.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Terça-feira, 9 de Julho de 2013

Apanhei um mentiroso na praia (A Mentira do João I)

Praia do Magoito

     Todos sabem que hoje esteve um calor do caraças, por Portugal inteiro aqui na minha zona do Magoito não fugiu a regra.

     Não era só nas televisões que a toda hora nos aconselhava a ter cuidado com o calor por causa dos raios ultra violetas propícios a criar o cancro nas peles mais sensíveis, também o meu médico me tinha aconselhado a frequentar a praia até às 10 horas ou de pois das 18 e foi o que fiz, não de manhã mas ao fim da tarde.

     De calções de banho chinelos e um robe (gente fina é outra coisa) meti-me no carro e lá fui.

     A praia do Magoito agora é uma seca para se descer até ao areal, Fizeram uma escadaria tipo passadiço bastante íngreme. Resultado: Para descer todos os Santos ajudam, mas para subir depois de levar um escaldão e uns mergulhos a coisa esquenta. Então para ganhar coragem para aquela descida, resolvi ficar-me na esplanada.

     Ver um homem de robe na praia, não é lá muito natural por estas bandas de forma que encontrei olhares maliciosos mas como minha avó dizia “quem quer vai quem quer está” não liguei pega e procurei um lugar, pedi uma cerveja (aparentemente bebida de homem).

     Despi o roupão e lá fiquei recebendo aquele sol malandro na minha musculatura sarada de ginásio independentemente da minha idade já entrada para a linha dos “cotas”.

     Estava naquela de não saber se ia descer até à praia ou não quando entrou na esplanada um moço aí para os vinte anos vindo da praia e todo depilado e com a pele feia em escamas pelo escaldão que tinha apanhado. Sentou-se mesmo ao meu lado olhou-me cima a baixo e comentou:

        - Então não foi dar uns mergulhos?

        - Para ficar assim como você? Não obrigado!

        - Isto é o que faz a dor de corno.

        - Quer dizer! Levou um tapa da namorada e a sua pele é que pagou!

        - Não é bem assim, mas quase.

        - Então?

        - Não levei um tapa! Simplesmente fui trocado!

        - Então e foi caso para se vir queimar?

        - A ideia não era essa! Ontem à noite levei com uma parelha de cornos, fiquei sem carro, meti-me na camioneta e vim dormir para praia.

        - E dormiu bem! Já viu como tem a pele, vermelha e toda escamada? Acha que valeu a pena fazer um disparate desses por ser trocado por outro?

        - O pior é que esse outro era meu amigo!

        - E você acha que uma mulher merece esse sacrifício?

        - É uma história bastante complicada

        - Olhe meu amigo! Sou um tipo divorciado e depois também encontrei um amor que pensava ser para o resto da vida, mas não foi. Essa coisa de amores… Tenho uma certa experiencia portanto posso-o aconselhar nessa área. E creia que não há amores que nos possamos sacrificar e você é um rapaz novo e ainda tem muito para viver.

        - Certamente quando chegar à sua idade direi o mesmo.

        - Já estivemos a falar melhor! Uma maneira simpática de me chamar velho.

        - Mas não foi essa a minha ideia, embora goste de conviver com tipos mais velhos que eu! Sempre se aprende alguma coisa.

 

     A Conversa estava neste pé de aconselhamento e já tinha bebido mais duas cervejas e ele que tinha começado com uma água, também já ia na segunda cerveja.

     O tempo também já começava a abrandar no calor pois  sol á se ia recolhendo lá no orizonte quando resolvo apresentar-me

 

        - Já agora, eu chamo-me Nelson e você?

        - É verdade! Eu sou o Mário e moro em Sintra. Você onde mora?

        - Mesmo aqui no Magoito.

        - Isso é que é sorte, mesmo ao pé da praia. Hoje para ir para casa tenho de apanhar o auto carro para a Portela se Sintra e depois apanhar um táxi para a vila.

        - É verdade você disse que tinha ficado sem carro ontem à noite.

        - Não foi bem assim. O meu amor é que ficou com ele quando vi que estava com outro, deu-me o amoque e vi-me embora.

 

   “ Aquela história estava a ficar de veras interessantes e como queria saber mais arranjei um esquema.

Voltei a chama-lo a atenção de como tinha a pele e ia necessitar ser oleado com um creme para as queimaduras solares que até tinha em casa por onde passaríamos prontificando-me a leva-lo a casa dele. Assim tornava-me gentil, saberia o resto da história e talvez entretanto acontecesse alguma coisa de interessante já que era um moço bastante apessoado e carente.”

 

        - Não será muito trabalho para si? – Respondeu o Mário depois de ter posto em prática o meu convite.

        - Mas não me custa nada! Tenho todo o tempo do mundo.

        - E a sua família não se vai importar?

        - A minha família actual sou eu um cão e um gato que se dão a mil maravilhas e não chateiam.

        - Mas deu-me a entender que tinha família!

        - Não! Tenho dois filhos que não vivem comigo e sou divorciado, portanto, estou aberto a uma nova relação.

        - Quer dizer que já tem um currículo digno de inveja.

        - Não sei se será assim, mas que já vivi o bastante e já fui muito feliz com os amores que tive, isso é verdade.

        - E você?

        - Sou solteiro, tive um problema com os meus pais, não nos falamos e também vivo só.

 

    “Esta conversa já foi feita no carro e a caminho de minha casa, onde parei e repeti o convite de o tratar das queimaduras. Entrámos. Fui preparar uns refrescos, Fui buscar os cremes. Estiquei um lençol branco na cama e encaminhei-o para lá a fim de tratar das mazelas. Ele nem truz-nem-mus, aceitou tudo sem dizer palavra. Deitei-o na cama de costas para cima e comecei a massaja-lo com aquele creme oleoso.”

 

         - Tens uma costas lindas tens, todas peladas.

         - Afinal foi bem ter apanhado este escaldão!

         - Então porquê?

         - Nunca me tinham feito uma massagem assim! É bestial!

         - Estas a gostar? Ficaste com um grande vermelhão no sítio das sungas! O melhor é tirá-las.

 

    “ Conforme fui dizendo isto fui-lhe retirando as sungas, ficando com aquele cuzinho arrebitado e branco, sem pelos à mostra e comecei massajar-lhe as nádegas, Eu estava de calções curtos e o meu pau começou a dar ar da sua graça, começando a eriçar-se. Antes que a minha mona tivesse alguma ideia triste, virei-o de papo para o ar e comecei massajando-o pelo peito enquanto olhava para o seu pau ainda deitado e flácido. Era simpático de fava descoberta com uma cabecita luzidia. Mesmo flácido não dava a ideia de ser grande ou grossa. Era o que se chama uma pila gostosa e com vontade de ser abocanhada”.

 

         - Então continuas a gostar? A tua namorada nunca te fez isto?

         - Mas qual namorada?

         - Então a zanga que tiveste não foi com a tua namorada?

         - Não! Foi com amigo com quem ando há três meses.

 

   “ Porras! Os tintins foram-me caindo aos pés. Afinal o gajo era gay (passivo ou activo iria descobrir).Tinha sido enganado!!... mas foi uma fracção de segundos na altura as minhas mãos estavam percorrendo o abdómen e de imediato desceram até à área púbica encontrando os seus tintis ficando o pau por cima da mão que senti começar a levantar-se”

 

        - Queres que continue? Perguntei ao mesmo tempo que agarrava aquele pau semi-hirto.

 

Relações sexuais gay

     A resposta foi segurar-me na cabeça e encaminha-la até aquele pénis que se adivinhava gostoso e meti em minha boca movimentando a mesma até começar a sentir que estava a inchar (por acaso como gosto)

Mário retorceu-se de gozo ao mesmo tempo que buscando o creme da massagem besuntou os dedos e começou a massajar-me p ânus.

 

     "O cabrão do puto estava a preparar-se para me comer. Fazia-me lembrar o que já tinha feito um milhar de vezes a outros. Desta vês estava eu a ser enganado. Mas deixei, pois também estava a gozar.

Nas calmas, tirei da boca aquele pau que já sulcava, antes que fizesse alguma asneira, subi pelo corpo dela acima e os meus lábios foram-se plantar na sua boca que foi aceite com grande entusiasmo, com língua e tudo. Ficando assim durante algum tempo enquanto nossos paus hirtos se digladiavam.

 

 

 

Copula gay

     Os meus neurónios não paravam ao pensar que tinha sido enganado, pensando que tinha ali algo para brincar sexualmente e no final de contas o gajo estava a ser muito macho para o meu gosto. Aquilo não podia ficar assim, então abri-lhe as pernas e apontei o meu pau para aquele cuzinho que certamente já não era virgem. (ia ver se era verdade ou não). Mal apontei no buraquinho, ele movimentou-se de forma a fazer pressão para o penetrar e ele todo contente lá foi penetrando sem muito custo anos destro. (afinal não era mesmo virgem já por lá tinham andado outros. Cota como eu sabe destas coisas). Ele com as pernas no ar e movimentando-se ao mesmo que lhe dava uma foda gostosa e louca esporrei-me vorazmente dentro dele. Para terminar aquela sessão ele masturbou-se e assim nos vemos os dois.

 

     Sem dizer palavras algumas, estoirados deitamo-nos de lado com os corpos juntos para o descanso dos guerreiros, beijando-nos à espera de outro ataque.

      Adormecemos.

 

     Quando acordei já a noite tinha entrado janela dentro. Calmamente e sem o acordar fui tomar um duche e por no micro-ondas uma cuvete de bacalhau com natas. Fui por a mesa com velas e tudo, vesti um roupão e fui acorda-lo.

 

     Comecei por beija-lo no lóbulo da orelha até aos lábios.

     Ele acordou.

     Olhou-me nos olhos e com um sorriso maroto nos lábios perguntou.

 

        - Que horas são?

        - Já são dez horas. Dormiste bem?

        - Dormir bem é pouco! Afinal sempre é verdade que os “cotas” sabem mais e dão mais prazer.

        - O amigo com que andavas que idade tem?

        - Vinte e cinco! E tu?

        - Já passei por aí há um bom par de anos. A idade não interessa, tu o dirás de acordo com a minha prestação. A propósito, já tenho o jantar pronto. Tenho uma fome dos diabos e tu não tens?

        - Se não queres dizer não digas mas que és melhor que muitos da minha idade isso é verdade.

        - Ainda não viste nada. Mas agora levanta-te, Vais tomar um duche mas antes pões no corpo um pouco da Nivea líquido por causa das peladas.

         - Nunca ninguém me tratou tão bem.

         - Sim tá bem toma este robe para vestires depois do duche e vem jantar. È bacalhau com natas. Gostas?

         - De ti estou a começar a gostar de tudo.

         - Vai te lá tratar e deixa-te de lamechas.

 

     Entretanto fui acabar de por a mesa e abrir uma garrafa de vinho Reserva de Reguengos fresquinho.

 

     Quando o Mário chegou, antes de se sentar deu-me um beijo.

Se até ali não sabia bem porquê tinha criado um certo gosto pelo rapaz, depois daquela atitude parecia que tinha arranjado o que se chama de Boyfriend.

 

     Durante o jantar tentei tirar o que se chama de “nabos da púcara” e ele contou-me tudo.

 

II

 

Mário tinha numa noite no Finalmente tomado conhecimento com um rapaz da sua idade com que se tinha enamorado.

Você vai ler a sua história aqui: (A Mentira do João II)

Discoteca boyfriend

 

     Já leu? Pois bem! Perante esta história de desavenças que me foi contada enquanto jantávamos, fomos até ao salão tomar o cafezinho da praxe e um belo Conhaque.

 

        - Então que dizes da minha historia? Perguntou, já sentados no sofá.

        - Bem! Mentirinhas dessas, são mentiras bobas, embora uma mentira é sempre uma mentira. Cá para mim é mais grave a promiscuidade dele que da mentira. Afinal o teu Boyfriend não era o que tu pensavas e perante essa situação só estou preocupada é com o carro que ficou nas mãos dele.

        - Não há preocupações. Apesar de tudo o tipo é um gajo sério e mora na minha rua e sou visita da casa dele e amigo da família.

        - Ah, então isso vai passar. Vais lá a casa, fazes as pazes pedes a chave do carro e iça tudo como se nada fosse.

        - Achas? Depois de te conhecer a única coisa que lhe vou dizer é pedir-lhe a chave do carro e contar-lhe que te conheci e que fiquei apaixonado por ti. Não gosto de mentiras.

         - E pá! Não estás a ir longe de mais? Apaixonado por mim? Só por umas brincadeiras?

         - E não achas pouco? Estás descomprometido como eu. Tens tido uma atitude perante mim, como nunca tive. Nem o meu pai me deu tanto afecto.

        - Pára aí! Primeiro não sou teu pai, segundo os meus filhos são mais velhos que tu, terceiro, o relacionamento que tivemos até aqui não foste o de pai para filho.

        - Não é isso que quero dizer! Tás parvo ou quê? Sei qual e a diferença O que quero dizer é que em relação a afectos nunca os tinha tido assim. Tu sabes receber a ouvir e aconselhar um tipo como eu. A propósito! posso cá ficar hoje?

         - Bem, vamos lá esquecer essa coisa do pai e toma mais um Conhaque. Quanto o ficares cá hoje, até pode não ser só hoje.

 

     “ A conversa tinha-se desviado para outro teor que não me agradava independentemente de já ter tido um caso semelhante que durou seis anos. Também ficam uma noite e depois é um caso sério para se irem embora e acabam por ficar anos.

E porque será que só duram anos? Perguntará você. Bem é que o para sempre não existe o mundo é feito de mudanças e quando algo de bom acontece é melhor aproveitar a oportunidade. Foi o que me aconteceu naquele dia com o Mário.

Já o tinha comido. Portanto a minha parte estava feita e como o pito dele não era assim tão grande talvez o quisesse sentir dentro de mim.” 

 

         - Quer dizer que posso ficar hoje, amanhã e depois?

         - Se te portares bem.

     Mário como reconhecimento pelo meu consentimento meteu uma mão no cós dos meus calções ao mesmo tempo que com a outra movimentou minha cabeça junto à dela e colamo-nos nu beijo ardente.

         - E se fossemos para a cama?

 

     Pelo caminho do salão ao quarto foram ficando as pequenas peças de roupa que tínhamos vestido.

 

     Atiramo-nos para a cama que ainda não tinha sido feita desde a última vês que ali tínhamos estado.

Agarrados como um só beijando-nos fervorosamente, Mário foi descendo pelo meu peito mordiscando-o até encontrar o meu pau já rijo, metendo-o naquela boca quente e húmida de saliva e tal como da primeira vez com os dedos húmidos de saliva procurou meu ânus lubrificando a sua entrada: Mais uma vez estava a dar indicações que me queria comer. Da primeira vez dei-lhe a volta e fui eu o macho. Mas o puto até merecia.

     Movimentei todo o corpo de forma a ficarmo-nos beijando, abri as pernas e sentei-me na piroca do puto.

 

Kamasutra sentado na piroca

     " Para os novatos que me estão a ler, esta é a posição mais confortável para o apanhador na medida em que pode ir deixando penetrar-se de acordo com o seu gosto. O Único problema é criar uma certa tenção nas barrigas das pernas, sendo assim difícil para os mais gordinhos. Forra isso a partir desta posição pode seguir para outras mais convenientes e masturbar o penetrador."

