.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Sexta-feira, 10 de Outubro de 2014

Legalização de casamentos gays

H-086-Bandeira gay dos EUA.jpg Mais cinco estados nos EUA legalizaram o

casamento entre pessoas do mesmo sexo

 

     Na segunda-feira passada (06 de Outubro de 2014), o Supremo Tribunal dos Estados Unidos recusou-se a intervir no debate sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, permitindo assim que este fosse aceite por mais cinco estados naquele país.

     A decisão foi inesperada, mas recebida com muita alegria pela comunidade LGBT norte-americana.

   O silêncio do supremo tribunal está relacionado com os recursos interpostos por cinco Estados - Utah, Indiana, Oklahoma, Virgínia e Wisconsin - cujas leis proíbem o casamento entre pessoas do mesmo sexo e que foram consideradas inválidas pelos tribunais de recurso.

     Passam assim a ser 24 os Estados norte-americanos que permitem o casamento homossexual. Estes reúnem cerca de 52% da população.

     Prontamente se registaram na Vergínia, Oklahoma e Utah os primeiros casamentos - os novos formulários deixaram de ter as palavras "marido" e "mulher", passando a figurar a palavra "cônjuge".

     Apesar da decisão ter funcionado por omissão - numa clara presunção de "quem cala consente" que não pressupôs qualquer explicação por parte do Supremo Tribunal - , o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, afirmou que, em última instância, o Supremo Tribunal deverá assumir um papel no que diz respeito ao casamento gay e que os tribunais deverão tomar uma decisão. Para além disto, sublinhou ainda que o Presidente Baraka Obama acredita que "é errado impedir os casais do mesmo sexo que vivem uma relação séria e que se querem casar”. Por outro lado, Byron Babione, o advogado que representa a Alliance Defending Freedman, um movimento conservador, defendeu que devia ser o povo a decidir sobre este assunto e não os tribunais.

 De: Alice Gouveia. In:” http://dezanove.pt ” a 07-10-2014

        Nelson Camacho D’Magoito

             “Outras fontes”

          Para maiores de 18 anos

            © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

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Domingo, 10 de Fevereiro de 2013

O MEU CUNHADO TAMBÉM GOSTA DA FRUTA

Carnaval de Torres

 

    É sexta feira de Carnaval, são três horas da madrugada e o meu cunhado já se foi embora – a mulher já o tinha avisado para não ir tarde pois amanhã vamos com os miúdos para O Carnaval de Torres e queriam ir cedo.

    Mas porque é que o meu cunhado saiu de minha casa às três da madrugada? É que descobri que o gajo também gosta da fruta!

    Mas o melhor é contar.

    Hoje a minha mulher resolveu com a irmã e porque estava um dia de sol e trabalham por conta própria, resolveram tirar uns dias de férias para dar uma festança aos miúdos, mascara-los e leva-los a verem o carnaval, assim, resolveram fazer uma patuscada no quintal de minha casa e depois iríamos ver o curso carnavalesco da sociedade cá do sítio.

    A patuscado foram uns grelhados acompanhados de cerveja e bom vinho.

    Às tantas acabou a cerveja e o meu cunhado Nuno perguntou se não havia mais e a minha mulher respondeu:

      - É claro que há! Se quiseras vai buscar.

      - Onde estão? No frigorífico?

     - Não! É verdade a casa é nova e tu ainda não sabes os cantos todos. O Pedro (eu) leva-te à cave que lá está outro frigorífico com as reservas.

    E assim foi. Levei o Nuno até à cave onde além de alguns electrodomésticos também exista uma garrafeira e entre outra coisas várias caixas onde entre elas está uma com um letreiro que diz em letras grandes (Não mexer! (Coisas das minhas memórias).  

    O Nuno, curioso perguntou:

      - Não mexer?

      - Sim! Há coisas que são estritamente minhas e ninguém tem o direito de bisbilhotar.

      - Nem a tua mulher ou os miúdos?

      - Cá em casa temos o privilégio de nos respeitarmos e se é proibido mexer, pois ninguém mexe.

      - Eu gostava que lá em casa também houvesse essa disciplina. Mas afinal que segredos há nessa caixa?

      - São coisas de e para homens.

      - E lá!!! Cheira-me a esturro. Essa coisa de Só para homens!!

      - Não fiques muito curioso! Entre outras coisas estão umas fotos minhas e uns filmes pornográficos.

      - É Pá! Gostava de ver. Nunca vi nenhum.

      - Sim, tá bem. Entretêm-te com a minha cunhada que não tens estofo para essas coisas.

      - Vamos mas é para cima se não elas começam já aos berros por estarmos e demorar muito tempo.

     E assim foi:

     Levámos as cervejas e lá fomos

     Acabámos o petisco e fomos ver o corso da Sociedade do Magoito.

    Passamos uma tarde bastante divertida, dançamos, pulamos e os miúdos com os seus trajes carnavalescos fartaram-se de brincar até às tantas até que os garotos começaram a dar ares de cansaço, até que resolvemos ir para casa.

     Como só levamos o meu carro, fui primeiro leva-los a casa deles.

    Entretanto as manas já tinham combinado ficarmos todos em casa do Nuno já que iríamos todos no dia seguinte para Torres. Como normalmente esta coisa de combinações familiares são a mulheres que mandam aceitámos.

    Quando chegamos a casa do Nuno, todos desceram e ele disse.

      - Bem vocês vão tratar dos putos e nós vamos tomar um copo e comprar tabaco que já acabou.

      - Olha e eu vou a casa para fechar tudo e ligar o alarme que não liguem – disse eu.

      - Então já agora recolham a loiça do quintal e limpem tudo. – Disse a minha mulher.

      - Tá bem, Não queres que traga nenhuma roupa?

      - Não! O que for preciso, tenho aqui na minha irmã.

    E assim lá fomos nós até a um bar de karaoke em Mem-Martins. Bebemos uns copos e ouvimos umas desafinações musicais. Já eram por ai una onze horas quando resolvemos ir embora. Como eu já tinha feito mas misturas de bebidas durante todo o dia, pedi ao Nino para ser ele a guiar o carro e assim foi.

    Nem fomos arruma o quintal fomos direitos à cave onde me atirei para um sofá que lá tinha.

      - Tás mesmo com os copos pá! – Disse o Nuno. – Já agora como tens aqui os DVDs só para homens, enquanto dormes um pouco gostava de ver um.

 

DVD Refeição nua

      - Tá bem, Depois não te queixes. Toma lá a chave e vê o que tem o título “Refeição Nua”

    Entretanto eu fechei os olhos, pois estava mais para lá do que para cá.

    Uma hora depois que foi o tempo que durou o filme acordei devagarinho. Primeiro abri um olho e depois o outro.

    Quando fiquei mesmo desperto, olhei para o Nuno que estava sentado aos meus pés e com uma mão metida entre as calças batendo uma punheta.

       - É Pá! Parece que o filme te deu tesão.

    O Nuno ficou atrapalhado e tirou logo a mão retorquindo:

      - Desculpa. Nunca tinha visto um filme destes. Mas há restaurantes deste? Esta porra deu-me mesmo um tesão do caralho.

  - Cá em Portugal não sei mas em New York há! Já estive em um deles e é o fim do mundo.

- Pois! E agora?

- Agora o quê?

- A tua mulher sabe que tens estes filmes?

- És parvo ou quê? Não só não sabe como nem adivinha que pratico a bissexualidade.

- Nem eu adivinhava.

- Pois agora já sabes e para comprovar que é gostoso vamos experimentar.

 

Relações de sexo entre boys

    Enquanto esta conversa, cheguei-me a ele meti minha mão dentro das calças dele e lá fui encontrar um pau rijo. Ele não disse nada e como tal, peguei numa mão dele e metia dento das minhas calças ao encontro do meu que também já estava pronto para a função que viria a seguir.

    Comecei por despir-lhe a camisa e ao faze-lo vi um corpo sarado como dizem os brasileiros e comecei por beija-lo desde os bicos passando pelos bíceps até ao principio da cintura.

    Às tantas acabei por o despir todo e senta-lo naquele sofá que iria ser a testemunha de uma orgia nunca esperada. Ajoelhei-me abri-lhe as pernas e meti em minha boca aquela rola linda aí com uns 19 centímetros e de cabeça toda rosada. Toda a zona dos tintins depilada, parecendo a rola ainda maior e fui a cada tintim e suguei-o um após outro. Estávamos ambos loucos de prazer. Eu sentindo aquela coisa gostosa não muito grande com um sabor picante sentindo o latejar das veias salientes daquele pau que satisfazia meus lábios que apertava mais ao mesmo tempo que com um dedo ia tentando penetrar no seu cú. Nuno começou a guinchar ao mesmo tempo que se movimentava fodendo minha boca e manuseando o rabo como dizendo que estava a gostar. Devia estar quase a vir-se quando pegando em minha cabeça afastou-a da posição deu a volta e retirando os meus calções que ainda estavam vestidos abocanhou o meu pirilau freneticamente ao mesmo tempo que se masturbava.

    Não aguentando tanto prazer e estando-me quase avir pedi-lhe para se sentar na minha piroca. Nuno não esteve com meias medidas e assim o fez apontando o meu pau para o seu cú que a pouco e pouco e afastando as suas bebas para criar um pouco mais de elasticidade. Primeiro entrou a minha cabecita linda e de vagar de vagarzinho lá foi entrando o resto do corpo até sentir os meus tintins quase a esmigalharem-se.

    Ele cavalgou, cavalgou ao mesmo tempo que era eu o masturbava.

      - Não te venhas dentro de mim, que tenho medo. - Disse ele.

      - Não tenhas medo que não faz mal. Eu gosto! Vamos trocar?

    Saiu daquela cavalaria e eu coloquei-me na posição confortável no sofá. Ele deu meia volta e comecei a sentir o seu membro penetrar meu cú dentro. Como não era muito grande movimentei-me à vontade. Ele começou beijando meu pescoço até virar a cabeça ficando boca a boca nos beijando ardentemente ate sentir aquela esporra cheia de espermatozóides procurando algo que por ali nunca iria encontrar ao mesmo tempo que a minha iria atingir o sofá que era de couro, simples de limpar.

       - Só mais um bocadinho – Disse ele.

       - Estás a gostar? Então deixa murchar para tirar.

    Apertei um pouco as bebas para maior prazer dele a para o que tinha entrado não voltar a sair.

    A pouco e pouco o seu pau lá foi morrendo. Deitamo-nos de lado frente a frente.

    Passado algum tempo ele virou-se e eu fiquei por traz dele que com uma das mãos foi apontando o meu pau para a entrada do seu cuzinho que já não estava virgem.

