.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Homofobia na Escola

 

Educação Sexual nas Escolas

  

  Se bem me lembro a última história que escrevi neste blog foi em Setembro, vocês podem não saber mas este tipo de escrita não é tão fácil como parece.

     Se dou esta explicação é porque tenho recebido vários e-mails a protestarem, inclusive perguntando de estou de férias, ou não tem acontecido nada de nota ou ainda de tenho nova companhia e estou-me nas tintas para os leitores. Pois bem, não é nada disso, simplesmente tenho-me dedicado a escrever sobre outros temas em outros bloges que nada têm a ver com Histórias Eróticas entre gays.

     Actualmente tem havido uma guerra entre a Ministra da Cultura e os professores que por tabela quem se vai tramar é o aluno. Eles dizem que não, mas não é verdade na medida em que se os professores não tiverem condições de trabalho e não estiverem psicologicamente preparados para o ensino, a coisa sai torta.

     Há professores que se aguentam à bronca outros não acontece até que derivado à má formação de alguns – embora sejam poucos felizmente – a coisa pode descambar para também a má formação dos alunos.

     O que aqui hoje venho contar não é uma história inventada por mim, mas sim um relato sobre o procedimento de uma professora e que me foi enviado por e-mail.

 

 

 

Homofobia se aprende na escola

Felipe Luckmann


 

“No colégio aprendemos coisas úteis, deixamos de aprender outras mais úteis ainda, ou então, aprendemos o que nunca deveria ser ensinado a ninguém. O último caso é o da homofobia. Ela, infelizmente, é doutrinada em nossas instituições de ensino, que servem assim para perpetuar preconceitos já enraizados na nossa sociedade. É lamentável, já que o papel do colégio é (ou deveria ser) fazer o aluno pensar e principalmente repensar o mundo. Mas não é isso o que acontece. Ele é instigado a repetir padrões de comportamento e conduta já consagrados.

Quem é o responsável por esse quadro? Um deles é o professor, sem dúvida. Afinal, ele representa a figura de autoridade e de "sabedoria" dentro da sala de aula.

 

Vou citar um exemplo verídico, e que aconteceu comigo mesmo. No último ano do ensino médio, tive a infelicidade de ter como professora de biologia uma profissional extremamente preconceituosa e reaccionária. Dizia incontáveis absurdos contra os homossexuais. E seu falar era convicto, com uma paixão assustadora. O pior, é que ela adorava abordar a temática sexualidade nas suas aulas, apesar de não ter formação para tal e entender nada do assunto.

 

Certa vez, ela explicava o ciclo menstrual feminino. Como alguns colegas (meninos) meus conversavam e não prestavam atenção no que ela falava, a dita cuja interrompeu a aula e proferiu a pérola: "Vocês aí, prestem atenção. Eu quero que vocês entendam a mulher de vocês quando casarem. Porque eu rezo todos os dias para que vocês só tenham relacionamentos com mulheres. Infelizmente, nem sempre isso acontece...". Preciso dizer mais alguma coisa? Uóóóó!

 

          E tem mais. Em outra ocasião, ela discorria sobre vaginas, não lembro o motivo. Comentou o fato da boa visualização do órgão que certas revistas adultas eróticas propiciam. Ela se referiu a tais revistas como aquelas que "99,8 % dos meninos normais compram".

 Absurdo total! Por dois motivos: primeiro, homossexualidade é uma orientação sexual como qualquer outra, não há nada de anormal em ser gay; segundo, os gays não são 0,2 % como acha a querida professora, mas sim, pelo menos 20 %.

 

E não acabou. Como já disse, sexo era um dos assuntos predilectos dela. Não perdia oportunidade, então, para falar sobre sexo anal e oral. Falar mal. E jogava nos alunos todas as ideias mais medievais possíveis. "Eu preciso alertá-los", dizia. Sugeriu que sexo anal causaria hemorróidas (?!), incontinência fecal (?!!!), câncer... ou seja, quem desse o cu estava condenado à morte.

 

E o preconceito e as ideias erróneas, iam sendo perpetuadas dentro da sala de aula... Importante mencionar o modo como tais ideias eram ditas pela referida profissional. Falava com uma convicção, com um jeito de bem entendida no assunto, com uma eloquência, que dava a tudo um teor de verdade incontestável. E seu discurso fascizante era convincente. Na sua luta para catequizar os alunos, ela não esquecia nem de legitimar seu discurso.

