.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Terça-feira, 20 de Novembro de 2012

Assassino gay - Engates perigosos

gays de lisboa no parque eduardo VII - Nelson Camacho - o caçador

     Já lá vai o tempo e não muito longe em que qualquer homem ou mulher com tendências de homossexualidade se passeava por locais pré definidos por eles mesmos para os seus engates.

     Todas as cidades tinham os seus próprios locais sendo os principais os seguintes:

          Setúbal: Central de camionetes e beira-mar por trás do mercado.

          Porto: Av: dos Aliados.

          Lisboa: Jardins de Belém, Parque Eduardo VII, Cais do Sodré, Estação do Rossio e para os travestis, Av: da Liberdade.

     Depois também havia as saunas, e alguns cafés, principalmente onde paravam artistas.

     Os engates eram feitos também nos cinemas e teatros, até meios de transportes públicos onde bastava um olhar mais atrevido ou um encosto de perna com mais pressão e os dois acabavam na cama de qualquer pensão ou hotel. Algumas vezes em casa de um deles depois de um jantar e de mútuo consentimento e sem quaisquer remunerações.

     Antes do 25 de Abril de 74 os gays e as lésbicas tinham uma vida fácil. Num bar gay, bastava um copo e meia dúzia de conversa e lá acabavam eles na cama.

     Havia também as casas de banho públicas e de cafés onde alguns se prostituíam com uma simples punheta ou um bico.

     A pouco e pouco, as casas de banho públicas foram encerrando pois já havia uma certa perversão e o estando e donos dos cafés começando a dar conta da situação lá foram acabando com esses locais.

     O estado embora nos anos 70 tenha acabado com a prostituição oficial, com os gays e lésbicas nunca se preocupava muito pois seus dirigentes diziam que como não havia negócio cada um fazia do seu corpo o que muito bem entendesse.

Veio a liberdade, a abertura a novas realidades trazidas do estrangeiro tais como filmes e revistas e a coisa começou a ficar preta. Mais tarde o acesso á droga e à prostituição organizada por mafiosos estrangeiros que foram entrando porta dentro.

     Também começou a homofobia mais descarada, normalmente em grupos organizados. Há pouco tempo conheci um rapaz que pertencia a um grupo desses, que fazia caça aos homossexuais no Bairro alto, sendo ele mesmo homossexual, só para junto dos amigos estes nunca descobrissem as suas tendências.

     Uma boa parte dos ditos homofóbicos são pessoas que ainda não resolveram a sua sexualidade.

     É fácil ir para a cama com um desses homofóbicos da treta, basta uma cantata bem feita e algum interessa pelo meio e temos vários casos. O mais conhecido é o caso do Renato Seabra com o cronista Carlos Castro que acabou por ser morto por despeito.

     No Porto também aconteceu um travesti ser espancado e assassinado por jovens homofóbicos.

     É corrente vir a lume nos tabloides vários casos de espancamento de gays sem uma razão plausível.

     A última noticia veio relembrar que atualmente é perigoso o engate de um parceiro para fins sexuais independente da idade e sem o conhecer devidamente. (são os engates de ocasião)

      Por copy past do Portugal Noticias de 21 de Outubro passado, aqui fica a notícia de Rui Pando Gomes:

Assassino gay caçado pela pj

 

“Tiveram relações sexuais, foram jantar mas quando voltaram ao apartamento para segunda dose se sexo, uma discussão transformou o encontro gay em tragédia, em Albufeira, Francisco Carvalho, diretor fa Makro da Guia, foi asfixiado pelo parceiro que tinha convidado para sexo a troco de dinheiro. O homicida fugiu com o carro e os valores da vitima. Depois de uma complexa investigação da Policia Judiciária (PJ) foi capturado em casa, na zona de Quarteia, anteontem.

……..”

 

Homens gays no engate no wc - O Caçador Nelson Do Magoito

    Infelizmente, casos como este, já vai sendo habito!

    Neste caso concreto o que se lamenta é que o assassino levado a um juiz de turno, do Tribunal de Portimão o tenha enviado para casa com pulseira eletrónica.

    Atualmente, todo o cuidado é pouco, principalmente quando o ato sexual envolve dinheiro há sempre que desconfiar.

    Primeiro namore, conheça a pessoa e então se acontecer, acontece, se não acontecer, olhe, parta para outra situação. O relacionamento entre gays, NUNCA pode ser por trocas monetárias mas sim porque qualquer coisa aconteceu entre os dois, tal como afeto.

    Os parques, os jardins as estradas ou pessoas estrangeiras não podem estar nas opções de engate.

    Por via internet muito menos. Há vários blogues e sites que publicitam encontros entre gays que infelizmente nunca se sabe se o que publicitam é a realidade. Normalmente as fotos apresentadas não são do mesmo em os nomes ou moradas. Há até que se apresente como raparigas lésbicas e na realidade são predadores sexuais. Outras vezes são engates maldosos, e quando chegam ao encontro são para assaltos.

    Pela internet o que se aconselha é brincar virtualmente e só virtualmente e nunca dê o seu nome verdadeiro, número de telefone, morada ou outra qualquer informação do foro privado. 

    Para as compras disto e daquilo, nunca forneça os seus dados pessoais, bancários ou fotografias. Quanto aos e-mails não abra sem saber de quem são e nunca forneça seus códigos.

    Se quer um encontro amoroso faça-o ao vivo e mesmo assim nunca vá com quem não conhece em dez minutos. Para o levar a sua casa, só depois de ter a certeza que é uma pessoa séria e disposta a um relacionamento sem compromissos monetários.

    Tome em atenção que o perigo está ali sempre ao seu lado.

    Drogados e estrangeiros estão sempre fora de questão. Previna-se sempre também nunca alinhando em grupos. Mais de dois já é muita gente. Guarde essa situação para um Bar Gay ou uma sauna. No entanto nunca leve consigo muito dinheiro, cartões de crédito ou documentação original que se identifique e se possível também a chave do carro. USE SEMPRE PRESERVATIVOS.

Já lá vai o tempo em que tudo era mais fácil.

