.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Sexta-feira, 19 de Outubro de 2012

Calendário homoerótico para 2013

 

Homens nus - calendarios homoeroticos - françois Rousseau - nelson Camacho

CALENDÁRIOS PARA 2013

     Como já vai sendo habito, François Rousseau já está preparando o calendário homoerótico para 2013.

     Para escolha de pelo menos 40 fotos para a sua décima primeira edição de 2013 já tem um teaser.

    O calendário homoerótico mais famoso do mundo nesta edição vai ter a colaboração dois futebolistas da seleção nacional francesa Rio Mavuba e Gael Clichy.

    Pela primeira vez nos seus calendários, participa uma mulher, a bailarina Sophie Helard, ex-bailarina do espetáculo Crazy Horse.

    Fugindo à tentação de se repetir, os protagonistas desta vez são da vária áreas profissionais tais como Futebolistas, nadadores, praticantes de box e judocas.

 

     O calendário homoerótico mais famoso do planeta estará à venda a partir de 5 de Novembro.

 

Para sua apreciação veja o que fizeram para recolha das melhores fotografias.

Les Dieux Du Stade 2013 - François Rousseau

 

Esperando que tenham degostado. É só esperar até 5 de Novembro

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

sinto-me:
a música que estou a ouvir: I,'m Not in Love
publicado por nelson camacho às 05:42
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Quinta-feira, 26 de Abril de 2012

Finalmente perdi a virgindade

Homens no balneario

Perdi a vergonha com o primo da minha mulher

 

     Estou com trinta anos e até esta data, sempre levei uma vida normal como qualquer homem. Formei-me em engenharia eletrotécnica, frequentei ginásios, pratiquei andebol e natação, namorei vária miúdas até que, por pressão da família, – dos rapazes da família eu era o mais velho que ainda não tinha casado - acabei por me casar também aos vinte cinco anos e tivemos uma filha.

    Desde muito novo que a maior parte de amigos com quem saia à noite eram tudo rapazes colegas das atividades desportivas e das escolas. As namoradas, normalmente eram raparigas conhecidas do seio familiar assim como a Isabel com quem casei.  

    Durante todos estes anos as noitadas com os meus amigos eram passadas em bares noturnos onde a frequência era na sua maioria de gays para vermos os shows de travestismo que admirávamos as suas performances. Derivado ao ambiente, discutíamos o que seria a vida sexual daqueles rapazes que no palco eram mulheres e cá fora eram homens como nós independentemente de um ou outro terem um ar a bichanado, mas nunca passava de conversa.

    Pela minha parte – com os meus colegas nunca tinha dado por isso – por várias vezes dei comigo nos balneários olhando mais atentamente para os corpos nus de alguns colegas que mostravam sem despudor algum, seus mastros, uns pendentes outros levantados principalmente quando no chuveiro a água quente caia por seus corpos, alguns, luzidios e musculados outros nem tanto.

    Havia algo em mim que me atormentava e de vez em quando depois de ficar a admirar pelo canto do olho aqueles paus grandes e grossos levantados como que à procura de algo escondia-me a um canto e sem dar nas vistas começava a masturbar-me. O tempo foi passando e passei a ir mais vezes ao ginásio não para praticar ginástica mas para apanhar a hora do banho e me deleitar com aquela mania. Chegou ao ponto de enquanto me masturbava sem saber porquê mas que me dava muito gozo ia com um dos dedos penetrando meu ânus.

    Esta situação já se ia perpetuando no tempo de tal maneira que até depois de casado não deixei de ir ao ginásio. Quando isso acontecia em casa com a Isabel tinha uma melhor relação sexual com ela. Por vezes estava a ter relações e o meu pensamento estava virado para aqueles mangalhos que vira no ginásio e à conta deles fazia aquela cena da masturbação com o dedo dentro de mim.

    Nunca dei conta desta minha mania a qualquer dos meus colegas. Pensei uma vez falar com o meu médico mas tive vergonha e o tempo foi passando.

 

    Numa Sexta-feira a Isabel foi com nossa filha para casa dos pais no Algarve passar o fim-de-semana e eu por questões de trabalho não fui.

    Logo no Sábado combinei com os meus amigos de longa data darmos uma escapadela pelo Bairro Alto e pelos bares de Lisboa. Quando estava de saída tocaram à porta. Era o João, que tinha vindo do Brasil e primo da Isabel e que vinha à sua procura. Logo lhe contei que ela estava no Algarve todo o fim-de-semana e eu ia aproveitar para dar uma escapadinha com os meus colegas até ao Bairro Alto curtir a noite.

    João aproveitou logo para perguntar se também podia ir connosco. Concordei e lá fomos ter com a malta.

    Encontramo-nos todos no café habitual e apresentei-o, dizendo quem era e que tinha vindo há pouco do Brasil. Começámos logo ali a tomar os nossos copos e fomos de bandada para a noite.

    A meio do Bairro um puto que andava a distribuir panfletos entregou um nas mãos do João. – Olha! Por cá fazem propaganda a Shows de travesti. Aqui em Portugal nunca fui a nenhum.

    Olhamos uns para os outros e para nos fazermos lorpas quase em uníssono dissemos

      - Pois! Aqui há vários e ao que dizem o melhor é o do Finalmente um bar Gay.

      - Vocês sabem onde fica?

      - Sabemos! Já lá fomos uma vez. (mentimos ao dizer que só lá tínhamos ido uma vez, pois não tínhamos ainda muita confiança com o João).

      - Então vamos! Sempre quero ver se são melhores que no Brasil. Retorqui o João ao que parecia todo entusiasmado.

    E fomos.

 

Show de travesti do Finalmente Club na Gala Abraço de 2010

    Estávamos a meio do show quando o João, disse que gostava mesmo era de transar com travestis e comer-lhes a bunda. Todos nos rimos e eu desculpei-o dizendo serem manias da sua estada durante algum tempo no Brasil.

    João logo respondeu

     - Não! Não são coisas de imaginação. É a verdade! Não há nada melhor que um cú apertadinho! É por isso que ainda não me casei. Um homem faz sexo com outro homem melhor que com uma garina qualquer. Fazem o melhor broxe do mundo o que elas não o sabem fazer assim como o cuzinho é muito mais apertadinho que uma racha de mulher. Não pensem por vos contar isto que sou Gay. Sou até muito ativo.

     - Ho pá! Disse o Pedro – Escusas de te justificar! A minha avó dizia que “ladrão é tanto o que vai roubar como o que fica à porta a visar se vem o polícia”

     - Pois! Por enquanto isso não aconteceu nem vai acontecer.

