.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Quinta-feira, 7 de Agosto de 2014

Pieces of life – II Cena

amigos do

Pedaços de vida

Um conto em III Actos

Ver I Acto (Aqui)

 

Procissão de pé descalço

     O tempo foi passando e já um pouco bebidos chegou a altura de definirmos quem ia dormir com quem já que só havia duas camas.

     Atirámos moeda ao ar e a mim calhou-me o Carlos.

     Após o sorteio o Jorge comentou:

 

        - Ainda bem que assim é! Vocês entretêm-se os dois e eu vou fazer uma procissão de pé descalço.

        - Explica lá melhor! – Comentou o Carlos.

        - É simples! Vocês os dois ficam a descobrirem-se e eu vou bater à porta do quarto da tua irmã.

        - Mas tu já tens coisas com a minha irmã?

 

     Perante tal conversa eu atirei:

 

         - Lá que tenhas coisas com a Isabel é uma coisa. Vocês são mais velhos que nós. Mas essa coisa de ficarmos nós a descobrirmo-nos é que não entendo.

 

         - E pá! É simples! Eu já namoro e vocês não e andam sempre agarradinhos, é altura de descobrirem o que acontece no calor da noite. E como já estão com um copito pode ser que tenham uma surpresa.

 

     Fiquei em saber o que responder. O tipo, descalço e somente com uns shorts e uma camisola de alças vestidas, abriu a porta do quarto e lá foi.

 

     Eu e o Carlos ficamos de boca aberta sem comentários. Ainda esperámos um tempo com a esperança de ele voltar mas nada.

 

          - Bem o melhor é irmos para a cama. – Disse o Carlos ao mesmo tempo que se despia e todo nu meteu-se na cama.

          - Vais dormir assim?

         - Mas é o meu hábito. Não só gosto de sentir os lençóis no meu corpo como é falta de higiene dormir vestido. Não me digas que dormes de pijama.

         - És capaz de ter razão, mas nunca dormi nu.

         - Não sabes o que perdes. Fica somente com as cuecas e vais ver como é diferente.

 

     Fiz o que ele aconselhou. Voltei a meter o pijama na mala e deitei-me somente com as cuecas vestidas.

 

     Afinal ele tinha razão sentir os lençóis envolverem-me o corpo foi uma sensação diferente daquela coisa do pijama.

 

     Coloquei-me de lado, de costas, de barriga para baixo, dei voltas e mais voltas mas não conseguia dormir. Nunca tinha dormido com alguém e aquela sensação que sentia do calor vindo de outro corpo a meu lado estava a tornar-se estranho até que o Carlos comentou ao meu ouvido ao mesmo tempo que se aproximava.

 

        - Está incomodado? Porque não consegues dormir?

        - Não sei algo de estranho se está a passar.

         - Vira-te para mim e olha-me nos olhos.

 

     Assim fiz e ficámos olhos nos olhos interrogando-nos.

     Carlos abraçou-me e todo o meu corpo estremeceu.

     Então aconteceu o que nunca esperaria.

   Carlos puxou-me ainda mais para si ficando nossos corpos agarrados como um só. Ficámos assim durante algum tempo até que naquela escuridão senti seus lábios junto aos meus e uma das suas mãos percorria meu rosto como se fossem festinhas de gato.

 

     A minha primeira reacção foi afastar-me mas quando senti sua língua entrar em minha boca senti-me mais confortável e retorqui da mesma forma.

 

      Foram uns momentos inolvidáveis até que ele baixando as minhas cuecas encostou o seu pénis ao meu e ambos se começaram a levantar,

 

      Depois tudo aconteceu inadvertidamente. Senti seu corpo debaixo dos lençóis descer pelo meu corpo indo parar no meu pénis que meteu na boca ao mesmo tempo que sentia um dedo manusear a entrada no meu ânus.

 

     Foi uma sensação tão estranha que todo o meu corpo estremeceu mais ainda quando senti a penetração daquele dedo no meu ânus ao mesmo tempo que os meus espermatozóides se foram depositar naquela boca gostosa,

 

     O corpo do Carlos elevou-se novamente, Ficámos novamente olhos nos olhos até que ele disse:

 


         - Agora é a tua vez.

felação mutua entre gays - Kamasutra

 

      E foi mesmo! Fiz a imitação. E desde os seus lábios até ao seu pénis foi um novo momento de prazer e na minha boca foi depositado também os seus bicharocos e vime novamente mas desta vez indo-se depositar nos lençóis.

 

     Colocamo-nos novamente na posição frente a frente. Olhamo-nos, acariciamo-nos e adormecemos.

 

O Segredo

 

     A bronca daquela noite poderia ter sido se o Jorge não fosse um rapaz de mente aberta e não soubesse guardar um segredo.

 

     Quando de manhã regressou da sua procissão de pé descalço e entrou no quarto e nos viu dormindo de conchinha meios destapados e todos nus.

 

     A luz da manhã já entrava janela dentro indo deparar-se suavemente em nossos corpos, desnudos e embora um pouco afastados as nossas posições davam a entender que algo se tinha passado principalmente para o Jorge que mais tarde vim a saber que embora andasse enrolado com a irmã do Pedro esta coisa da homossexualidade não era novidade.

 

o canto do nelson

     Acordamos sobressaltados com a sua entrada. Olhámos para cima e lá estava ele sobre a cabeceira da cama mirando-nos com um ar não de admiração mas de inveja

 

     Instantaneamente puxa-mos os lençóis e tentamos apagar os nossos pecados.

 

     Jorge rindo-se atirou:

 

        - Estão a ver o que aconteceu quando disse que vocês se iriam descobrir.

        - Não é nada do que estás a pensar pá. – Atalhou o Carlos.

      - Tá bem deixa! Ficamos assim! Vocês não contam que fui dormir com a tua irmã e eu não conto que vocês são gays.

      - Desculpa lá mas porque estamos nus não quer dizer que fizemos algo de errado – atalhei eu muito atrapalhado.

        - Pois! Um dia destes fico no meio para ver o que acontece.

         - Não te chega a minha irmã. Agora vens com essa de machão.

      - Mas quem te disse que eu venho com uma de machão? Já que estamos numa de segredos fica sabendo que pelo facto de foder com a tua irmã não goste também de uma boa chupadela feita por um gajo.

 

     Com aquele diálogo entre os dois ainda fiquei mais atrapalhado. Não só tinha pecado de acordo com os ensinamentos dos meus pais como estava a sentir-me metido num molho de brócolos e levantei-me e fui direito à casa de banho para tomar um duche deixando os dois a resolverem o problema de cunhados.

 

     Depois foi a vês do Pedro se ir arranjar. Vestimo-nos e não falámos mais no assunto. Descemos para o pequeno-almoço.

Já lá estava todo o mundo inclusive o padre em amena cavaqueira com nossos pais e combinando uma saída até ao santuário.

 

     Aquele dia foi bastante complicado. O Jorge agarrado à Isabel, nossos pais de mãos dadas acompanhados pelo padre e eu com o Pedro um pouco afastados lá fomos para o santuário. O Jorge de vez em quando olhava para nós e fazia um pequeno esgar de sorriso que me deixava ainda mais atrapalhado.

 

Dois meses depois.

 

     Depois daquele fim-de-semana em Fátima pouco falámos até terminarem as férias da Páscoa.

 

     Quando voltamos às aulas inscrevemo-nos num ginásio perto da escola e depois das aulas lá íamos nós.

 

     Foi um pouco complicado para mim pois quando saiamos do ginásio íamos todos tomar banho e a maioria da malta despia-se à frente de todos e comecei a olhar sem querer mais atentamente para seus corpos o que nunca tinha feito.

 

     Jorge notou os meus olhares e um dia à saída aproximou-se de mim a quase ao ouvido:

 

        - Andas a admirar os corpos da malta. Afinal passaste a gostar depois daquela noite em Fátima.

        - Não sejas parvo.

        - Não tenhas vergonha! Eu também gosto. Qualquer dia temos de combinar uma noitada.

        - Está a ser mesmo parvo. Não te chega a Isabel? Agora também queres ir para a cama comigo?

        - E porque não? Não estiveste já com o Carlos?

        - Epá… Isso foi uma coisa que aconteceu por acaso e até já me tinha esquecido.

 

     Pois!.. Mas o Carlos não se esqueceu e já me contou que gostaria de voltar a fazer o mesmo.

 

        - Não me digas que ele já voltou a falar no assunto.

        - Já e ao que parece está apaixonado por ti e como vocês têm pouca experiência já me prontifiquei em irmos para a cama os três.

 

     Entretanto chegou o Carlos e acabamos com a conversa.

 

         - De que estavam a falar?

        - Como teu futuro cunhado acho que não devemos ter segredos e estava a dizer ao João que estavas apaixonado por ele e como vocês têm pouca experiência estava prontificar-me a dar-vos algumas lições de sexo.

         - Quer dizer que já não se pode desabafar contigo que tomas logo tudo à letra.

 

     Naquele dia não ouve mais conversa sobre o assunto até porque estávamos a chegar a nossas casas.

 

Tempos depois

 

     Um dia num jantar lá em casa em que foram todos convidados falou-se das notas da escola. A Isabel que estava um ano mais adiantada que nós, era a mais sabichona e o Jorge andava um pouco atrasado em relação a nós. E alvitrou que destinássemos um ou dois dias por semana para fazermos umas aulas de estudo em casa dele pois estávamos mais à vontade na medida em que o pai andava sempre por fora e a mãe preocupava-se mais com as amigas com quem passava mais tempo e raramente estava em casa, pois era médica e tinha noites que estava de plantão no hospital pelo que tínhamos a casa Só para nós.

     Nossos pais como éramos bons meninos já com dezassete anos concordaram com a ideia e ficavam também mais livres de nós. Só os pais da Isabel é que recomendaram que ela nunca ficaria em casa do Jorge. Assim ficou combinado.

     Passamos a depois das aulas e do ginásio a irmos para casa do Jorge estudar sendo a Isabel a nossa explicadora.

     Um dia descobrimos que a Mãe do Jorge às quartas e sextas ficava de plantão no hospital, ficando a casa só para nós.

     Nós três éramos como o “cócó ranhêta e facada” Estudávamos, jogávamos às cartas e víamos alguns filmes na internet. Por vezes o Jorge e a Isabel ficavam a um canto namorando e outras coisas mais. Mas o problema era deles.

     Eu e o Pedro dávamos uma olhadela para eles e mirávamo-nos olhos nos olhos com um pouco de inveja.

 

     Um dia não estava ninguém em casa e já era tarde quando o telefone tocou

     Era a mãe da Isabel dizendo que já era tarde e que fosse para casa.

     Aquela porra do telefonema calou mesmo mal para eles. Pois estavam em tremenda marmelada. A Isabel também contrariada não teve outro remédio que se ir embora.

     Mal ela se foi embora o Jorge irritado:

 

        - Foda-se, agora que estava cheio de tesão e quase a vir-me é que esta gaja se foi embora. Vamos para o meu quarto ver um filme?

 

     Ingenuamente, perguntei:

 

     Mas não queres ver um destes que tens aqui?

 

        - O gajo tem outro tipo de filmes no quarto – disse o Carlos

        - Mas que outro tipo de filmes? – Perguntei.

        - Olha filmes de foda! Vamos lá. Não queres ver?

 

     Se a coisa não estava combinada entre eles, parecia. E lá fomos para o quarto.

     Nunca tinha lá entrado, mas porra!.. Aquilo é que era um quarto. Era mais uma suite pois tinha uma casa de banho privada, uma cama enorme um plasma também grande na parede em frente aos pés da cama e uma bicicleta de ginástica.

     Jorge ligou o aquecimento, colocou um filme porno a rodar e abaixou as luzes. Tirou a camisola e as calças ficando de shorts e atirou-se para a cama.

 

         - Vocês façam o mesmo pois daqui vê-se melhor e ficamos mais à vontade. Eu fico no meio.

 

     Não estivemos com meias medidas, também nos pusemos de shorts e deitámo-nos ao lado dele.

     O filme que estava a começar. Era um filme porno-gay onde dois gajos mamavam os pirilaus um do outro.

 

        - Aquela gaja foi-se embora e fiquei cheio de tesão. Afinal o que é que vocês fizeram naquela noite em Fátima?

        - O mesmo que está a dar no filme – disse eu.

        - E não fizeram mais nada?

        - Que querias que fizéssemos? – retorquiu o Pedro. 

        - Podem começar por uns beijinhos.


       E assim começámos. Uns de cada lado encostamos nossos corpos ao dele beijando-o cada um à sua maneira

triunvirato gay

 

     Estava-o beijando na boca quando senti uma mão levar uma minha ao seu pirilau que estava hirto e ao que parecia maior que os nossos. Até que chegou a vês de ele começar a manusear o meu que já estava também a levantar-se. Foi a vez de o Pedro deixar-lhe a orelha baixar-se até ao meu e começar a beija-lo. Jorge livre da beijoqueira foi descendo e ora metia na boca em um, ora metia no outro.

