.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Quarta-feira, 19 de Março de 2014

Sesimbra Uma visita guiada – II Parte

sesimbra-restaurante.hotel spa

Um fim-de-semana de sorte

 

O Jantar

 

     Para você ficar a par da situação que me levou a este jantar terá que ir para a (I Parte) para ver como e o que se passou.

 

     Conforme tinha combinado com o Emanuel cheguei ao restaurante hás vinte e uma e trinta.

     A minha primeira ideia era ir jantar ao restaurante do Hotel Spa que tem uma zona espectacular frente ao mar mas como já tinha combinado o restaurante onde iria ter companhia, entre a finece do mesmo e a companhia, resolvi pela companhia.

 

     Lá ao fundo estava um casal que parecia de namorados pois tinham as mãos dadas em cima da mesa. Lá mais para o outro canto encontrava-se um grupo de pessoas de meia-idade ao que parecias estavam a festejar qualquer coisa pois havia garrafas de champanhe, umas já abertas, outras por abrir.

 

     Talvez pelo adiantado da hora ou porque a primavera ainda vinha um pouco a medo e longe não era ainda o tempo ideal para uns papeizinhos de turismo e então o restaurante estava quase vazio.

 

     Estava mirando e conjecturando a situação quando chegou um pregado com uma bandeja onde constavam dois copos de vitage e uma garrafa de Porto. E perguntou:

 

        - É o Sr. Nelson não é?

        - Sim!.. Respondi.

        - Faça favor de me acompanhar já tem a sua mesa reservada e o seu aperitivo. O Emanuel já vem fazer-lhe companhia.

 

     Já estava sentado a acomodado e quando ia levando o copo aos lábios, ouvi por traz de mim perguntando.

 

        - Espero que gostes desta marca.

        - Sim!.. A Ferreirinha é uma das marcas do Porto mais antigas e antes ou depois de uma boa refeição sabe sempre bem.

        - Como vou ser o teu guia esta noite já arrumei a tralha e venho jantar contigo. Poso?

        - Se podes? Mas a casa é tua literalmente.

        - É o que faz ser filho do patrão que por acaso somo dois grandes amigos e entendemo-nos muito bem.

        - Quer dizer, deixa-te andar à vontade

        - Não é bem assim ele quer sempre saber quem são os meus amigos para não me meter em aventuras parvas. Somos bastante conhecidos cá na terra e respeitados. Portanto não tenho problemas em mostrara a nossa noite a um forasteiro como tu.

        - E porquê eu de especial?

        - Porque já não és nenhuma criança não és estrangeiro tens bom gosto e um brilhozinho nesses olhos azuis que mostram serem sinceros e cedentes de aventuras.

 

     Entretanto um empregado veio-nos servir como se fossemos dois clientes normais. Ali o que não era normal era o Emanuel estar a ser servido como um cliente com um amigo de poucas horas mas tudo estava normal pela normalidade com que a situação se estava a passar.

 

     Durante o jantar fizemos uma conversa da treta própria de ocasiões destas. Emanuel abriu-se um pouco sobre sua vida e eu como é meu hábito deambulei por temas que notei que ele gostaria de ouvir, nunca como é óbvio nunca entrar na esfera privada da minha vida. Também falei sobre a vontade de um dia destes ir Jantar ao Hotel Spa ao que ele prontificou-se em irmos lá não jantar mas tomar um copo no seu bar que é bastante acolhedor. 

 

     A refeição começou por uma sopa de peixe, depois veio um peixe-espada no forno e batatinhas crocantes (que estava uma delicia). Para arrematar veio um bolo de chocolate barrado de chantilly. Fechamos com um café e uma Aguardente velha.

 

   Depois da refeição pedi a conta ao empregado e Emanuel em tom de graça.

 

        - Não vais pagar o meu jantar pois não?

        - Até parecia mal pagar o jantar ao patrão, mas não te livras de te pagar os copos logo à noite.

        - Desculpa mas não te safas. O anfitrião sou eu e quem vaia pagar os copos sou eu.

 

     Como se fossemos dois amigos que já não se viam a algum tempo lá fomos nós fazer o perícolo turístico pela noite de Sesimbra.

     Alguns bares e tascas que proliferam pela vila que não conhecia deu-me vontade de alargar mais o tempo de ficar para a lá do fim-de-semana.

 

     Quando demos por nós já era três da manhã e Emanuel com a desculpa que no dia seguinte teria de abrir o seu restaurante levou-me até ao meu anexo.

