.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Segunda-feira, 12 de Agosto de 2013

Alguém ficou de fora – Alguien se le escapó

alguien se le escapó em Madrid

     Porque andam sempre a dizer só escrevo contos fictícios, desta vez, “ porque não tenho vergonha na cara” como dizia um amigo meu e desvendando um pouco da minha vida privada aqui fica uma história verdadeira passada comigo este semana.

     São quatro da manhã de segunda-feira. Não vou contar o que se passou entre sábado e domingo, mas de terça a sábado.

Avisei toda a gente que iria fazer umas pequenas férias mas que seria também de negócios, aproveitando verificar o conforto e estabilidade do meu novo carro, Um Rover de 120 cavalos que atinge com a maior das facilidades os 200 quilómetros horários.

 
O meu Rover para as grandes viagens

     Nesta minha viagem rápida a Espanha aconteceu tudo menos o que estava previsto.

     Em princípio ia ser só de quatro dias para visitar um amigo espanhol que tinha conhecido no Bar 16 em Lisboa numa das minhas noites de caça ou de pesca como lhe queiram chamar.

     Juan, é um chavalo de 25 anos, lindo de morrer e filho de um empresário famoso. Depois de uma noite de copos e não só, convidou-me a dar um salto a Madrid para me apresentar ao pai pois tinha a possibilidade de me arranjar uns contratos. Mas tinha de ser esta semana pois no Domingo partia para Marrocos com a família, onde tem uma casa de férias.

     Há muito que não fazia um disparate destes, fazer um milhar de quilómetros para um possível contrato, mas encontrando-me já no fim de linha das cantigas e emérito, meti-me à estrada e lá fui eu de abalada, De qualquer das formas tinha de estar cá no sábado pois tinha um compromisso e como sou um tipo de palavra, tinha de ser uma rapidinha.

     Fiz uma directa a Elvas onde parei para tomar um copo e como tinha levado o portátil, dar uma volta no facebook.

     Há hora de jantar lá estava no hotel Atlántico que fica junto ao metro da Plaza e a escassos metros da Chuenca, distrito gay da cidade, portanto com a possibilidade de deixar o carro na garagem do hotel. (O bairro de Chuenca que visito todas as vezes que vou a Espanha é um bairro idêntico ao nosso Bairro Alto mas 100% melhor em tudo até na limpeza) na Chuenca é super comum ver heteros e gays frequentando as mesmas baladas.

     As ruas mais gays do bairro da Chuenca são as Calle Fuencarral e Calle Horteleza.

 

     Já no hotel telefonei ao Juan e logo passado meia hora apareceu com uns amigos. Uma rapariga por sinal muito engraçada e dois borrachos entre os dezanove e vinte e dois anos vestidos descomplexadamente com as camisas abertas por onde se vislumbrava bíceps bem tratados. Eram eles: Rian o Raffael e a Letícia. A galinha de calças e uma blusa apertada e subida mostrando o umbigo e de cabelo negro e curto. À primeira vista e pelo seu comportamento deu-me a impressão de ser “fufa”. Quanto a eles não me pareciam lá muito machos, mas lindos e prontos para a farra. Depois das devidas apresentações fomos jantar. Durante o dito muita conversa da treta misturada com grandes risos, próprios de espanhóis. Ficou também combinado encontrar-me com o pai do Juan no dia seguinte no seu escritório para o fim em vista. O jantar levou mais tempo que é normal acabando por volta das onze horas. Então Letícia alvitrou irmos tomar uns copos a um Tablau (como cá uma casa de fados mas lá onde existem bailarinos dançando musicas ciganas)

 

     Aquele convite para ir a um Tablau, embora cansado da viagem, assistir a um show de flamengo que adoro e não perco sempre que vou a Espanha, então sugeri o Tablau do Torres Bermejas que já conheço e é o mais autêntico em Madrid e se degusta um belo vinho de xerez ou uma taça de Cava  (champanhe espanhol) se não se quiser jantar e não era o caso pois já o tínhamos feito no hotel

Os bailarinos também devem ser escolhidos a dedos pois são de corpos delineados de tal forma que metem inveja a qualquer um.

 

      Assistimos ao show, bebemos um pouco e já com o grão na asa partimos para a zona gay mais in de Madrid.

Também a meu conselho, fomos ao Griffin’s.

 

Uma noite em Boate Gay em Madrid

     No Griffin’s, encontramos uma decoração não das mais modernas mas o lugar é perfeito para aqueles que estão procurando um lugar com um público mais “experiente” para ir à pesca ou ser caçado.

