.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Terça-feira, 14 de Abril de 2015

Eles eram dois – I Capítulo

Eles eram dois

Dos dois, o Diabo escolheu um.

 Minha avó tinha dois ditos muito engraçados mas com alguma sabedoria:

“Santos ao pé da porta não fazem milagres” e,

“Dos dois vai o Diabo e escolhe”

Mesmo com estas máximas, há situações que “Não se deve guardar para amanhã o que podemos fazer hoje”. Foi o que aconteceu naquela manhã.

Tomando à letra esta último máxima, vou contar o que aconteceu naquele dia – inicio da hora de verão -:

 

A hora tinha mudado e nem dei por isso e assim que acordei, e somente com um robe vestido pois por norma durmo todo nu, foi até ao computador com a ideia de cuscar o que que passava no Mundo através da internet. Saiu tudo gorado. O software que utilizo tinha pifado e não consegui ligar-me à net. Fiquei danado e depois de dar voltas e mais voltas não consegui resolver o problema. – Certamente tenho de me deslocar a um técnico na segunda-feira.

 

Fiquei pior que estragado e contra os meus princípios, vesti umas calças um blusão e sem desfazer a barba sai sem destino. Passei pelas bombas de gasolina, meti 10 Euros, comprei o jornal e dois maços de tabaco e lá fui sem destino marcado.

 Com tudo isto já eram 3 horas (das novas). Como estava sem pachorra para ouvir rádio, liguei uma das PenDisk que trago no carro para estas ocasiões.

Quando dei por mim, estava a arrumar o carro a porta do café “Ateliê do Café” no Magoito.

 

Em sentido contrário vinham dois moços aí para os seus dezoito anos. Um sem qualquer aparência de nota e outro com muito bom aspecto que cruzou insistentemente o olhar com o meu. Tomando à letra a máxima da minha avó “Dos dois vai o Diabo e escolhe” e parece que o Diabo estava mesmo ali e com aquele olhar reciproco ele escolheu o mais bem-apessoado, mas com um tic qualquer especial.

 

A esplanada estava cheia, só havendo duas mesas vagas dirigindo-se a uma delas os tais moços. Como levava já o jornal, apressei-me a colocar o dito e o maço de tabaco na outra mesa ao lado e fui lá dentro pedir o café.

 

Quando voltei com o café, lá estavam eles falando com o empregado – devem gostar de ser servidos, pensei – Sentei-me e os nossos olhares voltaram a encontrar-se. O colega nutou a nossa troca de olhares e disse-lhe qualquer coisa baixinho e trocou de cadeira para ficar entre nós, mas o tal bem-apessoado pereceu-me não gostar e afastou a cadeira de forma a ficar frente a mim e olhando-me novamente encolheu os ombros como quem diz “O que é que posso fazer?”.

 

Há dias assim… Mas eu estava a meu ver, numa figura nada recomendável, com a barba já com uma semana e mal vestido. E óbvio que não com os aspecto de um pedinte, mas com a minha idade não estava com um aspecto de engate.

 

Por causa do Sol estava de óculos escuros e assim fiquei não deixando transparecer quaisquer sinais de aprovação perante tal moço mas de vez em quando os nossos olhares trocavam-se.

 

Para ler o jornal no seu todo já preciso de óculos de ver ao perto portanto só me dediquei a ler as gordas, deixando os textos para mais tarde.

O tempo foi passando mirando-nos mutuamente.

Estivemos naquilo ai uma meia hora, até que o menos apessoado disse qualquer coisa ao ouvido do outro e ambos se levantaram e se foram embora.

 No espaço que dista a mesa onde estavam e a saída da esplanada, por duas vezes o mais apessoado virou a cabeça olhando para mim e novamente encolheu os ombros.

Fiquei por ali pensando no que tinha acontecido. Pedi outro café, enrolei o jornal e fumei mais um cigarro.

Os meus neurónios já estavam fervendo de ideias e a imagem daquele moço não me saia da cabeça até que de repente, atrás de mim ouvi uma voz dizendo – Dois cafés de seguida não lhe fará mal? –

Olhei de soslaio e fiquei petrificado. Era o tal moço apessoado mas sozinho.

 

- Posso ler uma coisa ai no seu jornal? – Perguntou ele -.

- Mas certamente que sim!... Porque não se senta? – Respondi -.

 

Algo de estranho estava a acontecer. Não que não estivesse habituado a situações destas mas derivado ao meu aspecto, um pouco desleixado, que achava muito mau, achei estranho aquela abordagem. O tal moço sentou-se e apresentou-se.

 

- Chamo-me Jorge, estou a passar o fim-de-semana em casa daquele meu amigo. Venho cá às vezes e nunca o vi por aqui.

- Moro por aqui mas raramente venho a esta café. Faço a minha vida fora aqui do Magoito pois minha avó dizia que “Santos ao pé da porta não fazem milagres”

- Quer dizer que posso ser algum desses Santos?

- Não sei, mas que alguma coisa nos atraiu isso é verdade!..

- Não foi o carro nem a sua barba crescida, mas um filing qualquer que não deixei de notar entre nós.

- Efectivamente ouve qualquer coisa que nos atraiu embora a diferença de idades.

- Mas tenho muito mais interesse em conviver com pessoas mais velhas. Os mais novos ou da minha idade não me trazem nada de novo.

- Então esse seu amigo com quem passa os fins-de-semana não lhe dá nada de novo?

- Ele não é só um amigo mas meu primo com quem temos um relacionamento, mas é muito chato e ciumento.

 

Estava tudo dito. O tal primo devia ser o seu primeiro amor, mas não iam muito “às filhoses” como é hábito dizer-se. Então não escondendo reconhecer os seus propósitos continuei com a conversa.

 

- Quer dizer que vocês os dois têm uma história!..

- Sim!... Temos uma história um pouco complicada.

- E não me vai contar?

- Não sei!... Devo estar a fazer um tremendo disparate com esta minha abordagem.

- Disparate? Não sei porquê? No final de contas tivemos o mesmo filing e já somos pessoas adultas para encarar as realidades. Você simpatizou comigo e eu consigo. Podemos falar de tudo e de todas as coisas, tal como as nossas preferências.

- Está a falar de quê? Filmes, futebol, livros ou outros entretenimentos?

 

Saltou-me a tampa e porque já não tenho muita pachorra para aturar meninos indecisos, respondi à letra:

 

- Talvez de entretenimentos se chamarmos de sexo um entretenimento.

 

O rapaz não esperando esta minha resposta, mexeu-se na cadeira e comentou:

 

- Mas é assim tão óbvio?

- Não disseste – já o começava a tratar por tu – que gostavas de conviver com pessoas mais velhas? A idade tem destas coisas. Embora não tenhamos nada na testa como tu que identifique os nossos gostos, sabemos o que queremos e onde procurar.

- E achas que encontrei?

- Não!... Não encontraste!.. Encontrámos!.. Embora seja um pouco estranho para mim derivado ao aspecto que tenho hoje. Mas normalmente quando menos espero encontro sempre a pessoa indicada para um bom relacionamento e hoje foi um dia desses.

- Mas não estás assim com tão mau aspecto. Só não desfizeste a barba mas agora também se usa, embora não goste muito de pêlos.

- O teu primo não tem pêlos?

- Se não te importares não falamos dele. É uma história muito complicada.

- Se não queres contar, não contes. Vamos ter oportunidade de o contares.

- Achas? Enão o que te fês vir até aqui hoje? Como já disse ainda não te tinha visto por cá.

- Hoje foi uma história chata para mim. Quando me levantei fui para o computador para cuscar as notícias e não consegui ligar-me à Internet. Dava um erro 720, liguei para o assistente do servidor e disseram que o problema era do PC. Dei voltas e mais voltas e não consegui resolver o problema então danado vim para a rua tal como estava. Como estava não foi bem assim, porque estava nu e só com um robe vestido.

- Então andas nu em casa? E o resto da família?

- Não tenho família. Vivo só. Vim para esta casa Há seis anos para estar sossegado e fora do bulício da cidade e dos andares que parecem gaiolas, para ouvir as minha músicas e escrever sossegadamente.

- Quer dizer que és escritor, ou musico.

- Praticamente, sou as duas coisas. Escrevo umas coisas e quanto à música é outra história.

- E uma grande experiência de vida, está-se mesmo a ver. Menos de computadores.

- É verdade. O computador para mim veio substituir a máquina de escrever e os jornais.

- Estás com sorte pois eu não escrevo mas percebo de computadores e se quiseres posso dar-te uma ajuda.

- Epá isso era o ideal!.. Como vamos fazer?

- É fácil, como tens carro podemos fazer assim. Vou a casa dizer ao meu primo que tenho de ir para Lisboa hoje. Esperas por mim, vamos a tua casa, resolvemos o problema do computador e depois levas-me a Lisboa.

- E o teu primo não desconfia?

- O gajo come tudo o que lhe digo.

- Então está bem. Espero no carro…

 

Assim foi. Fui pagar a despesa e meti-me no carro com a sensação que tinha sido uma grande golpada ou o início de uma nova amizade. O Jorge não demorou muito. Do mesmo local de onde tinha vindo com o primo, desta vês, vinha de mochila às costas e só.

 Mal chegou ao carro abriu a porta atirou com a mochila para o banco de traz e comentou:

 

- Vamos embora antes que apareça algum conhecido

 

No caminho até minha casa

 

No caminho fizemos uma conversa da treta pois praticamente já tínhamos dito tudo, directamente e entrelinhas. Eu pelo menos sabia como tudo aquilo iria acabar. Da parte dele também já sabia o que queria.

 

Assim que chegámos entramos e dirigi-o ao escritório onde tenho para além do computador um Bar com bebidas e um mini-frigorífico com algumas bebidas.

 

- Queres tomar alguma coisa? Tens aí a máquina de café, é de capsulas e algumas bebidas. Também tens nesse mini-frigorífico cervejas e sumos. Como não me sinto bem vou num instante desfazer a barba e tomar um duche a correr. O computador está também à tua disposição. Vê se te desenrascas.

 

Quando voltei vinha como é meu habito andar em casa com um robe vestido e sem mais nada.

O Jorge estava com um copo de sumo na secretária e sentado num banco frente ao computador tentando dar-lhe a volta.

Sentei-me no meu cadeirão por trás dele

 

- Então já deste com alguma coisa?

- Sem querer abri a tua página “O Canto do Nelson” e vi que és mais sabido que a encomenda. Afinal não te escondes com aquilo que escrevas na internet.

- Sim!.. Quem quiser saber algo de mim está à vontade. Só é difícil é saberem algo sobre a minha vida privada. E quanto ao computador? Descobriste alguma coisa.

- Está difícil!.. O problema é do teu software que usas que é o Windows XP que já acabou. Creio que só um técnico abalizado te pode resolver o problema. Podes trabalhar com ele à vontade, só não podes é ligar a net.

- É como eu digo, o gajo só me serve para substituir a máquina de escrever. Queres cuscar o que escrevo e as minhas fotos?

- Vou abrir esta pasta que tens qui escondida e que diz KissGay. Posso?

- Estás à vontade.

- Tens aqui fotos muito bonitas.

 

Sem querer ou talvez não encostei-me a ele e o meu pau começou a levantar-se e ele notou:

 

- Já estás entusiasmado?

- Desde o momento que te conheci que estou entusiasmado. Nota-se muito?

- Eu também!

 

Então o Jorge virou-se e ficamos frente a frente, meteu as pernas entre as minhas afastando-as de forma a ficarmos mais pertos um do outro e nos beijamos ardentemente.