 

     Já estou terminando a minha aventura de ontem.

 

     Fiz questão não só de contar como é possível arranjar um Boyfriend mais novo como um mais velho assim como algumas dicas como fazer uma penetração suave, que também serve para qualquer das partes

     Esqueçam essa coisa dos gays activos e gays passivos. (A minha avó dizia que o ladrão tanto é o que entra para roubar como o que fica à porta a avisar o policia) E nesta coisa de sexo, se não for a dois, não tem piada alguma e é a forma de se aguentares durante algum tempo no tempo.

     Até mesmo aqueles que de princípio e alguns casados com mulheres e um dia experimentaram ter relações com outro homem. Se calhar com um gay que lhe saiba dar a volta, na volta é ele que sai comido. È uma questão de jeito.    

 

     Este meu desabafo, conto, história, no que você acreditar chegou ao fim.

     É Segunda-feira, ontem fomos buscar o carro do Mário a Sintra. A conversa que ambos tiveram não interessa. Só sei que o Mário contou ao João que me tinha conhecido que tinha estado em minha casa e para lá voltava.

     Hoje tenho dois carros parados à porta O Mário está dormindo e eu vim aqui contar-vos a nossa história.

 

 

     Verdade? Ou Mentirinha? Semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção. Você decide a veracidade do conto

 

   As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

     Nelson Camacho D’Magoito

               (O Caçador)

    “Contos ao sabor da imaginação”

            de Nelson Camacho

 

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 06:21
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|
Terça-feira, 18 de Junho de 2013

Santo António em minha casa

Santo Antonio Boy

     Ontem ganhou Alfama as marchas de Santo António em Lisboa.

     Hoje ganhei eu um Santo António em minha casa no Magoito.

 

     Ontem foi noite de festa para milhares de pessoas pelos bairros típicos de Lisboa. Começámos na avenida da  liberdade fomos para os nossos bairros comer sardinhas, bailar e embebedar-nos.

 

     Foi este o percurso da maioria dos festejastes do Santo. Foi esquecida a crise e lá saíram muitos milhares de euros dos bolsos das gentes, mesmo com a sardinha a Euro e meio cada uma.

 

     "O Coelho esqueceu-se de mandar a ASAE fiscalizar as condições de higiene e das facturas. AINDA BEM!"

 

     Eu pela minha parte como andava só, Quando acabaram as marchas na avenida, percorri Alfama, Madragoa, Bica e Bairro Alto. Às seis ma manhã, meti-me na IC19 e vim para casa só, conforme tinha ido.

 

     Dormi pouco! Acordei por volta das dez, tomei um duche e fui como a maioria do pessoal, aproveitando o feriado que o Coelho não cortou e fui até à praia. Estava uma seca. Nevoeiro e vento. Aqui no Magoito é sempre uma seca. Ainda me lembrei de ir até à Costa, mas como não tinha companhia voltei para casa.

 

     Passei pelo super mercado, comprei sardinhas, salada e batatas para o repasto do almoço.

 

     Fui até ao quintal acendi o fogão e pus as batatas a cozer. Acendi a churrasqueira e comecei a assar meia dúzia de sardinhas.

 

     É preciso ter pachorra para fazer isto sozinho, mas como todos nós temos um pouco de loucura, mesmo só, de vez em quando faço isto.

 

     Quando fui buscar vinagre para a salada, ele não estava lá, desci as escadas e fui até à mercearia comprar o néctar que faz sempre falta numa salada.

 

     Vinha já da mercearia com o vinagre, quando dois moços - por acaso bem-apessoados - saiam de um carro, cumprimentaram-me e um deles que depois de olhar bem para ele vi ser cá do sítio me disse:

        - Que cheirinho de sardinha assada vem do seu quintal.

        - É verdade! Só tenho pena é de não ter companhia. – Queixei-me.

        - Lá por isso nós fazemos companhia, a praia está uma seca e nós íamos à procura do almoço.

 

     Não sou de meter em casa quem não conheço, mas pelo menos um, sabia quem era. Era meu vizinho e conhecia os pais por frequentarmos o mesmo café, convidei-os para a sardinhada que estava no lume e já deviam estar prontas.

 

     O Mário e o Pedro (nomes fictícios) quando iam entrando o Pedro lembrou-se que tinham umas cervejas no carro e foi busca-las ao mesmo tempo que dizia. – Pelo menos levamos alguma coisa.

 

     Assim que entramos no quintal já as sardinhas que tinha deixado assar, estavam boas, mas eram poucas para os três.

     O Pedro que é o mais despachado perguntou: - Não tens mais?

        - Sim, comprei duas dúzias, deve chegar, estão na cozinha.

     Pedro logo as foi buscar. Na volta comentou:

        - Tens uma casa gira. Desculpa lá mas dei uma olhada aos vídeos e vi que tens uns que podemos ver?

    

     O que o Pedro tinha visto eram uns porno que estavam mesmo à mão. Concordei mas para depois das sardinhas.

 

serveja com sardinhas e kiss boy

    Aquela almoçarada estava a correu às mil maravilhas. Sardinha, batata cozida, salada de pimentos vinho e cerveja.

    Como o meu quintal está resguardado de olhares estranhos, pois está totalmente vedado e o sol estava abrasador os três fizemos uma festa com música à mistura. Até nos despirmos como se estivéssemos numa Boate livre de preconceitos.

     Fizemos umas misturas de bebidas e nem mesmo assim, quando o sol começou a ficar mais baixo lá no horizonte o tempo começou a esfriar o Mário vestiu uma t-shirt  e foi para a sala.

     O Pedro comentou:

        - O gajo é um tipo porreiro mas nunca alinhou nestas coisas.

        - Mas que coisas? Comentei.

        - Ele anda sempre a dizer que gosta muito de mulheres, mas não lhe conheço nenhuma namorada.

        - E Tu?

        - Eu gosto de curtir e ver uns filmes de gajos.

        - Desculpa lá mas não entendi bem. Criticas o Mário de andar a dizer sempre que gosta muito de mulheres e tu gostas de ver filmes de gays. Qual é a tua? Já tiveste experiencias homossexuais?

        - Não mas gostava de ter!

        - Já agora diz-me porque desabafas isso comigo?

        - Uma noite fui ao Finalmente com uns colegas e vi-te lá aos beijinhos com um gajo. Nunca disse a ninguém que te conhecia como vizinho, mas fiquei de olho em ti.

 

     “Aquele Pedro afinal sabia-a toda, só lhe faltava experiência. Lembro-me de uma vez lhe ter dado boleia da praia até aqui ao sítio. Também eu fiquei com olho nele, mas como “Santos ao pé da porta não fazem milagres” nunca me tinha metido com ele. Naquele dia ia ter a minha oportunidade. De repente lembrei-me “Porra! Mas são dois! Que se foda! Ainda os vou por a mamar-nos”

 

        - Fizeste bem. Hoje quero ver quem vai ser o Santo António, vamos atacar o Mário?

        - Como tens mais experiencia, vamos ver um filme e tu ficas no meio. Tá bem? – retorqui o Pedro.

 

     Encostei-o ao balcão do bar do quintal, segurei-o pelas ancas encostamos nossos corpos e beijei-o.

        - Foi isto que viste no Finalmente? Gostaste?

        - Ao vivo é muito melhor – disse ele, beijando-me sofregamente.

 

     “ A coisa estava a andar bem, vestimos as t-shirts e fomos para a sala. Coloquei um DVD porno Gay no vídeo e sentámo-nos, comigo ao meio como o Pedro tinha pedido. “

Encontro de rapazes

     Mal começo a rodar o filme e vendo do que se tratava o Mário, perguntou se não havia gajas.

        - Tás a ver? O gajo só pensa em gajas. – atirou o Pedro

        - Eu já vejo se é mesmo assim! Vamos lá ver! Mostra-me o teu aparelho. – disse eu metendo a mão nos boxers do Mário.

 

     O chavalo já estava de pau feito e tirei-o cá para fora.

   


Posto isto só havia uma situação a fazer. Foi nos despirmos.

 

Quando o ménage á troi começou

     Afinal estavam os dois com vontade de experimentarem o meu e lá foram lampeiros direitos ao meu pau que já se encontrava pronto para a farra de santo António.

 

     Como dono da casa e porque gosto de receber bem as visitas, ajudei a despirem-se e ficámos núzinhos como manda a tradição.

 

     Comecei por beijar o corpo de um e fui até ao Mário que ainda não tinha beijado na boca. A reacção foi de total consentimento (outra coisa não seria de esperar pois eu sou o melhor beijoqueiro que se pode encontrar). Ao mesmo tempo o Pedro friccionava-me as costas com as pontas dos dedos. Ao mesmo tempo que largava os lábios do Mário iniciando o percurso até aquela gaita linda, de fava descoberta e mordendo o prepúcio, ia-me curvando para que o Pedro percebe-se que tinha o caminho aberto para me penetrar, mas ele coitado não sabia ainda como era. Virei-me e fiz o mesmo com ele ao mesmo tempo que tentei por os dois beijando-se.

     Aquela porra não estava a dar nada a não ser umas brincadeiras de adolescentes e resolvi.

        - Vamos para cama. Sempre estamos mais à vontade.

 

     "Ali sim! Começámos por nos beijar reciprocamente"

 

     Eles já se beijavam mutuamente enquanto eu ia-me dividindo em num e noutro pénis saborosos como quem chupa num “Corneto” (nisto também sou do melhor que há. Então em virgens ainda melhor) eles já ganiam de prazer e eu há rasca para não me vir.


     A balbúrdia estava já de tal maneira que acabamos por ficar em pleno 69.

 

ménage á troi au 69

   Para outras variantes, foi um passo

 

     Um bom professor tem sempre que dar o exemplo! Então não tive outro remédio. Fiz tudo para o Pedro me penetrar. Enquanto penetrava o Mário que só falava de mulheres, depois de lubrificar o seu cuzinho, o meu aparelho lá foi delicadamente penetrando aquele cú virgem. Ao princípio ganiu um pouco mas quando comecei num vai e vem constante ao mesmo tempo que o Pedro me fazia o mesmo foi um delírio total. João estava tão louco que puxou minhas mãos até ao seu pénis para o masturbar. Quanto ao Pedro, não foi necessário levar suas mãos até ao meu. Fê-lo por sua alta recriação.

 

     Estava-me movimentado tão rapidamente que o Pedro não aguentou o movimento e o seu pénis acabou por sair de dentro de mim. Foi a oportunidade para trocarmos de posições ficando o Pedro no meio e João imitando o lhe tinha feito, lubrificou o cú do Pedro penetrando-o enquanto eu levava mais uma vez com o do Pedro.

 

ménage à troi in copula

     Desta vez foi o fim da macacada e viemo-nos ao mesmo tempo, uns dentro outros fora.

 

     Afinal. O Pedro que andava morto por experimentar outras sexualidades, fez o gosto ao dedo, como quem diz, fez o gosto a uma nova forma de fazer sexo.

 

     Quanto ao João que andava sempre a dizer gostar de mulheres, passou a gostar também de homens.

 

     E Eu? Bem eu, mais uma vez fiz um Ménage à trois com virgens na sexualidade homo-erótico.

     Eu não tive a culpa! Eles é que me dasafiaram

 

     Voltamos a tomar uns copos, combinamos repetir a dose e guardar segredo, já que éramos vizinhos.

     Ás escodidas do Pedro combinei uma noite com o Mário, pois tinha umas contas a ajustar com ele. Detesto gajos que dizem gostar muito de mulheres e na volta são os piores.

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

      Nelson Camacho D’Magoito

    “Contos ao sabor da imaginação”

           de Nelson Camacho

sinto-me: e livre sem preconceitos
publicado por nelson camacho às 17:05
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 4 de Março de 2013

Surfista gostoso

 

 

    Sabendo que andam a preparar um campeonato de surf internacional em cascais e que há vários grupos que se juntam na praia aqui perto de mim, embora estivesse um pouco de frio, resolvi ir até ela a fim de ver o que se passava.

    De facto lá estava um grande grupo de surfistas enchiam a esplanada e até no terreiro havia malta.

    Era uma paisagem no geral, interessante. Carros e carrinhas com as bagageiras abertas de onde saiam algumas pranchas, algumas bastante coloridas e outras nem tanto. Pelo que se via não tinham a ideia de as levar para a água mas sim como mostragem para os amigos que entretanto lá iam trocando impressões sobre o evento que se ia realizar proximamente.

    Daquela malta toda, não conhecia nenhum até porque de água para mim, prefiro a banheira, embora goste do desporto das ondas. Quanto mais não seja para alegrar a vista com aqueles corpos atléticos e luzidios surfando as ondas do mar.

    Lá ao fundo na praia, estavam pelo menos quatro dando asas nas pequenas ondas

    Estiveram pouco tempo pois nem as ondas ajudavam nem o tempo estava propicio.

    Andei por ali deambulando, até que me meti no café, que estava mais ameno.

    Entretanto os tais rapazitos que estavam na praia vieram para cima. Saí do café e fui-me meter no meu carro que estava junto ao deles para catrapiscar seus corpos. Lá se despiram e vestiram e a única coisa que vi foi a bunda de dois e mais nada.

    Entretanto meteram-se no carro só três e lá foram à sua vida. O quarto ficou só ali agarrado ao telemóvel e com ar de zangado. Colocou a prancha às costas e lá foi ele estrada fora.

    Há dias assim, azar para uns, sorte para outros e como nunca deixo para traz uma boa oportunidade, deixei-o ir uns metros e quando começou a subida e já longe de olhares estranhos, arranquei com o carro e quando cheguei perto dele, baixei o vidro do pendura e com o ar mais natural possível perguntei:

       - Queres boleia?

       - Por acaso até quero!

       - Ok! Mete a prancha aí a traz e entra.

       - Vem mesmo a calhar pois esta subida é do caralho.

       - Pois! Ainda por cima com a prancha às costas. Porque é que os teus amigos não te deram boleia?

       - Não precisava pois os meus pais tinham ficado de me vir buscar. Só estavam à espera que eu telefonasse.

       - E Então?

       - Disseram que estavam numa reunião e que não me podiam vir buscar.

       - Então eles não sabem que não tens transporte próprio?

       - Sabem! Mas também sabem que me desenrasco sempre, o pior é que não tenho a chave de casa e não sei quando eles voltam e estava mesmo necessitado de uma duchada de água quente.

       - Então onde moras?

       - Mesmo ao pé de ti, ao lado da padaria.

       - Não digas! Então já me conhecias!

       - É verdade! Também se assim não fosse não tinha aceitado a boleia. Já tenho feito este percurso a pé, já me têm oferecido boleia e não aceito, pois não entro no carro de qualquer um.

       - Então neste caso estamos com sorte.

       - A propósito, conheço-te e ao teu carro vejo-te sempre sozinho e não sei o teu nome ou o que fazes. Eu chamo-me João Carlos

       - E eu, Nelson e informática, mas trabalho em casa como fre lencer.

    Com esta conversa toda e porque fui sempre devagar, chegámos à tal padeira onde ele tinha dito que morava.

       - Pronto! Estás em casa.