    Virou a cabeça para me beijar e perguntou:

       - Quando está pronto para me penetrares novamente?

       - Quer dizer que gostas-te?

       - Nunca tinha gozado tanto na minha vida. Até nem fez doer.

       - É para que saibas que tens um cunhado à maneira!

    Rimo-nos e passado ai uma meia hora depois de dormitarmos pouco a tesão voltou e voltei a penetra-lo agora mais à vontade pois já não era a primeira vez, até que nos viemos como cães raivosos e adormecemos.

    Acordámos ao som do telefone. Era a minha cunhada a perguntar quando acabava a bebedeira e íamos para casa. Não tive pachorra para aturá-la e passei o telefone ao Nuno que se desculpou da melhor maneira possível.

    Tomou um duche e lá foi ele ter com a galinha. Eu fiquei para arrumar aquelas bagunças todas. Iria de manhã com a minha cara de anjinho para o carnaval de Torres todo satisfeito pois o verdadeiro carnaval já o tinha feito com o meu cunhado Nuno que afinal também gastava da fruta e se não gostava passou a gostar e eu passei a ter um amante mesmo ali na família sem dar trabalho a andar por aí à procura. Dizem que Santos ao é da porta não fazem milagres mas desta vez o Santo foi o meu cunhadinho lindo e fez um milagre.

Para testarem o que se passa na realidade em casos destes aqui fica o que como é na vida real em 15 minutos: O meu cunhado teve sorte em ser comigo.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

Contos para maiores de 18 anos

sinto-me: vou bater uma punheta
a música que estou a ouvir: Manhã de Carnaval
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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2012

Olhando o sexo do outro no banheiro

 

 

Todos nós na escola, sem qualquer maldade temos tendência a olhar para os pirilaus dos outros. Em principio é para ver qual é o maior e nada mais.

 

Um dia estava na esplanada da Suissa (no tempo em que não se pagava para ir ao WC) e deu-me vontade de lá ir.

Mal entrei, deparei-me com quatro tipos ao que me pareceu estarem mais interessados nas pilas dos outros que nas suas próprias pois naquele local de micção é sempre bom olhar para o seu a fim de não mijar por fora.

Em face ao que se me deparava, fui mijar para o fim da linha onde ao lado não tinha ninguém. Não tenho nada a ver com a vida dos outros, de qualquer das formas, fui dando uma olhadela pelo canto do olho para o que se passava. Então era assim:

Dois estavam-se punhetando.

Os outros dois. Um estava sacudindo o pirilau e com o ar mais machão disse para o que estava o lado:

-Tenho mas não é para ti minha bicha! E desalvorou porta fora.

-Também não tens nada que se veja!!!  Disse o outro.

Enquanto os ouros dois se masturbavam mutuamente não ligando ao que se passava o que tinha levado com o piropo, afastou-se do mictório e veio-se colocar ao meu lado.

Olhou, olhou e com o ar mais disciplinante perguntou:

- Posso tocar-lhe?

Normalmente não sou muito destas coisas e até me vieram as cores às faces, ficando vermelho como pimentão.

- Não é preciso ficares aflito! Ou deixas. O não. Se não gostares não gostas, mas sem experimentares não sabes o que é bom!

- E o que te propões fazer?

- Aqui só te posso fazer uma punheta mas se se proporcionar lambo-te todo.

Não sou muito atreito a estas coisas nem tenho um pirilau que seja algo que chame tanta atenção, pois não sou um tipo que me define como super dotado. Também não tenho a mania de ser moralista ou envergonhado. Já vi o mesmo acontecer em bares de temática gay, também já tenho notado que há muitos heterossexuais que não resistem em olhar de soslaio para o pau do outro ao lado, acreditando não serem os mesmos motivos do meu parceiro do lado, que enquanto os meus pensamentos iam vogando já o tipo que tinha pedido licença, me apertava o meu pirilau que ficava cada vez mais hirto.

Dei uma olhada para os parceiros lá do fundo que ambos se masturbavam convulsivamente dando-me ainda mais tesão. Também estava a delirar com a situação e de repente, peguei no pénis do outro masturbando-o também. Ele não esteve com meias medidas e beijou-me. Fiquei louco! Se aquilo era a minha primeira experiencia sexual com um rapaz, estava a delirar.

Não era o prazer que tudo aquilo me estava a dar mas o medo que alguém entrasse de repente que me fez afastar-me.

- Estás com medo?

- Pois não! E se alguém entra de repente?

- Vamos entrar ali no particular. Não tenhas medo.

Entramos.

 

O tal parceiro empurrou-me para o particular, baixou a tampa da sanita e sentou-se. Baixou-me as calças, empurrou-me um pouco até ficar de costas encostadas à porta, baixou-me as cuecas e meu pau saltou cá para fora com toda a sua pujança. Segurou-me delicadamente em meus tintis massajando-os ao mesmo tempo que meteu em sua boca humedecida todo o meu pénis hirto e sôfrego.

Com um vai e vem de entra e tira acompanhado de mordidelas e pressão com seus lábios na minha glande, o meu pénis acompanhou também esse movimento tentando penetrar naquela boca gostosa cada vez mais fundo. Já estava louco com tudo aquilo e segurei-lhe na cabeça ajudando aquele vai e vem constante. Ele apertou de tal forma seus lábios que me deu a sensação que estava a ser apertado por uns lábios de uma vagina sedenta mas bom muito mais prazer. Acabei por guinchar de gozo pois estava a vir-me abundantemente dentro daquela boca gostosa que absorveu toda a minha porra que saia convulsivamente de meu corpo.

Não foi preciso limpar meu pénis pois ele sorveu e com a língua e tudo limpou.

Com toda aquela situação ainda tremia de medo mas não de vergonha pois tinha gostado.

Ele endireitou-se e tirou um cartão-de-visita da algibeira e entregou-me dizendo:

- Se te quiseres encontrar novamente comigo, telefona-me. Tenho mais prazer para te dar! Agora sai de aqui a um pouco para não dar nas vistas.

E saiu porta fora.

 

Ainda estive ali sentado mais um pouco com a minha cabeça fervilhando de pensamentos sobre o que me tinha acontecido

Sai e vi que os outros dois parceiros já lá não estavam e então espreitei para debaixo das portas e vi que estavam a fazer o mesmo que me tinha acontecido.

Situações destas podem acontecer em qualquer casa de banho pública, no cinema, no teatro, ou em qualquer café.  Já vi o mesmo acontecer em bares, boites, aeroportos e em outros locais.

Há quem goste desse tipo de comportamento! Eu, gostei da experiencia! Há muitos outros que se incomodam. Quando isso acontece o melhor é sair calmamente, porque cada um não é igual ao outro e todos têm o direito de fazer do seu corpo o que muito bem entendem. A minha avó dizia “Quem não gosta, não mexe” além do mais, nunca se sabe do que o outro é capaz. Imagine encontrar uma pessoa homofóbica num destes locais.

O comportamento de olhar o pito do outro não é exclusivo dos gays. Há muitos heterossexuais que não resistem a uma olhadela para o pito alheio.

Nas casas de banho públicas, já vi de tudo: Um tipo levar um tabefe do outro. Haver uma tremenda discussão. Já vi um exigir dinheiro para continuar no acto e também já vi tipos a anotarem números de telefone afixados nos urinóis com mensagens de tipos que se prontificam a fazer um broche.

O que me levou a entrar nesta situação foi o facto de um colega meu, casado, contar-me que havia estas situações em alguns WCs e era lá que se satisfazia.

Quando calhou a mim! Experimentei e gostei!

Embora seja uma situação a que devemos ter um certo cuidado como não sou tão moralista, posso confirmar que um bico feito por um homem é muito melhor que feito por uma mulher.

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2012

O Rapaz da Pizzaria também era gay

O rapaz da pizzaria

     São 22:00 horas e cheguei a casa um pouco estoirado pois acabei de fazer quatrocentos e tal quilómetros.

     Entrei e nem recolhi as malas da viagem. Vinha só e com fome, pois não parei pelo caminho. Tinha deixado a mulher e o filhote no Porto pois ela ia ficar o fim-de-semana por lá com os meus sogros e como eu tinha uma reunião de trabalho na segunda-feira logo de manhã, resolvemos assim.

     A primeira coisa que fiz quando entrei em casa, foi fazer um café e servir-me de um conhaque. Depois dirigi-me ao frigorífico para ver o que por lá havia para fazer algo de comida, mas nada, as mulheres são sempre assim quando se perspectiva uma viagem limpam logo o frigorífico. Dizem que é por causa dos cheiros e quando a gente precisa estamos lixados.

     Como estava com fome resolvi ligar para a pizzaria:

        - Está sim! É da pizzaria?

        - É sim senhor! Mas se é para encomendar, a esta hora já não nos é possível. Só cá estou eu e o rapaz das entregas já se está vestir para se ir embora.

        - Quer dizer! Estou tramado! È assim, acabei de chegar de uma viagem grande não tenho nada em casa para comer e estou cheio de fome. Não conseguem dar um jeitinho? Eu dou uma boa gorjeta ao rapaz.

        - Mas quem fala? Já é nosso cliente?

        - Sim! Amigo, sou o Nelson aqui do Magoito. Fale com o rapaz, pode ser que ele tenha pena de mim.

        - Já sei quem é! Um momento! O rapaz é novo cá na casa. Vou ver o que se arranja.

     Enquanto esperava lá fui tomando o meu conhaque e começando a despir-me para ir tomar duche deixando ao telefone em alta voz.

        - Está sim!

        - Sou! Estou atento.

        - Olhe amigo o rapaz é novo cá na casa o Sr. não o conhece é um moço simpático e ele concordou. Vai levar um pouco de mais tempo, pois ele também ainda não jantou e tem de levar a namorada a casa.

        - Meu amigo não se preocupe com o jantar dele e mande-me as pizzas para dois. Ele janta cá comigo e esteja à vontade, leve a namorada a casa e depois traga-me o petisco.

        - Ainda vai levar pelo menos uma hora.

        - Tá bem. Eu espero. Já tem ai a minha morada e telefone se houver algo em contrário.

        - Está bem, Sr. Nelson. Estive a ver aqui a sua ficha e já sabemos quem é. O Pedro dentro de uma hora estará a bater-lhe à porta. É só acabar mais uma pizza e ele levar a namorada a casa.

 

     Não conhecia o novo empregado da Pizzaria mas como conhecia o proprietário fiquei descansado. Só esperava que não me aparecesse algum estafermo sem ideias abertas, já que namorava e o tinha convidado para jantar comigo. Atirei as más ideias para traz das costas e fui tomar um duche.