 

- Sempre é verdade andar nu em casa.

- Não queres ver o resto?

- Foi por isso que foste desafazer a barba e tomar duche?

- Sabes aquela história de quem se ajoelha pede desculpa?

- Queres que peça desculpa?

- Se te ajoelhares não é preciso pedires desculpa.

 

Então Jorge afastou-me o robe e começou por me beijar desde os lábios até ao meu pénis que começou a sorver algum esperma que já começava a brotar.

 

- E se fossemos para a cama? – disse eu –

 

Jorge levantou-se e comentou:

 

- És muito sabido.

- Não dizes que gostas de tipos mais velhos?

- Mais velho só estive com um e não me dei nada bem, mas contigo está a ser diferente.

 

Voltámo-nos a beijar e já em pé, encaminhei-o para o quarto. A roupa dele e o meu robe foi ficando espalhado pelo caminho até chagarmos à cama para onde nos atirámos.

Fiquei deitado de costas e ele continuou com o que tinha começado de joelhos.

 

Delicia das delicias o Jorge tinha aprendido bem com o primo. Faltava saber se lhe tinha ensinado tudo e tirando o meu instrumento de prazer daquela boca que não parava do vai e vem perguntei:

 

- Não queres que te foda?

- Só uma vez experimentei com o tal velho mas ele foi tão bruto que jurei nunca mais experimentar.

- E com o teu primo?

- Só batemos umas punhetas e chupamos os nossos pirilaus.

- Pirilaus uma porra!.. Tens um instrumento muito bom.

- Achas? O teu também é gostoso. Nunca comi um cu.

 

Entretanto já nos estávamos punhetando mutuamente e eu fazendo um esforço dos diabos para não me vir, comentei:

 

- Daqui a pouco estou a vir-me

- Não aguentas mais um pouco?

- Aguento se te sentares nela. Juro que não te faço doer e depois podes fazer o mesmo. Queres?

- Como fazemos?

- É fácil. Descontrai-te e deixa-te ir.

 

Foi a vez de abrir a gaveta da mesa-de-cabeceira e tirar um tubo de vaselina com que besuntei abundantemente o meu pau.

 

Então primeiro sentei-o na minha barriga e de perna abertas e de joelhos fui subindo e agarrando-lhe as pernas fui encaminhando o seu corpo até o ânus ficar na direcção do meu pau totalmente hirto e besuntado fis com que o Jorge fosse cavalgando entrando o meu pau dentro dele. Com aquela posição o ânus ficou mais relaxado e lá foi entrando pouco a pouco enquanto lhe dava prazer masturbando-o. Já estávamos ambos aflitos e a explosão foi rápida. Ao mesmo tempo que ele se vinha sentou-se com mais força e todo o meu membro entrou rapidamente naquele cuzinho quase virem e também me vim.

Todo o meu peito ficou cheio daquela porra não largando o seu pau com toda a força.

Passados minutos saímos daquela posição e nos agarramos como dois amantes antigos.

 

- Foi bom? Não te fiz doer?

- Nunca pensei que fosse tão bom. Agora cumpres com a promessa?

- Mas és capas de te vir novamente já a seguir?

- Acho que não!.. Mas fica para outra altura.

- E o teu primo? Em que lugar fica?

- Nunca ouviste dizer que um amor antigo apaga-se com um novo?

- Sim já ouvi e esse dito é o que nós mais velhos costumam-mos dizer.  

- Parece que já somos adultos suficientes para fazermos o que bem entendemos.

- Ao que parece, afinal o mais velho pareces tu!..

- Desde que te vi deu-me um clique que me pareceu que algo iria mudar a minha vida.

- Então sempre és capaz de te vir novamente para me fuderes?

-Tu é que sabes. As habilidades para fazeres de mim o que quiseres é tua.

- O melhor é descansarmos um pouco e depois logo se vê. Já não tenho a tua idade... E se fosse preparar algo para comer. Já são horas da janta e ainda tenho de te levar a casa.

- Não posso cá ficar? Amanhã íamos até à praia.

- Então não avisas os teus familiares?

- Se puder cá ficar telefono-lhes a dizer que fico em casa de um amigo e que já não estou em casa do meu primo para eles não lhe telefonarem.

   - Cá para mim podes ficar, comemos e arranjamos mais forças para continuar, entretanto contas-me essa história com o teu primo.

- Tá bem. Só queria era tomar um duche, mas tens de me emprestar qualquer coisa para vestir pois a minha mochila ficou no teu carro e é lá que tenho uma muda de roupa.

- Estás à vontade. Primeiro vou eu tomar o duche e depois vais tu enquanto arranjo algo para comer. Quanto ao vestires empresto-te um robe e assim andamos os dois à vontade.

- O.k… Fico à espera.

 

Depois de tudo combinado lá fui tomar o meu duche. Quando acabei fui até ao quarto e o Jorge tinha adormecido.

 

Fui até à cozinha e preparei um bacalhau com natas – daqueles que se compram congelados e é ó meter no micro ondas e umas batatas fritas também de pacote.

 

Depois de tudo pronto coloquei num carrinho de serviço e levei para o quarto e acordei-o beijando-lhe um ombro que estava descoberto:

Ele levantou a cabeça olhou para o repasto e comentou:

 

- Nunca me tinham tratado assim!...

- O que queres beber? Cerveja, vinho branco, tinto ou sumo?

- Pode ser vinho branco.

- Tenho aqui uma reserva fresca de Reguengos que até parece champanhe. Não queres ir tomar o duche? – ao mesmo tempo que lhe entregava um robe branco -.

 

Jorge levantou-se e foi quando vi bem toda a sua compleição física. Era um verdadeiro Adónis com todo o corpo delineado certamente por alguma ginástica que fazia e aquele pénis murcho mas de cabecita luzidia entre os dois tintins que até não eram grandes e de poucos pêlos.

A quando do nosso elevo foi de tal fúria que nem tinha reparado bem no seu corpo e deu-me vontade de o agarrar novamente mas não o fiz. Deixei-o ir tratar-se da sua higiene, mas sem antes lhe entregar um copo com um pouco daquele delicioso vinho branco de Reguengos como de um brinde se tratasse ao tocarmos em ambos os copos e nos beijamos novamente.

Gorge não largando o copo comentou:

 

- Nunca me tinham beijado assim nem tratado com tanto carinho.

- É a sabedoria de um cota.

- Sim tá bem!.. Chama-lhe cota….

 

Depois daquele comentário saboroso, Jorge seguiu para o chuveiro e eu fiquei preparando o quarto para o que viria a seguir.

Fim do I Capitulo

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   Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

        Nelson Camacho D’Magoito

   “Contos ao sabor da imaginação” (H-100)

          Para maiores de 18 anos

            © Nelson Camacho
2015 (ao abrigo do código do direito de autor)

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 08:49
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Eles eram dois – II Capitulo

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 Uma semana de amor

 

Aquele maldito computador que tantas ralações me andava a dar, finalmente, derivado aos seus queixumes naquele dia, concretizou-se a profecia “há azares que vem por bem”. Tinha conhecido o Jorge que contrariamente ao que normalmente acontece. Fui eu o engatado.

 

Agora só tinha que cumprir o que lhe tinha prometido. Teve sorte porque normalmente não costumo cumprir com aquelas promessas. Também normalmente não ficam em minha casa, é sempre a chamada “rapidinha” com não mais de duas ou três horas e depois vão-se embora não dando espaço para mais aventuras mas o caso do Jorge foi diferente.

Aconteceu em relação às idades, estava-mos de acordo. Eu gosto dos mais novos e ele dos mais velhos. Ele com pouca experiência e eu já entrado na idade dos cotas, como é óbvio, com a experiência e lata toda.

Quando ele apareceu vindo do duche, vinha todo nu e somente com o robe branco um pouco aberto que lhe tinha emprestado, já eu tinha colocado o carrinho de serviço no meio do quarto com dois pafes, um de cada lado. A garrafa do vinho dentro de um balde de gelo para não aquecer. Tinha também colocado um CD com uma música clássica de piano e baixados as luzes dando um ambiente mais íntimo acrescentei no carrinho duas velas acesas.

     

- Tás a ver porque julgo que os mais velhos sabem receber bem? Está tudo muito romântico.

- Uma forma delicada de me chamares velho.

- Velho uma porra!.. Depois do que fizemos nunca te poderia chamar velho na acepção da palavra. Foi com carinho. Sabes?.. Estou a ficar apaixonado por ti.

- E o teu primo?

- Não me fales desse gajo.

 

Entretanto começámos a comer, Também há luz de velas que estavam no meio de nós.

 

- Então conta lá o que se passa com o teu primo…

- Já lá vão uns anos a primeira vez que fiquei em casa dele para irmos à praia, ficamos na mesma cama e durante a noite o gajo começou por tentar abusar de mim sexualmente, mas não deixei e ficamos por batermos uma punheta um ao outro.

- E não passaram disso?

- Um mês depois voltei a lá ficar com os meus pais e voltamos a ficar na mesma cama. A meio da noite o gajo fechou a porta e colocou um DVD de filmes pornográfico só de homens, onde se masturbavam, faziam sessenta e nove mamando os pénis uns dos outros. Tás a ver como é que se faz?, perguntava-me ele ao mesmo tempo que mamava o meu pau que estava murcho. Foi-se levantando pouco e pouco e sem saber porquê começamos a fazer aquilo os dois. Eu vinha-me dentro da boca dele e ele vinha-se dentro da minha.

- E não passaram disso?

- Nunca fizemos mais nada, mas o gajo é muito ciumento e quando cá venho nunca me deixa falar com mais ninguém. Eu também só cá venho alguns fins-de-semana para ir à praia.

 

Entretanto já tínhamos acabado de comer e depois de tomar o café, voltamos para a cama para conversar e voltei ao tema.

 

- Então e como foi essa experiência com o tal tipo de que nem te queres lembrar?

- Um dia o verão passado vinha da praia sozinho e um tipo ai para os seus cinquenta anos parou o carro e perguntou-me se queria boleia. Como era um grande esticão e sempre a subir aceitei. Durante o caminho contou-me que era professor e gostava de música e que lhe tinham dado uma colecção de Hip Hope e como não gostava do género tinha-os dado ao filho que por acaso também não gostava, então tinha-os lá a um canto para oferecer a quem gostasse. Eu disse na altura que gostava do género mas não tinha nenhum CD, só ouvias esse tipo de musica no Youtube.

O tipo que até ali se tinha mostrado bem simpático e ainda por cima professor quando eu disse que gostava de ter esses CDs, prontificou-se logo a oferecermos, bastava para tanto ir a casa dele. Aceitei e quando dei por mim estava em casa do tipo, Entramos na sala e ele foi buscar os tais CDs. Eu estava sentado num sofá e quando ele chegou entregou-me alguns colocando-os em sima da minha perna ao mesmo tempo que me apalpou o pau. Fiquei sem saber o que fazer ou dizer até que ele perguntou se podia ver. Ao mesmo tempo que me abria a braguilha pondo cá para fora o coitado do meu pénis e começou a mama-lo. Como é lógico o tipo começou a levantar-se então o tipo baixou-me as calças e mesmo ali no sofá tentou violar-me. Ainda entrou um pouco e como gritei de dor e me afastei o tipo ficou muito atrapalhado, Vesti as calças e sai porta fora.

Como vês foi uma experiência nada agradável.

 

- Também digo… Isso nunca me aconteceu nem fiz isso a alguém. Ficou-te de emenda nunca mais pedires boleia ou entrares no carro de um desconhecido.

