acredita-se que o beijo tenha surgido 500 anos a.c.; época em que os amantes começaram a ser retratados nas esculturas e nos murais dos templos de Khajuraha, na Índia.

    Na teoria da evolução das espécies, o inglês Charles Darwin (1809-1882) afirma que a origem desta carícia é mais antiga. Segundo este naturalista, trata-se de uma sofisticação das mordidelas que os macacos trocavam nos seus ritos pré-sexuais.

    Há também a tese de que seria uma evolução das lambidelas que o homem pré-histórico dava no rosto dos companheiros para suprir a necessidade de sal no seu organismo. Ou um acto de amor das mães na época das cavernas. Sem utensílios para cortar os alimentos, as mulheres mastigavam a comida e depositavam na boca dos seus bebés.

    Na idade média era visto como uma forma de selar acordos. Com a boca fechada, os homens beijavam-se com firmeza. O toque leve dado na face, demonstrava traição. Como Judas fez a Jesus Cristo para o denunciar.

    Com o tempo, foi perdendo a força devido às pestes que dizimavam a população.

    Para Freud, tudo tem a ver com as etapas do desenvolvimento psíquico. Freud começa pelo período que dura até um ano de idade, em que a mãe dá de mamar á criança. Neste período todas as sensações de gratificação estão associadas á boca. A criança aprende que tocar com os lábios algum objecto macio, proporciona uma sensação calmante e agradável.

 

Atualmente utilizam-se vários tipos de beijo:

 

- O de cumprimento; dado na face. Existem vários países que o beijo na face entre homens nada mais é que um cumprimento.

   - O afetuoso: Dado na face. – Entre homens (entre pais e filhos ou entre irmãos) – Entre mulheres – (um beijo em cada face, por questões sociais)

   - O de respeito: Dado na testa. Normalmente dado pelo Pai ao filho. Na face, dado pelos filhos aos Pais.

   - De amor: Na boca, entre pares do mesmo sexo ou diferentes com mais ou menos intensidade de acordo com a situação do relacionamento.

   - O técnico: É um beijo na boca sem qualquer intenção amorosa, dado entre pares que na ocasião estão representando uma peça de teatro ou no cinema. Antes do século 20 este tipo de beijo era dado encostando somente os lábios. Atualmente principalmente no cinema, já se pratica um beijo mais efusivo, de boca aberta e metendo a língua. No entanto, nada mais é que uma encenação. Segundo dizem ao atores por vezes chegam a ser reais, conforme o parceiro. Alguns atores e atrizes escusam-se a faze-lo assim como se escusam em fazer cenas de sexo, embora este também seja técnico.

  

     E a ti! O que te proporciona um beijo?

     Diz algo sobre este tema ou as tuas experiências.

     Não tenhas medo de ser diferente.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Solidário
a música que estou a ouvir: Seus beijos (de Daniel)
publicado por nelson camacho às 12:22
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Prós e Contras das relações anais

kamasutra homo

RELAÇÕES ANAIS

 

    Os meus escritos neste blogue como os meus leitores já se habituaram, em princípio baseia-se em histórias eróticas devidamente ficcionadas e contos saídos da minha cabeça pensadora, no entanto, de vez em quanto lá vou fazendo o que considero “Um serviço público” entrando nos aconselhamentos médicos, sociológicos e de sexualidades.

    Não sendo um expert sobre todos os assuntos, de vez em quando procuro conhecimentos tanto em livros como aqui na net. Foi assim que cheguei hoje ao aconselhamento do porquê e como se deve praticar o sexo anal tanto entre Homossexuais como entre heterossexuais.

    Muita rapaziada que lê nos meus blogues e porque querem fazer perguntas no anonimato, o que respeito, me escrevem por e-mail fazendo perguntas dos mais diversos temas. Como não me é possível responder a todos/as individualmente, classifico as perguntas e depois de escolher um tema, venho aqui dar respostas o mais concisas possíveis e em forma de prosa.

Como nunca é demais falar sobre educação sexual

hoje vou falar sobre relações anais.

Kamasutra homo nunca é tarde

 

 As perguntas que normalmente se me poem são:

 

   - Porque rasão nem sempre o sexo anal me dão prazer?

   - Porque razão o homem tem tendência em praticar o sexo anal?

   - Porque razão o pénis do penetrador por vezes quando sai, vem com marcas de fezes?