    O Mário que é outro que está sempre na brincadeira com as palavras ripostou.

     - Eu por mim não tenho nada a ver com quem leva naquilo que é seu, mas cá para mim o Carlos que anda sempre atesuado e é teu primo ou primo da mulher dele, podem entender-se nessa premissa.

    Todos achamos piada àquelas trocas de opiniões e tomamos mais uns copos. Abanamos a cabeça com aquelas músicas trepidantes e chegadas as quatro da manhã resolvemos acabar a noite e cada um ir para sua casa.

    Saímos do Finalmente e dirigimo-nos para os nossos carros que tinham ficado por ali perto. O João que tinha ido comigo assim também foi de caminho para minha casa, os outros foram conforme vieram sem antes combinarmos encontrarmo-nos nesse Domingo à tarde.

    No caminho para casa aquela conversa havida sobre os gostos do João não me saia da cabeça assim como me veio à mente os meus devaneios passados nas cabines do ginásio. Ganhei coragem e perguntei-lhe se ele saía só com travestis lá no Brasil

     - Mas quando eu expliquei lá no bar que uma bunda de homem é o melhor do mundo, era verdade. Até porque eles também gostam e não dão problemas. Não engravidam, são sensuais e também têm uma gaita como nós para podermos brincar. Alguns até são casados portanto há sempre um certo secretismo que não dá para chatices.

     - E tu serias capaz de comer um amigo?

     - Desde que ele esteja disposto porque não?

     - E nesses casos como ficaria o relacionamento futuro com ele?

     - Sabes que nesses casos a descrição é a melhor atitude a ter. Eu por exemplo vou para a cama com amigos que fazem parte de um determinado grupo e uns não sabem nem por sonhos dos outros. Mas com essas perguntas todas queres dizer-me alguma coisa?

     - Não! É só curiosidade.

     - Sim, pois! Sempre ouvi dizer que “Quem fala no barco quer embarcar”

 

    Entretanto estávamos chegando a casa. Parei o carro e tremendo por todos os sítios perguntei-lhe se queria subir para tomar mais um copo já que a Isabel não estava nem a menina. Ele olhou para mim com um ar interrogador e disse que sim ainda com ar mais malandreco. - Ao que notei!

    Entramos para a sala coloquei uma musiquinha suave e tomei dois copos e uma garrafa de whiskie, sentamo-nos num sofá e de repente perdi o controlo e perguntei-lhe

     - Eras capaz de guardar um segredo?

     - Conta lá. Certamente não será nenhuma história que já não tenha ouvido.

    Confidenciei-lhe as minhas aventuras de punhetação nos balneários e o desejo de experimentar ter relações sexuais com um homem.

    O João olhou para mim, olhos nos olhos, surrio, e perguntou se eu ainda era virgem.

     - Mas é claro que com homens nunca tive qualquer experiência! Aí sou virgem!

     - Mas porque és casado e tens uma filha ou porque nunca calhou?

     - O meu relacionamento sexual com a Isabel é melhor quando venho do ginásio e já tenho batido uma punheta à conta daqueles corpos nus que vou admirando no balneário.

     - Isso só quer dizer que estás pronto para fazermos amor!

    Se até a quele momento não sabia bem o que estava a fazer ainda fiquei pior e dei comigo com as pernas a tremer.

    João vendo a minha atrapalhação, colocou uma mão numa das minhas pernas e atirou.

     - Estamos sós este fim-de-semana e esquece a Isabel. Para já vamos tomar um duche para refrescar os corpos e as ideias.

    Começou a tirar a camisa, depois os sapatos e por fim as calças. Ao mesmo tempo que ficava em cuecas foi dizendo para me despir e deixar-me de vergonhas pois dali para a frente já não havia volta a dar. Eu assim fiz e também me despi ficando também em cuecas.

    João pegou-me numa mão como quem segura numa criança e levou-me casa fora até ao banheiro. Aí pegou em minha cueca baixou-a e tirou também as dele.

    Ficamos nus frente a frente. Eu olhando extasiado para aquele corpo jovem e modulado e um pénis já hirto e pulsante enquanto ele ia olhando para as minhas nalgas, fruto do seu desejo.

   Entramos no chuveiro e a água morna começou a atingir nossos corpos. Ele abraçou-me por trás apertando aquele mangalho já rijo entre minha nádegas, ao mesmo tempo que ia beijando meu pescoço e com uma das mãos ia ensaboado meu peito e a outra desceu até os meus tintis manuseando-os suavemente enquanto meu pito se ia levantando.

    Depois começou por beliscar meus mamilos ao mesmo tempo que mordiscava o meu pescoço.

    Embora ainda assustado e envergonhado, meus braços buscaram sua cabeça que forçava contra meu pescoço, aceitando seus carinhos que estavam me deixando zonzo.

    Ele me virou a pediu para me ajoelhar, ficando minha boca na direcção daquele pintão escarapulado e visouso que comecei a lamber sua cabeça quente. Ele segurou minha cabeça e penetrou-o em minha boca que comecei a suga-lo ao mesmo tempo que punhetava e massajava suavemente seus tintins. Já estava a ganhar experiência tentando meter seu membro o mais possivel em minha boca ao mesmo temto que o ia mordiscando.

    Ele gemia de prazer e eu cada vez mais sugava aquele membro que também se movimentada num vai e vem constante ele forçou mais um pouco e eu senti a sua cabecita tocar em minhas campainhas de tal forma que me ia sufocando.

    De repente ele gemeu apertou minha cabeça contra si e senti por minha garganta abaixo todo o esperma saido de uma ejaculação voraz a que nada mais podia fazer a não ser engolir todo aquele elixir.

    Ao prencipio foi susto mas depois prazer de tal forma que ainda me deu para com a lingua lamber todo o resto daquele suco que até era saboroso.

  

    Sem dizermos palavra terminámos o banho tapámo-nos com toalhas de banha à cintura e fomos para a sala novamente.

 

Gays fazendo amor

    Ainda sem dizer palavra sentámo-nos num sofá refastelamo-nos e perguntei se queria que coloca-se alguma música.

     - Se tiveres a musica de fundo do filme “Laranja Mecânica” podes por, ao mesmo tempo que tiras um café e se tiveres, trazes um tubo de vazelina ou outro lubrficante qualquer.

    Naquela altura não percebi aquela da Laranja Mecânica nem da vaselina mas mais tarde iria perceber. E de que maneira.