 

 Prática caracterizadamente fascista: legitimar uma mentira. Para tanto, dizia outra de suas pérolas: "Não, eu não sou preconceituosa. Quero mais que as pessoas sejam felizes". Hahahahaha! E se isentava de qualquer culpa... Tudo o que dizia, assim, não era preconceito, mas verdades... Só não mencionavam que eram verdades válidas somente na Idade Média. E felizmente estamos no século XXI. Quando ela falava aquelas coisas, não estava sendo preconceituosa? E pode algum gay ser feliz, sofrendo com a discriminação da sociedade, que ela mesma contribui para aumentar, educando aqueles adolescentes para a homofobia?

 

E essa é apenas uma de tantas professoras e professores que se portam de maneira errónea.

 O correcto seria a escola educar desde cedo para a diversidade. Para tanto, é necessária uma reformulação total do sistema de ensino, em todos os níveis. Para começar, no ensino superior. A maioria dos professores está despreparada para tratar do assunto sexualidade. Então, as licenciaturas devem abordar o tema profundamente e orientar o comportamento dos professores diante da questão em sala de aula. Assim, se formariam professores que perpetuariam uma ideologia mais tolerante em relação à homossexualidade. Seus alunos, futuros professores, estariam mais preparados para lidar com o assunto na faculdade e, consequentemente, na posterior prática profissional. Gradativamente, o nosso sistema de ensino iria mudando e a mente de nossas crianças e adolescentes também. Esse é um passo importante que falta. Pois não só a homofobia se aprende na escola, mas o respeito pelo diferente também”.

          

 

     Meus amigos certamente já encontraram entre os vossos professores tipo e tipas deste género e a pergunta fica: Como calar estes paspalhões com almas perversas e que não conseguem pensar antes de soltarem tais asneiras? Onde está a disciplina de orientação sexual que a ministra prometeu? Onde estão os professores qualificados para dar tais aulas?

     Se souberem ou quiserem comentar SEM MEDOS façam-no aqui.

 


O Caçador

sinto-me: Um professor moderno
a música que estou a ouvir: A Cartilha de João de Deus
publicado por nelson camacho às 03:44
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Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

Maricón no aeroporto

Cor de maricón ?

  

Como é hábito, quando vamos de viagem e essa é feita de avião, temos de chegar uma ou duas horas antes da partida, no entanto, naquele dia e porque tinha passado uma boa noite de despedida para a minha viagem a Paris, fui um pouco mais cedo

 

Aproveitei para ver umas montras e os passantes, podia, talvez, engatar alguém para a viagem já que para Paris viajam aqueles que por cá não podem dar nas vistas.

Ia olhando, olhando e de repente apercebi-me que dois espanhóis discutiam frente a uma montra de pronto-a-vestir de marca.

O mais jovem e educado, não teria mais de dezanove anos, tipo galego de cabelo claro e comprido e vestia um casacão vermelho até aos tornozelos.

O outro, beirando os seus vinte cinco anos, tipo cigano, cabelo escuro e escorrido, trazia camisa social cor de mostarda e uma gravata com um nó não apertado, estilo ‘cafetão’. Este, exaltado, reclamava porque o outro havia dito, não sei exactamente o quê, pois só me apercebi: - mas querido és cor de maricón!

Este simples comentário feriu profundamente o brio do ‘cafetão’ machista, provavelmente por ter gostado de alguma coisa que viu na vitrina do aeroporto (uma camisa, uma t’shirt ou um casaco de cor mais viva que o seu colega identificou como sendo de cor de bicha.

 

Se prestarmos atenção, de facto, na natureza, as cores são neutras, assexuadas ou bissexuais. Tanto o papagaio macho, quanto a fêmea, tem as mesmas cores: verde, amarelo, vermelho e algumas penas azuis. A cor rosa é idêntica nos flamingos dos dois sexos, e para dizer a verdade, quando há diferenciação de cores entre o sexos, via de regra os machos ostentam cores mais vivas, vibrantes e fetiches do que as fêmeas. O Pavão, a ave-do-paraíso, o canário belga e mesmo o galo, são exemplos de que a natureza carregou mais nas cores masculinas. Assim, a cor dos machos está mais próxima da cor de maricón. (Maricas cá no nosso português).

 

  Entra os humanos, ou melhor, em algumas culturas, talvez na maioria delas, observa-se o contrário do que sucede entre os animais inferiores: as mulheres são mais coloridas do que os homens. Pintam o rosto, os lábios, as unhas das mãos e dos pés: nalgumas sociedades fazem tatuagens no rosto e mãos, usam roupas coloridas, cabelos pintados jóias com metais e pedras brilhantes. Aos homens da nossa cultura tradicionalmente reservam-se as cores escuras: preto, cinza, maroon, sem pintura no rosto e como adorno um relógio de pulso e por vezes uma cruz ao peito.

Nem sempre, porem, foi assim, e nem todos os povos limitaram tanto o acesso dos varões ás cores vivas, maquilhagem, enfeites e jóias. Antigamente entre os nobres da Europa, Ásia e África, mesmo entre os índios das três Américas, as roupas dos homens eram multicoloridas, abundavam os brincos, perucas, leques, muita renda, plumas e brilhos.