 

     Quando chegamos convidei-o a tomar mais um copo o que ele aceitou prontamente.

 

     O anexo era uma pequena suite com uma cozinha tipo americano onde existia um pequeno balcão para refeições onde estavam depositados uma bandeja com alguns lagostins rodeados de pequenas montanhas de maionese e duas garrafas de vinho branco estando uma delas dentro de um frapê com gelo. O resto do apartamento era composto por uma secretária que tinha um computador. Um sofá, uma consola com vários CDs e DVs e uma televisão. Em frente quase no meio existia uma cama grande já com os lençóis alvos de branco e abertos como a convidar a serem usados. 

      Assim que entramos Emanuel comentou o petisco atirando:

 

        - Preparaste tudo com a tia Ermelinda. Certamente os lagostins não eram só para ti.

        - Não!..  Desde o almoço que engendrei acabar a noite assim.

        - Como adivinhaste que eu vinha?

        - São muitos anos de estrada e como encontrei a tal Tia Ermelinda que é um espectáculo ajudou-me a concretizar os meus desejos. Não achas que para o fim de noite sabe bem um vinho fresquinho?

 

kiss gay

        - Acho que sim e o melhor é atacarmos.

 

     Emanuel encheu dois copos bebeu um pouco e com os lábios molhados pregou-me um temendo beijo ao mesmo tempo que dizia:

 

        - Isto não será melhor que os lagostins?

 

      Efectivamente aqueles lábios com sabor a vinho deixava qualquer ser humano a esquecer-se dos lagostins.

     Ainda no sofá acariciamo-nos e nos beijamos até nos começando a despir. Primeiro as t-shirts iniciando umas mordiscadas nos mamilos passando ao bíceps. O meu pau já estava em forma e fui ver se o dele também estava metendo as mãos por entre as calças daquele puto gostoso.

     Ao mesmo tempo ele fez o mesmo e comentou:

 

        - Já está aflito?

 

     A minha resposta foi um silêncio profundo e comecei a tirar-lhe as calças.

Emanuel fez o mesmo e passado minutos estávamos completamente nus.

     Retirei de mim toda a força possível peguei nele ao colo e atirámo-nos para cima da cama.

     

O primeiro kiss daquela noite

 

     Se há fins-de-semana inesquecíveis este seria um daqueles que valeu a pena seguir os conselhos do meu amigo Fernando e procurar novo”peixe” em lugares aprazíveis. Não sei se com ele aconteceu o mesmo mas para mim a “pesca” estava a dar os seus frutos.

 

     Nós continuávamos envolvidos em beijos e carícias que íamos misturando com uns copos de vinho branco fresquinho e em vez de morangos como é hábito nestas ocasiões íamos mordiscando alguns lagostins que descobrimos ser mais afrodisíaco.

     A certa altura despejei um pouco do branco em seu corpo que estremeceu um pouco ao contacto com o frio do néctar.

 

       - Dá-te prazer? – Perguntei.

       - Despeja mais por todo o meu corpo

 

     E assim fiz. Desde os seus bíceps até ao pau hirto que sobressaia dos tintins todo aquele néctar foi descendo r então para que nada se perdesse, fui descendo meus lábios até ao pau já molhado não só daquele néctar mas também de algum fluido que ia saído daquele buraquinho onde tentei penetrar a minha língua.

     Ambos estremecemos de prazer até que senti umas mãos segurando minha cabeça e fazendo pressão para que aquele pau gostoso penetrasse em minha boca até às amígdalas derivado à posição.

     Ele movimentou-se em flexões contínuas e continuei a sorver aquela mistura de néctares tão diferentes.

     Emanuel estava louco de tal forma que com toda a sua compleição física pegou em mim colocando-me de missionário ao mesmo tempo que me beijava tentava a penetrar-me. Abri as pernas para maior facilidade e aquele pau todo molhado já com a minha saliva foi-me penetrando pouco a pouco até que entrou todo.

     Ambos guinchamos de gozo e prazer e quando ele me começou a masturbar senti seu líquido viscoso dentro de mim e o meu veio depositar-se em seu peito com tal força que veio parar um pouco em minha boca.

     Emanuel não estava totalmente satisfeito e veio sorver os milhões de bicharocos que pairavam em meu peito até algumas réstias em minha boca.

     Ao meu ouvido foi a primeira coisa que disse acertada:

 

        - E agora!? Como vai ser? Eu também quero.