Tem dois andares, com a pista de dança localizada no andar de baixo onde é possível abanarmos a cabeça descomplexadamente, abraçarmo-nos e nos beijarmos. Como não ia para o engate pois estava bem acompanhado, até às cinco da manhã foi só curtir.

 

     Já o relógio batia nas cinco da matina e com os copos quando resolvemos abalar. Como estávamos todos meios bêbados mas como somos pessoas responsáveis e tínhamos ido no carro do Juan e este é bastante rico, chamamos um táxi e o carro dele ficou onde estava. - Quando chegamos ao hotel e depois de tomarmos uns cafés ele telefonou ao chauffeur do pai dando-lhe a indicação onde tinha deixado o carro e para o ir buscar. – Mais tarde vim a saber que o pai sabia da sua orientação sexual e aquela do chauffeur ir-lhe buscar o carro em noites de copos já era habitual.

 

     Depois de tomarmos os cafés no bar do hotel que estava a abrir, subimos para o quarto. Nenhum funcionário se opôs. Cenas daquela já é habitual, ou não fora um hotel recomendado à comunidade gay.

 

     A “galinha” cansada ou porque não estava interessado em homem atirou-se para o sofá. Por nossa parte, fomos os três tomar duche. Foi uma festa. Brincámos com os tamanhos dos nossos pirilaus murchos e gozamos com a pequenez dos tomates do Raffael que indignado diz que em compensação tinha depois de teso um membro enorme. Nós quisemos ver começamos a masturba-lo em uníssono. De facto o gajo tinha um instrumento fino mas enorme tipo preto. O Rian não tinha nada de se deitar fora, de cabeça lustrosa e glande saliente e pronto a ser abocanhado. Foi o que fiz aproveitando a confusão. O Juan que já conhecia de Lisboa e da minha cama e não tendo mais de 16 cm, portanto muito jeitoso e não fazia doer, ele aproveitou novamente as profundezas de mim.

     O Raffael Aproveitou uma abertura para se colocar entre nós e apontou o meu pito no seu cozinho que entrou sem quaisquer reserva. Foi o único que não se veio naquele duche dizendo que como era o mais avantajado ia guarda-lo para comer a Letícia. Ficamos agradecidos pois aquela porra iria fazer doer.

 

Fomos apanhados no chuveiro

     Aquela brincadeira já durava há mais de meia hora quando apareceu a Letícia perguntando se aquilo era só brincadeira de rapazes e ela não tinha direito a nada.

Rian mais atrevido respondeu que tínhamos guardado a sobremesa para ela e um especial do Raffael que era grande demais para nós.

 

     O Raffael que ainda não se tinha vindo e vinha de pau feito caminhamos para o sofá e foi o primeiro a comer a galinha deixando a porta aberta para nós outros. Veio-se furiosamente talvez por ser o mais novo e ainda estar com a garra toda, como os coelhos deitou-se para o lado, caindo na carpete onde acabou por adormecer, ficando de fora do resto do combate.

 

     Eu e o Juan como bissexuais começamos por beijar cada teta da Letícia enquanto esta ia masturbando nossas gaitas que estavam novamente a ganhar vida. Dali para a frente foi um ora beijas tu ora beijo eu. Para enrijar mais nossos paus ela começou fodendo-os na sua boca enquanto éramos nós que nos beijávamos. Estávamos todos loucos. Foi quando comecei a masturbar-lhe o clítoris.

 

        - E se em vez de meteres o dedo metesses a gaita?

 

      Esperar mais tempo para quê coloquei-a entre nós. Eu comi-lhe a rata e o Juan comeu-lhe o cú.

 

     Porra!.. Estava a ser demais. Com uma centena de quilómetros no bucho, uma noite extravagante de gostos e uma madrugada de prazeres deixando um na carpete, dois no sofá, atirei-me para a cama exausto pois já não tenho idade para estas coisas

 

     Afinal de contas só tinha ido numa rapidinha a Espanha para um possível contrato para umas cantigas porque por Portugal só tem trabalhos os pimba e as Lilianes Marizes. Quando acordamos já era hora de almoço. Aprontamo-nos e descemos. Na recepção estava um recado para o Juan dizendo para não se esquecer e levar o amigo (Era eu) ao escritório e a chaves do carro que já estava no parqueamento do hotel.

 

     Depois do almoço cada um dos outros foi à sua vida com a promessa de nos voltarmos a encontrar à noite. Entretanto, fui com o Juan ter com o pai.