 

Entraga de uma Pizza a um gay

     Já era quase meia-noite quando a campainha da porta tocou.

     Não tive tempo de me vestir e ainda molhado do duche vesti um roupão vermelho, desci as escadas e abri a porta.

 

     Meus Deus! Não era aquilo que estava à espera. A minha imaginação não estava virada para um rapaz tão jovem e tão apetitoso. Era mais ou menos como na foto do inicio deste texto. Mas era somente imaginação pois ninguém se apresenta assim para entregar uma pizza.

     Este era a realidade, pronto a ser comido e a comer-me.

 

        - Veio de mota ou de carro?

        - Vim de carro pois ainda fui levar a minha namorada a casa.

        - É uma namorada somente ou como se chama agora uma namorada colorida?

        - Não! É mesmo colorida pois já vivemos juntos há um ano. Ela trabalha também lá na Pizzaria.

        - Vamos entrando e contar-me como foi este seu gesto de agradabilidade em trazer-me a pizza a esta hora.

        - Sabe! Estou neste serviço há pouco tempo e com a dificuldade que há em empregos, temos de agradar aos patrões e clientes o mais possível.

        - Também concordo e o seu patrão é um tipo porreiro, já sou seu cliente há bastante tempo. De vez em quando dou umas festas cá em casa e é sempre de lá que ver o serviço de karting.

        - O Ser. João contou-me que é um bom cliente e de confiança e quando me disse que podia jantar cá com a sua família aceitei.

        - E a sua namorada? Já tinha jantado?

        - Sim! Ela trabalha da cozinha e é a primeira do resto do pessoal a comer.

        - Ainda bem pois assim temos mais tempo para nos e se achares bem até podemos ver um filme ou ouvir uma musiquinha pois a minha família ficou no Porto e assim, estamos sós os dois.

 

     Entretanto com este diálogo, fomo-nos encaminhando para a cozinha onde lhe disse para estar à vontade, e enquanto preparava a refeição, eu ia por a mesa.

     Assim fiz depois de lhe dizer onde estavam as coisas e que estivesse à vontade como em sua casa.

     Fui até ao salão que também é casa de jantar, coloquei uma música relaxante de Beethoven “Appassionata” e preparei a mesa para o jantar que demorou ai um quarto de hora.

 

O rapaz da Pizza foi para a cozinha

     Quando voltei à cozinha, lá estava o Pedro de volta do fogão pois estava preparar a Pizza com outros acompanhamentos culinários que tinha trazido.

     Abri uma garrafa de vinho Branco de Reserva de Reguengos, enchi dois copos, um para mim e outro para ele e fui dizendo:

        - Sabes! É a primeira vez que alguém me prepara uma refeição a esta hora e que já sei ir-me saber bem e em boa companhia.

        - Então a sua mulher não é boa cozinheira?

        - Sim! Só que andamos sempre a correr e essa coisa de petiscos se não sou eu a fazer, é sempre o trivial. É como o sexo. É sempre a mesma coisa. É o-tira-e-mete e acabou! Cada um volta-se para o seu lado e adormecemos.

        - Amigo! Uma vida assim, deve ser um pouco triste. Se esse é o exemplo de uma vida de casado estou a ficar um pouco preocupado. Por enquanto eu e a minha namorada não entendemos que o nosso futuro possa vir a ser assim. Ter relações por ter e no final só para procriar.

        - Não é bem assim com todos os casais desde que entendam que a parte sexual seja uma permanente descoberta de afectos e namoro, mas com o stress da vida e com a habituação esses valores vão-se perdendo. É o trabalho, é a economia financeira é o status social, a certa altura, deitamo-nos com preocupações e de manhã quando acordamos a companheira que temos ao lado não é a mesma com quem nos enamorámos e se ela não se cuidar quando olhamos para o lado vimos uma mulher toda desgrenhada, sem as pinturas que nos habituou e às vezes começa logo a falar do que vai ser o dia seguinte. Nós precisamos de motivações psicológicas para levantar-mos o pau, mas elas basta abrir as pernas.

        - Para um jovem como eu, estou a ficar um pouco preocupado com essa coisa do casamento.

        - Não há que ter medo, mas já pensaste porque razão a maioria dos homens tem amante?

        - Essa é boa! Será para mudar de receita?

        - Não! É para mudar de prazeres e de hábitos. O homem é um animal de vícios e por vezes basta algo de diferente do habitual e se encontrarmos alguém que consiga através de um carinho diferente e de um tempo de viver sexualmente uni partido o pau levanta-se e então passamos a pensar não com a cabeça de cima mas com a debaixo. Entendes?

         - Nunca tinha pensado nisso. Também nunca tive outras experiencias.

 

     No meio de toda esta conversa, o Pedro já tinha pronto o petisco e os dois, despejado a garrafa de vinho.

     Pegamos nas travessas, abri outra garrafa de vinho e encaminhamo-nos para a zona das refeições.

     Pelo corredor passamos pelo meu quarto que tinha a parta aberta por onde se vislumbrava um pequeno bar aceso e uma cama larga de casal iluminada por uma luz negra onde se vislumbrava todos os pontos claros-negros próprios daquele tipo de iluminação.

     O Pedro olhou por instantes e eu disse:

        - Porque não tiras o casaco para ficares mais à vontade? Podes coloca-lo em cima da cama.

     Ele assim fez, despiu o blusão e ficou com uma t-shirt de meia cava mostrando o quanto era reluzente o seu corpo.

        - Aquela luz é gira! Nunca tinha visto o seu efeito.

        - Usa-se principalmente em bares e dá aos corpos quando nus uma sensação de céu cristalino em que nos apetece lançar.

        - Pois nunca experimentei, mas parece-me que hoje estou predestinado e experimentar novas iguarias.

 

     Já estávamos sentados à mesa quando ele disse:

     Tens muito bom gosto para a música. Não conhecia este estilo mas é agradável.

        - É um clássico de Beethoven que gosto para me fazer companhia com amigos especiais.

        - E eu sou especial?

        - Por enquanto estamo-nos a sentir bem e é quanto basta.

        - Sabes, nunca tinha estado em casa de um homem assim e a sentir-me bem. Já estive em casa de malta de minha idade mas aquilo é só cerveja e filmes pornográficos.

         - Então gostas de filmes pornográficos?

         - Não. Não gosto muito. É sempre a mesma coisa. Um gajo a foder uma gaja e uma gaja a fazer um broche ao gajo. Aquilo é uma ganda tanga.

         - Então não é o que fazes com a tua namorada?

         - Não! Ela só leva na rata e é quando está disposta.

         - E quando tu está com tesão, como é?

        - Queres saber um segredo? Uma vez estava tão aflito que tive de ir para a casa de banho bater uma punheta porque era estava menstruada.

         - E filmes de gays? Lá a rapaziada tua amiga onde passas algumas noites não passam desses filmes?

         - Não! Aquilo é malta séria!

         - Mas gostava de ver um?

         - Talvez!

         - Se quiseres podemos ver um! Não é bem pornográfico. È uma historia de um Bar em que os empregados andam nus e pelo meio dos serviço há outros serviços que se fazem, chama-se “Refeição Nua”

         - A seguir ao jantar era capaz de não saber mal que dizes?

     Fiquei um pouco admirado com aquela resposta, mas o Pedro naquela altura já estava com uns copos bem bebidos.

     Aquela refeição e conversa da treta já ia longa e já era uma hora da madrugada.

         - Sabes o que ia agora?

         - Não!

         - Um cafezinho.

         - E talvez uma soneca não?

         - Não. Não estou com os copos. Até me estou a sentir muito bem. Nunca pensei estar em casa de um gajo que me apaparica como nunca ninguém o fez.

         - Juro que quando pedi uma Pizza era mesmo só uma Pizza. Quando disse ao teu patrão que podias jantar cá também nunca pensei que fosses um rapaz tão atraente e simpático.

          - Sabes Nelson, começo a ter alguma simpatia por ti. Não sei bem o que é, mas sinto-me bem contigo.

          - Como tenho a máquina de café no bar do quarto o melhor é irmos para lá!

          - Tá bem! Eu quero é um café forte. Como amanhã estou de folga, posso prolongar mais a noite, se não te importas.

          - Estás à vontade e vamos lá tomar o café, entretanto queres ver o tal filme que te falei?

          - Já agora vamos lá ver os tais gajos nus a servir à mesa.

Com esta conversa toda, fomos a caminho do quarto

O rapaz da pizza naquela noite foi gay

    Foi nessa altura que despi o robe e fiquei nuzinho como minha mãe me trouxe ao mundo.

    O Pedro não esteve com meias medidas e começou a despir-se.

    Porra, foi quando reparei bem que aquilo que estava ali era para ser comido todo dos pés até aqueles olhos marotos, tal pizza esborratando-se de queijo lânguido e saboroso..

    Nem cheguei a colocar o filme no vídeo, atirei-me para a cama, segurei-lhe uma das mãos, puxei-o para cima de mim enquanto com a outra ia tirando-lhe a cueca.

    Saiu de lá uma verga grossa e de cabeça lustrosa com vontade de a abocanhar toda até não puder mais.

    Não quis abusar de imediato e ficámos peito a peito e procurei seus lábios que fui mordiscando pouco a pouco. Ele fez o mesmo até que nossas línguas se cruzaram e se enroscaram trocando nossas salivas gostosas.

    Entretanto nossos pénis também se roçavam mutuamente até que abrindo um pouco as pernas o Pedro compreendendo foi colocando o seu pau entre minhas pernas que as apertava para lhe dar a sensação que era uma rata.   

Ambos, estávamos loucos de prazer. Ao mesmo tempo que nos beijávamos virámo-nos e passei eu para cima, utilizando o mesmo estratagema, desta vez era eu que gozava nas virilhas dele.

    Enquanto ele segurava minha cabeça eu fui percorrendo sua face fazendo festas como um gato.

Esta roca de carinhos que se adivinhava como preliminares para outra situação mais acalorada, fui descendo pelo seu corpo mordiscando seus seios e lambendo por ali abaixo até encontrar seu pau que hirto solicitava que o abocanhasse. Assim fiz, meti-o todo em minha boca até aquela cabecita encarapuçado tocou em minhas campainhas.

Pedro segurando minha cabeça fazia com que aquele pénis saboroso entra-se num vai e vem constante em minha boca. Resolvi num estado de loucura humedecer com aquele estrato o meu dedo indicador e com um pouco de habilidade a pouco e pouco ele foi penetrando no ânus do Pedro. Ele começou a gemer ao mesmo tempo que todo o seu corpo estremecia de prazer.

