.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Terça-feira, 4 de Dezembro de 2007

O Meu Personal Trainer

O meu personal trainer

e quando me inscrevi no ginásio

 

Eu apresento-me:

Sou o tipo mais normal que é possível ser, (se há normalidades no ser humano em relação ao sexo), já entrei na fase dos “cotas”. Sempre tive várias namoradas e até cheguei a casar dos quais casamentos tenho dois filhos, não sou do tipo bonito ou feio mas simpático em toda a aparência, uma estatura mediana, olhos azuis, de aspecto jovial e um pouco extrovertido quando as ocasiões assim o exigem. Actualmente vivo só, o verão está a chegar e senti a necessidade para uma questão de manutenção do corpo, inscrever-me num ginásio que fica mesmo ao pé da minha casa.

A quando da inscrição, fui atendido por um mocetão ai para os seus vinte cinco anos com uma compleição física bastante interessante, fazendo-me lembrar os meus colegas do Lisboa Ginásio Clube quando frequentei este nos meus tempos de juventude. Para minha primeira informação e depois de me ter olhado de baixo a cima, disse-me que o melhor horário para mim seria o do fim de tarde, hora em que está menos gente e me podia atender mais convenientemente. Como actualmente tenho todo o tempo do mundo, pois a minha profissão actual é escrever e faço-o durante a noite (hora em que os neurónios estão mais solícitos para divagações literárias ou poéticas), resolvi aceitar o turno das 18 às 19 horas, o horário mais vazio.

Bem, vamos aos acontecimentos.

 

Depois das rotinas normais que fazia todos os dias, da passadeira, dos pesos e outros aparelhos, sempre acompanhado pelo meu personal trainer Mário, (o tal que me atendeu pela primeira vez) ia tomar banho, passando-me não sei porquê, algumas fantasias pela minha cabeça naquele vestiário, principalmente quando passava pelos chuveiros e lá estavam alguns moços que tal como eu, tinham escolhido aquele horário para manutenção física.

Num dos boxes com mais ou menos dois metros de comprimento e dois chuveiros juntos, cheguei a tomar banho com conjuntamente com algumas caras lindos tanto de compleição física como de aparência e outras formas também atraentes, (aquele ginásio era frequentado principalmente por jovens de classe social bastante boa, o que quer dizer, descomplexados, eu olhava, eles olhavam mas não passávamos dali) a minha mente de vez em quando entrava em parafuso e às vezes quando me encontrava sozinho tinha que bater uma punheta com a esquerda, que dá sempre a ideia que é feita por outra pessoa.

Nunca tive um pau assim muito grande, o normal, ou uma bunda (como dizem os brasileiros) grande e carnuda, mas também nunca imaginei dá-la a alguém, assim de pé p’ra mão, estava mais habituado a dar o “pau”, metendo-o em tudo o que tivesse buraco, cu, boca, vagina, entre mamas, ou simplesmente numas mãos que também dá muito prazer.

Porque o último turno de trabalho do Mário (o meu personal trainer) coincidia com a minha última hora de treino, um dia estava saindo do banho quando aquele entrou todo nu para o chuveiro, na altura, já não havia outro qualquer utente, perante aquela aparição, parei de repente e fui andando para trás assim como que vai a sair, mas não sai.

Voltei para o chuveiro e pusemo-nos à conversa, pois já nos tornáramos amigos. À medida que conversávamos íamo-nos mirando mutuamente, (eu para aquele corpo bem delineado e uma picha flácida que na minha mente já a via em riste) e ele não sei com que propósito. Não sei se ele se apercebeu mas parece que ambos estávamos sem jeito…       

Acabámos o banho, saímos, despedimo-nos e foi assim durante alguns dias, não tirando da minha mente aquele corpo, aquele cu e aquela picha que não sendo grande, pelo menos murcha, estavam a entrar nos meus sonhos todos os dias.

Comecei por ir tomar banho após os treinos em ultimo lugar (quando já não estava alguém) fazendo tempo para que o Mário chegasse. (durante os treinos nunca falamos de qualquer assunto que não fossem os planos de manutenção física)

Um dia, estava já no duche quando ele entrou novamente todo pelado e não sei porquê, olhando-lhe nos olhos, senti que algo naquele dia iria acontecer. Começamos mais uma conversa contando anedotas a certa altura ele disse que o ginásio iria fechar mais cedo e não havia mais ninguém, estávamos sós nas instalações.

Quase que tive um troço… tentei me controlar ao máximo para não ficar excitado, e como a vida é demasiado curta para seguir certas regras e como os chuveiros eram muito perto um do outro, coloquei-me de maneira a ficar com as costas viradas para ele.  