 

     Um tipo porreiro! Atendeu-me o melhor possível mostrou-me o estúdio de gravação e ficou combinado voltar lá depois do verão a fim de fazer umas gravações ficando o Juan incumbido das nossas relações comerciais.

Para além das conversas de circunstância e depois de lhe mostrar o trabalho que fiz até hoje, ficou a promessa de trabalho em Espanha.

 

         - Nós aqui não olhamos à idade do artista mas do seu valor e pelas gravações que ouvi e pelo seu currículo artístico vamos fazer uns trabalhos interessantes. Quem vai tratar de você é o meu filho que também é um dos sonoplastas da empresa.

 

     Perante tanta gentileza nem tive coragem de dizer mais nada a não ser o agradecer.

 

        - O meu filho precisava de um amigo assim mais velho para ver se deixa de andar com rapazolas.

 

     Mais uma conversa de circunstância acompanhada de café e demos por finda a reunião.

 

     Como continuava à pendura no carro do Juan, este sem nada dizer encaminhou-se para O Parque Maria Luísa. Espanha depois das quatro horas da tarde ninguém trabalha! Encerram algumas ruas ao trânsito, abrem as esplanadas e aquilo é uma festa. Todos falam alto, cantam e dançam.

     Acabamos sentados numa dessas explanadas que aparentemente era frequentada pela comunidade gay, tal como o nosso largo do Camões mas sem as bichas frequentes do Bairro alto. As raparigas dançavam flamengo e os rapazes faziam-lhes companhia, alguns acompanhando-se à guitarra, mas sem modos afeminados. Só com o nosso olhar clínico descobria os gays e os heteros.

     Eu adoro Espanha e suas gentes, mas nunca tinha tido a oportunidade de estar em Madrid com um amigo que também não dava nas vistas e bem conhecedor do ambiente além de ser lindo e muito bom na cama.

     Não fora o meu compromisso de estar num jantar de amigos do Parque Mayer no sábado e ele ter de ir para Marrocos, pendurava-me nele e ia também.

 

     Naquela noite quisemos ficar sós sem os amigos e fomos como dois namorados antigos para o hotel.

     Juan mandou ir para o quarto uma garrafa de vinho branco e umas tapas.

 

Dois amigos preparando-se para fazerem amor

     Mal entramos agarramo-nos aos beijos e começamos a despir-nos.

     Estávamos neste Love de corpos descobertos e já de pau feito quando sentimos que alguém entrava no quarto.

     Era um empregado dos andares com um carrinho de serviço onde constava a garrafa de vinho branco metida num frafê com gelo e umas tapas.

     Naquele hotel é normal entrarem sem baterem até porque sabem quem o está a ocupar. E eles sabiam que era o Juan, pessoa já conhecida com um estrangeiro.

     O moço que vinha calmamente empurrando o carrinho se tivesse mais de vinte anos, era muito! Típico espanhol, cabelos negros e um pouco compridos, olhos negros e brilhantes que ainda ficaram mais luzidios quando reparou na nossa figura. Deu um escasso sorriso e virando-se para nós, comentou:

 

        - Quê Guapos hermosos!...

 

     Juan descaradamente respondeu:

 

        - Quieres unirte e nosotros?

 

     Logo recebeu a resposta com um sorriso lindo na ponta da língua

 

        - Sólo despuês da la medianoche, tiempo de ir fuera de servicio!

 

     Como há muito que não fazia um empleado de la sala e como era un Chico perfecto y hermoso foi a minha vez de responder ao mesmo tempo que olhava sorrindo para Juan como a sugerir seu consentimento:

 

        - Ya ahora trás algo de comer cuando regresses.

 

     Tristan pois era seu nome, rodopiou em seu próprio corpo e saiu porta fora.

 

     Como dizem os espanhóis, depois de aquele Chico sair porta fora e não sabendo se de facto iria voltar ou não, Como somos unas personas dedicada al amor y lujuria de nuestros cuerpos, continuamos nos beijando assim como a despir-nos e encaminhamo-nos até à cama sem antes termos enchido os copos! As tapas ficavam para depois.

     Juan delicadamente em vez de beber directamente o vinho do copo vazou-o em meu peito bebendo dali o néctar.

     Eu mais atrevido! O néctar do meu copo foi caindo pouco a pouco no pirilau dele que estava hirto e firme e nos intervalos das gotas fui bebendo-o acontecendo uma mistura de esperma que já ia saindo do buraquinho daquela cabecita louca com o néctar das uvas espanholas.

     Juan veio até os meus lábios a aí fizemos a mistura perfeita.

