.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Sábado, 5 de Abril de 2014

Aconteceu um dia – III Parte

p escritor o canto do nalson

A primeira vez a sério

III Parte

Para ler tudo de princípio vá até há (I Parte)

 

     Naquela sexta-feira em que o Pedro soube da ida dos pais iriam passar o fim-de-semana ao Senhor de Matosinhos de imediato contou ao Luís e disse-lhe que iria passar o fim-de-semana só em casa e seria uma oportunidade para ele ficar lá em casa.

 

     Luís que andava deserto de ir além da punheta e dos broches pois em sua casa nada mais podia acontecer aceitou de imediato.

     Combinaram que iriam almoçar no sábado e depois de confirmar que os pais e o irmão se tinham ausentado iriam para sua casa.

    O cérebro de ambos durante o almoço iam planeando como iria ser os dois sozinhos numa cama confortável e beberam mais um pouco do habitual.

     Ao fim da tarde lá foram para casa do Pedro.

 

    Assim que chegaram o Luís que tinha levado um DVD porno erótico gay pediu para o colocar no DVD da sala e sentaram-se confortavelmente num sofá visionando o tal filme.

 

     Não faltou muito para o Luís meter a mão entre as calças do Pedro e ir verificar se o seu pau já se encontrava à sua disposição. E estava!...

o primeiro encontro

 

     Foi a vez de o Pedro ir verificar se o do amigo também já estava em pleno. E também estava.

Despiram-se apressadamente se beijaram e mesmo ali no sofá seus corpos pelados se uniram como nunca tinham estado.

     De repente Pedro ajoelhou-se e começou beijando Luís desde a boca até ao pénis como se o corpo dele fosse uma tábua de engomar e a sua língua fosse o ferro.

     Luís sentou-se e perguntou:

 

        - E se fossemos para o teu quarto.

        - É para já. Sempre estamos mais à vontade.

 


     Pedro levantou-se, pegou nas mãos do Luís e encaminharam-se para o quarto e atiraram-se para cima da cama. Ficarem numa posição de 69 e começaram beijando seus pirilaus hirtos e firmes quase a explodirem de prazer.

 

hamasutra homo em 69

 

 

     Naquela posição era novidade mas de felação o Luís já começava a estar farto e antes que explodisse fez a proposta derradeira:

 

        - E se experimentássemos outra coisa?

        - Queres fazer o que vimos no filme?

        - E tu não queres?

        - Talvez!... Mas quem vai ser o primeiro? Eu nunca fiz, e tu?

        - Já levei com uns caralhos e gostei. Queres experimentar primeiro?

       - Se fizeres com cuidado pois deve doer também vou experimentar.

 

     Para o Luís era aquilo que há muito esperava então saíram da posição do 69 e colocou o Pedro de barriga para baixo não sem antes molhando um dedo com saliva lubrificar o ânus do virgem pois sabia bem o que fazer.

 

copula homo

     Depois de estarem na posição correcta para maior lubrificação luís ainda fez com a língua uma anilingus começando por beijar aquela bunda gostosa e com mais saliva foi penetrando o ânus até entrar toda a sua língua depois com o maior jeito possível lá apontou o seu belo caralho que a pouco e pouco foi entrando naquele cú apertadinho. Pedro ainda se movimentou olhando para aquele caralhão já metade dentro de si. Estava a ficar louco de prazer primeiro com a língua do seu amigo e agora com aquele membro estranho, então de repente deu como um coice para cima e todo aquele pedaço de carne entrou repentinamente dentro de si. Ganiu de dor mas Luís deitando com o peso seu corpo nas costas de Pedro este sentiu-se mais aliviado da dor que com o movimento do Luís esta foi passando. Estava tudo consumado. A partir daquele momento não era mais virgem e o prazer era total.

     Para que nada ficasse por fazer Luís segurou e apertou o caralho do amigo ao mesmo tempo que dava aquela foda principesca punhetando-o. Ambos se movimentaram e se vieram ao mesmo tempo.

     Havia esporra por todos os lados. Nos lençóis e nas bebas do Pedro tal era a abundância que saiu um pouco daquele cuzinho gostoso.

     Foi uma foda que metia inveja a qualquer coelho que passados segundos atiraram-se para o lado exausto.

     Não ouve mais palavras durante vários momentos até que os pirilaus já flácidos o Pedro perguntou:

 

        - E agora?