   - Há alguma forma eficaz de ter relações anais sem sentir desconforto?

 

Nem sempre das primeiras vezes que se é penetrado/a é uma sensação agradável, no entanto é sempre uma questão de posição.

Convém se possível, nas últimas 24 horas não ter ingerido comidas picantes ou andar de diarreia.

O ato de penetração anal deve ser sempre de comum acordo e tem de haver um relaxamento total não descuidando os preliminares. Carinhos, afagos e por vezes rizadas de boa disposição recíprocos.

A zona anal tem imensas terminações nervosas e por isso a sensibilidade é uma das suas características, logo, é possível que o/a penetrado sinta algum prazer, bastando para isso, estar devidamente relaxada. Porque ao tornar o seu corpo tenso por receio da dor que possa sentir, vai contrair os músculos do seu corpo, e por consequência os do ânus, dificultando a penetração.

Não convém que o pénis do penetrador seja muito dotado pelo menos no calibre, já o comprimento não tem grande influência, às vezes até ajuda, conforme a posição adotada.

O penetrador não deve ter pressa e deixar o/a penetrado/a relaxar-se o suficiente. È sempre aconselhável usar um lubrificante íntimo à base água. O melhor de todos e o mais antigo e barato é a vaselina esterilizada que se vende nas farmácias sem ter de recorrer às lojas de produtos eróticos, que hás vezes é uma chatice. Convém quando o/a parceiro/a não é habitual convém usar sempre camisinha (atenção às datas de validade, não devem comprar grande quantidade e usá-las na carteira, no bolso ou na mesa de cabeceira durante muito tempo, pois perdem a elasticidade e a sua própria lubrificação com facilidade).

Se o/a possível penetrado/a não está para ai virado/a na altura ou se queixar de dor o melhor é parar de imediato, continue com os preliminares até que esteja tudo bem e mude de posição ou passe para o dia seguinte. Tenha calma pois com calma ganha-se o céu.

O penetrador não deve pensar no ânus como se fosse uma vagina mesmo apertadinha pois ela própria cria a sua lubrificação com a excitação.

Para uma melhor performance nas primeiras relações anais, usando um creme começa fazendo carícias nas bordas do ânus. Depois penetra-o lentamente com um dedo e, posteriormente, com dois. Esta penetração, além de lenta, deve ser feita em etapas, com idas e vindas bem vagarosas. Uma das melhores formas de fazer estes preâmbulos é, no caso de homem/homem ao mesmo tempo que o penetrador faz um broche vai utilizando os dedos. Para o caso de homem/mulher será o clitóris da mulher que funcionará como pénis.

Quando o penetrado/a começar a sentir-se bem é de começar a penetrar lentamente com o pénis

Se o pénis for bastante longo, evitar a sua penetração com força e de repente. Faça-o lentamente e num vai e vem permanente até à ejaculação e o prazer será total de ambas as partes.

 

Kamasutra_andromache e colher

A melhor posição nas primeiras vezes é a de “andromache” em que o penetrado/a se senta sobre o pénis do penetrador e assim em movimentos lentos vai conseguindo uma situação mais confortável.

O penetrador deve sempre respeitar o ritmo do/a penetrado/a pois é ele/a que lhe vai dar o maior prazer. Quando sentir a sensação do início da ejaculação, pare e mude de posição para de “colher” e vai ver que o êxtase é total para os dois na medida em que o/a penetrado/a pode masturbar-se enquanto o penetrador ejacula.

 

Diga-se o que se disser a relação anal existe desde todos os tempos entre todos os animais racionais e irracionais. Do antes Cristo e no-pós cristo, até à nossa dissolução. Faz parte do relacionamento sexual do ser vivente como o nascer comer beber e morrer.

Atualmente com a liberalização da sexualidade com a informação constante nos Mídias inclusive programas de TV, mais se fala que a penetração anal já não é exclusiva dos homossexuais. Ainda sobre este assunto há um engano ao dizer-se que é um ato exclusivo dos homossexuais na medida em que nem todos são penetrados, alguns, praticam outras formas de sexo entre eles e alguns, principalmente casados só penetram.

Normalmente os homens casados porque não têm uma relação totalmente aberta com suas mulheres e porque têm o fetiche de como será “comer um cú?” Procuram homens para o praticarem e até pagam para isso. Normalmente pagam mais a outro homem para satisfazerem esse desejo que a uma mulher.