     Aqueles dois paus unidos e dentro daquela boca gostosa estava a ser o fim do mundo.

    Jorge endireitou-se e encaminhou nossas bocas para o seu peito que começámos beijando seus mamilos. Senti umas mãos na minha cabeça encaminhando-a para o pau do Carlos ao mesmo tempo que me virava ficando com o cú virado para ele no qual comecei a sentir o pau dele nas bordas do meu cú.

     Enquanto chupava vorazmente o pau do Carlos ele lentamente e depois de massajar o meu cú começou penetrando-o lentamente até que me penetrou totalmente. Dei um pequeno gemido e todo o meu corpo estremeceu de prazer enquanto continuava sofregamente chupava o pénis do Carlos.

 

     Estou a vir-me porra! Gritou o Jorge. Foi naquele momento que senti a minha boca ficar cheia daquele leite agridoce ao mesmo tempo que sentia um fluxo de esperma dentro de mim direito aos intestinos como se fosse um clister.

 

     Ficamos assim durante algum tempo até que os nossos pénis murchassem.

 

     Durante algum tempo nada dissemos, até que o Jorge disse que iria tomar duche e depois à cozinha buscar qualquer coisa para comermos e bebermos.

 

     Enquanto ele foi à cozinha buscar o aperitivo eu e o Carlos metemo-nos no duche.

 

Duas horas depois…

 

     Depois do petisco regado com um vinho branco fresquinho o filme acabou.

     Ficamos estatelados na cama nus e brincando com nossos paus que pouco a pouco se começaram a levantar como a pedir “queremos mais”.

     Nossos corpos tremiam como a pedir para a noite não acabar assim. Então o Jorge alvitrou fazer ao contrário como ele estava no meio iria comer o Carlos e eu comia-o a ele.

 


Com tanto manuseamento dos nossos pirilaus Estávamos os três com uma tesão dos diabos.

 

kamasutra satisfação total

      Como se nada tivesse acontecido antes. Jorge no meio colocou cuspo num dedo abundantemente e começou a pouco e pouco manuseando o cu do Pedro. Perante o que estava a ver fiz o mesmo no buraco dele segurei no meu pénis apontei-o na direcção certa e entrou sem grande sacrifício o que deu a entender que já estava habituado. O mesmo não aconteceu com o Carlos que quando se sentiu penetrado tal como eu na primeira vez guinchou com uma pequena dor mas aguentou. Jorge movimentou-se corporalmente dando prazer a ambos e ter o seu prazer próprio. Depois foi até ao pénis do Carlos punhetando-o com força e assim nos viemos os três ao mesmo tempo.

 

     Eram estas as recordações que estava a ter sentado naquelas escadas ao mesmo tempo que as lágrimas me escorriam cara a baixo.

Para ler o resto deste conto clique (aqui)

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

            Para maiores de 18 anos

                 © Nelson Camacho
2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

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Sábado, 5 de Abril de 2014

Aconteceu um dia – III Parte

p escritor o canto do nalson

A primeira vez a sério

III Parte

Para ler tudo de princípio vá até há (I Parte)

 

     Naquela sexta-feira em que o Pedro soube da ida dos pais iriam passar o fim-de-semana ao Senhor de Matosinhos de imediato contou ao Luís e disse-lhe que iria passar o fim-de-semana só em casa e seria uma oportunidade para ele ficar lá em casa.

 

     Luís que andava deserto de ir além da punheta e dos broches pois em sua casa nada mais podia acontecer aceitou de imediato.

     Combinaram que iriam almoçar no sábado e depois de confirmar que os pais e o irmão se tinham ausentado iriam para sua casa.

    O cérebro de ambos durante o almoço iam planeando como iria ser os dois sozinhos numa cama confortável e beberam mais um pouco do habitual.

     Ao fim da tarde lá foram para casa do Pedro.

 

    Assim que chegaram o Luís que tinha levado um DVD porno erótico gay pediu para o colocar no DVD da sala e sentaram-se confortavelmente num sofá visionando o tal filme.

 

     Não faltou muito para o Luís meter a mão entre as calças do Pedro e ir verificar se o seu pau já se encontrava à sua disposição. E estava!...

o primeiro encontro

 

     Foi a vez de o Pedro ir verificar se o do amigo também já estava em pleno. E também estava.

Despiram-se apressadamente se beijaram e mesmo ali no sofá seus corpos pelados se uniram como nunca tinham estado.

     De repente Pedro ajoelhou-se e começou beijando Luís desde a boca até ao pénis como se o corpo dele fosse uma tábua de engomar e a sua língua fosse o ferro.

     Luís sentou-se e perguntou:

 

        - E se fossemos para o teu quarto.

        - É para já. Sempre estamos mais à vontade.

 


     Pedro levantou-se, pegou nas mãos do Luís e encaminharam-se para o quarto e atiraram-se para cima da cama. Ficarem numa posição de 69 e começaram beijando seus pirilaus hirtos e firmes quase a explodirem de prazer.

 

hamasutra homo em 69

 

 

     Naquela posição era novidade mas de felação o Luís já começava a estar farto e antes que explodisse fez a proposta derradeira:

 

        - E se experimentássemos outra coisa?

        - Queres fazer o que vimos no filme?

        - E tu não queres?

        - Talvez!... Mas quem vai ser o primeiro? Eu nunca fiz, e tu?

        - Já levei com uns caralhos e gostei. Queres experimentar primeiro?

       - Se fizeres com cuidado pois deve doer também vou experimentar.

 

     Para o Luís era aquilo que há muito esperava então saíram da posição do 69 e colocou o Pedro de barriga para baixo não sem antes molhando um dedo com saliva lubrificar o ânus do virgem pois sabia bem o que fazer.

 

copula homo

     Depois de estarem na posição correcta para maior lubrificação luís ainda fez com a língua uma anilingus começando por beijar aquela bunda gostosa e com mais saliva foi penetrando o ânus até entrar toda a sua língua depois com o maior jeito possível lá apontou o seu belo caralho que a pouco e pouco foi entrando naquele cú apertadinho. Pedro ainda se movimentou olhando para aquele caralhão já metade dentro de si. Estava a ficar louco de prazer primeiro com a língua do seu amigo e agora com aquele membro estranho, então de repente deu como um coice para cima e todo aquele pedaço de carne entrou repentinamente dentro de si. Ganiu de dor mas Luís deitando com o peso seu corpo nas costas de Pedro este sentiu-se mais aliviado da dor que com o movimento do Luís esta foi passando. Estava tudo consumado. A partir daquele momento não era mais virgem e o prazer era total.

     Para que nada ficasse por fazer Luís segurou e apertou o caralho do amigo ao mesmo tempo que dava aquela foda principesca punhetando-o. Ambos se movimentaram e se vieram ao mesmo tempo.

     Havia esporra por todos os lados. Nos lençóis e nas bebas do Pedro tal era a abundância que saiu um pouco daquele cuzinho gostoso.

     Foi uma foda que metia inveja a qualquer coelho que passados segundos atiraram-se para o lado exausto.

     Não ouve mais palavras durante vários momentos até que os pirilaus já flácidos o Pedro perguntou:

 

        - E agora?

        - Agora como não tens ninguém em casa, vamos mandar vir uma pizza para o jantar e depois logo se vê. Eu também quero levar com o teu caralho dentro de mim. Não queres?

       - Já agora! Para não te ficares a rir.

 

     Foi com este diálogo que se levantaram e foram tomar duche.

     Depois do duche reconfortante foi desligar o DVD que já tinha há muito terminado telefonaram para a Pizzaria e Pedro foi abrir uma garrafa de vinho branco e preparou a mesa mesmo na cozinha para a refeição.

 

O rapaz da Pizzaria

 

     Entretanto tocaram à campainha. Era o moço da pizzaria.

     Pedro foi abrir a porta e nem reparou que estava de Shorts e atrás de si o Luís na mesma condição com duas notas de vinte euros para pagar a despesa.

     O estafeta ficou um pouco assarapantado com o que estava a ver e comentou:

 

o estafeta da pizzatia

        - Está-se mesmo a ver que os seus pais não estão em casa!

        - Não!.. e este é um amigo que vai passar cá o fim-de-semana.

        - Você nunca viu dois gajos nus? – Comentou o Luís com as notas na mão.

        - Já vi e só tenho pena de não poder estar no meio.

        - E o que você faria no meio de nós dois?

       - Amigos!.. Estas coisas não são estranhas para mim. Posso voltar depois de sair do serviço e trazer umas cervejas e mais uma pizza.

 

     Luís ficou logo com água na boca perante aquela atitude do rapaz que até era bem jeitoso de olhos azuis e cabelo alourado e um pouco desgrenhado então aproximou-se dele e com uma mão meteu os euros numa algibeira e com a outra apalpou-lhe o sítio do pénis ao mesmo tempo que lhe segredava:

 

        - A que horas vens? Ou é só promessas?

        - Por volta da 22 horas se me deixarem tomar um duche.

 

    Pedro estava de boca aberta com tudo o que se estava a passar e lívido de vergonha com a desfaçatez do amigo. E só teve coragem para perguntar:

 

        - Que idade tens? Conheces os meus pais?

       - Tenho dezanove anos Chamo-me Jaime e também faço parte do coro lá da igreja. Já andei atrás do teu irmão mas o gajo não me liga alguma.

       - Pois! Ele já tem uma namorada.

       - Opa! Isso é só para enganar os teus pais pois sei que ele anda metido com o sacristão mas eu não tenho tido sorte.

       - Bem!.. Bem! .. Isso é uma história que logo nos vais contar.

       - Afinal posso ou não voltar logo à noite?

       - Cá por mim podes. Sei onde trabalhas. O responsável é aqui o meu amigo Luís que ao que parece é um exspert na matéria.

 

     Depois do Jaime se ter ido embora não fora aquela dica divulgando que o seu irmão era gay a amizade com o Luís teria ficado por ali pois tinha-se metido com o estafeta da pizzaria pois a seu ver todo o mundo iria saber das suas experiências sexuais e tomando em conta a forma como foi educado não seria o mais conveniente. Luís no entanto já experiente da vida descomplexada que levava com meia dúzia de explicações e uns beijinhos à mistura. A coisa ficou por ali.

     Jantaram foram para a sala ver o programa “A tua cara não é estranha Kid” da TVI.

     Ao que parece o Jaime também estava deserto de entrar naquela menage atroi e na hora apontada já estava tocando à porta com uma pizza e um pak de cervejas.

     Pedro foi abrir a porta ao mesmo tempo que no corredor comentava para o Luís:

 

        - Afinal de contas o gajo sempre veio.

        - Não acreditaste mas ficaste curioso.

        - Só fiquei interessado com aquela história do meu irmão.

        - É para que saibas que nós somos uma comunidade quase secreta. Há uns que se andam bamboleando por aí como os tais da sauna que nos fizeram os bicos e depois somos nós que gozamos a vida sem dar nas vistas. Somos os que temos mais sorte.

        - Quer dizer que já entrei nesse grupo secreto.         

        - Secreto para a comunidade e abertos para com quem temos interesse. Contrariamente somos homens como quaisquer outros. O meu amigo Nelson costuma dizer “Quando surge a oportunidade, na cama não há programa”.

        - E tu queres ser como ele?

        - O gajo é um bom vivam. Foi ele que me tirou os três. Tens de o conhecer.

 

     A porta abriu-se e lá estava o Jaime com as encomendas nas mãos e com um dos ares mais resplandecentes do mundo. Aqueles olhos azuis brilhantes e já sem o boné na cabeça mostrando aquele cabelo alourado e comprido bem tratado e de corpo atlético mostrando os bíceps por entre a abertura da camisa.

     Afinal de contas o Jaime até era um gajo porreiro e alegre sempre pronto a alegrar o pessoal com anedotas mais ou menos picantes misturadas com a s cerveja que tinha levado. Ainda petiscou um pouco da Pizza que já havia em casa ficando a que levou para petisco no fim do “trabalho” a que se prontificou fazer. Ainda esclareceu o Pedro das actividades sexuais do irmão com o sacristão, jovem também gay mas fazendo parte da comunidade secreta a que o Luís já se tinha referido. Para o Pedro foi uma novidade afinal de contas o irmão tinha começado mais cedo que ele nas ditas actividades.

     Já perto da meia-noite Jaime solicitou o ir tomar o tal duche prometido e foi.

     Entretanto Luís e Pedro ficaram na sala vendo um filma que estava a dar na TV e continuando bebericando cervejas.

 

     Não durou muito tempo quando Jaime apareceu chorts com tarjas com o logo da LGBT, que criou um certo riso entre os novos amigos.

 

Rapazes em brincadeiras de sexo

     Mesmo ali de pé foi o suficiente para os rapazes tentarem retirar-lhe os shorts deixando o pirilau à mostra que foi logo abocanhado pelo Luís, sempre mais atrevido enquanto o Pedro lhe apalpava o cú.

