.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Domingo, 28 de Setembro de 2008

Recordações do verão passado

UMA NOITE NO CINEMA

 

Estamos num dia de Agosto mas contrariamente ao que tem acontecido nos anos anteriores o pleno verão, parece que não quer chegar, o sol, tirando um ou outro dia de verão à séria os restantes são uma seca, o sol normalmente está encoberto e até mesmo à beira mar está normalmente vento.

Mesmo assim, como gosto muito de praia, naquele dia fui até à Ericeira, vila piscatória simpática que até tem uma praia chamada “Praia dos pescadores” que gosto muito, - até tenho lá alguns amigos - pois faz uma baia, não tem ondulação significativa e é relativamente pequena.

 

Por curiosidades, foi nesta praia na altura porto de embarque da vila, hoje praia dos pescadores que a 5 de Outubro de 1910 derivado ao genocídio em Lisboa que por efeito do mesmo, aconteceu a implantação da Republica, sendo neste porto que a Família Real, tendo à sua espera o iate “Amélia”, rumou para Gibratar.

 

Normalmente quando vou para aquelas bandas, além da roupa de banho, levo também umas calças e uma t’shirt para vestir à noite, pois faz sempre fresco mas naquele dia não sei porque, esqueci-me e só levei o calção de banho a toalha, uns calções normais, uma blusa de alças e como calçado, umas sandálias daquelas de meter o dedo. Quando verifiquei que não tinha levado outra roupa, também não me importei muito, era a forma de não ir curtir a noite em qualquer bar, dava quanto muito para curtir um esplanada ou ir ao cinema. - Como já tinha tido uma má experiência, fui mesmo assim -.

O dia na praia foi um espectáculo. Nem sol abrasador nem muita gente. O dia um pouco enevoado tinha afastado muita gente da praia, tirando um ou outro casal que se enrolavam nas toalhas, mais ninguém. Nem surfistas ou jogadores de bola na praia, mas gostei do dia.

Já eram seis da tarde quando sai, tirei os calções de banho que já estavam secos, vesti os outros de sair, mais a camisola de alças e lá fui até à vila dar uma volta.

Não tinha lanchado e para jantar também era cedo, fui até uma cervejaria, comi um prato de caracóis, bebi umas “bujecas”, finalizando com uma cassata de gelado. Para mim, já estava jantado, entretanto já eram nove horas da noite.

No largo chamado Campo da Bola, existe um Centro Comercial que tem cinema, olhei para os cartazes e nessa noite ia dar um filme que nem reparei no nome mas pelos bonecos, vi que era um daqueles de porrada. Pelo menos para passar o tempo.

Quando fui para comparar o bilhete a menina da caixa disse que espera-se pois só haveria sessão se houvesse pelo menos seis espectadores. Em vês de esperar ali à porta fui tomar um café que também existe dentro do dito Centro.

 

 

 

Estava metido com os meus botões e saboreando o café quando reparo que alguém, um rapaz ai para os seus vinte anos, me mirava de alto a baixo. (não achei estranho pois na figura com que estava vestido não liguei)

De repente a menina da caixa vem junto a mim a dizer-me que comigo já faziam os seis espectadores e podia ir comprar o bilhete. Assim fiz, e depois de entrar na sala, de facto, só lá estavam três casais muito agarradinha e nas cadeira do meio da sala para a frente. Como a sala é pequena sentei-me a meio quase nas últimas filas, podia estar mais à vontade, via o filme e não chateava ninguém, pois eu acho que quem está, está, quem vai, vai.

Passado algum tempo, senti que alguém se tinha sentado na cadeira mesmo atrás de mim, segundos depois, senti os joelhos de quem quer que fosse tocar com os joelhos nas costas da minha cadeira. Não liguei, pois julguei que se estava a ajeitar na cadeira.

 Minutos depois, sinto novamente um toque na costas… ai não gostei e virei-me para trás a fim de dar uma bronca! Quando deparo com o rapaz que me tinha estado a mirar no café, e me cumprimenta com um aceno de cabeça, ao mesmo tempo que faz um trejeito aos lábios como que manda um beijo… fiquei atónito e sem entender nada!!!

De repente ele levanta-se e vem se sentar ao meu lado. (Naquele momento, podia ter dado uma bronca, mas fiquei à espera dos acontecimentos).