De repente, senti em minha boca uma golfada daquele esperma jovem e certamente com milhões de espermatozóides com seus rabitos a dar a dar como um rabo-de-cão todo satisfeito.

Ao sentir toda aquela porra em minha boca o meu pénis que estava hirto e com suas veias quase rebentando, esguichou com toda a força indo-se alojando nos lençóis.

Pedro, jovem e estando a ter uma experiencia inaudita, seu pénis não murchou. Estava hirto como a querer qualquer coisa mais.

Pela minha parte, parecia que tinha voltado meia dúzia de anos a traz e resolvi continuarmos com as nossas veleidades. Recompusemo-nos, beijamo-nos e qual o meu espanto Pedro rodopiou e ficámos na posição de 69.

 

O Rapaz da Pizza em acto sexual gay com o nelson

      Quase que adormecemos naquela posição depois de nos virmos novamente e convulsivamente.

      Voltamos à posição e concha ficando ele à minha frente. Ele com uma mão voltada para a minha cintura e eu agarrando seu pau já flácido mas que não parava de se convulsar.

O acordar com uma das minhas músicas preferidas

 

 

     Já eram seis da manhã, quando acordei!

     Ele lá estava ainda dormindo como criança solta nos seus sonhos.

     Fui colocar na vídeo uma cópia do FF naquela extraordinária imitação Fredy Mercury em “Boheminan Rapsody”.

 

 
Gays ao acordarem

     Era uma rapsódia de canções de amor para que ele acorda-se com a calma dos anjos lembrando-se que tudo o que tinha acontecido naquela noite tinha sido um tempo, um espaço em que duas pessoas crescidas se tinham envolvido reciprocamente num ato de amor e felicidade.

     Ele acordou! Semi abriu os olhos e vendo-me ali de pé olhando para ele perguntou:

         - Como sabias que esta era uma canção e uma voz que me fez algumas vezes sonhar?

         - Não sabia mas calculava! É que eu algumas vezes também quando oiço canções deste tipo sonho ter alguém a meu lado que me transporta para a felicidade e esta noite aconteceu poesia.

         - Nunca pensei que a realidade fosse tão diferente dos filmes porno gays que vi algumas vezes com a malta.

         - Onde achaste a diferença?

         - Nos filmes via aquilo como coisa sem nexo e que nunca viria a fazer o mesmo!

         - E agora?

         - Agora! Não quero ir mais para a minha namorada e ficar o resto do tempo aqui contigo.

         - Tem calma! Uma coisa não invalida a outra. Eles servem para procriarmos, darmos continuidade à nossa espécie e o que fizemos serve para gozarmos o sexo em toda a sua plenitude.

         - Pois! Mas creio que faltou qualquer coisa!

         - Achas????

         - Sim! Gostava de experimentar a penetração.

         - Qual? A Tua ou a minha?

         - Creio que só experimentando ambas ficarei totalmente realizado.

         - Pois! Para já vamos dormir mais um pouco e quando acordarmos novamente depois de um duche relaxante vamos acabar o que iniciámos.

 

     Assim aconteceu por volta do meio-dia depois do tal duche a dois e do pequeno-almoço.

 

     O Rapaz da Pizzaria, naquela noite e naquele dia, ficou a saber o que é na realidade o prazer do sexo e eu fiquei com mais uma amigo para a prosperidade.

 

     Não gosto muito de Pizzas mas gostei do Rapaz da Pizzaria que vai passar a ser o meu amigo predilecto.

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção. As fotografias aqui apresentadas são de livre acesso na internet, sem quaisquer restrições, apenas escolhidas para ilustrar todo o texto.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

sinto-me:
a música que estou a ouvir: Appassionata
publicado por nelson camacho às 02:30
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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2012

Calendário homoerótico para 2013

 

Homens nus - calendarios homoeroticos - françois Rousseau - nelson Camacho

CALENDÁRIOS PARA 2013

     Como já vai sendo habito, François Rousseau já está preparando o calendário homoerótico para 2013.

     Para escolha de pelo menos 40 fotos para a sua décima primeira edição de 2013 já tem um teaser.

    O calendário homoerótico mais famoso do mundo nesta edição vai ter a colaboração dois futebolistas da seleção nacional francesa Rio Mavuba e Gael Clichy.

    Pela primeira vez nos seus calendários, participa uma mulher, a bailarina Sophie Helard, ex-bailarina do espetáculo Crazy Horse.

    Fugindo à tentação de se repetir, os protagonistas desta vez são da vária áreas profissionais tais como Futebolistas, nadadores, praticantes de box e judocas.

 

     O calendário homoerótico mais famoso do planeta estará à venda a partir de 5 de Novembro.

 

Para sua apreciação veja o que fizeram para recolha das melhores fotografias.

Les Dieux Du Stade 2013 - François Rousseau

 

Esperando que tenham degostado. É só esperar até 5 de Novembro

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

sinto-me:
a música que estou a ouvir: I,'m Not in Love
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Sábado, 16 de Junho de 2012

Eres Mi Amor Prohibido

 

Amor entre homens_Kiss Gay

 

Meu amor proibido

 

     Há histórias transformadas em poemas que vamos descobrindo na net e são tão reais e belas que me apetece partilhar com os meus leitores é o caso deste poema de autor desconhecido que descobri n no youtub e não podia deixar de partilhar com vocês.

 

     Não vou transformar este poema numa história porque ele diz tudo

 

Te amo, desde cuándo, no lo sé.
Sólo sé que este amor me ha despertado,
que a mi vida llegó sin esperarlo,
y que a mi corazón llamó sin yo buscarlo.

Te amo, desde cuándo, no lo sé.
Desde que yo en tus ojos me he mirado,
desde que me estremezco a tu lado,
desde que quiero estar donde tú estás.

Me amas, lo comprendo, lo he sentido.

Cuando oigo tu voz estremecida,
cuando siento sin ver que tú me miras,
cuando presiento que en tus sueños vivo.

Qué hermoso este amor que es alegría,
que crece con nosotros y que sólo muriendo
morirá con nosotros... algún día.

 

 

  Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

sinto-me: Fico esperando por si
a música que estou a ouvir: Amor proibido
publicado por nelson camacho às 16:47
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Quinta-feira, 26 de Abril de 2012

Finalmente perdi a virgindade

Homens no balneario

Perdi a vergonha com o primo da minha mulher

 

     Estou com trinta anos e até esta data, sempre levei uma vida normal como qualquer homem. Formei-me em engenharia eletrotécnica, frequentei ginásios, pratiquei andebol e natação, namorei vária miúdas até que, por pressão da família, – dos rapazes da família eu era o mais velho que ainda não tinha casado - acabei por me casar também aos vinte cinco anos e tivemos uma filha.

    Desde muito novo que a maior parte de amigos com quem saia à noite eram tudo rapazes colegas das atividades desportivas e das escolas. As namoradas, normalmente eram raparigas conhecidas do seio familiar assim como a Isabel com quem casei.  

    Durante todos estes anos as noitadas com os meus amigos eram passadas em bares noturnos onde a frequência era na sua maioria de gays para vermos os shows de travestismo que admirávamos as suas performances. Derivado ao ambiente, discutíamos o que seria a vida sexual daqueles rapazes que no palco eram mulheres e cá fora eram homens como nós independentemente de um ou outro terem um ar a bichanado, mas nunca passava de conversa.

    Pela minha parte – com os meus colegas nunca tinha dado por isso – por várias vezes dei comigo nos balneários olhando mais atentamente para os corpos nus de alguns colegas que mostravam sem despudor algum, seus mastros, uns pendentes outros levantados principalmente quando no chuveiro a água quente caia por seus corpos, alguns, luzidios e musculados outros nem tanto.

    Havia algo em mim que me atormentava e de vez em quando depois de ficar a admirar pelo canto do olho aqueles paus grandes e grossos levantados como que à procura de algo escondia-me a um canto e sem dar nas vistas começava a masturbar-me. O tempo foi passando e passei a ir mais vezes ao ginásio não para praticar ginástica mas para apanhar a hora do banho e me deleitar com aquela mania. Chegou ao ponto de enquanto me masturbava sem saber porquê mas que me dava muito gozo ia com um dos dedos penetrando meu ânus.

    Esta situação já se ia perpetuando no tempo de tal maneira que até depois de casado não deixei de ir ao ginásio. Quando isso acontecia em casa com a Isabel tinha uma melhor relação sexual com ela. Por vezes estava a ter relações e o meu pensamento estava virado para aqueles mangalhos que vira no ginásio e à conta deles fazia aquela cena da masturbação com o dedo dentro de mim.

    Nunca dei conta desta minha mania a qualquer dos meus colegas. Pensei uma vez falar com o meu médico mas tive vergonha e o tempo foi passando.

 

    Numa Sexta-feira a Isabel foi com nossa filha para casa dos pais no Algarve passar o fim-de-semana e eu por questões de trabalho não fui.

    Logo no Sábado combinei com os meus amigos de longa data darmos uma escapadela pelo Bairro Alto e pelos bares de Lisboa. Quando estava de saída tocaram à porta. Era o João, que tinha vindo do Brasil e primo da Isabel e que vinha à sua procura. Logo lhe contei que ela estava no Algarve todo o fim-de-semana e eu ia aproveitar para dar uma escapadinha com os meus colegas até ao Bairro Alto curtir a noite.

    João aproveitou logo para perguntar se também podia ir connosco. Concordei e lá fomos ter com a malta.

    Encontramo-nos todos no café habitual e apresentei-o, dizendo quem era e que tinha vindo há pouco do Brasil. Começámos logo ali a tomar os nossos copos e fomos de bandada para a noite.

    A meio do Bairro um puto que andava a distribuir panfletos entregou um nas mãos do João. – Olha! Por cá fazem propaganda a Shows de travesti. Aqui em Portugal nunca fui a nenhum.

    Olhamos uns para os outros e para nos fazermos lorpas quase em uníssono dissemos

      - Pois! Aqui há vários e ao que dizem o melhor é o do Finalmente um bar Gay.

      - Vocês sabem onde fica?

      - Sabemos! Já lá fomos uma vez. (mentimos ao dizer que só lá tínhamos ido uma vez, pois não tínhamos ainda muita confiança com o João).

      - Então vamos! Sempre quero ver se são melhores que no Brasil. Retorqui o João ao que parecia todo entusiasmado.

    E fomos.

 

Show de travesti do Finalmente Club na Gala Abraço de 2010

    Estávamos a meio do show quando o João, disse que gostava mesmo era de transar com travestis e comer-lhes a bunda. Todos nos rimos e eu desculpei-o dizendo serem manias da sua estada durante algum tempo no Brasil.