 

     Foi o inicio do verdadeiro menage atroi mesmo ali na sala ora no chão ora no sofá lá se foram envolvendo de corpos desnudos roçando seus pirilaus e beijando-se reciprocamente tanto nos lábios como naqueles corpos jovens e sedentos de prazeres.

 

        - E se fossemos para a cama? - Comentou o luís.

        - Vamos nessa! – Retorqui o Pedro. Como dono da casa fizeram uma fila indiana indo ele à frente o Jaime atrás dele e por sua vez o Luís.

 

     Malandreco e com mais experiência o Luís já de pau feito foi apontando o seu pau no cú do Jaime que não se fazendo escusado ainda deu o jeito pelo caminho para que aquele pau entrasse no seu corpo ao mesmo tempo que tentava meter no do Pedro. Mas não conseguiu, pois já estavam a entrar no quarto e atiraram-se para cima da cama com tal força que se não fosse de boa estrutura partir-se-ia.

 

 

gays em menage à tóis

      Sempre o mais atrevido, Luís de perna abertas e estando o Pedro deitado de costas sentou-se na piroca deste subindo um pouco aquele começar a socar com a boca o pirilau dele que entretanto colocava-se em posição para ser penetrado pelo Jaime que ia masturbando o Pedro.

     O que era quase impossível entre jovens daquele calibre os três sabiam controlar-se para gozarem o mais possível sem se virem como já tivessem grande experiência.

     No final de contas a experiência era de todos menos o Pedro que precisava de ser instruído para uma panóplia de soluções. Fizeram dele como é hábito dizer-se de gato-sapato. Foi comido de todas as maneiras e feitios até lhe perguntarem se estava a gostar.

 

        - Nunca pensei que em tão poucas horas descobrir o verdadeiro prazer das volúpias sexuais.

        - Ainda não descobriste tudo. – Disse o Luís.

 

     Foi a vez do Jaime colocando-o deitado de costas lhe foi abrindo as pernas e começar a penetrá-lo ao mesmo tempo que o Luís o fodia na boca enquanto deitado sobre ele chupava o membro dele.

 

     Agora sim estava tudo na perfeição. Foi a vez do Luís se deitar de costas e de pernas abertas em cima do Pedro ser este a meter-lhe seu membro ao mesmo tempo Jaime aproveitava a situação e também lho introduzia.

     Luís guinchou um pouco com aqueles dois membros metidos em seu cuzinho apertado mas certamente já com a experiência de levar com dois mangalhos ao mesmo tempo.

     Jaime aproveitou para o masturbar tão rapidamente que acabaram os três de se virem profundamente.

Risos e gargalhadas foram o culminar de tais prazeres ao ponto de cada um cair para o seu lado.

copula gey a tres

 

     Com toda aquela barafunda de prazeres e agarrados como o mundo tivesse acabado naquele momento nem se deram conta que as horas tinham passado e a noite de Domingo já tinha chegado e acabaram por adormecer.

 

Fim

 

Como bónus deliciem-se com este filme

Walang Kawala

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

               Nelson Camacho D’Magoito

                        (O Caçador)

             "Contos ao sabor da imaginação”

                  Para maiores de 18 anos

                      © Nelson Camacho
     2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Sexta-feira, 4 de Abril de 2014

Aconteceu um dia – II Parte

 

missal romano

Conto Longo e excitante

Ver a I Parte (Aqui)

 

     Lá em casa até no escritório do casal Mota havia um missal romano.

     Em dias de frustrações era habito ajoelharem-se junto ao missal rezarem e dizerem algumas passagens da Bíblia.

     Mas isto não era tudo. Na hora das refeições todos tinham que estar à mesa e de mãos dadas rezarem um pouco dando graça a Deus pela refeição recebida.

     Este casal era composto pelo próprio casal e dois filhos rapazes que eram criados à imagem da Santa e Madre Igreja.

     Desde pequenos que os rapazes foram habituados para além de frequentares a catequese todos os Domingos era ponto assente vestirem-se de fatos domingueiros e irem à missa lá da paróquia.

 

     Os anos foram passando assim como os estudos dos rapazes até que atingiram a puberdade e foram para um ginásio para tratarem do físico.

     O João começou a namorar uma colega lá da paróquia que estava inserida no coro da igreja e um dia foi apresentada aos pais que como seria de esperar ficaram todos satisfeitos até por a rapariga ser também apesar das suas cantorias ser uma moça temente a Deus.

     Já o Pedro dedicava-se mais ao cultivo do seu corpo e pelo menos três vezes por semana o seu poiso era no ginásio e nada de apresentar aos pais, uma namorada.

     Em um jantar onde foi convidada a Isabel – namorada do João – A conversa foi descambar na falta de outra menina lá em casa ou seja. Os Motas andavam preocupados com a vida do Pedro que só se interessava pelo ginásio e ainda não tinha falado se tinha ou não uma namorada.

     Pedro respondia sempre da mesma maneira:

 

        - Tenho tempo para me enforcar. Primeiro quero gozar a vida e quando aparecer a eleita logo se vê.

 

     O pai retorquia sempre

 

        - Mas nem uma namorada colorida?

        - Mas afinal andas muito à frente do tempo. Já sabes o que é uma namorada colorida?

 

     O irmão meteu-se na conversa.

 

        - Mas lá porque andamos na igreja o pai não sabe o que é uma namorada colorida?

        - Pois!... Já agora a Isabel é colorida? Ou é p’ra casar?

        - Não me digas que andas deserto que me case para ficares sozinho com as mariquices dos pais.

        - Que sabes tu da minha vida? Não preciso das mariquices dos pais, tenho-as lá fora.

        - Com que então as nossas papariquices e mariquices já não te bastam? – Atalhou o pai Mota.

        - Ó pai não vê que o gajo não há meio de arranjar namorada? Deve andar e receber mariquices dos colegas lá do ginásio.

       - Não sei porque mas já estivemos a falar melhor. Comentou o Pedro já irritado.

 

     Aquela conversa acabou por ali depois da intervenção da Isabel.

 

        - Vá lá!.. Não estejam a mandar farpas uns aos outros. Para que saibam eu e o João não somos namorados coloridos pois resguardamo-nos para quando casarmos.

     Todos se riram e a conversa ficou por ali.

 

A vida daquela gente continuou sem alarmismos.

 

     Aos domingos todos à missa sem o Pedro que a pouco e pouco foi-se afastando daquela prática com a desculpa que aos domingos de manhã tina natação.

 

     Um dia o pai Mota chegou a casa e informou que tinha aceitado irem numa excursão ao Senhor de Matosinhos e ficariam por lá. A informação foi bem recebida menos o Pedro que desculpando-se estar à porta dos exames precisava de estudar e não iria.

 

Nos entre tantos.

 

     Enquanto os últimos meses se iam passando o Pedro não só se tinha afastado da Igreja como dedicava todo o seu tempo a cuidar do físico praticando ginásio e natação. Nos balneários era natural andarem todos nus e o Pedro começou a olhar melhor para os corpos de alguns colegas de princípio para comparar o seu físico com os dos outros e mais tarde com maior atenção não sabendo bem porquê. Quando isso acontecia lembrava-se da educação que os pais lhe tinham dado e de acordo com a sua religião.

     Chegou a pensar que algo de estranho se estava a passar consigo pois admirar um corpo de homem seria uma blasfémia e quando isso acontecia rapidamente olhava para o lado.

     Ao que parecia ninguém ainda tinha notado a sua confusão a não ser o Luís um rapaz um pouco mais velho que quando notava os olhares do Pedro com a maior desfaçatez começava a masturbar-se olhando mais fixamente o que viria a ser seu amigo.   

     Um dia encontraram-se no bar do ginásio e começaram de conversa.

     O Luís já vivido nos meandros do sexo a sua conversa durante os quinze dias seguintes foi sempre no sentido de tirar nabos da púcara querendo saber que era na realidade o Pedro, como vivia e com quem e se tinha namorada e por fim a questão principal se ele tinha alguma coisa contra os gays. Quais a músicas e filmes que gostava enfim, a verdadeira conversa da treta para um engate cuidadoso.

     O Pedro lá foi contando a sua vidinha desgraçada que tinha começado numa igreja que os pais eram betos, Te tinha um irmão que já namorava e por vias disso os pais andavam a chateá-lo por ainda não ter apresentado nenhuma namorada.

     Luís logo durante aqueles quinze dias logo viu que havia ali algo para desbravar.

     Luís era um moço mais aberto para a vida e descomplexado não tendo problemas em casa. Fazia o que lhe apetecesse. Os pais deixavam-no à vontade desde os quinze anos que frequentava alguns bares e discotecas. Dizia ele que a mãe quando o pai punha alguns obstáculos com as suas saídas, ela dizia. (Oh homem deixa lá que ele não é nenhuma menina e não aparece em casa pranho).

 

     Naquele dia combinaram depois dos alongamentos feitos no ginásio não tomarem lá o banho habitual e iriam até uma sauna que o Luís frequentava que o Pedro aceitou o convite.

 

     Tudo aquilo era estranho para o Pedro. Havia gabinetes uns de porta aberta outros de porta fechada. Nada se vislumbrava lá para dentro pois estava escuro como breu até que viu dois homens saírem de um deles todos nus direitos a um local que depois viu ser um balneário com vários duches mas sem separadores, contrariamente aos do ginásio que tinha duches privados. Ali era tudo ao molho e fé em Deus.

     Havia também um bar com acentos forrados e algumas mesinhas baixas. Lá para o canto estavam dois rapazes em amena cavaqueira de tronco nu e só uma toalha cobrindo o sexo.

     Dirigiram-se para o vestiário e também ali a situação era diferente da do ginásio a que estava habituado. Luís despiu-se totalmente ficando como outros que se estavam também a vestir ou a despir. Pedro olhava para tudo aquilo com ar incrédulo e foi dizendo que não tinha levado calções.

     Luís atendendo à sua atrapalhação comentou:

 

        - É pá aqui não se usa roupa. O toalhão é o suficiente. Queres ver?

 

     Ao mesmo tempo que todo nu enrolou o toalhão que é fornecido pela sauna à cintura.

 

        - E ficamos com o pirilau a dar que dar?

        - Deixa estar que ainda vais precisar dele.

        - Como assim?

        - Não me digas que tens vergonha de mostrar o instrumento? Já o vi lá no ginásio e não é nada para deitar fora.

        - Porra não me digas que agora andas a olhar para o pirilau da malta!,,

        - Não me digas que nunca te despertou a atenção se o teu era maior ou mais pequeno que o dos outros.

        - Tás a gozar não?

        - Não estou nada a gozar, já te vi a observares os corpos da malta lá na natação e julguei que tinhas algum interesse.

        - Não me digas que julgavas que eu era bicha?

        - Longe de mim tal ideia mas que podemos bater uma punheta, julguei. Não me digas que estás incomodado e te queres ir embora!..

        - Não!.. Já que aqui estou. Vamos lá para a sauna.

 

sauna gay

     Por acaso o gabinete da sauna estava vazio e na penumbra como é hábito e sentaram-se lado a lado no primeiro degrau lá para o fundo.

                       

        - Que achas deste local?

        - Efectivamente nunca tinha frequentado uma sauna. O que me mete mais impressão é só haver homens.

       - Não é bem assim. Este pelo menos tem vários horários. Este por exemplo é só para homens mas há outros horários que são mistos e outros que são só para gajas.

        - Podíamos ter vindo nesse que é misto.

        - Não me digas que para engatar uma gaja é preciso vires a uma sauna com gajas.

 

     No entretanto desta conversa o Luís foi colocando uma mão na perna desnuda do Pedro que olhou para ele um pouco admirado.

 

        - Nunca te puseram a mão na perna lá no balneário?

        - Nem nunca estive assim todo nu encostado a um gajo.

        - Pois o meu pau com este calor já se começou a levantar e o teu?

 

     Luís ao mesmo tempo que fazia a pergunta retirou as toalhas que tapavam o sexo ficando o seu todo hirto à mostra e pegou no do Pedro que à medida que o ia manuseando também se ia levantando.

     Pedro olhou-o nos olhos com ar interrogatório. Luís aproximou-se mais e começou por beija-lo na boca. Não um beijo de cinema em que só se tocam nos lábios mas introduzindo sua língua na boca do outro. Alguns minutos daquele linguajar e masturbação recíproca foi o suficiente para Pedro nesta sua nova e primeira experiência começar a sentir-se bem e sem qualquer rejeição. Estavam sós o calor apertava cada vez mais e seus corpos foram-se juntando.

     De repente entra um casal, um pouco amaricados e um comenta:

 

        - Afinal o Luís já arranjou um novo namorado.

 

     Pedro Assustou-se e acabou por verificar que o amigo Luís já era habitué daquelas paragens e afastou-se.

 

        - Não queres hoje que te faça um bico? – Perguntou o que tinha comentado.