       - Pois o pior é que não tenho a chave e os meus cotas, só chegam lá para as tantas.

       - Lá por causa disso não vais ficar aqui na rua. Se quiseres vens a minha casa, tomas o tal duche e até te empresto roupa lavada.

       - É Pá, isso era porreiro pois já estou mesmo a ficar com frio.

 

2.º Episódio

    Chegámos a minha casa!

    A prancha ficou no carro e entrámos.

        - Vamos lá preparar a duchada.

        - Se não te importas e não é muito abuso da minha parte, até aceito.

        - Não vais só aceitar o duche como um hambúrguer que vou fazer para os dois. Já deves ter alguma fomeca eu pelo menos tenho.

        - É Pá! Isso não é demais? Mas se não te incomoda, aceito!

    E assim foi, dirigimo-nos para a cozinha e rapidamente ali fiz o petisco que acompanhamos com cerveja, enquanto falávamos da circunstância de morar ao pé um do outro, e nunca tínhamos falado.

    Nos entretantos, já tinha dado uma fugida e preparado a zona de chuveiro com shampoo de ervas, sabonetes de glicerina, cremes hidratantes para a pele e um toalhão de banho lavado.

    Acabou o lanche e dirigiu para o meu banheiro privado do quarto.

    Depois de ele entrar e quando comecei a ouvir a água a correr, de shorts, deitei-me em cima da cama e com o comando liguei o PC e fiquei a ver uns filmes de sacanagem porno em que havia duas gajas que mamavam um enorme pénis de um figurante enquanto outro metia sua verga no cú do primeiro.

    Perante tais imagens o meu pau começou a dar vida e não tive outro remédio que começara a alisa-lo mesmo por cima da short

    De repente, sem dar por isso tão entusiasmado estava, o João saiu do chuveiro todo nu e com o pau meio levantado.

        - É Pá! Com que então vendo um filme porno.

    De repente apanhei um pequeno susto mas respondi

        - Queres ver? Senta-te aqui! – Indicando-lhe um lugar na cama ao meu lado.

    Olhei para aquele pau pequeno mas de cabacinha rosa e gostosa e para descontrair atirei:

        - Teu pau está a ficar duro!

        - Foi a água quente que o fez levantar. Só não bati uma punheta por respeito, mas pelo que vejo o teu também está levantado.

        - Queres ver? – Baixando os shorts ele saltou todo lampeiro cá para fora.

        - Com esse vídeo aí ainda fico pior.

        - Quer dizer que queres bater uma?

        - Se não te importares!

        - Espera aí! Importar-me não me importo, mas se batermos um ao outro sempre é melhor.

        - É pá isso é esquisito! Nunca bati uma punheta a ninguém!

        - Pois eu, até te lambia essa cabecita rosada.

        - Não me digas!

        - Queres ver que sou capas? Tu bates-me uma punheta e eu meto teu pau na minha boca e vais ver que gostas.

 

    Adiantar mais este diálogo para quê.

 

    Mamei-o com toda a sofreguidão possível enquanto ele me masturbava freneticamente até uma explosão total de esperma na minha boca e no lençol que não tinha culpa alguma.

    O vídeo entretanto acabou e nós ficamos estoirados de tanto gozo, olhando-nos mutuamente até passamos por umas brasas não mais de 15 minutos.

 

Um acinho a meio da noite

    Começamos a olhar nossas pilas e a tentar medi-las manuseando-as mas não punhetando.

    Elas foram-se levantando novamente e já estavam prontas para outra sessão, mas qual?

    Começamos a nos beijar e a acariciar como já fossemos amantes de algum tempo.

        - Sabes que estou a gostar? – Disse o João.

        - Estás confortável?

       - Como nunca! Nunca pensei fazer isto. Deve ser castigo de quando gozava com os meus colegas os homossexuais lá da escola.

        - Essa é a reacção de todos enquanto não experimentam, principalmente com a pessoa certa.

        - E Pelos vistos tu és a pessoa certa.

        - Talvez! Sabes que o amor entre homens é um pouco complicado e quando acontece entre jovens da tua idade nada mais passa que uma experiência de puberdade e descobertas, sem carinhos e sem amor. Não é o nosso caso.

        - Dever ser certo pelo prazer que me estás a dar.

        - Ainda não viste tudo.

    Peguei nele e rodopiei-o de forma a ficarmos na posição de 69.

    João não tinha uma grande pica mas tinha nascido com uma cabecita lustrosa e rosada a que dava mesmo vontade de lamber todo o seu prepúcio, quiçá, mais tarde introduzi-lo dentro de mim mesmo sem lubrificação não me iria doer. Era a vantagem de ser um jovemzito sem experiência destas coisas de sexo anal, ou outras entre homens.

    Entretanto foi metendo-a em minha boca que já estava sedenta de receber o que dali sairia. Aquele liquido jovem, pastoso e com sabor a acre que seriam os milhões de espermatozóides.

    Entretanto e calmamente segurei no meu pau e porque era um pouco maior que o dele, encaminhei-o para a boca dele que sem quaisquer resistências o começou a mamar freneticamente.

    Estávamos loucos prazer e bastante excitados. De repente, deu-me um vaip e deixei de mamar nele. Eu queria senti-lo dentro de mim, encolhi meu corpo e apontei aquela coisa gostosa para o meu cú que latejava aguardando a sua penetração. Fiquei sentado na sua piroca que num movimento constante e sem qualquer dor lá foi entrando pouco a pouco ajudado por movimentos dele como se estivesse cavalgando não umas ondas mas um cavalo.

    Para um jovem como ele, talvez pela própria excitação começou a masturbar-me. Guinchámos de prazer e nossos fluidos lá foram em grande força. Os dele dentro de mim e os meus direitos ao seu peito com tanta força que acabaram até à sua boca que inesperadamente a abriu para receber as últimas gotas.

    Ainda ficámos durante algum tempo naquela posição até que o seu instrumento começou a murchar. Saímos daquela posição e nos abraçamos e nos beijamos até adormecermos.

    Tínhamos estado tão excitados que a calma, durou pouco tempo, pois eu não deixava de lhe dar alguns carinhos no pescoço, que ele correspondia da mesma forma.

A Finalização

Quando acordamos já eram 10 da noite

 

    Acordei, abri os olhos pensado que tinha estado a sonhar, mas não! Dei com aqueles olhos castanhos vivos e tês morena e com ar interrogatório olhando para mim. – Não tinha sonhado. Estava ali a olhar para mim, como prova da realidade, e acordado sussurrando-me ao ouvido –

       - E agora? Como vai ser?

       - Como vai ser o quê? – Perguntei –

       - Vou passar a ser diferente dos outros?

       - Quais outros? Ou julgas que és o único que se deita nesta ou em outras camas.

       - Não! Não sou assim tão tapado. Já tenho ouvido histórias de outros colegas que se masturbam mutuamente mas como aconteceu connosco nunca ouvi!

        - Eles também como tu, não têm necessidade de andarem a dizer o que fazem sexualmente. Já me viste andar por aí e nunca adivinhas-te que algum dia seriamos amantes, pois não.

       - De facto! Tanto lá na escola como no ginásio já notei tipos a atirarem-se a mim com gestos que se vê logo o que são, o que não é o teu caso.

       - Talvez tenha chegado a altura de verificares que somos todos homens, independentemente dos nossos gostos sexuais, embora não haja a necessidade de o demonstrar ao mundo a não ser a quem nos interessa e foi o nosso caso.

       - Vou ser desses?

       - Há qualquer coisa em ti que não está resolvida. Gostas-te ou não?

       - Gostar é dizer pouco. Adorei. Não deixei de ser o mesmo. Afinal não fui eu o penetrado.

       - Queres dizer que eu sou o maricas e tu ficaste à porta como machão?

       - Não! Não é isso que queria dizer. Não te queria ofender. Só queria perceber e nada mais.

       - A propósito de perceber ou não. Ainda não percebeste que são dez da noite e os teus pais devem ter dado pela tua falta?

       - É Pá! Agora é que me tramaste. Vou telefonar-lhes.

       - E o que lhes vais dizer?

       - Como não tinha a chave de casa, vim para casa de um amigo e janto por cá. Posso?

       - Mas é claro! Gostas de bacalhau com natas?

       - Gosto! Mas isso não dá muito trabalho?

       - Não! Tenho sempre no frigorífico aquelas cuvetes prontas a fazer no microondas para qualquer emergência.

       - Boa! Já vi que és um tipo prevenido. Posso ajudar-te?

       - Sim! Mas não digas só aos teus pais que jantas cá, diz-lhes também que se calhar ficas por cá esta noite. Se eles não se importarem. Claro.

        - Não, não se importam, já estão habituados a ficar em casa de colegas para estudar.

        - Sim! Mas o nosso estudo vai ser outro – Disse sorrindo e precavendo o que iria acontecer. Não sairia dali sem o comer.

 

    O João telefonou aos pais que concordaram com a treta que ele contou.

    Fui tomar um duche rápido sem antes lhe ter dado um robe para vestir e dizer-lhe que a seguir iria ele tomar o duche.

   Quando sai do duche ele ainda não tinha vestido o robe mas estava todo nuzinho em cima da cama. Deu-me uma vontade de me atirar e ele novamente mas aguentei. Seria bom aguardar mais umas horitas.

 

Homens na cozinha

       - Vá, agora é a tua vez, enquanto vou para a cozinha.

       - Tá bem! Eu já lá vou ter,

       - Então ficaste mais fresco?

       - Nem calculas. Estou com uma fome das caraças.

       - Pois, eu também até tenho vontade de te comer todo.

       - Novamente?

       - Mas ainda não te comi. Vai mas é por a mesa.

       - Porque não comemos aqui na cozinha?

       - Cá em casa há alguns princípios e alguns deles é o que se refere a comida.

       - Como assim!

       - É fácil! Quando se trata de comida, comida, é na casa de jantar quando se trata de outras comidas é na sala se desenho!

       - Sala de desenho?

       - Sim! O quarto é a minha sala de desenho.

       - Mas tu és mesmo incrível. Quer dizer que já estivemos a desenhar!

       - Sou assim mesmo, não gosto de misturar as coisas! Vais ou não por a mesa?

    O gajo com ar de sacaninha e com um sorriso aberto lá foi ao mesmo tempo que atirou em ar de gozo:

       - Também queres que ponha umas velinhas?

       - Se quiseres, podes por, mas para a sala de desenho levo a minha.

    Rimo-nos e até fizemos umas carícias.

    E tudo aconteceu assim! Lá fiz o petisco acompanhado de um bom vinho tinto enquanto lhe ensinava onde estavam as coisas necessárias para a mesa que ele colocou com muito apreço perguntando se podia colocar um CD a tocar. É óbvio que disse que sim e quando cheguei à sala de jantar vá estava no vídeo.

 

Pavarotti no belo tema Celeste Aida da ópera do mesmo nome

 

    Com aquele belo tema, jantamos calmamente trocando algumas impressões pela forma como nos tínhamos conhecido, ficando por vezes inebriados de olhos nos olhos e por vezes até de mãos dadas.

     A música acabou depois de ter repetido duas vezes, acabámos a refeição e ele perguntou com ar de sacaninha se podíamos ir tomar o café na sala de desenho.

       - O picante da refeição deu-te vontade de voltarmos à brincadeira? Disse eu.

       - Sempre ouvi dizer que se for logo a seguir às refeições não faz mal.

    E não fez!

    Levei um pequeno tabuleiro com o café e dois Conhaques para a cama, despimos os robes e nozinhos como nossas mães nos trouxe ao mundo deliciámo-nos com aqueles saborosos néctares sem nos entretanto nos beijarmos.

    Ambos estávamos com uns paus do caraças e inesperadamente ele perguntou se podia experimentar ser comido.

   Se naquela altura o meu pau estava em riste os meus neurónios começaram a fervilhar e sem dizer qualquer palavra coloquei-o em forma de concha e afastando uma das pernas para cima a fim de criar uma posição mais confortável lá foi a minha cabecita penetrando a pouco e pouco naquele cuzinho virgem ao mesmo tempo que o ia masturbando com a maior das calmas possíveis, natural nestas ocasiões e num mete e tira constante, lá foi entrando pouco a pouco. De repente ele movimentou-se rapidamente de forma a que entrou todo ao mesmo tempo que guinchava de prazer movimentámo-nos rapidamente ao mesmo tempo que o masturbava também freneticamente até ao clímax total. Ambos nos viemos abundantemente.

    Ele queria mais e eu também mas naquele dia já tínhamos dado todos os litros possíveis e acabamos por adormecer como dois anjos pecadores.

Dormindo de conchinha como dois anjos

Anjos pecadores, uma porra! Tínhamos feito tudo conscientemente e estávamos felizes.

 

    Dizem que Santos ao pé da porta não faz milagres ma desta vez aconteceu um com uns olhos castanhos lindos e que nunca mais nos deixamos.

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

Para maiores de 18 anos

a música que estou a ouvir: Celsesta Aida
publicado por nelson camacho às 20:25
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013

Nós e o resto do mundo - II Parte.

boy ao telefone mascando um encontro - Nelson Camacho

Estava indeciso se havia de telefonar ou não para o meu possível novo amigo ou ir para a minha sogra fazer as pazes com a mulher.

Para saber a história anterior Clik (AQUI).

 

Nós e o resto do mundo lá fora

III.º Capítulo

 

    Acabei a minha higiene e fui até à sala repensar em tudo o que me estava a acontecer. Voltei ao banheiro e peguei no tal cartão-de-visita e com ele na mão comecei por recordar a felicidade que tinha visto naqueles rapazes que nada tinha a ver com o meu estado actual.

       - Aceito o convite? Telefono? Não telefono? Já lá vai tanto tempo! -

    De repente e quase automaticamente dei por mim a pegar no telefone e marcar o número ali escrito.

    Do outro lado ouvia-se o sinal de chamada até que pouco tempo depois apareceu uma voz:

       - Está? Quem fala?

       - Desculpe mas quem está a atendendo?

       - Daqui é o João Paulo 

       - Desculpe mas certamente Você já não se lembra do meu nome mas sou aquele moço que esteve com a mulher em Palma de Maiorca em Agosto. Lembra-se?

       - Certamente que me lembro, eu estava com o meu antigo namorado e você com uma linda mulher. Tenho esperado por si no tramps às sextas-feiras e nunca o vi por lá. Não me diga que também já não está com a mesma!

       - Não! Não!.. Sim!... Ainda estou mas ela hoje foi para a Mãe.

       - É sempre assim! Quando elas vão para a Mãe quer dizer que já estão fartas de nós. O meu namorado também foi para Mãezinha.

       - Então quer dizer que fomos abandonados!

       - É verdade! O que é que você faz esta noite?

       - Se quer saber não sei! Preciso de um ombro amigo! A noite passada passei nos fados e recordar velhos tempos e por causa disso, hoje estou abandonado como um cão.

       - Normalmente só saio às sextas-feiras ma podemo-nos encontrar no trampes. Sabe onde é?

       - Sei! Já lá não vou há uns anos. Você vai lá estar?

       - Aquilo é uma grande confusão e é difícil arranjar lugar para o carro

       - Sabe onde fica o 106 é um bar bastante acolhedor para uma converse e bastante agradável e não tem problemas para o carro. Há sempre um lugarzito.

