.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Domingo, 24 de Agosto de 2008

Um Anjo no autocarro

 

     Pois é! Já há muito que não escrevo para este blogue. São várias as razões. Primeiro não tenho tido tempo pois a minha escrita tem estado vocacionada para outros blogues, segundo, para escrever histórias eróticas é preciso uma certa disposição o que não tem acontecido ultimamente, além de não ter estado em contactos com pessoas que me despertem tal facto. (estão a perceber!)

     Mas vamos adiante, hoje publiquei uma história do meu amigo Diley Rodrigues em “O Canto do Nelson”. Ficou por lá porque eu acho ser uma história de vida maravilhosa e não tem nada de ‘sacanagem’ como dizem os brasileiros mas esta aqui publicada tem um pouco de erótico, embora o meu amigo diga que não.

     Mas vamos ao conto!.....

 

☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺

 

 

 

Menino do Busão

 

     Quando eu estava com 17 anos, todo santo dia tinha que apanhar um bendito auto carro que me levaria para o estágio durante a manhã.

     Já tinha lido relidos vários contos sobre as sacanagens que se passam dentro de um simples colectivo, e sempre achei tudo fantasioso demais, mas o que tenho para contar sobre o tempo percorrido dentro de um auto carro da Carris não é erótico, como verão.

     Quando se tem uma rotina de fazer as mesmas coisas, todos os dias, você inevitavelmente 'conhece' as pessoas que também seguem e mesma rotina. E uma dessas pessoas sempre me chamou a atenção, um rapaz aparentemente da minha idade, com farda do colégio militar, magro, alto, branco, cabelo liso, olhos verdes... alcunhei-o e passei a reconhecê-lo por “anjo”.

     Às vezes sentia uma vontade de lhe dizer um simples Bom dia, mas a vontade dizia para cabeça vai avança, a cabeça dizia para boca falo, e a boca respondia não, não digo nada, logo nunca troquei um olá com aquela criatura, a não ser olhá-lo muitas vezes insistentemente.

     Embora todos os dias da semana percorresse o mesmo caminho e sempre á mesma hora a certa altura deixei de ver o tal garoto, até que numa bela tarde ensolarada, entro no meu orkut e vejo um visitante recente que não conheço, vou ver e deixo um cordial recado.

     No outro dia, recebo uma resposta e depois de uns dias trocamos SMSs, e lá vou vendo o fotolog dele e conversamos durante horas, eu olhava aquelas fotos e minha memória queria reconhecer aquele rosto, cheguei a confundir com o de um outro amigo do passado. Até que a semana passada, voltei àquela mesma paragem do auto carro habitual e de repente, meus neurónios deram estalos e lampejaram como fogo de artifício em noite de festa! Era minha memória lembrando que o amigo que converso por SMS e orkut era o tal menino anjo que via e revia todo santo dia, estava ali na paragem do auto carro… Achei engraçado na hora!

     Entrámos no autocarro, sentei-me a seu lado, disse olá!...

     O “anjo” respondeu com outro Olá!...

     - Comecei por entabular uma conversa da treta acabando por lhe contar toda a história. Em princípio não me reconheceu, mas depois de entrar em vários pormenores, chegámos à conclusão que eu era eu e ele era ele.

     - Confesso que se arrependimento matasse, estaria morto.

     Conversamos coisas banais, e descubro que ele é BI, assim como eu (sem trocadilhos). É deste fato que vem todo o remorso de não ter dito um simples Olá.

     Eu confessei para ele que também sou, e morremos de rir, contamos segredos e fotos sensuais que trazíamos connosco.

     O mais legal, naquele menino-deus que uma vez no passado desejei, e que poderia ter tido algum contacto cordial, me deu uma espécie de carta branca, ou seja, o momento que eu me sentir mais a vontade para ficar com ele é só avisar, que iremos nos encontrar e ver no que isso pode dar.

     O auto carro parou. Tinha-mos chegado ao destino. Cada um foi para se lado

Já estou armando algo bem bacana para caso resolva aceitar essa proposta, mas fico pensando no que teria acontecido se minha bendita boca tivesse dito vou sim para minha cabeça, acho que sem a ajuda do acaso, teria perdido uma chance de ter um amigo e quem sabe algo mais.

