.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Domingo, 8 de Janeiro de 2012

Dia de aniversário (Parte I)

convivio gay

O meu novo amigo Carlos

 

Naquele dia o Mário fazia anos e todos nós por causa da Troika estávamos tesos e não podíamos como nos outros anos fazer-lhe uma festa em qualquer bar e como era sábado não havia escola para uns e trabalho para outros e também como éramos oito, também não podíamos ir para casa dele pois éramos só rapazes e os pais festas sem raparigas e tantos não podia ser, então resolvemos ir para minha casa que era o mais velho e vivia sozinho portanto com condições para albergar tanta malta. Já todos a conheciam por várias vezes, menos o Carlos que era o mais novo daquele grupo.

Combinámos, uns levavam cervejas, outros frangos para o churrasco, e outros batatas fritas, hambúrgueres e frutas várias. Eu dava o vinho e todo o resto necessário para a festa.

O Pedro que era o mais atrevido e já lá tinha estado em outras festanças disse logo:

- Eu levo uns filmes que tenho escondidos em casa e três garrafas de champanhe para alegrar a malta.

Quando ele falou nos filmes que tinha escondidos em casa por causa dos pais, vi logo que deviam ser filmes porno e alertei-o: - Vê lá o que levas que o Carlos é novo no grupo e pode não aceitar bem a ideia.

- Ora! Ele é um puto giro e de ideia abertas e já tem dezanove anos. Só tem que se habituar à vida e se quiser vê se não quiser não vê! São filmes para vermos no teu quarto que é grande e nós fechamos a porta.

- Tá bem sim! Vê lá o que fazes, não vá o puto pensar que somos todos tarados, e estragar a festa ao Mário, mas isso é contigo.

 

Naquele sábado, por volta da uma da tarde lá foi chegando a malta. Até levaram serpentinas e confétis. Eu entretanto já tinha acendido o carvão da churrasqueira e colocado chouriços a assar. O quintal estava muito giro com Chapéus-de-sol, espreguiçadeiras e umas mesinhas também compostas com alguns aperitivos e garrafas de vinho tinto e branco. Dentro de casa, no salão também não faltavam tacinhas com bombons e uma mezinha com fluts para o champanhe e um grande bolo de aniversário com vinte e cinco velas.

A malta lá foi entrando cada um com o seu saco de compras que foram depositando umas coisas na cozinha e outras no quintal.

O Pedro como já se esperava, trazia um saco com os DVDs que foi colocar no quarto em cima da cama e uma caixa com morangos e uns pacotes de natas ao mesmo tempo que ia dizendo:

- Meus amigos!.. Para a cozinha foram os morangos e as natas para degustar nossas bocas e para o quarto foram uns filmes para alegrar os olhos de quem quiser. Como já conheço a casa e os hábitos do dono já fiz a minha primeira obrigação. Quanto à prenda do Mário está no carro e só lá vou buscar à noite pois é surpresa e vocês são uns Kuskas e não teem nada que ver antecipadamente.

Todos os outros lá se foram distribuindo pela casa começando por bebericar e petiscar aqui e ali.

O sol estava bastante quente e quando começámos a comer já toda a malta estava em tronco nu. Alguns até tiraram as calças e ficarem com os boxers.

Felizmente que não contamos a nenhuma das nossas amigas aquele evento, pois algumas que já conheciam a minha casa eram capazes de aparecerem de repente e iriam julgar que se tratava de algum bacanal entre homens e ficávamos todos mal vistos.

Naquele dia era só para curtirmos à nossa maneira sem “galinhas” como dizia o tal Pedro o mais atrevido da festa.

Conversamos e disputámos ideias sobre os mais diversos assuntos e até gozámos com o Carlos que talvez por não estar habituado às nossas festas ainda se mantinha vestido. Face a esta atitude, o Jorge, este também bastante desinibido a certa altura dirigiu-se ao Carlos com um uma taça de vinho branco, fez menção de a despejar cabeça a baixo dizendo-lhe:

- Olha Carlitos não tens calor ou não queres mostrar à malta o corpinho? Aqui só mostramos o corpo e mais nada, não tenhas medo que ninguém te come. Hoje é só a aniversário do Mário e não nenhum bacanal.

O Carlos que nunca se tinha metido numa destas andanças, ficou um pouco envergonhado e baixou a cabeça sem coragem de nada dizer.