- Porra!.. Jurei para nunca mais, mas contigo foi diferente. És um gajo porreiro e no final fui eu que te engatei e não tu.

- Pois. Estava sossegadinho da vida, Só olhei para ti e encontrei algo de especial e estamos aqui felizes e contentes, Acho eu… Estás bem?

- Soube-me bem desabafar. Nunca contei esta cena ao meu primo nem a ninguém por vergonha.

- Acho que fizeste bem. Assim como deves deixar de ir a casa dele. Agora podes vir cá quando quiseres e passar não só os fins-de-semana como outros dias.

- Achas? Achas que podemos ser amigos? – e beijou-me -.

 

Aquele beijo e outros carinhos foi a continuação de muitos naquela noite, até começarmos a alisar os nossos paus. Dali até começarmos a beijar e lamber nossos corpos até aos sessenta e nove foram momentos de prazer. Foram preliminares que duraram longo tempo, até que ele se virou ficando de costas para mim como a pedir que o fudesse novamente.

 Ainda meti a cabecita mas lembrei-me da promessa e antes de continuar deu-me na gana e porque há muito tempo não levava com um caralhito sem experiência perguntei-lhe ao ouvido:

 

- Não queres tirar os três no teu pau?

- Deixas?

- Deixo, mas com calma.

 

Então deitei-me de bruços e ele em cima de mim senti o seu peito musculado nas minhas costas ao mesmo tempo que procurava o sítio próprio para me penetrar. Não tinha mesmo experiência. Então não fui de modas. Com uma das mãos procurei o seu pau e fui eu que o apontei direito ao meu ânus. Primeiro a cabecita e depois movimentando-me ao mesmo tempo e ele lá entrou o resto. Ele bombou, ganiu de prazer e eu gemi um pouco também de prazer pois já há algum tempo que não arcava com tal coisa.

Ambos nos movimentamos para que a penetração fosse constante até que os meus lençóis ficaram cheios daquela minha porra e a minha próstata sentisse o fluxo do esperma dele, com tal abundancia que até saiu um pouco para fora.

Fiquei esparramado na cama com ele em sima de mim e ainda com o seu membro no mesmo local durante algum tempo. Aquela porra de pau nunca mais murchava e perguntei:

 

- Foi bom?... Queres te vir novamente.

- Foi óptimo… Parece que o gajo quer mais, não dá sinais de murchar.

- Continua a bombar e vais ver que te vens novamente. Deixa ver uma das tuas mãos.

 

Então encaminhei sua mão ao meu pau e começou a masturbar-me ao mesmo tempo que continuava a bombar sem tirar fora. Continuamos naquilo durante algum tempo à mistura de alguns gemidos de prazer até que novamente nos viemos.

Estoirados acabamos por nos colocar abraçados e sem mais forças para o que quer que fosse a não ser beijarmo-nos ficamos assim durante algum tempo, Duas vezes seguidas e mais uma outra horas antes, já era demais para mim. Para ele que é jovem talvez ainda pudesse aguentar com mais uma, mas não, acabamos por adormecer.

Se mais acontecesse, Ficava para de manhã.

 

No dia seguinte

 

O Sol entrando pela janela já lambuzava nossos corpos nus conforme tínhamos adormecido.

Não fora o Jorge ter adormecido agarrado a mim de conchinha teria sentido durante o resto daquela noite o frio da madrugada mas foi aquele Sol quente que batendo nas costas dele que o fez acordar e envolvendo-me com seus braços depois de mordiscar os meus globos me disse baixinho:

 

- Sabes que já sinto ciúmes do teu namorado?

 

Fiquei parvo com aquele dito. Há muito que não acordava assim. Virei-me para ficarmos frente a frente, retribui a mordicadela com outra nos seus lábios. Ele misturou sua língua com a minha e durante algum tempo nos beijamos ardentemente, até que comentei:

 

- Mas eu não tenho namorado.

- Não acredito!...

- Podes acreditar. Como tu já tive alguns que inclusive viveram comigo mas actualmente só tenho umas coisas coloridas.

- Como assim?

- São situações que fazem parte da minha vida privada.

- Já te disse que estou apaixonado por ti?

- Não será porque te sentiste bem esta noite?

- Não! É que nunca pensei que outro homem me desse tanto carinho, me ouvisse e me entendesse.

- Primeiro sou um bom ouvinte, segundo já há muito que também não me sentia tão feliz com alguém e tu saíste-me na rifa.

- Vives só neste casarão. Não tens família?

- Sim, tenho dois filhos mas cada um tem a sua vida e eu faço o mesmo.

- Quer dizer que és casado?

- Não… Sou divorciado mas isso é uma história que um dia te posso contar se o mereceres.

- Mas eu contei-te a minha história!...

- E se nos levantássemos para ir tomar o pequeno-almoço? Que a esta hora já é mais almoço que outra coisa? Não querias ir à praia? – Atalhei eu para não continuar com a conversa sobre a minha vida privada -.

- Tá bem!... Vou tomar um duche. Não queres vir também?

 

Afinal de contas o gajo estava a aprender depressa. Aquela coisa de tomarmos duches juntos, cheirava-me a outra coisa qualquer mas alinhei. Afinal das contas estava a retroceder no tempo e estava a lembrar-me de alguém com que tinha vivido seis anos.

Levantamo-nos e como dois enamorados fomos para o duche de mãos dadas e entramos. Abrimos as torneiras começaram a jugar água fria em nossos corpos que estremeceram agarrando-nos um ao outro até começar a jugar a água quente. Deixamos de tremer mas continuámos a abraçarmo-nos e novamente nossos lábios se encontraram. A água continuava correndo por nossas cabeças e nossos ombros, saltando alguns salpicos em nossos membros sexuais que cada vez mais se levantavam, então tal como da primeira vez Jorge foi descendo até ficar de joelhos introduzindo em sua boca o meu membro que cada vez estava mais excitado. Estava mais uma vez quase a vir-me então não aguentei mais e segurando-o pelos ombros levantei-o virei todo o seu corpo e empurrando-o contra a parede fora da queda de água dobrei-o e com toda a calma comecei a enfiar-lhe o meu membro naquele cozinho que já palpitava. Ele encolheu-se com uma das minhas mãos fiz-lhe a masturbação necessária para ambos nos virmos ao mesmo tempo.

A água quente continuava a escorrer pelos nossos corpos acabando por lavar toda aquela porra que era expelida pelos nossos trabalhadores de prazer.

 

- Agora já podemos ir até à praia. Já tenho a certeza que não me vais deixar ou criar mais um namorado colorido.

 

Aquelas palavras do Jorge soou-me aos ouvidos tão fundo que me lembrei novamente do grande amor da minha vida que já tinha sido.

 

Sai do duche… Ele ainda ficou para tratar da sua higiene. Vesti-me apressadamente e desci até ao carro para ir buscar a mochila dele. Quando voltei, já estava na cozinha somente com o robe vestido, preparando tuas tijelas de flocos com leite.

 

- Já fui buscar a tua mochila.

- Vamos tomar o pequeno-almoço na-cama?

- Mas não queres ir até à praia? Não podemos guardar essa cisa da cama para mais logo?

- Tá bem!.. Mas prometes que continuo a ficar cá em casa!..

- Posso levar-te quando quiseres. Mas os teus pais deixam-te ficar fora mais tempo?

- Estou de férias e volto a telefonar-lhes dizendo que estou bem. Ou não me queres cá?

- Não sejas parvo!.. Só não quero é arranjar-te complicações.

- Já sou crescido suficiente para arcar com as minhas responsabilidades e vais ver que os meus pais são uns tipos porreiros.

- Vou ver? Não me digas que me queres apresentar aos teus pais.

- E porque não! Assim ficam a saber que os meus amigos não só putos como o meu primo

- Está bem… Logo se vê.

 

Enquanto estávamos nesta conversa, fomos tomando os flocos mesmo na cozinha e vestindo-nos de calções de banho, bermudas e t-shirts. Se tivéssemos tomado o pequeno-almoço na cama como ele sugeriu já não tínhamos saído de lá.

 

Descemos e fomos até à Foz do Lizandro onde nos banhamos e almoçamos numa das esplanadas.

Ao fim da tarde ainda fomos até à Ericeira como um casal em Lua-de-mel onde demos umas voltas e acabamos por jantar na “Marisqueira” mesmo frente a mar sapateira regada com Vinho Verde Gatão.

 

Certamente vão saber o que aconteceu a seguir.

Como é lógico voltamos para casa e tivemos outra noite de amor e durante três dias não voltamos a sair.

Combinámos o que seria a nossa vida para o futuro e só o levei a Lisboa ao sétimo dia.

 

Fiquei de tal forma apaixonado que nunca mais atendei os telefonemas dos meus “amigos coloridos” com a desculpa de estar adoentado.

 

Aguardo ferozmente o próximo fim-de-semana para o ir buscar, conforme ficou combinado.

 --------------------------------------------- Fim ----------------------------------

   Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

   “Contos ao sabor da imaginação” (H-099)

          Para maiores de 18 anos

            © Nelson Camacho
2015 (ao abrigo do código do direito de autor)

sinto-me:
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Terça-feira, 9 de Julho de 2013

Apanhei um mentiroso na praia (A Mentira do João I)

Praia do Magoito

     Todos sabem que hoje esteve um calor do caraças, por Portugal inteiro aqui na minha zona do Magoito não fugiu a regra.

     Não era só nas televisões que a toda hora nos aconselhava a ter cuidado com o calor por causa dos raios ultra violetas propícios a criar o cancro nas peles mais sensíveis, também o meu médico me tinha aconselhado a frequentar a praia até às 10 horas ou de pois das 18 e foi o que fiz, não de manhã mas ao fim da tarde.

     De calções de banho chinelos e um robe (gente fina é outra coisa) meti-me no carro e lá fui.

     A praia do Magoito agora é uma seca para se descer até ao areal, Fizeram uma escadaria tipo passadiço bastante íngreme. Resultado: Para descer todos os Santos ajudam, mas para subir depois de levar um escaldão e uns mergulhos a coisa esquenta. Então para ganhar coragem para aquela descida, resolvi ficar-me na esplanada.

     Ver um homem de robe na praia, não é lá muito natural por estas bandas de forma que encontrei olhares maliciosos mas como minha avó dizia “quem quer vai quem quer está” não liguei pega e procurei um lugar, pedi uma cerveja (aparentemente bebida de homem).

     Despi o roupão e lá fiquei recebendo aquele sol malandro na minha musculatura sarada de ginásio independentemente da minha idade já entrada para a linha dos “cotas”.

     Estava naquela de não saber se ia descer até à praia ou não quando entrou na esplanada um moço aí para os vinte anos vindo da praia e todo depilado e com a pele feia em escamas pelo escaldão que tinha apanhado. Sentou-se mesmo ao meu lado olhou-me cima a baixo e comentou:

        - Então não foi dar uns mergulhos?

        - Para ficar assim como você? Não obrigado!

        - Isto é o que faz a dor de corno.

        - Quer dizer! Levou um tapa da namorada e a sua pele é que pagou!

        - Não é bem assim, mas quase.

        - Então?

        - Não levei um tapa! Simplesmente fui trocado!

        - Então e foi caso para se vir queimar?

        - A ideia não era essa! Ontem à noite levei com uma parelha de cornos, fiquei sem carro, meti-me na camioneta e vim dormir para praia.