        - Eu por mim fazia um ao novato que parece ter grande. – Comentou o outro.

 

menage à tróis homo

     Não estiveram com mais meias-medidas ajoelharam-se frente a cada um deles e pela primeira vez o Pedro verificou o que era um bico. O seu pénis já estava a ser manuseado e a entrar na boca de um deles, enquanto o outro se entretinha com a felação ao Luís.

     Aquela novidade para o Pedro foi algo saborosa. Sem saber bem porque lá no ginásio e na piscina ao olhar para os colegas todos nus quando tomavam duche aquela lembrança em algumas noites na solidão do seu quarto vinha-lhe à memória e seu pénis começava a levantar-se e sem causa aparente batia uma punheta e ficava aliviado passando a dormir mais confortável. O que lhe estava a acontecer não era sonho mas a realidade e sentia-se bastante confortável.

     As felações acabaram e os ocupas daquele espaço depois de algumas risadas acabaram por sair ficando novamente os dois amigos sozinhos na escuridão da sauna e Luís perguntou:

 

        - Então gostas-te?

        - Se gostei?... foda-se!.. Parecia uma vaca a deitar leite. 

        - Sempre valeu a pena vires comigo à sauna! Queres ficar para outra sessão ou queres ir-te embora?

        - É melhor irmos

 

     Luís aproveitou a oportunidade para o acariciar e beija-lo e levantaram-se para se irem embora. Encaminharam-se para o duche. Não estava lá mais ninguém e também não disseram mais palavras.

 

     Já no carro do Luís este começou com algumas perguntas e convites a ficarem amigos:

 

        - Nunca esperaste por uma cena destas?

        - Quando me convidaste a esta cena estava longe que tudo isto acontecesse mas gostei.

        - Quer dizer que ficámos mais amigos e com um segredo entre nos?

        - É claro que sim! Olha o que seria se fosse contar o que se passou.

        - Então agora como vai ser?

        - O que vai acontecer daqui para afrente não sei mas que gostava de estar contigo novamente isso sim.

        - Nas nossas actividades desportivas as coisas vão continuar como se nada tivesse acontecido mas um dia podes ir a minha casa para curtirmos sem outros intervenientes.

        - É uma questão de combinarmos.

 

     E assim aconteceu por várias vezes mas nunca aconteceu mais nada que umas punhetas e umas felações sempre tudo um pouco à pressa pois os pais não tinham horário e podiam chegar de repente embora aquelas cenas se passassem no quarto do Luís e já tinha apresentado o Pedro como colega de escola e por vezes vinha até lá para estudarem (Diziam eles)

Segue a ( III Parte)

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As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                (O Caçador)

    Contos ao sabor da imaginação”

           Para maiores de 18 anos

               © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Quarta-feira, 19 de Março de 2014

Sesimbra Uma visita guiada – II Parte

sesimbra-restaurante.hotel spa

Um fim-de-semana de sorte

 

O Jantar

 

     Para você ficar a par da situação que me levou a este jantar terá que ir para a (I Parte) para ver como e o que se passou.

 

     Conforme tinha combinado com o Emanuel cheguei ao restaurante hás vinte e uma e trinta.

     A minha primeira ideia era ir jantar ao restaurante do Hotel Spa que tem uma zona espectacular frente ao mar mas como já tinha combinado o restaurante onde iria ter companhia, entre a finece do mesmo e a companhia, resolvi pela companhia.

 

     Lá ao fundo estava um casal que parecia de namorados pois tinham as mãos dadas em cima da mesa. Lá mais para o outro canto encontrava-se um grupo de pessoas de meia-idade ao que parecias estavam a festejar qualquer coisa pois havia garrafas de champanhe, umas já abertas, outras por abrir.

 

     Talvez pelo adiantado da hora ou porque a primavera ainda vinha um pouco a medo e longe não era ainda o tempo ideal para uns papeizinhos de turismo e então o restaurante estava quase vazio.

 

     Estava mirando e conjecturando a situação quando chegou um pregado com uma bandeja onde constavam dois copos de vitage e uma garrafa de Porto. E perguntou:

 

        - É o Sr. Nelson não é?

        - Sim!.. Respondi.

        - Faça favor de me acompanhar já tem a sua mesa reservada e o seu aperitivo. O Emanuel já vem fazer-lhe companhia.

 

     Já estava sentado a acomodado e quando ia levando o copo aos lábios, ouvi por traz de mim perguntando.

 

        - Espero que gostes desta marca.

        - Sim!.. A Ferreirinha é uma das marcas do Porto mais antigas e antes ou depois de uma boa refeição sabe sempre bem.

        - Como vou ser o teu guia esta noite já arrumei a tralha e venho jantar contigo. Poso?

        - Se podes? Mas a casa é tua literalmente.

        - É o que faz ser filho do patrão que por acaso somo dois grandes amigos e entendemo-nos muito bem.

        - Quer dizer, deixa-te andar à vontade

        - Não é bem assim ele quer sempre saber quem são os meus amigos para não me meter em aventuras parvas. Somos bastante conhecidos cá na terra e respeitados. Portanto não tenho problemas em mostrara a nossa noite a um forasteiro como tu.

        - E porquê eu de especial?

        - Porque já não és nenhuma criança não és estrangeiro tens bom gosto e um brilhozinho nesses olhos azuis que mostram serem sinceros e cedentes de aventuras.

 

     Entretanto um empregado veio-nos servir como se fossemos dois clientes normais. Ali o que não era normal era o Emanuel estar a ser servido como um cliente com um amigo de poucas horas mas tudo estava normal pela normalidade com que a situação se estava a passar.

 

     Durante o jantar fizemos uma conversa da treta própria de ocasiões destas. Emanuel abriu-se um pouco sobre sua vida e eu como é meu hábito deambulei por temas que notei que ele gostaria de ouvir, nunca como é óbvio nunca entrar na esfera privada da minha vida. Também falei sobre a vontade de um dia destes ir Jantar ao Hotel Spa ao que ele prontificou-se em irmos lá não jantar mas tomar um copo no seu bar que é bastante acolhedor. 

 

     A refeição começou por uma sopa de peixe, depois veio um peixe-espada no forno e batatinhas crocantes (que estava uma delicia). Para arrematar veio um bolo de chocolate barrado de chantilly. Fechamos com um café e uma Aguardente velha.

 

   Depois da refeição pedi a conta ao empregado e Emanuel em tom de graça.

 

        - Não vais pagar o meu jantar pois não?

        - Até parecia mal pagar o jantar ao patrão, mas não te livras de te pagar os copos logo à noite.

        - Desculpa mas não te safas. O anfitrião sou eu e quem vaia pagar os copos sou eu.

 

     Como se fossemos dois amigos que já não se viam a algum tempo lá fomos nós fazer o perícolo turístico pela noite de Sesimbra.

     Alguns bares e tascas que proliferam pela vila que não conhecia deu-me vontade de alargar mais o tempo de ficar para a lá do fim-de-semana.

 

     Quando demos por nós já era três da manhã e Emanuel com a desculpa que no dia seguinte teria de abrir o seu restaurante levou-me até ao meu anexo.

 

     Quando chegamos convidei-o a tomar mais um copo o que ele aceitou prontamente.

 

     O anexo era uma pequena suite com uma cozinha tipo americano onde existia um pequeno balcão para refeições onde estavam depositados uma bandeja com alguns lagostins rodeados de pequenas montanhas de maionese e duas garrafas de vinho branco estando uma delas dentro de um frapê com gelo. O resto do apartamento era composto por uma secretária que tinha um computador. Um sofá, uma consola com vários CDs e DVs e uma televisão. Em frente quase no meio existia uma cama grande já com os lençóis alvos de branco e abertos como a convidar a serem usados. 

      Assim que entramos Emanuel comentou o petisco atirando:

 

        - Preparaste tudo com a tia Ermelinda. Certamente os lagostins não eram só para ti.

        - Não!..  Desde o almoço que engendrei acabar a noite assim.

        - Como adivinhaste que eu vinha?

        - São muitos anos de estrada e como encontrei a tal Tia Ermelinda que é um espectáculo ajudou-me a concretizar os meus desejos. Não achas que para o fim de noite sabe bem um vinho fresquinho?

 

kiss gay

        - Acho que sim e o melhor é atacarmos.

 

     Emanuel encheu dois copos bebeu um pouco e com os lábios molhados pregou-me um temendo beijo ao mesmo tempo que dizia:

 

        - Isto não será melhor que os lagostins?

 

      Efectivamente aqueles lábios com sabor a vinho deixava qualquer ser humano a esquecer-se dos lagostins.

     Ainda no sofá acariciamo-nos e nos beijamos até nos começando a despir. Primeiro as t-shirts iniciando umas mordiscadas nos mamilos passando ao bíceps. O meu pau já estava em forma e fui ver se o dele também estava metendo as mãos por entre as calças daquele puto gostoso.

     Ao mesmo tempo ele fez o mesmo e comentou:

 

        - Já está aflito?

 

     A minha resposta foi um silêncio profundo e comecei a tirar-lhe as calças.

Emanuel fez o mesmo e passado minutos estávamos completamente nus.

     Retirei de mim toda a força possível peguei nele ao colo e atirámo-nos para cima da cama.

     

O primeiro kiss daquela noite

 

     Se há fins-de-semana inesquecíveis este seria um daqueles que valeu a pena seguir os conselhos do meu amigo Fernando e procurar novo”peixe” em lugares aprazíveis. Não sei se com ele aconteceu o mesmo mas para mim a “pesca” estava a dar os seus frutos.

 

     Nós continuávamos envolvidos em beijos e carícias que íamos misturando com uns copos de vinho branco fresquinho e em vez de morangos como é hábito nestas ocasiões íamos mordiscando alguns lagostins que descobrimos ser mais afrodisíaco.

     A certa altura despejei um pouco do branco em seu corpo que estremeceu um pouco ao contacto com o frio do néctar.

 

       - Dá-te prazer? – Perguntei.

       - Despeja mais por todo o meu corpo

 

     E assim fiz. Desde os seus bíceps até ao pau hirto que sobressaia dos tintins todo aquele néctar foi descendo r então para que nada se perdesse, fui descendo meus lábios até ao pau já molhado não só daquele néctar mas também de algum fluido que ia saído daquele buraquinho onde tentei penetrar a minha língua.

     Ambos estremecemos de prazer até que senti umas mãos segurando minha cabeça e fazendo pressão para que aquele pau gostoso penetrasse em minha boca até às amígdalas derivado à posição.

     Ele movimentou-se em flexões contínuas e continuei a sorver aquela mistura de néctares tão diferentes.

     Emanuel estava louco de tal forma que com toda a sua compleição física pegou em mim colocando-me de missionário ao mesmo tempo que me beijava tentava a penetrar-me. Abri as pernas para maior facilidade e aquele pau todo molhado já com a minha saliva foi-me penetrando pouco a pouco até que entrou todo.

     Ambos guinchamos de gozo e prazer e quando ele me começou a masturbar senti seu líquido viscoso dentro de mim e o meu veio depositar-se em seu peito com tal força que veio parar um pouco em minha boca.

     Emanuel não estava totalmente satisfeito e veio sorver os milhões de bicharocos que pairavam em meu peito até algumas réstias em minha boca.

     Ao meu ouvido foi a primeira coisa que disse acertada:

 

        - E agora!? Como vai ser? Eu também quero.

 

     Deserto de isso estava eu e respondi:

 

        - Depois de um duche ficamos novamente em forma.

 

     E foi mesmo mas sem esperar muito tempo e dirigimo-nos para o duche.

 

gays no duche

     Fui o primeiro a entrar no chuveiro abri a água e deixei-a escorrer pelo meu corpo. Encostei-me à parede e senti-me aliviado de todo o stress ocorrido antes. Aqueles jactos de água morna caindo-me peito a baixo indo parar no pau este começou a levantar-se. Foi nesse momento que Emanuel entrou olhou-me e ajoelhou-se indo direito ao meu pau que ainda não estando no seu estado de serviço pegou delicadamente nele e meteu na boca. Foi a minha vez de lhe segurar na cabeça e ajuda-lo a movimenta-la num vai e vem constante até o coitado ficar hirto e firme.

     Foram alguns minutos de prazer até chegar o memento em que quase expandir qualquer fluido segurei-o pelas axilas levantei-o e virei-o para uma posição canina. Ele encostou a cabeça à parede e comecei a penetra-lo que entrou um pouco a custo mas com a água escorrendo por nossos corpos ajudou um poço. Foi a vês de ele movimentar-se para traz ao ponto de ser eu a encostar-me à parede ajudando à penetração total. Naquela loucura fui com uma das mãos ao seu pénis e masturbei-o até à exaustão final.

     Acabamos o nosso duche dirigimo-nos para a cama para onde nos atirámos e acabámos por adormecer como cupidos.