     Num rasgo de acrobacia e depois de estarmos com aquela loucura durante algum tempo acabamos na posição de 69. Aí, degustámos os nossos milhões de espermatozóides que saiam loucos dos nossos pitos.

     Acabamos por adormecer mesmo assim.

 

     Acordámos por volta da uma da manhã ao som do bater da porta.

     Era o Tristan já sem a sua farda com uns curtos calções e uma t-shirt da cava. Como outra indumentária, trazias uns chinelos de dedo.

     Trazia mais um carrinho de apoio com várias iguarias e um balde de gelo onde se via o topo de uma garrafa de champanhe.

 

     Entrando declarou com o ar mais sorridente do mundo e de modos amaneirados declarou:

 

        - Se sirven va o pronto?

             (o queria dizer” São servidos já ou daqui a pouco”) Talvez quisesse primeiro foder e depois comer.

 

     Juan ainda meio estremunhado declarou num perfeito espanhol que primeiro iríamos tomar uma duchada)

 

        - Primero tinemos que tomar una ducha que somos todos lambuzados.

 

     E assim aconteceu. Eu e Juan fomos ao duche enquanto Tristan abria a garrafa de champanhe e enchia os copos que ficaram prontos a serem servidos. Também ele despindo-se colocou-se na cama de rabo para o ar pronto a que nos servíssemos.

     Quando saímos do banheiro e reparamos naquele cenário oferecendo-se como fêmea olhamos um para o outro pois, Cuando la han venido pensamos que era un hombre pêro que era como nosotros, un hombre gay que tambén le gustaba el juego.

     Nem eu nem Juan éramos virgens em comer empregados de hotel mas naquela noite talvez quiséssemos um hombre macho mas después de que el niño era homosexual y en la.

 

Gays em triunvirato

Já que assim era o melhor era aproveitarmos.

 

     Cada um foi para seu lado da cama, Nossos pirilaus vinham murchos do duche mas logo se começaram a arrebitar quando Tristan nos puxou para a cama e ficamos lado a lado. Ficando ele ao meio que descendo por nossos corpos beijando um de cada vez foi parar ao nossos coitados descaído. Enquanto beijava um punhetava o outro. Foi a vês de nos colocarmos de lado nos beijarmos enquanto ele metia nossos coitados pirilaus na sua boca. Primeiro um de cada vês e depois os dois. Aí eles começaram a ganhar coragem e lá arrebitaram. Já estavam hirtos, como dizia o outro “como uma barra de ferro”

     Quando num intervalo daquele mamansso, Tristan olhando bem para eles e com o sorriso mais descarado do mundo atirou:

 

        - Que estos me penetrará hoy guapos!....

 

     Como ele estava já em posição e eu arregalado com aquele cuzinho arredondado fui o primeiro a penetra-lo sem dó nem piedade. Ele ganiu um pouco mas depois passou até porque abocanhando o coitado do Juan daquela boca não podia sair mais nada.

 

     Estávamos todos loucos de tal maneira sem dar por isso estava Juan comendo-me e ele comendo o Tristan.

 

     A noite acabou com umas taças de champanhe e uns lagostins grelhados. E contando anedotas.

 

     Às sete da manhã Tristan saiu pois entrava de serviço às oito e nos ficamos na cama tentando descansar. (Como isso fosse possível)

   

     Na sexta-feira, voltou tudo ao mesmo. Só não voltamos ao escritório do pai de Juan mas quanto ao resto foi mais ou menos tudo em repetição.

 

     Sábado cheguei a Lisboa por volta da uma da tarde fui a casa, tomei um duche mudei de carro e lá foi para o jantar no Parque Mayer que foi um encontro de “Marretas”. Se soubesse que ia ser um convívio da brigada do reumático, tinha aproveitado o convite do pai do Juan e tinha ido com eles para Marrocos. De qualquer das formas o Jantar até nem esteve mau. Deu para recordar velhos tempos fora das mariquices.

A vida como ela deve ser vivida para quem gosta claro-Nelson Camacho D',agoito

  Este quadro acompanha o meu pensamento

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net excepto a do Rover.

 

     Nelson Camacho D’Magoito

                (O Caçador)

            “Histórias vividas”

           de Nelson Camacho

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Terça-feira, 18 de Setembro de 2012

Preparação para o Fim-de-Semana

Gays num fim-de-semana

Um Dia na Praia da Parede

2º. ACTO – passagem por casa dele

 

    Depois de tudo ter acontecido naquele ambiente de rochas, mar e areia onde encontrei o Rui as nossas almas ficaram mais libertas para prosseguirmos o nosso namoro entrelaçado por uma áurea há muito não encontrada. (ver aqui)

    Conforme combinado na sequência da minha proposta para o Rui ir passar o fim-de-semana em minha casa já que ele estava sozinho nestes dias assim fomos.