        - E dormiu bem! Já viu como tem a pele, vermelha e toda escamada? Acha que valeu a pena fazer um disparate desses por ser trocado por outro?

        - O pior é que esse outro era meu amigo!

        - E você acha que uma mulher merece esse sacrifício?

        - É uma história bastante complicada

        - Olhe meu amigo! Sou um tipo divorciado e depois também encontrei um amor que pensava ser para o resto da vida, mas não foi. Essa coisa de amores… Tenho uma certa experiencia portanto posso-o aconselhar nessa área. E creia que não há amores que nos possamos sacrificar e você é um rapaz novo e ainda tem muito para viver.

        - Certamente quando chegar à sua idade direi o mesmo.

        - Já estivemos a falar melhor! Uma maneira simpática de me chamar velho.

        - Mas não foi essa a minha ideia, embora goste de conviver com tipos mais velhos que eu! Sempre se aprende alguma coisa.

 

     A Conversa estava neste pé de aconselhamento e já tinha bebido mais duas cervejas e ele que tinha começado com uma água, também já ia na segunda cerveja.

     O tempo também já começava a abrandar no calor pois  sol á se ia recolhendo lá no orizonte quando resolvo apresentar-me

 

        - Já agora, eu chamo-me Nelson e você?

        - É verdade! Eu sou o Mário e moro em Sintra. Você onde mora?

        - Mesmo aqui no Magoito.

        - Isso é que é sorte, mesmo ao pé da praia. Hoje para ir para casa tenho de apanhar o auto carro para a Portela se Sintra e depois apanhar um táxi para a vila.

        - É verdade você disse que tinha ficado sem carro ontem à noite.

        - Não foi bem assim. O meu amor é que ficou com ele quando vi que estava com outro, deu-me o amoque e vi-me embora.

 

   “ Aquela história estava a ficar de veras interessantes e como queria saber mais arranjei um esquema.

Voltei a chama-lo a atenção de como tinha a pele e ia necessitar ser oleado com um creme para as queimaduras solares que até tinha em casa por onde passaríamos prontificando-me a leva-lo a casa dele. Assim tornava-me gentil, saberia o resto da história e talvez entretanto acontecesse alguma coisa de interessante já que era um moço bastante apessoado e carente.”

 

        - Não será muito trabalho para si? – Respondeu o Mário depois de ter posto em prática o meu convite.

        - Mas não me custa nada! Tenho todo o tempo do mundo.

        - E a sua família não se vai importar?

        - A minha família actual sou eu um cão e um gato que se dão a mil maravilhas e não chateiam.

        - Mas deu-me a entender que tinha família!

        - Não! Tenho dois filhos que não vivem comigo e sou divorciado, portanto, estou aberto a uma nova relação.

        - Quer dizer que já tem um currículo digno de inveja.

        - Não sei se será assim, mas que já vivi o bastante e já fui muito feliz com os amores que tive, isso é verdade.

        - E você?

        - Sou solteiro, tive um problema com os meus pais, não nos falamos e também vivo só.

 

    “Esta conversa já foi feita no carro e a caminho de minha casa, onde parei e repeti o convite de o tratar das queimaduras. Entrámos. Fui preparar uns refrescos, Fui buscar os cremes. Estiquei um lençol branco na cama e encaminhei-o para lá a fim de tratar das mazelas. Ele nem truz-nem-mus, aceitou tudo sem dizer palavra. Deitei-o na cama de costas para cima e comecei a massaja-lo com aquele creme oleoso.”

 

         - Tens uma costas lindas tens, todas peladas.

         - Afinal foi bem ter apanhado este escaldão!

         - Então porquê?

         - Nunca me tinham feito uma massagem assim! É bestial!

         - Estas a gostar? Ficaste com um grande vermelhão no sítio das sungas! O melhor é tirá-las.

 

    “ Conforme fui dizendo isto fui-lhe retirando as sungas, ficando com aquele cuzinho arrebitado e branco, sem pelos à mostra e comecei massajar-lhe as nádegas, Eu estava de calções curtos e o meu pau começou a dar ar da sua graça, começando a eriçar-se. Antes que a minha mona tivesse alguma ideia triste, virei-o de papo para o ar e comecei massajando-o pelo peito enquanto olhava para o seu pau ainda deitado e flácido. Era simpático de fava descoberta com uma cabecita luzidia. Mesmo flácido não dava a ideia de ser grande ou grossa. Era o que se chama uma pila gostosa e com vontade de ser abocanhada”.

 

         - Então continuas a gostar? A tua namorada nunca te fez isto?

         - Mas qual namorada?

         - Então a zanga que tiveste não foi com a tua namorada?

         - Não! Foi com amigo com quem ando há três meses.

 

   “ Porras! Os tintins foram-me caindo aos pés. Afinal o gajo era gay (passivo ou activo iria descobrir).Tinha sido enganado!!... mas foi uma fracção de segundos na altura as minhas mãos estavam percorrendo o abdómen e de imediato desceram até à área púbica encontrando os seus tintis ficando o pau por cima da mão que senti começar a levantar-se”

 

        - Queres que continue? Perguntei ao mesmo tempo que agarrava aquele pau semi-hirto.

 

Relações sexuais gay

     A resposta foi segurar-me na cabeça e encaminha-la até aquele pénis que se adivinhava gostoso e meti em minha boca movimentando a mesma até começar a sentir que estava a inchar (por acaso como gosto)

Mário retorceu-se de gozo ao mesmo tempo que buscando o creme da massagem besuntou os dedos e começou a massajar-me p ânus.

 

     "O cabrão do puto estava a preparar-se para me comer. Fazia-me lembrar o que já tinha feito um milhar de vezes a outros. Desta vês estava eu a ser enganado. Mas deixei, pois também estava a gozar.

Nas calmas, tirei da boca aquele pau que já sulcava, antes que fizesse alguma asneira, subi pelo corpo dela acima e os meus lábios foram-se plantar na sua boca que foi aceite com grande entusiasmo, com língua e tudo. Ficando assim durante algum tempo enquanto nossos paus hirtos se digladiavam.

 

 

 

Copula gay

     Os meus neurónios não paravam ao pensar que tinha sido enganado, pensando que tinha ali algo para brincar sexualmente e no final de contas o gajo estava a ser muito macho para o meu gosto. Aquilo não podia ficar assim, então abri-lhe as pernas e apontei o meu pau para aquele cuzinho que certamente já não era virgem. (ia ver se era verdade ou não). Mal apontei no buraquinho, ele movimentou-se de forma a fazer pressão para o penetrar e ele todo contente lá foi penetrando sem muito custo anos destro. (afinal não era mesmo virgem já por lá tinham andado outros. Cota como eu sabe destas coisas). Ele com as pernas no ar e movimentando-se ao mesmo que lhe dava uma foda gostosa e louca esporrei-me vorazmente dentro dele. Para terminar aquela sessão ele masturbou-se e assim nos vemos os dois.

 

     Sem dizer palavras algumas, estoirados deitamo-nos de lado com os corpos juntos para o descanso dos guerreiros, beijando-nos à espera de outro ataque.

      Adormecemos.

 

     Quando acordei já a noite tinha entrado janela dentro. Calmamente e sem o acordar fui tomar um duche e por no micro-ondas uma cuvete de bacalhau com natas. Fui por a mesa com velas e tudo, vesti um roupão e fui acorda-lo.

 

     Comecei por beija-lo no lóbulo da orelha até aos lábios.

     Ele acordou.

     Olhou-me nos olhos e com um sorriso maroto nos lábios perguntou.

 

        - Que horas são?

        - Já são dez horas. Dormiste bem?

        - Dormir bem é pouco! Afinal sempre é verdade que os “cotas” sabem mais e dão mais prazer.

        - O amigo com que andavas que idade tem?

        - Vinte e cinco! E tu?

        - Já passei por aí há um bom par de anos. A idade não interessa, tu o dirás de acordo com a minha prestação. A propósito, já tenho o jantar pronto. Tenho uma fome dos diabos e tu não tens?

        - Se não queres dizer não digas mas que és melhor que muitos da minha idade isso é verdade.

        - Ainda não viste nada. Mas agora levanta-te, Vais tomar um duche mas antes pões no corpo um pouco da Nivea líquido por causa das peladas.

         - Nunca ninguém me tratou tão bem.

         - Sim tá bem toma este robe para vestires depois do duche e vem jantar. È bacalhau com natas. Gostas?

         - De ti estou a começar a gostar de tudo.

         - Vai te lá tratar e deixa-te de lamechas.

 

     Entretanto fui acabar de por a mesa e abrir uma garrafa de vinho Reserva de Reguengos fresquinho.

 

     Quando o Mário chegou, antes de se sentar deu-me um beijo.

Se até ali não sabia bem porquê tinha criado um certo gosto pelo rapaz, depois daquela atitude parecia que tinha arranjado o que se chama de Boyfriend.

 

     Durante o jantar tentei tirar o que se chama de “nabos da púcara” e ele contou-me tudo.

 

II

 

Mário tinha numa noite no Finalmente tomado conhecimento com um rapaz da sua idade com que se tinha enamorado.

Você vai ler a sua história aqui: (A Mentira do João II)

Discoteca boyfriend

 

     Já leu? Pois bem! Perante esta história de desavenças que me foi contada enquanto jantávamos, fomos até ao salão tomar o cafezinho da praxe e um belo Conhaque.

 

        - Então que dizes da minha historia? Perguntou, já sentados no sofá.

        - Bem! Mentirinhas dessas, são mentiras bobas, embora uma mentira é sempre uma mentira. Cá para mim é mais grave a promiscuidade dele que da mentira. Afinal o teu Boyfriend não era o que tu pensavas e perante essa situação só estou preocupada é com o carro que ficou nas mãos dele.

        - Não há preocupações. Apesar de tudo o tipo é um gajo sério e mora na minha rua e sou visita da casa dele e amigo da família.

        - Ah, então isso vai passar. Vais lá a casa, fazes as pazes pedes a chave do carro e iça tudo como se nada fosse.

        - Achas? Depois de te conhecer a única coisa que lhe vou dizer é pedir-lhe a chave do carro e contar-lhe que te conheci e que fiquei apaixonado por ti. Não gosto de mentiras.

         - E pá! Não estás a ir longe de mais? Apaixonado por mim? Só por umas brincadeiras?

         - E não achas pouco? Estás descomprometido como eu. Tens tido uma atitude perante mim, como nunca tive. Nem o meu pai me deu tanto afecto.

        - Pára aí! Primeiro não sou teu pai, segundo os meus filhos são mais velhos que tu, terceiro, o relacionamento que tivemos até aqui não foste o de pai para filho.

        - Não é isso que quero dizer! Tás parvo ou quê? Sei qual e a diferença O que quero dizer é que em relação a afectos nunca os tinha tido assim. Tu sabes receber a ouvir e aconselhar um tipo como eu. A propósito! posso cá ficar hoje?

         - Bem, vamos lá esquecer essa coisa do pai e toma mais um Conhaque. Quanto o ficares cá hoje, até pode não ser só hoje.

 

     “ A conversa tinha-se desviado para outro teor que não me agradava independentemente de já ter tido um caso semelhante que durou seis anos. Também ficam uma noite e depois é um caso sério para se irem embora e acabam por ficar anos.

E porque será que só duram anos? Perguntará você. Bem é que o para sempre não existe o mundo é feito de mudanças e quando algo de bom acontece é melhor aproveitar a oportunidade. Foi o que me aconteceu naquele dia com o Mário.

Já o tinha comido. Portanto a minha parte estava feita e como o pito dele não era assim tão grande talvez o quisesse sentir dentro de mim.” 

