.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Ela tinha um filho I

Ela tinha um filho, e que filho I

O encontro

 

Há momentos na vida, não se sabe bem porquê, que deparamos com as situações mais inesperadas principalmente quando se trata de sexo.

Um dia, numa festa VIP, em que é presença habitual gente bem e outra não tanto, que são os penetras, há sempre alguém que por fora são uma coisa e por dentro outra, vivendo uma vida dupla e ninguém é de ninguém, que conheci a Cármen.

A Cármen era uma rapariga que frequentava o Jet-Set sempre acompanhada por um filho ai para os seus dezoito anos que normalmente se metia a um canto, pois não haviam outros da sua idade.

Rapariga divorciada, bastante atraente e com uma beleza estranha. De aparência nova, muito bem vestida e decotada, tanto na frente por onde se vislumbrava a metade dos seus seios rijos e apetitosos, nas costas o decote ia até à cintura não se visualizando qualquer traço de alças ou soutiens.

Dava de tal forma nas vistas que todos os homens reparavam nela, mas eu fui talvez o mais atrevido.

Peguei num copo e dirigi-me a ela: - Não nos conhecemos já? Perguntei! Olhou para mim de alto a baixo e disse: - só se for da televisão, não sendo actriz, de vez em quando faço “umas pontas” em telenovelas e você? Quem é?

Eu não podia dizer que era uma grande vedeta, pois já tinha passado o meu tempo e fiquei-me por dizer que também fazia alguma figuração especial em filmes estrangeiros e ultimamente menos em telenovelas.

Eu sou a Cármen! Disse ela. Eu sou o Nelson, adiantando por graça, se não era a Cármen da ópera de bizet. – Rindo-se, não, não sou a de bizet mas olhe que tenho uma vida muito parecida. – Pelo menos não morreu de amores como a dita. É uma das óperas que mais adoro, talvez por já ter cantado nos coros do São Carlos nos tempos idos e mais recentemente ter feito figuração especial numa companhia alemã que veio a Portugal dar dois espectáculos no Pavilhão Atlântico. - Há! Disse ela, então você é uma pessoa ligada à música e só pode ter bom gosto. – Bom gosto é o que não me falta! Eis a razão porque me meti consigo. – Lisonja sua retorquiu ela, você deve é ser mais um dos machões engatatões que aparece nas festas mortinho por levar alguma menina para a cama.

- Cármen, não tenha esse conceito de mim, assim de ânimo leve, olhe que até nem gosto de menininhas que têm a mania que já são mulheres, prefiro mulheres mais adultas pois têm mais experiência da vida e não são malucas à procura de poiso certo tanto monetariamente como socialmente.

- Não há dúvida que você tem uma grande conversa, mas tudo bem, isto aqui está uma pasmaceira mas sempre vamos conversando.

- De facto isto não dá nem para começar, andam todos a fazerem-se aos fotógrafos a ver se aparecem numa das revistas como eu digo, do diz que disse. E se fossemos até um bar mais calmo para começarmos a conhecermo-nos melhor?

- É boa ideia, vou só tentar encontrar no meio desta multidão o meu filho e dizer-lhe que vá de táxi para casa.

- Não sabia que tinha um filho?

- É verdade mas já lhe conto.

Enquanto a minha nova amiga ia procurando o rebente, que na altura, não conhecia nem sabia a sua idade, fui dando voltas aos neurónios e a minha bi-sexualidade estava a dar um nó e o machão que há em mim, estava já pronto ao ataque, o que queria naquela altura era vir-me, pois o cacete já estava a dar saltos.

O Caçador já estava è espreita e esperava por uma noite bem passada, e só isso, mas as coisas complicaram-se.

Entretanto a Cármen voltou toda sorridente dizendo que já tinha resolvido o assunto e podia-mos ir até ao tal bar.

Saímos e fomos até um dos bares com música ao vivo que existem ali para as docas.

Tivemos um pequeno problema para saber em que carro iríamos, como bom cavalheiro, prontifiquei-me em levar o meu mas ela insistiu. – Sabe? Não gosto de ser conduzida por outras pessoas e o melhor, é deixar o seu, e mais tarde passamos por aqui.

Assim foi, o segundo problema estava resolvido.

 

 

Quando chegámos, fomos logo para o quarto, atirámo-nos para cima da cama e fomo-nos despindo, enquanto nos beijávamos. Ela já estava toda nua, tinha um corpo esbelto, tudo no sítio, aquelas mamas nem grandes nem pequenas pediam que as aperta-se lado a lado e criasse um rego como o de um ânus se tratasse e ali metesse meu pau que já se encontrava hirto e duro, como diz o outro, e lambuzasse seus seios.