    Ainda passamos por casa dele para mudar de roupa.

   Eu não queria entrar mas ele fez questão e como para mudar de roupa iria tomar um duche aliciou-me a também tomar um, sempre iriamos mais  frescos para minha casa.

    Como não queria criar logo ali um mau entender, acabei por entrar, levando comigo um saco com uma muda de roupa que me acompanha sempre no carro.

    Ao ver aquela manobra o Rui atirou:

      - Quer dizer! Vens sempre preparado com outra roupa!

      - É!!! É um hábito antigo! Não saio de casa sem esta maleta portadora de uma ou duas mudas de roupa para quaisquer eventualidades. E esta é uma delas.

      - Quando chegar à tua idade, também vou passar a fazer o mesmo.

      - Ainda não me tinhas chamado de velho!

      - Velho não! Mas “cota”, vou passar a chamar-te. Eu ainda estou no princípio da vida enquanto tu já lá vão uns anitos- Mas atenção! Eu gosto!!! – A propósito que idade tens?

 

Kiss Gay no elevador

    Esta converse-ta, ia-se passando enquanto entravamos no prédio a caminho do elevador.

    As portas abriram-se, empurrou-me para o fundo e antes de me beijar retirou do seu saco uma taça e entregou-ma.

      - Se fosses da minha idade, não estaríamos agora aqui, nem te beijava desta maneira.

      - Com taça e tudo!?. Não posso acreditar!

      - É verdade! Foi a taça que ganhei ontem num jogo de Badmínton e tinha levado para mostrar aos meus amigos. Agora é tua!

    A porta do elevador fechou-se e até se voltar a abrir foi o beijo mais gostoso dos últimos dias.

 

    Primeira Cena:

 

    Entramos e fui dirigido logo para o quarto dele que por acaso ou não, era uma suit existente no fim de um corredor ficando assim separada do resto da casa. Pela aparência do que me estava a ser observado, logo verifiquei que aquele menino da praia era tudo menos gente normal do meio financeiro. O que verifiquei mais tarde pelas suas origens.

Rui abriu um armário de onde retirou dois roupões dando-me um deles ao mesmo tempo que dizia:

      - Queres ir tu primeiro tomar o duche? Meu “cotinha”! Eu vou à cozinha preparar um refresco.

    Despiu-se, e revestindo-se com um dos roupões, desalvorou porta fora.

    Naquela altura não sabia bem o que me estava a acontecer, perante tanta gentileza deste menino com 22 anos sem tiques afeminados e no meio daquela casa soberba e de bom gosto. A quando da forma como nos conhecemos na praia, nada daquilo não estava a fazer sentido, pois já não sabia quem é que ia comer quem.

 

Gays no chuveiro

    Ainda estava no duche todo besuntado de champô quando a porta de vidro se abriu e entrou o Rui ao mesmo tempo que deixava cair o roupão mostrando toda a sua nudez atlética de bíceps bem delineados e a terceira pena descaída acompanhada de dois acessórios não grandes mas também flácidos. Com todo aquele corpo ali à vista veio-me à lembrança o meu corpo que já fora em tempos q hoje já com uma barriguita nada desejada mas que sem querer se vai tendo com o acompanhar dos anos. Afinal de contas já tinha entrado na casa dos quarenta.

    Nos agarramos e nossos paus se entrelaçaram. Começámos por nos acariciar com as mãos em nossas faces, colocando nossas bocas sedentas não num beijo de cinema mas naqueles em que a língua procura troca de fluidos. Roçamos nossos corpos e as nossas terceiras pernas que é como quem diz, nossos paus, começaram a levantar-se e a fazerem já eretos, preção em nossos corpos.

   A minha mente naquele momento lá bem no fundo e por um lapso de tempo, já procurava quem iria apanhar o sabão que entretanto caíra no fundo daquele espaço exíguo mas com a fúria com que estávamos nem notávamos. Entretanto a água bastante quente ia transbordando nossos corpos ajudando a relaxar todos os músculos. Estávamos totalmente relaxados menos os paus da vida que nos tinham levado há quele momento de amor.

    Tudo foi esquecido no meio de tantas caricias abraços e beijos, até que o Rui começando por me segurar nos braços se foi baixando enquanto dizia:- É por isso que gosto de cotas, sabem dar prazer-. Baixou-se mais ainda ao mesmo tempo que me ia beijando pelo corpo até segurar em meu pau e mete-lo na boca que sugava desalmadamente.