A malta que estava a observar a situação começou a dizer:

Despe…. Despe… Despe… Despe-te maricas… Despe… Despe… Despe-te maricas…

Oh malta não é nada disso, é que eu não uso boxers como você mas sim slipes e não me sinto à vontade.

Perante a situação caricata que estava a atrapalhar o rapaz, fui em seu socorro dizendo-lhe se é por causa disso eu empresto-te uns boxers ou uns calções. Anda daí, peguei-lhe num braço e encaminhei-o ao meu quarto para lhe emprestar o que quisesse.

Enquanto atravessava o quintal o Zeca, outro atrevido que já tinha estado em outra situação idêntica, com ar de sacana lá foi dizendo:

- Pronto!... Lá vai o Caçador!..

Todos se riram pois sabiam muito bem que o Zeca tinha uns ciúmes imensos de mim.

   Diz-se que homem sério não tem ouvidos e lá levei o Carlos ponde-lhe um braço por cima dos ombros. Quando passávamos no corredor a porta do escritório estava aberta e despertou a atenção do Carlos as estantes com tantos livros. Parou, olhou e entrou e disparou:

– Mas tens tantos livros? O que fazes na realidade?

- A minha paixão é os livros e a música, Desde Fernando Namora até Aquilino Ribeiro ou uma Ópera desde Madame Buterfy de Puccini até o Barbeiro de Sevilha de Rossini ou ainda quando faço amor na penumbra do meu quarto, um concerto para piano de Chopin, devoro tudo.

- Eu também gosto de ler e ouvir uma boa música e tens esses discos? Agora fazer amor ao som de Chopin ainda não experimentei! Deve ser agradável!

- Pois é!

- Posso ver a tua colecção de livros e discos?

- Claro! Talvez não tenhamos é tempo de te mostrar tudo. Aquela malta se demorarmos mais, ainda vão gozar com a gente. Um dia destes combinamos e vens cá jantar e mostro-te tudo. Tá bem?

-Okey. Parece-me que temos os mesmos gostos embora tenhamos uma diferença de idade um pouco notória, mas gosto de conviver com mais velhos do que com putos da minha idade, sempre se aprende alguma coisa. Vamos lá então emprestaras-me uns calções.

 

A coisa ficou por ali!

Só não ficou para o resto da malta, porque demoramos um pouco e conforme eu tinha dito fartaram-se de gozar connosco quando entramos no quintal já com o Carlos com uns calções muito curtinhos. Começaram em tom de gozo cantando, alterando um pouco a canção “Os Vampiros” do José Afonso “Ele comeus todos, ele comeus todos e não deixa nada”

Foi gargalhada geral. Pois já todos, não sabendo uns dos outros, já tinham passado pelo Caçador. Contavam-se histórias mas nunca ninguém assumiu que uma delas se tivesse passado com eles. Era como uma sociedade secreta. Todos brincavam mas ninguém apontava o dedo.

 

Com todas estas andanças, bem comidos e bebidos começou-se a falar sobre que filmes iríamos ver.

Desta vez foi o Santos que alvitrou:

- Eu cá por mim ficava aqui a apanhar os restos do sol, e continuar a beber uns copos. Se quiserem também podem por um filme daqueles que não chateia ninguém.

O aniversariante que estava de amena cavaqueira com o Paulo disse logo:

- Nós vamos para o salão ouvir um pouco de música.

- Olhem meninos eu já estou com uma pica dos diabos e vou para o quarto ver uns filmes que trouxe. Quem me quiser acompanhar é sempre bem-vindo. O Nelson não se importa até se tiver de fechar a porta.

-Oh pá! Vocês estão em vossa casa e façam o que quiserem. Quando chegar a altura também alinho. Para já vou até à cozinha para preparar os morangos do Pedro e o bolo para cantar os parabéns ao nosso amigo Mário que já está meio groge e na converse ta com o Zeca.

 

Fiz o pequeno-almoço ao meu amigo gay

Estava na cozinha a preparar umas tacinhas com morangos cobertos de chantilly quando entrou o Carlos com umas garrafas de cerveja perguntando se tinha um saca-rolhas ao mesmo tempo que dizia: - E pá, há ali uns tipos que conseguem abrir as cervejas com o destes mas eu não consigo…

- É verdade! Há tipos que fazem tudo com os dentes, eu também não consigo. Tens naquela gaveta, um abre-latas que também abrem cápsulas. Vê se te ajeitas com ele que eu estou para aqui atrapalhado com o chantilly que nunca mais fica consistente.