    Se tens uma história complicada de engate podes contar aqui, não tenhas medo pois será um exemplo para os outros que me leem. Não é preciso divulgares o teu nome verdadeiro no entanto se quizeres algum conselho o "Caçador" está sempre pronto com a sua experiência aconselhar-te. Manda-me um e-mail, mas dis aqui que o mandas-te.

    Um abraço a todos. 

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

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a música que estou a ouvir: Mister Gay
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Sábado, 14 de Abril de 2012

Encontro virtual

Um jovem gay na internet

Tínhamo-nos encontrado na Internet

 

   A minha alcunha de “O Caçador” das noites de lisboa foi posta por uma amiga em tempos que Deus aja, por ter sabido que era um indivíduo que passava as noites e por vezes os dias procurando rapazes na facha etária entre os 19 e vinte cinco anos para uma relação sexual.

   De facto a partir dos meus quinze anos que sempre me interessou conviver com rapazes da minha facha etária e assim há medida que fui crescendo também essa facha etária foi crescendo só que as minhas atrações pararam nos vinte cinco. Tive vários amantes, alguns duraram anos até como se diz agora, numa união de facto.

   Sempre tive profissões liberais e por essa razão bastante conhecido. Nos primeiros contactos, às vezes até diziam!

   : - “mas a sua cara não me é estranha!”

   Enquanto não nos conhecíamos bem, lá ia dizendo.

   : - “Ah dever ser pelo meu irmão que é bastante conhecido de facto!”.

   Também no outro mundo da sociedade que nada tinha a ver com “O Caçador” mantinha uma duplicação de status perante a sociedade. A chamada vida dupla.

 

   Pelo menos dois amantes que se prolongaram no tempo da minha vida um dia, resolveram por imposições familiares mudar de vida e casaram. Qualquer dos casos não deu muito resultado.

   Um, uma tarde, a mulher foi para casa mais sedo e foi apanhado na cama com um homem. O divórcio foi declarado um mês depois.

   O outro, enamorou-se de um primo da mulher dando um escândalo na família dos diabos quando mulher descobriu, pôs-lhe os tarecos à porta e pediu o divórcio.

   Tudo o que aconteceu com estes tipos foi simplesmente porque não conseguiram fazer uma vida dupla igual a um milhar de homens da nossa sociedade a que se chama de Heterossexuais.

   Eu sei que é difícil manter esta dualidade, mas desde que não se andem a pavonear como bichas tontas e não tenham tiques, leva-se a água ao moinho com uma certa facilidade. O homem, independentemente das suas tendências sexuais, porque é sempre homem, nunca o deixará de ser junto da sociedade em que está inserido.

   Quando sente necessidade de um encontro ou se quer pavonear existem tocais próprios, tal como bares Gays onde é improvável encontrar pessoas que não queremos encontrar. O mais interessante, é que às vezes se encontra nessas casas um amigo que lá fora, até púnhamos as mãos no lume e afinal são como sós, pessoas solitárias.

 

   O caçador, derivado à sua literacia, sempre soube escolher os parceiros certos olhando-os olhos nos olhos. Diz-se que os olhos são o espelho da alma. É com um olhar mais atento que se descobre a razão do estar alí, o que quer ou porque nos dá troco numa conversa da treta.

   Ninguém entra na nossa vida para nos destruir! Só se o deixarmos.

   Ninguém é dono de ninguém e logo nos primeiros diálogos devemos ter o livre arbítrio de aceitar o outro tal como é. Se é para ficar, vamos ficar! Mas se tiver de ficar por ali pois que fique e cada um que vá para seu lado.

 

   Ser-se bissexual não é ser-se gay, bicha, tricha, viado ou paneleiro, é ter-se o livre arbítrio de fazer do seu corpo aquilo que quiser nas escolhas de sexualidade.

   Gostar de ter relações sexuais com um homem ou mulher, desde que não ofenda terceiros com atitudes, gestos e formas de relacionamento tudo não passa de experiencias sexuais. Por vezes começa na puberdade e se continua ou não. Para se escolher uma das formas depende de vários fatores que não vem a propósito.

   O propósito desta lenga, lenga é para justificar a rasão porque um dia experimentei um encontro as cegas, pela Internet.

   Faltava-me esta experiência e rodeando-me de todos os cuidados conheci o João (nome fictício).

   Já tínhamos tomado o duche da praxe e dirigíamo-nos para a sala de jantar quando o João entrou na cozinha e encheu dois copos de vinho branco deu-me um e disse.

   :- Afinal ainda não vi o resto da casa.

   :- É verdade! Não há muito para ver a não ser o escritório a que eu chamo “O meu canto de escrita” e o quarto.

   Passámos de relanço pelo escritório e entramos no quarto que logo se acendeu uma luz negra e começou a tocar uma canção francesa “Feelings”.

   :- Táse memo a ver que já tens isto preparado para o amor!

   :- É!!! É o que faz andar nesta vida há um bom par de anos.

   Olhámo-nos olhos nos olhos, colocamos os copos numa mesa-de-cabeceira e deixamos cair as toalhas que trazíamos enroladas à cintura. Encostamos nossos corpos e nos beijamos. Abraçámo-nos e caímos em cima da cama beijando-nos desta vez sofregamente.

   Rolámos nossos corpos e nossos paus começaram e endireitar-se.

   No momento em que estava por cima do João beijando-o efusivamente e roçando nossas pilas que já se encontravam levantadas, aquele afastou a cabeça e começou o diálogo:

   - Nunca tinha sentido tanto prazer em beijar um homem. Disse João.

   - Quantas vezes Experimentaste? Lembras-te?

   - Não! Sou o chamado um tipo normal e nunca estive com um homem embora tenha sentido sempre uma certa atração.

   - Mas então como chegaste até aqui?

   - Foi a minha curiosidade de experimentar a sensação e como sou um pouco tímido de vez em quanto vou até aos sítios de contactos e procuro em tipo que se coadune com a minha forma de ser. Divertido e principalmente amigo e não stressado, mas nunca tinha encontrado ninguém como tu.

   - Então o que encontra-te em mim de especial para nos encontrarmos aqui?