        - Agora como não tens ninguém em casa, vamos mandar vir uma pizza para o jantar e depois logo se vê. Eu também quero levar com o teu caralho dentro de mim. Não queres?

       - Já agora! Para não te ficares a rir.

 

     Foi com este diálogo que se levantaram e foram tomar duche.

     Depois do duche reconfortante foi desligar o DVD que já tinha há muito terminado telefonaram para a Pizzaria e Pedro foi abrir uma garrafa de vinho branco e preparou a mesa mesmo na cozinha para a refeição.

 

O rapaz da Pizzaria

 

     Entretanto tocaram à campainha. Era o moço da pizzaria.

     Pedro foi abrir a porta e nem reparou que estava de Shorts e atrás de si o Luís na mesma condição com duas notas de vinte euros para pagar a despesa.

     O estafeta ficou um pouco assarapantado com o que estava a ver e comentou:

 

o estafeta da pizzatia

        - Está-se mesmo a ver que os seus pais não estão em casa!

        - Não!.. e este é um amigo que vai passar cá o fim-de-semana.

        - Você nunca viu dois gajos nus? – Comentou o Luís com as notas na mão.

        - Já vi e só tenho pena de não poder estar no meio.

        - E o que você faria no meio de nós dois?

       - Amigos!.. Estas coisas não são estranhas para mim. Posso voltar depois de sair do serviço e trazer umas cervejas e mais uma pizza.

 

     Luís ficou logo com água na boca perante aquela atitude do rapaz que até era bem jeitoso de olhos azuis e cabelo alourado e um pouco desgrenhado então aproximou-se dele e com uma mão meteu os euros numa algibeira e com a outra apalpou-lhe o sítio do pénis ao mesmo tempo que lhe segredava:

 

        - A que horas vens? Ou é só promessas?

        - Por volta da 22 horas se me deixarem tomar um duche.

 

    Pedro estava de boca aberta com tudo o que se estava a passar e lívido de vergonha com a desfaçatez do amigo. E só teve coragem para perguntar:

 

        - Que idade tens? Conheces os meus pais?

       - Tenho dezanove anos Chamo-me Jaime e também faço parte do coro lá da igreja. Já andei atrás do teu irmão mas o gajo não me liga alguma.

       - Pois! Ele já tem uma namorada.

       - Opa! Isso é só para enganar os teus pais pois sei que ele anda metido com o sacristão mas eu não tenho tido sorte.

       - Bem!.. Bem! .. Isso é uma história que logo nos vais contar.

       - Afinal posso ou não voltar logo à noite?

       - Cá por mim podes. Sei onde trabalhas. O responsável é aqui o meu amigo Luís que ao que parece é um exspert na matéria.

 

     Depois do Jaime se ter ido embora não fora aquela dica divulgando que o seu irmão era gay a amizade com o Luís teria ficado por ali pois tinha-se metido com o estafeta da pizzaria pois a seu ver todo o mundo iria saber das suas experiências sexuais e tomando em conta a forma como foi educado não seria o mais conveniente. Luís no entanto já experiente da vida descomplexada que levava com meia dúzia de explicações e uns beijinhos à mistura. A coisa ficou por ali.

     Jantaram foram para a sala ver o programa “A tua cara não é estranha Kid” da TVI.

     Ao que parece o Jaime também estava deserto de entrar naquela menage atroi e na hora apontada já estava tocando à porta com uma pizza e um pak de cervejas.

     Pedro foi abrir a porta ao mesmo tempo que no corredor comentava para o Luís:

 

        - Afinal de contas o gajo sempre veio.

        - Não acreditaste mas ficaste curioso.

        - Só fiquei interessado com aquela história do meu irmão.

        - É para que saibas que nós somos uma comunidade quase secreta. Há uns que se andam bamboleando por aí como os tais da sauna que nos fizeram os bicos e depois somos nós que gozamos a vida sem dar nas vistas. Somos os que temos mais sorte.

        - Quer dizer que já entrei nesse grupo secreto.         

        - Secreto para a comunidade e abertos para com quem temos interesse. Contrariamente somos homens como quaisquer outros. O meu amigo Nelson costuma dizer “Quando surge a oportunidade, na cama não há programa”.

        - E tu queres ser como ele?

        - O gajo é um bom vivam. Foi ele que me tirou os três. Tens de o conhecer.

 

     A porta abriu-se e lá estava o Jaime com as encomendas nas mãos e com um dos ares mais resplandecentes do mundo. Aqueles olhos azuis brilhantes e já sem o boné na cabeça mostrando aquele cabelo alourado e comprido bem tratado e de corpo atlético mostrando os bíceps por entre a abertura da camisa.