 

   Assim fez o Carlos, abriu a gaveta indicada, pegou no abre-latas talvez por não ser o mais indicado para cápsulas de cervejas, quando tentou abrir a dita, deu um pequeno golpe num dos dedos começando logo a verter um pouco de sangue derivado ao golpe.

 

- Porra!.. - Gritou o Carlos - Isto de sangue com cerveja é capaz de se bom!.. Tens aí água oxigenada?

Olhando para a aflição do Carlos. Com a cerveja saltando da garrafa com grande fúria ao mesmo tempo que o sangue escorria esguichando do dedo do rapaz, lá fui dizendo:

- Epá! Também não é nada de aflição. Não tenho água oxigenada mas há uma coisa melhor que me ensinou minha avó. – Dirigi-me a ele, peguei na sua mão e meti seu dedo na minha boca chupando durante algum tempo todo o sangue que dele escorria até não deitar mais.

Enquanto o fazia, olhamo-nos nos olhos. Ele com ar de desconfiado e eu admirando aqueles olhos verdes que brilhavam debaixo de uns cabelos louros – tipo gaifanas – que vinham desde um pouco a baixo na nuca, tapavam as orelhas e vinham morrer por cima daqueles olhos brilhantes de pálpebras enrugadas denotando-se perplexidade pelo que estava a acontecer.

Esta situação durou um ou dois minutos. Eu continuando a sugar-lhe o sangue como fosse um vampiro e ele com um ar de espanto mas sentia-se aliviado.

Quando deixei de lhe chupar o dedo, já não havia réstia de sangue.

Foi a vez do Carlos dizer:

- Afinal a tua avó tinha razão! Foi melhor que a água oxigenada. Já não há pinga de sangue.

- É verdade! Uma chupadela em determinadas ocasiões é capaz de fazer milagres. - Disse eu –

Entretanto entrou da cozinha o João perguntando:

- Então onde estão os morangos e a cerveja?

Olhando para nós e vendo que se passava qualquer coisa nos nossos semblantes.

- Não me digam que estiveram os dois batendo o chantilly ou qualquer outra coisa.

O Carlos um pouco atrapalhado foi dizendo:

- Mas que qualquer outra coisa? Simplesmente cortei o dedo a abrir uma garrafa e o Nelson esteve a chupar-me o dedo para fazer para o sangue.

- Pois sim!.. agora tens que o chupar a ele. Olha que ele não dá ponto sem nó…

- És parvo ou quê? É verdade o que aconteceu. Não estejas para ai com ideias perversas. Isso deve ser pelos filmes que vocês estão para aí a ver…

- Pois sim!.. Tábem sim tábem!.. – E revertendo tudo o que se tinha passado, foi para a sala contar à malta que eu tinha estado a chupar o dedo do Carlos com o chantilly.

A malta que queria era galhofa quase todos em uníssono, lá foram dizendo. – Mas eu também quero!..

Ao mesmo tempo que eu e o Carlos entravamos na sala com as cervejas e uma bandeja com os célebres morangos em várias tacinhas, todos de rompante olharam para nós e lá tivemos de explicar o que tinha acontecido na realidade.

A malta estava toda espalhada pelos cantos todos de olhos postos nos filmes que estavam a ver.

Naquela altura na sala via-se o filme “O Segredo de Brokeback Mountine” no quintal “ Stree Race” e no quarto “ Beachs Boys”. Era para todos os gostos.

Gays a caminho da praia

Perante tal situação, e como não estava para me meter naquela confusão de filmes propus-lhe ir até à biblioteca para conversarmos um pouco.

Assim fomos como sabia que o Carlos nunca tinha alinhado em festas destas e como ele demonstrou interesse nos livros e nos discos, fui-lhe mostrar o que tinha e o que fazia.

Mostrei-lhe o meu canto de escrita, ou seja, onde trabalhava nos meus contos, histórias e criticas que publicava em vários sítios.

Sentei-me no cadeirão frente ao computador e como este é largo, ele sentou-se também nele ficando um pouco apertadinho com uma beba em sina de uma das minhas pernas, e assim lhe fui explicando o processo de escrita e como procurava notícias fresquinhas nos jornais portugueses e estrangeiros na internet.