   - Foi a forma como escreves e dizes as coisas, não seres mais novo que eu e teres uma cara que merece respeito.

   - E agora? Estás a sentir-te bem?

   - Desde que nos encontramos e a forma como nos temos relacionado que tenho sentido uma certa curiosidade em ver o final.

   - Mas achas que o final é isto? Beijarmo-nos e nossos corpos se roçarem?

   - Não! Também não sou assim tão ingénuo já tenho trinta anos e para já nunca ninguém me tinha beijado assim.

   Enquanto ia havendo este diálogo, e estando deitados de lado frente a frente fui calmamente punhetando o seu pinto que não era um pintinho mas também não era um pintão. Ainda não o tinha visto bem mas com as pontas dos meus dedos dava a perceber-se que era de fava descoberta o ideal para mamar um pouco.

   A conversa parou e mais uma vez nossos lábios se juntaram ao mesmo tempo que ia segurando em uma das suas mãos e a encaminhei para o meu pito que latejava com as suas veias palpitantes.

   Desci pouco a pouco meus lábios por aquele corpo um pouco musculado e parei em seus mamilos mordiscando suavemente um a um.

   João já se começava a retorcer como algo de novo estivesse a acontecer.

   Desci mais um pouco, levantei a roupa e verifiquei ter razão. Era um pito ideal para chupar e assim o fiz, percorrendo todo o seu prepúcio com a minha língua. João então começou movimentado aquele pito gostoso num vai e vem suave ao mesmo tempo que me ia segurando na cabeça tentando que ele entrasse cada vez mais.

   Meu dedo indicador da mão direita foi até meus lábios e meti-o na boca para o lubrificar bastante e lá foi direito ao ânus dele começando por o massajar e lentamente penetrá-lo.

   João estremecia como varas verdes, deixou de me segurar na cabeça e deitou-se de lado movimentando seu corpo de forma a meu dedo mais penetrasse naquele cú apertadinho.

   Senti que ele estava quase a vir-se e antes que isso começasse a acontecer deixei o pito e aquele cuzinho em paz e comecei a percorrer seu corpo atlético até o beijar novamente.

   Ele retribuiu sofregamente aquele beijo e assim ficamos alguns minutos. Poucos!

   Nossos pitos lá se foram manuseando por si só até que nossos corpos sem conversa alguma se foram virando para a posição dos sessenta e nove e começamos a mamar nossos pitos num vai e vem permanente.

   Gememos ambos de prazer e nossos espermatozoides lá saíram em golfadas abundantes enchendo nossas bocas.

   Diga-se a verdade que os dele não pareciam ter trinta anos mas sim dezoito ou vinte, saborosas e consistentes! Engoliu todo.

   Ficamos assim fazendo algumas caricias, até que nos voltamos para a posição de colher, ficando ele pela frente. Acabamos por adormecer um pouco.

Corpos abraçando-se depois da keka
 

Não sei quanto tempo passou mas sei que fomos acordando pouco a pouco e comecei a sentir o João mexendo-se um pouco. Como estava agarrado a ele com todo o meu corpo quase como metido no dele e abraçando-o e meu pito encaixado no rego daquelas nádegas que senti começarem a vibrar, meu pito começou a levantar-se. Estando eu com um braço debaixo da cabeça dele e o outro livre, fui-o percorrendo até o pito dele que já esta como pau rijo começando a masturbá-lo. Todo o seu corpo foi-se aninhando com movimentos e procura de algo e o meu que já estava pronto para uma penetração, lentamente assim o foi fazendo. Quanto mais o punhetava mais ele ia empurrando meu pau para dentro daquele cuzinho até que ficou todoooo lá dentro.

- Estou quase a vir-me! Disse ele.

- Não! Espera um pouco! Quero que também te venha dentro de mim.

Parei de o punhetar e em grande estremeção vi-me eu dentro daquele cuzinho maroto.

Coloquei-o deitado de barriga para cima, ri-me e disse:

- Agora é a tua vez.

Mamei um pouco o pitão dele para o lubrificar e na posição de “sentado na piloca” com a mão fui encaminhando-o para o meu ânus que lentamente e num vai e vem lento lá foi entrando todoooo. Quando puxei a cabeça dele para o beijar, mal nosso lábios se juntaram ele todo estremeceu e senti todo aquele leite que já conhecia, entrar por mim a dentro.

Caímos para o dado como dois coelhos após uma foda gostosa e ali ficámos até às tantas, sem ele dizer:

- Porra! Esta foi a maior surpresa que jamais tive na vida! Não te vou deixar mais.

Ficamos, Cansados, gozados, cheios e felizes.

Até nos esquecemos que ainda não tínhamos jantado. Mas valeu a pena ter conhecido um trintão.

 

Gays adormecidos no finalmente

    Aos putos, tenho de ensinar tudo, este já a sabe toda e não acredito que tenha sido a primeira vez.

    Adormecemos finalmente como anjos.

    E o futuro? Logo se vê!

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

     Nelson Camacho D’Magoito

             (O Caçador)

 
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Prós e Contras das relações anais

kamasutra homo

RELAÇÕES ANAIS

 

    Os meus escritos neste blogue como os meus leitores já se habituaram, em princípio baseia-se em histórias eróticas devidamente ficcionadas e contos saídos da minha cabeça pensadora, no entanto, de vez em quanto lá vou fazendo o que considero “Um serviço público” entrando nos aconselhamentos médicos, sociológicos e de sexualidades.

    Não sendo um expert sobre todos os assuntos, de vez em quando procuro conhecimentos tanto em livros como aqui na net. Foi assim que cheguei hoje ao aconselhamento do porquê e como se deve praticar o sexo anal tanto entre Homossexuais como entre heterossexuais.

    Muita rapaziada que lê nos meus blogues e porque querem fazer perguntas no anonimato, o que respeito, me escrevem por e-mail fazendo perguntas dos mais diversos temas. Como não me é possível responder a todos/as individualmente, classifico as perguntas e depois de escolher um tema, venho aqui dar respostas o mais concisas possíveis e em forma de prosa.

Como nunca é demais falar sobre educação sexual

hoje vou falar sobre relações anais.