 Para me roubar não podia ser, pois só estava de calções e camisola, para me dar porrada também não podia ser, pois não o conhecia de lado algum, e mesmo quando trocámos olhares no café, não correspondi de forma alguma, até porque também não era o meu género.

Passaram-se vários minutos e sem gesticular qualquer palavra nem tão pouco olhar para mim, começou a encostar a encostar a sua perna à minha, fazendo cada vez mais pressão… eu nem me mexi, não queria era arranjar bronca no meio do filme, embora não houvesse ninguém à nossa volta. Depois de várias pressões, senti sua mão pousar sobre a minha perna… eu fui deixando…

Nessa altura verifiquei que ali ias acontecer algo de estranho.

Lentamente ele começou a acariciar minha perna, foi até à coxa na parte interna, voltou a subir e foi acariciando o meu pénis que já se encontrava rijo, pulsando e babando ao ponto de já ter os calções molhados. Aos poucos, meteu a mão nos meus calções, agarrou no meu pau, com a outra mão, baixou-me os calções e delicadamente, puxou os tintins e tudo cá para fora… - eu estava quase a morrer de vergonha e com medo que alguém desse por aquilo que se estava a passar, mas a tesão já era tão grande que eu disse cá para comigo: Olha… seja o que Deus quiser! Eu quero é vir-me -.

Aquela mão quente e movimentando-se para cima e para baixo ao mesmo tempo que com o dedo grande ia acariciando o buraco da uretra, estava a deixar-me maluco de prazer, contorcendo-me de palpitações. Meu corpo foi-se levantando da cadeira mas só aquela parte dos genitais, como à procura de um buraco para meter a minha picha que naquela altura já estava numa pichona. É nesse momento que ele baixou a cabeça mete meu pénis na sua boca e começa a chupar. Comecei a contorcer-me ainda com mais de prazer, ao mesmo tempo que me segurava à cadeira para não gemer alto. A situação era de tal forma caricata que já não sabia o que havia de fazer, se aquela tesão toda era normal ou porque estava com o medo de ser descoberto, sabendo que se me viesse gritava. Tentei tirar a cabeça dele mas não deixou, pelo contrário, abocanhou ainda mais e não tive outra alternativa que morder os lábios para não gemer d’alto e deixei meu esperma sair em golfadas de prazer enchendo aquela boca gostosa.

Fiquei tão fora de mim, que não sei se ele engoliu ou deitou para o chão todo aquele esperma, só senti que continuou a chupar até o meu cacete ficar seco e começar a ficar mole.

Ele puxou-me os calções para cima tapando aquele cacete que lhe tinha dado tanto prazer e já se encontrava em repouso.

Ficámos por ali a ver o resto do filme sem dizer palavra, estiracei-me cadeira a baixo e assim fiquei até o intervalo.

 

Ai veio ele! O intervalo. Ainda mesmo das luzes se acenderem, ele levantou-se e saiu do lugar.

Eu estava como quem não acredita do que me tinha acontecido, olhei para todo o lado e lá estavam os casais mais à frente agarradinhos e mais ninguém na sala.

 

A meio do intervalo, levantei-me e fui até aos lavabos com a intenção de dar uma lavadela no meu aparelho, pois até os tintins estavam húmidos.

Quando entrei nos lavabos, já a campainha de inicio de sessão estava a tocar e também ao fundo, fumando um cigarro se encontrava o dito cujo desta história.

Como não estava mais ninguém e de vergonha pouco tenho, tirei minha pilinha de fora e lavei-a no lavatório.

O rapazote (vou chama-lo assim), aproximou-se de mim, colocou-se atrás, abraçou-me indo com suas mãos agarrar meu pau ao mesmo tempo que senti o seu rijo e grande, encostado ao meu cu. Virei-me de repente e disse: - Espera aí… não sou gay! T’á bem?

 Ele calmamente, sem dizer palavra afastou minha camisola e começo a mamar os bicos dos meus seios que por sinal até são grandes.

 

Começou outra sessão não de cinema mas de lambidela e chupadela. Como já tinha gozado há pouco, estava mais tranquilo e pude curtir mais as sensações de ter uma boca quente e húmida percorrendo meu sexo.