 

         - Quer dizer que posso ficar hoje, amanhã e depois?

         - Se te portares bem.

     Mário como reconhecimento pelo meu consentimento meteu uma mão no cós dos meus calções ao mesmo tempo que com a outra movimentou minha cabeça junto à dela e colamo-nos nu beijo ardente.

         - E se fossemos para a cama?

 

     Pelo caminho do salão ao quarto foram ficando as pequenas peças de roupa que tínhamos vestido.

 

     Atiramo-nos para a cama que ainda não tinha sido feita desde a última vês que ali tínhamos estado.

Agarrados como um só beijando-nos fervorosamente, Mário foi descendo pelo meu peito mordiscando-o até encontrar o meu pau já rijo, metendo-o naquela boca quente e húmida de saliva e tal como da primeira vez com os dedos húmidos de saliva procurou meu ânus lubrificando a sua entrada: Mais uma vez estava a dar indicações que me queria comer. Da primeira vez dei-lhe a volta e fui eu o macho. Mas o puto até merecia.

     Movimentei todo o corpo de forma a ficarmo-nos beijando, abri as pernas e sentei-me na piroca do puto.

 

Kamasutra sentado na piroca

     " Para os novatos que me estão a ler, esta é a posição mais confortável para o apanhador na medida em que pode ir deixando penetrar-se de acordo com o seu gosto. O Único problema é criar uma certa tenção nas barrigas das pernas, sendo assim difícil para os mais gordinhos. Forra isso a partir desta posição pode seguir para outras mais convenientes e masturbar o penetrador."

 

     Já estou terminando a minha aventura de ontem.

 

     Fiz questão não só de contar como é possível arranjar um Boyfriend mais novo como um mais velho assim como algumas dicas como fazer uma penetração suave, que também serve para qualquer das partes

     Esqueçam essa coisa dos gays activos e gays passivos. (A minha avó dizia que o ladrão tanto é o que entra para roubar como o que fica à porta a avisar o policia) E nesta coisa de sexo, se não for a dois, não tem piada alguma e é a forma de se aguentares durante algum tempo no tempo.

     Até mesmo aqueles que de princípio e alguns casados com mulheres e um dia experimentaram ter relações com outro homem. Se calhar com um gay que lhe saiba dar a volta, na volta é ele que sai comido. È uma questão de jeito.    

 

     Este meu desabafo, conto, história, no que você acreditar chegou ao fim.

     É Segunda-feira, ontem fomos buscar o carro do Mário a Sintra. A conversa que ambos tiveram não interessa. Só sei que o Mário contou ao João que me tinha conhecido que tinha estado em minha casa e para lá voltava.

     Hoje tenho dois carros parados à porta O Mário está dormindo e eu vim aqui contar-vos a nossa história.

 

 

     Verdade? Ou Mentirinha? Semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção. Você decide a veracidade do conto

 

   As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

     Nelson Camacho D’Magoito

               (O Caçador)

    “Contos ao sabor da imaginação”

            de Nelson Camacho

 

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Terça-feira, 18 de Junho de 2013

Santo António em minha casa

Santo Antonio Boy

     Ontem ganhou Alfama as marchas de Santo António em Lisboa.

     Hoje ganhei eu um Santo António em minha casa no Magoito.

 

     Ontem foi noite de festa para milhares de pessoas pelos bairros típicos de Lisboa. Começámos na avenida da  liberdade fomos para os nossos bairros comer sardinhas, bailar e embebedar-nos.

 

     Foi este o percurso da maioria dos festejastes do Santo. Foi esquecida a crise e lá saíram muitos milhares de euros dos bolsos das gentes, mesmo com a sardinha a Euro e meio cada uma.

 

     "O Coelho esqueceu-se de mandar a ASAE fiscalizar as condições de higiene e das facturas. AINDA BEM!"

 

     Eu pela minha parte como andava só, Quando acabaram as marchas na avenida, percorri Alfama, Madragoa, Bica e Bairro Alto. Às seis ma manhã, meti-me na IC19 e vim para casa só, conforme tinha ido.

 

     Dormi pouco! Acordei por volta das dez, tomei um duche e fui como a maioria do pessoal, aproveitando o feriado que o Coelho não cortou e fui até à praia. Estava uma seca. Nevoeiro e vento. Aqui no Magoito é sempre uma seca. Ainda me lembrei de ir até à Costa, mas como não tinha companhia voltei para casa.

 

     Passei pelo super mercado, comprei sardinhas, salada e batatas para o repasto do almoço.

 

     Fui até ao quintal acendi o fogão e pus as batatas a cozer. Acendi a churrasqueira e comecei a assar meia dúzia de sardinhas.

 

     É preciso ter pachorra para fazer isto sozinho, mas como todos nós temos um pouco de loucura, mesmo só, de vez em quando faço isto.

 

     Quando fui buscar vinagre para a salada, ele não estava lá, desci as escadas e fui até à mercearia comprar o néctar que faz sempre falta numa salada.

 

     Vinha já da mercearia com o vinagre, quando dois moços - por acaso bem-apessoados - saiam de um carro, cumprimentaram-me e um deles que depois de olhar bem para ele vi ser cá do sítio me disse:

        - Que cheirinho de sardinha assada vem do seu quintal.

        - É verdade! Só tenho pena é de não ter companhia. – Queixei-me.

        - Lá por isso nós fazemos companhia, a praia está uma seca e nós íamos à procura do almoço.

 

     Não sou de meter em casa quem não conheço, mas pelo menos um, sabia quem era. Era meu vizinho e conhecia os pais por frequentarmos o mesmo café, convidei-os para a sardinhada que estava no lume e já deviam estar prontas.

 

     O Mário e o Pedro (nomes fictícios) quando iam entrando o Pedro lembrou-se que tinham umas cervejas no carro e foi busca-las ao mesmo tempo que dizia. – Pelo menos levamos alguma coisa.

 

     Assim que entramos no quintal já as sardinhas que tinha deixado assar, estavam boas, mas eram poucas para os três.

     O Pedro que é o mais despachado perguntou: - Não tens mais?

        - Sim, comprei duas dúzias, deve chegar, estão na cozinha.

     Pedro logo as foi buscar. Na volta comentou:

        - Tens uma casa gira. Desculpa lá mas dei uma olhada aos vídeos e vi que tens uns que podemos ver?

    

     O que o Pedro tinha visto eram uns porno que estavam mesmo à mão. Concordei mas para depois das sardinhas.

 

serveja com sardinhas e kiss boy

    Aquela almoçarada estava a correu às mil maravilhas. Sardinha, batata cozida, salada de pimentos vinho e cerveja.

    Como o meu quintal está resguardado de olhares estranhos, pois está totalmente vedado e o sol estava abrasador os três fizemos uma festa com música à mistura. Até nos despirmos como se estivéssemos numa Boate livre de preconceitos.

     Fizemos umas misturas de bebidas e nem mesmo assim, quando o sol começou a ficar mais baixo lá no horizonte o tempo começou a esfriar o Mário vestiu uma t-shirt  e foi para a sala.

     O Pedro comentou:

        - O gajo é um tipo porreiro mas nunca alinhou nestas coisas.

        - Mas que coisas? Comentei.

        - Ele anda sempre a dizer que gosta muito de mulheres, mas não lhe conheço nenhuma namorada.

        - E Tu?

        - Eu gosto de curtir e ver uns filmes de gajos.

        - Desculpa lá mas não entendi bem. Criticas o Mário de andar a dizer sempre que gosta muito de mulheres e tu gostas de ver filmes de gays. Qual é a tua? Já tiveste experiencias homossexuais?

        - Não mas gostava de ter!

        - Já agora diz-me porque desabafas isso comigo?

        - Uma noite fui ao Finalmente com uns colegas e vi-te lá aos beijinhos com um gajo. Nunca disse a ninguém que te conhecia como vizinho, mas fiquei de olho em ti.

 

     “Aquele Pedro afinal sabia-a toda, só lhe faltava experiência. Lembro-me de uma vez lhe ter dado boleia da praia até aqui ao sítio. Também eu fiquei com olho nele, mas como “Santos ao pé da porta não fazem milagres” nunca me tinha metido com ele. Naquele dia ia ter a minha oportunidade. De repente lembrei-me “Porra! Mas são dois! Que se foda! Ainda os vou por a mamar-nos”

 

        - Fizeste bem. Hoje quero ver quem vai ser o Santo António, vamos atacar o Mário?

        - Como tens mais experiencia, vamos ver um filme e tu ficas no meio. Tá bem? – retorqui o Pedro.

 

     Encostei-o ao balcão do bar do quintal, segurei-o pelas ancas encostamos nossos corpos e beijei-o.

        - Foi isto que viste no Finalmente? Gostaste?

        - Ao vivo é muito melhor – disse ele, beijando-me sofregamente.

 

     “ A coisa estava a andar bem, vestimos as t-shirts e fomos para a sala. Coloquei um DVD porno Gay no vídeo e sentámo-nos, comigo ao meio como o Pedro tinha pedido. “

Encontro de rapazes

     Mal começo a rodar o filme e vendo do que se tratava o Mário, perguntou se não havia gajas.

        - Tás a ver? O gajo só pensa em gajas. – atirou o Pedro

        - Eu já vejo se é mesmo assim! Vamos lá ver! Mostra-me o teu aparelho. – disse eu metendo a mão nos boxers do Mário.

 

     O chavalo já estava de pau feito e tirei-o cá para fora.

   


Posto isto só havia uma situação a fazer. Foi nos despirmos.

 

Quando o ménage á troi começou

     Afinal estavam os dois com vontade de experimentarem o meu e lá foram lampeiros direitos ao meu pau que já se encontrava pronto para a farra de santo António.

 

     Como dono da casa e porque gosto de receber bem as visitas, ajudei a despirem-se e ficámos núzinhos como manda a tradição.

 

     Comecei por beijar o corpo de um e fui até ao Mário que ainda não tinha beijado na boca. A reacção foi de total consentimento (outra coisa não seria de esperar pois eu sou o melhor beijoqueiro que se pode encontrar). Ao mesmo tempo o Pedro friccionava-me as costas com as pontas dos dedos. Ao mesmo tempo que largava os lábios do Mário iniciando o percurso até aquela gaita linda, de fava descoberta e mordendo o prepúcio, ia-me curvando para que o Pedro percebe-se que tinha o caminho aberto para me penetrar, mas ele coitado não sabia ainda como era. Virei-me e fiz o mesmo com ele ao mesmo tempo que tentei por os dois beijando-se.

     Aquela porra não estava a dar nada a não ser umas brincadeiras de adolescentes e resolvi.

        - Vamos para cama. Sempre estamos mais à vontade.

 

     "Ali sim! Começámos por nos beijar reciprocamente"

 

     Eles já se beijavam mutuamente enquanto eu ia-me dividindo em num e noutro pénis saborosos como quem chupa num “Corneto” (nisto também sou do melhor que há. Então em virgens ainda melhor) eles já ganiam de prazer e eu há rasca para não me vir.


     A balbúrdia estava já de tal maneira que acabamos por ficar em pleno 69.

 

ménage á troi au 69

   Para outras variantes, foi um passo

 

     Um bom professor tem sempre que dar o exemplo! Então não tive outro remédio. Fiz tudo para o Pedro me penetrar. Enquanto penetrava o Mário que só falava de mulheres, depois de lubrificar o seu cuzinho, o meu aparelho lá foi delicadamente penetrando aquele cú virgem. Ao princípio ganiu um pouco mas quando comecei num vai e vem constante ao mesmo tempo que o Pedro me fazia o mesmo foi um delírio total. João estava tão louco que puxou minhas mãos até ao seu pénis para o masturbar. Quanto ao Pedro, não foi necessário levar suas mãos até ao meu. Fê-lo por sua alta recriação.