Depois de varia kekas dormimos como cupidos

 

     Dizer que valeu a pena aquele fim-de-semana é pouco pois ele prolongou-se para ale dos dois dias. Não fora ter o meu trabalho em Lisboa ficaria muitos mais dias, mas enquanto durou, durou em pleno todas as noites e ficou combinado voltar lá no verão e entretanto e ele poder tirar uns dias no restaurante virá até minha casa.

A noite foi tão boa que vos deixo aqui a bela canção “A Noite do meu bem” na voz inconfundível de Maysa

 

Fim – por enquanto

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Quarta-feira, 5 de Março de 2014

Meu vizinho gostoso

meu vizinho gostoso

     Estava às voltas com um conto bastante complicado para postar em “O Canto do Nelson”, já ia na sexta folha A4 e nunca mais surgiam ideias para me desenvencilhar de um dos personagens as cápsulas de café já tinham acabado e sem aquela maldita bebida os meus neurónios não funcionam lá muito bem e então resolvi ir até ao café. Estava chovendo como vai sendo normal nesta data e então resolvi ir de carro.

Como estava mesmo mau tempo não fui mais longe que do café cá do sitio.

 

     Entrei e pedi um cinbalino acompanhado de um conhaque e fui sentar-me a um cantinho.

Estava a dar um treiler na tv daqueles que é só porrada e tiros.

Na mesa na minha frente estava um rapaz que aparentava uns vinte e cinco anos e como dizem os brasileiros “muito gostoso”. Para mim tinha um senão, já o tinha visto lá no sítio de braço dado umas vezes, outras de mãos dadas com uma rapariga que das duas uma era namorada ou mulher mas também já tinha notado que cada vez que nos atravessávamos na rua, mirava-me de alto a baixo inclusive por duas vezes virou-se para me olhar melhor.

Achei estranho pois não só já não um jovem apetecível como nem sou amaneirado nem tenho qualquer letreiro na testa anunciando que gosto disto ou daquilo sexualmente. Sou o tipo de homem o mais natural possível.

Recordando-me desses encontros fortuitos fixei com mais insistência o olhar dele que se cruzou com o meu da mesma forma.

 

     Minha avó sempre me disse que “Santos ao pé da porta não fazem milagres” mas naquele momento e com o cruzar de olhares esqueci-me do conselho da avó e entabulei conversa. Não tinha nada a perder.

 

        - Então hoje está só?

       - Sim!.. Minha mulher foi passar a noite a casa da mãe que está doente e esta noite fiquei livre como os passarinhos. Vou dormir sozinho.

        - Quer dizer!.. Só e abandonado. Eu hoje também estou abandonado e com este mau tempo não me apetece ir a algum lado.

         - Pois!.. Eu mesmo que quisesse, não podia, pois minha mulher levou o carro e a pé nesta vila não há onde possamos nos entreter.

         - Porque não se senta aqui na minha mesa!.. Sempre fala melhor.

         - Tem razão até parecemos dois namorados há antiga namorando de janela.

 

     Com aquela de namorados há janela estava tudo dito. O que ele queria era foda. Durante mais de ma hora falámos de coisas triviais da vida, apresentámo-nos e bebemos mais uns copos nunca tocando no assunto que estávamos pensando.

O empregado veio muito solícito informar-nos que estava na hora de fechar o café. Nem tínhamos dado pelo tempo. Já era uma hora da noite. Pagámos e dirigimo-nos para a saída.

São Sebastião que é o Santo protector dos Gays devia estar a olhar para nós e tinha combinado com o São Pedros para não parar com a chuva que caia copiosamente.

 

     Aproveitei aquela bênção e comentei.

 

         - Tá tramado! A pé e sem transporte como vai para casa? Ou mora perto?

         - Por acaso não é nada perto mas também não é longe.

         - Mas eu estou de carro e posso leva-lo.

 

     Ele aceitou prontamente com a condição de tomar mais um copo em casa dele já que ninguém estava e só voltava no dia seguinte depois do almoço.

 

     Era isso mesmo que eu queria e há umas horas que na minha mente ia engendrando forma de o levar a minha casa portanto a aceitação da boleia e o convite para tomar um copo em casa dele vinha mesmo a calhar.

     Assim que chegámos ele com o comando fez abrir a porta da garagem e entrei com o carro. A porta foi-se fechando com ele ainda dentro do carro, virou-se para mim, fitou me nos olhos e deu-me um tremendo beijo ao mesmo tempo que disse: - Não é preciso dizer mais nada.

 

        - Não! Já tinha notado por várias vezes o teu olhar penetrante como a dizer que me querias comer. Mas andavas sempre com a tua mulher e hoje o São Sebastião e o São Pedro combinaram o nosso encontro.

 

     Com aquele beijo ardente e gostoso conjuntamente com um abraço forte memo ali no carro como a querer seu corpo entrar dentro do meu, que estremeceu como a solicitar que mais algo entrasse dentro de mim.

 

        - Desde que o vi a primeira vez nunca mais me saio da mente a oportunidade de o comer como ninguém. – segredou-me ao ouvido o Eduardo.

 

     Perante tal informação de desejo e sendo um tipo casado certamente seria uma boa foda e não me contive.

 

         - Então vamos aproveitar cada minuto até de manhã.

O primeiro beijo gay

     Entramos e fomo-nos despindo até ao seu quarto. Atirámo-nos para o meio da cama e ficando ele por baixo comecei passando minha língua por todo o seu corpo musculado desde os mamilos ao abdómen passando às virilhas até chupar aquela vara dura. Ele gemia de prazer e eu sufocava com aquele pau na minha boca.

 

     Eduardo gemeu mais um pouco e perguntou:

 

        - Estás gostando?

 

     Eu com a boca cheia, respondia apenas , hummm!!

 

        - Também estou adorando. Você é descomunal Mas não me faça vir pois quero comer teu cuzinho.

 

     Eu ia tirando e metendo em minha boca ao mesmo tempo que com uma mão apertava aquele pénis gostoso com a outra fui manuseando com o dedo indicador o anos dele preparando-o para a minha cópula.

 

     Eduardo gemeu mais e pediu que fosse ele o primeiro a comer-me pois nunca tinha sido penetrado. Fiquei louco com o pedido pois iria tirar-lhe os três no cu apetecível mas não deixei de aceitar a tentação do semi-machão me comer.

 

a primeira keke gay

      De repente, ele levantou-se, e colocou-me de quatro, enquanto dizia;

 

        - Esta noite vou dar a melhor foda da minha vida.

        - Não me digas que não tens uma fodas boas com a tua mulher.

        - Desta forma não. É a minha primeira experiencia. E Tu?

       - Já vais ver do que sou capas mas lubrifica primeiro com um pouco de saliva pois sou apertadinho.

 

“Aquele gajo podia não ter ainda não sabia o que lhe esperava ou talvez andasse à procura de alguém que também o comesse mas a verdade é que sabia foder como um verdadeiro macho. É nestes casos que adoro gajos casados. Só sabem metade mas o suficientes para sarem prazer a um bissexual que é o meu caso”.

 

     Ele assim fez e começou apontando meu cú e lentamente foi-me penetrando pouco a pouco e me contraio um pouco. Depois relaxei e senti todo aquele pau dentro de mim até que as bolas baterem nas minhas bebas, Gemi de maior prazer quando ele veio com uma mão masturbar-me.

 

        - Aguentas todo?

        - Sim. Movimenta-te devagar para nos dar maior gozo.

 

     O devagar foi treta pois começou não só num movimento de vai e vem constante e furioso como me ia masturbando repetidamente de tal forma que ao mesmo tempo que gemia de uma pequena dor e prazer com aquele pau dentro de mim para não me vir segurei-lhe na mão para parar

 

        - Queres parar?

        - Não… Não me quero é vir ao mesmo tempo que tu pois também quero comer-te.

        - Achas que sou capaz?

 

     Ao mesmo tempo que fazia a pergunta, deu mais umas estucadas frenéticas e senti todo o seu leite dentro de mim ao mesmo tempo que era a vez de ele guinchar de prazer.

 

     Foi uma foda como os coelhos, mal se veio atirou-se para o lado transpirando

 

        - Deixaste-me louco. E agora?

 

     Contrai-me e deitei-me de papo para o ar agarrei-o e puxei-o para cima de mim de forma a ficarmos com nossos peitos juntos segurei-lhe na cabeça e comecei beijando seus lábios. Ele consentiu e linguajamos durante algum tempo até que comecei a sentir seu pau novamente a levantar-se de encontro ao meu. Comecei baixando sua cabeça pelo meu corpo até meu pau que se mantinha hirto. Não foi preciso fazer qualquer pressão para o sentir na sua boca Para a sua primeira vez até não estava mau. Mais uma vez eu gemia desta vez por outra razão. Depois de uma chupadelas boas e fazendo tudo e mais alguma coisa para não me vir Perguntei:

 

        - Não queres experimentar?

        - Mas nunca levei no cú.

        - Vamos arranjar uma posição para iniciados e vou ter bastante cuidado.

 

um Gay sentado na pricoca

      Então peguei no seu corpo e coloquei-o à minha frente de costas para mim e com um pouco da saliva fui lubrificando a entrada do ânus até penetrar um dedo para maior lubrificação ao mesmo tempo que o masturbava. Ele movimentava-se dando sinal que estava gostando então pegando-o pelas ilhargas coloquei-o cima do meu abdómen. Estávamos novamente a ficar loucos de prazer então chegou a altura de com o meu pau em riste senta-lo nele. Naquela posição o seu cuzinho ficou todo aberto e o pau lá foi entrando devagar devagarinho. De repente ele sentou-se mesmo o pau penetrou de repente, deu um tremendo grito. Deixei ficar durante um tempinho até que ele se começou movimentado como a cavalgar. Tinha acabado de perder os três.

 

     Começamos a nos movimentar. Ele cavalgando e eu ao mesmo tempo que me movimentada ia-o masturbando até que ao mesmo tempo que sentia novamente o seu leite desta vez em meu peito também o meu ia ficando dentro dele.

Nossos gemidos saíram de controlo. Nossos corpos ardiam de tesão e prazer gozando ambos em toda a plenitude.

 

         - Que delícia adivinhava que não me ia arrepender quando olhei para ti a primeira vez.

         - Ficaste satisfeito na totalidade? E agora o que vais fazer com a tua mulher?

         - Vai ser um segredo entre nós dois. Vou-te apresentar a ela como meu amigo para pudermos encontrar mais vezes. Não penses que te vou deixar.

 

          - Pode ser. Mas atenção é mesmo um segredo entre nós pois cá na Vila ninguém sabe destas coisas.

          - Olha que giro que era eu casado e passarem a saber que ia para a cama com um homem não só ficava frito com a família como me passavam a olhar de lado e se calhar a chamarem-me nomes.

          - Não te preocupes com isso não és o único casado que vai pata a cama com homens nem serás o último.

          - Já te passaram pelo goto alguns.

          - Pelo goto pelo cú pela picha por todos os lados. Gostam de estar comigo pois sou pessoa respeitável. É uma das vantagens das nossas diferenças de idade. Não damos bandeira.

          - Tens relações com algum cá da vila como eu?

          - Está mesmo a ver que te ia contar.

          - Era só para saber se contas ou não.

      

     Beijámo-nos como fora a primeira vez mandámos algumas gargalhadas e exaustos acabamos por adormecer.

 

FIM

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

              Nelson Camacho D’Magoito

                       (O Caçador)

          “Contos ao sabor da imaginação”

                  © Nelson Camacho
  2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

 

 

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Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

A primeira vez do Jorge - II Parte

Valeu a pena ter ido até ao mar recolher energias.


Para ver como tudo começou clic (aqui)

O céu e o mar

 

     Aquela tarde tinha sido bastante proveitosa. Tinha ido até ao mar buscar energias para a minha escrita e no final tinha encontrado o Jorge, moço desinibido amante de leituras e desimpedido de qualquer compromisso sexual.

     Andava um pouco confundido com as ideias. A namorada tinha-lhe dado com os pés, sexualmente ia batendo uma de vez em quando portanto estava no seu subconsciente pronto segundo a minha análise psicológica a aceitar uma amizade como a minha que não perco uma boa oportunidade de levar para a cama alguém que me agrade à partida e não seja tipo bichana.

     Se for um que nunca tenha provado ainda me dá mais pica para levar água ao moinho como é hábito dizer-se.

 

     Já estávamos no fim do jantar e conversando ao som de uma música de  André Riau baixinho. Já ia-mo na segunda garrafa de champanhe e a entrar na sobremesa que era uma mousse de chocolate regada com vinho do Porto.

     Durante todo o jantar lá fui ouvindo as suas aventuras de macho, nunca tocando na área da homossexualidade.

 

     Acabamos de jantar e fomos até ao escritório onde tinha o bar e perguntei:

 

- Queres café?

- Sim pode ser. Nunca tinha visto uma máquina de café assim.

- É toda automática. Queres experimentar? Vem para dentro do balcão. Eu ensino-te enquanto preparo uns conhaques.