Portanto, cor de homem, de mulher ou de gay, não é determinada pela natureza das cores, mas por convenções culturais que variam de sociedade para sociedade e ao longo dos tempos dentro da nossa cultura. O preto, que era sinal de luto no tempo dos nossos pais, hoje virou dark e chic. Segundo os sexólogos dos anos 30, só os frescos usavam cor verde no Brasil cabendo-nos. Portanto, o destaque de percursores do movimento ecologista tupinniquim…

 A cor púrpura também é usada em certos ambientes como símbolo Gay, por representar a síntese do azul-masculino com o vermelho-feminino.

 

 

Qual seria, então, a cor de maricón que tanto irritou o tal cara de cafetão espanhol?

Nas últimas décadas, duas cores passaram a identificar internacionalmente o universo homossexual. Primeiro, o rosa, mais precisamente o triângulo rosa, que foi o distintivo utilizado pelos nazistas para identificar os homossexuais nos campos de concentração. Hoje, nas principais cidades ocidentais, basta colocar um triângulo rosa na porta de um estabelecimento comercial ou na lapela, para que as pessoas se identifiquem como homossexuais, actualmente para os mais discretos chamados de Gays (na tradução do Inglês; alegre; de bom humor, vistoso).

 

 

Nos últimos 30 anos, contudo, o arco-íris tornou-se o principal símbolo de gays e lésbicas, suas seis cores representam à diversidade e pluralidade cultural, sexual, étnica, que todos aspiramos na construção do novo mundo.

Actualmente, apões a revolução sexual dos anos 60 e a expansão da moda unissex, as cores perderam muito a sua rigidez sexista, não sendo raro encontrar “homens de verdade” usando camisas com cores vivas: vermelho, amarelo, mesmo o rosa e púrpura às vezes estampados com flores e outros motivos inimagináveis por nossos pais e avós.

 

A reacção nervosa do tal espanhol metido a macho contra a cor de maricón reflecte a insegurança daqueles que ainda estão presos a valores e estereótipos sexistas, que sentem a sua virilidade ameaçada por usar algum objecto mais colorido que poderia estar associado à estética gay.

 

Freud explica tamanha limitação, que afastar do universo masculino as multicores do arco-íris, a delicadeza, sensibilidade e o jogo de cintura tão característico da cultura gay internacional.

 

A Comunidade Gay continua à espera de um Milagre para que com estas lições de versatilidade possam ensinar os machões trogloditas.

 

O Caçador

sinto-me: Um esclarecedor
a música que estou a ouvir: Mister Gay
publicado por nelson camacho às 03:55
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Sábado, 22 de Março de 2008

O Dia Mundial da Poesia

     Sobre este dia, já escrevi algo no meu outro blog

 O Canto do Nelson

 

     Entretanto, sendo este um blog de características especiais podia ter contado mais uma das minhas histórias, mas não tenho pachorra para tanto, nem aconteceu algo nos últimos dias digno de nota que pudesse transformar numa história. Assim, sendo O Dia Mundial da Poesia e porque me lembrei à última hora de vos escrever algo aqui ficam dois poemas; um de Lobo Antunes, que descreve uma história de engate e outro de A. A.Manzanero que dedico a um amigo que está longe.

     Espero que gostem.

 

Bolero do coronel sensível que fez amor em Monsanto

De: Lobo Antunes

                                                                  

Eu que me comovo
Por tudo e por nada
Deixei-te parada
Na berma da estrada
Usei o teu corpo
Paguei o teu preço
Esqueci o teu nome
Limpei-me com o lenço
Olhei-te a cintura
De pé no alcatrão
Levantei-te as saias
Deitei-te no banco
Num bosque de faias
De mala na mão
Nem sequer falaste
Nem sequer beijaste
Nem sequer gemeste,
Mordeste, abraçaste
Quinhentos escudos
Foi o que disseste
Tinhas quinze anos
Dezasseis, dezassete
Cheiravas a mato
À sopa dos pobres
A infância sem quarto

A suor, a chiclete
Saíste do carro
Alisando a blusa
Espiei da janela
Rosto de aguarela
Coxa em semifusa
Soltei
o travão
Voltei para casa
De chaves na mão
Sobrancelha em asa
Disse
: fiz serão
Ao filho e à mulher
Repeti a fruta
Acabei a ceia
Larguei o talher
Estendi-me na cama
De ouvido à escuta
E perna cruzada
Que de olhos em chama
tinha na ideia
Teu corpo parado
Na berma da estrada
Eu que me comovo
Por tudo e por nada

 