        - Não! Esse não sei!

        - É ali perto da Assembleia da Republica. Tome nota. É no 106 da Rua de São Marçal.

        - Ok! A que horas lá está?

        - Aí por volta das onze horas.

        - Tudo bem! Encontramo-nos lá.

     E assim foi. Vesti-me o mais casual possível tentando dar um pouco de juventude que já me ia fugindo e lá fui para um mundo que também já me tinha fugido como simples espectador derivado ao ambiente artístico que tinha frequentado em tempos.

    Lá num cantinho da rua onde se situava o bar, parecia que estava à minha espera um lugar para o carrito.

    No caminho até ali fui pensando o que é que estava ali a fazer. O que é que iria acontecer? Encontrar-me com um quase desconhecido embora já tenha admitido ser gay.

    Qual seria o meu papel naquilo tudo? Como não tenho problemas com a sexualidade de cada um, pelo menos iria ter um ombro para derramas as minhas queixas. Depois logo se via.

    Arrumei o carro, retirei de mim todas as coisas de valor – pelo sim pelo não – Meti na algibeira das calças cinquenta euros em notas de cinco e dez e lá fui para o que desse e viesse.

    Entrei e dei uma vista de olhos pelo ambiente que estava calmo com uma música de fundo bastante simpática e própria para se manter uma conversa de bar sem estar aos berros.

    O balcão estava quase vazio pois os clientes estavam espalhados pelos sofás em conversas ao que parecíamos, bastante animadas, por algumas rizadas. Ao canto do balcão estava um moço ao que parecia pelo corpo por traz, bem-apessoado, de cabelos louros para o comprido indo tocar na ponta do casaco calças de ganga apertadas às pernas notando-se os músculos das mesmas e uns ténis que se via de marca. Não era bem o que tinha na minha memória. O tal que tinha conhecido em Espanha, portanto não era ele. Como havia um lugar ao seu lado, dirigi-me a ele. Ao sentar-me o tal moço virou-se de lado para mim que observou:

       - Estava a ver que não vinha!

    Na altura, fiquei estupefacto. Aquele não era o João que tinha conhecido em Espanha, a cara era a mesma, olhos azuis pele macia e um largo sorriso, mas o visual no todo era diferente e também não tinha passado assim tanto tempo.

       - Qual a admiração? Estou diferente?

       - Sim! Mas para melhor até pareces mais novo.

       - Quer dizer que o meu novo visual está aprovado!

       - Certo! A que se deveu a alteração?

       - É simples. Acabei com o meu namorado que não me deixava ser eu como na realidade sou. Só me queria para ele, não me deixava ter amigos e passava os dias em casa. Ir ao cinema só com ele, passar férias, jantar fora ou vir a um bar, só com ele era um amor obsessivo e teve de acabar. Tinha ciúme de tudo e de todos.

        - Bem se isso te incomodava e te privava de fazeres a tua vida independente acho que fizeste bem.

        - Queres saber que até tinha ciúmes dos meus colegas do emprego?

        - E tinha razões para tal?

        - Não! Em dois anos de estarmos juntos nunca lhe fui infiel. Só quando te conheci em Palma com a tua mulher é que perdi a cabeça e coloquei o meu cartão na tua algibeira.

        - E não tiveste medo da minha reacção?

        - Não! Avaliei-te bem e vi que havia ali qualquer coisa. Vocês não eram completamente felizes, e tu estavas na idade das minhas preferências.

        - Desculpa lá! Que é isso de estar na idade das tuas preferência.

        - Não te quero chamar cota mas que já passaste os trinta... já passaste!

        - Sim é verdade e tu com que idade estás?

        - Estou com vinte e dois, comecei com o meu namorado aos vinte e cheguei à conclusão que seria muito mais acarinhado com um tipo mais velho e até podia sem receio conviver com ele em qualquer sítio pois passar por sobrinho.

        - Essa tua forma de veres a coisa, não há duvida que tem o seu sentido prático. E quanto ao resto?

        - O resto? Queres dizer cama? Como és casado não serás pessoa para andar a gozar com o próximo e terás mais experiência.

    Com toda aquela conversa as minhas dúvidas estavam resolvidas. O que se estava a passar ali era um engate e eu estava a ir na treta.

    Tivemos uma conversa de circunstância em que ele desabafou a sua vida tanto social como intelectual e sexual. Era informático, tinha um bom emprego perante os colegas e família ainda não se tinha assumido como gay e vivia só em Lisboa num apartamento que o pai lhe tinha dado.

    Quanto a mim, só contei o necessário para a ocasião não tocando em qualquer tendência sexual extra conjugal ou que tenha praticado em tempos, a não se o que fazia socialmente.

    Já eram para aí umas duas da manhã quando o pessoal começou a debandar aos casais e nós já com uma garrafa de whisky bebida.

    Para demonstrar que também estava na altura de irmos cada um para sua casa, chamei o barman e pedi a conta.

       - Não é preciso! – Disse o João – Estivemos a beber da minha garrafa.

       - Ah! És habitué cá do Bar! De qualquer das formas como esta ficou vazia, deixa-me pagar uma.

       - Não senhor, pagas para a próxima e vamos acabar uma que tenho aberta lá em casa e tomar um café que estes gajos aqui não têm.

       - Vamos então? Disse eu.

       - Sim! Vamos - ao mesmo tempo que punha a mão na minha perna – ou tens para onde ir a esta hora? A tua mulher não está em casa, portanto não lhes fazes falta.

       - Tá bem! Vamos lá acabar a garrafa. – Disse eu, ao mesmo tempo que me encaminhava para a porta que o porteiro abriu para dentro fiando assim um cantinho mais escuro que o João aproveitou para me dar um tremendo beijo.

 

Quando eles se beijaram

    Ao mesmo tempo que dizia:

       - Moro no Jardim Constantino. Vais atrás de mim

    Se nos perdermos, paras em cima da linha do eléctrico que a esta hora já não há.

    E assim fizemos. Fomos mostrar os nossos carros por causa das dúvidas e lá fomos.

    Se no caminho de minha casa até ao bar fui conjecturando o que iria acontecer, depois da conversa no bar e daquele beijo roubado não tive dúvidas do que iria acontecer. Seria uma situação não estranha para mim, mas que já não acontecia há uns anos. Pode mesmo dizer-se que estava virgem novamente no assunto, mas aquele rapaz dizia-me qualquer coisa que ainda não sabia o quê.

    Também pelo caminho nunca o perdi de vista até à morada indicada. Parámos, ele indicou-me um lugar mesmo atrás dele que até ficou à sua porta e entramos. Era o primeiro andar e nem foi preciso utilizar elevador.

    Logo após entrarmos em casa, como um casal normal, se só aos outros se podem chamar normais e a nós anormais nos começamos a beijar sofregamente. Não conhecia a casa mas o João não tirando os seus lábios dos meus foi-me encaminhando casa fora ao mesmo tempo que nossos blusões e camisas iam ficando espalhados pelo chão do caminho. Quando chegámos à uma porta que seria do quarto, ainda eu estava a andar para traz batendo com as costas na mesma.

     Ela abriu-se e a luz acendeu-se. – Devia ser automática – Era uma luz ténue mas tipo projectora que sobressaia das sancas da paredes se ia projectando no tecto onde se desenhavam figuras tal Capela Sistina de Miguel Ângelo.

    Naquela altura só faltava tirarmos os sapatos e as calças.

    Os sapatos foram fáceis de tirar e acabamos atirando-nos para cima da cama ainda de calças vestidas.

Quando tudo começou - Nelson Camacho

 

    Estávamos com uma fúria tão grande que até parecia que as nossas salivas se tinham transformado em cola Há muito tempo que não sentia tal prazer naquele beijo ardente em que nossas línguas que rodopiavam. Não era um beijo cinematográfico mas sim um beijo de amor.

    Sem dar por isso comecei beijando aquele bíceps salientes e sarados até ao umbigo metendo a mão por dentro das calças do João até sentir um pau hirto e já húmido como a dizer que não aguentava mais.

    De repente começou baixando as minhas calças, e fazendo eu o mesmo às dele ficamos em pelota. Trocamos de posição ficando na mesma, peito a peito mas ele por cima de mim ao mesmo tempo que nossos pénis se gladiavam. 

    Foi a vês dele me começando a beijar desde o pescoço, primeiro parando nos meus bicos mamários que mordiscou indo por ali a baixo, parando no umbigo onde com a língua fez algumas travessuras até mais a baixo meter meu pénis na sua boca com tal fúria que senti sua cabecita tocar bem lá no fundo.

    Durante algum tempo senti um aperto constante umas vezes com os dentes e outras com os lábios ao memo tempo que me fodia o pénis com movimentos constantes. Eu já guinchava de prazer tal que me estava quase a vir, Nunca jamais me tinham feito um broxe como aquele e continuava a estremecer de prazer. Meu coração começou a palpitar de tal forma que quase rebentava.

    João retirou meu pénis da sua boca e pediu: - Não te venhas ainda!

    Fiz um esforço tremendo para que isso não acontecesse.

    Então com toda a sua virilidade própria dos vinte e um anos afastou as minhas pernas, e com aquela porra de mistura da sua saliva e algum esperma meu que se encontrava na sua boca transportou num dedo até ao buraco do meu cu manuseando-o em círculos até meter um pouco.

    Eu já nem sabia o que estava ali a fazer. Olhava para o teto e quase que aquelas figuras de Miguel Ângelo me diziam – Aguenta que hoje vais ser desflorado - todo o meu corpo estremeceu de prazer quando comecei a sentir que já não era o dedo, mas sim aquele caralho gostoso que me penetrava bombando freneticamente até sentir também aquele liquido pastoso cheio de espermatozóides entrar dentro de mim. A minha virgindade anal, tinha ido para o maneta. Tal foi o prazer que nada me doeu.

    Passado pouco tempo, depois de meu cú ficar liberto, João ou eu, sem nada dizermos, passamos à posição de conchinha ficando eu por traz dele e então foi a minha vez de o penetrar sem não antes ele ter dito (Está a ver porque eu pedi há pouco para não te vires?).

    Ao mesmo tempo que elevando uma das pernas ajudou com uma mão a penetra-lo.

 

Dormir de conchinha com copula no final

    Depois apertou as nádegas movimentou-se e o meu pénis lá fez a sua obrigação naquela posição tão confortável. Foi de loucos, ainda fui masturba-lo de tal forma que se veio novamente e ao mesmo tempo que eu.

    Ao fim de tantos anos e de ter andado a gozar com a sorte e andado por outras paragens, tinha aparecido alguém com cariz e virilidade suficiente para me transformar em flex e eu gostei.

    O prazer da sexualidade tinha acontecido naquela noite e estava-me nas tintas para o resto do mundo.

    Com aqueles pensamentos, adormecemos como anjos apoiados por aquelas figuras de Miguel Ângelo desenhadas no teto daquele quarto.

    Hoje somos amantes, estou em preparação do meu divórcio, já vivo com o João Paulo e somos felizes.

Ele encontrou o cota que lhe dá carinho e compreensão e eu encontrei a liberdade que tinha estado escondida dentro de mim durante anos.

    Quando se encontra a liberdade plena dos nossos actos sem ferir os outros, devemos fazer essa escolha O resto do mundo que se lixe.

    Façam também uma óptima opção e sejam felizes.

Esta é a minha vida.

 

                Funny how a lonely day, can make a person say:
                What good is my life
                Funny how a breaking heart, can make me start to say:
                What good is my life

 

This Is My Life (1973) (Royal Albert Hall Concert)

Shirley Bassey

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

 

sinto-me: e livre sem preconceitos
a música que estou a ouvir: Esta é a minha vida
publicado por nelson camacho às 07:59
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2013

Neste Carnaval comi um gelado

Carnava à chuva

 

Diz-se que esta altura de Carnaval se deve passar sem preocupações e complicações! Foi o que eu fiz.

 

    Comer ou chupar um gelado em pleno inverno parece coisa de doidos, mas não foi.

    Ontem tive um problema com a bateria do carro, liguei para o meu mecânico habitual que tem uma oficina aqui perto a pedir-lhe ajuda. Ele disse que oficina estava fechada e que estava lá também a resolver um problema de um amigo e perguntou-me o que é que concretamente o carro tinha. Eu disse que era da bateria que não dava sinal de vida.

      - Tá bem! Não quero que fiques enrascado este carnaval e vou aí com dois amigos para tentarmos resolver o problema pois agora não tenho aqui nenhuma bateria suplente.

    Assim foi. Passado meia hora apareceu o meu amigo mecânico com os tais dois amigos. Experimentou a malvada bateria e de facto tinha pifado completamente portanto nem de empurrão ela lá ia. Resolveram fazer uma ligação directa ente dois carros e ela lá se veio. O problema agora era que não iria durar muito tal como um cota quando se vem a primeira vez a segunda é mais difícil, é preciso esperar um tempinho e à vezes só depois de muita bombada. Foi o que aconteceu com a maldita bateria, teria de dar umas voltas, desligar o sistema de alarme e no fim colocar o carro numa descida para o caso de não pegar novamente se não encontrasse uma oficina que aberta que tivesse uma nova bateria. Ainda tentei a gasolineira onde normalmente me abasteço. Estava fechada mas estava lá o filho do gerente que se prontificou a dar-me uma ajuda. Procurou no seu stock e tina uma bateria que se adaptasse ao meu carro e lá encontrou. Havia uma da Tudor de 50 amperes mas custava noventa e cinco euros que mesmo com o desconto de 30% mais o Iva de 23% iria ficar cara então ele aconselhou-me a tentar aguentar e ir a um super mercado que me custaria metade do preço, mas eu não aceitei a opção para aquela altura e iria tentar resolver o problema na segunda-feira e voltei para casa. Depois de dar umas voltas e já ter carregado um pouco a maldita coloquei o carro em frente à minha casa numa descida não fosse o diabo tece-las e no dia seguinte não tinha ninguém para me ajudar a empurrar o maldito.

    No dia seguinte era dia de carnaval. Levantei-me cedo e fui que a maldita bateria desse sinal de vida. E deu. Mal um toque e pegou logo, dei uma voltita pelas ruas cá do sitio para carregar ainda mais a maldita bateria, ficou com mais carga e pelo sim pelo não voltei a colocar o carro na tal descida.

    O meu carnaval estava feito, Voltei para casa, tomei o pequeno-almoço liguei a televisão, mas esta sem pachorra, só dava notícias do carnaval pelo mundo fora e eu ali armado em parvo sem poder embora não goste muito deste tipo de festas não podia sair de casa.

    Entretanto telefonou-me uma amiga a perguntar-me se não queria ir ter com ela para fazer um jogo de cartas e jantar, pois também estava um pouco engripada e sem pachorra para ir sair. Contei-lhe o que me tinha acontecido e não ia sair de casa.

Entretanto chegou a hora do almoço e almocei um bacalhau com natas, daqueles já pré-cozinhados que é só meter no micro-ondas e está feito.

    Depois, chegaram as quatro da tarde e estava furioso e fui novamente tentar dar mais uma carga na dita bateria. Estava um dia embora um pouco nublado mas agradável então resolvi ir até ao Magoito ver os corsos carnavalescos.