    Quando regressei com o café e o lubrificante ainda o João estava sentado no sofá mas completamente destapado, -tinha tirado a toalha que o envolvia- com o instrumento de perdição levantado ao mesmo tempo que acariciava as sua bolas.

    Olhei para aquele instrumento de prazer, larguei as chavenas do café numa mezinha ao mesmo tempo que me ajoeilhei frente a ele e meti em minha boca aquele instrumento até ao fim da minha garganta. João foi-se movimentando e eu gugando, sugando e apertando em meus lábios em sua cabecita luzidia.

    João pegou em mim, levantou-me e colocou-me de bruços no sofá ao mesmo tempo que me ia mordiscando minhas costas. Pegou no lubrificante bezuntou um dedo que por sua vez foi levemente introduzindo em meu cú virgem até àquela altura. Cada enfiada do seu dedo dentro de mim, mais me ia retrocendo de prazer. Depois de uma massagem pelo interior de mim e ao redor do meu ânus, senti seu peito em minhas costas ao mesmo tempo  que me começou a punhetar. Meu membro rijo e duro palpitava de tesão e comecei a movimentar minhas nalgas de forma a sentir o pito dele no meu rego. Estava na hora de ser desflorado como menina virgem.

    João pegou em minha cintura e apontou em meu buraquinho. Lentamente e num vai e vem começou penetrando-me. Comecei sentindo coisas que nunca tinha sentindo até então e só na minha imaginação.

    Ao prencipio da penetração em mim, aquela cabeça doeu um pouco e então ele tirou fora e lubrificou mais um pouco e lentamente e num tira e mete, lá me foi penetrando todo até sentir as suas bolas nas minha nadegas.

    Aquela invasão dentro de mim começou a dar-me um prazer inaudito. Segurei com as duas mão o meu pirilau apertando-o como estivesse envergonhado por estar a ser comido pela primeira vez por um homem. Ele sentiu a minha atrapalhação e me começou a estocar freneticamente aumentando o ritmo das estocadas. A pequena dor que tinha sentido inicialmente começou a passar e comecei a gemer de tesão e a pedir que mete-se mais e com mais força. João não se fez rogado e continuou me comendo com volúpia entrando e saindo de dentro de mim ao mesmo tempo que me abraçava. Meus ânus já fervia de quente com aquela fricção do seu membro entrando a saindo de mim, dando-me um goso infernal.

    Assim continuamos por algum quarto de hora, até que começou a por mordiscar o meu pescoço, retirou minhas mãos do meu cacete e começou me punhetando. Ambos gememos de prazer e de repente, ao mesmo tempo que senti os seus espermatozoides percorrerem meu canal também senti os meus sairem em catadupa, mas estes direitos ao sofá. O membro do João ainda ficou dentro de mim mais um pouco até começar a murchar ao mesmo tempo que o meu ânus um pouco dorido e ardente se ia também fechando.

    Estava-mos exaustos. Ele acabou por tirar fora e sentamo-nos lado a lado olhando-nos nos olhos com nossos pitos flacidos. Eu tinha gozado pela primeira vez dando azo aos meus sonhos de tantos anos. O fazer sexo com um homem afinal era bom.

    João com aquele ar de sacaninha atirou:

     - Afinal acabamos por não tomar o café!

     - Pois! Já deve estar friu. Mas valeu a pena.

     - Gostas-te? Foi aquilo com que sonhaste?

     - Foi mais do que isso! Foi um prazer enorme como nunca pensei que fosse.

     - Quando quiseres podemos experimentar novamente. Até porque vai ser giro também me comeres. O que achas?

     - Mas tu não disseste que eras só ativo?

     - Sim sou ativo quando vou com os travesti, mas quando calha um gajo como tu, também gosto de ser comido.

     - Vou certamente gostar dessa expeiência e assim já não me considero um gay passivo.

     - Tas enganado com esse conceito, sendo tu casado com a miha prima, serás como eu bissexual, além de primos e amantes.

    Rimo-nos, beijamo-nos e nos acariciamos durante algum tempo, até que eu disse:

     - E agora de aqui para afrente, o que vamos fazer?

     - Este será o nosso segredo e passarei a vir cá a casa mais vezes.  Que achas.

     - Desde que não demos bandeira tudo bem, até que da proxima prometeste ser eu a comer-te.

     - O prometido é devido. Se não tivermos oportunidade de ser aqui por causa por causa da Isabel, será em minha casa. O que achas?

     - Vou estar sempre à tua disposição, mas agora é melhor despacharmo-nos pois elas devem vir para o jantar.

   Enquanto ele foi tomar um duche, eu fiquei a arrumar a sala, e depois fui eu.

   Já eram oito horas da noite quando ouvimos a porta a abrir-se.

   Nós estavamos na cozinha a preparar o jantar quando entrou a Isabel e minha filha vindas do fim-de-semana no Algarve todas esfusiantes. Nos beijamos todos e hoje sou feliz com uma familia unida mas com um segredo pelo meio.

   Entretanto tanto lá no fundo da sala ainda se ouvia o tema do filme “Laranja Mecânica”

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

(Fotos de arquivo e sacadas na internet)

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

sinto-me: Grande fim-de-semana
a música que estou a ouvir: Laranja Mecânica
publicado por nelson camacho às 14:35
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

Um dia num elevador

Como o Pai soube que o filho era gay

Já tinha feito toda a mudança inclusive a empresa da especialidade já tinha levado tudo.

 

Gays no elevador

     Naquela velha casa, só restava na sala uma cama daquelas insufláveis, dois ou três copos e uma garrafa de whisky. Na casa de banho uma toalha de banho e outra pequena, chamada de bidé. Também ali ficou uma caixa de preservativos e uma bisnaga de vaselina. Na cozinha dois pratos um jogo de talheres e um pequeno micro-ondas por já ser antigo iria parar o lixo. Tudo na eventualidade de ainda por lá ficar mais um ou dois dias até entregar a chave ao comprador da minha velha casa onde morei mais de dez anos onde umas vezes fui felizes outras não tanto. Ia mudar-me para uma vivenda que tinha comprado numa zona de praia.

    Durante aqueles dez anos porque sou um pouco introvertido nunca tive grandes ou pequenos contactos com os outros condóminos, quase que não os conhecia. O Pouco relacionamento que tinha tido foram nos dias de reunião de condóminos mas não era sempre, pois durante aquele tempo e éramos dezasseis, também nem sempre eram os mesmos pois uns ou iam vendendo as casas ou alugavam a outras pessoas e eu não estava disposto a grandes convívios. – Minha avó sempre disse: - “Santos ao pé da porta não fazem milagres”!