 

     Deserto de isso estava eu e respondi:

 

        - Depois de um duche ficamos novamente em forma.

 

     E foi mesmo mas sem esperar muito tempo e dirigimo-nos para o duche.

 

gays no duche

     Fui o primeiro a entrar no chuveiro abri a água e deixei-a escorrer pelo meu corpo. Encostei-me à parede e senti-me aliviado de todo o stress ocorrido antes. Aqueles jactos de água morna caindo-me peito a baixo indo parar no pau este começou a levantar-se. Foi nesse momento que Emanuel entrou olhou-me e ajoelhou-se indo direito ao meu pau que ainda não estando no seu estado de serviço pegou delicadamente nele e meteu na boca. Foi a minha vez de lhe segurar na cabeça e ajuda-lo a movimenta-la num vai e vem constante até o coitado ficar hirto e firme.

     Foram alguns minutos de prazer até chegar o memento em que quase expandir qualquer fluido segurei-o pelas axilas levantei-o e virei-o para uma posição canina. Ele encostou a cabeça à parede e comecei a penetra-lo que entrou um pouco a custo mas com a água escorrendo por nossos corpos ajudou um poço. Foi a vês de ele movimentar-se para traz ao ponto de ser eu a encostar-me à parede ajudando à penetração total. Naquela loucura fui com uma das mãos ao seu pénis e masturbei-o até à exaustão final.

     Acabamos o nosso duche dirigimo-nos para a cama para onde nos atirámos e acabámos por adormecer como cupidos.

Depois de varia kekas dormimos como cupidos

 

     Dizer que valeu a pena aquele fim-de-semana é pouco pois ele prolongou-se para ale dos dois dias. Não fora ter o meu trabalho em Lisboa ficaria muitos mais dias, mas enquanto durou, durou em pleno todas as noites e ficou combinado voltar lá no verão e entretanto e ele poder tirar uns dias no restaurante virá até minha casa.

A noite foi tão boa que vos deixo aqui a bela canção “A Noite do meu bem” na voz inconfundível de Maysa

 

Fim – por enquanto

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Quarta-feira, 5 de Março de 2014

Meu vizinho gostoso

meu vizinho gostoso

     Estava às voltas com um conto bastante complicado para postar em “O Canto do Nelson”, já ia na sexta folha A4 e nunca mais surgiam ideias para me desenvencilhar de um dos personagens as cápsulas de café já tinham acabado e sem aquela maldita bebida os meus neurónios não funcionam lá muito bem e então resolvi ir até ao café. Estava chovendo como vai sendo normal nesta data e então resolvi ir de carro.

Como estava mesmo mau tempo não fui mais longe que do café cá do sitio.

 

     Entrei e pedi um cinbalino acompanhado de um conhaque e fui sentar-me a um cantinho.

Estava a dar um treiler na tv daqueles que é só porrada e tiros.

Na mesa na minha frente estava um rapaz que aparentava uns vinte e cinco anos e como dizem os brasileiros “muito gostoso”. Para mim tinha um senão, já o tinha visto lá no sítio de braço dado umas vezes, outras de mãos dadas com uma rapariga que das duas uma era namorada ou mulher mas também já tinha notado que cada vez que nos atravessávamos na rua, mirava-me de alto a baixo inclusive por duas vezes virou-se para me olhar melhor.

Achei estranho pois não só já não um jovem apetecível como nem sou amaneirado nem tenho qualquer letreiro na testa anunciando que gosto disto ou daquilo sexualmente. Sou o tipo de homem o mais natural possível.

Recordando-me desses encontros fortuitos fixei com mais insistência o olhar dele que se cruzou com o meu da mesma forma.

 

     Minha avó sempre me disse que “Santos ao pé da porta não fazem milagres” mas naquele momento e com o cruzar de olhares esqueci-me do conselho da avó e entabulei conversa. Não tinha nada a perder.

 

        - Então hoje está só?

       - Sim!.. Minha mulher foi passar a noite a casa da mãe que está doente e esta noite fiquei livre como os passarinhos. Vou dormir sozinho.

        - Quer dizer!.. Só e abandonado. Eu hoje também estou abandonado e com este mau tempo não me apetece ir a algum lado.

         - Pois!.. Eu mesmo que quisesse, não podia, pois minha mulher levou o carro e a pé nesta vila não há onde possamos nos entreter.

         - Porque não se senta aqui na minha mesa!.. Sempre fala melhor.