Kamasutra homo nunca é tarde

 

 As perguntas que normalmente se me poem são:

 

   - Porque rasão nem sempre o sexo anal me dão prazer?

   - Porque razão o homem tem tendência em praticar o sexo anal?

   - Porque razão o pénis do penetrador por vezes quando sai, vem com marcas de fezes?

   - Há alguma forma eficaz de ter relações anais sem sentir desconforto?

 

Nem sempre das primeiras vezes que se é penetrado/a é uma sensação agradável, no entanto é sempre uma questão de posição.

Convém se possível, nas últimas 24 horas não ter ingerido comidas picantes ou andar de diarreia.

O ato de penetração anal deve ser sempre de comum acordo e tem de haver um relaxamento total não descuidando os preliminares. Carinhos, afagos e por vezes rizadas de boa disposição recíprocos.

A zona anal tem imensas terminações nervosas e por isso a sensibilidade é uma das suas características, logo, é possível que o/a penetrado sinta algum prazer, bastando para isso, estar devidamente relaxada. Porque ao tornar o seu corpo tenso por receio da dor que possa sentir, vai contrair os músculos do seu corpo, e por consequência os do ânus, dificultando a penetração.

Não convém que o pénis do penetrador seja muito dotado pelo menos no calibre, já o comprimento não tem grande influência, às vezes até ajuda, conforme a posição adotada.

O penetrador não deve ter pressa e deixar o/a penetrado/a relaxar-se o suficiente. È sempre aconselhável usar um lubrificante íntimo à base água. O melhor de todos e o mais antigo e barato é a vaselina esterilizada que se vende nas farmácias sem ter de recorrer às lojas de produtos eróticos, que hás vezes é uma chatice. Convém quando o/a parceiro/a não é habitual convém usar sempre camisinha (atenção às datas de validade, não devem comprar grande quantidade e usá-las na carteira, no bolso ou na mesa de cabeceira durante muito tempo, pois perdem a elasticidade e a sua própria lubrificação com facilidade).

Se o/a possível penetrado/a não está para ai virado/a na altura ou se queixar de dor o melhor é parar de imediato, continue com os preliminares até que esteja tudo bem e mude de posição ou passe para o dia seguinte. Tenha calma pois com calma ganha-se o céu.

O penetrador não deve pensar no ânus como se fosse uma vagina mesmo apertadinha pois ela própria cria a sua lubrificação com a excitação.

Para uma melhor performance nas primeiras relações anais, usando um creme começa fazendo carícias nas bordas do ânus. Depois penetra-o lentamente com um dedo e, posteriormente, com dois. Esta penetração, além de lenta, deve ser feita em etapas, com idas e vindas bem vagarosas. Uma das melhores formas de fazer estes preâmbulos é, no caso de homem/homem ao mesmo tempo que o penetrador faz um broche vai utilizando os dedos. Para o caso de homem/mulher será o clitóris da mulher que funcionará como pénis.

Quando o penetrado/a começar a sentir-se bem é de começar a penetrar lentamente com o pénis

Se o pénis for bastante longo, evitar a sua penetração com força e de repente. Faça-o lentamente e num vai e vem permanente até à ejaculação e o prazer será total de ambas as partes.

 

Kamasutra_andromache e colher

A melhor posição nas primeiras vezes é a de “andromache” em que o penetrado/a se senta sobre o pénis do penetrador e assim em movimentos lentos vai conseguindo uma situação mais confortável.

O penetrador deve sempre respeitar o ritmo do/a penetrado/a pois é ele/a que lhe vai dar o maior prazer. Quando sentir a sensação do início da ejaculação, pare e mude de posição para de “colher” e vai ver que o êxtase é total para os dois na medida em que o/a penetrado/a pode masturbar-se enquanto o penetrador ejacula.

 

Diga-se o que se disser a relação anal existe desde todos os tempos entre todos os animais racionais e irracionais. Do antes Cristo e no-pós cristo, até à nossa dissolução. Faz parte do relacionamento sexual do ser vivente como o nascer comer beber e morrer.

Atualmente com a liberalização da sexualidade com a informação constante nos Mídias inclusive programas de TV, mais se fala que a penetração anal já não é exclusiva dos homossexuais. Ainda sobre este assunto há um engano ao dizer-se que é um ato exclusivo dos homossexuais na medida em que nem todos são penetrados, alguns, praticam outras formas de sexo entre eles e alguns, principalmente casados só penetram.

Normalmente os homens casados porque não têm uma relação totalmente aberta com suas mulheres e porque têm o fetiche de como será “comer um cú?” Procuram homens para o praticarem e até pagam para isso. Normalmente pagam mais a outro homem para satisfazerem esse desejo que a uma mulher.

Ser Gay ou bissexual não quer dizer que pratiquem o ato de passivos, embora seja uma minoria. É sempre de acordo com o parceiro que encontrarem e com a habilidade do outro. Mais tarde ou mais cedo o gosto por ser-se ativo/passivo é como a morte,- de lá ninguém volta-. Mas aí também não vem mal ao mundo.

Ser-se homossexual, bissexual ou heterossexual não é doença mas sim orientações sexuais diferentes.

 

copla perfeita

Ainda não está provado cientificamente a razão de se ser heterossexual, bissexual ou homossexual.

Quanto ao ser-se heterossexual tudo bem! Dizem! É a forma natural das relações sexuais já que elas servem para procriar.

Quanto ao ser-se bissexual a coisa começa a ter divergências já que estes têm relações sexuais com os dois sexos.

Quanto aos homossexuais genuínos, a coisa já chia de outra maneira.

 

As tentativas de explicar a origem da homossexualidade incluem teorias que vão da mitologia à sociologia. No século 19, psiquiatras concluíram que ser gay era um transtorno mental causado por equívocos na criação da criança - e essa ideia reinou na maior parte do século 20. Tentaram-se fazer terapias de “cura”, mas nada resultou dessas experiências. Em 1973, a Associação Psiquiátrica Americana achou melhor retirar de sua lista de distúrbios mentais a atração sexual por pessoas do mesmo sexo. Foi quando o termo mudou de nome: homossexualismo deu lugar a homossexualidade - porque o sufixo "ismo" denota doença. A essa altura, os cientistas já consideravam ser gay uma variação absolutamente natural do comportamento humano.