    Eu já não sabia se lhe havia de segurar na cabeça para a movimentar menos fazendo todo o esforço para não me vir naquela altura, se havia de tentar mudar de posição para fazer o mesmo.

    Foi ele que me virou e começou lambendo-me a nádegas, e uma vez por outra, com sua língua afiada ia rebuscando meu buraquito que começou a pulsar de prazer.

    Começou por massajar-me as costas ao mesmo tempo que fazia pressão para me dobrar. Filo com gosto e acabei por sentir seu pau penetrar no meu ânus que já tinha sido lubrificado antecipadamente. Uma das mãos alcançou o meu pau. Apertou-o e punhetou-o ao mesmo tempo que me penetrava num vai e vem gostoso.

    Não foi preciso muito tempo para nossos espermatozoides feitos loucos e em catadupa, uns penetraram em mim e outros foram-se juntar há tépida água que percorria nossos corpos.

    Afinal de contas foi ele que me comeu. Mas gostei! Da próxima vez vai-me calhar a mim.

    Rimo-nos como dois adolescentes embora com a diferença de idades. Saímos do banheiro e atirámo-nos exaustos para cima da cama.

 

Gays abraçando-se - o descanço dos guerreiros

    Abraçamo-nos e adormecemos nus sonhando como tinha sido bom e como seria melhor dali para a frente.

    Quando acordamos já eram dez da noite, cheios de fome mas de alma e corpos satisfeitos. O que valeu foi o quarto estar aquecido não só pelo aquecimento centrar como do calor que nossos corpos emanavam.

      - Oí! Já viste as horas?

       - Já! São dez da noite estou a começar a estar com um pouco de frio o melhor é enroscarmo-nos mais um pouco.

       - Tá bem, tá bem!! E comer? Como vai ser?

       - Huuuuuuuu

       - Tou a falar de comida mesmo. Palerma!.

       - Há sim! Então não vamos para minha casa? Lá tenho umas comidas já feitas congeladas. É só meter no micro-ondas e está tudo feito.

       - Oky| Apostado, vamos embora.

 

Segunda Cena:

 

E assim aconteceu!

O Rui fechou tudo muito bem não sem antes ter dado uma volta à casa para ver se estava tudo limpo e em condições para quando os pais chegassem não se notasse que tinha havido bagunçada naquela casa. Ainda escreveu um bilhete a informar os pais que ia passar o fi-de-semana a casa de um amigo.

Descemos, apanhámos o meu carro e lá fomos de abalada para o fim-de-semana prometido que vai constar no 3.º acto desta história.

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

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a música que estou a ouvir: Faraó Gay (de Alex)
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Quinta-feira, 19 de Abril de 2012

Férias na Páscoa

 

Quando nos beijamos aprimeira vez

Fui convidado pelos meus futuros sogros a passar a Páscoa com eles e pus os cornos à minha namorada com o meu cunhado.

 

    Estava um tempo do caraças! Há uns dias que não havia nuvens no horizonte. O Sol despontava todos os dias e as férias da Pascoa estavam ali mesmo à porta.

    Em casa dos meus futuros sogros nesta época fazem sempre questão de irem passar estes dias ao Alentejo onde têm uma casa de campo. É gente abastada e a crise económica que o país está a travessar ainda não chegou a casa deles. - O mais teso, sou eu. Um pouco boémio e à procura de trabalho e se puder uma noiva rica. Vivo só com minha avó que me sustenta e me dá uns gitos para as minhas necessidades -.

    Esta família é assim um pouco à antiga e é composta por um casal com dois filhos sendo um deles uma rapariga com quem namoro.

    De vez em quando vou lá jantar e fazemos um serão bastante agradável. O Eduardo filho do casal, toca viola e a irmã Helena, canta umas coisas. A D. Margarida entretém-se na cozinha e o Sr. Paulo acompanha-me nuns copos e numa conversa simpática onde afloramos o estado da nação e sobre futebol. Normalmente a D. Margarida depois dos seus afazeres domésticos junta-se a nós na conversa, o Eduardo também se junta a nós enquanto a Helena vai buscar uns aperitivos, e junta-se a mim namoriscando e passamos uns serões agradáveis. È uma família tradicional daquelas que raramente se encontra, o senhor Paulo é empresário, a D. Margarida é doméstica, - como manda a tradição – o Eduardo e a Helena são estudantes, ele raramente sai à noite e ela só sai comigo depois das horas da universidade.

