.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"
Quarta-feira, 5 de Março de 2014

Meu vizinho gostoso

meu vizinho gostoso

     Estava às voltas com um conto bastante complicado para postar em “O Canto do Nelson”, já ia na sexta folha A4 e nunca mais surgiam ideias para me desenvencilhar de um dos personagens as cápsulas de café já tinham acabado e sem aquela maldita bebida os meus neurónios não funcionam lá muito bem e então resolvi ir até ao café. Estava chovendo como vai sendo normal nesta data e então resolvi ir de carro.

Como estava mesmo mau tempo não fui mais longe que do café cá do sitio.

 

     Entrei e pedi um cinbalino acompanhado de um conhaque e fui sentar-me a um cantinho.

Estava a dar um treiler na tv daqueles que é só porrada e tiros.

Na mesa na minha frente estava um rapaz que aparentava uns vinte e cinco anos e como dizem os brasileiros “muito gostoso”. Para mim tinha um senão, já o tinha visto lá no sítio de braço dado umas vezes, outras de mãos dadas com uma rapariga que das duas uma era namorada ou mulher mas também já tinha notado que cada vez que nos atravessávamos na rua, mirava-me de alto a baixo inclusive por duas vezes virou-se para me olhar melhor.

Achei estranho pois não só já não um jovem apetecível como nem sou amaneirado nem tenho qualquer letreiro na testa anunciando que gosto disto ou daquilo sexualmente. Sou o tipo de homem o mais natural possível.

Recordando-me desses encontros fortuitos fixei com mais insistência o olhar dele que se cruzou com o meu da mesma forma.

 

     Minha avó sempre me disse que “Santos ao pé da porta não fazem milagres” mas naquele momento e com o cruzar de olhares esqueci-me do conselho da avó e entabulei conversa. Não tinha nada a perder.

 

        - Então hoje está só?

       - Sim!.. Minha mulher foi passar a noite a casa da mãe que está doente e esta noite fiquei livre como os passarinhos. Vou dormir sozinho.

        - Quer dizer!.. Só e abandonado. Eu hoje também estou abandonado e com este mau tempo não me apetece ir a algum lado.

         - Pois!.. Eu mesmo que quisesse, não podia, pois minha mulher levou o carro e a pé nesta vila não há onde possamos nos entreter.

         - Porque não se senta aqui na minha mesa!.. Sempre fala melhor.

         - Tem razão até parecemos dois namorados há antiga namorando de janela.

 

     Com aquela de namorados há janela estava tudo dito. O que ele queria era foda. Durante mais de ma hora falámos de coisas triviais da vida, apresentámo-nos e bebemos mais uns copos nunca tocando no assunto que estávamos pensando.

O empregado veio muito solícito informar-nos que estava na hora de fechar o café. Nem tínhamos dado pelo tempo. Já era uma hora da noite. Pagámos e dirigimo-nos para a saída.

São Sebastião que é o Santo protector dos Gays devia estar a olhar para nós e tinha combinado com o São Pedros para não parar com a chuva que caia copiosamente.

 

     Aproveitei aquela bênção e comentei.

 

         - Tá tramado! A pé e sem transporte como vai para casa? Ou mora perto?

         - Por acaso não é nada perto mas também não é longe.

         - Mas eu estou de carro e posso leva-lo.

 

     Ele aceitou prontamente com a condição de tomar mais um copo em casa dele já que ninguém estava e só voltava no dia seguinte depois do almoço.

 

     Era isso mesmo que eu queria e há umas horas que na minha mente ia engendrando forma de o levar a minha casa portanto a aceitação da boleia e o convite para tomar um copo em casa dele vinha mesmo a calhar.

     Assim que chegámos ele com o comando fez abrir a porta da garagem e entrei com o carro. A porta foi-se fechando com ele ainda dentro do carro, virou-se para mim, fitou me nos olhos e deu-me um tremendo beijo ao mesmo tempo que disse: - Não é preciso dizer mais nada.

