.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Domingo, 15 de Janeiro de 2012

Dia de aniversário (Parte II)

 

Gays ao molho em dia de anos

Naquela noite,

o Carlos fez amor pela primeira vez

Naquele dia em que o Mário fazia anos e porque estávamos todos com falta de Euros resolvemos fazer-lhe a festa de aniversário em minha casa. Cada um levou vários alimentos, e prendas. Éramos ao todo oito rapazes sempre prontos para a “brincadeira” e como não queríamos que as nossas amigas ou namoradas nos atrapalhassem nenhuma seria convidada aliás, uma das condições propostas pelo Pedro que é sempre o mais desinibido e atrevido, a quando da reunião para marcação do evento foi logo peremptório:

 

- Na festa não há “galinhas” só “frangos” que somos nós e os outros que se irão assar!

Cá para mim! (Disse eu) Se alguém quiser comer um cru, o problema será de cada um.

 

Conforme já contei em “Dia de Aniversário (Parte I)” A festa decorreu com a maior normalidades destas ocasiões. Já eram umas oito da noite quando o Pedro foi ao carro buscar a prenda para o Mário. Conhecendo-o bem ficámos todos expectantes pois dali não iria sair coisa boa.

 

Gays do Diabo

 

Tocaram à porta, fui abrir e lá vinha o Pedro que por vezes parece que tem o Diabo no corpo, com uma grande caixa muito bem embrulhada.

Entrou dirigiu-se ao Mário beijou-o por duas vezes nas faces, entregou-lhe a caixa dizendo:

 

 - Isto é para que não te falte nada pois sei que te zangaste com a tua namorada.

 

Então se não te importas vai ser a última prenda a abrir já que de ti não espero grande coisa. - Disse o Mário –

 

Sentamo-nos todos à volta das prendas enquanto o Mário ia abrindo todos os presentes.

Desde porta-chaves, filmes porno, boxers com bonequinhos, caixas de preservativos às cores até tubos Lub xxx men’s only, havia de tudo um pouco. Depois foi há surpresa da noite e começou a abrir a tal caixa enorme que estava muito bem embrulhada. Ao abri, dentro estava outra caixa também muito bem embrulhada, depois outra, depois mais outra e outra ainda e mais ainda outra. Cada caixa que se abria existia outra. Já haviam caixas e caixinhas por toda a sala assim como papel de embrulho até mais não até que por fim, assim parecia, estava uma caixa em madeira daquelas que se compram nas lojas do chineses e devidamente fechada a cadeado.

Todos nós já não sabia-mos se havíamos de rir ou chorar a rir por tal patifaria. O Mário já estafado pegou na caixinha e com o ar mais circunspecto da vida declarou:

- Agora por castigo primeiro vamos ao bolo.

A malta não concordou e começou; Abre… abre… abre… abre… abre. e o rapas lá com a ajuda de uma faca, pois não havia chave, lá abriu a célebre caixinha. Mal a tampa se abriu, de dentro saltou impulsionado por uma forte mola - Um Caralho das Caldas.

Foi risota geral ao ponto de nos atirarmos para o chão.

Foi a grande surpresa do dia.

Passada toda aquela euforia, fomos buscar as garrafas de champanhe, cortamos o bolo, catamos os parabéns a você. Tocamos nas flûts como manda a tradição e nos beijamos todos desejando que continuássemos assim amigos sem preconceitos ou zangas para o resto da vida.

Continuámos a petiscar e a bebericar até perto da uma da noite.

Às tantas o Zeca disse para o grupo:

 

- Bem meninos! Cá por mim amanhã já tenho umas coisas combinadas para fazer de manhã com o meu pai e vou-me embora. Se alguém quiser boleias pois nem todos trouxeram carro aproveitem.

 

-Também acho que já é tarde e aproveito a boleia disse o João, já que o Jorge veio com o Mário, certamente irá com ele.

 

- Cá por mim está tudo bem. Eu e o Jorge somos capazes de ir ainda até uma sauna, daquelas que estão toda a noite aberta e pode ser que ainda façamos um cabrito. Esta coisa de fazer anos e não me estriar não dá jeito. E vocês? Pedro e Santos? Vieram os dois!