     Afinal de contas o Jaime até era um gajo porreiro e alegre sempre pronto a alegrar o pessoal com anedotas mais ou menos picantes misturadas com a s cerveja que tinha levado. Ainda petiscou um pouco da Pizza que já havia em casa ficando a que levou para petisco no fim do “trabalho” a que se prontificou fazer. Ainda esclareceu o Pedro das actividades sexuais do irmão com o sacristão, jovem também gay mas fazendo parte da comunidade secreta a que o Luís já se tinha referido. Para o Pedro foi uma novidade afinal de contas o irmão tinha começado mais cedo que ele nas ditas actividades.

     Já perto da meia-noite Jaime solicitou o ir tomar o tal duche prometido e foi.

     Entretanto Luís e Pedro ficaram na sala vendo um filma que estava a dar na TV e continuando bebericando cervejas.

 

     Não durou muito tempo quando Jaime apareceu chorts com tarjas com o logo da LGBT, que criou um certo riso entre os novos amigos.

 

Rapazes em brincadeiras de sexo

     Mesmo ali de pé foi o suficiente para os rapazes tentarem retirar-lhe os shorts deixando o pirilau à mostra que foi logo abocanhado pelo Luís, sempre mais atrevido enquanto o Pedro lhe apalpava o cú.

 

     Foi o inicio do verdadeiro menage atroi mesmo ali na sala ora no chão ora no sofá lá se foram envolvendo de corpos desnudos roçando seus pirilaus e beijando-se reciprocamente tanto nos lábios como naqueles corpos jovens e sedentos de prazeres.

 

        - E se fossemos para a cama? - Comentou o luís.

        - Vamos nessa! – Retorqui o Pedro. Como dono da casa fizeram uma fila indiana indo ele à frente o Jaime atrás dele e por sua vez o Luís.

 

     Malandreco e com mais experiência o Luís já de pau feito foi apontando o seu pau no cú do Jaime que não se fazendo escusado ainda deu o jeito pelo caminho para que aquele pau entrasse no seu corpo ao mesmo tempo que tentava meter no do Pedro. Mas não conseguiu, pois já estavam a entrar no quarto e atiraram-se para cima da cama com tal força que se não fosse de boa estrutura partir-se-ia.

 

 

gays em menage à tóis

      Sempre o mais atrevido, Luís de perna abertas e estando o Pedro deitado de costas sentou-se na piroca deste subindo um pouco aquele começar a socar com a boca o pirilau dele que entretanto colocava-se em posição para ser penetrado pelo Jaime que ia masturbando o Pedro.

     O que era quase impossível entre jovens daquele calibre os três sabiam controlar-se para gozarem o mais possível sem se virem como já tivessem grande experiência.

     No final de contas a experiência era de todos menos o Pedro que precisava de ser instruído para uma panóplia de soluções. Fizeram dele como é hábito dizer-se de gato-sapato. Foi comido de todas as maneiras e feitios até lhe perguntarem se estava a gostar.

 

        - Nunca pensei que em tão poucas horas descobrir o verdadeiro prazer das volúpias sexuais.

        - Ainda não descobriste tudo. – Disse o Luís.

 

     Foi a vez do Jaime colocando-o deitado de costas lhe foi abrindo as pernas e começar a penetrá-lo ao mesmo tempo que o Luís o fodia na boca enquanto deitado sobre ele chupava o membro dele.

 

     Agora sim estava tudo na perfeição. Foi a vez do Luís se deitar de costas e de pernas abertas em cima do Pedro ser este a meter-lhe seu membro ao mesmo tempo Jaime aproveitava a situação e também lho introduzia.

     Luís guinchou um pouco com aqueles dois membros metidos em seu cuzinho apertado mas certamente já com a experiência de levar com dois mangalhos ao mesmo tempo.

     Jaime aproveitou para o masturbar tão rapidamente que acabaram os três de se virem profundamente.

Risos e gargalhadas foram o culminar de tais prazeres ao ponto de cada um cair para o seu lado.

copula gey a tres

 

     Com toda aquela barafunda de prazeres e agarrados como o mundo tivesse acabado naquele momento nem se deram conta que as horas tinham passado e a noite de Domingo já tinha chegado e acabaram por adormecer.