Ser Gay ou bissexual não quer dizer que pratiquem o ato de passivos, embora seja uma minoria. É sempre de acordo com o parceiro que encontrarem e com a habilidade do outro. Mais tarde ou mais cedo o gosto por ser-se ativo/passivo é como a morte,- de lá ninguém volta-. Mas aí também não vem mal ao mundo.

Ser-se homossexual, bissexual ou heterossexual não é doença mas sim orientações sexuais diferentes.

 

copla perfeita

Ainda não está provado cientificamente a razão de se ser heterossexual, bissexual ou homossexual.

Quanto ao ser-se heterossexual tudo bem! Dizem! É a forma natural das relações sexuais já que elas servem para procriar.

Quanto ao ser-se bissexual a coisa começa a ter divergências já que estes têm relações sexuais com os dois sexos.

Quanto aos homossexuais genuínos, a coisa já chia de outra maneira.

 

As tentativas de explicar a origem da homossexualidade incluem teorias que vão da mitologia à sociologia. No século 19, psiquiatras concluíram que ser gay era um transtorno mental causado por equívocos na criação da criança - e essa ideia reinou na maior parte do século 20. Tentaram-se fazer terapias de “cura”, mas nada resultou dessas experiências. Em 1973, a Associação Psiquiátrica Americana achou melhor retirar de sua lista de distúrbios mentais a atração sexual por pessoas do mesmo sexo. Foi quando o termo mudou de nome: homossexualismo deu lugar a homossexualidade - porque o sufixo "ismo" denota doença. A essa altura, os cientistas já consideravam ser gay uma variação absolutamente natural do comportamento humano.


Até que em 1991 o neurocientista Simon LeVay, gay declarado, anunciou ter encontrado diferenças em cérebros de homens gays e héteros. LeVay examinou o hipotálamo, zona-chave da sexualidade no cérebro, e descobriu que a região chamada INAH-3 era entre 2 e 3 vezes menor nos gays. Era a primeira indicação da origem biológica da homossexualidade.

 

Em 1993 com as pesquisas de Dean Hamer, ele percebeu que dentro das famílias havia muito mais gays do lado materno. Usando um scâner, Hamer viu que uma região do cromossomo X, a Xq28, era idêntica em muitos irmãos gays. O que ele descobriu não foi propriamente um único gene gay, mas uma tira de DNA transmitida por inteiro. A notícia provocou rebuliço, e não era para menos. Mesmo contestada por outros estudos, a conexão entre genes e orientação sexual sugere que as pessoas não escolhem ser homossexuais, mas nascem assim. A comunidade gay começou a ver na ciência a resposta contra a ideia de que seu comportamento era "antinatural". 

 

Existem também outras opiniões tais como “ a causa está na convivência familiar” Uma mãe depois de ter tido vários filhos homens, e como gostaria de ter uma menina e então trata o ultimo como a menina que não teve. Os irmãos mais velhos também tenderiam a "dominar" o mais novo, influindo em seus sentimentos sobre si e os demais. Outra hipótese vem da biologia. "Os fetos masculinos talvez acionem uma reação imunológica na mãe ao produzirem substâncias que ameaçam seu equilíbrio hormonal", diz o cientista Qazi Rahman, da Universidade de East London. Segundo ele, o corpo da mãe acionaria um alarme para produção de anticorpos contra proteínas ou hormônios do bebé. Cada novo feto masculino intensifica a resposta, e o acúmulo de anticorpos redirecionaria a diferenciação tipicamente masculina para uma mais feminina, gerando orientação homossexual nos filhos seguintes.


Uma história real:

 

Patrick e Thomas são gémeos, têm 7 anos, olhos azuis e cabelo ondulado. Cresceram na mesma casa, criados pelos mesmos pais. À primeira vista, é impossível distingui-los. Mas passe algum tempo com eles e você verá que Patrick é sociável, atento e pensativo, enquanto Thomas é espontâneo e adora brincar de luta. Quando tinham 2 anos, Patrick encontrou os sapatos da mãe e calçou-os e gostou. Aos 3, Thomas disse que o revólver de plástico era seu brinquedo favorito. Aos 5, Thomas se fantasiou de monstro no Halloween; Patrick quis vestir-se de princesa. Ridicularizado pelas risadas do irmão, decidiu ser Batman. Patrick sempre brincou entre meninas, nunca meninos. Os pais deixaram que ele fosse ele mesmo em casa, mas mantiveram alguns limites em público com medo de que seu comportamento feminino o expusesse. Funcionou até um certo ano, quando o orientador da escola ligou dizendo que ele deixara os colegas incomodados: insistia que era uma menina.