A visão daquele corpo era algo de belo, e naquele triângulo perfeito e escuro desenhado na pele bronzeada adivinhava-se uns lábios de apetecer trincar.

Também já tudo nu, fui até aquele triângulo apetitoso e já molhado, metendo os dedos entre os lábios genitais acariciando-lhe o clítoris. Ela agarrou-me a cabeça com mais força e inclinou-se para a frente para a frente, enquanto eu metia um dos mamilos na boca, chupando-o com a ponta da língua. Percorri minhas mãos pelo seu corpo e encontrei a abertura da vagina, com o dedo indicador penetrei-a lentamente, iniciando um movimento de rotação e de gozo dentro dela.

Depois de algum tempo a mamar naquele clítoris que mais parecia uma picha das pequeninas, fui subindo seu corpo, parei nos bicos das mamas, apertei-as e minha língua foi linguarejando aquele canal que se formou entre as duas tetas, Cármen guinchava de prazer, puxou-me pela cabeças e nos beijamos ardentemente, meu pénis, rijo como uma pedra, foi penetrando por aquela vagina que ela a contraia para dar a impressão que estava apertadinha, mas não conseguia, era tipo “Arco da rua augusta”, onde todo o mundo já tinha entrado, mas naquele momento estava-me nas tintas. Queria era vir-me. Minhas mãos saltaram-lhe para as tetas apertando-lhe os bicos e beijando aquele rego entre mamas.

 De repente ela com as duas mãos foram puxando minha bebas para que enterra-se o mais possível meu pénis em sua vulva pulsante de prazer, ao mesmo tempo, com um dedo anelar começou a deambular meu buraco do cú até que o meteu todo. Gritei de prazer e comecei a bombear mais freneticamente aquela vagina saborosa.

Julgando ela que o meu grito tinha sido de dor e não de prazer, perguntou-me:

- Aleijei-te? Nunca tinhas experimentado? Todos os homens com quem tenho relações gostam e tem prazer! E tu?

  Eu não podia dizer que meu cú já estava habituado até a outras coisas melhores, quanto mais a dedos de mulher, e respondi:

   - Não, simplesmente é estranho, doeu um pouco mas o meu pau ficou mais grosso ainda, agora gostava de experimentar também o teu cú, não com o dedo mas com minha picha que vais gostando.

- Mas não é necessário pedires, fode-me como quiseres sou toda tua, tu és ó homem que há muito esperava.

Tirei minha picha daquela cona sedenta, agarrei-lhe as pernas, afastei-as e mesmo ali de frente meu pénis lá foi à procura daquele cú de bebas apertadas que com minhas mãos ainda mais apertava para que tudo se realizasse a contento. Meu pau sentia o aperto daquele cú de mulher e ela sentia meu pau por ali acima. Seus dedos foram à vagina e enquanto eu me vinha loucamente ela ia-se masturbando. Assim, atingimos o clímax total.

Eu já nada mais pude fazer, deitei-me para o lado como o coelha faz quando vai ao pito da coelha e adormecemos.

Seriam umas oito da manhã quando o despertador tocou, acordei e verifiquei que ela estava deitada em concha com o cu encaixado na minha frente e certamente inconscientemente o meu pau estava teso que nem um carapau, movimentei-me de forma tentar meter-lhe e cabecinha naquele buraquinho. Ele mexeu-se, voltou-se para mim e disse que era hora de se levantar, pois tinha de ir abrir aloja. Assim fez. Levantou-se e foi direita ao banheiro, e eu fiquei ali com uma tesão dos diabos. Quando voltou, trazia o corpo envolto numa toalha grande assim como o cabelo, começou a vestir-se enquanto ia dizendo que eu podia ficar até ela voltar, que tomasse o pequeno-almoço e lá para a uma da tarde fosse acordar o filho para combinarem o almoço, pois só voltaria lá para as seis da tarde.

Veio junto a mim, deu-me um beijo, apalpou-me a gaita, riu-se, afastou-se e enquanto se afastava foi dizendo para eu descansar e retemperar as forças para a noite.

 

 

 

 

 

Assim fiz! Peguei numa revista e comecei a ler.

 Seriam ai umas dez da manhã, já estava farto da leitura e com alguma fome, levantei-me e fui tomar um duche.

 

 

 

 

 

 

 

Bem, o que aconteceu a seguir, você só pode saber se ler o meu post seguinte Ela tinha um filho II “

 

                                        

O Caçador

(O próximo episódio é especial)                                     

sinto-me: bem, bem,bem
a música que estou a ouvir: A Mulher do Outro
publicado por nelson camacho às 05:20
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