 

Fim

 

Como bónus deliciem-se com este filme

Walang Kawala

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

               Nelson Camacho D’Magoito

                        (O Caçador)

             "Contos ao sabor da imaginação”

                  Para maiores de 18 anos

                      © Nelson Camacho
     2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Sexta-feira, 4 de Abril de 2014

Aconteceu um dia – II Parte

 

missal romano

Conto Longo e excitante

Ver a I Parte (Aqui)

 

     Lá em casa até no escritório do casal Mota havia um missal romano.

     Em dias de frustrações era habito ajoelharem-se junto ao missal rezarem e dizerem algumas passagens da Bíblia.

     Mas isto não era tudo. Na hora das refeições todos tinham que estar à mesa e de mãos dadas rezarem um pouco dando graça a Deus pela refeição recebida.

     Este casal era composto pelo próprio casal e dois filhos rapazes que eram criados à imagem da Santa e Madre Igreja.

     Desde pequenos que os rapazes foram habituados para além de frequentares a catequese todos os Domingos era ponto assente vestirem-se de fatos domingueiros e irem à missa lá da paróquia.

 

     Os anos foram passando assim como os estudos dos rapazes até que atingiram a puberdade e foram para um ginásio para tratarem do físico.

     O João começou a namorar uma colega lá da paróquia que estava inserida no coro da igreja e um dia foi apresentada aos pais que como seria de esperar ficaram todos satisfeitos até por a rapariga ser também apesar das suas cantorias ser uma moça temente a Deus.

     Já o Pedro dedicava-se mais ao cultivo do seu corpo e pelo menos três vezes por semana o seu poiso era no ginásio e nada de apresentar aos pais, uma namorada.

     Em um jantar onde foi convidada a Isabel – namorada do João – A conversa foi descambar na falta de outra menina lá em casa ou seja. Os Motas andavam preocupados com a vida do Pedro que só se interessava pelo ginásio e ainda não tinha falado se tinha ou não uma namorada.

     Pedro respondia sempre da mesma maneira:

 

        - Tenho tempo para me enforcar. Primeiro quero gozar a vida e quando aparecer a eleita logo se vê.

 

     O pai retorquia sempre

 

        - Mas nem uma namorada colorida?

        - Mas afinal andas muito à frente do tempo. Já sabes o que é uma namorada colorida?

 

     O irmão meteu-se na conversa.

 

        - Mas lá porque andamos na igreja o pai não sabe o que é uma namorada colorida?

        - Pois!... Já agora a Isabel é colorida? Ou é p’ra casar?

        - Não me digas que andas deserto que me case para ficares sozinho com as mariquices dos pais.

        - Que sabes tu da minha vida? Não preciso das mariquices dos pais, tenho-as lá fora.

        - Com que então as nossas papariquices e mariquices já não te bastam? – Atalhou o pai Mota.

        - Ó pai não vê que o gajo não há meio de arranjar namorada? Deve andar e receber mariquices dos colegas lá do ginásio.

       - Não sei porque mas já estivemos a falar melhor. Comentou o Pedro já irritado.

 

     Aquela conversa acabou por ali depois da intervenção da Isabel.

 

        - Vá lá!.. Não estejam a mandar farpas uns aos outros. Para que saibam eu e o João não somos namorados coloridos pois resguardamo-nos para quando casarmos.

     Todos se riram e a conversa ficou por ali.

 

A vida daquela gente continuou sem alarmismos.

 

     Aos domingos todos à missa sem o Pedro que a pouco e pouco foi-se afastando daquela prática com a desculpa que aos domingos de manhã tina natação.

 

     Um dia o pai Mota chegou a casa e informou que tinha aceitado irem numa excursão ao Senhor de Matosinhos e ficariam por lá. A informação foi bem recebida menos o Pedro que desculpando-se estar à porta dos exames precisava de estudar e não iria.

 

Nos entre tantos.

 

     Enquanto os últimos meses se iam passando o Pedro não só se tinha afastado da Igreja como dedicava todo o seu tempo a cuidar do físico praticando ginásio e natação. Nos balneários era natural andarem todos nus e o Pedro começou a olhar melhor para os corpos de alguns colegas de princípio para comparar o seu físico com os dos outros e mais tarde com maior atenção não sabendo bem porquê. Quando isso acontecia lembrava-se da educação que os pais lhe tinham dado e de acordo com a sua religião.

     Chegou a pensar que algo de estranho se estava a passar consigo pois admirar um corpo de homem seria uma blasfémia e quando isso acontecia rapidamente olhava para o lado.