    A malta ainda se estava organizar. Lugar para estacionar foi difícil pois já lá estavam milhares de pessoas mas lá consegui encontrar um lugarzito para o meu carrito.

    Dei uma volta ao redor dos carros alegóricos e fui até ao café. Estava cheio e com um ar viciado derivado a tanta gente, nem um lugar sentado e voltei para rua.

    Foi giro porque os marchantes andavam todo com casacos vestidos por cima das vestes carnavalescas derivado ao rio que cada vez era maior e o corso nunca mais começava, em contrapartida começava a chuviscar e toda a malta e veraneantes começou a abria os chapéus-de-chuva. Então começou não o corso mas uma carga de água que una mais afoitos de chapéus-de-chuva abertos ao longo da estrada lá estavam para ver a banda passar como se não houvesse outro dia. Como para mim aquele fim-de-semana não estava a correr nada bem. Primeiro foi a bateria do carro e agora hera aquele carga de água dei corda ao sapatos e meti-me dentro do café que esta mesmo cheio. Lugar a uma mesa era mentira e as pessoas acotovelavam-se fugindo há intempérie que cada vez era maior.

    Olhei lá para o fundo da sala e mesmo ao cantinho estava um moço com a mesa ainda posta dos restos do que se adivinhava ser do almoço, saboreando um gelado. Como a tal mesa estava no caminho do WC para onde eu me dirigi para sacudir a água do fato, olhei mais atento para o moço que em pleno inverno se deliciava com o gelado, que olhou para mim também mais atento.

    Quando saí do WC um pouco mais limpo, voltei a olhar para o dito moço que retorquiu com uma lambidela no corneto, com um ar de sorriso e fez menção de me oferecer um lugar na sua mesa.

    Como não sou esquisito e o que me apetecia na altura era sentar-me, lá percorri o espaço entre a multidão que se acotovelava até à mesa do dito.

      - Posso?

    O moço deu mais uma lambidela seguida de uma chupadela no gelado e com ar de sacaninha retorquiu.

       - Estanha há vontade! Com que estão lá fora já chove! Sente-se.

       - É verdade! Já chove a cântaros e hoje já tive os meus problemas e não quero apanhar uma constipação.   

       - Pois eu também não e para ver o carnaval ainda vamos ter a terça-feira que segundo os prognósticos o tempo vai ser melhor. A propósito eu sou o Jorge.

       - E eu o Caçador!

       - Como assim Caçador?

       - Caçador é o meu último nome. Sou João Caçador mas habitualmente chamam-me assim.

    É claro que naquela altura eu menti, nem me chamo de João muito menos de Caçador. Esta é a alcunha que uma vez uma amiga me deu quando soube que andava sempre à procura de amizades gays. Embora não fosse a altura, para um desconhecido e depois de o ver chupar no Corneto, resolvi mentir quanto ao nome real.

       - Então o que você caça?

       - Há quem diga que caço bem de tudo o que me vem há mão.

       - Principalmente Coelhos, não?

       - É melhor não falar de política.

       - Pois, não era desse a que me referia embora devesse ser bem papado com as atrocidades que anda por aí a fazer.

    Como a conversa estava a caminhar para um caminho que não estava interessado em continuar tentei desviar a mesma indo por outros caminhos.

       - Estão um gelado neste tempo agreste?

       - Sim a seguir a uma boa refeição e se não tiver outra coisa quente prefiro dar uma chupada num gelado que me tira a vontade de procura uma coisa quente.

       - Não me vai dizer qual a coisa quente que preferia?

       - Não! Mas com o tempo você vai descobrir.

       - Não me diga que sou eu a pessoa indicada para lhe oferecer esse prazer? 

       - Tudo a seu tempo. Você olhou para mim insistentemente, agradou-me e talvez seja você a pessoa indicada para tanto.

    A conversa estava a ir para o caminho das bichices embora ele tirando aquela chupada no gelado não tinha nada afeminado o que o Caçador gostava.

    Entretanto a chuva lá fora caia copiosamente e aquela conversa da treta também seguia.

       - Então você não toma nada?

       - Tenha calma que os empregados já me conhecem e quando me virem, mesmo com tanta gente eles trazem o costume.

    Estava a dar as minhas explicações quando chegou junto a nós o Luís, empregado da casa com um copo com um whisky que ao mesmo tempo que o o pousava na mesa me cumprimentava atirando:

       - Estão passarinho novo?

       - Que é novo é quanto ao resto logo se vê – disse eu!

    Com a resposta dada, o luís pescou-me o olho e retirou-se.

    O Jorge notando a piada perguntou-me:

       - Qual a piada do passarinho novo?

       - São coisas entre nós, Somos amigos e pessoas descomplexadas.

       - Quer dizer! Amigos íntimos?

       - Não sei o que quer dizer com amigos íntimos mas que somos amigos para além de ele ser aqui empregado, somos visitas de nossas casas.

       - Parece que quando olhei para si não me enganei.

       - Meu caro! Sou um livro aberto até para uma cantata de um jovem como você.

       - Entendendo que tu já me entendeste, o melhor é tratarmo-nos por tu. Que achas?

       - Para mim até está melhor e deixarmo-nos de formalidades.

    Lá fora o temporal não amainava e o corso nunca mais passava.

       - Vamos ficar por aqui à espera que o tempo acalme para ver a banda passar ou vamo-nos pirar daqui para fora que já está um ambiente cada vez mais pesado com tanta gente. – Perguntei eu.

       - Nesta altura o mar deve estar lindo com ondas encapeladas, pelo menos com ar mais saudável.

       - Está com a ideia de ir ver o mar? – Perguntei.

       - Não era má ideia. Tens carro aí?

       - Tenho!

       - Então levamos cada um o seu. Tu vais atrás de mim que eu conheço um sitio onde podemos estar à vontade,

    E assim foi e saímos. O corso ainda não estava passar e lá fui atrás dele e pelo caminho vi que íamos direitos á praia da Adraga que com o tempo não devia lá estar ninguém. Ao mesmo tempo os meus neurónios fervilhavam com o que iria acontecer. O Jorge era um moço sarado como dizem os brasileiros, bem constituído com uns olhos castanhos e cabelo para o castanho, cortado de forma clássica e com um brinquinho na orelha esquerda. Há primeira vista parecia ser tipo de posses pois tinha um BMW.

    Entretanto chegámos, encostamos os carros e ele disse que seria melhor ir para o carro dele pois era maior e estávamos mais à vontade.

    Com aquela dica vi logo que ia haver fruta. Fechei o meu e lá fui para o carro dele, de facto maior e mais confortável. Também notei que ele tinha deitado um pouco as costas do banco do pendura. Mas entrei. O carro estava quente.

    Ficamos ali um pouco a ver o mar. A ondulação esta crepitante mas iam espraiar as suas espumas ao logo da praia.

    De repente sem dizer palavra o Jorge colocou uma mão na minha perna e apertou, perguntando de seguida:

       - Incomodo-te?

       - Não! - Disse eu ao memo tempo que movimentei o meu braço esquerdo até à nuca dela fazendo-lhe um carinho, como confirmação de que não me importava.

       - Sabes! Não é habitual fazer destas coisas com pessoas estranhas, mas gostei do teu aspecto e inspiraste-me confiança mais Aida quando notei que já tinha um afere com o empregado lá do café.

       - Tenho por lema ser p mais discreto possível.

       - Pois, acho que não e necessário trazermos um sinal na testo ou assumirmos as nossas tendência como parece que agora pegou moda.

    Enquanto estas explicações de conveniência ele ia metendo a mão nas minhas calças ao encontro do meu pénis que há quase se babava. Com a outra mão manuseou a alavanca das costas do se banco e ficou a par do meu. Aproximou seus lábios e começando por mordiscar s meus acabou por para uma guerra sem tréguas meteu sua língua em confronto com a minha digladiando-se mutuamente com uma mistura de salivas gostosas.

    Ao mesmo tempo eu desapertava o cinto das calças e ele baixou o fecho transportando cá para fora o meu pau hirto e firme, como diz o outro.

    Ele olhou e só disse:

       - Coisa gostosa, cabeça lustrosa e tronco apetecível.

       - Aqui tens uma coisa quentinha m contraponto ao gelado.

       - Posso?

       - Já gora que está à espera?

    Não foi preciso mais conversa. Jorge abocanhou o meu pau começando a fode-lo freneticamente dando-me um gozo tremendo. Eu movimentava-me ao mesmo tempo que ele com seus lábios me ia apertando e largando sistematicamente tentando que eu sentisse que me pénis estava entrando em uma vagina virgem, mas não meus Deus, aquilo era muito melhor.

    Quem disse que um broxe feito por uma mulher é bom, não sabe o que é feito por um homem. È de ir às nuvens. Comecei a estremecer todo e ele notando que me estava quase a vir, deitou as costas do banco mais para traz e baixou as calças, colocando as pernas para os lados, perguntou se era capas de fazer um pouco de ginástica, então coloquei-me frente a ele e com toda a habilidade e tesão possível mesmo ali no carro afastei-lhe mais as pernas e meu pau hirto como um raio lá foi à procura daquele cuzinho que já espera há por ele há muito. Penetrei-o todo até mais não e mesmo naquela posição difícil notei não ser um cuzinho com muita utilização o que me agradou bastante pois não estávamos a utilizar camisinha o que seria uma imprudência mas os santos até agora têm estado do meu lado pois gosto de tudo ao natura.  Ainda tentei masturba-lo mas ele tirou a mão: - Não,,, Não me quero vir assim.

    Mas o pior é que eu estava memo a vir-me dentro dele.

    Ele encolheu-se, olhou para mim como carneiro mal morto e entendi o que queria. No final de contas até o merecia. Peguei no seu cacete e vi que também era como o meu, lindo com uma cabeça lustrosa e rosadinha que me apeteceu trincar. Não estive com meias medidas.

    Baixei os cornos direitos aquele pénis nem grande nem pequeno mas confortável, e chupei-o todo como se não houvesse amanha. Ao mesmo tempo que misturava já a minha saliva com alguma porra que ia saindo daquela cabeça gostosa ia notando que ele gania ao mesmo tempo que me segurando na cabeça tentava que mais entrasse em minha boca até que de repente senti toda aquela langonha quente e com sabor salgadinho por ser jovem, era tanta que transbordou por fora da minha boca. Quando saiu ainda espirrou um pouco para a minha cara ficando todo lambuzado daquela coisa branca que de imediato ele puxou minha cabeça começando a beijar-me ao mesmo tempo que sugava os restos daquela porra que afinal era sua.

    Nem demos por a chuva ter parado, só um pouco de cacimba em forma de nevoeiro que nos envolvia ajudando-nos a ficar na penumbra para alguém que por ali aparecesse como é habito seja inverno ou verão pois é um local de amor.

    Compusemo-nos, trocamos números de telefone, fizemos promessas de continuar aqueles encontros de amor mas já em nossas casas.

    Tivemos mais uma conversa da treta sem mencionar o que tinha acontecido mas dissemos que como não tínhamos visto o corso iríamos lá voltar na Terça-feira.

    Cada um meteu-se em seu carro e lá fomos às nossas vidas satisfeitos e contentes como dois adolescentes que tivessem tido a primeira vez.

Sexo no carro no Carnaval

 

 

Não é bem uma música de carnaval, mas serve e a malta gosta

Alex em “Mister Gay”

 

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

Contos para maiores de 18 anos

sinto-me: e satisfeito
a música que estou a ouvir: Mister Gay
publicado por nelson camacho às 05:14
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 10 de Fevereiro de 2013

O MEU CUNHADO TAMBÉM GOSTA DA FRUTA

Carnaval de Torres

 

    É sexta feira de Carnaval, são três horas da madrugada e o meu cunhado já se foi embora – a mulher já o tinha avisado para não ir tarde pois amanhã vamos com os miúdos para O Carnaval de Torres e queriam ir cedo.

    Mas porque é que o meu cunhado saiu de minha casa às três da madrugada? É que descobri que o gajo também gosta da fruta!

    Mas o melhor é contar.

    Hoje a minha mulher resolveu com a irmã e porque estava um dia de sol e trabalham por conta própria, resolveram tirar uns dias de férias para dar uma festança aos miúdos, mascara-los e leva-los a verem o carnaval, assim, resolveram fazer uma patuscada no quintal de minha casa e depois iríamos ver o curso carnavalesco da sociedade cá do sítio.

    A patuscado foram uns grelhados acompanhados de cerveja e bom vinho.

    Às tantas acabou a cerveja e o meu cunhado Nuno perguntou se não havia mais e a minha mulher respondeu:

      - É claro que há! Se quiseras vai buscar.

      - Onde estão? No frigorífico?

     - Não! É verdade a casa é nova e tu ainda não sabes os cantos todos. O Pedro (eu) leva-te à cave que lá está outro frigorífico com as reservas.

    E assim foi. Levei o Nuno até à cave onde além de alguns electrodomésticos também exista uma garrafeira e entre outra coisas várias caixas onde entre elas está uma com um letreiro que diz em letras grandes (Não mexer! (Coisas das minhas memórias).  

    O Nuno, curioso perguntou:

      - Não mexer?

      - Sim! Há coisas que são estritamente minhas e ninguém tem o direito de bisbilhotar.

      - Nem a tua mulher ou os miúdos?

      - Cá em casa temos o privilégio de nos respeitarmos e se é proibido mexer, pois ninguém mexe.

      - Eu gostava que lá em casa também houvesse essa disciplina. Mas afinal que segredos há nessa caixa?

      - São coisas de e para homens.

      - E lá!!! Cheira-me a esturro. Essa coisa de Só para homens!!

      - Não fiques muito curioso! Entre outras coisas estão umas fotos minhas e uns filmes pornográficos.

      - É Pá! Gostava de ver. Nunca vi nenhum.

      - Sim, tá bem. Entretêm-te com a minha cunhada que não tens estofo para essas coisas.

      - Vamos mas é para cima se não elas começam já aos berros por estarmos e demorar muito tempo.

     E assim foi:

     Levámos as cervejas e lá fomos

     Acabámos o petisco e fomos ver o corso da Sociedade do Magoito.

    Passamos uma tarde bastante divertida, dançamos, pulamos e os miúdos com os seus trajes carnavalescos fartaram-se de brincar até às tantas até que os garotos começaram a dar ares de cansaço, até que resolvemos ir para casa.

     Como só levamos o meu carro, fui primeiro leva-los a casa deles.

    Entretanto as manas já tinham combinado ficarmos todos em casa do Nuno já que iríamos todos no dia seguinte para Torres. Como normalmente esta coisa de combinações familiares são a mulheres que mandam aceitámos.

    Quando chegamos a casa do Nuno, todos desceram e ele disse.

      - Bem vocês vão tratar dos putos e nós vamos tomar um copo e comprar tabaco que já acabou.

      - Olha e eu vou a casa para fechar tudo e ligar o alarme que não liguem – disse eu.

      - Então já agora recolham a loiça do quintal e limpem tudo. – Disse a minha mulher.

      - Tá bem, Não queres que traga nenhuma roupa?

      - Não! O que for preciso, tenho aqui na minha irmã.