         - Tem razão até parecemos dois namorados há antiga namorando de janela.

 

     Com aquela de namorados há janela estava tudo dito. O que ele queria era foda. Durante mais de ma hora falámos de coisas triviais da vida, apresentámo-nos e bebemos mais uns copos nunca tocando no assunto que estávamos pensando.

O empregado veio muito solícito informar-nos que estava na hora de fechar o café. Nem tínhamos dado pelo tempo. Já era uma hora da noite. Pagámos e dirigimo-nos para a saída.

São Sebastião que é o Santo protector dos Gays devia estar a olhar para nós e tinha combinado com o São Pedros para não parar com a chuva que caia copiosamente.

 

     Aproveitei aquela bênção e comentei.

 

         - Tá tramado! A pé e sem transporte como vai para casa? Ou mora perto?

         - Por acaso não é nada perto mas também não é longe.

         - Mas eu estou de carro e posso leva-lo.

 

     Ele aceitou prontamente com a condição de tomar mais um copo em casa dele já que ninguém estava e só voltava no dia seguinte depois do almoço.

 

     Era isso mesmo que eu queria e há umas horas que na minha mente ia engendrando forma de o levar a minha casa portanto a aceitação da boleia e o convite para tomar um copo em casa dele vinha mesmo a calhar.

     Assim que chegámos ele com o comando fez abrir a porta da garagem e entrei com o carro. A porta foi-se fechando com ele ainda dentro do carro, virou-se para mim, fitou me nos olhos e deu-me um tremendo beijo ao mesmo tempo que disse: - Não é preciso dizer mais nada.

 

        - Não! Já tinha notado por várias vezes o teu olhar penetrante como a dizer que me querias comer. Mas andavas sempre com a tua mulher e hoje o São Sebastião e o São Pedro combinaram o nosso encontro.

 

     Com aquele beijo ardente e gostoso conjuntamente com um abraço forte memo ali no carro como a querer seu corpo entrar dentro do meu, que estremeceu como a solicitar que mais algo entrasse dentro de mim.

 

        - Desde que o vi a primeira vez nunca mais me saio da mente a oportunidade de o comer como ninguém. – segredou-me ao ouvido o Eduardo.

 

     Perante tal informação de desejo e sendo um tipo casado certamente seria uma boa foda e não me contive.

 

         - Então vamos aproveitar cada minuto até de manhã.

O primeiro beijo gay

     Entramos e fomo-nos despindo até ao seu quarto. Atirámo-nos para o meio da cama e ficando ele por baixo comecei passando minha língua por todo o seu corpo musculado desde os mamilos ao abdómen passando às virilhas até chupar aquela vara dura. Ele gemia de prazer e eu sufocava com aquele pau na minha boca.

 

     Eduardo gemeu mais um pouco e perguntou:

 

        - Estás gostando?

 

     Eu com a boca cheia, respondia apenas , hummm!!

 

        - Também estou adorando. Você é descomunal Mas não me faça vir pois quero comer teu cuzinho.

 

     Eu ia tirando e metendo em minha boca ao mesmo tempo que com uma mão apertava aquele pénis gostoso com a outra fui manuseando com o dedo indicador o anos dele preparando-o para a minha cópula.

 

     Eduardo gemeu mais e pediu que fosse ele o primeiro a comer-me pois nunca tinha sido penetrado. Fiquei louco com o pedido pois iria tirar-lhe os três no cu apetecível mas não deixei de aceitar a tentação do semi-machão me comer.

 

a primeira keke gay

      De repente, ele levantou-se, e colocou-me de quatro, enquanto dizia;

 

        - Esta noite vou dar a melhor foda da minha vida.

        - Não me digas que não tens uma fodas boas com a tua mulher.

        - Desta forma não. É a minha primeira experiencia. E Tu?

       - Já vais ver do que sou capas mas lubrifica primeiro com um pouco de saliva pois sou apertadinho.

 

“Aquele gajo podia não ter ainda não sabia o que lhe esperava ou talvez andasse à procura de alguém que também o comesse mas a verdade é que sabia foder como um verdadeiro macho. É nestes casos que adoro gajos casados. Só sabem metade mas o suficientes para sarem prazer a um bissexual que é o meu caso”.

 

     Ele assim fez e começou apontando meu cú e lentamente foi-me penetrando pouco a pouco e me contraio um pouco. Depois relaxei e senti todo aquele pau dentro de mim até que as bolas baterem nas minhas bebas, Gemi de maior prazer quando ele veio com uma mão masturbar-me.