    João logo respondeu

     - Não! Não são coisas de imaginação. É a verdade! Não há nada melhor que um cú apertadinho! É por isso que ainda não me casei. Um homem faz sexo com outro homem melhor que com uma garina qualquer. Fazem o melhor broxe do mundo o que elas não o sabem fazer assim como o cuzinho é muito mais apertadinho que uma racha de mulher. Não pensem por vos contar isto que sou Gay. Sou até muito ativo.

     - Ho pá! Disse o Pedro – Escusas de te justificar! A minha avó dizia que “ladrão é tanto o que vai roubar como o que fica à porta a visar se vem o polícia”

     - Pois! Por enquanto isso não aconteceu nem vai acontecer.

    O Mário que é outro que está sempre na brincadeira com as palavras ripostou.

     - Eu por mim não tenho nada a ver com quem leva naquilo que é seu, mas cá para mim o Carlos que anda sempre atesuado e é teu primo ou primo da mulher dele, podem entender-se nessa premissa.

    Todos achamos piada àquelas trocas de opiniões e tomamos mais uns copos. Abanamos a cabeça com aquelas músicas trepidantes e chegadas as quatro da manhã resolvemos acabar a noite e cada um ir para sua casa.

    Saímos do Finalmente e dirigimo-nos para os nossos carros que tinham ficado por ali perto. O João que tinha ido comigo assim também foi de caminho para minha casa, os outros foram conforme vieram sem antes combinarmos encontrarmo-nos nesse Domingo à tarde.

    No caminho para casa aquela conversa havida sobre os gostos do João não me saia da cabeça assim como me veio à mente os meus devaneios passados nas cabines do ginásio. Ganhei coragem e perguntei-lhe se ele saía só com travestis lá no Brasil

     - Mas quando eu expliquei lá no bar que uma bunda de homem é o melhor do mundo, era verdade. Até porque eles também gostam e não dão problemas. Não engravidam, são sensuais e também têm uma gaita como nós para podermos brincar. Alguns até são casados portanto há sempre um certo secretismo que não dá para chatices.

     - E tu serias capaz de comer um amigo?

     - Desde que ele esteja disposto porque não?

     - E nesses casos como ficaria o relacionamento futuro com ele?

     - Sabes que nesses casos a descrição é a melhor atitude a ter. Eu por exemplo vou para a cama com amigos que fazem parte de um determinado grupo e uns não sabem nem por sonhos dos outros. Mas com essas perguntas todas queres dizer-me alguma coisa?

     - Não! É só curiosidade.

     - Sim, pois! Sempre ouvi dizer que “Quem fala no barco quer embarcar”

 

    Entretanto estávamos chegando a casa. Parei o carro e tremendo por todos os sítios perguntei-lhe se queria subir para tomar mais um copo já que a Isabel não estava nem a menina. Ele olhou para mim com um ar interrogador e disse que sim ainda com ar mais malandreco. - Ao que notei!

    Entramos para a sala coloquei uma musiquinha suave e tomei dois copos e uma garrafa de whiskie, sentamo-nos num sofá e de repente perdi o controlo e perguntei-lhe

     - Eras capaz de guardar um segredo?

     - Conta lá. Certamente não será nenhuma história que já não tenha ouvido.

    Confidenciei-lhe as minhas aventuras de punhetação nos balneários e o desejo de experimentar ter relações sexuais com um homem.

    O João olhou para mim, olhos nos olhos, surrio, e perguntou se eu ainda era virgem.

     - Mas é claro que com homens nunca tive qualquer experiência! Aí sou virgem!

     - Mas porque és casado e tens uma filha ou porque nunca calhou?

     - O meu relacionamento sexual com a Isabel é melhor quando venho do ginásio e já tenho batido uma punheta à conta daqueles corpos nus que vou admirando no balneário.

     - Isso só quer dizer que estás pronto para fazermos amor!

    Se até a quele momento não sabia bem o que estava a fazer ainda fiquei pior e dei comigo com as pernas a tremer.

    João vendo a minha atrapalhação, colocou uma mão numa das minhas pernas e atirou.

     - Estamos sós este fim-de-semana e esquece a Isabel. Para já vamos tomar um duche para refrescar os corpos e as ideias.

    Começou a tirar a camisa, depois os sapatos e por fim as calças. Ao mesmo tempo que ficava em cuecas foi dizendo para me despir e deixar-me de vergonhas pois dali para a frente já não havia volta a dar. Eu assim fiz e também me despi ficando também em cuecas.

    João pegou-me numa mão como quem segura numa criança e levou-me casa fora até ao banheiro. Aí pegou em minha cueca baixou-a e tirou também as dele.

    Ficamos nus frente a frente. Eu olhando extasiado para aquele corpo jovem e modulado e um pénis já hirto e pulsante enquanto ele ia olhando para as minhas nalgas, fruto do seu desejo.

   Entramos no chuveiro e a água morna começou a atingir nossos corpos. Ele abraçou-me por trás apertando aquele mangalho já rijo entre minha nádegas, ao mesmo tempo que ia beijando meu pescoço e com uma das mãos ia ensaboado meu peito e a outra desceu até os meus tintis manuseando-os suavemente enquanto meu pito se ia levantando.

    Depois começou por beliscar meus mamilos ao mesmo tempo que mordiscava o meu pescoço.

    Embora ainda assustado e envergonhado, meus braços buscaram sua cabeça que forçava contra meu pescoço, aceitando seus carinhos que estavam me deixando zonzo.

    Ele me virou a pediu para me ajoelhar, ficando minha boca na direcção daquele pintão escarapulado e visouso que comecei a lamber sua cabeça quente. Ele segurou minha cabeça e penetrou-o em minha boca que comecei a suga-lo ao mesmo tempo que punhetava e massajava suavemente seus tintins. Já estava a ganhar experiência tentando meter seu membro o mais possivel em minha boca ao mesmo temto que o ia mordiscando.

    Ele gemia de prazer e eu cada vez mais sugava aquele membro que também se movimentada num vai e vem constante ele forçou mais um pouco e eu senti a sua cabecita tocar em minhas campainhas de tal forma que me ia sufocando.

    De repente ele gemeu apertou minha cabeça contra si e senti por minha garganta abaixo todo o esperma saido de uma ejaculação voraz a que nada mais podia fazer a não ser engolir todo aquele elixir.

    Ao prencipio foi susto mas depois prazer de tal forma que ainda me deu para com a lingua lamber todo o resto daquele suco que até era saboroso.

  

    Sem dizermos palavra terminámos o banho tapámo-nos com toalhas de banha à cintura e fomos para a sala novamente.

 

Gays fazendo amor

    Ainda sem dizer palavra sentámo-nos num sofá refastelamo-nos e perguntei se queria que coloca-se alguma música.

     - Se tiveres a musica de fundo do filme “Laranja Mecânica” podes por, ao mesmo tempo que tiras um café e se tiveres, trazes um tubo de vazelina ou outro lubrficante qualquer.

    Naquela altura não percebi aquela da Laranja Mecânica nem da vaselina mas mais tarde iria perceber. E de que maneira.

    Quando regressei com o café e o lubrificante ainda o João estava sentado no sofá mas completamente destapado, -tinha tirado a toalha que o envolvia- com o instrumento de perdição levantado ao mesmo tempo que acariciava as sua bolas.

    Olhei para aquele instrumento de prazer, larguei as chavenas do café numa mezinha ao mesmo tempo que me ajoeilhei frente a ele e meti em minha boca aquele instrumento até ao fim da minha garganta. João foi-se movimentando e eu gugando, sugando e apertando em meus lábios em sua cabecita luzidia.

    João pegou em mim, levantou-me e colocou-me de bruços no sofá ao mesmo tempo que me ia mordiscando minhas costas. Pegou no lubrificante bezuntou um dedo que por sua vez foi levemente introduzindo em meu cú virgem até àquela altura. Cada enfiada do seu dedo dentro de mim, mais me ia retrocendo de prazer. Depois de uma massagem pelo interior de mim e ao redor do meu ânus, senti seu peito em minhas costas ao mesmo tempo  que me começou a punhetar. Meu membro rijo e duro palpitava de tesão e comecei a movimentar minhas nalgas de forma a sentir o pito dele no meu rego. Estava na hora de ser desflorado como menina virgem.

    João pegou em minha cintura e apontou em meu buraquinho. Lentamente e num vai e vem começou penetrando-me. Comecei sentindo coisas que nunca tinha sentindo até então e só na minha imaginação.

    Ao prencipio da penetração em mim, aquela cabeça doeu um pouco e então ele tirou fora e lubrificou mais um pouco e lentamente e num tira e mete, lá me foi penetrando todo até sentir as suas bolas nas minha nadegas.

    Aquela invasão dentro de mim começou a dar-me um prazer inaudito. Segurei com as duas mão o meu pirilau apertando-o como estivesse envergonhado por estar a ser comido pela primeira vez por um homem. Ele sentiu a minha atrapalhação e me começou a estocar freneticamente aumentando o ritmo das estocadas. A pequena dor que tinha sentido inicialmente começou a passar e comecei a gemer de tesão e a pedir que mete-se mais e com mais força. João não se fez rogado e continuou me comendo com volúpia entrando e saindo de dentro de mim ao mesmo tempo que me abraçava. Meus ânus já fervia de quente com aquela fricção do seu membro entrando a saindo de mim, dando-me um goso infernal.

    Assim continuamos por algum quarto de hora, até que começou a por mordiscar o meu pescoço, retirou minhas mãos do meu cacete e começou me punhetando. Ambos gememos de prazer e de repente, ao mesmo tempo que senti os seus espermatozoides percorrerem meu canal também senti os meus sairem em catadupa, mas estes direitos ao sofá. O membro do João ainda ficou dentro de mim mais um pouco até começar a murchar ao mesmo tempo que o meu ânus um pouco dorido e ardente se ia também fechando.

    Estava-mos exaustos. Ele acabou por tirar fora e sentamo-nos lado a lado olhando-nos nos olhos com nossos pitos flacidos. Eu tinha gozado pela primeira vez dando azo aos meus sonhos de tantos anos. O fazer sexo com um homem afinal era bom.

    João com aquele ar de sacaninha atirou:

     - Afinal acabamos por não tomar o café!

     - Pois! Já deve estar friu. Mas valeu a pena.

     - Gostas-te? Foi aquilo com que sonhaste?

     - Foi mais do que isso! Foi um prazer enorme como nunca pensei que fosse.

     - Quando quiseres podemos experimentar novamente. Até porque vai ser giro também me comeres. O que achas?

     - Mas tu não disseste que eras só ativo?

     - Sim sou ativo quando vou com os travesti, mas quando calha um gajo como tu, também gosto de ser comido.