 

     Estava-me movimentado tão rapidamente que o Pedro não aguentou o movimento e o seu pénis acabou por sair de dentro de mim. Foi a oportunidade para trocarmos de posições ficando o Pedro no meio e João imitando o lhe tinha feito, lubrificou o cú do Pedro penetrando-o enquanto eu levava mais uma vez com o do Pedro.

 

ménage à troi in copula

     Desta vez foi o fim da macacada e viemo-nos ao mesmo tempo, uns dentro outros fora.

 

     Afinal. O Pedro que andava morto por experimentar outras sexualidades, fez o gosto ao dedo, como quem diz, fez o gosto a uma nova forma de fazer sexo.

 

     Quanto ao João que andava sempre a dizer gostar de mulheres, passou a gostar também de homens.

 

     E Eu? Bem eu, mais uma vez fiz um Ménage à trois com virgens na sexualidade homo-erótico.

     Eu não tive a culpa! Eles é que me dasafiaram

 

     Voltamos a tomar uns copos, combinamos repetir a dose e guardar segredo, já que éramos vizinhos.

     Ás escodidas do Pedro combinei uma noite com o Mário, pois tinha umas contas a ajustar com ele. Detesto gajos que dizem gostar muito de mulheres e na volta são os piores.

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

      Nelson Camacho D’Magoito

    “Contos ao sabor da imaginação”

           de Nelson Camacho

sinto-me: e livre sem preconceitos
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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2013

Neste Carnaval comi um gelado

Carnava à chuva

 

Diz-se que esta altura de Carnaval se deve passar sem preocupações e complicações! Foi o que eu fiz.

 

    Comer ou chupar um gelado em pleno inverno parece coisa de doidos, mas não foi.

    Ontem tive um problema com a bateria do carro, liguei para o meu mecânico habitual que tem uma oficina aqui perto a pedir-lhe ajuda. Ele disse que oficina estava fechada e que estava lá também a resolver um problema de um amigo e perguntou-me o que é que concretamente o carro tinha. Eu disse que era da bateria que não dava sinal de vida.

      - Tá bem! Não quero que fiques enrascado este carnaval e vou aí com dois amigos para tentarmos resolver o problema pois agora não tenho aqui nenhuma bateria suplente.

    Assim foi. Passado meia hora apareceu o meu amigo mecânico com os tais dois amigos. Experimentou a malvada bateria e de facto tinha pifado completamente portanto nem de empurrão ela lá ia. Resolveram fazer uma ligação directa ente dois carros e ela lá se veio. O problema agora era que não iria durar muito tal como um cota quando se vem a primeira vez a segunda é mais difícil, é preciso esperar um tempinho e à vezes só depois de muita bombada. Foi o que aconteceu com a maldita bateria, teria de dar umas voltas, desligar o sistema de alarme e no fim colocar o carro numa descida para o caso de não pegar novamente se não encontrasse uma oficina que aberta que tivesse uma nova bateria. Ainda tentei a gasolineira onde normalmente me abasteço. Estava fechada mas estava lá o filho do gerente que se prontificou a dar-me uma ajuda. Procurou no seu stock e tina uma bateria que se adaptasse ao meu carro e lá encontrou. Havia uma da Tudor de 50 amperes mas custava noventa e cinco euros que mesmo com o desconto de 30% mais o Iva de 23% iria ficar cara então ele aconselhou-me a tentar aguentar e ir a um super mercado que me custaria metade do preço, mas eu não aceitei a opção para aquela altura e iria tentar resolver o problema na segunda-feira e voltei para casa. Depois de dar umas voltas e já ter carregado um pouco a maldita coloquei o carro em frente à minha casa numa descida não fosse o diabo tece-las e no dia seguinte não tinha ninguém para me ajudar a empurrar o maldito.

    No dia seguinte era dia de carnaval. Levantei-me cedo e fui que a maldita bateria desse sinal de vida. E deu. Mal um toque e pegou logo, dei uma voltita pelas ruas cá do sitio para carregar ainda mais a maldita bateria, ficou com mais carga e pelo sim pelo não voltei a colocar o carro na tal descida.

    O meu carnaval estava feito, Voltei para casa, tomei o pequeno-almoço liguei a televisão, mas esta sem pachorra, só dava notícias do carnaval pelo mundo fora e eu ali armado em parvo sem poder embora não goste muito deste tipo de festas não podia sair de casa.

    Entretanto telefonou-me uma amiga a perguntar-me se não queria ir ter com ela para fazer um jogo de cartas e jantar, pois também estava um pouco engripada e sem pachorra para ir sair. Contei-lhe o que me tinha acontecido e não ia sair de casa.

Entretanto chegou a hora do almoço e almocei um bacalhau com natas, daqueles já pré-cozinhados que é só meter no micro-ondas e está feito.

    Depois, chegaram as quatro da tarde e estava furioso e fui novamente tentar dar mais uma carga na dita bateria. Estava um dia embora um pouco nublado mas agradável então resolvi ir até ao Magoito ver os corsos carnavalescos.

    A malta ainda se estava organizar. Lugar para estacionar foi difícil pois já lá estavam milhares de pessoas mas lá consegui encontrar um lugarzito para o meu carrito.

    Dei uma volta ao redor dos carros alegóricos e fui até ao café. Estava cheio e com um ar viciado derivado a tanta gente, nem um lugar sentado e voltei para rua.

    Foi giro porque os marchantes andavam todo com casacos vestidos por cima das vestes carnavalescas derivado ao rio que cada vez era maior e o corso nunca mais começava, em contrapartida começava a chuviscar e toda a malta e veraneantes começou a abria os chapéus-de-chuva. Então começou não o corso mas uma carga de água que una mais afoitos de chapéus-de-chuva abertos ao longo da estrada lá estavam para ver a banda passar como se não houvesse outro dia. Como para mim aquele fim-de-semana não estava a correr nada bem. Primeiro foi a bateria do carro e agora hera aquele carga de água dei corda ao sapatos e meti-me dentro do café que esta mesmo cheio. Lugar a uma mesa era mentira e as pessoas acotovelavam-se fugindo há intempérie que cada vez era maior.

    Olhei lá para o fundo da sala e mesmo ao cantinho estava um moço com a mesa ainda posta dos restos do que se adivinhava ser do almoço, saboreando um gelado. Como a tal mesa estava no caminho do WC para onde eu me dirigi para sacudir a água do fato, olhei mais atento para o moço que em pleno inverno se deliciava com o gelado, que olhou para mim também mais atento.

    Quando saí do WC um pouco mais limpo, voltei a olhar para o dito moço que retorquiu com uma lambidela no corneto, com um ar de sorriso e fez menção de me oferecer um lugar na sua mesa.

    Como não sou esquisito e o que me apetecia na altura era sentar-me, lá percorri o espaço entre a multidão que se acotovelava até à mesa do dito.

      - Posso?

    O moço deu mais uma lambidela seguida de uma chupadela no gelado e com ar de sacaninha retorquiu.

       - Estanha há vontade! Com que estão lá fora já chove! Sente-se.

       - É verdade! Já chove a cântaros e hoje já tive os meus problemas e não quero apanhar uma constipação.   

       - Pois eu também não e para ver o carnaval ainda vamos ter a terça-feira que segundo os prognósticos o tempo vai ser melhor. A propósito eu sou o Jorge.

       - E eu o Caçador!

       - Como assim Caçador?

       - Caçador é o meu último nome. Sou João Caçador mas habitualmente chamam-me assim.

    É claro que naquela altura eu menti, nem me chamo de João muito menos de Caçador. Esta é a alcunha que uma vez uma amiga me deu quando soube que andava sempre à procura de amizades gays. Embora não fosse a altura, para um desconhecido e depois de o ver chupar no Corneto, resolvi mentir quanto ao nome real.

       - Então o que você caça?

       - Há quem diga que caço bem de tudo o que me vem há mão.

       - Principalmente Coelhos, não?

       - É melhor não falar de política.

       - Pois, não era desse a que me referia embora devesse ser bem papado com as atrocidades que anda por aí a fazer.

    Como a conversa estava a caminhar para um caminho que não estava interessado em continuar tentei desviar a mesma indo por outros caminhos.

       - Estão um gelado neste tempo agreste?

       - Sim a seguir a uma boa refeição e se não tiver outra coisa quente prefiro dar uma chupada num gelado que me tira a vontade de procura uma coisa quente.

       - Não me vai dizer qual a coisa quente que preferia?

       - Não! Mas com o tempo você vai descobrir.

       - Não me diga que sou eu a pessoa indicada para lhe oferecer esse prazer? 

       - Tudo a seu tempo. Você olhou para mim insistentemente, agradou-me e talvez seja você a pessoa indicada para tanto.

    A conversa estava a ir para o caminho das bichices embora ele tirando aquela chupada no gelado não tinha nada afeminado o que o Caçador gostava.

    Entretanto a chuva lá fora caia copiosamente e aquela conversa da treta também seguia.

       - Então você não toma nada?

       - Tenha calma que os empregados já me conhecem e quando me virem, mesmo com tanta gente eles trazem o costume.

    Estava a dar as minhas explicações quando chegou junto a nós o Luís, empregado da casa com um copo com um whisky que ao mesmo tempo que o o pousava na mesa me cumprimentava atirando:

       - Estão passarinho novo?

       - Que é novo é quanto ao resto logo se vê – disse eu!

    Com a resposta dada, o luís pescou-me o olho e retirou-se.

    O Jorge notando a piada perguntou-me:

       - Qual a piada do passarinho novo?

       - São coisas entre nós, Somos amigos e pessoas descomplexadas.

       - Quer dizer! Amigos íntimos?

       - Não sei o que quer dizer com amigos íntimos mas que somos amigos para além de ele ser aqui empregado, somos visitas de nossas casas.

       - Parece que quando olhei para si não me enganei.

       - Meu caro! Sou um livro aberto até para uma cantata de um jovem como você.

       - Entendendo que tu já me entendeste, o melhor é tratarmo-nos por tu. Que achas?

       - Para mim até está melhor e deixarmo-nos de formalidades.

    Lá fora o temporal não amainava e o corso nunca mais passava.

       - Vamos ficar por aqui à espera que o tempo acalme para ver a banda passar ou vamo-nos pirar daqui para fora que já está um ambiente cada vez mais pesado com tanta gente. – Perguntei eu.

       - Nesta altura o mar deve estar lindo com ondas encapeladas, pelo menos com ar mais saudável.

       - Está com a ideia de ir ver o mar? – Perguntei.

       - Não era má ideia. Tens carro aí?

       - Tenho!

       - Então levamos cada um o seu. Tu vais atrás de mim que eu conheço um sitio onde podemos estar à vontade,

    E assim foi e saímos. O corso ainda não estava passar e lá fui atrás dele e pelo caminho vi que íamos direitos á praia da Adraga que com o tempo não devia lá estar ninguém. Ao mesmo tempo os meus neurónios fervilhavam com o que iria acontecer. O Jorge era um moço sarado como dizem os brasileiros, bem constituído com uns olhos castanhos e cabelo para o castanho, cortado de forma clássica e com um brinquinho na orelha esquerda. Há primeira vista parecia ser tipo de posses pois tinha um BMW.