As noticias sim! Eram fresquinhas mas os nosso corpos não! Ainda estávamos eu de boxers e ele de calções ocasionando que meu peito se encostou às costas dele que com o movimento dos braços que o rodeavam para teclar iam fazendo alguma fricção nas suas costas, enquanto ia sentindo algum desconforto no meu pénis pois cada vez ia estando maior e quase a saltar para fora dos boxers.

O Pedro sentiu mas não disse nada somente se mexeu um pouco.

Não aguentei mais e minhas mãos deixaram o teclado do computador e foram-se poisar no seu pénis ainda flácido.

Ele virou a cabeça para mim, olhou-me nos olhos e calmamente sem qualquer ressentimento atirou: - Não sei qual é a tua ideia mas eu não sou maricas!

Retirei minhas mãos de cima do seu pénis, agarrei sua cabeça e aproximei-a mais da minha e enquanto aproximava meus lábios dos seus, antes de o beijar respondi:

- Mas eu também não sou… mas estou com uma vontade tremenda de te beijar! E assim o fiz.

Foi um beijo como há muito não sentia resposta tão pronta e tão delicioso. Nossas línguas baralharam-se em nossos bocas nosso lábios mordiscara-se assim como nossas línguas sedentas de tanto carinho.

Ficamos assim durante algum tempo até que nos afastamos e ele disse: - E agora? O que é que eu faço? Já beijei algumas raparigas e é a primeira vez que meu corpo treme e sinto algo de especial que não entendo.

Percorrendo minhas mãos pelo seu corpo meti-as por dentro dos calções e fui encontrar um pénis grande, hirto, viçoso e latejando de tal forma que de dentro dele já começava a sair um pouco de leite branco e viscoso solicitando que o chupasse.

Agora?  Disse eu!: - Lembras-te quando na cozinha te feriste no dedo e a solução foi ter-te chupado o sangue e tu fiaste admirado eu disse que “Uma chupadela em determinadas ocasiões era capaz de fazer milagres” ! Pois aqui vai mais um milagre.

Rodopiei, ajoelhei-me frente a ele, baixei-lhe os calções e meti na minha boca aquele caralho ainda virgem nestas andanças. Ele freneticamente segurou minha cabeça e movimentou-a num vai e vem constante ao mesmo tempo que meus lábios percorriam todo aquele cacete mordiscando aquela glande e penetrando cada vez mais aquele pau gostoso até ás minhas campainhas. Meu pénis saltava de alegrias procurando algo para também penetrar mas só tinha o tecido dos boxers por onde sua cabeça roçava.

De repente, daquele caralho gostoso do Carlos saiu como um jacto da água de uma mangueira de bombeiros milhões de espermatozóides todos muito juntinhos transformados em leite viscoso tipo leite condensado que engoli todo ao mesmo tempo que sem tocar na minha gaita esta se vinha também abundantemente. Ambos trememos de satisfação continuando a chupar e absorvendo todo aquele néctar que pelo seu sabor se adivinhava virgem.

Pusemo-nos de pé e nos beijamos ardentemente transportando ainda algum daquele néctar à procedência original.

Ainda estávamos naquela de pensar no que tínhamos feito quando o Pedro bateu à porta dizendo que o filme já tinha acabado. Abriu e denotando que algo tinha acontecido com o seu ar malandreco já conhecido atirou:

- Então nós é que estivemos a ver um filme porno e vocês é que se portaram mal! Eu também queria mas não tive sorte alguma. - Piscando-me o olho – Então tiraste a virgindade ao puto?

O Carlos um pouco atrapalhado retorquiu logo: - Não aconteceu nada entre nós, mente perversa.

- Tá bem… Tá bem… Logo me dás isso! Julgas que não sei o que a casa gasta? Vá lá despachem-se que vamos abrir o bolo e cantar os parabéns ao Mário. Entretanto vou vestir-me e vou ao carro buscar a minha prenda.

 Todos nos começámos a vestir enquanto o Pedro foi ao carro.

Agora também eu vou descansar a mona e os dedos e amanhã volto aqui para contar o resto do que se passou naquele dia de anos do Mário.

 

Próximo capitulo já a seguir

 

 Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

 

sinto-me: Estou a meio de uma hstória
a música que estou a ouvir: Barbeiro de Sevilha de Rossini
publicado por nelson camacho às 00:12
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