    Já estava farto de viver em prédios que mais pareciam caixas de fósforos não me dando a liberdade que naquela altura desejava.

    Queria sair e entrar às horas que quisesse, fazer as festas que muito bem entendesse e meter em minha casa esporadicamente ou por períodos mais longos quem muito bem guise-se sem dar explicações a todos aqueles kuskas.

 

    Durante aquele tempo só tinha dado conta do crescimento de um puto que nesta altura já teria os seus dezoito anos, mas nem sabia em que andar morava. E se tinha dado conta era porque nos últimos anos nos encontrávamos muitas vezes durante a noite, e sempre entre as duas e quatro da manhã quando voltávamos para casa. Por vezes também nos encontrávamos no café mas nunca dos falávamos, ele somente me mirava dos pés à cabeça, mas atendendo à recomendação da minha saudosa avó nunca retribui os olhares, reparando no entanto, que havia qualquer coisa de especial naquele puto bem-apessoado e gostoso. Fazíamos somente uma troca de olhares até que uma noite em Lisboa por volta das cinco da manhã o encontrei no bar “Finalmente”, o mais conhecido internacionalmente bar gay da capital.

     A partir daquela noite quando eu estava já no café lá do sítio e ele, se ia a entrar sozinho, dava meia volta e saia, se ia acompanhado com a família, não tirava os olhos do chão. Chegou mesmo quando nos atravessávamos na rua, a mudava de passeio metendo os olhos no chão.

 

    Naquele fim de tarde quando ia a entrar no elevador senti uma perna a travar a porta ao mesmo tempo que ouvia alguém perguntando: - Posso apanhar a boleia?

Olhei para o espelho e quem vejo? O tal puto que até nem sabia o nome e surgiu o nosso primeiro dialogo.

 

- Então vai-se mudar?

- É verdade! E é preciso eu ir embora para nos falarmos?

- Não é que não tenha tido vontade mas desde que o vi no “Finalmente” fiquei com receio que você divulgasse a alguém cá do sítio que me tinha visto num bar daqueles.

- Mas foi uma grande parvoíce pois se tu lá estavas eu também, e não tenho nada a ver com aquilo que as pessoas fazem ou deixem de fazer. Não me meto na vida dos outros para que os outros não se metam na minha.

 

- Isso é bonito. Já tive uma má experiencia nesse sentido. Uma vez um amigo meu, também me viu no Brigue e foi dizer à minha namorada. Foi uma complicação dos diabos. Ela comentou o facto com os meus pais, acabou comigo, dizendo que eu era gay.

- E és?

- Não! Nunca me relacionei nesse sentido com rapazes! Gosto é do ambiente da música e dos espectáculos dos travestis e nada mais. A malta da minha idade não me desperta qualquer atenção e também não me compreende.

- E se for um tipo mais velho como eu?

 

    Não obtive resposta pois o elevador tinha parado naquele momento no meu andar. A porta abriu-se e não resisti mais. Segurei-lhe na cabeça e beijei-o naquela boca gostosa durante alguns segundos.

 

- Mas!.... Não achas que estás a abusar!

- Não puto! Estou a fazer aquilo que ambos esperávamos que acontecesse há muito tempo.

- Nunca tinha beijado um homem, só a minha namorada.

- Então aqui vai outro mais profundo para veres a diferença.

 

O nosso primeiro beijo gay

Voltei a segura-lhe nas faces e beijei-o novamente, desta vez um beijo à maneira com língua e tudo.

O Pedro, é esse o nome do puto, tremia por todos os lados. Então para apaziguar as hostes ao mesmo tempo que o beijava desci com uma das mãos direitas ao seu caralho que quase queria saltar para fora das calças com tanta tesão que sentia.

O Pedro deixou de tremer e foi a vez de ele me agarrar nas minhas faces e descer também com uma das mãos até o meu caralho. Eu estava de calções e senti sua mão meter por entre os ditos segurando aquele meu pau com toda a força e começando a punhetar-me.

 

- Espera!.. tem calma!... assim venho-me num instante e ainda temos muito trabalho para fazer.

- Desculpa… Nunca tinha tido tanto prazer. Nem quando beijava a minha namorada.

- É natural. O beijo entre dois homens é muito mais sensual assim como o broche. Nós sabemos o que fazemos, não podemos fingir enquanto a mulher quando fode pode fingir à vontade.

 

- Porra. Talvez tenhas razão. Nunca tinha sentido tanta tesão. E agora o que fazemos? Também me estou quase a vir.

- Agora é simples… O elevador já parou estamos no meu andar e vamos entrar.

Assim fizemos. Mal entramos agarramo-nos logo aos beijos ao mesmo tempo que o encaminhava para o quarto onde tinha a tal cama insuflável. Atirámo-nos com tal força que ao tocarmos naquele insuflável mais parecia termos entrado numa piscina. Comecei a despi-lo ao mesmo tempo que ele me tirava os calções. Continuei beijando-o da boca até aquele caralho branco e de cabeça lustrosa, dando notas que ainda não tinha sido muito usado, Tinha poucos pelo e os tintins no seu lugar certo ali mesmo frente ao meu nariz comecei logo mordiscando ora um ora outro ao mesmo tempo que metia em minha boca aquele caralho gostoso que a pouco e pouco já ia começando a expelir aquele suco que sabia a virgem.

Ele gemia de prazer ao mesmo tempo que me segurava a cabeça movimentando-a de forma que aquele pau penetrava em minha boca repetidamente num vai e vem louco.

De repente dando um pequeno guincho de prazer empurrou mais ainda aquele pénis lindo até aos confins da minha boca ao mesmo tempo que o chupava com avidez e trincava aquela glande gorda que expelia aquele leite viscoso e abundante que engolia saborosamente e transbordando até minhas faces.

Tudo isto durou vários minutos de prazer e dor pois fiz tudo para não me vir.

Pedro estafado deitou-se de costas e eu ainda lá voltei aquela gaita ainda pulsante e continuei a chupa-lo.

Toda a sua juventude passados alguns minutos estava novamente para uma nova função e deitando-se sobre mim começou a chupar no meu pénis hirto e mais que rijo. Mordisquei seus lábios e os pequenos lóbulos das orelhas e disse-lhe muito baixinho:

 

- Queres-te sentar sobra a minha verga?