    Naquela quarta-feira falaram que iriam passar estes dias da Pascoa ao Alentejo. Iam na Sexta-feira à noite e só vinham da terça de tarde.

    A conversa estava interessante quando tocou o telefone. Era uma colega da Helena a confirmar a ida a Madrid neste fim-de-semana com a turma da escola e que já tinha os bilhetes para ela.

      - Quem era? - Perguntou a mãe.

      - Era a Isabel a confirmar o passeio da turma a Madrid este fim-de-semana. Eu já lhe tinha dito que talvez fosse com as minhas colegas e a mãe disse que sim.

      - E por acaso já tinhas contado ao João? Sempre é teu namorado! – Perguntou o pai por sua vez.

      - Não Pai! Ainda não havia a certeza e até julgava que tinha ficado tudo sem efeito.

      - Sabe Sr. Paulo, há coisas que ela só me conta à última da hora! - Disse eu.

      - Mas já tínhamos falado sobre o assunto e tu disseste que não te importavas desde que fossem só raparigas. Ciumento!

      - Sim de facto falaste no assunto mas assim à última hora. O que é que eu faço nestes dias? Certamente não vou passar a páscoa só com a minha avó!

      - Não senhor! - Levantando-se disse o Eduardo - O João vai connosco é uma oportunidade de conhecer a nossa quinta e eu mostrar-lhe as cantigas que ando a escrever e vocês não ligam nenhuma. Tá bem ou não está?

      - Concordo em absoluto. E já agora para apreciar o meu vinho branco que é uma delícia. Retorqui-o o Sr. Paulo.

      - Tudo bem! - Disse a matriarca da família. Vem connosco sim senhor, e sempre se vão habituando a não andarem sempre juntos como os pombinhos.

      - Cá por mim, tudo bem! – Disse a Helena.

 

    Apanhado no meio de toda aquela conversa e proposta de um fim-de-semana diferente só tive de aceitar.

    Combinámos o que teria de levar em termos de roupa e a que hora estaria em casa deles para a viagem.

    O Eduardo que normalmente até á de poucas falas, foi perentório.

      - Não senhor, nós passamos por tua casa para te buscar.

    Depois de tudo isto, acabámos o serão com mais uma conversa da treta.

    Fui até ao quarto da Helena namoriscar mais um pouco. Os beijinhos da praxe e os desejos recíprocos de um bom fim-de-semana.

 

A casa do Alentejo

 

    Chegámos já eram para ai umas vinte e uma horas e de imediato as tarefas foram distribuídas pala D. Margarida. O  Paulo iria mostrar-me a casa e o meu quarto e o Eduardo iria despejar o carro colocando as compras na cozinha e as malas de cada um nos respetivos quartos, enquanto ela iria fazer o jantar.

D. Margarida pessoa experiente nestas coisas já trazia o jantar meio amanhado pelo que não demorou muito a ir para a mesa que o Eduardo já começava a montar.

    O Sr. Paulo levou-me a ver toda a casa e a adega de onde tirou o vinho para a refeição ao mesmo tempo que dizia:

     - Sei que o João gosta de um bom vinho branco portanto leva este que está fresquinho já dentro de um frapê para levar para o seu quarto. Os homens cá em casa, temos a mania de ter no quarto sempre um bom vinho branco fresquinho. São manias que você um dia vai descobrir.

    Não compreendi bem aquela mania mas aceitei.

    Quando entramos na cozinha já estava tudo pronto e cheirava que era uma delícia. Sentamo-nos e começamos o repasto.

     - Hoje já não dá para lhe mostrar a quinta mas amanhã também é dia.

     - O meu marido mostrou-lhe a casa e o seu quarto?

     - Sim mostrou. É quase um apartamento com casa de banho particular e tudo.

     - É o nosso quarto de visitas. Está sempre pronto com roupa de cama e toalhas de banho lavadas. Até porque antes de virmos telefonamos sempre para o caseiro para preparar tudo. Só tem um senão. A casa de banho é privada mas a zona de duche dá para dois quartos, o das visitas e o do Eduardo, portanto quando alguém está dentro, tem de fechar a outra porta.

     - Então estás a gostar? – Perguntou o Eduardo –

     - Mas quem não pode gostar de todo este requinte? E a forma como estou a ser tratado? Só é pena que a Helena não tenha vindo.

     - Pois! Vais ver que não te vai fazer grande falta. Nós cá no arranjamos sem ela.

    Chegado o fim da refeição fomos até ao salão, tomamos café e um conhaque e jogamos um pouco de bilhar enquanto D. Margarida prantou-se frente à televisão.