 

        - Não! Já tinha notado por várias vezes o teu olhar penetrante como a dizer que me querias comer. Mas andavas sempre com a tua mulher e hoje o São Sebastião e o São Pedro combinaram o nosso encontro.

 

     Com aquele beijo ardente e gostoso conjuntamente com um abraço forte memo ali no carro como a querer seu corpo entrar dentro do meu, que estremeceu como a solicitar que mais algo entrasse dentro de mim.

 

        - Desde que o vi a primeira vez nunca mais me saio da mente a oportunidade de o comer como ninguém. – segredou-me ao ouvido o Eduardo.

 

     Perante tal informação de desejo e sendo um tipo casado certamente seria uma boa foda e não me contive.

 

         - Então vamos aproveitar cada minuto até de manhã.

O primeiro beijo gay

     Entramos e fomo-nos despindo até ao seu quarto. Atirámo-nos para o meio da cama e ficando ele por baixo comecei passando minha língua por todo o seu corpo musculado desde os mamilos ao abdómen passando às virilhas até chupar aquela vara dura. Ele gemia de prazer e eu sufocava com aquele pau na minha boca.

 

     Eduardo gemeu mais um pouco e perguntou:

 

        - Estás gostando?

 

     Eu com a boca cheia, respondia apenas , hummm!!

 

        - Também estou adorando. Você é descomunal Mas não me faça vir pois quero comer teu cuzinho.

 

     Eu ia tirando e metendo em minha boca ao mesmo tempo que com uma mão apertava aquele pénis gostoso com a outra fui manuseando com o dedo indicador o anos dele preparando-o para a minha cópula.

 

     Eduardo gemeu mais e pediu que fosse ele o primeiro a comer-me pois nunca tinha sido penetrado. Fiquei louco com o pedido pois iria tirar-lhe os três no cu apetecível mas não deixei de aceitar a tentação do semi-machão me comer.

 

a primeira keke gay

      De repente, ele levantou-se, e colocou-me de quatro, enquanto dizia;

 

        - Esta noite vou dar a melhor foda da minha vida.

        - Não me digas que não tens uma fodas boas com a tua mulher.

        - Desta forma não. É a minha primeira experiencia. E Tu?

       - Já vais ver do que sou capas mas lubrifica primeiro com um pouco de saliva pois sou apertadinho.

 

“Aquele gajo podia não ter ainda não sabia o que lhe esperava ou talvez andasse à procura de alguém que também o comesse mas a verdade é que sabia foder como um verdadeiro macho. É nestes casos que adoro gajos casados. Só sabem metade mas o suficientes para sarem prazer a um bissexual que é o meu caso”.

 

     Ele assim fez e começou apontando meu cú e lentamente foi-me penetrando pouco a pouco e me contraio um pouco. Depois relaxei e senti todo aquele pau dentro de mim até que as bolas baterem nas minhas bebas, Gemi de maior prazer quando ele veio com uma mão masturbar-me.

 

        - Aguentas todo?

        - Sim. Movimenta-te devagar para nos dar maior gozo.

 

     O devagar foi treta pois começou não só num movimento de vai e vem constante e furioso como me ia masturbando repetidamente de tal forma que ao mesmo tempo que gemia de uma pequena dor e prazer com aquele pau dentro de mim para não me vir segurei-lhe na mão para parar

 

        - Queres parar?

        - Não… Não me quero é vir ao mesmo tempo que tu pois também quero comer-te.

        - Achas que sou capaz?

 

     Ao mesmo tempo que fazia a pergunta, deu mais umas estucadas frenéticas e senti todo o seu leite dentro de mim ao mesmo tempo que era a vez de ele guinchar de prazer.

 

     Foi uma foda como os coelhos, mal se veio atirou-se para o lado transpirando

 

        - Deixaste-me louco. E agora?