Diley Rodrigues  



 

Espero que tenham gostado quanto eu

Outro texto deste autor em: O Canto do Nelson

 

  

    O Caçador

sinto-me: feliz por contar esta história
a música que estou a ouvir: O Electrico da Carris
publicado por nelson camacho às 06:33
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

As Professoras

As Professoras

 

 

Vocês já conhecem o João (o meu colega de quarto) na Universidade onde andei nos meus tempos de estudante. Éramos dois com pinchas que às vezes até brincávamos com os nossos sexos, no entanto, também gostávamos de raparigas.

Um dia fomos assistir a um jogo do nosso Benfica contra o Sporting, e porque ganhámos, depois do jogo com uma trupe de amigos dar uma volta pelos bares da cidade. A determinada altura e porque não gostamos muito de ajuntamento, despedimo-nos do resto da malta e fomos até um Centro Comercial que existe em Benfica, para ver as vistas e tomar um café afim de resolvermos o problema do álcool que tínhamos ingerido até então. Estávamos muito sossegados a tomar a nossa bebida quando de repente reparámos que noutra mesa estava uma das nossas professoras, uma belíssima mulher ai para os seus trinta anos chamada Amália. Ela viu-nos, cumprimentou-nos e eu levantei-me para a ir retorquir o cumprimento, quando reparei numa outra muito parecida, que era sua irmã gémea que se chamava de Helena. Fizemos as saudações habituais e fiquei ali especado olhando aquelas duas mulheres lindas de cabelos longos, seios transbordando pelos decotes de uns vestidos simples mas muito justos àqueles corpos que adivinhavam corpos esbeltos e fervorosos. Amália perante a minha pasmaceira perguntou porque não me sentava e chamava o meu amigo. Assim fiz e o João veio para junto de nós. Não sei se foi por ser fim de tarde ou por ter havido aquele jogo no Benfica que o café onde estávamos, estava a abarrotar de gente fazendo um barulho que mais parecia uma capoeira de galos e galinhas, não se percebendo nada do que diziam pois só se percebia um “carquejar” nos nossos ouvidos, e Amália sugeriu que fossemos para o seu apartamento que era ali perto. A princípio fiquei um pouco embaraçado, pensando que ele estava a brincar (eu sabia que ela era casada), mas depois de olhar para o João, ele piscou-me o olho e nos resolvemos aceitar o convite.

Quando chegámos ao luxuoso apartamento, Amália e Helena deixaram-nos sentados num grande sofá e com uns copos de Whisky, e desapareceram por uma porta ao fundo da sala.

João virou-se para mim e disse:

- Vamos ter gozo com estas gajas!

Rime e disse-lhe:

- Acho que sim! Já tenho saudades de lamber uma vagina. Há muito que te ando a comer o cu.

- E sou só eu que levo, não? Retorqui de imediato o João. Parece-me que elas foram refrescar-se.

 

Estávamos nós nesta troca de piropos quando elas voltaram vestidas de calcinhas vermelhas onde se podia ler “Vamos ao sexo?” na parte de traz. Eu nem podia acreditar! Ao fim e ao cabo, a Amália era minha professora e ainda por cima casada… Helena dirigiu-se à aparelhagem e colocou um CD de Eros Ramazzoti, começando-se a ouvir-se o tema “Cosa della Vida”, e confessou: - Não posso fazer sexo sem ouvir este tema – São coisas da vida. Eu e o João já estávamos a ponto de molhar as calças.

Amália por sua vez, foi ligar o vídeo e pôs um filme pornográfico. Eu e João estávamos sentados no sofá vendo Helena dançando em toplesse cantando ao som da música, enquanto Amália punha mais Whisky nos nossos copos. Entretanto o vídeo ia mostrando excelentes cenas de sexo, embora não fosse lá muito do nosso agrado pois era um filme de lésbicas. Por essa altura já nossos duros e bons paus estavam tentando rebentar nossas calças com tanto tesão que nos estava a dar tais cenas. João levantou-se para ir dançar com a Helena, e Amália veio sentar-se ao meu lado, dizendo que queria despir-me com a boca. Eu comecei por lhe acariciar as faces assim como quem faz festinhas ao gato, começando por lhe puxar levemente a cabeça para junto do meu pénis. Parou a meio de meu peito e começando pela parte de cima, ela pôs-se a desapertar-me os botões da camisa, escondendo as mãos atrás das costas. Quando desapertou o último botão, chupou-me os mamilos durante algum tempo, lambendo-me depois todo o meu peito e a barriga. Eu já estava quase a ejacular nas calças! Mas Amália apercebendo-se, pela minha movimentação corporal, desapertou-me o “zip” com os dentes e o meu pénis logo saltou cá para fora todo prazenteiro com toda a força, solto e liberto daquele aperto nas calças. Ela começou a chupá-lo longamente e eu fiquei em êxtase. Sentindo aquela boca maravilhosa no meu coiso que ia sendo chupado cada vez com mais força e sentindo seus lábios apertando minha glande e a cabeçorra sentindo o fundo da sua garganta foi o suficiente para me vir e encher aquela boca gostosa do meu esperma que transbordou para fora daquele recinto quente e maravilhoso.