    E assim lá fomos nós até a um bar de karaoke em Mem-Martins. Bebemos uns copos e ouvimos umas desafinações musicais. Já eram por ai una onze horas quando resolvemos ir embora. Como eu já tinha feito mas misturas de bebidas durante todo o dia, pedi ao Nino para ser ele a guiar o carro e assim foi.

    Nem fomos arruma o quintal fomos direitos à cave onde me atirei para um sofá que lá tinha.

      - Tás mesmo com os copos pá! – Disse o Nuno. – Já agora como tens aqui os DVDs só para homens, enquanto dormes um pouco gostava de ver um.

 

DVD Refeição nua

      - Tá bem, Depois não te queixes. Toma lá a chave e vê o que tem o título “Refeição Nua”

    Entretanto eu fechei os olhos, pois estava mais para lá do que para cá.

    Uma hora depois que foi o tempo que durou o filme acordei devagarinho. Primeiro abri um olho e depois o outro.

    Quando fiquei mesmo desperto, olhei para o Nuno que estava sentado aos meus pés e com uma mão metida entre as calças batendo uma punheta.

       - É Pá! Parece que o filme te deu tesão.

    O Nuno ficou atrapalhado e tirou logo a mão retorquindo:

      - Desculpa. Nunca tinha visto um filme destes. Mas há restaurantes deste? Esta porra deu-me mesmo um tesão do caralho.

  - Cá em Portugal não sei mas em New York há! Já estive em um deles e é o fim do mundo.

- Pois! E agora?

- Agora o quê?

- A tua mulher sabe que tens estes filmes?

- És parvo ou quê? Não só não sabe como nem adivinha que pratico a bissexualidade.

- Nem eu adivinhava.

- Pois agora já sabes e para comprovar que é gostoso vamos experimentar.

 

Relações de sexo entre boys

    Enquanto esta conversa, cheguei-me a ele meti minha mão dentro das calças dele e lá fui encontrar um pau rijo. Ele não disse nada e como tal, peguei numa mão dele e metia dento das minhas calças ao encontro do meu que também já estava pronto para a função que viria a seguir.

    Comecei por despir-lhe a camisa e ao faze-lo vi um corpo sarado como dizem os brasileiros e comecei por beija-lo desde os bicos passando pelos bíceps até ao principio da cintura.

    Às tantas acabei por o despir todo e senta-lo naquele sofá que iria ser a testemunha de uma orgia nunca esperada. Ajoelhei-me abri-lhe as pernas e meti em minha boca aquela rola linda aí com uns 19 centímetros e de cabeça toda rosada. Toda a zona dos tintins depilada, parecendo a rola ainda maior e fui a cada tintim e suguei-o um após outro. Estávamos ambos loucos de prazer. Eu sentindo aquela coisa gostosa não muito grande com um sabor picante sentindo o latejar das veias salientes daquele pau que satisfazia meus lábios que apertava mais ao mesmo tempo que com um dedo ia tentando penetrar no seu cú. Nuno começou a guinchar ao mesmo tempo que se movimentava fodendo minha boca e manuseando o rabo como dizendo que estava a gostar. Devia estar quase a vir-se quando pegando em minha cabeça afastou-a da posição deu a volta e retirando os meus calções que ainda estavam vestidos abocanhou o meu pirilau freneticamente ao mesmo tempo que se masturbava.

    Não aguentando tanto prazer e estando-me quase avir pedi-lhe para se sentar na minha piroca. Nuno não esteve com meias medidas e assim o fez apontando o meu pau para o seu cú que a pouco e pouco e afastando as suas bebas para criar um pouco mais de elasticidade. Primeiro entrou a minha cabecita linda e de vagar de vagarzinho lá foi entrando o resto do corpo até sentir os meus tintins quase a esmigalharem-se.

    Ele cavalgou, cavalgou ao mesmo tempo que era eu o masturbava.

      - Não te venhas dentro de mim, que tenho medo. - Disse ele.

      - Não tenhas medo que não faz mal. Eu gosto! Vamos trocar?

    Saiu daquela cavalaria e eu coloquei-me na posição confortável no sofá. Ele deu meia volta e comecei a sentir o seu membro penetrar meu cú dentro. Como não era muito grande movimentei-me à vontade. Ele começou beijando meu pescoço até virar a cabeça ficando boca a boca nos beijando ardentemente ate sentir aquela esporra cheia de espermatozóides procurando algo que por ali nunca iria encontrar ao mesmo tempo que a minha iria atingir o sofá que era de couro, simples de limpar.

       - Só mais um bocadinho – Disse ele.

       - Estás a gostar? Então deixa murchar para tirar.

    Apertei um pouco as bebas para maior prazer dele a para o que tinha entrado não voltar a sair.

    A pouco e pouco o seu pau lá foi morrendo. Deitamo-nos de lado frente a frente.

    Passado algum tempo ele virou-se e eu fiquei por traz dele que com uma das mãos foi apontando o meu pau para a entrada do seu cuzinho que já não estava virgem.

    Virou a cabeça para me beijar e perguntou:

       - Quando está pronto para me penetrares novamente?

       - Quer dizer que gostas-te?

       - Nunca tinha gozado tanto na minha vida. Até nem fez doer.

       - É para que saibas que tens um cunhado à maneira!

    Rimo-nos e passado ai uma meia hora depois de dormitarmos pouco a tesão voltou e voltei a penetra-lo agora mais à vontade pois já não era a primeira vez, até que nos viemos como cães raivosos e adormecemos.

    Acordámos ao som do telefone. Era a minha cunhada a perguntar quando acabava a bebedeira e íamos para casa. Não tive pachorra para aturá-la e passei o telefone ao Nuno que se desculpou da melhor maneira possível.

    Tomou um duche e lá foi ele ter com a galinha. Eu fiquei para arrumar aquelas bagunças todas. Iria de manhã com a minha cara de anjinho para o carnaval de Torres todo satisfeito pois o verdadeiro carnaval já o tinha feito com o meu cunhado Nuno que afinal também gastava da fruta e se não gostava passou a gostar e eu passei a ter um amante mesmo ali na família sem dar trabalho a andar por aí à procura. Dizem que Santos ao é da porta não fazem milagres mas desta vez o Santo foi o meu cunhadinho lindo e fez um milagre.

Para testarem o que se passa na realidade em casos destes aqui fica o que como é na vida real em 15 minutos: O meu cunhado teve sorte em ser comigo.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

Contos para maiores de 18 anos

sinto-me: vou bater uma punheta
a música que estou a ouvir: Manhã de Carnaval
publicado por nelson camacho às 09:17
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|
Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2013

Sempre gostei de mulheres – Hoje sou Flex

Um beijo

     Para iniciar esta história quero informar que Flex sexualmente quer dizer que é um tipo versátil (tanto faz de passivo como activo) e também bissexual

     A transformação para um destes géneros, normalmente começa por ser heterossexual. É sempre uma questão de oportunidade. Não digam que não!

Mas vamos à história:

 

      Um fim-de-semana a minha namorada com quem vivia já há dois anos (ainda não tínhamos filhos) mas tínhamos um relacionamento sexual chamado normal sem grandes aventuras, teve que se ausentar até ao Algarve de onde é e onde moram os país, pois a Mãe encontrava-se doente.

Os seus familiares que moravam mais perto de nós eram o primo João de 19 anos e uma irmã casada com o Pedro, um moço de 25 anos.

     Como seria normal, a irmã também foi para o Algarve ficando em casa o João e o Pedro.

A irmã antes de partir foi com o marido e o primo a minha casa para se juntar com a minha mulher e irem de abalada.

     Despedimo-nos desejando os habituais cuidados com a condução e os desejos das melhoras da minha sogra,

     Quando elas partiram foi a seguir ao almoço, ficando por lá o João e o Pedro na conversa e bebendo uns copos. Nos entretanto fizemos umas jogatinas de cartas e mais tarde jantamos os restos do almoço.

     Já eram por ai umas dez da noite quando o Pedro disse que o melhor era irem andando para casa. O João que tem o seu computador avariado com um vírus disse que ficava por lá para aproveitar e ver umas coisas no meu computador e assim foi. O Pedro foi para casa e o João ficou.

     Quando ficámos sozinhos, fui ao frigorífico e tirei uma garrafa de vinho branco peguei em dois copos e fui até ao pé do João que estava ao computador tentando abrir sites de sexo.

       - É pá! É para isso que tens um computador? Perguntei eu.

        - Não! Mas também serve. Já viste algum?

        - Não pá! Para mim o computador serve para trabalhar e não entro nessas tretas.

        - Pois não sabes o que perdes. Vê-se cada gaja na foda que até me faz uma tesão do caraças.

        - Pois pode ser, mas se quero foder prefiro ao vivo com a minha mulher.

        - Pois, só que eu não tenho mulher e às vezes tenho de bater unas punhetas!

        - Com dezanove anos também fazia o mesmo, agora com vinte e cinco e com a mulher na cana já não preciso disso.

        - Olha!... Olha… Sem querer apareceu aqui uma cena de sexo entre gays. Queres ver?

     E lá me debrucei sobre o ecrã.

        - Olha afinal eles estão a comer-se uns aos outros. Uns chupam no caralho, outros comem no cu. Aquilo é uma rebaldaria. Lá o chuparem na gaita do outro ainda vá que não vá, agora comer no cú, deve fazer doer.

        - Qual quê. Não vez que eles lubrificam o ânus com vaselina!

        - Afinal mais parece um filme de publicidade à vaselina.

        - Pois, chama-lhe publicidade. Tu nunca comeste o cú á tua mulher?

        - Não pá! A minha mulher não é dessas! Temos uma relação normal.

        - Não me digas que ele nem um broche te fez.

        - És mesmo pervertido. Desliga essa merda que só te faz é mal. Já é uma da manhã e o melhor é ires andando.

        - Não posso cá ficar? Ir para casa a esta hora e em carro é uma treta, Posso cá ficar ou não?

        - Poder podes, mas não tenho sofá cama nem e no sofá ficas todo torcido.

        - Se não te importas posso ficar contigo. Não tenho doenças contagiosas.

        - Eu sei! Só que nunca fiquei com nenhum homem.

        - Está descansado que de manhã estás na mesma. Só quero é tomar um duche. È um habito desde criança. Emprestas-me uma boxers?

     E assim foi.

     Bebemos mais uns copos fresquinhos, emprestei-lhe uns boxers e uma t-shirt e ele lá foi para o banheiro. Entretanto fui para a cozinha meter a loiça na máquina e arrumar o resto.

Talvez por já a noite ter entrado notei que o quarto estava a ficar frio então liguei o aquecimento e um DVD de música, baixei a tonalidade da luz, vesti um robe e fui até à sala ver um pouco de televisão até o João aparecer.

        - Então está tudo bem contigo, Perguntei quando ele entrou na sala somente de boxers,

        - O duche caiu-me como ginjas. Agora cá fora está um pouco de frio.

        - No quarto está mais quente. Se quiseres podes ir-te deitar que também vou tomar um duche.

        - Posso beber mais um copito?

        - No frigorífico estão mais garrafas e até podes levar uma para o quarto.

        - É isso mesmo que vou fazer para alegrar a alma.

    Foi assim que aconteceu. Fui para o duche enquanto pensava o que é que ele queria dizer com aquela de “alegrar alma” Mas tarde vim a saber o que ele queria não era alegrar a alma mas ganhar coragem para o que viria a acontecer.

    Depois do duche fui até a cama e deitei-me, tal como ele só com os boxers vestidos.

    Como já tinha bebido uns copitos estava ficar um pouco sonolento e deitei-me de lado como era normal virado para o lado de fora da cama. Ele ficou por trás de mim.

 

Um carinho entre dois boys

 

     Estava quase a adormecer quando senti o corpo do João aproximar-se das minhas costas. Não sei porquê, mas deixei. Cada vez mais sentia aquele corpo mais chegado a mim e eu deixei.

     Não sei se foi pelos copos já bebidos ou porque me estava a sentir bem o que sei é que comecei a sentir uma das mãos dele ir direito ao meu piritau que começou a levantar-se e a outra mão passando por baixo do meu pescoço movimentos minha cabeça de forma a beijar-me.

     Comecei a sentir a sua língua entrar minha boca dentro e manuseando-a como nunca alguém me tinha beijado, Esta a gostar.

     Assim estivemos durante algum tempo até que ele começou a entrar minha boxers dentro ia ir manuseando o meu pau que estava hirto e firme.

     Depois comecei a sentir o pau dele quase rompendo a cueca dele direito ao meu ânu.

Virámo-nos e frente a frente continuamos a nos beijar fervorosamente. Despimos as cuecas e nossos paus se começaram a gladiar.

     Ele começou me beijando pelo corpo todo até chegar ao ponto fulcral metendo na boca o meu pénis chupando-o sofregamente e no intervalo daquele vai e vem foi pedindo para não me vir. Então rodopiou para a posição de 69 foi quando vi aquela rola ai com uns 18 centímetros não era tão grande como a minha mas era bonita, a cabeça toda rosinha e rapadinha. Agarrei nela e enfiei-a na minha boca no mesmo momento que ele gozava na minha com sua pica tão quentinha, Nunca tinha sentido tal prazer e nos chupando mutuamente.

     Naquele momento já não sabia bem o que estava a fazer mas sabia mas sabia que estava a gostar e me estava a sentir bem. O João com os seus 19 anos estava a saber o que fazer e eu, estava gozando com aquele sabor bem salgadinho e como nunca. Não sei com que habilidade que ele ao mesmo tempo que me chupava o pito foi-me foi com um dedo manuseando circularmente as bordas do meu cú até que me penetrou lentamente com movimentos constantes. Nunca jamais tinha sentido algo penetrar-me mas o que é certo é que dei por mim a movimentar-me com uma sensação estranha Ele notou os meus movimentos e perguntou: Queres que meta o meu pito?

Sem dizer nada, virei-me e ele pôs-se por trás de mim e ficando de conchinha afastou minhas pernas e lentamente começou por meter em meu ânus a cabecita. Eu fiz pressão para traz e aquele pau gostoso começou a entrar. Já estava todo aquele membro metido dentro de mim quando ele perguntou:

       - Estou a fazer doer?

       - Um pouco!

    João com o maior cuidado possível retirou e voltou a penetrar-me muito lentamente. Delirei mais e deixei de ter qualquer dor quando ele agarrou na minha pica masturbando-me. Todo o meu corpo estremeceu e comecei a movimentar-me, lançando minhas mãos para a sua cintura ajudei-o a penetrar-me num vai e vem constante. De repente senti outra sensação estranha dentro de mim. Ele estava a vir-se ao mesmo tempo que eu.

 

Adormecemos olhando-nos nos olhos

 

 

     Estivemos assim durante algum tempo até começar a sentir que aquele pau dentro de mim estava a ficar mais pequeno. Então ele o tirou de dentro de mim.

     Ficamos assim de conchinha. Ele abraçando-me e me beijando o pescoço ao mesmo tempo que não largava o meu pau. Sem dizer palavra acabamos por adormecer.

     Seriam aí umas 10 da manhã quando acordámos ao som do telefone.

     Era o Pedro a dizer que estava lá em baixo e já estava farto de tocar à campainha e nós não atendíamos.

     Pudera! Depois de uma noite daquelas quem é que ouvia alguma coisa. Estávamos estafados e queríamos era dormir.

        - Mas o que é que esse gajo quer a esta hora. – Exclamou o João.