Até que em 1991 o neurocientista Simon LeVay, gay declarado, anunciou ter encontrado diferenças em cérebros de homens gays e héteros. LeVay examinou o hipotálamo, zona-chave da sexualidade no cérebro, e descobriu que a região chamada INAH-3 era entre 2 e 3 vezes menor nos gays. Era a primeira indicação da origem biológica da homossexualidade.

 

Em 1993 com as pesquisas de Dean Hamer, ele percebeu que dentro das famílias havia muito mais gays do lado materno. Usando um scâner, Hamer viu que uma região do cromossomo X, a Xq28, era idêntica em muitos irmãos gays. O que ele descobriu não foi propriamente um único gene gay, mas uma tira de DNA transmitida por inteiro. A notícia provocou rebuliço, e não era para menos. Mesmo contestada por outros estudos, a conexão entre genes e orientação sexual sugere que as pessoas não escolhem ser homossexuais, mas nascem assim. A comunidade gay começou a ver na ciência a resposta contra a ideia de que seu comportamento era "antinatural". 

 

Existem também outras opiniões tais como “ a causa está na convivência familiar” Uma mãe depois de ter tido vários filhos homens, e como gostaria de ter uma menina e então trata o ultimo como a menina que não teve. Os irmãos mais velhos também tenderiam a "dominar" o mais novo, influindo em seus sentimentos sobre si e os demais. Outra hipótese vem da biologia. "Os fetos masculinos talvez acionem uma reação imunológica na mãe ao produzirem substâncias que ameaçam seu equilíbrio hormonal", diz o cientista Qazi Rahman, da Universidade de East London. Segundo ele, o corpo da mãe acionaria um alarme para produção de anticorpos contra proteínas ou hormônios do bebé. Cada novo feto masculino intensifica a resposta, e o acúmulo de anticorpos redirecionaria a diferenciação tipicamente masculina para uma mais feminina, gerando orientação homossexual nos filhos seguintes.


Uma história real:

 

Patrick e Thomas são gémeos, têm 7 anos, olhos azuis e cabelo ondulado. Cresceram na mesma casa, criados pelos mesmos pais. À primeira vista, é impossível distingui-los. Mas passe algum tempo com eles e você verá que Patrick é sociável, atento e pensativo, enquanto Thomas é espontâneo e adora brincar de luta. Quando tinham 2 anos, Patrick encontrou os sapatos da mãe e calçou-os e gostou. Aos 3, Thomas disse que o revólver de plástico era seu brinquedo favorito. Aos 5, Thomas se fantasiou de monstro no Halloween; Patrick quis vestir-se de princesa. Ridicularizado pelas risadas do irmão, decidiu ser Batman. Patrick sempre brincou entre meninas, nunca meninos. Os pais deixaram que ele fosse ele mesmo em casa, mas mantiveram alguns limites em público com medo de que seu comportamento feminino o expusesse. Funcionou até um certo ano, quando o orientador da escola ligou dizendo que ele deixara os colegas incomodados: insistia que era uma menina.


A história de Patrick e Thomas foi revelada pelo jornal Boston Globe. Se a homossexualidade fosse mesmo causada por um cromossomo, os dois deveriam ter a mesma orientação sexual. Mas não foi bem isso o que aconteceu.


O caso de gémeos com orientação sexual diferente mostra que, sozinha, a genética não explica a homossexualidade.

 

O problema é que ninguém sabe exatamente quantos e quais são eles. Não há provas, por exemplo, de que o abuso sexual na infância causa homossexualidade. O número de gays não é maior em lares chefiados por mulheres nem entre filhos criados por casais gays. Tampouco há mais casos de homossexualidade após períodos de guerra, quando os pais se ausentam de casa, o que enfraquece as hipóteses sobre dinâmicas familiares.

 

Conclusão: Existem homossexuais porque existem. Nada mais é que uma forma diferente de fazer sexo não sendo doença e a prova está que numa boa parte dos países já é possível o casamento entre eles.

 

Países que reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo

  • 2001 – Países Baixos
  • 2003 - Bélgica
  • 2004 – Massachusetts (Estados Unidos)
  • 2004 – Espanha e Canadá
  • 2006 – África do Sul
  • 2008 – Connecticut (Estados Unidos)
  • 2009- Noruega, Suécia, Iowa (Estados Unidos),Vermont (Estados Unidos)
  • 2010 – New Hampshire (Estados Unidos) Washington,C.C. (Estados Unidos), Portugal, Islândia, Argentina, Cidade do México (México).
  • 2010 – Portugal. Sob a vigência governamental de José Sócrates do Partido Socialista.
  • 2011 – New York (Estados Unidos).
  • Locais que reconheceram temporariamente o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.
  • 2008 – Califórnia (Estados Unidos) (entre 15 de Maio de 2008 e 5 de Novembro de 2008)

Uma pequena história dos hábitos e costumes das relações anais

 

Nas civilizações do Oriente Médio, onde o prazer sexual sempre sofreu repressões, o sexo anal era frequentemente abominado.

Já os gregos e romanos, que aceitavam o prazer como uma dádiva divina, faziam-no naturalmente.

Xenofonte, na Anábasis, relata episódios de relações entre soldados e jovenzinhos como a coisa mais natural do mundo.

Na Ilíada a relação entre Aquiles e Pátroclo é insinuada como uma relação homossexual. Ou seja Aquiles seria o que hoje chamamos bissexual.

Nas festas greco-romanas, as relações entre homens eram extremamente comuns, o que implicava em relações anais. O mesmo nos diz os vasos da época clássica e helenística com pinturas eróticas.

Isto dá uma ideia de que os cultores dos prazeres da carne usavam e abusavam dos prazeres anais.

Então, o que faz o sexo anal ser tão desejado, praticado e procurado pelos homens?