 

Pedro reconhecendo o que eu queria foi dizendo:

 

- Mas não me aleijas?

- Não, vamos arranjar uma posição que não vai doer nada. Chupa-me mais um pouco e vais gozar como nunca.

 

Kamasutra homo

Peguei nele e calmamente sentei-o sobre mim, indo penetrando pouco a pouco e calmamente. Ele foi ajudando cavalgando sobre o meu caralho penetrando cada vez mais fundo ao mesmo tempo que o punhetava, naquela posição de andromache.

Encontramo-nos naquele cavalgar constante e sem tirar minha verga de dentro daquele cuzinho virgem puxei seu corpo para mim e transportei para sua boca algum do leite que ainda tinha na minha. Pedro cavalgou ainda mais e viemo-nos abundantemente. Eu a primeira vez naquele momento dentro do seu corpo perfeito e ele com toda a sua juventude, esporrando-se novamente, desta vez sobre o meu peito.

 

Estava-mos os dois exaustos. Viramo-nos ficando de lado e frente a frente acariciando nossas faces durante algum tempo.

 

- Então! Gostas-te?

- Sim! Nunca pensei fazer estas coisas e sentir-me tão bem. Afinal de contas iniciei o meu prazer sexual com um tipo que se vai embora do prédio e de quem não me quero separar.

- Mas não nos vamos separar, também não vou assim para tão longe e já perdemos muito tempo. Vamos continuar pois há muito que andava de olhos em ti e ao que parece tu em mim.

- Também é verdade que há algum tempo que sentia algo por ti mas não sabia o que era.

- Vamos festejar o momento?

- Mas como? Estou totalmente estafado. Vi-me duas vezes quase seguidas e já são horas de ir para casa. Não sei como vou encarar os meus pais depois disto.

- Mas não tens que encarar seja quem for. Tens de continuara a seres quem és, até a teres uma namorada. Este será o nosso segredo.

- Vamos ver se sou capas de fazer como tu dizes. Quanto á namorada. Nunca te trocarei por ti pois é contigo que quero continuar a praticar o sexo.

- Vais ver que não vai ser sempre assim. Eu também tenho tido as minhas namoradas coloridas embora me dê mais prazer ter sexo com tipo como tu.

- Isso logo se vê! Então como vamos festejar este nosso encontro?

 

Levantei-me e fui buscar os dois copos e a garrafa de whisky que ainda restava naquela velha casa e servimo-nos.

Estivemos por ali bebericando, beijando-nos e fazendo promessas de amor e alguma conversa da treta quando o telemóvel dele tocou.

 

Era a Mãe que perguntava! Onde estava pois já eram horas de jantar.

 

Displicentemente e sem eu esperar aquela reacção disse peremptoriamente.

 

- Estou aqui em casa do vizinho ajudando-o a arrumar as últimas coisas pois sempre se vai embora cá do prédio.

 

Perante aquela resposta. Fiquei atónito, sem jeito.

 

Ele então explicou-me que lá em casa já tinham falado de mim. Que devia ser uma pessoa como deve ser pois metia-se na sua vida sem grandes conversas com os vizinhos.

 

- Assim de repente foi o que me veio à mona ficando com uma abertura perante meus pais para continuar teu amigo e não estranharem.

 

Entretanto a Mãe telefonou novamente dizendo ao filho para me convidar para lá ir jantar, pois certamente já não tinha nada em casa.

 

Ainda fiquei mais sem jeito não sabendo o que fazer perante tal atitude.

Então resolvi!

 

- Vai tomar um duche enquanto vou ali ao café buscar um bolo e já venho.

 

Assim foi! Fui a correr buscar o bolo e comprar uma garrafa de vinho de Reguengos de reserva. Não me demorei.

O Pedro já estava pronto e lá fomos para casa dele levando o bolo para a senhora e o vinho para o pai.

 

Naquela noite verifiquei quanto tinha perdido o não ter convivido durante aqueles dez anos com os vizinhos. Afinal de contas, eles fazem-nos falta. Não podemos viver a nossa vida metidos numa concha.

Por vezes as coisas boas estão onde não esperamos.

No meu último dia naquele prédio arranjei uma família amiga e um amante.

 

Quando entrei com o bolo e com a garrafa o Pedro apresentou-me os Pais. O Sr. João e a D. Eduarda que me receberam muito bem ao mesmo tempo que iam dizendo já terem notado em mim algumas vezes. Ou seja, já tinha sido bem analisado para amigo do filho.

Aquelas pessoas eram uma família sem complicações, tendo um estatuto económico bastante confortável e sem grandes opiniões sobre os outros vizinhos. Tinham e faziam a sua vida sem grandes paventos ou imiscuírem-se na vida dos outros, o que me agradou bastante. A Mãe é secretária de administração de uma grande empresa e o pai é bancário. Soube também que desde os dezasseis anos do Pedro lhe tinham começado dar liberdade de acção recomendando somente que tivesse cuidado com alguma rapaziada da sua idade pois na vida as coisas nem sempre parecem que são e que estuda-se para vir a ser alguém aconselhando-o sempre a procurar amigos um pouco mais velhos pois tinham mais experiencia de vida.

Em toda aquela conversa deu-me a entender que o já meu amigo João a sadia toda e não era nenhum santo.

Depois de já termos bebido uns copos enquanto a mãe fazia as suas lides na cozinha o Senhor João pegou nas mãos do Pedro e disse:

 

- Sabes? Verifiquei que este ano tiveste umas excelentes notas na escola e como já és um homenzinho tenho uma prenda para ti.

 

Muito prontamente o Carlos perguntou:

 

- E qual é a surpresa pai?

- Vai ao teu quarto e tens em cima da cama um envelope. Está lá a surpresa!

- Para mim? Mas que será a surpresa?

 

Pelo canto do olho ia olhando para mim com ar comprometido ao mesmo tempo que olhava para o Pai com ar tímido.

 O Pai notou a aflição e voltou ao mesmo.

 

- Então! Vai lá ao quarto!

 

O Pedro voltando-se para mim, perguntou

 

- Queres vir comigo? Afinal hoje é o dia das minhas surpresas.

 

O Pai fazendo um aceno de cabeça:

 

- Vá lá com ele, vá lá que ainda é capas de lhe dar o badagaio – disse a mãe que entretanto entrava na sala.

 

Assim fomos… Colocando um braço por cima doa meus ombros.

 

Em cima da cama lá estava o tal envelope, grande e volumoso.

O Carlos tremia como varas verdes enquanto abria o célebre envelope.