    Já a noite tinha passado para o outro dia quando o Paulo pediu desculpa e disse que estava cansado e iria para a cama. Aproximou-se da mulher deu-lhe um beijo na testa e disse que ia deitar-se.

     - Eu também vou! – Colocou um braço à cintura do marido, olhou para nós e disse. : Até amanhã, meus queridos. – Estava a referir-se a mim e ao Eduardo -.

    Ficamos ainda um pouco contando os nossos gostos e o que fazíamos nas horas livres até que às tantas resolvemos irmo-nos deitar.

O Sol no Alentejo

    Há muito tempo que não acordava ao som do Canto do Galo. Ainda estive uns minutos para espertar. Levantei-me e fui até à janela e fiquei maravilhado com a paisagem tendo ao fundo o começar do raiar do Sol. Espreguicei-me e fui até ao banheiro, desfiz a barba, peguei na toalha de banho e dirigi-me à zona do chuveiro. Esqueci-me da recomendação que aquela zona tinha duas portas e não fechei a que condizia com o outro quarto.

 

    Mal entrei deparou-se-me a linda figura do Eduardo de costas com os seus cabelos louros e compridos colados às costas e aquelas nádegas lindas salpicadas de gotas de água que lhe dava uma beleza estonteante.

    Como hipnotizado pela beleza do Eduardo – nunca o tinha visto assi – Deixei cair a toalha que trazia presa à cintura e fiquei completamente nu e entrei na box.

    Eduardo notando a minha entrada, rapidamente se virou e ficamos frente a frente
    O meu pito já estava a começar a levantar-se e os músculos dos peitorais já se contraiam.

    Eduardo não resistiu e seu membro até então flácido, começou a erguer-se olhou-me profundamente em meus olhos e pressionou-me de tal forma que me encostou à parede começando a beijar-me. Correspondi sofregamente e ele começou a descer, beijando-me o tórax, a barriga e por fim acabou com a boca no meu pénis qual Andrómeda.

    Eu gemia de prazer enquanto aquele louro gostoso chupava meu membro com todo o carinho mordiscando-o ao mesmo tento que fazia o movimento do vai e vem.

    Quando senti que aquele gozo iria expulsar a bicharada, peguei-lhe na cabeça levantei-a e beijei aquela boca gostosa que vinha com aquele doce gostoso do meu pito.

    Com aquela água morna caindo por nosso corpos, fomos esfregando nossos corpos e nossos membros uma imensa tesão deliciosa.

    A certa altura virei-o e mordicando-lhe o pescoço e colocando minhas mãos no seus ombros fui fazendo pressão para se curvar, - ele não disse nada – e comecei lentamente a penetra-lo até que foi até ao fim. Eduardo estava a adorar, prova que também suas nádegas se iam apertando e o ânus latejando ao mesmo tempo que o meu dito de ia movimentando.

    Com todo aquele movimento lá ia beijando carinhosamente o pescoço do Eduardo.

    Eduardo não resistiu e caiu de quatro no chão, enquanto eu me mantinha firme com ele todo lá dentro e deitado em suas costas. Ambos gozávamos deliciosamente até que não aguentando mais os meus bichinhos lá foram seguindo o seu caminho sentindo o Eduardo todo aquele néctar dentro de si e o que sobrou, escorrer poe entre suas coxas.

    Eduardo não quis que tudo ficasse por ali e pediu carinhosamente para me foder.

Disse: . Porque não? E coloquei-me na posição de andrómeda. Sentei-me na sua piroca metendo-a lentamente enquanto me punhetava. Movimentamos num gozo infernal. Ele veio-se abundantemente. Deixou ficar ainda um pouco em meu ânus até que começou a murchar.

    Deitámos nossos corpos frente a frente esfregando nosso pitos, sentindo-os em nossas barrigas, selando assim o nosso amor proibido.

 

Namorados no banheiro depois de uma noite escaldante

    Passado uns minutos caímos sentados sob o chuveiro, exaustos e realizados naquela aventura.

    O que aconteceu no resto daquele fim-de-semana no respeitante à quinta não interessa nada o que tem interesse é que todas as noites que lá estivemos, transamos. Na volta para Lisboa o Eduardo e eu tornamo-nos amantes. 

    Continuei a namorar a irmã e a transar sexualmente com o irmão. Como somos pessoas crescidas e responsáveis ninguém descobre o nosso amor.   

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Fiz férias à maneira
a música que estou a ouvir: Balada para o Alentejo (Jorge Fontes)
publicado por nelson camacho às 02:53
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