A sua língua desceu dos mamilos até à minha barriga dando algumas murdiscadelas. Agachando-se, a pouco e pouco foi começando com a ponta da língua a querer penetrar na minha uretra, ao mesmo tempo que com as mãos ia acariciando meus tintins.

Eu tremia todo de tanto tesão. Agarrei-lhe na cabeça e fui movimentando-a de encontro o meu corpo. Quando senti algo na ponta do meu pénis (deviam ser as carótidas), guinchei dizendo: - Estou a vir-me! Chupa mais! Ele chupou tudo com gula, ao mesmo tempo que batia uma punheta a si próprio. Viemo-nos ao mesmo tempo e guinchámos os dois de um prazer poucas vezes sentido. Meu pau saiu daquela boca linda e sensual, limpo como se o tivesse lavado. (Qual água qual carapuça, aquela lavagem foi muito melhor)

 Ele levantou-se, subiu as calças, olhou para mim com ar de riso disse:

- Sempre valeu melhor que o filme…

E saiu porta fora.

Quando voltei para o meu lugar a fim de tentar ver o resto do filme, ele não estava lá, percorri com o olhar toda a sala e nada.

Minutos depois o filme acabou. Não cheguei a saber se a história era de amor ou não, o que eu sei, é que naquela noite tinha havido amor naquela sala.   

O Rapazote! Esse! Nunca mais o vi.

 

O Caçador

sinto-me: à espera do Inverno
a música que estou a ouvir: Noites de verão
publicado por nelson camacho às 04:26
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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007

Aventuras na sauna ( II )

Aventuras na sauna II

 

    Conforme prometido no final da história anterior " Aventuras na sauna ( I ) aqui fica o resto da aventura passada anaquele dia (esta é uma das histórias que estava na gaveta à espera de ser publicada). Para os interessados não tenham inveja pois isto é tudo literatura do cordel do mundo gay. Para os outros, que me leem e teem inveja de não estar lá e que acham que isto não acontece, principalmente para os "Bruxos" da nossa terra, então digam como é, e saiam mas é do armário.

Um abraço a todos e aqui vai o resto da história.

     

      Quando recompostos, demos um passeio pelo espaço a fim de ver o restante das instalações.

     Ao fim de um pequeno corredor deparámo-nos com uma sala de hidromassagem que até tinha três televisões onde passavam filmes pornográficos. Numa, um filme gay, noutra com lésbicas e outro hard cor que os puritanos chamam de normal (homens e mulheres), Em termos de filmes, havia para todos os gostos.

 

     Aquela pequena sala tinha de tudo. Filmes ao gosto de cada um, grandes fotografias de homens nus, uma piscina redonda de hidromassagens saindo das suas paredes grandes jactos de água aquecida. Toda a água ali existente fervilhava como se estivéssemos na lagoa das Sete Cidades em São Miguel, chamando-nos para ali nos atirarmos e deleitar-mos na sua quentura fervilhante.

     O chamamento era grande e assim fizemos, retirámos as toalhas e lá fomos nós água dentro.

 

     Naquela água fervilhante e de fortes jactos direccionados para os nossos corpos nus e já recompostos da aventura anterior e os filmes porno que nos rodeavam, rapidamente estávamos os três a acariciar nosso corpos e nossos paus que já se encontravam em riste tal espada de qualquer combatente da idade média.

 

     Nossos paus, derivados às carícias que íamos fazendo mutuamente, tomavam proporções gigantescas, já nada os fazia tomar outra medida. Não era só as carícias mútuas, também aqueles benditos jactos de água morna nos deleitavam todos os corpos e até os “tin tins” já estavam rijos.

 

     Ali estivemos durante algum tempo, enquanto outros rapazes passavam pela sala em redor daquela pequena piscina e iam observando, com olhares de inveja. Por baixo das toalhas iam batendo umas punhetas à nossa conta mas lá se iam embora sem coragem de se meterem na confusão, graças a Deus. Aquele momento era só nosso, não queríamos penetras.


     Quando deixaram de passar, um dos rapazes agarrou-me pela cintura, sentou-me no rebordo da banheira e começou a mamar-me o pau.

 

     Rapidamente o outro rapaz meteu a cabeça dentro de água e começou a mamar o pau deste, iniciamo-nos assim a segunda ronda de sexo, mas desta vez em estilo diferente. Tínhamos a água a envolver-nos como se estivéssemos nos úteros de nossas mães.