        - Sei lá! Deve querer o pequeno-almoço.

        - Deixa-te estar deitado! Eu vou abrir a porta.

        - Não fico nada. Vou ao banheiro e tomar um duche e tu por favor não contes nada do que se passou.

        - És parvo ou quê. Vestiu um robe e lá foi abrir a porta.

     E assim foi, Meti-me no banheiro e ele foi abrir a porta.

        - Tás muito lindo de robe branco disse o Pedro ao entrar. Onde é que dormiste?

     Bem o que se passou a seguir conto no próximo episódio desta história que será “ O meu cunhado também gosta da fruta”.

                         Já são 3 horas da matina e vou dormir. Amanhã conto o resto.

CONTINUAÇÃO»

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 06:05
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|
Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2012

O Menino do Kamasutra - parte II

kamasutra homo

    O dia tinha sido melhor que normalmente, não só porque o casting correu na melhor como o resultado foi ter conseguido uma participação em um filme estrangeiro que iriam filmar aqui em Portugal.

    Durante todo o dia passei-o eufórico. Decorei o texto pedido em três tempos, o meu visual brilhou como não acontecia há muito de tal forma que o meu agente até ficou admirado perguntando-me a certa altura:

      - Epá! O se passa contigo? Hoje sim! Estás o verdadeiro actor.

      - Nada de especial. Disse eu.

      - Não! Não me enganas. Algo se passa contigo hoje de diferente.

      - Hoje não se passou nada, mas ontem sim! Conheci um novo amor por quem passei uma noite espectacular e fiquei apaixonado.

      - Sim! Eu sei o que isso é! Passarinho novo, danos sempre força para o trabalho.

      - E para a vida! Retorqui eu.

    Já tínhamos acabado o dia, já tinha assinado o contrato, bebemos uns copos e pirei-me dali para fora pois o que queria era chegar a casa do Jorge o mais depressa possível.

O meu Honda - Nelson Camacho

    Montei-me no carrito e lá fui estrada fora.

    Para sair de Lisboa foi um problema até conseguir entrar na IC19 como sempre àquela hora mesmo com um carrito mais potente que os restantes que por ali circulavam foi difícil chegar a casa, mas cheguei.

    Tomei um duche apressadamente, perfumei-me todos, vesti-me tipo casual, peguei numa garrafa de vinho de Reguengos reserva e lá fui até casa do Jorge.

    As luzes da vivenda estavam acesas o que queria dizer que os pais dele já estavam em casa mas como ele me tinha recomendado se isso acontecesse não ligasse e fosse direito ao anexo onde ele vivia, deixei o carro no passeio. Como o portão era automático e estava fechado liguei-lhe para o telemóvel. Ele atendeu:

      - Sim! Quem é?

      - Sou eu o João! Já aqui estou!

      - Ok! A porta vai-se abrir e podes entrar. Entra com o carro. Não o deixes ai na rua.

      - E teus pais?

      - Não faz mal, arrua-o à minha porta mesmo que eles queiram sair, têm bastante espaço

    Ouvi ou estalido forte no portão e este automaticamente foi-se abrindo e eu lá entrei.

 

Um amigo

    A porta do anexo abriu-se na totalidade e de dentro saiu aquela coisa com quem todo o dia tinha sonhado voltar a estar.

      - Então como foi o teu dia?

      - Se queres que seja sincero, em questão a trabalho, há muito que não corria tão bem. Não tive lapsos de memória, fiz um casting espectacular e assinei um contrato para participação num filme francês que estão a filmar aqui em Portugal mais propriamente dito em Alfama ao que parece a zona é ideal para algumas cenas mas se queres saber a verdade estava desejoso de acabar o dia para voltar a estar junto a ti.

      - Mentira!

      - A sério! O meu agente até notou que estava diferente. E tu! O que fizeste?

      - Estive a ouvir musica, a acabar de ler um livro “À Espera de um milagre”.de Stephen King. Para o fim, fui para a cozinha e fiz o nosso jantar.

      -Também já li esse livro e vi o filme que é espectacular. Mas tu sabes cozinhar?

      - Alem de outras coisas, e também pus a mesa.

    Enquanto se estava a passar esta conversa íamo-nos encaminhando para dentro de casa.

    Jorge pegou na garrafa que eu tinha levado, foi coloca-la na mesa que estava decorada com duas velas e no centro uma jarra com duas rosas vermelhas.

    Ajudou-me a despir o blusão, beijamo-nos e sem largarmos nossas bocas encaminhamo-nos para um grande sofá.

 

 

Sexo Gay no sofá

    Estava a dar-se a continuação do que ficou a meio naquela manhã.

    Nem a fome nem o jantar pronto à nossa espera fez com que mesmo ali no sofá ternamente nos acariciássemos com beijos e outras carícias próprias da altura.

    Nossas mãos percorreram nossos corpos até aos paus hirtos e quase expulsando aquela treta lânguida branca e saborosa que já tínhamos provado mas que voltamos a beijar cada um por sua vez e voltamos a chupar.

    O Jorge de repente ajoelha-se mete meu pau em sua boca manuseando-o num vai e vem frenético até que retirando e olhando para mim solicita:

      - Deixa-me sentar em tua gaita.

    Mesmo ali no sofá peguei nele ao colo e sentei-o na forma mais suave possível para que o meu pau começasse a penetrar naquele cuzinho apertadinho.

    Gemeu um pouco e então para aliviar a pressão para além de movimentar-me suavemente ajudei o mais possível segurando suas ancas movimentando-as até meu pénis penetrar todo até às bolas.

      - Nunca tinha feito isto! – Disse o Jorge.

      - Há sempre uma primeira vez, eu já o faço há muito tempo e gosto.

      - Mas como estas a fazer ou como eu estou a levar com ele?

      - As duas coisas. Esta é uma boa iniciação, mas há outras.

      - Estou a gostar desta. Como é a outra.

   Com esta conversa da treta o Jorge ia movimentando-se para cima e para baixo, movimento que o meu pénis ia sentindo ser apertado cada vez mais. Estava quase a vir-me, mas fui aguentando, estava louco e de repente disse:

      - Vamos experimentar outra posição.

    Sem saber bem como, ele levantou-se da piroca e colocou-se na posição canina no método do Kamasutra.- Creio que ele já tinha visto esta posição em qualquer livro.

    Porque o ânus dele já estava lubrificado e aberto pela posição anterior não foi difícil penetra-lo até os meus tintins começarem a bater em sua nádegas ao mesmo tempo que ele se punhetava. Fui ajuda-lo com uma das minhas mãos e de repente senti o seu fluido em minha mão ao mesmo tempo que o meu percorria aquele canal virgem e apertadinho.

    Caímos cada um para seu lado no sofá cansados e livres daquelas porras cheias de espermatozóides.

    Ficamos por ali durante algum tempo até refazermos o que tínhamos perdido. Tinha sido uma loucura.

      - Ao que parece o jantar tem de ficar para mais logo. Disse o Jorge.

      - Pois, falta a sobremesa! Disse eu.

      - E qual é?

      - Se te aguentares à bombada, eu também quero! Disse eu ao mesmo tempo que começava a punhetá-lo de tal forma que sua piroca se começava a levantar e a inchar.

    Ele começou a fazer-me o mesmo e nos recomeçámos a beijar. Parecia que estávamos prontos para uma segunda ronda e sem darmos por isso estávamos deitados na carpete onde nossos corpos se começaram a envolver como se fosse a primeira vez.

 

copula entre gays

    Como o prometido é devido lá me coloquei em posição de elephant para lhe dar a sobremesa ou seja, como ele não tinha experiencia com uma das mãos agarrei no seu pirilau e apontei-o para o buraquito do meu cu que ele à ganância tentou penetrar rapidamente. Apertei um pouco e depois de ter entrado a cabecita fui-me movimentado para que a penetração fosse o mais suave possível. A pouco e pouco a penetração foi-se concretizando ao mesmo tempo que ia sentindo aquele pau gostoso em todo o meu reto e seu peito junto as minhas costas, virei-me um pouco e nos beijamos. Estávamos ambos loucos de prazer. Ele movimentando-se permanentemente num vai e vem constante ajudado também pelo meu movimento. Mal ele começou punhetanto meu pénis com uma das mãos senti seu esperma fluir dentro de mim ao mesmo tempo que o meu esguichava contra a carpete. Ambos estremecemos de prazer e senti seu coração junto as minhas costas palpitando vorazmente. Não era só a sua tensão arterial que subira desalmadamente como a minha de tanto prazer sexual que tínhamos tido naquele momento inesquecível. E assim ficamos durante algum tempo até que a sua pila começou a murchar e com mais facilidade movimentei-me para que ela saísse dentro de mim. Voltamo-nos ficando frente a frente e nos beijando.

    Adormecemos um pouco. Quando acordamos já era mais de meia-noite. Abri os olhos e ele estava de olhos abertos olhando-me. Reparando que eu tinha acordado perguntou:

      - E agora? Nunca pensei que o sexo fosse tão bom! Achas que deixei de ser homem?

      - Que disparate! Pelo facto de termos relações não quer dizer que deixamos de ser o que sempre fomos.

      - Mas tu já és experiente nestas coisas!

      - Sim é verdade! Caso contrário nunca tinha feito o que fizemos. Gostas-te?

      - Adorei e fiquei com uma fome dos diabos.

      - É verdade! Esquecemo-nos do jantar, mas ainda vamos a tempo. Depois de um duche até nos vai saber melhor.

      - E depois?

      - Depois vamos para a cama e se tiveres forças, vamos repetir a dose.

    Foi o que aconteceu. Depois do duche, o jantar e uns copos fomo-nos deitar mas nas nossas cabeças a ideia de voltarmos ao mesmo estava patente.

    Há muito que não tinha um puto como aquele de dezanove anos e sedento de se vir constantemente.

    Naquela noite foi tudo repetido. Ambos nos penetramos, chupamos nossos pirilaus gostosos e nos beijamos. Fizemos promessas de amor e de continuarmos a ser amigos, até porque morávamos perto.

    Naquelas quarenta e oito horas tinha acontecido poesia sexual e o inicio de uma amizade por longos tempos. Não podia perder aquele puto já que tinha sido eu a primeiro na vida dele.

    Ele era de tal força que quando sai de manhã ainda perguntou:

      - Voltas logo à noite?

      - Sim! Mas não faças o jantar. Encomendamos uma pizza.

    E assim foi o que aconteceu e voltou a acontecer durante vários dias. Agora já não tanto porque também não somos de ferro e revezamo-nos, uns dias em casa dele, outras em minha casa e já lá vão seis meses.

     Esta passagem de ano vamos ao Casino de Lisboa, depois, vamos para casa fazer amor para começar bem o ano de 2013.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

 

sinto-me:
a música que estou a ouvir: Conserto para piano
publicado por nelson camacho às 05:17
link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito
|
Domingo, 30 de Dezembro de 2012

O Menino do Kamasutra - parte I

kamasutra homo - nelson camacho

    Tinha acabado de jantar e preparava-me para me debruçar sobre o teclado para continuar mais um capítulo do livro que tenho entre mãos ou seja entre dedos no teclado quando tocaram à porta. Deixei tocar pois não estava virado para receber visitas pois tinha em mente a saga daquele capitulo que nunca mais saia da mona.

    Passado meia hora a campainha voltou a tocar. Como tinha a luz de presença na entrada de casa acesa e para que não dissessem quem quer que fosse que não queria atender, lá fui.

    Estava vestido com um robe branco que quem me conhece quer dizer que tinha algum amigo em casa, mas não, estava sozinho e pronto a atacar a escrita. Desci as escadas e fui abrir a porta. Era um amigo com uma garrafa de champanhe na mão e vinha com a ideia de passar umas horas de desaforo comigo. Olhou-me de alto a baixo e vendo como estava vestido atirou:

      - Estás acompanhado!

    Eu podia dizer que não, ele entrava, bebíamos uns copos e íamos praticar cenas de Kamasutra, mas não, não me apetecia e confirmei o estar acompanhado e o coitado lá se foi embora. Momentos de Kamasutra ficaram para outra altura.

    Ao mesmo tempo tive pena mas este meu amigo tem a mania de vir sem telefonar e ontem não me estava mesmo a apetecer brincadeiras. Tinha na mona a sequencia do tal capítulo de meu novo livro e não queria perder.

Voltei para o meu canto de escrita, liguei a máquina de café e atirei-me ao teclado.

 

    Quando dei por mim, já tinha bebido uns quatro cafés, completado o tal capítulo e o sol timidamente começava a entrar pela janela, mas eram sete da manhã e o tabaco já tinha acabado. Comecei a reler o que tinha escrito mas não estava com mais paciência para a escrita e faltava-me o tabaquinho. Desliguei o computador e quando passei pelo corredor olhei para o quarto que estava vazio e lembrei-me que tinha dado o nega ao Mário.

    Deu-me um arrepio espinha acima, vesti-me de forma casual, e fui até ao café que já estava aberto aquela hora para comprar tabaco e tomar o pequeno-almoço.

    Quando transportei a porta do café dei de caras com um moço de cor que com o ar mais sorridente deste mundo mostrando uns dentes brancos alvos que contratavam com a cor da pele me deus os bons dias. Ele não era bem preto mas sim um pouco amulatado.

    Como é terça-feira, dia de jogar o euro milhões pedi uns cupões e fui tomar a refeição para a esplanada que é coberta e onde se pode fumar.

    Estava debruçado sobre o meu afazer e convicto que hoje iria ter sorte quando o tal jovem se me dirigiu e perguntou se lhe emprestava depois a minha caneta para também ele preencher os cupões do euro milhões.

      - É para já! Tenho aqui outra! Podes-te sentar aqui! Disse eu.

      - Posso?

      - Certo! Assim até podemos trocar ideias sobre este tipo de jogo que está aberto a todos mas não é para todos.

      - De facto nem tudo o que está aberto a todos nem a todos calha.

      - Pois! É a vida! Por vezes olhamos para alguém que em princípio seria de todos mas que não temos acesso.

      - Está a falar de quê! Já agora.

    Naquela altura nem eu mesmo estava a compreender o que tinha dito. Certamente a minha mente estava a virar-se para o meu amigo Mário que horas antes o tinha mandado dar uma volta. Os meus neurónios começaram a fervilhar e atirei.

      - Estou a falar dos relacionamentos entre pessoas. Por vezes a nossa mente manda ter uma atitude mas o decoro e a sociedade, priva-nos de nos abrirmos completamente com essa pessoa.

      - Não me diga que hoje encontrou essa pessoa?

      - Se tens um espírito aberto para aceitar tudo o que te possam dizer, talvez!

      - Já vi que você é que tem um espírito aberto e quando lhe convém, vai logo a fundo com a questão. Parece ser uma pessoa letrada. O que faz?

      - Eu?... Sou escritor nas horas vagas e nas outras, trabalho no meio artístico.

      - Não posso! Sabe! Eu também me dedico à música, faço umas músicas e letras.

      - Já agora gostava de lhe mostrar as minhas coisas. Se quiser dar-se ao trabalho pode ir a minha casa e mostro-lhe. Já agora, chamo-me Jorge e você?