Pouco tempo depois ele disse: - pára de ficares de costas para mim pois ando com uma necessidade tremenda de ter sexo, já não estou com a minha namorada há uma semana e olhando para esse cu virado para mim, olha como já estou…

O pau dele já tinha crescido de tal forma que podia segurar uma bandeira, sendo uma picha normal, tinha a cabeça muito luzidia e apetecível de agarrar, mas como não queria dar-me assim de repente, ri-me um pouco descontrolado e fui dizendo: - É rapaz, o que é que quer fazer com isso? Ele me disse: - Você virado assim para mim, deixa-me assim. De imediato respondi: - Alto lá amigo, eu não sou nenhuma bicha, ao que ele respondeu: - Eu também não, mas se puder explorar seu cu, você não deixa de ser homem por isso, deixa-me só encostar minha picha pelo seu rego e logo me tira desta aflição, olha como estou? Estou quase avir-me.

Olhei para aquele pau completamente duro, fiquei hipnotizado com “aquilo”, ele insistia e eu disse: - Se for só roçar, tudo bem, mas não tente outra coisa. (eu estava a fazer charme porque o que me apetecia era mete-lo todo até às entranhas do meu ser) Então ele começou por me acariciar com suas mão no meu peito, enquanto ia roçando aquele pau gostoso pela entrada do meu cu que ao mesmo tempo ia apertando as nádegas para lhe dar a sensação que tinha penetrado um pouco. Suas mãos foram descendo direitas à minha picha que já não tinha mais para onde se expandir e começou por punhetar-me ao mesmo tempo que dizia: - então? Não é bom? Estás gostando? Eu naquele momento não tinha palavras, nada podia dizer em contrário e saiu-me: - sim! Faz-me gozar e goza também! Então aconteceu algo diferente, enquanto me punhetava com uma mão, com a outra, foi-se punhetando a ele próprio. Durou uns segundos até sentir no rego do meu cu o esguicho daquele leite que parecia atravessar-me o corpo pois eu também me estava a vir abundantemente.

Ambos estremecemos de prazer inesperado, colocamo-nos debaixo do chuveiro, olhamos um para o outro, rimo-nos, nada dissemos, acabamos o banho e cada um foi à sua vida sem outras quaisquer palavras.

Nos dias que se seguiram no ginásio, não trocamos palavras sobre o assunto e também não tomamos banho juntos, certamente o meu personal trainer estava embaraçado com a situação passada nos balneários.

Passou-se uma semana e um dia, o Mário disse que como não haviam mais alunos naquele dia podia-mos ficar mais um pouco e iria fechar o ginásio mais cedo. E assim foi, fiz mais um pouco de musculação enquanto ele foi fechar as instalações. Já todo suado e a pedir o banho do costume, peguei na toalha, desci até aos balneários, tirei os calções e os sapatos e fui até ao duche.

Mário entrou entretanto, e pela segunda vez aconteceu o que ele e eu esperávamos há tanto tempo.

 

O duche corria e mesmo ali debaixo daquela chuvada quente, nossos corpos se entrelaçaram numa esfregação apetitosa. Mantivemo-nos naquele propósito algum tempo, roçando nossas pichas, metendo-as alternadamente ou em conjunto entre nossas pernas. A certa altura ele disse: - Deixa-me comer-te esse cu tão gostoso, vais adorar sentir meu pau dentro de ti. – Estás mas é louco, disse eu, não vou conseguir meter essa coisa dentro de mim!: - Vais ver que te vai dar prazer e não dói nada! Insistiu ele.: - oh filho, essa é a conversa que normalmente digo aos outros, (respondi de imediato, mas ao mesmo tempo esperando que isso acontecesse) ao fim de tantos anos não me digam que vais ser tu o primeiro a comer-me?

- Não te preocupes, não te vou magoar e se não te vieres entretanto, podes fazer o mesmo a mim.

 Fiquei totalmente louco (de facto não era a minha primeira vez, mas nestas ocasiões, apetece fazer um pouco de charme), naquele momento, na realidade o que eu queria era ser comido e come-lo a ele mas tinha de ser tudo feito para que ele não desse por isso e pensa-se que ia desflorar um cota.

Ele insistiu: - Vais ver que vai ser bom, coloco um pouco de gel, tu relaxas-te e vais ver quanto é bom sentir uma picha gostosa como a minha dentro de ti. (isso sabia eu, eu só queria era que ele me deixa-se comer-lho o cu também).

Está bem! Mas tens de prometer que posso também experimentar.

Enquanto eu dizia isto, já ele tinha besuntado o seu pau e com os dedos ia colocando um pouco de gel, no meu buraco que já latejava de prazer.

Quando aquela cabeça se encostou no meu rego e começou a forçar para dentro, apertei as nádegas e disse para parar e ele ficou ali parado, somente com a cabeça metida. Suas mãos afastaram minhas nádegas, tentou penetrar mais um pouco, eu relaxei-me e aquele pau rijo foi invadindo meu ser, enquanto suas mão me iam acariciando o meu pau, solicitando ao mesmo tempo que não me viesse, estremeci todo, empurrei meu corpo para ele e aquele caralho gostoso ficou totalmente fazendo parte de mim mesmo. Entrámos no jogo do mete e tira sem nunca tirar na realidade. Durante segundos não disse nada, mas ele sim! - Que coisa mais bela que pode existir? Dás muito mais prazer que a minha namorada.