     Ao que parecia ninguém ainda tinha notado a sua confusão a não ser o Luís um rapaz um pouco mais velho que quando notava os olhares do Pedro com a maior desfaçatez começava a masturbar-se olhando mais fixamente o que viria a ser seu amigo.   

     Um dia encontraram-se no bar do ginásio e começaram de conversa.

     O Luís já vivido nos meandros do sexo a sua conversa durante os quinze dias seguintes foi sempre no sentido de tirar nabos da púcara querendo saber que era na realidade o Pedro, como vivia e com quem e se tinha namorada e por fim a questão principal se ele tinha alguma coisa contra os gays. Quais a músicas e filmes que gostava enfim, a verdadeira conversa da treta para um engate cuidadoso.

     O Pedro lá foi contando a sua vidinha desgraçada que tinha começado numa igreja que os pais eram betos, Te tinha um irmão que já namorava e por vias disso os pais andavam a chateá-lo por ainda não ter apresentado nenhuma namorada.

     Luís logo durante aqueles quinze dias logo viu que havia ali algo para desbravar.

     Luís era um moço mais aberto para a vida e descomplexado não tendo problemas em casa. Fazia o que lhe apetecesse. Os pais deixavam-no à vontade desde os quinze anos que frequentava alguns bares e discotecas. Dizia ele que a mãe quando o pai punha alguns obstáculos com as suas saídas, ela dizia. (Oh homem deixa lá que ele não é nenhuma menina e não aparece em casa pranho).

 

     Naquele dia combinaram depois dos alongamentos feitos no ginásio não tomarem lá o banho habitual e iriam até uma sauna que o Luís frequentava que o Pedro aceitou o convite.

 

     Tudo aquilo era estranho para o Pedro. Havia gabinetes uns de porta aberta outros de porta fechada. Nada se vislumbrava lá para dentro pois estava escuro como breu até que viu dois homens saírem de um deles todos nus direitos a um local que depois viu ser um balneário com vários duches mas sem separadores, contrariamente aos do ginásio que tinha duches privados. Ali era tudo ao molho e fé em Deus.

     Havia também um bar com acentos forrados e algumas mesinhas baixas. Lá para o canto estavam dois rapazes em amena cavaqueira de tronco nu e só uma toalha cobrindo o sexo.

     Dirigiram-se para o vestiário e também ali a situação era diferente da do ginásio a que estava habituado. Luís despiu-se totalmente ficando como outros que se estavam também a vestir ou a despir. Pedro olhava para tudo aquilo com ar incrédulo e foi dizendo que não tinha levado calções.

     Luís atendendo à sua atrapalhação comentou:

 

        - É pá aqui não se usa roupa. O toalhão é o suficiente. Queres ver?

 

     Ao mesmo tempo que todo nu enrolou o toalhão que é fornecido pela sauna à cintura.

 

        - E ficamos com o pirilau a dar que dar?

        - Deixa estar que ainda vais precisar dele.

        - Como assim?

        - Não me digas que tens vergonha de mostrar o instrumento? Já o vi lá no ginásio e não é nada para deitar fora.

        - Porra não me digas que agora andas a olhar para o pirilau da malta!,,

        - Não me digas que nunca te despertou a atenção se o teu era maior ou mais pequeno que o dos outros.

        - Tás a gozar não?

        - Não estou nada a gozar, já te vi a observares os corpos da malta lá na natação e julguei que tinhas algum interesse.

        - Não me digas que julgavas que eu era bicha?

        - Longe de mim tal ideia mas que podemos bater uma punheta, julguei. Não me digas que estás incomodado e te queres ir embora!..

        - Não!.. Já que aqui estou. Vamos lá para a sauna.

 

sauna gay

     Por acaso o gabinete da sauna estava vazio e na penumbra como é hábito e sentaram-se lado a lado no primeiro degrau lá para o fundo.

                       

        - Que achas deste local?

        - Efectivamente nunca tinha frequentado uma sauna. O que me mete mais impressão é só haver homens.

       - Não é bem assim. Este pelo menos tem vários horários. Este por exemplo é só para homens mas há outros horários que são mistos e outros que são só para gajas.

        - Podíamos ter vindo nesse que é misto.

        - Não me digas que para engatar uma gaja é preciso vires a uma sauna com gajas.

 

     No entretanto desta conversa o Luís foi colocando uma mão na perna desnuda do Pedro que olhou para ele um pouco admirado.