     - Vou certamente gostar dessa expeiência e assim já não me considero um gay passivo.

     - Tas enganado com esse conceito, sendo tu casado com a miha prima, serás como eu bissexual, além de primos e amantes.

    Rimo-nos, beijamo-nos e nos acariciamos durante algum tempo, até que eu disse:

     - E agora de aqui para afrente, o que vamos fazer?

     - Este será o nosso segredo e passarei a vir cá a casa mais vezes.  Que achas.

     - Desde que não demos bandeira tudo bem, até que da proxima prometeste ser eu a comer-te.

     - O prometido é devido. Se não tivermos oportunidade de ser aqui por causa por causa da Isabel, será em minha casa. O que achas?

     - Vou estar sempre à tua disposição, mas agora é melhor despacharmo-nos pois elas devem vir para o jantar.

   Enquanto ele foi tomar um duche, eu fiquei a arrumar a sala, e depois fui eu.

   Já eram oito horas da noite quando ouvimos a porta a abrir-se.

   Nós estavamos na cozinha a preparar o jantar quando entrou a Isabel e minha filha vindas do fim-de-semana no Algarve todas esfusiantes. Nos beijamos todos e hoje sou feliz com uma familia unida mas com um segredo pelo meio.

   Entretanto tanto lá no fundo da sala ainda se ouvia o tema do filme “Laranja Mecânica”

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

(Fotos de arquivo e sacadas na internet)

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

sinto-me: Grande fim-de-semana
a música que estou a ouvir: Laranja Mecânica
publicado por nelson camacho às 14:35
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Quinta-feira, 19 de Abril de 2012

Férias na Páscoa

 

Quando nos beijamos aprimeira vez

Fui convidado pelos meus futuros sogros a passar a Páscoa com eles e pus os cornos à minha namorada com o meu cunhado.

 

    Estava um tempo do caraças! Há uns dias que não havia nuvens no horizonte. O Sol despontava todos os dias e as férias da Pascoa estavam ali mesmo à porta.

    Em casa dos meus futuros sogros nesta época fazem sempre questão de irem passar estes dias ao Alentejo onde têm uma casa de campo. É gente abastada e a crise económica que o país está a travessar ainda não chegou a casa deles. - O mais teso, sou eu. Um pouco boémio e à procura de trabalho e se puder uma noiva rica. Vivo só com minha avó que me sustenta e me dá uns gitos para as minhas necessidades -.

    Esta família é assim um pouco à antiga e é composta por um casal com dois filhos sendo um deles uma rapariga com quem namoro.

    De vez em quando vou lá jantar e fazemos um serão bastante agradável. O Eduardo filho do casal, toca viola e a irmã Helena, canta umas coisas. A D. Margarida entretém-se na cozinha e o Sr. Paulo acompanha-me nuns copos e numa conversa simpática onde afloramos o estado da nação e sobre futebol. Normalmente a D. Margarida depois dos seus afazeres domésticos junta-se a nós na conversa, o Eduardo também se junta a nós enquanto a Helena vai buscar uns aperitivos, e junta-se a mim namoriscando e passamos uns serões agradáveis. È uma família tradicional daquelas que raramente se encontra, o senhor Paulo é empresário, a D. Margarida é doméstica, - como manda a tradição – o Eduardo e a Helena são estudantes, ele raramente sai à noite e ela só sai comigo depois das horas da universidade.

    Naquela quarta-feira falaram que iriam passar estes dias da Pascoa ao Alentejo. Iam na Sexta-feira à noite e só vinham da terça de tarde.

    A conversa estava interessante quando tocou o telefone. Era uma colega da Helena a confirmar a ida a Madrid neste fim-de-semana com a turma da escola e que já tinha os bilhetes para ela.

      - Quem era? - Perguntou a mãe.

      - Era a Isabel a confirmar o passeio da turma a Madrid este fim-de-semana. Eu já lhe tinha dito que talvez fosse com as minhas colegas e a mãe disse que sim.

      - E por acaso já tinhas contado ao João? Sempre é teu namorado! – Perguntou o pai por sua vez.

      - Não Pai! Ainda não havia a certeza e até julgava que tinha ficado tudo sem efeito.

      - Sabe Sr. Paulo, há coisas que ela só me conta à última da hora! - Disse eu.

      - Mas já tínhamos falado sobre o assunto e tu disseste que não te importavas desde que fossem só raparigas. Ciumento!

      - Sim de facto falaste no assunto mas assim à última hora. O que é que eu faço nestes dias? Certamente não vou passar a páscoa só com a minha avó!

      - Não senhor! - Levantando-se disse o Eduardo - O João vai connosco é uma oportunidade de conhecer a nossa quinta e eu mostrar-lhe as cantigas que ando a escrever e vocês não ligam nenhuma. Tá bem ou não está?

      - Concordo em absoluto. E já agora para apreciar o meu vinho branco que é uma delícia. Retorqui-o o Sr. Paulo.

      - Tudo bem! - Disse a matriarca da família. Vem connosco sim senhor, e sempre se vão habituando a não andarem sempre juntos como os pombinhos.

      - Cá por mim, tudo bem! – Disse a Helena.

 

    Apanhado no meio de toda aquela conversa e proposta de um fim-de-semana diferente só tive de aceitar.

    Combinámos o que teria de levar em termos de roupa e a que hora estaria em casa deles para a viagem.

    O Eduardo que normalmente até á de poucas falas, foi perentório.

      - Não senhor, nós passamos por tua casa para te buscar.

    Depois de tudo isto, acabámos o serão com mais uma conversa da treta.

    Fui até ao quarto da Helena namoriscar mais um pouco. Os beijinhos da praxe e os desejos recíprocos de um bom fim-de-semana.

 

A casa do Alentejo

 

    Chegámos já eram para ai umas vinte e uma horas e de imediato as tarefas foram distribuídas pala D. Margarida. O  Paulo iria mostrar-me a casa e o meu quarto e o Eduardo iria despejar o carro colocando as compras na cozinha e as malas de cada um nos respetivos quartos, enquanto ela iria fazer o jantar.

D. Margarida pessoa experiente nestas coisas já trazia o jantar meio amanhado pelo que não demorou muito a ir para a mesa que o Eduardo já começava a montar.

    O Sr. Paulo levou-me a ver toda a casa e a adega de onde tirou o vinho para a refeição ao mesmo tempo que dizia:

     - Sei que o João gosta de um bom vinho branco portanto leva este que está fresquinho já dentro de um frapê para levar para o seu quarto. Os homens cá em casa, temos a mania de ter no quarto sempre um bom vinho branco fresquinho. São manias que você um dia vai descobrir.

    Não compreendi bem aquela mania mas aceitei.

    Quando entramos na cozinha já estava tudo pronto e cheirava que era uma delícia. Sentamo-nos e começamos o repasto.

     - Hoje já não dá para lhe mostrar a quinta mas amanhã também é dia.

     - O meu marido mostrou-lhe a casa e o seu quarto?

     - Sim mostrou. É quase um apartamento com casa de banho particular e tudo.

     - É o nosso quarto de visitas. Está sempre pronto com roupa de cama e toalhas de banho lavadas. Até porque antes de virmos telefonamos sempre para o caseiro para preparar tudo. Só tem um senão. A casa de banho é privada mas a zona de duche dá para dois quartos, o das visitas e o do Eduardo, portanto quando alguém está dentro, tem de fechar a outra porta.

     - Então estás a gostar? – Perguntou o Eduardo –

     - Mas quem não pode gostar de todo este requinte? E a forma como estou a ser tratado? Só é pena que a Helena não tenha vindo.

     - Pois! Vais ver que não te vai fazer grande falta. Nós cá no arranjamos sem ela.

    Chegado o fim da refeição fomos até ao salão, tomamos café e um conhaque e jogamos um pouco de bilhar enquanto D. Margarida prantou-se frente à televisão.

    Já a noite tinha passado para o outro dia quando o Paulo pediu desculpa e disse que estava cansado e iria para a cama. Aproximou-se da mulher deu-lhe um beijo na testa e disse que ia deitar-se.

     - Eu também vou! – Colocou um braço à cintura do marido, olhou para nós e disse. : Até amanhã, meus queridos. – Estava a referir-se a mim e ao Eduardo -.

    Ficamos ainda um pouco contando os nossos gostos e o que fazíamos nas horas livres até que às tantas resolvemos irmo-nos deitar.

O Sol no Alentejo

    Há muito tempo que não acordava ao som do Canto do Galo. Ainda estive uns minutos para espertar. Levantei-me e fui até à janela e fiquei maravilhado com a paisagem tendo ao fundo o começar do raiar do Sol. Espreguicei-me e fui até ao banheiro, desfiz a barba, peguei na toalha de banho e dirigi-me à zona do chuveiro. Esqueci-me da recomendação que aquela zona tinha duas portas e não fechei a que condizia com o outro quarto.

 

    Mal entrei deparou-se-me a linda figura do Eduardo de costas com os seus cabelos louros e compridos colados às costas e aquelas nádegas lindas salpicadas de gotas de água que lhe dava uma beleza estonteante.

    Como hipnotizado pela beleza do Eduardo – nunca o tinha visto assi – Deixei cair a toalha que trazia presa à cintura e fiquei completamente nu e entrei na box.

    Eduardo notando a minha entrada, rapidamente se virou e ficamos frente a frente
    O meu pito já estava a começar a levantar-se e os músculos dos peitorais já se contraiam.

    Eduardo não resistiu e seu membro até então flácido, começou a erguer-se olhou-me profundamente em meus olhos e pressionou-me de tal forma que me encostou à parede começando a beijar-me. Correspondi sofregamente e ele começou a descer, beijando-me o tórax, a barriga e por fim acabou com a boca no meu pénis qual Andrómeda.

    Eu gemia de prazer enquanto aquele louro gostoso chupava meu membro com todo o carinho mordiscando-o ao mesmo tento que fazia o movimento do vai e vem.

    Quando senti que aquele gozo iria expulsar a bicharada, peguei-lhe na cabeça levantei-a e beijei aquela boca gostosa que vinha com aquele doce gostoso do meu pito.

    Com aquela água morna caindo por nosso corpos, fomos esfregando nossos corpos e nossos membros uma imensa tesão deliciosa.

    A certa altura virei-o e mordicando-lhe o pescoço e colocando minhas mãos no seus ombros fui fazendo pressão para se curvar, - ele não disse nada – e comecei lentamente a penetra-lo até que foi até ao fim. Eduardo estava a adorar, prova que também suas nádegas se iam apertando e o ânus latejando ao mesmo tempo que o meu dito de ia movimentando.