    Entretanto chegámos, encostamos os carros e ele disse que seria melhor ir para o carro dele pois era maior e estávamos mais à vontade.

    Com aquela dica vi logo que ia haver fruta. Fechei o meu e lá fui para o carro dele, de facto maior e mais confortável. Também notei que ele tinha deitado um pouco as costas do banco do pendura. Mas entrei. O carro estava quente.

    Ficamos ali um pouco a ver o mar. A ondulação esta crepitante mas iam espraiar as suas espumas ao logo da praia.

    De repente sem dizer palavra o Jorge colocou uma mão na minha perna e apertou, perguntando de seguida:

       - Incomodo-te?

       - Não! - Disse eu ao memo tempo que movimentei o meu braço esquerdo até à nuca dela fazendo-lhe um carinho, como confirmação de que não me importava.

       - Sabes! Não é habitual fazer destas coisas com pessoas estranhas, mas gostei do teu aspecto e inspiraste-me confiança mais Aida quando notei que já tinha um afere com o empregado lá do café.

       - Tenho por lema ser p mais discreto possível.

       - Pois, acho que não e necessário trazermos um sinal na testo ou assumirmos as nossas tendência como parece que agora pegou moda.

    Enquanto estas explicações de conveniência ele ia metendo a mão nas minhas calças ao encontro do meu pénis que há quase se babava. Com a outra mão manuseou a alavanca das costas do se banco e ficou a par do meu. Aproximou seus lábios e começando por mordiscar s meus acabou por para uma guerra sem tréguas meteu sua língua em confronto com a minha digladiando-se mutuamente com uma mistura de salivas gostosas.

    Ao mesmo tempo eu desapertava o cinto das calças e ele baixou o fecho transportando cá para fora o meu pau hirto e firme, como diz o outro.

    Ele olhou e só disse:

       - Coisa gostosa, cabeça lustrosa e tronco apetecível.

       - Aqui tens uma coisa quentinha m contraponto ao gelado.

       - Posso?

       - Já gora que está à espera?

    Não foi preciso mais conversa. Jorge abocanhou o meu pau começando a fode-lo freneticamente dando-me um gozo tremendo. Eu movimentava-me ao mesmo tempo que ele com seus lábios me ia apertando e largando sistematicamente tentando que eu sentisse que me pénis estava entrando em uma vagina virgem, mas não meus Deus, aquilo era muito melhor.

    Quem disse que um broxe feito por uma mulher é bom, não sabe o que é feito por um homem. È de ir às nuvens. Comecei a estremecer todo e ele notando que me estava quase a vir, deitou as costas do banco mais para traz e baixou as calças, colocando as pernas para os lados, perguntou se era capas de fazer um pouco de ginástica, então coloquei-me frente a ele e com toda a habilidade e tesão possível mesmo ali no carro afastei-lhe mais as pernas e meu pau hirto como um raio lá foi à procura daquele cuzinho que já espera há por ele há muito. Penetrei-o todo até mais não e mesmo naquela posição difícil notei não ser um cuzinho com muita utilização o que me agradou bastante pois não estávamos a utilizar camisinha o que seria uma imprudência mas os santos até agora têm estado do meu lado pois gosto de tudo ao natura.  Ainda tentei masturba-lo mas ele tirou a mão: - Não,,, Não me quero vir assim.

    Mas o pior é que eu estava memo a vir-me dentro dele.

    Ele encolheu-se, olhou para mim como carneiro mal morto e entendi o que queria. No final de contas até o merecia. Peguei no seu cacete e vi que também era como o meu, lindo com uma cabeça lustrosa e rosadinha que me apeteceu trincar. Não estive com meias medidas.

    Baixei os cornos direitos aquele pénis nem grande nem pequeno mas confortável, e chupei-o todo como se não houvesse amanha. Ao mesmo tempo que misturava já a minha saliva com alguma porra que ia saindo daquela cabeça gostosa ia notando que ele gania ao mesmo tempo que me segurando na cabeça tentava que mais entrasse em minha boca até que de repente senti toda aquela langonha quente e com sabor salgadinho por ser jovem, era tanta que transbordou por fora da minha boca. Quando saiu ainda espirrou um pouco para a minha cara ficando todo lambuzado daquela coisa branca que de imediato ele puxou minha cabeça começando a beijar-me ao mesmo tempo que sugava os restos daquela porra que afinal era sua.

    Nem demos por a chuva ter parado, só um pouco de cacimba em forma de nevoeiro que nos envolvia ajudando-nos a ficar na penumbra para alguém que por ali aparecesse como é habito seja inverno ou verão pois é um local de amor.

    Compusemo-nos, trocamos números de telefone, fizemos promessas de continuar aqueles encontros de amor mas já em nossas casas.

    Tivemos mais uma conversa da treta sem mencionar o que tinha acontecido mas dissemos que como não tínhamos visto o corso iríamos lá voltar na Terça-feira.

    Cada um meteu-se em seu carro e lá fomos às nossas vidas satisfeitos e contentes como dois adolescentes que tivessem tido a primeira vez.

Sexo no carro no Carnaval

 

 

Não é bem uma música de carnaval, mas serve e a malta gosta

Alex em “Mister Gay”

 

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

Contos para maiores de 18 anos

sinto-me: e satisfeito
a música que estou a ouvir: Mister Gay
publicado por nelson camacho às 05:14
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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2013

Neste temporal estava um frio do caraças.

Praia da Maçãs

          Hoje engatei um heterossexual.

    Estava um frio do caraças mas mesmo assim deu-me na mona e fui até ao bar da praia que fica mesmo em cima da areia. É todo envidraçado e até tem aquecimento. É bastante acolhedor mas por vezes têm que desligar o aquecimento pois torna-se incomodativo e quando se sai ficamos sujeitos a ficar com uma constipaçãozita que nesta altura do ano não calha nada bem. O que vale é que tem uns empregados dignos de nota 10. E sempre que eu lá entro, logo vem pelo menos dois dar-me um “Olá Nelson” com uns apertos de mão bastante comprometedores, pelo menos o Carlos moço aí para os dezanove anos, loiro de olhos azuis e de compleição física com vontade de agarra-lo todo, mas como há sempre umas “galinhas” por perto, nunca passámos de um simples aperto de mão.

    Naquele dia estava um temporal do caraças, aliás, tem estado assim toda a semana. As ondas com mais de 5 metros de altura galgavam as rochas de tal forma que até os pescadores mais afoitos não estavam lá como é costume.

    Estava a regalar a vista com aquela força da natureza quando o Carlos veio junto a mim perguntando-me o que iria beber.

      - Olha traz-me um cappuccino e um pastel de nata.

      - Só?! Retorquiu ele.

      - Sim! Só! Era capaz de querer mais qualquer coisa, mas não aqui.

      - Estão onde?

      - Talvez no vale dos lençóis ouvindo a chuva a bater na janela.

      - Tás muito romântico hoje.

      - Sim! Com uma boa companhia podíamos passar o resto do dia até a noite chegar.

      - Até parece que é um convite. Pena não seres uma gaja boa e fazia-me convidado.   

      - Mas achas que só uma gaja boa te fazia delirar de gozo?

      - Não estou a ver outra forma, embora digam que há gajos que fazem esse trabalho muito melhor.

      - Sim! De facto é verdade. Eu já experimentei e gostei.

      - Está bem! O melhor é ir buscar o cappuccino se não com esta conversa toda até começo a pensar que és gay e estas me a engatar.

 

Moda calças caidas

    Com aquela dica, o Carlos afastou-se de caminho ao balcão.

    O meu olhar fixou-se no seu andar e na bunda saliente das calças um pouco descaídas que fez os meus neurónios começarem a fervilhar ao ponto de o ver já todo nu em minha cama.

    Eu sei que é moda esta coisa da malta usar a calça descaído, até mesmo para os heterossexuais mas sabendo que esta tendência nasceu nas prisões dos Estados Unidos, em que os reclusos que estavam receptivos a manter relações sexuais com outros presos precisaram inventar um sinal que passasse despercebido aos guardas prisionais para não sofrerem consequências... Por isso, quem usasse calças descaídas abaixo da cintura, de modo a mostrar parcialmente as nádegas, demonstrava que estava disponível... Fiquei na dúvida! E com uma vontade tremenda de saber se aquilo era mesmo um sinal ou era só por ser moda.

    O vento e a chuva ia batendo com mais força nas vidraças da esplanada de tal forma que nem dava para ouvir a música ambiente, então dediquei-me a conjecturar o seria fazer um heterossexual de tal forma que já nem o jornal conseguia ler.

    O tempo foi passando e a penumbra da noite já chegava. Nem o sol no horizonte se conseguia ver derivado às nuvens fortes que o tapava.

    Absorto nas minhas conjecturas nem dei pelo Carlos se aproximar e dizer:

      - Então! Como vai o dia?

      - Tendo em atenção o tempo, não vai estando mal.

      - Pois eu estou farto de trabalhar, já acabei o meu turno e agora apetecia-me era tomar um duche e refastelar-me no sofá.

      - Então se já acabaste o trabalho porque não o fazes?

      - Ainda tenho de esperar que a minha namorada me venha buscar pois o meu carro está na oficina.

      - Onde moras?

      - Aqui no Magoito!

    Os meus neurónios deixaram de fervilhar e passaram a dar faíscas tal fogo de artifício e respondi.

      - Também podes telefonar à tua amiga e dizeres que já não precisas de boleia pois morando também no Magoito posso levar-te pois já não estou aqui a fazer nada.

      - E pá! Isso era o ideal, pois a gaja só daqui a uma hora é que está disponível.

      - Então vamos….

Cena II

 

    Saímos da esplanada, ainda chovia a potes. Como pessoa educada abri primeiro a porta do pendura para ele entrar e depois dei a volta e entrei eu.

    No tablier do carro tinha um livrinho e em que a capa adivinhava-se ser sobre surf e dois DVDs que se adivinhava serem de teor porno com mulheres e gays.

DVDs porno gays

 

    Quando entrei, já o Carlos estava desfolhando o livro sobre o surf mas que nas suas folhas interiores constavam fotografia de nus e observou:

      - És tu que escreve estes livros?

      - Sim! É um livro de aconselhamento à malta que frequenta a praia.

      - E os DVDs? “Loucas por sexo” e “Gays escaldantes”?

      - São dois DVDs porno com as temáticas “Mulheres” e “Gays escaldantes”

      - Por incrível que pareça nunca vi nenhum tipo de DVD deste teor. Uma vez tive uma namorada que queria alugar um filme destes mas nunca aconteceu.

      - Não sei mas acho que não era preciso pois mal ela se começava a despir o meu pau começava logo a levantar-se e o que me apetecia era logo foder.

      - Quer dizer que és o verdadeiro macho latino.

      - Se isso quer dizer que sou heterossexual é verdade, mas gostava de ver um filme destes para não passar por estúpido.

    O caminho para ter relações com um hetro estava a caminhar bem e então descaradamente propus.

      - Se quiseres podemos passar por minha casa, toma o duche desejado e visiono um destes filmes para veres.

      - Achas que não é incómodo?

      - Claro que não. Os amigos são para todas as ocasiões. Vai vendo os textos do livro enquanto não chegamos a casa.

Cena III

    Chegamos a minha casa, meti o carro na garagem e entrámos. Já estava louco pensando com o que iria acontecer e a forma de o levar para a cama.

    Fui ao guarda fato e retirei um robe, entregando-o ao mesmo tempo que lhe indicava a casa de banho que condizia com o quarto.