Sendo o ânus mais estreito e com expansibilidade menor que a vagina, faz com que quem tenha um pintinho, se sinta com um pinto. Quem tenha um pinto se sente como sendo possuidor de um pintão. E quem tem um pintão e não consegue ter relações anais sente-se como portador de um canhão.

Na relação anal não existe o risco de uma gravidez. O que em algumas situações é extremamente desejável e apreciável.

Como o canal anal/retal é mais extenso, em comprimento, do que a musculatura da entrada da vagina, o prazer peniano, para o homem que penetra, se torna maior na relação anal que na relação vaginal. Além disto alguns homens, e mulheres relatam que sentem uma sensação de posse maior na relação anal, aumentando com isto a sensação prazerosa.

 

O que aqui fica expresso são teorias minhas e outras de sociólogos, psiquiatras, cientistas filósofos e alguns homossexuais e bissexuais.


Recolha de alguns dados em Dr. Carrion e Irônico social, entre outros.

 

Se quiser comentar ou acrescentar algo sobre este tema, não tenha medo.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

sinto-me: Amor e felicidade no casamento
a música que estou a ouvir: I'm Not in Love
publicado por nelson camacho às 14:37
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Domingo, 8 de Janeiro de 2012

Dia de aniversário (Parte I)

convivio gay

O meu novo amigo Carlos

 

Naquele dia o Mário fazia anos e todos nós por causa da Troika estávamos tesos e não podíamos como nos outros anos fazer-lhe uma festa em qualquer bar e como era sábado não havia escola para uns e trabalho para outros e também como éramos oito, também não podíamos ir para casa dele pois éramos só rapazes e os pais festas sem raparigas e tantos não podia ser, então resolvemos ir para minha casa que era o mais velho e vivia sozinho portanto com condições para albergar tanta malta. Já todos a conheciam por várias vezes, menos o Carlos que era o mais novo daquele grupo.

Combinámos, uns levavam cervejas, outros frangos para o churrasco, e outros batatas fritas, hambúrgueres e frutas várias. Eu dava o vinho e todo o resto necessário para a festa.

O Pedro que era o mais atrevido e já lá tinha estado em outras festanças disse logo:

- Eu levo uns filmes que tenho escondidos em casa e três garrafas de champanhe para alegrar a malta.

Quando ele falou nos filmes que tinha escondidos em casa por causa dos pais, vi logo que deviam ser filmes porno e alertei-o: - Vê lá o que levas que o Carlos é novo no grupo e pode não aceitar bem a ideia.

- Ora! Ele é um puto giro e de ideia abertas e já tem dezanove anos. Só tem que se habituar à vida e se quiser vê se não quiser não vê! São filmes para vermos no teu quarto que é grande e nós fechamos a porta.

- Tá bem sim! Vê lá o que fazes, não vá o puto pensar que somos todos tarados, e estragar a festa ao Mário, mas isso é contigo.

 

Naquele sábado, por volta da uma da tarde lá foi chegando a malta. Até levaram serpentinas e confétis. Eu entretanto já tinha acendido o carvão da churrasqueira e colocado chouriços a assar. O quintal estava muito giro com Chapéus-de-sol, espreguiçadeiras e umas mesinhas também compostas com alguns aperitivos e garrafas de vinho tinto e branco. Dentro de casa, no salão também não faltavam tacinhas com bombons e uma mezinha com fluts para o champanhe e um grande bolo de aniversário com vinte e cinco velas.

A malta lá foi entrando cada um com o seu saco de compras que foram depositando umas coisas na cozinha e outras no quintal.

O Pedro como já se esperava, trazia um saco com os DVDs que foi colocar no quarto em cima da cama e uma caixa com morangos e uns pacotes de natas ao mesmo tempo que ia dizendo:

- Meus amigos!.. Para a cozinha foram os morangos e as natas para degustar nossas bocas e para o quarto foram uns filmes para alegrar os olhos de quem quiser. Como já conheço a casa e os hábitos do dono já fiz a minha primeira obrigação. Quanto à prenda do Mário está no carro e só lá vou buscar à noite pois é surpresa e vocês são uns Kuskas e não teem nada que ver antecipadamente.

Todos os outros lá se foram distribuindo pela casa começando por bebericar e petiscar aqui e ali.

O sol estava bastante quente e quando começámos a comer já toda a malta estava em tronco nu. Alguns até tiraram as calças e ficarem com os boxers.

Felizmente que não contamos a nenhuma das nossas amigas aquele evento, pois algumas que já conheciam a minha casa eram capazes de aparecerem de repente e iriam julgar que se tratava de algum bacanal entre homens e ficávamos todos mal vistos.

Naquele dia era só para curtirmos à nossa maneira sem “galinhas” como dizia o tal Pedro o mais atrevido da festa.

Conversamos e disputámos ideias sobre os mais diversos assuntos e até gozámos com o Carlos que talvez por não estar habituado às nossas festas ainda se mantinha vestido. Face a esta atitude, o Jorge, este também bastante desinibido a certa altura dirigiu-se ao Carlos com um uma taça de vinho branco, fez menção de a despejar cabeça a baixo dizendo-lhe:

- Olha Carlitos não tens calor ou não queres mostrar à malta o corpinho? Aqui só mostramos o corpo e mais nada, não tenhas medo que ninguém te come. Hoje é só a aniversário do Mário e não nenhum bacanal.

O Carlos que nunca se tinha metido numa destas andanças, ficou um pouco envergonhado e baixou a cabeça sem coragem de nada dizer.

A malta que estava a observar a situação começou a dizer:

Despe…. Despe… Despe… Despe-te maricas… Despe… Despe… Despe-te maricas…

Oh malta não é nada disso, é que eu não uso boxers como você mas sim slipes e não me sinto à vontade.

Perante a situação caricata que estava a atrapalhar o rapaz, fui em seu socorro dizendo-lhe se é por causa disso eu empresto-te uns boxers ou uns calções. Anda daí, peguei-lhe num braço e encaminhei-o ao meu quarto para lhe emprestar o que quisesse.

Enquanto atravessava o quintal o Zeca, outro atrevido que já tinha estado em outra situação idêntica, com ar de sacana lá foi dizendo:

- Pronto!... Lá vai o Caçador!..