    Com todo aquele movimento lá ia beijando carinhosamente o pescoço do Eduardo.

    Eduardo não resistiu e caiu de quatro no chão, enquanto eu me mantinha firme com ele todo lá dentro e deitado em suas costas. Ambos gozávamos deliciosamente até que não aguentando mais os meus bichinhos lá foram seguindo o seu caminho sentindo o Eduardo todo aquele néctar dentro de si e o que sobrou, escorrer poe entre suas coxas.

    Eduardo não quis que tudo ficasse por ali e pediu carinhosamente para me foder.

Disse: . Porque não? E coloquei-me na posição de andrómeda. Sentei-me na sua piroca metendo-a lentamente enquanto me punhetava. Movimentamos num gozo infernal. Ele veio-se abundantemente. Deixou ficar ainda um pouco em meu ânus até que começou a murchar.

    Deitámos nossos corpos frente a frente esfregando nosso pitos, sentindo-os em nossas barrigas, selando assim o nosso amor proibido.

 

Namorados no banheiro depois de uma noite escaldante

    Passado uns minutos caímos sentados sob o chuveiro, exaustos e realizados naquela aventura.

    O que aconteceu no resto daquele fim-de-semana no respeitante à quinta não interessa nada o que tem interesse é que todas as noites que lá estivemos, transamos. Na volta para Lisboa o Eduardo e eu tornamo-nos amantes. 

    Continuei a namorar a irmã e a transar sexualmente com o irmão. Como somos pessoas crescidas e responsáveis ninguém descobre o nosso amor.   

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Fiz férias à maneira
a música que estou a ouvir: Balada para o Alentejo (Jorge Fontes)
publicado por nelson camacho às 02:53
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Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

Nesta Primavera de 2012 na Praia do Magoito

Gays no wc num engate de ocasião

O Sol já lá não estava

No fim do dia fiquei a ouvir António Variações na canção do engate

 

    Os dias desta Primavera têm estado como se fora verão, o Sol escalda e até dá para umas idas à praia.

    Estava no meu canto de escrita e tinha bebido meia dúzia de cafés e os neurónios não estavam a dar nada. É como quem diz “as palavras não saiam”. Larguei o teclado e fui até ao quintal. Mal transportei a porta recebi um banho daquele sol fora do tempo e senti-me confortável. Estava em calções e de camisola de cava, deitei-me na espreguiçadeira e o bendito sol começou a infiltrar-se nas minhas pernas e em meus ombros. Fiquei ali uma meia hora até que de repente deu-me o amoque e tal como estava, como um autómato levantei-me, passei pela sala desci as escadas peguei na chave do carro, entrei coloquei um boné, que está sempre no banco pus os óculos escuros e naquele estrelaio, e dirigi-me até à praia cá do sitio.

    Assim que cheguei tirei os sapatos, peguei numa toalha e lá fui atá à beira-mar. Havia meia dúzia de surfistas cortando algumas ondas. A água comparando com o tempo, estava um caldo. Fiquei arrependido de não ter levado a minha prancha e como tal resolvi só milhar os pés. Dei uma corridinha mas não encontrei ninguém conhecido e como esta coisa de andar na praia sozinho não dá nada resolvi sentar-me um pouco.

    Entretanto, do mar lá saiu um puto ai para os dezanove anos com a prancha debaixo do braço e dirigiu-se para a roupa e um saco que, nem tinha reparado estava ao meu lado. Tentei meter conversa.

     - Então como estavam as ondas?

     - Não estavam más! Um pouco sem spid, mas deu para reinar um pouco.

     - E a água não estava fria?

     - Nesta altura do ano e com este verão primaveril não estava mal.

     - Você também faz surf ou é só mirone?

     - Já tenho uma prancha mas só a utilizo no verão a sério pois ainda não comprei o fato, até porque gosto de sentir no corpo o sal do mar.

     - Pois, eu também comecei assim, mas sem fato próprio é difícil.

     - Pois! é verdade mas como não tenho companheiro para estas andanças, sozinho não dá lá muito jeito. Também moro por aqui há pouco tempo e ainda não deu para arranjar amigos.

     - E também moro aqui há pouco tempo. Morava no Porto onde á tudo diferente. Parece que fora de água começa a arrefecer e o melhor é ir-me embora. Gostei de o conhecer e pode ser que nos encontremos por aqui um dia destes.

     - Okey! Eu também vou até á esplanada tomar um copo e depois vou-me embora.

 

     Demos um aperto de mão um pouco apertado da parte dele de forma que deu olharmo-nos olhos nos olhos com mais atenção.

    Ele lá foi de saco às costas e de prancha debaixo do braço. Fiquei ali ainda sentado olhando para aquela figura, que se ia esvaindo no meio da penumbra que estava caindo, pois o Sol já caia no horizonte.

    Ainda fiquei por ali mais um pouco recordando sua conversa, seu aperto de mão apertado, seus olhos e seu corpo.

    O Sol de facto já estava caindo no horizonte e seu brilho natural já não chegava até mim, pois uma nuvem maldosa, escura e carregada de água ia cortando aqueles últimos raios brilhantes e aquecedores do dia.

 

    Coloquei a toalha às costas e dirigi-me ao carro e pensei, vou mas é tomar um cafezinho quente e comer um pastel de nata.

    Como o carro estava estacionado no outro lado da esplanada, tive de dar a volta até ela.

    Por acaso só tinha um lugar na ponta do estacionamento e ali o deixei.

    Dirigi-me ao café, entrei e logo veio o empregado João que me cumprimentou como era habitual e sempre com uma certa pressão.

     - Então um cafezinho?

     - Sim com um pastel de nata.

     - Vem mesmo a calhar pois chegaram agora e ainda estão quentinhos.

     - É isso mesmo que eu quero. Quentinho para o poder lamber até ao fim.

     - Você é danado!

    O João encostou-se mais ao balcão e quase ao meu ouvido disse baixinho

     - Qualquer dia temos de conversar sobre isso.

    Certamente que não era sobre o pastel de nata a que ele se referiu, mas não lhe dei troco mas pensei cá para mim, - este qualquer dia tem de ir ao castigo.

    Peguei no café e no pastel e fui atá à esplanada também para poder fumar um cigarrito.

    O tempo estava a ficar um pouco enevoado e frescote e resolvi ir-me embora, sem antes ir verter água à casa de banho.

    Quando entrei, que lá estava? O meu recente amigo surfista.

    Dirigi-me ao mictório ao lado de onde ele estava, olhamos um para o outro e para as nossas pilas. A dele estava no auge crendo parecer que se estava a punhetar.

    A minha, coitadinha estava murcha como em cenoura velha e começou a mictar.

    O surfista maroto, ainda não sabia o seu nome, atirou:

     -Vinha mesmo aflito!

    Olhei para aquele sardo lindo escarapulado e grande e retorqui.

     - E tu! Não acabas com o que estavas a fazer? Posso acabar o resto?

    Ele virou-se para mim.

     - Está à tua disposição. Já agora para ver se o teu também cresce.

    De imediato comecei a punheta-lo ao mesmo tempo que o meu começou a levantar-se.

    Agarrei na mão dele e dirigia ao meu sardo que já pulsava por todos os lados.

    Estava-mos assim durante algum tempo quando ele me beijou, largou meus lábios e perguntou:

     - Posso tratar o teu como uma chupeta?

    Senão desmeai naquele momento, foi por pouco. Não só pela atitude como do local onde nos encontrávamos. Mas ele não deu tempo a raciocinar melhor. Baixou-se a começou a mamar o meu pito sofregamente.

    Naquela posição caricata, continuei a punhetalo até que ambos nos viemos. A boca dele transbordava do meu leite e derivado à posição o pito lele esguichou para a cara e cabelo dele.

    Tremia-mos como varas verdes não só pelo prazer como pela situação. E se alguém entrasse de repente?

    Olhamos um para o outro e começámos a rir como dois tontinhos.

    Como se nada tivesse acontecido saímos daquele local de perdição continuando a rir como alguma anedota mais picante tivéssemos contado.

    Sem dizermos mais palavras, eu dirigi-me ao carro e ele pegando na prancha e no saco que estavam lá fora, começou a caminhar pelo parque de estacionamento dirigindo-se á estrada.

    Eu já estava dentro do carro quando verifiquei que ele não tinha transporte e iria para a vila a pé. Adiantei-me, abri a janela do pendura, encostei-me a ele e perguntei:

     - Não queres boleia?

     - Sim já agora! Está fresco para ir a pé e as minhas pernas ainda estão a tremer daquela aventura.

    Parei o caro meti a prancha no porta bagagens. Ele entrou, colocou o sinto e olhou para mim com ar de sacaninha.

     - Moras por aqui? Nunca te tinha visto!

     - Sim! Moro perto do centro numa casa amarela mas nunca ando por ai. Se não estou em casa, estou na praia ou em Lisboa. Não me dou com ninguém cá do sitio. A minha avó dizia que “Santos ao pé da porta não fazem milagres”.

     - Eu conheço esse ditado e também a tua casa. Pode-se entrar e sair sem ninguém dar por isso!

     - É verdade, foi por essa razão que a escolhi. E tu! Onde moras?

     - Por incrível que pareça muito perto de ti. Mas também não me dou com muita malta cá do sítio, Até porque gosto de conviver com pessoas mais velhas que eu. Têm mais sentido da responsabilidade e têm sempre algo para me ensinar. O que aconteceu hoje contigo foi uma tremenda loucura, mas gostei.

     - Eu também gostei bastante e gostava de te conhecer melhor. Por exemplo está todo melado e podias ir a minha casa tomar um duche.

     - Não me convides duas vezes que eu aproveito.

     - É verdade, mo te chamas? A mim chamam-me de “Caçador”

     - Eu chamo-me de Pedro e tenho vinte anos e tu? Porque te chamam de Caçador?

     - O Caçador foi uma amiga que me pôs a alcunha quando soube que andava sempre à procura de putos como tu e tinha sempre sorte. Vivo sozinho e tenho quarenta anos.

     - Quanto à alcunha ela é capaz de ter razão. És interessante, bem-falante e creio que bom sexualmente, quanto à idade não parece que a tens.

    Entretanto já tínhamos chegado e o automatismo aberto a porta da garagem e entramos.

    - Isto assim é porreiro ninguém dá por quem entra ou sai em tua casa.

    Subimos as escadas e entramos em casa propriamente dito.

    - Queres tomar alguma casa?

    - Já agora o que eu tomava era um duche.

    - Tá bem! Mas se não te importas eu vou primeiro.

    - Certo! Sendo assim, tomo alguma coisa. O que tens para aí?