 

        - Nunca te puseram a mão na perna lá no balneário?

        - Nem nunca estive assim todo nu encostado a um gajo.

        - Pois o meu pau com este calor já se começou a levantar e o teu?

 

     Luís ao mesmo tempo que fazia a pergunta retirou as toalhas que tapavam o sexo ficando o seu todo hirto à mostra e pegou no do Pedro que à medida que o ia manuseando também se ia levantando.

     Pedro olhou-o nos olhos com ar interrogatório. Luís aproximou-se mais e começou por beija-lo na boca. Não um beijo de cinema em que só se tocam nos lábios mas introduzindo sua língua na boca do outro. Alguns minutos daquele linguajar e masturbação recíproca foi o suficiente para Pedro nesta sua nova e primeira experiência começar a sentir-se bem e sem qualquer rejeição. Estavam sós o calor apertava cada vez mais e seus corpos foram-se juntando.

     De repente entra um casal, um pouco amaricados e um comenta:

 

        - Afinal o Luís já arranjou um novo namorado.

 

     Pedro Assustou-se e acabou por verificar que o amigo Luís já era habitué daquelas paragens e afastou-se.

 

        - Não queres hoje que te faça um bico? – Perguntou o que tinha comentado.

        - Eu por mim fazia um ao novato que parece ter grande. – Comentou o outro.

 

menage à tróis homo

     Não estiveram com mais meias-medidas ajoelharam-se frente a cada um deles e pela primeira vez o Pedro verificou o que era um bico. O seu pénis já estava a ser manuseado e a entrar na boca de um deles, enquanto o outro se entretinha com a felação ao Luís.

     Aquela novidade para o Pedro foi algo saborosa. Sem saber bem porque lá no ginásio e na piscina ao olhar para os colegas todos nus quando tomavam duche aquela lembrança em algumas noites na solidão do seu quarto vinha-lhe à memória e seu pénis começava a levantar-se e sem causa aparente batia uma punheta e ficava aliviado passando a dormir mais confortável. O que lhe estava a acontecer não era sonho mas a realidade e sentia-se bastante confortável.

     As felações acabaram e os ocupas daquele espaço depois de algumas risadas acabaram por sair ficando novamente os dois amigos sozinhos na escuridão da sauna e Luís perguntou:

 

        - Então gostas-te?

        - Se gostei?... foda-se!.. Parecia uma vaca a deitar leite. 

        - Sempre valeu a pena vires comigo à sauna! Queres ficar para outra sessão ou queres ir-te embora?

        - É melhor irmos

 

     Luís aproveitou a oportunidade para o acariciar e beija-lo e levantaram-se para se irem embora. Encaminharam-se para o duche. Não estava lá mais ninguém e também não disseram mais palavras.

 

     Já no carro do Luís este começou com algumas perguntas e convites a ficarem amigos:

 

        - Nunca esperaste por uma cena destas?

        - Quando me convidaste a esta cena estava longe que tudo isto acontecesse mas gostei.

        - Quer dizer que ficámos mais amigos e com um segredo entre nos?

        - É claro que sim! Olha o que seria se fosse contar o que se passou.

        - Então agora como vai ser?

        - O que vai acontecer daqui para afrente não sei mas que gostava de estar contigo novamente isso sim.

        - Nas nossas actividades desportivas as coisas vão continuar como se nada tivesse acontecido mas um dia podes ir a minha casa para curtirmos sem outros intervenientes.

        - É uma questão de combinarmos.

 

     E assim aconteceu por várias vezes mas nunca aconteceu mais nada que umas punhetas e umas felações sempre tudo um pouco à pressa pois os pais não tinham horário e podiam chegar de repente embora aquelas cenas se passassem no quarto do Luís e já tinha apresentado o Pedro como colega de escola e por vezes vinha até lá para estudarem (Diziam eles)

Segue a ( III Parte)

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Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

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Este Blogue é constituido por histórias Homo-Eróticas dedicadas a MAIORES de 18 anos. Os homossexuais também têm sentimentos, sofrem, amam e gozam a vida como qualquer outro sejam activos, passivos ou Flex (versátil). As fotos e videos aqui apresentadas foram capturadas da internet livres de copyrigt. Quanto aos textos, são de minha inteira responsabilidade ©. Não faça copy sem mencionar a sua origem. Tenham uma boa leitura e não se esqueça que o geral ultrapassa a ficção. Comente dem medos e não tenha preconceitos.
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