 

        - Aguentas todo?

        - Sim. Movimenta-te devagar para nos dar maior gozo.

 

     O devagar foi treta pois começou não só num movimento de vai e vem constante e furioso como me ia masturbando repetidamente de tal forma que ao mesmo tempo que gemia de uma pequena dor e prazer com aquele pau dentro de mim para não me vir segurei-lhe na mão para parar

 

        - Queres parar?

        - Não… Não me quero é vir ao mesmo tempo que tu pois também quero comer-te.

        - Achas que sou capaz?

 

     Ao mesmo tempo que fazia a pergunta, deu mais umas estucadas frenéticas e senti todo o seu leite dentro de mim ao mesmo tempo que era a vez de ele guinchar de prazer.

 

     Foi uma foda como os coelhos, mal se veio atirou-se para o lado transpirando

 

        - Deixaste-me louco. E agora?

 

     Contrai-me e deitei-me de papo para o ar agarrei-o e puxei-o para cima de mim de forma a ficarmos com nossos peitos juntos segurei-lhe na cabeça e comecei beijando seus lábios. Ele consentiu e linguajamos durante algum tempo até que comecei a sentir seu pau novamente a levantar-se de encontro ao meu. Comecei baixando sua cabeça pelo meu corpo até meu pau que se mantinha hirto. Não foi preciso fazer qualquer pressão para o sentir na sua boca Para a sua primeira vez até não estava mau. Mais uma vez eu gemia desta vez por outra razão. Depois de uma chupadelas boas e fazendo tudo e mais alguma coisa para não me vir Perguntei:

 

        - Não queres experimentar?

        - Mas nunca levei no cú.

        - Vamos arranjar uma posição para iniciados e vou ter bastante cuidado.

 

um Gay sentado na pricoca

      Então peguei no seu corpo e coloquei-o à minha frente de costas para mim e com um pouco da saliva fui lubrificando a entrada do ânus até penetrar um dedo para maior lubrificação ao mesmo tempo que o masturbava. Ele movimentava-se dando sinal que estava gostando então pegando-o pelas ilhargas coloquei-o cima do meu abdómen. Estávamos novamente a ficar loucos de prazer então chegou a altura de com o meu pau em riste senta-lo nele. Naquela posição o seu cuzinho ficou todo aberto e o pau lá foi entrando devagar devagarinho. De repente ele sentou-se mesmo o pau penetrou de repente, deu um tremendo grito. Deixei ficar durante um tempinho até que ele se começou movimentado como a cavalgar. Tinha acabado de perder os três.

 

     Começamos a nos movimentar. Ele cavalgando e eu ao mesmo tempo que me movimentada ia-o masturbando até que ao mesmo tempo que sentia novamente o seu leite desta vez em meu peito também o meu ia ficando dentro dele.

Nossos gemidos saíram de controlo. Nossos corpos ardiam de tesão e prazer gozando ambos em toda a plenitude.

 

         - Que delícia adivinhava que não me ia arrepender quando olhei para ti a primeira vez.

         - Ficaste satisfeito na totalidade? E agora o que vais fazer com a tua mulher?

         - Vai ser um segredo entre nós dois. Vou-te apresentar a ela como meu amigo para pudermos encontrar mais vezes. Não penses que te vou deixar.

 

          - Pode ser. Mas atenção é mesmo um segredo entre nós pois cá na Vila ninguém sabe destas coisas.

          - Olha que giro que era eu casado e passarem a saber que ia para a cama com um homem não só ficava frito com a família como me passavam a olhar de lado e se calhar a chamarem-me nomes.

          - Não te preocupes com isso não és o único casado que vai pata a cama com homens nem serás o último.

          - Já te passaram pelo goto alguns.

          - Pelo goto pelo cú pela picha por todos os lados. Gostam de estar comigo pois sou pessoa respeitável. É uma das vantagens das nossas diferenças de idade. Não damos bandeira.

          - Tens relações com algum cá da vila como eu?

          - Está mesmo a ver que te ia contar.

          - Era só para saber se contas ou não.

      

     Beijámo-nos como fora a primeira vez mandámos algumas gargalhadas e exaustos acabamos por adormecer.

 

FIM

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

              Nelson Camacho D’Magoito

                       (O Caçador)

          “Contos ao sabor da imaginação”

                  © Nelson Camacho
  2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

 

 

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