 

O Pedro com todo o a vontade que lhe é natural foi logo dizendo:

 

- Por enquanto não estou em condições de conduzir. Esta noite bebi demais e como o Santos não tem carta e o Nelson é um gajo porreiro vai deixar-me tomar um duche para passar a bebedeira e depois logo se vê.

- Espera aí! Eu também quero! Disse prontamente o Santos. – Até pode ser que ainda me venha esta noite –

- Olha o puto! Parece que está com a pila aos saltos! Então não há respeito pelo dono da casa?

- Opá! A casa é vossa. Tomem os banhos que quiserem. Têem um bom sofá onde se podem deitar desde que não queiram foder comigo, tá tudo bem.

- Olha o gajo… Já nos está a avisar que não quer nada connosco... 

- Pois não! Ele esta noite vai comer o Carlos…

- Ou vai ser comido por ele….

 

Todos se riram com aquela conversa. Ainda deram as suas graças e saíram porta fora.

 

- Como ainda vou preparar uns aperitivos para a gente, o Pedro e o Santos podem ir já tomar os vosso banhos e o Carlos vamos para a cozinha.

 

Levámos algum tempo, eu e o Carlos a preparar uns petiscos para o resto da noite que iria ser longa já que tinha-mos mais dois companheiros s quem dar de comer.

É pá aqueles gajos estão a levar tempo demais no duche, disse o Carlos:

 

Gays no duche

 

- É melhor ires ver, a casa é tua…é que eu também quero tomar um duche…

- Cá para mim, estão é a foder debaixo de água…

- Vamos espreitar?

 

Eu tinha razão……

Lá estavam eles, banhando-se como tivessem todo o tempo do mundo.

Sem mais aquelas e porque também me queria banhar a fim de ir para a cama lavadinhos e já agora queria ver a reacção do Carlos que segundo a malta dizia nunca tinha entrado nestas aventuras olhei para ele pisquei-lhe o olho e convenci-o a despir-se e entrarmos para junto deles dizendo:

 

- Estes gajos nunca mais se despacham, o melhor é entrarmos! Vai ser tudo ao molho e haja Fé em Deus.

 

O Pedro como sempre o mais atrevido, que estava tentando meter a pila no cuzinho do Santos olhou para o meu pénis do Carlos ainda flácido: - Ai filho! Vou querer chupar nessa coisa para ver se cresse.

O Carlos muito aflito encostou-se à parede exclamando:

 

Gays ao molho no duche

 - Mas vocês são gays?

- Não pá, estamos a gozar contigo, isto é como no balneário da escola, batemos umas punheta uns aos outros para ver quem tem mais comprida.

- Opá! Não baralhes o rapaz que o gajo ainda desarvora pela porta fora e eu fico sem quem me aconchegue a noite. Tu já estás aviado e servido.

 

- Pois tá bem então deixa eu chupar o teu para ele ver como é.

- Tá bem, mas só um bocadinho, não me faças vir.

- Tás a ver? Vais ver que não custa nada.

 

Não foi o Pedro mas sim o Santos que curvando-se apontou o caralho do Pedro no seu cuzinho ao mesmo tempo que metia o meu membro já todo eriçado na sua boca gostosa enquanto eu ia punhetando o caralho virgem do Carlos.

 

Todo mundo guinchava: (Eu com ao caralho na boca do Santos, O Pedro com o dele bombando todo dentro do cu do Santos e o Carlos presenteado com a punheta que eu lhe fazia. Não tardou muito que todos nos viesse-mos abundantemente. Estávamos todos esporados. Até o Carlos. O que valeu foi o estarmos debaixo daquela água quentinha do chuveiro para ao mesmo tempo que nos vínhamos nos limpávamos.

Estivemos naquelas andanças mais de meia hora. Cada um com uma toalha à cintura, fomos para a cozinha. Estava tudo cheio de fome. Abri uma garrafa de champanhe, fiz uns ovos mexidos com chapinhou e umas pequenas fatias de mão torrado com maionese.

O atrevidote do Mário enquanto ia beijando o Santos, ia dizendo para o Carlos:

- Tás a ver como o Nelson trata bem a rapaziada? Esta noite vais ter a maior prova de amor que alguém te pode dar. Digo-te com experiencia própria pois já tenho dormido com este gajo e é muita bem na cama. Está descansado que le só faz o que quiseres e eu não vos vou chatear. Já tenho o meu Santos que é um santinho na cama. Ficamos bem no sofá.