    Levei o Pedro até ao bar, mostrei-lhe o que tinha. Disse-lhe para ficar à vontade inclusive onde se encontravam os CDs. Colocando-o à vontade fui para o duche.

    Pouco me demorei, pois sabia que iria ter grandes prazeres de sexo.

    Quando voltei vinha de robe cor de virgem, branco e todo perfumado com “Pachuli”.

     - Lindo robe! Nuca tinha visto um robe branco para homens e que perfume tão inebriante é este?

     - Quanto ao perfume é “Pachuli” um perfume indiano que infelizmente já não existe em Portugal e tenho de o mandar vir de Espanha, quanto ao robe foi dado por uma amiga minha que diz ser a cor da virgindade, mas tenho ali outro vermelho para ti que te vai ficar bem.

     - Mas afinal tens amigas que te dão coisas. Também fodes com elas?

     - Opa! Isso é o mais natural do mundo. Se ainda não começaste, quando isso acontecer vais ver que também é bom.

     - É por essas e por outras que gosto de gajos mais velhos, para aprender. Bem vou mas é tomar o duche que estou todo peganhento.

    Vai… Vai…. Tens lá toalhas lavadas e um robe para vestires. Eu vou para o quarto para aquecer o ambiente.

    Rindo-se com um olhar brilhante lá foi.

    João quando voltou vinha com o meu robe vermelho de seda vestido que ao andar este se abria por onde se via aquelas pernas musculadas tendo por fim aquele mastro flácido e dependurado pois não trazia cuecas.

    Eu já estava deitado um pouco desnudado.

    João afastou mais o seu e o meu robe e deitou-se sobre mim. Nossos corpos se movimentaram e começamos por nos beijar.

Gays numa boa keka

   O ambiente estava quente e derivado à luz negra que emanava sobre nosso corpos e ao som daquela música suave que tinha posto a tocar antecipadamente nossos corpos e nossos beijos foram ganhando prazeres impossíveis de contar.

Retiramos os robes e lentamente fui curtindo aquele corpo jovem e musculado descendo meus lábios passando pelos mamilos rijos e mordiscando-os até à zona púbica.

Atrevi-me a meter na boca aquele pau que ainda não tinha provado mas que estava agostar. João segurando-me na cabeça sacudindo-a num vai e vem lento, pediu:

     - Não te venhas ainda.

   Fiz-lhe a vontade e ele desceu até ao meu começando a chupar energicamente.

   Quando senti que o gozo estava iminente segurei-lhe na cabeça e retirei-a.

   Abraçámo-nos, beijamo-nos e minha língua foi dando carinhos em seus ouvidos ao mesmo tempo que ele me dava carinhos em minha face como se fosse um gato.

   Abri-lhe as pernas e meu pilão foi á procura daquele ânus que julgava eu estar palpitante. Só consegui meter um pouco da cabecita e ele gemeu um pouco.

     - Estou a aleijar-te?

     - Tens de ter paciência! É que nunca fiz isso!

     - Queres ser tu a meter-me?

     - Se quiseres, gostava.

   Sendo o sardo dele não um sardinho nem em sardão, virei-me coloquei-me de lado – uma das melhores maneiras para ambas as partes – e lá fui encaminhando aquele pau pelo meu ânus dentro em poucas bombadas. As mãos dele percorreram meu corpo até ao meu pito começando punhetando-me ao mesmo tempo que ambos nos movimentávamos para que o sardito dele fosse penetrando todooooooo. Ficámos assim naquele vai e vem durante algum tempo até que ambos estremecemos de prazer pois estávamo-nos a vir abundantemente.

   Deixei-o ficar ainda dentro de mim algum tempo, até que senti murchar e já sem forças para mais lá o retirei.

     - Gostas-te? Perguntei eu.

     - Adorei! Foi a minha primeira vez. Nunca estive com um homem desta maneira ou com mulher. A única coisa que tenho feito e só às vezes com dois amigos meus, é mamar-nos mutuamente.

   Virei-me e ficamos frente a frente abraçados. Onde ficámos mais de meia hora fazendo umas carícias.

     - Ficaste chateado por não me comeres? É que nunca o fiz e tive medo de me fazeres doer. Mas quero experimentar. O que achas?

     - A penetração pela primeira vez tem que ser com um certo cuidado e é preciso estares predisposto a isso.

     -Eu sei que tu sabes cuidar de mim e quero experimentar. 

     - A brincar a brincar já nos viemos duas vezes. Sei que és capaz de o fazer novamente mas é melhor esperarmos para outra ocasião até para teres a certeza que é isso que queres.

     - Mas eu quero cotinha.

     - Vai chamar cotinha ao caralho.

     - Tava a brincar contigo. Nunca me senti tão bem com alguém como contigo. Posso ser teu amante? Moramos ao pé um do outro embora tu digas que santos ao pé da porta não fazem milagres, parece que foi um milagre conhecer-te. Fora aqui do sítio até podes passar por meu tio. O que achas?

     - Vou pensar! Aqui no sítio não podemos dar bandeira, nem por mim que sou respeitado nem por ti que tens família e amigos.

     - Posso ou não posso ser teu amante?

   Ao mesmo tempo que íamos conversando íamos dando carícias. Já há muito que não me sentia tão bem e resolvi aceitar a proposta, até porque queria comer aquele cuzinho e já estava cansado para mais uma volta dentro das próximas horas.

     - Tá bem aceito, mas temos de ter cuidado. Ficas com os meus números de telefone e quando quiseres cá vir telefona antes, pois posso estar ocupado.

     - Ficas também com o meu número mas é melhor falarmos pela internet pois pode os meus pais atenderem o telefone ou o meu irmão e não quero dar satisfações, Tá?

   Assim ficou combinado. O João antes de se ir embora tomou mais um duche. Demos uns beijos de despedida e apalmamos nossas gaitas para despedida.

   Como era sexta-feira, ficou combinado para segunda a nossa segunda relação.

   Fui para a sala, liguei o rádio e coloquei um CD do António Variações.

 

   Naquele dia tinha encontrado um novo amigo como já há muito não tinha acontecido.

   Naquela primavera com tempo de verão verifiquei não só que vale a pena sair de casa como ainda não estou tão cota como alguém disse um dia no facebook que tinha idade para ser pai dele.

   Vou acabar por agora e não julguem que me esqueci do João (empregado do café da praia).

   Fica para outra oportunidade.

 

   Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

         Nelson Camacho D’Magoito

               (O Caçador)

 

sinto-me:
a música que estou a ouvir: Canção de engate /de António Variações)
publicado por nelson camacho às 18:15
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Domingo, 15 de Abril de 2012

Uma rapidinha ... a meio da Noite

KissGay com copula

Meu amigo João

 

    São 5 da manhã e acabei de publicar “Encontros na Internet” clique AQUI no outro meu blogue “O Canto do Nelson” e preparava-me para me deitar quando tocaram à porta. Não me assustei por ser àquela hora pois já estava habituado a que um ou outro amigo cá do sítio vindo de uma borga qualquer e vendo luz na janela logo verificava que estava ainda a pé. Vindo  com um pouco alegre e sem vontade de se ir deitar mas com vontade de um cafezito de máquina e uma conversita de vez em quando há sempre um ou outro que me bate à porta durante a noite.

    Era o João, moçoilo de dezanove anos que já não era a primeira vez que fazia esta brincadeira. Minha luz acesa da janela (não a vermelha do quintal) pois quando esta está acesa que dizer que estou ocupado e ninguém toca.- Já todos conhecem o truque – Não é que minha casa seja uma casa de tia com a puta à espera que apareça um cliente, mas é uma forma de estar na vida e quando não quero que me incomodem porque não estou para aí virado ou porque tenho efetivamente um amigo cá em casa e não convém que se encontrem dois ao mesmo tempo, pois nada sabem uns dos outros. – Somente que somos conhecidos e nada mais, o meu lema sempre foi “amigos amigos negócios de cama à parte e na cama não há programa. – a luz vermelha do quintal está acesa e vê-se perfeitamente da rua.

 

Mas vamos ao que interessa:

 

    O João vinha com o intuito de beber um café e desabafar um pouco pois tinha estado numa festa de amigos e tinha-se zangado com a namorada.

    Dirigimo-nos para bar, liguei a máquina de café. Enquanto esta aquecia e servindo os whiskies para aquecer a palavra.

    Ao mesmo tempo que atrás de mim me ia contando os acontecimentos com a namorada ia-se encostando. Enquanto eu manuseava a garrafa e os copos também me encostei mais a ele e comecei a sentir aquele pau rijo roçando minhas nalgas. Fiz pressão para verificar se era verdade e era!

    Com uma das mãos fui a traz direito à braguilha e correndo o fecho o pimpão saltou cá para fora. Eu estava de calções e não foi difícil ele começar a baixa-los e aquele cacete começar a roçar em minha nalgas. Como não sou muito de penetrações virei-me e lá estava aquela coisa linda latejando com vontade de ser abocanhada. Abri-lhe a camisa e comecei por beijar-lhe os mamilos ao mesmo tempo que fui descendo até meter em minha boca aquele mangalho gostoso fazendo movimentos de vai e vem com mordicadela suaves. Aquele pau estava tão excitado que até sentia as veias latejantes. João gemia de tesão e eu ia passando a língua sobre a cabeça escarapulada e rosada ao mesmo tempo que ia tentando meter a ponta da língua naquele buraquinho que não tardava nada iria expulsar todo o seu prazer. João que se estava quase a vir pegou minha cabeça retirou-a do seu pau e pediu-me para roçar um pouco em meu cuzinho. Não era local nem posição para fazer uma penetração mas deixei-o roçar em minhas nalgas. O prazer era tão grande que o deixei penetrar um pouco na entrada ao mesmo tempo que ele com uma mão na minha cintura a outra me punhetava seus lábios mordiscavam meu pescoço e ouvido. O prazer estava no auge, ambos gemia-mos de gozo desejando que aquilo nunca acabasse. Devagarinho fomo-nos virando e frente a frente olhos nos olhos, gaitas com gaitas nos fomos beijando sofregamente como adolescentes no se primeiro beijo. Instintivamente segura-mos nossas gaitas, punhetámos e nossos leites saíram apressados besuntando nossos corpos. Os toalhetes estavam ali mesmo à mão e limpamo-nos mutuamente com muito carinho.

    Vestimo-nos, tomamos os nossos cafés e whiskies. Ainda fizemos um pouco de conversa da treta e ele foi-se embora com a promessa de acabar o resto.

    Naquela noite não ouve penetração, mas muita sacanagem e com a promessa de haver mais.

 

 Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Noite gostosa
a música que estou a ouvir: under Atattack (dos ABBA)
publicado por nelson camacho às 07:56
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