 

     Estava dada a ocasião com que há tantas horas desejava.

     Coloquei-o de barriga frente ao balcão na direcção da máquina e por traz dele em jeito de abraço levei suas mãos até à cápsulas de café que inseri na máquina. Com este gesto fiquei bastante encostado a ele. Meu robe de seda deslizou e fiquei de peito e Shorts há mostra de onde senti minha verga levantar-se rapidamente apertei mais um pouco e fiquei mesmo colado às cotas dele e meu pau na direcção daquele cú mesmo por baixo das calças. Por momentos não aconteceu nada nas de repente talvez por ele sentir minha verga em seu corpo. Virou-se de repente e e vi seu olhar espantado em meus olhos. Não aguentei mais e dei-lhe um tremendo beijo que durou alguns segundos. De repente segurou-me nos ombros como a afastar-me coloquei as mãos no balcão como a segurar-me e não deixar espaço para ele fugir e voltei a beija-lo mas desta vez não um simples beijo de lábios mas de língua e tudo.

     Desta fez ele foi recíproco e nossas línguas envolveram-se numa batalha constante quase a sufocar que durou não segundos mas minutos.     Afastei-o e perguntei:

 

- Gostas-te.

- Nunca tinha recebido um beijo desta maneira.

- Também gostei bastante. É muito saboroso.

 

     Desta vez foi ele que me beijou fervorosamente. Não perdi mais tempo e abri-lhe o cinto das calças que caíram e ficou só de cuecas, Fui até ao seu pau agarrei-o e senti que se estava a levantar. Entretanto o meu já tinha saltado cá para fora dos shorts e encontraram-se os dois.

 

- Sempre queres ver como é os “Cinco a dois”

 

     Não obtive resposta pois nossas bocas voltaram a colar-se. Levei uma das suas mãos até aos nossos pénis que estavam hirtos e juntinhos e fiz com que ele os masturbasse.

 

     Podíamos ter ficado por ali mas não. Mentalmente fiz tudo e alguma coisa para não me vir e então despi-lhe a camisa e comecei beijando aquele corpo atlético mordiscando um e outro mamilo à vez até ir parar nos seus genitais, baixei-lhe as cuecas. Não era ainda hora de gozar seu mastro que pela aparência de momento era bastante gostoso, não muito grande nem grosso portanto o ideal para levar com ele. Peguei-o ao colo e levei-o até ao sofá.

 

Kiss Gay

     O gajo já se estava esquecendo do que era foder com uma mulher pois estava a dar-lhe maior prazer que jamais alguma vez tenha tido. No sofá comecei por beija-lo desde a boca até ao pirilau.

 

        - Mete na boca.

        - Se fizeres o mesmo. Mete-o até as campainhas.

 

     Palavra não eram ditas e é ele mesmo que se coloca na posição de 69 e começámos nos amá-mos mutuamente.

KamasutraHomo em posição de 69

 

     Aquele pau gostoso estava cada vez mais hirto. Aquela cabeça lustrosa que com a ponta da língua rodopiava começou a latejar e a sair um pouco de leite agridoce e muito branquinho tal iogurte natural. Ele por sua vez, também lá ia chupando e apertando os lábios. Derivado há inexperiência já sentia seus dentes no meu caralho que se começava a queixar.

     Então parei e perguntei:

 

        - Estás a gostar

 

     Em resposta a única coisa que ouvi foi um huuuuuuuu e continuou.

 

        NOTA: “A quem me ler neste momento e tenha a intenção de comer um macho da primeira vez não seja mais “papista que o Papa” e para o relaxar na totalidade deixe-se comer primeiro e depois então tente. Com alguma experiência vai ver que consegue”.

  
Kamasutra copula gay

 

     Antes que houvesse alguma desgraça o não pudesse aproveitar aquele iogurte que teimava em sair sentei-o no sofá e sentei-me na sua piroca como montado em corcel apontei em meu cú que já fervilhava de gozo, fiz pressão a ali vai aquele pau fazendo algo que não esperava. Comer-me com toda a ganância.

     Eu cavalgava e ele movimentava seu corpo, gania de prazer ao mesmo tempo que me masturbava. Foram uns longos minutos até que ambos gememos de gozo, prazer e raiva e nossos espermas saíram do seu local permanente até sentir o dele caminhar meu corpo dentro e o meu ir-se depositar na carpete.

 

      Ficamos ofegantes e acabamos abraçados e nos beijando.

 

         - Gostas-te? Perguntei.

         - Quando comecei a olhar para ti pela primeira vez algo me dizia que um dia iria acontecer isto mas nunca como foi.

         - Já tinhas tido relações com homens?

         - Nunca assim. Uma vês na escola e já lá vão uns anos, com um colega batemos umas punhetas mas não passamos disso. Não tínhamos experiência. Já tive com umas namoradas mas elas são mais estúpidas que eu. Só dão beijinhos e batem uma punhetas. Só uma vez tine uma que me deixou comer-lhe a rata.

          - E gostas-te?

          - Não é mau mas tu deste-me muito mais prazer.

          - E ainda vamos no primeiro ronde. Agora vou tomar um duche e se quiseres também podes tomar um.

          - Também acho, sempre ficamos mais fresquinhos para o segundo ronde como tu dizes. 

          - Quer dizer que não te importas de ir a outra? Tens força para tanto?

          - Creio que contigo era capaz de foder toda a noite.

          - Vamos ver…  Para já vamos Há higiene, Primeiro vou eu e depois vais tu enquanto faço um petisco que esta cena de foder dá-me uma fome do caraças. Na casa de banho tens um robe para vestires.

          - Ok

2 Ronde

 

     Quando o Jorge saiu do banheiro vinha com o robe vermelho que lhe tinha deixado no banheiro. Quando passou pelo corredor ao passar pela porta do quarto chamei-o e entrou.

     Tinha à sua espera junto à cama um carrinho de serviço com o petisco prometido.

 

         - E pá!.. Isto assim é outra coisa!.. Disse ele olhando para tudo e muito admirado.

         - Dá-me um isqueiro ai de cima da cómoda.

         - Não me digas que vais fumar na cama.

         - Não,,..   Na cama vai fazer outras coisas ma para já vamos ao petisco. Espero que gostes.

 

     Peguei o isqueiro a acendi a vodka que envolvia a Omeleta com champiñóns ao Flambê . Esta ardeu de imediato e antes que ele dissesse alguma coisa enchi dois copos de pé alto com vinho branco de reguengos e entreguei-lhe um e puxei-o para o meu lado na beira da cama. Então sim, ele comentou.

 

          - Não há dúvida que sabes receber um gajo. Em tua casa tudo o que acontece parecem cenas tiradas de um filme.

          - Não te estás a sentir bem?

          - Queres que te diga um segredo?

          - Diz…

          - Até aqui tudo me parece um sonho. Nunca julguei que o ter sexo com um homem me desse tanto prazer. Era isto que dizias irmos ao segundo ronde?

          - Tens que concordar que na cama será muito melhor que aquele sofá no escritório. E depois deste petisco que até afrodisíaco ficas pronto para outra aventura

          - Com o tratamento que me está a dar, nada te vou recusar.

 

      Eram aquelas palavras que queria ouvir. Dali para afrente a coisa iria ser muito mais fácil.

      Comemos e bebemos e acabamos por mos deitar lado a lado conversando de coisas banais até que lhe afastei o robe para que ficasse totalmente nu.

      Ele não ó ajudou como também ajudou a retirar o meu.

      O quarto não só estava quente no seu ambiente como os nossos corpos também então começámos nos beijando. Beijamos tudo o que havia para beijar até que ele fez menção de me voltar para ele começando a beijar-me desde o pescoço até ao rego do cú começando por fazer anilingus como se estivesse a faze-lo no clítoris de uma gaja. (talvez já o tivesse feito) mas embora aquilo me estivesse a dar grande prazer não era aquilo que queria. Depois de gemer um pouco e já pronto a receber novamente naquela noite o seu mangalho perguntei se não seria a minha vez de o fazer gozar assim.

     Sem palavras porque o memento não era propicio para qualquer diálogo saiu daquela posição e voltamos frente a frente então perguntei:

 

         - Posso beijar tuas costas?

         - Virou-se e ficámos numa das posições mais confortáveis para a primeira vez.

Kamasutra gay copula de conchinha

      Primeiro manuseei a entrada daquele cuzinho virgem com um pouco de saliva até entrar o dedo que volteei calmamente.

      Depois agarrei no mastro dele masturbando-o levantei-lhe uma perna e de vagar devagarinho fui metendo o meu pénis que há horas não pensava noutra coisa e fui penetrando-o. Ele gemeu um pouco mas masturbando-o com mai força ele movimentou-se para mim, descontraiu-se e passados segundos o meu pau entrou todo até aos tintins. Ambos nos movimentamos freneticamente até gozarmos os dois ao mesmo tempo.   quele gajo já não ia sair dali com os três. Relaxamos ambos até nossos paus passarem a ser coisa sem importância. Enroscamo-nos puxamos os lençóis para cima de nós e adormecemos.

 

O Resto da história fica para outro dia assim como nós ficamos amigos para sempre.

 

           As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

           Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

                  Nelson Camacho D’Magoito

                         (O Caçador)

              “Contos ao sabor da imaginação”

                      © Nelson Camacho
     2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Um encontro saboroso

     Tinha acabado de receber mais uma notificação das finanças para pagar uma coima sobre um selo de carro que já tinha pago de 2011 referente a um carro que vendi há uns anos e que o actual dono não tinha pago. É o que acontece o que vende carros a n altura o comprador não põe o dito em seu nome.

     Estava furioso. Ainda não tinha feito a barba nem tomado banho. O tempo estava também furioso. Ventania e chuva continuavam como há pelo menos quinze dias.

     Uma calças velhas (velhas para mim porque estão rotas nos joelhos mas agora dizem que é moda e visto-as para parecer um tipo mais novo) e um blusão quentinho um boné vermelho a condizer com o carro as chaves do mesmo e lá fui até ao meu canto de meditação frente ao mar.

Praia de São Julião - Sintra

 

 

Praia de São Julião - Sintra em tempo de temporal.

 

     O mar estava uma merda. Ondas pequenas mas vinham lá do horizonte espraiando-se praia dentro deixando à descoberta os calhaus que normalmente a areia encobre.

 

     Assim que entrei na explanada o Carlos (empregado do estabelecimento e meu amigo intimo em algumas ocasiões) veio todo solicito cumprimentar-me e perguntar se queria o mesmo. É obvio que não se referia a outra coisa que não fosse a bebida pois não era hora, local ou ocasião pata outra coisa. Outras coisas que vocês estão pensando fazem-se no recato de minha casa, Então disse que sim!.. e lá veio o café com um pastel de nata.

 

     Entretive-me a olhar o mar e a ler o jornal que ainda não lhe tinha posto a vista de cima e está à disposição dos clientes.

 

     De repente comecei a ouvir o relato de um jogo de futebol qualquer que estava dar na TV. Olhei e vi todo o mundo virado para o ecrã. 

     Continuei a olhar o mar e a ler o jornal, pois o futebol é desporto que não me interessa. Digo por graça que são vinte e dois tipos a correr atrás de uma bola mais salvo erro cinco árbitros a ver se está tudo bem e no fim de tantos pontapés da desgraçada bola que não teve culpa alguma vão-se todos embora e deixam-na ficar no campo esquecida e desamparada.

 

     Ora bem. Aquele barulho já me estava a incomodar quando na mesa ao lado se sentou um moço também com um café e um pastel de nata ao mesmo tempo que falava ao telemóvel e aparentemente também não estava ligando ao que se passava no ecrã.

Eu estava de costas para o dito ecrã, ou seja de frente para tal moço. Olhamo-nos nos olhos e qual não é o meu espanto quando o vejo olhar-me com mais insistência ao mesmo tempo que em vez de comer normalmente o pastel de nata metia a língua do creme do mesmo e rodopiava a parte do folhado ao mesmo tempo que esgava um sorriso maroto.

 

     Fiquei aflito com aquela situação mas como não perco uma oportunidade tentei entabular conversa.

 

- Estes pastéis de nata até parecem os de Belém.

- É verdade!.. Quando cá venho é o que como.

- Mas você é de cá? Nunca o tinha visto.

- Sou de Sintra mas às vezes quando quero ver o mar é nesta explanada que me sinto bem,

- De facto é bastante agradável até por estar totalmente coberta e envidraçada.

- Pois!.. Mesmo com vento e frio aqui não entra. E você é de cá?

- Não!.. Sou do Magoito.

- Mas o Magoito também tem uma boa praia e um bom café restaurante.

- De facto é verdade mas aqui é tudo mais agradável.

- Está isto que você não gosta de futebol. Está de costas voltada.

- Não é o meu deporto favorito. Gosto mais de surf mas agora está mau tempo para o praticar.

- Que dizer você gosta mais de desportos mais radicais.