    Ele entrou e lá se foi banhar.

    Entretanto coloquei um DVD no leitor, pronto a rodar. Era um DVD especial montado por mim para estas ocasiões em que nos primeiros quinze minutos (tempo suficiente para eu também tomar um duche) é um filme normal com relações entre mulheres e homens mas pós este espaço de tempo, dá-se inicio a cenas porno entre rapazes em cenas totalmente gay.

Baixei as luzes do quarto ficando somente um projector vermelho de pouca intensidade dirigido para a cama. Preparei também dois flutues e coloquei uma garrafa de champanhe num frapê com gelo.

    O plasma de 96 cm fica estrategicamente na parede frente à cama para que só deitado se pode ver o esplendor das imagens.

    Entretanto deixei de ouvir o correr da água e despi-me vestindo um robe branco.  

    O Carlos saiu do chuveiro olhou para o ambiente mirou atentamente e atirou:

      - É pá! Isto parece um quarto de putas. Com champanhe e tudo.

      - Não é um quarto de putas mas sim o meu quarto de visitas especiais e tu és uma delas. Para seres bem recebido enquanto também tomo um duche, podes servi-te do champanhe e quando quiseres, basta carregares no botão vermelho do comando que está em cima da cama e o filme começa a rodar, entretanto vou ao duche.

Ainda vi o Carlos encher um flutue e deitar-se na cama.

Cena III

    Como tinha o tempo programado no DVD para a passagem das mulheres para os gays antes de este terminar saí do duche dei a volta à cama indo direito ao mini bar enchi um flute de champanhe e pelo caminho catrapisquei o Carlos todo entusiasmado com as cenas de sexo que estava a passar no plasma e perguntei:

      - Então estás a gostar?

    O Carlos talvez um pouco surpreendido foi de repente com as mãos tapar o caralho que já estava em riste. Bebi um pouco e deitei-me ao seu lado dizendo:

      - Já agora quero ver como isto vai acabar.

    E acabou mesmo. As cenas de sexo com as galinhas tinham acabado. Fez-se escuro e começaram as cenas de sexo gay.

    Carlos quase que dava um salto e comentou:

 

Gay iniciando hetro

      - Esta agora!!! Se o anterior era normal e bom, esta a seguir nunca tinha visto mesmo. Dois homens fazendo sexo nem nunca me passaram pela cabeça esta situação. Só tenho tido relações com mulheres.

       - Quer dizer que és heterossexual, mas nada te impede de passares a ser bissexual.

       - O que queres dizer? Que posso passar a levar no cu?

       - Não! Não é obrigatório mas com a pessoa certa podes gozar muito mais com um homem do que com uma mulher.

    Enquanto este diálogo ia olhando para aquele grande pau todo eriçado e me colocava de lado encostando o meu que também já estava em riste às nádegas dele pronto para a brincadeira.

    Como o Carlos não fez qualquer menção de desagrado, pressionei um pouco mais afastei-lhe as pernas assim como o robe e colocando-me entre as ditas, comecei a afastar a t-shirt e depois as cuecas que tinha vestido. Ele nem tossiu nem mugiu. Atirei para o chão o meu robe e fiquei todo nu. Depois acabei por tirar toda a roupa dele e calmamente avancei para cima dele. Nossos paus começaram e gladiar-se e comecei a beijar aquele corpinho virgem de homens. Começando por bar umas mordiscadas nos seus mamilos então ele começou a movimentar-se e a aceitar a situação. Subi um pouco mais e o beijei nas faces, nas orelhas no pescoço indo parar à sua boca num beijo ardente com troca de saliva que ele aceitou plenamente. Não foi um beijo técnico como se faz nos filmes, mas a sério com troca de línguas e tudo.

    A coisa estava a correr tão bem que até me começou a abraçar apertando-me cada vez mis a ele percorrendo minhas costas com alguma pressão com as unhas. Queria dizer que não só estava a gostar como a delirar com a situação.

    Comecei a beijar todo o seu corpo descendo até aquele caralho lindo e de fava descoberta começando por mordiscar e lambendo o prepúcio e por todo o seu comprimento que até não era grande, portanto não iria doer quando me penetra-se. De repente, meti-o todo da boca sofregamente enquanto ele segurando na minha cabeça a movimentava de acordo com o meu vai e vem. Durou pouco tempo pois ele estava louco.

De repente senti penetrar garganta a baixo aquele leite esbranquiçado e gostoso por ser jovem, ao mesmo tempo que também eu me vinha abundantemente. Estremecemos ambos de prazer. Os meus espermatozóides foram-se alojar no lençol enquanto os dele percorreram apressadamente para dentro de mim que engoli tal um iogurte com sabor a amoras.

    Ele virou-se para mim, deitou a cabeça no meu peito e antes de adormecer só disse:

      - Nunca me tinham feito um broche assim!

      - Eu não disse que nós somos melhores que as gajas com que andas?

      - Já tive uma namorada que me fez um mas nunca gozei tanto como agora. Foi espectacular. Mais um pouco e fico pronto a repetir a dose.

    Beijamo-nos, abraçámo-nos e adormecemos sem dizer mais nada.

Gays romanticos

 

Cena VI

    Umas duas horas depois acordámos. O Carlos que tinha adormecido com a cabeça em cima do meu peito acordou e com os olhos semi-serrados beijou-me nos lábios e perguntou:

      - E agora? Nunca tinha gozado tanto com uma mulher! Passarei a ser Gay?

      - Disparate! Eu também já fui casado e tenho filhos mas dá-me muito mais prazer fazer sexo com um moço como tu e não me considero gay.  Quanto muito serei bissexual que é o mesmo que dizer ter prazer com ambos os sexos. Simplesmente tenho uma opção sexual diferente.

      - Queres saber um segredo?

      - Sim! Qual é?

      - Tive o maior prazer com estes momentos e tenho medo.

      - Medo de quê? Já te contei o que sou e não tenho problemas com a sociedade e considero-me um tipo resolvido.

      - O que é esquisito, é que te conheço lá da esplanada pelo menos há dois anos e nunca demonstraste gostar de homens.

      - É para que vejas há quanto tempo te ando a galar. Ser Gay não é o mesmo que ser bicha. Esses são outros que se andam bambaleando com tiques afeminados e até fazem gala de o demonstrar.

       - Pois! Foi essa a razão o estar aqui. Bem me enganas-te.

       - E não gostas-te?

       - Gostei mas não fizemos tudo o que vi no filme.

       - E tens força para continuar?

       - E tu? Já dormi umas duas horas, agora com uma sandocha fico pronto para continuar esta experiência

 

Ovos mexidos com mexilhões e queijo da serra

      - Vamos fazer assim. Primeiro vou tomar um duche, depois vais tu enquanto faço uns ovos mexidos com cogumelos e queijo da Ilha, e abrir uma garrafa de vinho. Queres branco o tinto?

      - Pode ser branco fresquinho. Sabes? Não sabia que um homem pode ser mais afável que uma gaja.

      - Então fica sabendo que nem todos são assim. O meu conceito de tratar um heterossexual como tu é diferente de qualquer outro. Há vária formas de relacionamento entre homens, eu prefiro o sentir-me bem e fazer com que o meu namorado também se sinta confortável de forma em que haja amor no relacionamento.

      - É uma forma esquisita este relacionamento. Talvez por não pareceres seres Gay. Será que vou passar a ser assim?

      - Lá estás tu com o preconceito e o medo de passares a seres Gay.

Toda esta conversa da treta ainda deitados a abraçados não durou mais de meia hora até que resolvi levantar-me e ir tomar o tal duche.

Cena V

    Já tinha feito a minha higiene quando o Carlos foi fazer a dele. Entretanto fui para a cozinha preparar o petisco.

    Quando ele saiu do WC já eu tinha um carrinho de apoio junto à cama com tudo preparado. Como o quarto estava bastante quente eu estava de boxers e tive a maior das surpresas:

 

KamasutraHomo

    Carlos vinha todo nu. Aproximou-se de mim e me beijou sofregamente.

    Estava-se mesmo a ver que o petisco iria ser outro.

    É óbvio que o meu pau estava murcho mas o dele estava cheio de adrenalina como à procura de um buraco. Como bom machão, puxou os meus boxers para baixo colocou-se em cima de mim e abrindo-me as pernas ao mesmo tempo que me beijava foi tentando penetrar-me ao mesmo tempo que dizia.

      - Por favor, deixa-me penetrar. Estou louco quero sentir a sensação de comer um cu.

    Pegando numa das suas mãos levei-a a manusear o meu pau ao mesmo tempo que abrindo mais as pernas com uma das minhas mãos apontei o seu caralho no meu ânus dando o jeito necessário para a penetração e só disse:

      - Não sejas apressado e tem calma, se fosse ao contrário logo vias que é necessário uma certa disposição.

    E assim, pouco a pouco lá foi penetrando até sentir nas bebas os seus tomates.

    O Carlos guinchou de prazer ao mesmo tempo que se vinha abundantemente. Entretanto eu fazia um esforço tremendo para não me vir pois também queria desflorar aquele cuzinho.

    Voltamos à posição inicial ficando deitados de lado e de corpo a corpo. O pau dele mesmo depois de se vir continuava em riste então, desci pelo seu corpo beijando-o pelo corpo até aquele membro que me tinha penetrado. Depois de o manusear e limpo com uma toalhinha que está sempre à mão, meti-o na boca chupando algumas réstias do leite que ainda por lá andava ao mesmo tempo com a ponta de um dos meus dedos fui massajando circularmente o seu ânus até começar a penetrar aos poucos com movimentos de vai e vem e circulares para criar uma dilatação capas de receber um corpo estranho que seria o meu pénis.

    Carlos contorcia-se de prazer. Estava preparado para receber aquele meu corpo que estava quase a expulsar o meu esperma.

    Quando vi que a coisa iria dar certo com um pouco de ginástica centeio na minha piróca e de vagar devagarinho, primeiro, entrou a cabeça e depois todo o corpo acompanhado de um vai e vem de ambas as parte. Eu ia movimentando no modo entra e sai e ele ia cavalgando ao mesmo tempo que guinchava.

      - Estou a fazer doer?

      - Não! Estou a sentir algo de estranho como nunca senti.

    De repente senti um jacto de leite saindo do seu membro ao mesmo tempo que eu me vinha abundantemente dentro dele.

    Tinha transformado um heterossexual em Flex (um homem versátil. Tanto activo como passivo como eu)

    Caímos ambos para o lado e ficando frente a frente. Nos beijamos com ardor ficando assim durante algum tempo.

    Passado algum tempo e sem dizer quaisquer palavras, atirámo-nos aos ovos mexidos com cogumelos e queijo da Ilha e bebemos uma garrafa de vinho branco de reserva de reguengos fresquinho que soube que nem gingas. De vez em quando traçávamos olhares comprometeres nada mais.

    Quando ia ligar a TV para ver se estava a passar algum filme de jeito, o Carlos perguntou:

      - Não vais colocar novamente aquele filme porno!

      - Não! Vou ligar apara a RTP! Porquê, queres voltar a ver pornografia?

      - Não! Nunca mais na vida! Agora já sei tudo. – e beijou-me –

    Tinham passados algumas horas de prazer mútuo. Ainda tivemos alguma conversa da treta e fizemos promessas de continuar a nossa amizade.

     Naquele dia de temporal tinha arranjado um novo namorado, jovem, bem constituído, lindo e que me dava tudo o que eu queria. 

 

 Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

 Contos para maiores de 18 anos

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 05:32
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