Todos se riram pois sabiam muito bem que o Zeca tinha uns ciúmes imensos de mim.

   Diz-se que homem sério não tem ouvidos e lá levei o Carlos ponde-lhe um braço por cima dos ombros. Quando passávamos no corredor a porta do escritório estava aberta e despertou a atenção do Carlos as estantes com tantos livros. Parou, olhou e entrou e disparou:

– Mas tens tantos livros? O que fazes na realidade?

- A minha paixão é os livros e a música, Desde Fernando Namora até Aquilino Ribeiro ou uma Ópera desde Madame Buterfy de Puccini até o Barbeiro de Sevilha de Rossini ou ainda quando faço amor na penumbra do meu quarto, um concerto para piano de Chopin, devoro tudo.

- Eu também gosto de ler e ouvir uma boa música e tens esses discos? Agora fazer amor ao som de Chopin ainda não experimentei! Deve ser agradável!

- Pois é!

- Posso ver a tua colecção de livros e discos?

- Claro! Talvez não tenhamos é tempo de te mostrar tudo. Aquela malta se demorarmos mais, ainda vão gozar com a gente. Um dia destes combinamos e vens cá jantar e mostro-te tudo. Tá bem?

-Okey. Parece-me que temos os mesmos gostos embora tenhamos uma diferença de idade um pouco notória, mas gosto de conviver com mais velhos do que com putos da minha idade, sempre se aprende alguma coisa. Vamos lá então emprestaras-me uns calções.

 

A coisa ficou por ali!

Só não ficou para o resto da malta, porque demoramos um pouco e conforme eu tinha dito fartaram-se de gozar connosco quando entramos no quintal já com o Carlos com uns calções muito curtinhos. Começaram em tom de gozo cantando, alterando um pouco a canção “Os Vampiros” do José Afonso “Ele comeus todos, ele comeus todos e não deixa nada”

Foi gargalhada geral. Pois já todos, não sabendo uns dos outros, já tinham passado pelo Caçador. Contavam-se histórias mas nunca ninguém assumiu que uma delas se tivesse passado com eles. Era como uma sociedade secreta. Todos brincavam mas ninguém apontava o dedo.

 

Com todas estas andanças, bem comidos e bebidos começou-se a falar sobre que filmes iríamos ver.

Desta vez foi o Santos que alvitrou:

- Eu cá por mim ficava aqui a apanhar os restos do sol, e continuar a beber uns copos. Se quiserem também podem por um filme daqueles que não chateia ninguém.

O aniversariante que estava de amena cavaqueira com o Paulo disse logo:

- Nós vamos para o salão ouvir um pouco de música.

- Olhem meninos eu já estou com uma pica dos diabos e vou para o quarto ver uns filmes que trouxe. Quem me quiser acompanhar é sempre bem-vindo. O Nelson não se importa até se tiver de fechar a porta.

-Oh pá! Vocês estão em vossa casa e façam o que quiserem. Quando chegar a altura também alinho. Para já vou até à cozinha para preparar os morangos do Pedro e o bolo para cantar os parabéns ao nosso amigo Mário que já está meio groge e na converse ta com o Zeca.

 

Fiz o pequeno-almoço ao meu amigo gay

Estava na cozinha a preparar umas tacinhas com morangos cobertos de chantilly quando entrou o Carlos com umas garrafas de cerveja perguntando se tinha um saca-rolhas ao mesmo tempo que dizia: - E pá, há ali uns tipos que conseguem abrir as cervejas com o destes mas eu não consigo…

- É verdade! Há tipos que fazem tudo com os dentes, eu também não consigo. Tens naquela gaveta, um abre-latas que também abrem cápsulas. Vê se te ajeitas com ele que eu estou para aqui atrapalhado com o chantilly que nunca mais fica consistente.

 

   Assim fez o Carlos, abriu a gaveta indicada, pegou no abre-latas talvez por não ser o mais indicado para cápsulas de cervejas, quando tentou abrir a dita, deu um pequeno golpe num dos dedos começando logo a verter um pouco de sangue derivado ao golpe.

 

- Porra!.. - Gritou o Carlos - Isto de sangue com cerveja é capaz de se bom!.. Tens aí água oxigenada?

Olhando para a aflição do Carlos. Com a cerveja saltando da garrafa com grande fúria ao mesmo tempo que o sangue escorria esguichando do dedo do rapaz, lá fui dizendo:

- Epá! Também não é nada de aflição. Não tenho água oxigenada mas há uma coisa melhor que me ensinou minha avó. – Dirigi-me a ele, peguei na sua mão e meti seu dedo na minha boca chupando durante algum tempo todo o sangue que dele escorria até não deitar mais.

Enquanto o fazia, olhamo-nos nos olhos. Ele com ar de desconfiado e eu admirando aqueles olhos verdes que brilhavam debaixo de uns cabelos louros – tipo gaifanas – que vinham desde um pouco a baixo na nuca, tapavam as orelhas e vinham morrer por cima daqueles olhos brilhantes de pálpebras enrugadas denotando-se perplexidade pelo que estava a acontecer.

Esta situação durou um ou dois minutos. Eu continuando a sugar-lhe o sangue como fosse um vampiro e ele com um ar de espanto mas sentia-se aliviado.

Quando deixei de lhe chupar o dedo, já não havia réstia de sangue.

Foi a vez do Carlos dizer:

- Afinal a tua avó tinha razão! Foi melhor que a água oxigenada. Já não há pinga de sangue.

- É verdade! Uma chupadela em determinadas ocasiões é capaz de fazer milagres. - Disse eu –

Entretanto entrou da cozinha o João perguntando:

- Então onde estão os morangos e a cerveja?

Olhando para nós e vendo que se passava qualquer coisa nos nossos semblantes.

- Não me digam que estiveram os dois batendo o chantilly ou qualquer outra coisa.

O Carlos um pouco atrapalhado foi dizendo:

- Mas que qualquer outra coisa? Simplesmente cortei o dedo a abrir uma garrafa e o Nelson esteve a chupar-me o dedo para fazer para o sangue.