- Sim!.. Goto de tudo o que seja radical e de outras coisas menos habituais.

- E quais são essas coisas menos habituais?

 

      Não cheguei e responder pois já estava junto a nó o Carlos que me perguntava:

- Não queres mais nada?

- Nesta altura até queria mas não sei se vou ter sorte.

- És danado!.. Não perdes uma ocasião. – ao mesmo tempo que se virava para o moço e comentava.

- Olhe que ele é bom rapaz mas não é de fiar.

 

O moço com ar intrigante perguntou:

 

- Mas não é de fiar como?

- Somos amigos e sei o que a casa gasta. Nunca perde uma boa ocasião.

 

Posto esta deixa o Carlos dando um pequeno sorriso foi-se afastando e recomeçámos a nossa conversa perguntando o moço.

 

- O que é que ele queria dizer que você não é de fiar?

- Ele tem destas coisas. É um pouco ciumento e não me pode ver em convívio. Se você fosse um velhote ele não ligava.

- Quer dizer que vocês são amigos íntimos?

- Não sei o que quer dizer com “amigos íntimos” mas se é o que estou pensando, é verdade. Curtimos uma certa amizade mas ninguém sabe.

- Eu também tenho alguns amigos de curtição mas são poucos.

- E será que me posso juntar a esses amigos?

- É natural que sim. Ao que parece estamos a falar das mesmas coisas.

 

     De facto estávamos a falar das mesmas coisas restavam saber o que é que cada um queria do outro. Então levantei-me, pedi licença dizendo que ia o WC e lá fui.

 

Boys olhando o pénis do outro

     Já estava naquela altura de sacudir o pirilau quando senti a porta abrir-se.

     Era o tal moço que se colocou a meu lado tirou de fora o seu pénis e olhando para o que estava a fazer, comentou:

        - Mais de três sacudidelas é considerado punheta.

        - Eu sei pá!.. Mas não bato a mim mesmo.

        - E se for eu a bater-te uma?

        - Por mim estás à vontade.

        - Isto aqui é um pouco perigoso.

        - Não tenhas receio. Primeiro estão todos entusiasmados com a bola e depois o Carlos viu-nos entrar e não há outra chave.

         - Então estamos há vontade.

        - Completamente.

     Posto isto, começámos a nos punhetar ao mesmo tempo que nos beijávamos ardentemente trocando salivam como se não fosse a primeira vez.

     Olhamos nossos pénis e ambos se enrolavam por fora das calças até que não podendo mais desci as minhas

 

Gays em sexo oral no WC

        - Posso? – Perguntou ele.

        - O que quiseres e te dê mais prazer.

 

     João. Pois era o nome do moço afastou-me as cuecas e foi direito ao meu pau que estava hirto e firme como diz o outro e meteu em sua boca que húmida de saliva me estava dando um prazer imenso.

 

     Aquele local não era o mais apropriado para outra qualquer relação mas mesmo assim foi a minha vez de lhe baixar as calças e as cuecas indo também eu provar aquele delicioso néctar que já começava sair do seu pirilau.

 

     Estávamos loucos e fazendo felação à vez até que nos endireitamos nos beijamos e masturbamos. Viemo-nos ao mesmo tempo em grandes golfadas de esperma branco e leitoso.

 

     Saímos um da cada vez do WC. Entreguei a chaves ao Carlos que ao recebe-la fez um rasgo sorriso e comentou.

 

        - É s um tretas do caraças não perdes uma oportunidade mesmo Há minha frente.

        - Estás com ciúmes? A que horas sais?

        - Por volta das vinte e uma. Podes ir ver a telenovela a minha casa?

        - Vou lá estar e levo uma garrafa de vinho branco de Reguengos.

        - Fico esperando.

 

     O que mais tarde aconteceu em casa do Carlos não vale a pena contar pois é sempre a mesma coisa. Fodemos até de manhã e esperamos por outra noite em minha casa ou na dele.

 

     Quanto ao meu novo amigo João encontramo-nos novamente na mesa, agora numa só. Pouco falámos a não ser coisas de ocasião. Trocamos números de telefone com a promessa de juntarmos novamente nossos corpos mas para uma relação que não tinha sido possível no WC.

 

Fim deste encontro saboroso.

oralgay saboroso

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

                  Nelson Camacho D’Magoito

                           (O Caçador)

                “Contos ao sabor da imaginação”

                       © Nelson Camacho
      2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Sábado, 1 de Fevereiro de 2014

Uma Tarde no Magoito

praia do magoito sintra portugal

Esta é a Praia do Magoito na zona de Sintra em Portugal em dia de nevoeiro.

 

     Ainda não estava lá muito bom da puta da gripe que em tem atormentado desde o Natal. Desde então para cá só no fim de ano é que consegui dar uma fodas. Como foi? Bem se ainda não leu tem a oportunidade de ler agora clicando (aqui).

Ma vamos ao que interessa.

     Estava um frio dos caraças, não chovia e então resolvi ir dar uma volta às praias cá do sitio. Se uma estava uma merda, a outra quase na mesma mas pelo menos a malta que lá estava não era a habitual da primeira.

     Encostei o carro junto ao varandim e sai de máquina fotográfica em punho. Tirei algumas fotos, uma dela é a que dá inicio a este meu conto (Conto? Ou aconteceu mesmo?) vai ver.

     Voltei para o carro e como estava chuviscando e já tinha montado o Chuvento abri um pouco os vidros das portas de frente para não embaciar tudo. Peguei numa pen onde estão algumas músicas de meu gosto para viagens ou quando estou parado, como era o caso pois nem sempre o que é debitado nas rádios não são do eu gosto e liguei-a ao rádio.

     Estava nas calmas olhando o mar à espera das ondas grandes anunciadas mas elas não vinham.

     O som que estava a sair nos altifalantes era um tema de Roberto Carlos “Detalhes” Estava tão absorto na paisagem que nem dei que o som estava demasiadamente alto. Conclusão! Ouvia-se lá fora.

     O meu alheamento era tal que nem dei por um moço de chapéu-de-chuva aberto junto vidro do meu lado fazer gestos para baixar o vidro. Só depois de ter batido é que dei por isso. Então baixei o vidro.

 

        - Desculpe mas o que está a tocar é da rádio ou mp3?

 

     Abanei a cabeça surpreendido. Parei uns segundos mirei-o e o que estava a ver não era uma figura fantasmagórica do temporal, mas um jovem louro de olhos azuis e aí para os seus vinte anos, sem barba, sem piercings ou tatuagens inspirando-me confiança. Foram uns segundos suficientes para os meus neurónios me alertarem para algo que iria acontecer e respondi.

 

        - Não! Não é do rádio! É de uma pen que trago sempre comigo.

 

        - Desculpe mas ando há imenso tempo para adquirir este tema e não sei de que álbum faz parte. Copiou da Net?

 

        - Não! Eu não tenho o hábito de copiar músicas ou filmes da Net. Compro sempre os originais e depois copio-os para as penes.

 

        - Então você é contra os downloads?

        - Sim! Acho que é um atentado aos direitos de autor?

        - Eu por acaso também sou contra. Gosto mais de comprar os CDs. Às vezes também aceito cópias de amigos quando não consigo os originais.

 

     O moço, cada vez estava a apanhar mais chuva e como me despertou confiança convidei-o a entrar.

 

        - Já que podemos falar de música e coce está apanhando uma carga de água, porque não entra?

 

     O Jorge, como soube mais tarde o seu nome. Entrou!

     Depois já dentro do carro puxou do comando e fechou o seu carro que estava mesmo ali ao lado.

 

        - Está um frio das caraças.

        - Pois, Não só está frio como uma chuva miudinha e chata. Disseram que ia haver ondas de seis metros e vim até cá para as ver mas não temos sorte.

        - Pois! Eu também, mas afinal está um nevoeiro que não se vê um palmo à frente do nariz. Vi-me à rasca para chegar cá a estrada tem muitas curvas e é perigosa.

        - Quer dizer que você não é cá do sítio. - Perguntei.

        - Não! Sou de Sintra mas também vim cá para ver as ondas. E você é de cá?

        - Sim, moro aqui no Magoito mas mais lá para cima. Passo por aqui algum tempo e ali no café mas como estava só não me apeteceu ir.

        - Por acaso até era uma boa ideia irmos tomar um cafezinho. Eu pago.

        - É pá ainda agora nos conhecemos e já me queres pagar um café?

        - A sua gentileza merece. Não me conhecendo de parte alguma convidou-me para o seu carro quando sé queria uma informação.

        - Olha meu amigo como já reparas-te ou um pouco mais velho e tenho sempre defesas para quem se portar mal, mas você inspirou-me confiança.

        - Sendo assim vamos aquecer com o tal café?

        - Vamos nessa.

 

restaurante nas arribas da praia do magoito sintra portugal

     A Praia do Magoito mesmo no inverno é bastante agradável não só pelo panorama que nos dá como um restaurante-Café que fica na encosta junto ao caminho para a praia. Fica um pouco escondido mas é fácil de encontrar e de onde se é bem acolhido tanto na parte de restauração como na esplanada para o verão.

     Foi para ali que fomos tomar o tal café, falar de música e conhecer-nos melhor.

 

     Eu por mim não tinha muito a dizer pois a minha vida privada só a mim me diz respeito e senti da parte dele vontade de contar a sua então pulo à vontade e entre um café e um conhaque lá foi contando.

 

     O Jorge é um moço que resolveu a sua vida saindo do conforto da casa dos pais para fazer a sua própria vida. É empregado numa agência de viagens tendo assim a possibilidades de correr mundo e dar azo aos seus desejos em cidades que as gentes são livres de preconceitos, principalmente Paris e Madrid. 

     Foi um choque para os pais quando um dia apareceu em casa com um amigo e disse ser o seu namorado.  Os pais, retrógrados e muito temente a Deus puseram-lhe um dilema – Ou arranjava uma rapariga para namoro ou saia de casa – Jorge como a maioria dos rapazes perante estas situações e porque já não dependia monetariamente dos pais, resolveu arranjar um apartamento e sair de casa. Levou o namorado consigo mas como este era da sua idade a coisa não deu certo e durou pouco tempo. Hoje encontra-se só não se assume e dá azo aos seus desejos noutras paragens.

 

     Naquele dia tinha ido ver o mar e deparou-se comigo. Entre ambos houve um clic de confiança e ali estivemos durante algum tempo. As luzes acenderam-se e foi a altura de regressarmos ao carro.

 

        - Despedimo-nos aqui? Como sabes tenho o meu carro juntinho ao teu.

        - Já que estamos numa de ver a paisagem não queres ir mais acima junto ao farol que ai sim tem uma paisagem fabulosa e podemos estar à vontade. – Disse eu.

 

     Metemo-nos no meu carro que é maior, liguei o aquecimento e partimos ao local do farol. Quando lá chegámos já o carro estava quentinho. Não havia mais carro algum. Debrucei-me sobre ele para fechar o sistema de segurança da sua porta e ficamo-nos a olhar olhos nos olhos. Ambos demos um sorriso malicioso e nos beijamos. Um beijo longo de língua enquanto acariciávamos nossas faces.

 

        - Está confortável? – Perguntei.

        - Podes baixar o meu banco? – Foi a resposta.

 

     Baixei ambos os bancos e tal como se estivéssemos na cama nossas mãos em uníssono dirigiram-se às braguilhas que desabotoa-mos.

Nossos paus já estavam hirtos e prontos a serem aquecidos com nossas bocas o que fizemos em grande sofreguidão não deixando chegar aos finalmentes.

     Não demorou muito até nos despirmos como se estivesse-mos em casa

 

 

sexo gay no carro à beira mar

 

Os bancos deitados para traz em forma de cama. Os vidros embaciados pelo calor dos nossos corpos e o granizo que vinha do céu batendo no tejadilho do carro como uma bênção dos céus, estava a acontecer amor entre dois homens num acontecimento inesperado.

 

       Quem comeu quem? Isso não interessa, Interessa simplesmente que naquele carro aconteceu poesia sexual.

       O que aconteceu naquela tarde nada mais foi que a prova provada que a relação entre dois homens só é proveitosa quando um é mais velho. Não só pela sua experiência como o saber entender as incertezas que lhes pairam nas suas mentes.

       Por incrível que pareça mesmo no carro acabaram por adormecer.

       A bateria do carro é que ia pifando pelo gasto do aquecimento. Aquela manta vermelha que existe no banco de traz serviu de manta para aqueles corpos desnudos até de madrugada.

 

       O sol começou a despontar lá no horizonte. O granizo e a chuva tinham acabado. O sol vinha com força e o carro começou a aquecer normalmente.

       Vestimo-nos, beijamo-nos, trocamos moradas e telefones.

       Descemos novamente até ao café que já estava a abrir. Eram sete da manhã.