Dentro do envelope estavam um vocher de uma escola de condução e a chave de um carro.

Tremendo ainda mais e agarrando-se a mim chorando, foi dizendo:

 

- Meu amor hoje é o dia mais feliz da minha vida. Deste-me a maior sorte do mundo.

 

Estávamos embalados por aquela surpresa quando a porta do quarto se abriu e entrou Pai e Mãe.

Ficaram um pouco olhando-nos e talvez por terem ouviram a ultimas palavras do filho o Sr. João prontamente e sem reticência disse:

 

- Eu sei que és o melhor filho do mundo e responsável. Só esperamos que não nos dês grandes desgostos. Continua a estudar e sê um homenzinho seguindo as tuas opções de vida com honestidade.

 

Enquanto ia tendo esta prosa, com a mulher foram atravessando o quarto e abraçaram-se a nós.

 

Eu estava sem coragem de dizer alguma coisa. Deixei que aquele abraço de união permanecesse como infindável.

Parecia um conto de fadas ou um sonho o que acontecera naquela noite.

 

Já eram para aí umas duas da manhã. Quando me comecei a despedir daquele casal maravilhoso quando o Carlos se agarrou aos pais e disse:

 

- Obrigados meus país! são as pessoas que mais amo na vida. Obrigado! Agora se me permitem, Aida tenho umas conversas para ter com o Nelson e vou um bocadinho ainda a casa dele.

 

O João abraçou-se à mulher e só disse:

 

- Vai mas não venhas tarde.

 

E fomos………

 

Naquela cama insuflável conversámos e fodemos quase toda a noite até que adormecemos ouvindo Jacques Brel em “Ne me quitte pás”

 

Despois da keka ouvimos Brel
 
 

Já lá vão dois anos e ainda continuamos amantes. O Pedro agora já com carro, por várias vezes tem trazido os pais a minha casa e somos todos felizes.

 

No verão vamos até à praia e no inverno ficamos em casa a ouvir musica a ver uns filmes e a foder muitooooooooo

 

Aquele elevador ficou na minha recordação para sempre. Esperando que não me deixe mais como a canção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

sinto-me: Feliz com as recordações
a música que estou a ouvir: Ne me quitte pas
publicado por nelson camacho às 08:02
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Domingo, 8 de Janeiro de 2012

Dia de aniversário (Parte I)

convivio gay

O meu novo amigo Carlos

 

Naquele dia o Mário fazia anos e todos nós por causa da Troika estávamos tesos e não podíamos como nos outros anos fazer-lhe uma festa em qualquer bar e como era sábado não havia escola para uns e trabalho para outros e também como éramos oito, também não podíamos ir para casa dele pois éramos só rapazes e os pais festas sem raparigas e tantos não podia ser, então resolvemos ir para minha casa que era o mais velho e vivia sozinho portanto com condições para albergar tanta malta. Já todos a conheciam por várias vezes, menos o Carlos que era o mais novo daquele grupo.

Combinámos, uns levavam cervejas, outros frangos para o churrasco, e outros batatas fritas, hambúrgueres e frutas várias. Eu dava o vinho e todo o resto necessário para a festa.

O Pedro que era o mais atrevido e já lá tinha estado em outras festanças disse logo:

- Eu levo uns filmes que tenho escondidos em casa e três garrafas de champanhe para alegrar a malta.

Quando ele falou nos filmes que tinha escondidos em casa por causa dos pais, vi logo que deviam ser filmes porno e alertei-o: - Vê lá o que levas que o Carlos é novo no grupo e pode não aceitar bem a ideia.

- Ora! Ele é um puto giro e de ideia abertas e já tem dezanove anos. Só tem que se habituar à vida e se quiser vê se não quiser não vê! São filmes para vermos no teu quarto que é grande e nós fechamos a porta.

- Tá bem sim! Vê lá o que fazes, não vá o puto pensar que somos todos tarados, e estragar a festa ao Mário, mas isso é contigo.

 

Naquele sábado, por volta da uma da tarde lá foi chegando a malta. Até levaram serpentinas e confétis. Eu entretanto já tinha acendido o carvão da churrasqueira e colocado chouriços a assar. O quintal estava muito giro com Chapéus-de-sol, espreguiçadeiras e umas mesinhas também compostas com alguns aperitivos e garrafas de vinho tinto e branco. Dentro de casa, no salão também não faltavam tacinhas com bombons e uma mezinha com fluts para o champanhe e um grande bolo de aniversário com vinte e cinco velas.

A malta lá foi entrando cada um com o seu saco de compras que foram depositando umas coisas na cozinha e outras no quintal.

O Pedro como já se esperava, trazia um saco com os DVDs que foi colocar no quarto em cima da cama e uma caixa com morangos e uns pacotes de natas ao mesmo tempo que ia dizendo:

- Meus amigos!.. Para a cozinha foram os morangos e as natas para degustar nossas bocas e para o quarto foram uns filmes para alegrar os olhos de quem quiser. Como já conheço a casa e os hábitos do dono já fiz a minha primeira obrigação. Quanto à prenda do Mário está no carro e só lá vou buscar à noite pois é surpresa e vocês são uns Kuskas e não teem nada que ver antecipadamente.

Todos os outros lá se foram distribuindo pela casa começando por bebericar e petiscar aqui e ali.

O sol estava bastante quente e quando começámos a comer já toda a malta estava em tronco nu. Alguns até tiraram as calças e ficarem com os boxers.

Felizmente que não contamos a nenhuma das nossas amigas aquele evento, pois algumas que já conheciam a minha casa eram capazes de aparecerem de repente e iriam julgar que se tratava de algum bacanal entre homens e ficávamos todos mal vistos.

Naquele dia era só para curtirmos à nossa maneira sem “galinhas” como dizia o tal Pedro o mais atrevido da festa.

Conversamos e disputámos ideias sobre os mais diversos assuntos e até gozámos com o Carlos que talvez por não estar habituado às nossas festas ainda se mantinha vestido. Face a esta atitude, o Jorge, este também bastante desinibido a certa altura dirigiu-se ao Carlos com um uma taça de vinho branco, fez menção de a despejar cabeça a baixo dizendo-lhe:

- Olha Carlitos não tens calor ou não queres mostrar à malta o corpinho? Aqui só mostramos o corpo e mais nada, não tenhas medo que ninguém te come. Hoje é só a aniversário do Mário e não nenhum bacanal.

O Carlos que nunca se tinha metido numa destas andanças, ficou um pouco envergonhado e baixou a cabeça sem coragem de nada dizer.