 

     Mantivemo-nos nesta mamada, até que o rapaz que me mamava sofregamente saiu de dentro de água e decidiu que queria ser comido. Correu para aporta, fechou-a, voltou para mim, deitou-me de costa e resolveu sentar-se no meu pau. Lentamente foi descendo. Fui sentindo meu pau a penetrar aquele buraquinho que era apertadinho até que ficou todo dentro dele. Ele parou e começou a contrair o cuzinho, apertando o meu pau e pondo-me maluco.


     Quando se apercebeu da minha loucura começou então num sobe e desce lento e moroso, de forma a sentir o meu pau a roçar-lhe o buraquinho todo, sentindo-o a entrar lentamente. Começou também a ficar maluco com aquilo e começou a aumentar a velocidade de montagem a gemer ao mesmo tempo. A velocidade do vai e vem era de tal forma controlada que o meu pau nunca chegou a sair daquele buraquinho tremendo. Era um delírio total de prazer mútuo.

 

     Enquanto isto, o outro rapaz que já não conseguia fazer mais nada dentro de água, foi-se colocar frente a ele e pôs-lhe o pau mesmo frente à boca a ver no que dava, ele não perdeu a oportunidade de começar a mamar. E quanto mais mamava e me montava, mais todos nós gemia-mos de prazer infinito.

 

     De repente abriu-se a porta da sala e nenhum de nós se incomodou, pois a loucura era tanta... entrou naquele instante um outro rapaz, louro, de cabelos compridos, corpo bem definido tal modelo de passerelles, alto, olhos azuis lindos, com tudo no sítio, rapidamente tirou a toalha se sentou dentro da banheira a observar aquilo tudo.


     Continuamos assim a foder, até que o rapaz que era mamado se inclina levemente para ajudar o novo participante a acariciar o pau. Inclino a cabeça para trás de tanto prazer e quando a volto a levantar, estava o louro em pé a roçar o pau dele no cu do outro e sem muitas demoras, mete-lhe o pau todo dentro do cu, começando a fode-lo como um cavalo selvagem.


     Cansados da posição, ambos os montados se desencaixaram e resolveram mudar de posição. Puseram-se então os dois, como que combinados, inclinados para o lado de fora da banheira, oferecendo os cuzinhos para nós comermos. Assim fizemos. Rapidamente nos pusemos detrás deles e começamos a foder ao mesmo ritmo.


     Alguns minutos mais tarde, trocamos, pois eu também queria comer o outro cuzinho que era redondinho e arrebitado. Bastou fazer um sinal com a cabeça, que o louro logo entendeu e aceitou, claro.

Trocamos e reiniciamos a foda. Fodemos feitos loucos, ao som dos nossos tomates a bater nos cuzinhos deles, dos seus gemidos, que de vez em quando se beijavam misturados com os gemidos que vinham dos filmes que entretanto ninguém ligava.

 

     Depois de todo este mete e tira, chupa, agarra e acaricia disse: “vou-me vir” para o outro dizer de imediato: “eu também”. Os rapazes que estavam a ser fodidos de imediato despenetraram (é uma palavra nova) viraram-se rapidamente para que nos viéssemos nos seus peitos. Viemo-nos para as caras deles, que esfomeadamente receberam os nossos leites.

     Mergulhamos novamente na hidromassagem, demos uns saltos tal corsas desabridos de contentes pelo campo fora.

 

     Acabamos por ficar mais algum tempo a conversar, fomos até à sala de café, conversamos mais um pouco. Nunca dissemos os nossos nomes nem trocamos de números de telefone. Tinha sido um bocado de noite bem passado entre três que passaram a quatro seres sabe-se lá com que vida na sociedade, o que faziam ou quem eram.

Só eu sabia quem era!

 

O Caçadorr 1999

 

Nota: Nunca mais os voltei a encontrar infelizmente.

sinto-me: com uma pica
a música que estou a ouvir: Sonhos de amor
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Terça-feira, 16 de Outubro de 2007

O Caçador - À espera de um milagre

Primeiro encontro

O Caçador - à espera de um milagre

 

A fim de alguns anos de sexo com pessoas interessantes, num jantar entre amigos onde pela primeira vez tive uma conversa cheia de desabafos de ambas as partes e depois de ter assumido as minhas tendências sexuais e ter contado algumas peripécias passadas ao longo destes anos todos, chamaram-me de “ O caçador”.