- Pois… é tudo muito bonito para vocês mas nunca dormi com um homem e o que fizemos no duche foi tudo novidade para mim. (disse o Carlos)

- Meus caros, parece que chega de conversa. Como dono da casa! Ordeno!! Vocês podem ir-se deitar pois já teem a cama feita e o Carlos vai comigo para o meu quarto.

Despedimo-nos todos e conforme ficou estipulado, cada um foi para a sua cama.

Antes de ir para o quarto ainda passei pela cozinha e fui ao frigorífico buscar uma lata de spray de chantilly.

O Pedro olhando para o que tinha ido buscar à cozinha e já sabendo do que a casa gasta piscou-me o olho e atirou para o Carlos:

 

- Vai ser bonito vai. Esta noite alguém vai ver as nuvens.  

- O que ele quer dizer com aquela?

 

 Colocando-lhe um braço pelos ombros como caminhando-o para o quarto fui dizendo:

 

 - Não ligues, já sabes como ele é. Gosta de dizer coisas e hoje deu-lhe para o ciúme mas não tem razão pois está bem acompanhado.

                                       

 - Sabes que tudo isto é novidade para mim e o que fizemos no chuveiro nunca tinha feito.

 

O nosso primeiro beijo

 Quando entrámos no quarto, deixei cair a toalha tirei a dele atirando-o para cima da cama e preguei-lhe um grande beijo.

A reacção foi como se já estivesse à espera.

 

- Nunca tinha beijado assim… Já experimentei com raparigas mas contigo há qualquer coisa de especial. Estou um pouco envergonhado… Podes apagar a luz?

Mas era aquilo que eu estava mesmo à espera.

Para apagar a luz tive de me debruçar obre ele, ficando o meu pénis já hirto roçando o reguinho dele. Mexeu-se como a confortar melhor a posição e só tive de começar a beijar-lhe as costas ao mesmo tempo que ia roçando a cabeça do meu pau naquele rego que já me estava a deixar louco mas por enquanto não queria tentar penetrá-lo. Virei-o e comecei por mordiscar seus peitos ao mesmo tempo que ia lambendo todo aquele corpo até àquele pénis descascado e de cabeça lustrosa. Aquele caralho ainda com pouca ou nada de experiencias sexuais foi penetrando em minha boca até às amígdalas. Fodi com a boca aquele saboroso pau. Ele gemia e contorcia-se. Sentindo que se estava quase a vir, mudei para a posição do 69 procurando a boca dele com o meu pau. Ele aceitou e penetrámos ambos nossos paus em nossas bocas. O Carlos chupava-me com uma sofreguidão que há muito não sentia a outro puto.

Desfiz aquela posição a voltamos à posição chamada normal. Ele já se estava a vir aos bocadinhos começando a sair daquela cadeça uns sulcos de esperma que ao saboreá-lo verifiquei que de facto o puto era virgem em tudo. Coloquei-me de frente peito a peito e nos começámos a beijar sofregamente. Acariciando-o lentamente perguntei:

 

- Já fodeste alguma vez?

- Não! É a primeira vez que tenho relações.

- E estás a gostar?

- O estar a gostar é pouco. Meu corpo e minha mente treme de satisfação.

- Vou dar-te uma prenda. Queres?

- De ti parece que vou aceitar tudo.

- Como é a primeira vez, vamos fazer sem preservativo para sentires melhor prazer. Vou tirar os três a este caralho e vais ver se não é bom.

 

Encolhi todo o meu corpo e sentei-me naquele caralho virgem sem experiência que a pouco e pouco foi penetrando em meu cu cavalgando constantemente. O Carlos parecia ser já um puto experiente pois o seu corpo movimentava-se ao sabor do meu cavalgar, penetrando cada vez mais até me fazer doer um pouco mas o que me dava goso era todo aquele movimento de vai e vem. Ele guinchava de satisfação ao mesmo tempo que ia fazendo-me uma ponheta.

Tudo aquilo durou pouco tempo pois de repente começou a punhetar-me com mais força e bombeando meu cu com mais movimento. Estremecemos os dois. Minha esporra esguichou para o seu corpo chagando a atingir sua boca ao mesmo tempo que sentia também um seu forte esguicho daquela porra a penetrar dentro do meu corpo. Estávamo-nos avir com abundância.