A malta que estava a observar a situação começou a dizer:

Despe…. Despe… Despe… Despe-te maricas… Despe… Despe… Despe-te maricas…

Oh malta não é nada disso, é que eu não uso boxers como você mas sim slipes e não me sinto à vontade.

Perante a situação caricata que estava a atrapalhar o rapaz, fui em seu socorro dizendo-lhe se é por causa disso eu empresto-te uns boxers ou uns calções. Anda daí, peguei-lhe num braço e encaminhei-o ao meu quarto para lhe emprestar o que quisesse.

Enquanto atravessava o quintal o Zeca, outro atrevido que já tinha estado em outra situação idêntica, com ar de sacana lá foi dizendo:

- Pronto!... Lá vai o Caçador!..

Todos se riram pois sabiam muito bem que o Zeca tinha uns ciúmes imensos de mim.

   Diz-se que homem sério não tem ouvidos e lá levei o Carlos ponde-lhe um braço por cima dos ombros. Quando passávamos no corredor a porta do escritório estava aberta e despertou a atenção do Carlos as estantes com tantos livros. Parou, olhou e entrou e disparou:

– Mas tens tantos livros? O que fazes na realidade?

- A minha paixão é os livros e a música, Desde Fernando Namora até Aquilino Ribeiro ou uma Ópera desde Madame Buterfy de Puccini até o Barbeiro de Sevilha de Rossini ou ainda quando faço amor na penumbra do meu quarto, um concerto para piano de Chopin, devoro tudo.

- Eu também gosto de ler e ouvir uma boa música e tens esses discos? Agora fazer amor ao som de Chopin ainda não experimentei! Deve ser agradável!

- Pois é!

- Posso ver a tua colecção de livros e discos?

- Claro! Talvez não tenhamos é tempo de te mostrar tudo. Aquela malta se demorarmos mais, ainda vão gozar com a gente. Um dia destes combinamos e vens cá jantar e mostro-te tudo. Tá bem?

-Okey. Parece-me que temos os mesmos gostos embora tenhamos uma diferença de idade um pouco notória, mas gosto de conviver com mais velhos do que com putos da minha idade, sempre se aprende alguma coisa. Vamos lá então emprestaras-me uns calções.

 

A coisa ficou por ali!

Só não ficou para o resto da malta, porque demoramos um pouco e conforme eu tinha dito fartaram-se de gozar connosco quando entramos no quintal já com o Carlos com uns calções muito curtinhos. Começaram em tom de gozo cantando, alterando um pouco a canção “Os Vampiros” do José Afonso “Ele comeus todos, ele comeus todos e não deixa nada”

Foi gargalhada geral. Pois já todos, não sabendo uns dos outros, já tinham passado pelo Caçador. Contavam-se histórias mas nunca ninguém assumiu que uma delas se tivesse passado com eles. Era como uma sociedade secreta. Todos brincavam mas ninguém apontava o dedo.

 

Com todas estas andanças, bem comidos e bebidos começou-se a falar sobre que filmes iríamos ver.

Desta vez foi o Santos que alvitrou:

- Eu cá por mim ficava aqui a apanhar os restos do sol, e continuar a beber uns copos. Se quiserem também podem por um filme daqueles que não chateia ninguém.

O aniversariante que estava de amena cavaqueira com o Paulo disse logo:

- Nós vamos para o salão ouvir um pouco de música.

- Olhem meninos eu já estou com uma pica dos diabos e vou para o quarto ver uns filmes que trouxe. Quem me quiser acompanhar é sempre bem-vindo. O Nelson não se importa até se tiver de fechar a porta.

-Oh pá! Vocês estão em vossa casa e façam o que quiserem. Quando chegar a altura também alinho. Para já vou até à cozinha para preparar os morangos do Pedro e o bolo para cantar os parabéns ao nosso amigo Mário que já está meio groge e na converse ta com o Zeca.

 

Fiz o pequeno-almoço ao meu amigo gay

Estava na cozinha a preparar umas tacinhas com morangos cobertos de chantilly quando entrou o Carlos com umas garrafas de cerveja perguntando se tinha um saca-rolhas ao mesmo tempo que dizia: - E pá, há ali uns tipos que conseguem abrir as cervejas com o destes mas eu não consigo…

- É verdade! Há tipos que fazem tudo com os dentes, eu também não consigo. Tens naquela gaveta, um abre-latas que também abrem cápsulas. Vê se te ajeitas com ele que eu estou para aqui atrapalhado com o chantilly que nunca mais fica consistente.

 

   Assim fez o Carlos, abriu a gaveta indicada, pegou no abre-latas talvez por não ser o mais indicado para cápsulas de cervejas, quando tentou abrir a dita, deu um pequeno golpe num dos dedos começando logo a verter um pouco de sangue derivado ao golpe.

 

- Porra!.. - Gritou o Carlos - Isto de sangue com cerveja é capaz de se bom!.. Tens aí água oxigenada?

Olhando para a aflição do Carlos. Com a cerveja saltando da garrafa com grande fúria ao mesmo tempo que o sangue escorria esguichando do dedo do rapaz, lá fui dizendo:

- Epá! Também não é nada de aflição. Não tenho água oxigenada mas há uma coisa melhor que me ensinou minha avó. – Dirigi-me a ele, peguei na sua mão e meti seu dedo na minha boca chupando durante algum tempo todo o sangue que dele escorria até não deitar mais.

Enquanto o fazia, olhamo-nos nos olhos. Ele com ar de desconfiado e eu admirando aqueles olhos verdes que brilhavam debaixo de uns cabelos louros – tipo gaifanas – que vinham desde um pouco a baixo na nuca, tapavam as orelhas e vinham morrer por cima daqueles olhos brilhantes de pálpebras enrugadas denotando-se perplexidade pelo que estava a acontecer.

Esta situação durou um ou dois minutos. Eu continuando a sugar-lhe o sangue como fosse um vampiro e ele com um ar de espanto mas sentia-se aliviado.

Quando deixei de lhe chupar o dedo, já não havia réstia de sangue.

Foi a vez do Carlos dizer:

- Afinal a tua avó tinha razão! Foi melhor que a água oxigenada. Já não há pinga de sangue.

- É verdade! Uma chupadela em determinadas ocasiões é capaz de fazer milagres. - Disse eu –

Entretanto entrou da cozinha o João perguntando:

- Então onde estão os morangos e a cerveja?

Olhando para nós e vendo que se passava qualquer coisa nos nossos semblantes.