Seguidamente a minha professora e a irmã começaram a brincar uma com a outra ao mesmo tempo que viam o filme e se iam masturbando. Era a coisa mais bela de se ver!

Olhando para o João, vi que o seu pénis estava tão duro como o meu, enquanto olhávamos para as duas a masturbarem-se e perguntei-lhe: - E nós? João aproximou-se de mim e nos começámos a beijar ao mesmo tempo que nos íamos também masturbando.

Então as duas mulheres aproximaram-se de nós. Helena sentou-se na minha cara, e Amália pousou a vagina mesmo na ponta do meu pénis. Helena virou-se e pediu ao João para a fornicar também. Que sensação! Por várias vezes, todos atingimos o orgasmo e ficámos todos lambuzados de nosso esperma que parecia nunca mais acabar, estávamos a ficar secos. Por fim, todos num monte adormecemos no chão.

Quando acordámos, as irmãs fizeram o pequeno-almoço e nos sentámos à mesa comendo e falando de banalidades, por fim beijámo-nos todos, eu e o João fomos para a nossa vida. ☺

 

 

 

     O Caçador

sinto-me: Com saudade
a música que estou a ouvir: Sinfonia do amor
publicado por nelson camacho às 04:16
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Terça-feira, 16 de Outubro de 2007

O Caçador - À espera de um milagre

Primeiro encontro

O Caçador - à espera de um milagre

 

A fim de alguns anos de sexo com pessoas interessantes, num jantar entre amigos onde pela primeira vez tive uma conversa cheia de desabafos de ambas as partes e depois de ter assumido as minhas tendências sexuais e ter contado algumas peripécias passadas ao longo destes anos todos, chamaram-me de “ O caçador”.

 Achei piada, já tinha dado por isso mas nunca me tinham chamado de tal, “ O Caçador”. Vim para casa, e ao som do bater das ondas do mar na minha “barraca”de praia, conde normalmente acontecem os meus escritos, aqui estou tentando fazer uma reflexão de todo o tempo passado e tentar justificar o nome de “O Caçador”.

Como estes escritos são para mim um desabafo que quero compartilhar contigo que me lês aqui vai um percurso de vida de “O Caçador”.

 

Ainda não entendi bem porquê. Desde muito novo, aí por volta das quinze anos de idade quando em lutas ocasionais de corpo a corpo entre rapazes, que comecei a sentir uma certa atracção por eles, principalmente quando eram bonitos, (o bonito para mim é um rapaz de corpo e porte perfeito que tenha algo de feminino sem ser afeminado). A certa altura já provocava essas lutas (de brincadeira) para os poder sentir. Foi um método que engendrei para os ter mais próximos, sentir seus corpos aliciantes e iniciarmos-nos numas “brincadeiras sexuais”.

Não me lembro de ter levado uma nega, sempre que me atirava e sempre rodeado de uma certa perspicácia levava a á gua ao moinho, como se diz na gíria corrente:- Acabava sempre com o coiso na mão e a mão na coisa, (ao principio era só assim).

 

Com o andar dos tempos, fui sentindo a obrigação de ter contactos sexuais com muitas mulheres o que era difícil, pois tinha mais facilidades com rapazes da minha idade. Fui descobrindo também que tinha permanentemente um desejo compulsivo denominado de "satíriase”. (Sátiro é uma figura da mitologia grega, meio homem, meio animal, descrita como um ser preguiçoso e sensual). Nessa variante de comportamento sexual, o homem não desenvolve uma relação duradoura sentindo-se sempre compelido a mudar de parceiro ou parceira. O que motiva a sua relação sexual é apenas um acto de conquista. Efectivamente era a conquista que me seduzia.