      - Eu chamo-me João

 

    O raio do mulatinho além de ser giro e sempre sorridente mostrando aqueles dentes alvos e beiços carnudos com vontade de serem beijados fez-me estremecer de alto a baixo e comecei a pensar não só com a cabeça de cima como a de baixo que já estava a dar estremeções como a dizer – válá caçador, tens aqui um frango – Para não ser enganado perguntei.

      - Não me digas que também tens um canto em tua casa onde escreves e tocas. Que idade tens?

      - Tenho dezanove anos, onde escrevo e toco é no meu quarto que é um anexo á vivenda dos meus pais para não chatear o resto da família.  Quem lá vai pode estar à vontade que ninguém me chateia.

      - E teus pais que fazem? Para terem uma vivenda a coisa não deve correr mal.

      - Felizmente somos pessoas de bem. O meu pai é adido numa embaixada e minha mão é tradutora e não tenho irmãos. Que queres saber mais?

      - Não! Nada! é que nesta terrinha é difícil conhecer tipo como tu.

      - Pois, cada um é como cada qual e não tenho a culpa de ter nascido preto.

      - Epá! Desculpa lá mas não foi à cor que me estava a referir. Alias não és preto.

      - Pois normalmente a malta de cor ou anda nas obras ou outras profissões. Eu sou o que vocês chamam “O menino da mamã”.

      - Pois Menino da mamã ou não, és bastante simpático e digno de fazeres parte do meu núcleo de amigos.

      - Bem! Sempre vais a minha casa para ver os meus gatafunhos e musicas que faço?

      - Mas agora?

      - Sim porque não? Não é de manhã que se começa o dia? Hoje não vou à escola e podemos curtir.

    Afinal de contas com aquela conversa toda o caçador estava a ser ele. Ainda não tinha adivinhado o que iria acontecer, mas sinceramente embora não tenho dormido naquela noite estava-me a apetecer brincadeira.

    Entregamos os cupões do euro milhões, pagamos as despesas que o Jorge se prontificou a pagar e fomos de abalada.

    Como eu tinha ido a pé até ao café e o Jorge tinha levado o carro, fui à boleia.

    Só pelo carro via-se logo que era gente de posses pois o carrito nada mais era que um Chevrotet. Quando chegamos a casa confirmei ser um menino da mamã, não só pelo tipo de carro como o estadão da vivenda de dois andares, com jardim, piscina, casa de apoio e um anexo que nada mais era que uma pequena vivenda térrea, para onde nos dirigimos, depois de ter guardado o carro numa garagem onde estacionava mais um e com espaço para outros dois ou três.

    O anexo era um espaço composto de um salão ai com uns cem metros quadrados onde existiam um bar, um canto de escrita com o computador, uma zona de música com um piano, uma bateria, uma guitarra eléctrica uma de fado e respectiva aparelhagem de gravação.

      - É aqui onde me entretenho a fazer as minhas musicas e a gravar. Não é propriamente um estúdio, mas serve.

    O resto do salão era dividido por sofás, mesinhas de apoio e uma cama redonda onde ao lado numa parede existia uma porta que condizia para a casa de banho, segundo depois vim a saber. Ao lado do bar também existia uma porta de vai e vem que condizia com o resto da casa e a cozinha.

    Com tudo isto poderia dizer-se que tinha entrado na casa de sonho de qualquer solteirão pronta para receber seus amigos e eu estava a ter esse privilégio.

       - O que queres tomar? - Disse o Jorge.

       - Não sei bem! A esta hora da manhã, talvez algo para acordar bem.

       - Talvez, um Licor Beirão com uma pedra de gelo! É o que está na moda.

       - Tá bem!

 

Kiss Gay O Caçador

    Ele fez dois copos, foi até à zona do estúdio e colocou um CD com um tema de Chopin. O som começou a sair de duas colonas estrategicamente colocadas dos lados na parede sobreposta à cama, ao mesmo tempo que um pequeno projector incidia sobre a mesma apagando-se todas as restantes luzes do espaço. A luz projectada ia incidir sobre a cama com uma tonalidade fosca dando ao ambiente uma zona semi-escura convidando a praticar-se experiencia do Kamasutra.

    Ao mesmo tempo que me entregava o copo com o licor foi dizendo:

      - Parece-me que por ali estamos mais à vontade e encaminhou-se para a zona onde se faz amor.

   Eu não só estava perplexo com tudo aquilo como começava a sentir algo estranho pelo meu corpo, mais propriamente dito no pau que estava a começar a inchar.

    O Jorge enquanto se encaminhava para aquela zona, ia-se despindo até ficar somente com uns boxers. Como não sou parvo e já estava a ver no que aquilo iria acabar, também me fui despindo, acabando por ficar somente com uma torce.

 

Gaye em movimento sexual

    Quando chegamos à cama, acto contínuo nos abraça nos beijamos e nos atiramos como para uma piscina. Porra! O colchão era de água e ficamos envolvidos por um turbilhão que nos apertava ainda mais.

    Fiquei por baixo e ele começou me beijando o peito ao mesmo tempo que uma das mãos se dirigia ao meu pénis que já se encontrava em sentido. Manuseou-o um pouco e retirou-o cá para fora ao mesmo tempo que fazia o mesmo ao seu. Ficamos totalmente em pelota e roçando um no outro. Subiu mais um pouco e veio até minha boca beijando-me sofregamente num beijo de troca de salivas.

    A minha cueca e o boxer dele já estavam no chão e nossos corpos se gladiavam como a tentar cada um entrar no outro como se fora um só.

    Jorge, novamente desceu com beijos pelo meu corpo até ao pau metendo-o em sua boca e apertando suavemente com seus lábios e num movimento constante dando-me a sensação de estar a penetrar numa vagina virgem.

    Durou algum tempo até me estar avir. Quando ele notou o que iria acontecer pelos meus movimentos, retirou daquela posição, subiu novamente pelo meu corpo e seu pénis longo foi parar à minha entre pernas que eu apertei ao mesmo tempo que o meu roçava em sua barriga.

     A loucura estava a acontecer e num acto irreflectido ou não criando o centro da cama como o fulcro dos nossos corpos, nos virámos e ficamos na posição de sessenta e nove abocanhando mutuamente nossos pénis num sôfrego tão grande que passados alguns instantes sentimos jactos de fluido carregados de espermatozóides que desta vês não iriam fazer nada para a procriação da espécie.

     Derrotados e cansados, voltamos à posição normal e adormecemos um pouco.

    Já era meio-dia quando acordámos.

      - Bom dia

      - Bom dia também para ti.

      - E agora! Que vamos fazer?

      - Vamos tomar um duche, o pequeno-almoço e como tenho hoje uma entrevista na TV para um novo trabalho encontramo-nos logo à noite se quiseres.

      - Fico à tua espera para continuarmos o que ficou a meio. Estás de acordo.

      - Completamente! Onde nos encontramos?

      - Aqui em minha casa como é óbvio! Vais ter um jantar de gourmet à tua espera.

    Foi com este diálogo e depois de tomar o tal duche, que nos beijamos com promessas de eu voltar para reiniciarmos o que tinha ficado a meio e iniciarmos em novo amor.

                                                                                                        CONTINUA»

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

sinto-me:
a música que estou a ouvir: Fantasia de Chopin
publicado por nelson camacho às 21:02
link do post | comentar | ver comentários (7) | favorito
|
Terça-feira, 20 de Novembro de 2012

Assassino gay - Engates perigosos

gays de lisboa no parque eduardo VII - Nelson Camacho - o caçador

     Já lá vai o tempo e não muito longe em que qualquer homem ou mulher com tendências de homossexualidade se passeava por locais pré definidos por eles mesmos para os seus engates.

     Todas as cidades tinham os seus próprios locais sendo os principais os seguintes:

          Setúbal: Central de camionetes e beira-mar por trás do mercado.

          Porto: Av: dos Aliados.

          Lisboa: Jardins de Belém, Parque Eduardo VII, Cais do Sodré, Estação do Rossio e para os travestis, Av: da Liberdade.

     Depois também havia as saunas, e alguns cafés, principalmente onde paravam artistas.

     Os engates eram feitos também nos cinemas e teatros, até meios de transportes públicos onde bastava um olhar mais atrevido ou um encosto de perna com mais pressão e os dois acabavam na cama de qualquer pensão ou hotel. Algumas vezes em casa de um deles depois de um jantar e de mútuo consentimento e sem quaisquer remunerações.

     Antes do 25 de Abril de 74 os gays e as lésbicas tinham uma vida fácil. Num bar gay, bastava um copo e meia dúzia de conversa e lá acabavam eles na cama.

     Havia também as casas de banho públicas e de cafés onde alguns se prostituíam com uma simples punheta ou um bico.

     A pouco e pouco, as casas de banho públicas foram encerrando pois já havia uma certa perversão e o estando e donos dos cafés começando a dar conta da situação lá foram acabando com esses locais.

     O estado embora nos anos 70 tenha acabado com a prostituição oficial, com os gays e lésbicas nunca se preocupava muito pois seus dirigentes diziam que como não havia negócio cada um fazia do seu corpo o que muito bem entendesse.

Veio a liberdade, a abertura a novas realidades trazidas do estrangeiro tais como filmes e revistas e a coisa começou a ficar preta. Mais tarde o acesso á droga e à prostituição organizada por mafiosos estrangeiros que foram entrando porta dentro.

     Também começou a homofobia mais descarada, normalmente em grupos organizados. Há pouco tempo conheci um rapaz que pertencia a um grupo desses, que fazia caça aos homossexuais no Bairro alto, sendo ele mesmo homossexual, só para junto dos amigos estes nunca descobrissem as suas tendências.

     Uma boa parte dos ditos homofóbicos são pessoas que ainda não resolveram a sua sexualidade.

     É fácil ir para a cama com um desses homofóbicos da treta, basta uma cantata bem feita e algum interessa pelo meio e temos vários casos. O mais conhecido é o caso do Renato Seabra com o cronista Carlos Castro que acabou por ser morto por despeito.

     No Porto também aconteceu um travesti ser espancado e assassinado por jovens homofóbicos.

     É corrente vir a lume nos tabloides vários casos de espancamento de gays sem uma razão plausível.

     A última noticia veio relembrar que atualmente é perigoso o engate de um parceiro para fins sexuais independente da idade e sem o conhecer devidamente. (são os engates de ocasião)

      Por copy past do Portugal Noticias de 21 de Outubro passado, aqui fica a notícia de Rui Pando Gomes:

Assassino gay caçado pela pj

 

“Tiveram relações sexuais, foram jantar mas quando voltaram ao apartamento para segunda dose se sexo, uma discussão transformou o encontro gay em tragédia, em Albufeira, Francisco Carvalho, diretor fa Makro da Guia, foi asfixiado pelo parceiro que tinha convidado para sexo a troco de dinheiro. O homicida fugiu com o carro e os valores da vitima. Depois de uma complexa investigação da Policia Judiciária (PJ) foi capturado em casa, na zona de Quarteia, anteontem.

……..”

 

Homens gays no engate no wc - O Caçador Nelson Do Magoito

    Infelizmente, casos como este, já vai sendo habito!

    Neste caso concreto o que se lamenta é que o assassino levado a um juiz de turno, do Tribunal de Portimão o tenha enviado para casa com pulseira eletrónica.

    Atualmente, todo o cuidado é pouco, principalmente quando o ato sexual envolve dinheiro há sempre que desconfiar.

    Primeiro namore, conheça a pessoa e então se acontecer, acontece, se não acontecer, olhe, parta para outra situação. O relacionamento entre gays, NUNCA pode ser por trocas monetárias mas sim porque qualquer coisa aconteceu entre os dois, tal como afeto.

    Os parques, os jardins as estradas ou pessoas estrangeiras não podem estar nas opções de engate.

    Por via internet muito menos. Há vários blogues e sites que publicitam encontros entre gays que infelizmente nunca se sabe se o que publicitam é a realidade. Normalmente as fotos apresentadas não são do mesmo em os nomes ou moradas. Há até que se apresente como raparigas lésbicas e na realidade são predadores sexuais. Outras vezes são engates maldosos, e quando chegam ao encontro são para assaltos.

    Pela internet o que se aconselha é brincar virtualmente e só virtualmente e nunca dê o seu nome verdadeiro, número de telefone, morada ou outra qualquer informação do foro privado. 

    Para as compras disto e daquilo, nunca forneça os seus dados pessoais, bancários ou fotografias. Quanto aos e-mails não abra sem saber de quem são e nunca forneça seus códigos.

    Se quer um encontro amoroso faça-o ao vivo e mesmo assim nunca vá com quem não conhece em dez minutos. Para o levar a sua casa, só depois de ter a certeza que é uma pessoa séria e disposta a um relacionamento sem compromissos monetários.

    Tome em atenção que o perigo está ali sempre ao seu lado.

    Drogados e estrangeiros estão sempre fora de questão. Previna-se sempre também nunca alinhando em grupos. Mais de dois já é muita gente. Guarde essa situação para um Bar Gay ou uma sauna. No entanto nunca leve consigo muito dinheiro, cartões de crédito ou documentação original que se identifique e se possível também a chave do carro. USE SEMPRE PRESERVATIVOS.

Já lá vai o tempo em que tudo era mais fácil.

    Se tens uma história complicada de engate podes contar aqui, não tenhas medo pois será um exemplo para os outros que me leem. Não é preciso divulgares o teu nome verdadeiro no entanto se quizeres algum conselho o "Caçador" está sempre pronto com a sua experiência aconselhar-te. Manda-me um e-mail, mas dis aqui que o mandas-te.

    Um abraço a todos. 

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

sinto-me:
a música que estou a ouvir: Mister Gay
publicado por nelson camacho às 20:25
link do post | comentar | ver comentários (10) | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Abril 2015

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


.posts recentes

. Apanhei um mentiroso na p...

. Santo António em minha ca...

. Surfista gostoso

. Nós e o resto do mundo - ...

. Neste Carnaval comi um ge...

. O MEU CUNHADO TAMBÉM GOST...

. Sempre gostei de mulheres...

. O Menino do Kamasutra - p...

. O Menino do Kamasutra - p...

. Assassino gay - Engates p...

.arquivos

. Abril 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Junho 2012

. Abril 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Novembro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

.tags

. todas as tags

.favorito

. Sai do armário e mãe pede...

. Eurovisão

. Depois de "All-American B...

. Raptada por um sonho ...

. Crónica de um louco senti...

. Terminei o meu namoro!!‏

. Dois anjos sem asas...

. Parabéns FINALMENTE!!!!

. Guetos, porque não?

. “Porque razão é preciso t...

.Já cá vieste!

counter

.Olha que está na hora

relojes web gratis

.ALERTA - Aos amigos que me lêem

Este Blogue é constituido por histórias Homo-Eróticas dedicadas a MAIORES de 18 anos. Os homossexuais também têm sentimentos, sofrem, amam e gozam a vida como qualquer outro sejam activos, passivos ou Flex (versátil). As fotos e videos aqui apresentadas foram capturadas da internet livres de copyrigt. Quanto aos textos, são de minha inteira responsabilidade ©. Não faça copy sem mencionar a sua origem. Tenham uma boa leitura e não se esqueça que o geral ultrapassa a ficção. Comente dem medos e não tenha preconceitos.
blogs SAPO

.subscrever feeds