- Não me digam que estiveram os dois batendo o chantilly ou qualquer outra coisa.

O Carlos um pouco atrapalhado foi dizendo:

- Mas que qualquer outra coisa? Simplesmente cortei o dedo a abrir uma garrafa e o Nelson esteve a chupar-me o dedo para fazer para o sangue.

- Pois sim!.. agora tens que o chupar a ele. Olha que ele não dá ponto sem nó…

- És parvo ou quê? É verdade o que aconteceu. Não estejas para ai com ideias perversas. Isso deve ser pelos filmes que vocês estão para aí a ver…

- Pois sim!.. Tábem sim tábem!.. – E revertendo tudo o que se tinha passado, foi para a sala contar à malta que eu tinha estado a chupar o dedo do Carlos com o chantilly.

A malta que queria era galhofa quase todos em uníssono, lá foram dizendo. – Mas eu também quero!..

Ao mesmo tempo que eu e o Carlos entravamos na sala com as cervejas e uma bandeja com os célebres morangos em várias tacinhas, todos de rompante olharam para nós e lá tivemos de explicar o que tinha acontecido na realidade.

A malta estava toda espalhada pelos cantos todos de olhos postos nos filmes que estavam a ver.

Naquela altura na sala via-se o filme “O Segredo de Brokeback Mountine” no quintal “ Stree Race” e no quarto “ Beachs Boys”. Era para todos os gostos.

Gays a caminho da praia

Perante tal situação, e como não estava para me meter naquela confusão de filmes propus-lhe ir até à biblioteca para conversarmos um pouco.

Assim fomos como sabia que o Carlos nunca tinha alinhado em festas destas e como ele demonstrou interesse nos livros e nos discos, fui-lhe mostrar o que tinha e o que fazia.

Mostrei-lhe o meu canto de escrita, ou seja, onde trabalhava nos meus contos, histórias e criticas que publicava em vários sítios.

Sentei-me no cadeirão frente ao computador e como este é largo, ele sentou-se também nele ficando um pouco apertadinho com uma beba em sina de uma das minhas pernas, e assim lhe fui explicando o processo de escrita e como procurava notícias fresquinhas nos jornais portugueses e estrangeiros na internet.

As noticias sim! Eram fresquinhas mas os nosso corpos não! Ainda estávamos eu de boxers e ele de calções ocasionando que meu peito se encostou às costas dele que com o movimento dos braços que o rodeavam para teclar iam fazendo alguma fricção nas suas costas, enquanto ia sentindo algum desconforto no meu pénis pois cada vez ia estando maior e quase a saltar para fora dos boxers.

O Pedro sentiu mas não disse nada somente se mexeu um pouco.

Não aguentei mais e minhas mãos deixaram o teclado do computador e foram-se poisar no seu pénis ainda flácido.

Ele virou a cabeça para mim, olhou-me nos olhos e calmamente sem qualquer ressentimento atirou: - Não sei qual é a tua ideia mas eu não sou maricas!

Retirei minhas mãos de cima do seu pénis, agarrei sua cabeça e aproximei-a mais da minha e enquanto aproximava meus lábios dos seus, antes de o beijar respondi:

- Mas eu também não sou… mas estou com uma vontade tremenda de te beijar! E assim o fiz.

Foi um beijo como há muito não sentia resposta tão pronta e tão delicioso. Nossas línguas baralharam-se em nossos bocas nosso lábios mordiscara-se assim como nossas línguas sedentas de tanto carinho.

Ficamos assim durante algum tempo até que nos afastamos e ele disse: - E agora? O que é que eu faço? Já beijei algumas raparigas e é a primeira vez que meu corpo treme e sinto algo de especial que não entendo.

Percorrendo minhas mãos pelo seu corpo meti-as por dentro dos calções e fui encontrar um pénis grande, hirto, viçoso e latejando de tal forma que de dentro dele já começava a sair um pouco de leite branco e viscoso solicitando que o chupasse.

Agora?  Disse eu!: - Lembras-te quando na cozinha te feriste no dedo e a solução foi ter-te chupado o sangue e tu fiaste admirado eu disse que “Uma chupadela em determinadas ocasiões era capaz de fazer milagres” ! Pois aqui vai mais um milagre.

Rodopiei, ajoelhei-me frente a ele, baixei-lhe os calções e meti na minha boca aquele caralho ainda virgem nestas andanças. Ele freneticamente segurou minha cabeça e movimentou-a num vai e vem constante ao mesmo tempo que meus lábios percorriam todo aquele cacete mordiscando aquela glande e penetrando cada vez mais aquele pau gostoso até ás minhas campainhas. Meu pénis saltava de alegrias procurando algo para também penetrar mas só tinha o tecido dos boxers por onde sua cabeça roçava.

De repente, daquele caralho gostoso do Carlos saiu como um jacto da água de uma mangueira de bombeiros milhões de espermatozóides todos muito juntinhos transformados em leite viscoso tipo leite condensado que engoli todo ao mesmo tempo que sem tocar na minha gaita esta se vinha também abundantemente. Ambos trememos de satisfação continuando a chupar e absorvendo todo aquele néctar que pelo seu sabor se adivinhava virgem.

Pusemo-nos de pé e nos beijamos ardentemente transportando ainda algum daquele néctar à procedência original.

Ainda estávamos naquela de pensar no que tínhamos feito quando o Pedro bateu à porta dizendo que o filme já tinha acabado. Abriu e denotando que algo tinha acontecido com o seu ar malandreco já conhecido atirou:

- Então nós é que estivemos a ver um filme porno e vocês é que se portaram mal! Eu também queria mas não tive sorte alguma. - Piscando-me o olho – Então tiraste a virgindade ao puto?

O Carlos um pouco atrapalhado retorquiu logo: - Não aconteceu nada entre nós, mente perversa.

- Tá bem… Tá bem… Logo me dás isso! Julgas que não sei o que a casa gasta? Vá lá despachem-se que vamos abrir o bolo e cantar os parabéns ao Mário. Entretanto vou vestir-me e vou ao carro buscar a minha prenda.

 Todos nos começámos a vestir enquanto o Pedro foi ao carro.

Agora também eu vou descansar a mona e os dedos e amanhã volto aqui para contar o resto do que se passou naquele dia de anos do Mário.

 

Próximo capitulo já a seguir

 

 Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

 

sinto-me: Estou a meio de uma hstória
a música que estou a ouvir: Barbeiro de Sevilha de Rossini
publicado por nelson camacho às 00:12
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