 

Ficámos assim durante algum tempo. Ele com seu caralho gostoso dentro de mim. E ele ainda apertando o meu com mais força como a não querer largá-lo.

 

Ditámo-nos exaustos em forma de concha ficando ele de costas para mim com aquele cuzinho encaixado na parte mais baixa do meu peito e adormecemos até de manhã.

Carinho gay durante a noite e muito mais

Já o Sol entrava pela janela do quarto quando acordei com um tesão do caralho.

Movimentei-me m pouco e com uma das mãos fui ver como se encontrava o dele. Rijo como nada tivesse acontecido. Mal lhe toquei começou a mexer-se e segurando na minha mão foi apertando-a como a pedir par lhe bater mais uma punheta ao mesmo tempo que ia mexendo aquele cuzinho como a procurar minha picha.

Estávamos prontos para reiniciar mais um momento de sexo.

 

Comecei mordiscar-lhe as orelhas ao mesmo tempo que ele ia virando só a cabeça para me beijar.

Colocando-o numa posição de elefante (a posição mais confortável) comecei a apontar minha gaita naquele cuzinho apertadinho. Ele fez por se ajeitar e com voz muito suave:

 

 - Devagar meu querido, eu nunca fiz isto.

- Calma que não te aleijo.

- Estou novamente cheio de tesão. Depois deixas meter-te novamente?

- Calma que nesta posição não vai doer nada.

- Vou penetrar-te devagarinho mas se achares que estou a doer diz, tá bem?

- Sim meu amor mas depois quero experimentar outra posição.

 

Devagar devagarinho lá fui com a maior das calmas penetrando aquele cuzinho que se movimentava num aperto e desaperto que só por isso fazia com que me viesse ainda mais depressa. Eu bombeava todo o meu cacete dentro daquele corpo por quem já estava apaixonado enquanto ele ia apertando mais as nádegas. Vi-me de repente e minha esporra lá foi seu caminho fora transbordando ainda alguma. O Carlos tremeu todo e ainda mais apertou aquele cuzinho que deixou de ser virgem naquele momento.

 Estávamos os dois loucos de satisfação. Aguentei mais uns minutos e fui fazer o prometido.

Virei-o para mim e começámo-nos a beijar. Ele descia pelo meu corpo mordiscando-me até ao meu pénis chupando-o com sofreguidão. O puto estava mesmo aflito. Beijava, mordia,

lambia meus sacos e a cabaça da gaita fazendo com que em pouco tempo voltasse a ficar com uma tesão dos diabos.
 
Kamasutra Homo na posição canina

Estava quase a vir-me novamente quando nos colocamos naquela tão saborosa posição canina. Segurei naquele pai rijo nem grosso nem fino (no tamanho normal) e ajudei-o a penetrar-me. (tive de o ajudar derivado à sua pouca experiência a penetrar-me. Era a segunda vez na sua vida que tinha penetrado num cú e o meu tinha sido o eleito naquele noite)

Agarrando-me pela cintura e socando-me com toda a força ao mesmo tempo que ia apertando as minhas nalgas começou a vir-se ao mesmo tempo que me beijava as costas em e punhetava o meu pau.

Viemo-nos mais uma vez naquela noite e mais uma vez nos atirámos para o lado exaustos mas com o dever cumprido para uma primeira noite de amos.

 

Bateram à porta!

Era o Pedro e o Santos. Nus e de mãos dadas, perguntando se ainda havia leite para o pequeno-almoço.

 Tapamo-nos de repente, e começámos a rir da veleidade do Pedro, que sem mais aquelas, afastou-nos os lençóis, e ambos meteram-se na nossa cama.

È pá para ai! Pelo menos vamos primeiro fazer o pequeno-almoço e depois logo se vê….. 

 E assim foi… Uns para o banho e outros para a cozinha.

O que aconteceu depois?

Conto mais tarde para que serve o chantilly, ou então venham a uma das minhas festas de aniversário e logo saberão como é e para que serve terem-se amigos que não sãos gays mas que gostam de brincadeiras sexuais.

 

Já agora podem comentar a história do aniversário do Mário

 

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Fiquei com uma tusa dos diabos
a música que estou a ouvir: Nothing to hide
publicado por nelson camacho às 03:21
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