- Pois sim!.. agora tens que o chupar a ele. Olha que ele não dá ponto sem nó…

- És parvo ou quê? É verdade o que aconteceu. Não estejas para ai com ideias perversas. Isso deve ser pelos filmes que vocês estão para aí a ver…

- Pois sim!.. Tábem sim tábem!.. – E revertendo tudo o que se tinha passado, foi para a sala contar à malta que eu tinha estado a chupar o dedo do Carlos com o chantilly.

A malta que queria era galhofa quase todos em uníssono, lá foram dizendo. – Mas eu também quero!..

Ao mesmo tempo que eu e o Carlos entravamos na sala com as cervejas e uma bandeja com os célebres morangos em várias tacinhas, todos de rompante olharam para nós e lá tivemos de explicar o que tinha acontecido na realidade.

A malta estava toda espalhada pelos cantos todos de olhos postos nos filmes que estavam a ver.

Naquela altura na sala via-se o filme “O Segredo de Brokeback Mountine” no quintal “ Stree Race” e no quarto “ Beachs Boys”. Era para todos os gostos.

Gays a caminho da praia

Perante tal situação, e como não estava para me meter naquela confusão de filmes propus-lhe ir até à biblioteca para conversarmos um pouco.

Assim fomos como sabia que o Carlos nunca tinha alinhado em festas destas e como ele demonstrou interesse nos livros e nos discos, fui-lhe mostrar o que tinha e o que fazia.

Mostrei-lhe o meu canto de escrita, ou seja, onde trabalhava nos meus contos, histórias e criticas que publicava em vários sítios.

Sentei-me no cadeirão frente ao computador e como este é largo, ele sentou-se também nele ficando um pouco apertadinho com uma beba em sina de uma das minhas pernas, e assim lhe fui explicando o processo de escrita e como procurava notícias fresquinhas nos jornais portugueses e estrangeiros na internet.

As noticias sim! Eram fresquinhas mas os nosso corpos não! Ainda estávamos eu de boxers e ele de calções ocasionando que meu peito se encostou às costas dele que com o movimento dos braços que o rodeavam para teclar iam fazendo alguma fricção nas suas costas, enquanto ia sentindo algum desconforto no meu pénis pois cada vez ia estando maior e quase a saltar para fora dos boxers.

O Pedro sentiu mas não disse nada somente se mexeu um pouco.

Não aguentei mais e minhas mãos deixaram o teclado do computador e foram-se poisar no seu pénis ainda flácido.

Ele virou a cabeça para mim, olhou-me nos olhos e calmamente sem qualquer ressentimento atirou: - Não sei qual é a tua ideia mas eu não sou maricas!

Retirei minhas mãos de cima do seu pénis, agarrei sua cabeça e aproximei-a mais da minha e enquanto aproximava meus lábios dos seus, antes de o beijar respondi:

- Mas eu também não sou… mas estou com uma vontade tremenda de te beijar! E assim o fiz.

Foi um beijo como há muito não sentia resposta tão pronta e tão delicioso. Nossas línguas baralharam-se em nossos bocas nosso lábios mordiscara-se assim como nossas línguas sedentas de tanto carinho.

Ficamos assim durante algum tempo até que nos afastamos e ele disse: - E agora? O que é que eu faço? Já beijei algumas raparigas e é a primeira vez que meu corpo treme e sinto algo de especial que não entendo.

Percorrendo minhas mãos pelo seu corpo meti-as por dentro dos calções e fui encontrar um pénis grande, hirto, viçoso e latejando de tal forma que de dentro dele já começava a sair um pouco de leite branco e viscoso solicitando que o chupasse.

Agora?  Disse eu!: - Lembras-te quando na cozinha te feriste no dedo e a solução foi ter-te chupado o sangue e tu fiaste admirado eu disse que “Uma chupadela em determinadas ocasiões era capaz de fazer milagres” ! Pois aqui vai mais um milagre.

Rodopiei, ajoelhei-me frente a ele, baixei-lhe os calções e meti na minha boca aquele caralho ainda virgem nestas andanças. Ele freneticamente segurou minha cabeça e movimentou-a num vai e vem constante ao mesmo tempo que meus lábios percorriam todo aquele cacete mordiscando aquela glande e penetrando cada vez mais aquele pau gostoso até ás minhas campainhas. Meu pénis saltava de alegrias procurando algo para também penetrar mas só tinha o tecido dos boxers por onde sua cabeça roçava.

De repente, daquele caralho gostoso do Carlos saiu como um jacto da água de uma mangueira de bombeiros milhões de espermatozóides todos muito juntinhos transformados em leite viscoso tipo leite condensado que engoli todo ao mesmo tempo que sem tocar na minha gaita esta se vinha também abundantemente. Ambos trememos de satisfação continuando a chupar e absorvendo todo aquele néctar que pelo seu sabor se adivinhava virgem.

Pusemo-nos de pé e nos beijamos ardentemente transportando ainda algum daquele néctar à procedência original.

Ainda estávamos naquela de pensar no que tínhamos feito quando o Pedro bateu à porta dizendo que o filme já tinha acabado. Abriu e denotando que algo tinha acontecido com o seu ar malandreco já conhecido atirou:

- Então nós é que estivemos a ver um filme porno e vocês é que se portaram mal! Eu também queria mas não tive sorte alguma. - Piscando-me o olho – Então tiraste a virgindade ao puto?

O Carlos um pouco atrapalhado retorquiu logo: - Não aconteceu nada entre nós, mente perversa.

- Tá bem… Tá bem… Logo me dás isso! Julgas que não sei o que a casa gasta? Vá lá despachem-se que vamos abrir o bolo e cantar os parabéns ao Mário. Entretanto vou vestir-me e vou ao carro buscar a minha prenda.

 Todos nos começámos a vestir enquanto o Pedro foi ao carro.

Agora também eu vou descansar a mona e os dedos e amanhã volto aqui para contar o resto do que se passou naquele dia de anos do Mário.

 

Próximo capitulo já a seguir

 

 Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

 

sinto-me: Estou a meio de uma hstória
a música que estou a ouvir: Barbeiro de Sevilha de Rossini
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