       Tomamos o pequeno-almoço cada um foi para o seu carro e seguimos caminhos diferentes com promessas de voltarmos até à praia do Magoito até porque lhe tinha prometido oferecer-lhe uma cópia do álbum do Roberto onde consta a canção de dor de corno “retalhos”.

 

Voltei a ligar a pen e quase por mágica o tema voltou a ouvir-se.

As fotos aqui apresentadas com excepção das da praia do Magoito que são minhas as outras são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

sinto-me:
a música que estou a ouvir: Retalhos de Roberto Carlos
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Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014

A Última Noite de 2013

Fim de ano 2013

Desde o dia a seguir ao Natal que o telefone foi um corrupio de chamadas. Uns, dando o Bom Ano via sms outras vezes telefonicamente não só com o mesmo intuito mas também perguntando onde iria fazer a Passagem de Ano. A Todos respondi que este ano queria estar sozinho com as minhas recordações e assim fiz.

Fui comprar um Bolo-rei, um pacote de passas e mais umas guloseimas e coloquei tudo na mesa como preparada para uma grande farra entre amigos sabendo de ante mão que nada iria acontecer pois o que queria na realidade era estar só com os meus botões.

Já eram vinte e duas horas, liguei a televisão e era tudo uma pasmaceira. Como a casa estava aquecida andava como no verão todo nu (é um habito meu) Fui até ao quarto e quando passei pelo espelho que tenho junto à cama mirei-me casualmente e pensei. “ Então vais desperdiçar este corpinho numa noite de farra?” Olhei de soslaio para umas fotos de alguns amigos que me fizeram felizes durante anos e perguntei a mim mesmo. “ Onde andarão eles? Com seus novos amantes e eu por aqui armado em parvo!...”

Voltei à casa de jantar olhei para o repasto que tinha preparado não sabendo porque o tinha feito. Abri uma garrafa de champanhe que estava a um canto da mesa metida num balde de gelo. Enchi um flûte e bebi de um trago. Enchi novamente e emborquei de um sorvo.

 

Lá fora já se ouviam tachos e panelas batendo umas nas outras e algumas estrelinhas já se vislumbravam no céu.

 

Deu-me um vaip fui até ao quintal e verifiquei que a noite até estava amena. Sem chuva e de céu estrelado e lá bem no fundo a Lua brilhante como a rir-se de mim.

 

Voltei ao quarto e vesti-me casualmente sem saber bem o que fazia. Peguei na chave do carro, desci as escadas e entrei na rua. Deserta sem gente ou carros mas ouvia grande alvoroço nas outras casas querente dizer que por ali havia gente feliz e contente, Só eu! Estava por ali só e armado em parvo tentando com algumas recordações que o tempo voltasse para traz.

 

Meti-me no carro dei a volta à chave e este sem ele ou eu saber o destino pôs-se em movimento.

 

Andamos somente meia dúzia de quilómetros quando fui obrigado a parar frente a uma sociedade de recreio cá do sitio pois a estrada estava cheia de carros e havia um outro que estava atravessado tentando arrumar. Lá de dentro saiu uma rapariga toda esfusiante dando indicações ao condutor. Olhou-me fixamente e perguntou. Também quer arrumar?

 

Eu não disse nada mas ela atirou:

    - Há sempre lugar para mais um.

A moça continuou a dar as instruções necessárias para o seu amigo arrumar o carro de forma a ficar um espaço para o meu dando as indicações necessária como um sinaleiro ou arrumador de carros e obrigou-me a arrumar o dito no lugar deixado vago.

Entretanto já do outro carro tinham saído dois jovens rapazes que se metiam com ela:

- Tá visto que já arranjaste um namorado.

 

Um deles aproximou-se de mim, abriu-me a porta do carro:

 

- Anda embora!.. Mais um é sempre bem-vindo para o maralhal.

 

Na altura não sabia se já estavam bêbedos ou se era só alegria da festividade, mas como era tudo malta nova sem saber bem porquê alinhei na coboiada. Meteram-me um papel na mão que depois de olhar mais atentamente vi que era um bilhete de ingresso na sociedade e lá entramos todos.

 

No grande salão dançava-se uma modinha brasileira e os confétis já pairavam no ar.

 

Um dos rapazes procurou uma mesa onde tinha um letreiro RESERVADO PARA O JORGE CAPELO. E sentámo-nos.

 

Vamos às apresentações:

O Jorge Capelo era o mais velho (aí para os 20 anos)

O João (era outro jovem aí para os 19)

O Mário (era outro jovem também para os 19)

A Luísa (era a tal jovem toda desinibida e que tinha dado azo à minha entrada naquele trupe.

 

Perante aquela situação eu era o Kota da malta. Entretanto lá veio um empregado com os chouriços numa assadeira já a arder. Quatro tigelas de caldo verde umas pernas de frango embebidas num molho que dava a entender ser de cebola, a acompanhar vinham dois jarros de vinho um tinto e um branco. Estava-se mesmo a ver que era a Seia para quatro o que quer dizer que naquele grupo tinha faltado um e eu o “penetra” era o substituto.

 

A Noite correi hás mil maravilhas comemos demos alguns dixotes, cotamos anedotas, dançamos e finalmente nos apresentamos.

Eram todos emigrantes de França que tinham vindo passar o Natal com a família. O que faltou foi um Tio deles que teve de ir para o Algarve com o resto da família.

 

As doze badaladas lá vieram todos demos abraços e beijinhos e depois de toda aquela euforia o conjunto começou a tocar musicas mais calmas e todos nós acalmamos.

 

Tudo estava a acontecer como se já nos conhecêssemos de longa data.

 

Já era uma três da manhã quando o Jorge que entretanto se tinha ausentado voltou e com o ar mais triste deste mundo:

- Tenho uma triste notícia para vos dar.

- Então qual é?

- Não há mais champanhe.

- Épá!.. Isso é que não pode ser. Nos em França curtimos até de manhã com champanhe e agora?

 

Perante tal tristeza e da forma como tinha sido recebido por aquela rapaziada lembrei-me que tinha em casa uma caixa de espumante e disse:

 

Lá por causa disso não há problemas. Eu tenho em casa uma caixa com seis, deve dar para o resto da noite. É só ir busca-la.

 

- Pois e ficávamos todos aqui a morrer de sede. Moras longe?

- Não! Á aqui quase ao fim da estrada.

Luísa sentou-se ao meu colo beijou-me e perguntou:

- Podemos ir lá a casa acabar a noite?

 Até parecia que todos tinham uma mola no cú. Deram um salto e em uníssono vamos nessa.

 

Quatro da manhã

 

   Perante tal situação todos nos calámos, saímos meti-me no carro com a Luísa abrindo caminho até minha casa.

 

Mal entramos via-se logo que aquela rapaziada não vivia neste país à beira mar plantado e cheio de preconceitos.

A primeira coisa que fizeram foi porem-se literalmente à vontade ou seja eles se shorts e a Luísa de cuequinha de fio dental e sutiã.

 Abriu-se garrafas de champanhe. A guloseima que tinha colocado antecipadamente sobre a mesa foi devorada rapidamente.

 

De repente dei comigo sentado num sofá com o Jorge a meu lado e de cabeça pendente sobre o meu ombro segredando-me ao ouvido:

-Sabem nós em França, fazemos muitas festas destas e que chamamos Noites de “Ménage a Tróis”...

 

- Pois!.. só que neste momento só estamos dois.

- Vamos espreitar os outros.

 

 
menage

 

Subimos as escadas e a porta do meu quarto estava escancarada. Lá de dentro vislumbravam-se os corpos dos outros amigos.    

Luísa no meio e João e Mário fodendo-a desabridamente.

Ao que parecia não havia espaço para nós.

Descemos novamente até à sala bebericamos mais um pouco de champanhe

E perguntei ao Jorge:

Então é assim que vocês se divertem em França? Fodendo uns com os outros?

 

As Noites de “ménage à trois” é uma expressão francesa que significa “mistura a três”  

E que é usada normalmente para designar uma relação sexual envolvendo três pessoas, tanto faz se forem dois homens e uma mulher, duas mulheres e um homem ou todas do mesmo sexo.

 

 Quando são mais que três alguém fica de fora – Comentei.

 

 - Não é bem assim. Quando os casais são pares há sempre a possibilidades de um sair do grupo temporariamente enquanto o outro entra na festa.

Um pouco baralhados com as ideias comentei:

-Então se a rapariga for a que sai do grupo ficam só os rapazes.

- E há alguma coisa melhor para sair da rotina e entrar em novas aventuras? Desde que as pessoas se sintam totalmente à vontade é sempre bom experimentar novas formas de prazer.

 

 - E quem não quer experimentar novas formas de fantasias sexuais?

 

 

Dizia alto e bom som o João que descia as escadas que vêm lá dos quartos ao mesmo tempo que acrescentava o pedido de tomar uma duchada pois estava todo lambuzado e ainda não se tinha vindo.

 Indiquei-lhe o banheiro e continuei no sofá comentando com o Jorge o que estava a acontecer.

Foi neste momento que o Jorge perguntou se estava disponível para umas brincadeiras a três.

Não é que tudo aquilo fosse estranho para mim mas assim de repente e num Fim de Ano de pois de uma oportunidades assim de mão beijada não podia continuar armado em parvo. Lá do fundo entrava o João todo lavadinho e de chorts somente vestidos. Até àquele momento o único que estava a destoar era eu pois ainda estava calças e camisa.

Talvez para ficar mais a vontade o Jorge ajudou-me a tirar a camisa ao mesmo tempo que me beijava enquanto o João se ajoelhou frente a mim e me foi tirando as calças ao mesmo tempo que roçava seus lábios no meu cacete que já teimava e sair do seu conforto.

 

menage à trois homo

Estava a acontecer a verdadeira “ménage à trois”. Entre machos.

Não sou nem nunca fui nenhum santinho nestas coisas de sexo mas logo no princípio da noite tinha-me dado uma de macho, tentando o mais possível passar por “artolas” até porque era conhecido lá na sociedade e aqueles gajos nunca os tinham visto pois era emigrantes.

   

Ma passemos a diante….

Desde os beijinhos recíprocos em nossos corpos até às lambuzadelas dos pirilaus foi um pequeno passo até experimentarmos sofregamente os espermas de cada um.

 

     Lá do fundo da escada ouviu-se:

- Então não sobra nada para nós?

Era a Isabel e o Mário, nus e debruçados no corrimão fazendo gestos bastantes sexuais e convidando-nos a subir.

 

Do Salão até ao quarto já nus como viemos ao mundo, com a diferença em que nossos paus estavam hirtos esperando mais qualquer coisa que efectivamente aconteceu naquela madrugada e primeiro dia do ano de 2014.

 

Não se coíba de praticar qualquer fantasia sexual simples o mais aprimorada com ao seu ou a sua companheira e porque não a três?


Estas fantasias são muito frequentes entre os homens, muitos sonham em fazer sexo com duas mulheres ao mesmo tempo.

menage à trois no fim de ano 2013

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

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      “Contos ao sabor da imaginação”

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Domingo, 3 de Novembro de 2013

Aconteceu poesia - Introdução

     A minha avó sempre disse que “Santos ao pé da porta não fazem milagres” mas ela estava enganada. Hoje não só aconteceu um milagre como aconteceu poesia sexual.

 

     Como tenho por hábito dizer que “Na cama não há programa”

kamasutra homo para iniciados

 

     Aquele encontro casual no café com o Jorge primeiro não se fez rogado e depois aconteceu mesmo poesia sexual.

 

     Quer saber mesmo o que aconteceu? Como um heterossexual (casado) se transformou num bissexual?

 

     Depois de uma longa conversa dei comigo no sofá fazendo um tremendo broxe naquela pixa gostosa de tamanho acima do normal, tomando em conta que o tamanho normal para o português branco é entre os 14 de 15 centímetro. Ele tinha 16.

 

     Pode dizer-se que um centímetro, como diz a outra “não faz diferença alguma” mas quando comparamos com a nossa sentimos vontade de a utilizar convenientemente.

 

     Utilizámos todas as posições do Kamasutra de tal forma que aquele gajo entrou em minha casa como heterossexual e saiu bissexual.

copula gay

 

Começamos do sofá e acabamos na cama

     Se pensa que é fácil leia a história como tudo se passou clicando (aqui) .

    Se penca fazer o mesmo com um amigo leia só as voltas que são precisas para chegar aos finalmente. Não force a barra pois esteja na posição de um ou de outro a coisa deve acontecer normalmente dando carinhos, afectos uma boa conversa e um copo à mistura acompanhados por uma boa música.

     Se for activo e quiser experimentar não o faça com um tipo qualquer que tenha tiques de bichanado.

     Se for só passivo e procura um macho você não é gay mas sim um bissexual e nunca vai ter o prazer total.

     Se for bissexual então sim… Você tem todas as oportunidades de encontrar a felicidade sexual total e veja na história seguinte como se faz.

 

Não se esqueça de comentar sem preconceitos esta minha dica e a história

 

          As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

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       Nelson Camacho D’Magoito

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