 

     Contrai-me e deitei-me de papo para o ar agarrei-o e puxei-o para cima de mim de forma a ficarmos com nossos peitos juntos segurei-lhe na cabeça e comecei beijando seus lábios. Ele consentiu e linguajamos durante algum tempo até que comecei a sentir seu pau novamente a levantar-se de encontro ao meu. Comecei baixando sua cabeça pelo meu corpo até meu pau que se mantinha hirto. Não foi preciso fazer qualquer pressão para o sentir na sua boca Para a sua primeira vez até não estava mau. Mais uma vez eu gemia desta vez por outra razão. Depois de uma chupadelas boas e fazendo tudo e mais alguma coisa para não me vir Perguntei:

 

        - Não queres experimentar?

        - Mas nunca levei no cú.

        - Vamos arranjar uma posição para iniciados e vou ter bastante cuidado.

 

um Gay sentado na pricoca

      Então peguei no seu corpo e coloquei-o à minha frente de costas para mim e com um pouco da saliva fui lubrificando a entrada do ânus até penetrar um dedo para maior lubrificação ao mesmo tempo que o masturbava. Ele movimentava-se dando sinal que estava gostando então pegando-o pelas ilhargas coloquei-o cima do meu abdómen. Estávamos novamente a ficar loucos de prazer então chegou a altura de com o meu pau em riste senta-lo nele. Naquela posição o seu cuzinho ficou todo aberto e o pau lá foi entrando devagar devagarinho. De repente ele sentou-se mesmo o pau penetrou de repente, deu um tremendo grito. Deixei ficar durante um tempinho até que ele se começou movimentado como a cavalgar. Tinha acabado de perder os três.

 

     Começamos a nos movimentar. Ele cavalgando e eu ao mesmo tempo que me movimentada ia-o masturbando até que ao mesmo tempo que sentia novamente o seu leite desta vez em meu peito também o meu ia ficando dentro dele.

Nossos gemidos saíram de controlo. Nossos corpos ardiam de tesão e prazer gozando ambos em toda a plenitude.

 

         - Que delícia adivinhava que não me ia arrepender quando olhei para ti a primeira vez.

         - Ficaste satisfeito na totalidade? E agora o que vais fazer com a tua mulher?

         - Vai ser um segredo entre nós dois. Vou-te apresentar a ela como meu amigo para pudermos encontrar mais vezes. Não penses que te vou deixar.

 

          - Pode ser. Mas atenção é mesmo um segredo entre nós pois cá na Vila ninguém sabe destas coisas.

          - Olha que giro que era eu casado e passarem a saber que ia para a cama com um homem não só ficava frito com a família como me passavam a olhar de lado e se calhar a chamarem-me nomes.

          - Não te preocupes com isso não és o único casado que vai pata a cama com homens nem serás o último.

          - Já te passaram pelo goto alguns.

          - Pelo goto pelo cú pela picha por todos os lados. Gostam de estar comigo pois sou pessoa respeitável. É uma das vantagens das nossas diferenças de idade. Não damos bandeira.

          - Tens relações com algum cá da vila como eu?

          - Está mesmo a ver que te ia contar.

          - Era só para saber se contas ou não.

      

     Beijámo-nos como fora a primeira vez mandámos algumas gargalhadas e exaustos acabamos por adormecer.

 

FIM

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

              Nelson Camacho D’Magoito

                       (O Caçador)

          “Contos ao sabor da imaginação”

                  © Nelson Camacho
  2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

 

 

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 01:32
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4 comentários:
De Daniel vitor a 4 de Abril de 2014 às 04:27
nossa qria ser vc mas adorei o conto tenho14 anos e to doido pa transar cm homem mas nao acho nimquem sou d vr.


De nelson camacho a 5 de Abril de 2014 às 02:32
Amigo Daniel se gostaste deste conto ainda bem. Mas atenção não é por leres contos destes que vais ter vontade de curtir com um homem. Primeiro tens de analisar o teu próprio ser e depois tentares. Quando o fizeres fá-lo com um jovem da tua idade pois é muito mais simples e menos perigoso. felicidades NC


De ricardo a 10 de Janeiro de 2015 às 11:10
adorei a historia e queria penetrar alguem como ele musculo e gostoso


De nelson camacho a 15 de Janeiro de 2015 às 18:11
Amigo Ricardo, não percas a esperança. Se calhar está um ao teu lado e ainda não deste por isso.


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