A história de Patrick e Thomas foi revelada pelo jornal Boston Globe. Se a homossexualidade fosse mesmo causada por um cromossomo, os dois deveriam ter a mesma orientação sexual. Mas não foi bem isso o que aconteceu.


O caso de gémeos com orientação sexual diferente mostra que, sozinha, a genética não explica a homossexualidade.

 

O problema é que ninguém sabe exatamente quantos e quais são eles. Não há provas, por exemplo, de que o abuso sexual na infância causa homossexualidade. O número de gays não é maior em lares chefiados por mulheres nem entre filhos criados por casais gays. Tampouco há mais casos de homossexualidade após períodos de guerra, quando os pais se ausentam de casa, o que enfraquece as hipóteses sobre dinâmicas familiares.

 

Conclusão: Existem homossexuais porque existem. Nada mais é que uma forma diferente de fazer sexo não sendo doença e a prova está que numa boa parte dos países já é possível o casamento entre eles.

 

Países que reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo

  • 2001 – Países Baixos
  • 2003 - Bélgica
  • 2004 – Massachusetts (Estados Unidos)
  • 2004 – Espanha e Canadá
  • 2006 – África do Sul
  • 2008 – Connecticut (Estados Unidos)
  • 2009- Noruega, Suécia, Iowa (Estados Unidos),Vermont (Estados Unidos)
  • 2010 – New Hampshire (Estados Unidos) Washington,C.C. (Estados Unidos), Portugal, Islândia, Argentina, Cidade do México (México).
  • 2010 – Portugal. Sob a vigência governamental de José Sócrates do Partido Socialista.
  • 2011 – New York (Estados Unidos).
  • Locais que reconheceram temporariamente o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.
  • 2008 – Califórnia (Estados Unidos) (entre 15 de Maio de 2008 e 5 de Novembro de 2008)

Uma pequena história dos hábitos e costumes das relações anais

 

Nas civilizações do Oriente Médio, onde o prazer sexual sempre sofreu repressões, o sexo anal era frequentemente abominado.

Já os gregos e romanos, que aceitavam o prazer como uma dádiva divina, faziam-no naturalmente.

Xenofonte, na Anábasis, relata episódios de relações entre soldados e jovenzinhos como a coisa mais natural do mundo.

Na Ilíada a relação entre Aquiles e Pátroclo é insinuada como uma relação homossexual. Ou seja Aquiles seria o que hoje chamamos bissexual.

Nas festas greco-romanas, as relações entre homens eram extremamente comuns, o que implicava em relações anais. O mesmo nos diz os vasos da época clássica e helenística com pinturas eróticas.

Isto dá uma ideia de que os cultores dos prazeres da carne usavam e abusavam dos prazeres anais.

Então, o que faz o sexo anal ser tão desejado, praticado e procurado pelos homens?

Sendo o ânus mais estreito e com expansibilidade menor que a vagina, faz com que quem tenha um pintinho, se sinta com um pinto. Quem tenha um pinto se sente como sendo possuidor de um pintão. E quem tem um pintão e não consegue ter relações anais sente-se como portador de um canhão.

Na relação anal não existe o risco de uma gravidez. O que em algumas situações é extremamente desejável e apreciável.

Como o canal anal/retal é mais extenso, em comprimento, do que a musculatura da entrada da vagina, o prazer peniano, para o homem que penetra, se torna maior na relação anal que na relação vaginal. Além disto alguns homens, e mulheres relatam que sentem uma sensação de posse maior na relação anal, aumentando com isto a sensação prazerosa.

 

O que aqui fica expresso são teorias minhas e outras de sociólogos, psiquiatras, cientistas filósofos e alguns homossexuais e bissexuais.


Recolha de alguns dados em Dr. Carrion e Irônico social, entre outros.

 

Se quiser comentar ou acrescentar algo sobre este tema, não tenha medo.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

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