In: "Eu me comovo por tudo e por nada", 1992

 

 

                                                   Dormir contigo

de: A.Manzanero

 

Dormir contigo

É o caminho mais directo ao paraíso

Sentir que sonhas quando te beijo

E as mãos te acariciam

Dormir contigo

É navegar numa estrela até ao espaço

É embriagar-me com o sussurro da tua fala

Quando te abraço

 

 Dormir contigo

É conhecer a dimensão que tem um verso

Sentir que durmo

Ao mesmo tempo que descubro o universo

  

Dormir contigo

Com o teu cabelo acomodado nos meus braços

É o veludo que me brinda o teu regaço

Que maravilha dormir contigo

Dormir contigo com o desejo de acordar quando amanheça

Com o calor de um novo dia à janela

Foi algo belo amor, dormir contigo.

       O Caçador

 

sinto-me: Bem com os poetas
a música que estou a ouvir: Amor sem limites
publicado por nelson camacho às 06:25
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Sábado, 13 de Outubro de 2007

Impressão Digital de Nelson Camacho

                       Impressão digital de

                 Nelson Camacho d’Magoito

(D'Magoito para não ser confundido com outros Nelsons que andam por ai) 

     Esta é a minha impressão digital, ou seja, quem sou, o que fui e para onde quero ir.(pode ver-me também em outro Blog)

Talvez seja melhor começar por dizer quem sou:

- Actualmente sou o Batman da vida. Vivo só e à beira mar, (ou quase) num sítio lindo e calmo. Tenho a praia do Magoito quase à porta e do quintal vejo o mar. Olho para ele, oiço as ondas e nos dias de bom tempo faço os meus churrascos para os amigos, quando me dá na gana, pego no computador portátil e é nele que vou debitando a minha raiva e os meus sonhos.

     Certamente sou diferente de algumas pessoas mas também sou igual a outras. Sou assim mesmo e ninguém tem nada com isso! Na verdade, há uns que são, outros que gostariam de ser e outros que sonham em sê-lo.

     Sou feliz! Não digo com quem durmo (quando temos tempo para dormir) ou o que faço sexualmente. Uma situação é certa: Em minha casa ninguém toma o pequeno-almoço. (É que quando isso acontece, depois querem lá ficar e já me habituei a viver sozinho, saber onde tenho as coisas e andar nu pela casa fora, até no quintal, a trabalhar para o bronze) Na casa de banho já existem escovas e pastas de dentes que não são minhas. (e esta! em….).

     Em princípio esta casa seria uma casa de verão, mas num café que frequento, conheci uma pessoa por quem me apaixonei e contrariamente ao que tenho sido ao longo da vida, desta vez senti-me “cota” e o “engate” levou mais tempo. Também acabei por fazer alguns amigos que preencheram um pouco da solidão que já se estava a agarrar e acabei por ficar por cá, praticamente como residência fixa.

 

                                                      O que fui!

     - Bem o que fui, é um pouco complicado. Fiz tudo na vida, trabalhei em várias áreas inclusive, estive ligado ao meio artístico onde conheci pessoas muito lindas por dentro e por fora. Fui radialista, actor e cantor (cheguei a gravar discos e a trabalhar no estrangeiro) Deixei este modo de vida quando me casei (ela era muito ciumenta e não me podia ver abraçado ou em companhia das minhas colegas). Tenho um filhote que já é engenheiro informático, é um belo rapaz mas já tem a sua vida organizada.

     Um dia contarei a minha história para não dizerem que só conto a dos outros.

 

                                         Para onde quero ir?

     Para lado algum! Reviver o passado, talvez. Sonhar com dias melhores, também.

     Conhecer novos amigos, sim. Mas principalmente, passar umas boas noites de amor e carinho. Há uns que dizem que não o fazem, há outros que sonham em fazê-lo, há outros ainda que o fazem às escondidas e há ainda os que por medo, complexo ou negação não o fazem simplesmente.

     “Amar e ser amado é a coisa mais bela que existe. É fazer poesia! (ainda por cima, faz bem ao coração)”

                                              Como dizia Florbela Espanca

 

“ Ser poeta é amar perdidamente

   É ser alma sangue e vida

   E dizê-lo cantando a toda a gente!”

 

     Para impressão digital ou seja para me apresentar, creio que já chega. Ao longo dos textos que vou escrevendo neste blog, você tirará as conclusões que muito bem entender, não se esqueça no entanto que nem tudo o que luz é ouro e nem sempre o que parece é!

     Os textos aqui inclusos são livres. Fico à espera dos vosso comentários, solicitando desde já a cortesia de se os utilizarem para algum efeito, de citarem a fonte.

   O Caçador

sinto-me: Com Deus e com os Santos
publicado por nelson camacho às 13:09
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