 Achei piada, já tinha dado por isso mas nunca me tinham chamado de tal, “ O Caçador”. Vim para casa, e ao som do bater das ondas do mar na minha “barraca”de praia, conde normalmente acontecem os meus escritos, aqui estou tentando fazer uma reflexão de todo o tempo passado e tentar justificar o nome de “O Caçador”.

Como estes escritos são para mim um desabafo que quero compartilhar contigo que me lês aqui vai um percurso de vida de “O Caçador”.

 

Ainda não entendi bem porquê. Desde muito novo, aí por volta das quinze anos de idade quando em lutas ocasionais de corpo a corpo entre rapazes, que comecei a sentir uma certa atracção por eles, principalmente quando eram bonitos, (o bonito para mim é um rapaz de corpo e porte perfeito que tenha algo de feminino sem ser afeminado). A certa altura já provocava essas lutas (de brincadeira) para os poder sentir. Foi um método que engendrei para os ter mais próximos, sentir seus corpos aliciantes e iniciarmos-nos numas “brincadeiras sexuais”.

Não me lembro de ter levado uma nega, sempre que me atirava e sempre rodeado de uma certa perspicácia levava a á gua ao moinho, como se diz na gíria corrente:- Acabava sempre com o coiso na mão e a mão na coisa, (ao principio era só assim).

 

Com o andar dos tempos, fui sentindo a obrigação de ter contactos sexuais com muitas mulheres o que era difícil, pois tinha mais facilidades com rapazes da minha idade. Fui descobrindo também que tinha permanentemente um desejo compulsivo denominado de "satíriase”. (Sátiro é uma figura da mitologia grega, meio homem, meio animal, descrita como um ser preguiçoso e sensual). Nessa variante de comportamento sexual, o homem não desenvolve uma relação duradoura sentindo-se sempre compelido a mudar de parceiro ou parceira. O que motiva a sua relação sexual é apenas um acto de conquista. Efectivamente era a conquista que me seduzia.

À tarde, acontecia no trabalho (mas sem nunca dar nas vistas), à noite era outro engate no café e às vezes acontecia outro ainda no caminho para casa (umas vezes para passar a noite outras , só pelo prazer do momento). Porque tinha um comportamento normal, não tendo tiques ou qualquer comportamento que desse nas vistas as minhas opções sexuais (ainda hoje!) sempre tive e tenho possibilidades de grandes engates.

Percorri todas as pensões de Lisboa, criei amizades fortes em algumas dessas casas chegando a ter as chaves dos quartos independentes (o que era bom, pois algumas pessoas nem davam conta que estavam a entrar numa pensão "outros tempos").

Cheguei a ter de sociedade com colegas de trabalho, apartamentos alugados para os nossos “cabritos”. Eram outros tempos em que se podia encontrar um novo amigo e levá-lo para casa sem qualquer problema, “não havia drogas nem prostitutos ou sida” havia sim, sempre um pouco de amor para trocar.

  

Buscando explicações para estes factos, procurei ler muitos livros sobre estas situações e cheguei à conclusão que há psiquiatras e outros especialistas que dizem: - O homem que actua como D.Juan busca alguém perfeito no seu imaginário com quem fazer sexo, depois da conquista sexual acabam por esquece-los: - Ai está o Caçador

 

Talvez porque sempre fui um tipo de amor-perfeito, apaixonavam-se por mim com facilidade. Eu no entanto, com é normal nos bissexuais, sempre tive dificuldade em manter esses relacionamentos por muito tempo.

 

Percorri um tempo interessante de conquistas de homens e mulheres. Estive apaixonado três vezes, uma delas foi com a mulher de quem tenho um filho, mas como um verdadeiro metrossexual, as relações não duraram muito, o máximo foi vinte anos, e já foi muito!

Depois deste escrito, fico á tua espera.

Comenta-me ou contacta-me se achares que sim! - A vida é para ser vivida no tempo que por cá andamos.

 

Se conhecerem alguém que sirva a este perfil, estou pronto a ser apresentado. O resto é com o Caçador que continua à espera de um milagre.

Este escrito é dedicado ao casal Bicho, sem tabús e sem preconceitos.

 

O Caçador

publicado por nelson camacho às 09:00
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