Mas qual namorada, qual quê, sabia por experiência própria que relações daquelas entre homens se conseguia ir à lua de prazer, principalmente se o fosse de mano a mano.

Seu pau rijo que nem um pau mesmo, ia fazendo sua função de dentro para fora. Por vezes era Sá a cabeça que penetrava, depois empurrava e lá entrava todo, enquanto eu o ia fodendo também apertando o meu buraco como que lhe queria cortar aquela cabeça grande pela glande. De repente senti o escorrer daquele leite por mim a dentro, ele estremeceu todo, suas mãos apertaram meus seios e assim ficámos alguns momentos. Aquela picha boa e grossa foi murchando até ficar flácida e só depois a retirou de dentro de mim.

Abraçámo-nos beijámo-nos e assim, frente a frente, ele foi-se baixando e de joelhos começou a mamar o meu caralho que ainda se encontrava rijo. Agarrei-lhe na cabeça, movimentei-a e com uma mão fui apertando o seu queixo para mais pressionar minha picha. Fodi aquela boca gostosa durante alguns minutos, até que o seu pau deixou a flacidez e voltou a ficar grosso e em riste, começou a punhetar-se, levantou-se, beijou-me vorazmente e de repente virou-se encostando seu cu na minha gaita.    

     Punhetei-me um pouco para lhe dar maior rigidez e como tinha estado a ser toda lambida, estava ponta a para a sua função.

 

Apontei direito aquele buraco que pulsava tal boca de peixe à espera de engodo. Comecei por meter a cabeça devagar, afastei-lhe aquelas nádegas musculadas e carnudas e o resto foi só empurrar, penetrando todo sem grande dificuldade e sentindo meu caralho a inchar cada vez mais dentro do seu cu. Comecei por bombear devagar tornando-se cada vez mais gostoso… ambos gemíamos tal puta de rua daquelas que fingem, mas nós estávamos com um prazer daqueles que raramente se tem. Abracei-o com toda a força, minhas mãos foram até ao seu pau que estando novamente murcho, começou a endurecer, punhetei-o ao mesmo tempo que o fodia apressadamente. Guinchámos de prazer e assim nos viemos ao mesmo tempo.

Afinal aquele machão fez-me feliz e nunca cheguei a saber o que mais me dava prazer, se o seu cu maravilhoso se o seu caralho lustroso.

Cada vez que fodiamos era uma estranha sensação, quando ele me fodia, gemia como macho pegando sua fêmea e eu quando lhe dava o troco gozando aquele cu rijo e musculado sentindo meu pau inchar dentro tinha guinchos de prazer como raramente tivera. Havia uma perfeição tão grande naquele relacionamento que nos transformamos num dois em um.

Durante várias semanas demo-nos um ao outro várias vezes, o ginásio vai fechar para férias, mas já combina-mos quando reabrir volto para a manutenção. Ele prometeu-me que me vai por elegante, pois vamos experimentar vários aparelhos de manutenção e várias formas de foder, pois entretanto vai deixar a namorada e guardar todo o tempo para mim.

 

Vamos ver se é verdade e se vou ter para o fim do verão um personal trainer , mesmo privado.

 

O Caçador

 

sinto-me: com falta
a música que estou a ouvir: saudade, saudade
publicado por nelson camacho às 18:54
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5 comentários:
De Joka a 6 de Dezembro de 2007 às 03:24
Posso saber onde é esse ginásio? ou é tudo treta?
Se é tens muita imaginação, se é verdade és um ganda surtudo. Dis-me dis-me onde é. Há umas manas que já andam aflitas com as tuas histórias. Andam cheias de inveja.
O teu outro blog também tem uma ganda pinta.
Vai escrevendo mais. Já é tarde, vou deitar-me só.
Um amigo do Finalmente.
Aparece por lá, ou não sabes onde é?


De Zézé a 13 de Dezembro de 2007 às 12:54
Ó Joka, eu nunca vi no Finalmente este tipo. Quanto às manas elas tem é vergonha de não aparecerem mais nestes comentários, porque sabem bem o que fazem, só que não é com estes prdicatos que aqui este tipo descreve. Defacto o Nelson é um sabidão.
Vamos convida-lo publicamente a aparecer no Finalmente.
Zézé


De João a 2 de Janeiro de 2008 às 00:14
Lol

para quem se dedica à escrita, era desnecessário o chorrilho de erros ortográficos, bem como escrever partes do texto em português e copy/paste outras partes de algum site brasileiro...


De nelson camacho a 4 de Janeiro de 2008 às 19:12
Em resposta a este seu comentário vá até ao meu post " MEU CARO JOÃO" e depois diga mais se lhe aprouver .
O Caçador


De Poly a 12 de Janeiro de 2011 às 14:32
Poxa meu fiquei bem excitada chegue a gozar so lendo


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