À tarde, acontecia no trabalho (mas sem nunca dar nas vistas), à noite era outro engate no café e às vezes acontecia outro ainda no caminho para casa (umas vezes para passar a noite outras , só pelo prazer do momento). Porque tinha um comportamento normal, não tendo tiques ou qualquer comportamento que desse nas vistas as minhas opções sexuais (ainda hoje!) sempre tive e tenho possibilidades de grandes engates.

Percorri todas as pensões de Lisboa, criei amizades fortes em algumas dessas casas chegando a ter as chaves dos quartos independentes (o que era bom, pois algumas pessoas nem davam conta que estavam a entrar numa pensão "outros tempos").

Cheguei a ter de sociedade com colegas de trabalho, apartamentos alugados para os nossos “cabritos”. Eram outros tempos em que se podia encontrar um novo amigo e levá-lo para casa sem qualquer problema, “não havia drogas nem prostitutos ou sida” havia sim, sempre um pouco de amor para trocar.

  

Buscando explicações para estes factos, procurei ler muitos livros sobre estas situações e cheguei à conclusão que há psiquiatras e outros especialistas que dizem: - O homem que actua como D.Juan busca alguém perfeito no seu imaginário com quem fazer sexo, depois da conquista sexual acabam por esquece-los: - Ai está o Caçador

 

Talvez porque sempre fui um tipo de amor-perfeito, apaixonavam-se por mim com facilidade. Eu no entanto, com é normal nos bissexuais, sempre tive dificuldade em manter esses relacionamentos por muito tempo.

 

Percorri um tempo interessante de conquistas de homens e mulheres. Estive apaixonado três vezes, uma delas foi com a mulher de quem tenho um filho, mas como um verdadeiro metrossexual, as relações não duraram muito, o máximo foi vinte anos, e já foi muito!

Depois deste escrito, fico á tua espera.

Comenta-me ou contacta-me se achares que sim! - A vida é para ser vivida no tempo que por cá andamos.

 

Se conhecerem alguém que sirva a este perfil, estou pronto a ser apresentado. O resto é com o Caçador que continua à espera de um milagre.

Este escrito é dedicado ao casal Bicho, sem tabús e sem preconceitos.

 

O Caçador

publicado por nelson camacho às 09:00
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Sábado, 13 de Outubro de 2007

FINALMENTE AQUI ESTOU....

Finalmente aqui estou!

     Não, não sou um destes, mas gostava de ser!

     Finalmente depois de andar de blog em blog com leituras parvas, anedotas e contos eróticos sem qualquer conceito literários (principalmente os brasileiros) alguns até pornográficos sobre gays, resolvi divulgar algumas histórias eróticas que estão prontas na gaveta para ir para o prelo.

     Sendo esta forma (os blogs) de divulgação do que nos vai na alma assim como outros escritos, resolvi entrar na onda dos bloguistas .

     Não tenho a veleidade de ser escritor, mas faço o melhor que sei " Quem dá o que tem. a mais não é obrigado".

     Neste blog que ainda ando a aprender como se faz (não está a sair nada do que pretendia mas a seu tempo vai melhorando) não vão estar incertos textos pornográficos mas sim eróticos e histórias do dia a dia que se passaram tanto entre gays como entre heterossexuais e bissexuais , na maioria dos casos a forma de praticar sexo é comum entre estas opções sexuais.

     Todos os textos são elaborados de forma literária, e são pura ficção. As fotografias são consideradas de arte fotográfica . Não existirão fotos pornográficas.

     Abordarei também temas sobre a saúde e conselhos para o mundo gay.

     Todo este e outros blogues de minha autoria são de minha inteira responsabilidade .

     Mais soubre quem sou, leia o post seguinte " Impressão Digital"

     Também a maioria das fotos que publicarei são retiradas da net por serem livres. Se entretanto alguém achar qua abusei é só dizerem pois de imediato a retirarei ou alterarei.

     Vão existir outra fotos minhas ou de minha autoria a essas só as têm que gramar.

      Portem-se bem se puderem e não tenham medo de serem diferentes.

      Um ganda Beijo para uns e um ganda abraço para outros. - Vou tentar dar que falar -.

 

Nelson Camacho (O Caçador)

 

 

sinto-me: com sorte
a música que estou a ouvir: Myster Gay do Alex
publicado por nelson camacho às 12:08
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