.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

Uma tarde no Magoito

H-085A-Praia do  Magito em penumbra.JPG

Um dia de sorte

 

     Ela já me tinha telefonado informando-me que havia um novo empregado no novo café lá do sítio que seria o ideal para as minhas aventuras, mas não liguei pois naquela noite já tinha combinado uma aventura.

     No dia seguinte depois de despachar o meu amigo – posso dizer que normalmente que estou sempre bem “aviado” com amigos que me visitam para um copo ou algo mais”, quer dizer que depois de uma noite tão amorosa no dia seguinte não me apeteceu ir à procura de uma nova aventura.

     Fui tomar o pequeno-almoço coma tal amiga, -Também confidente – e seguiu-se o almoço onde ela voltou a falar-me do tal novo “puto” que tinha visto no tal café.

     Depois do repasto e das nossas trocas de confidência como é normal e de ter bebido uma garrafa de vinho branco fresquinho estava em condições de me atirar ao primeiro que me aparecesse à frente desde que fosse do tipo que me enche as medidas e então despedi-me e fui até ao tal café ver se de facto existia alguém para dar trabalho às minhas testosterona. Mas não tive sorte a pessoa que ela me tinha indicado ou não era do género de engate ou não era o tipo que à partida me agradasse. Conforme entrei no café logo saí e nem tomei café.

     Meti-me no carro e fui até outro mais abaixo em que a esplanada estava mais ou menos deserta. Sentei-me e pedi um conhaque como apêndice de um café.

     Eram só cótas. Talvez a malta nova estivesse na praia embora esta estivesse envolta um pouco em penumbra.

     De repente eis que chegam ao que parecia uma família de emigrantes pois vinham todos em fila indiana e no fim, um casal de velhotes que seria os pais de uns e avôs de outros que todos sorridentes me cumprimentaram. Estava visto. Era o casal mais sorridente deste mundo pois estavam a receber os seus familiares.

     No meio de toda aquela gente, um jovem que mirei com uma certa persistência, também me mirou e ali sem saber porque houve uma certa cumplicidade nos olhares.

     Entraram todos no café e eu continuei na esplanada. Sem outros quaisquer pensamentos a não ser o de, como diz essa tal minha amiga “limpar a vista”

      Ou porque tinha bebido bem ao almoço ou porque o conhaque estava a faze efeito, deu-me vontade de ir fazer xixi.

     Para ir até ao wc tive de atravessar todo o café e a um canto lá estava a tal família na converse-ta e também o tal moço com quem tínhamos trocado olhares a quando da sua passagem pele esplanada.

     A trazei o passo e mirei-o mais atentamente até desaparecer no biombo que separa o wc do salão.

     Já tinha acabado de fazer a minha “mijinha” quando entrou o tal moço que se colocou no mictório mesmo ao meu lado – Também não havia hipótese de outro pois só haviam dois – Estava eu já na sacudidela da gaita quando ouvi ao mesmo tempo que me mirava:

H-085B-Boys no wc mirando.se.JPG

 

        - Mais que duas sacudidelas é considerado punheta”.

 

     Tive no momento, um arrepio espinha acima até porque o moço já estava de pénis em riste e como perder uma oportunidade daquelas seria estupidez minha, perguntei:

        - Posso sacudir a tua?

     Pierre, pois era o seu nome como vim a saber mais tarde, virou-se para mim, encostamos nossos instrumentos e nos beijamos sofregamente. Meu pau, como um autómato, se levantou de repente e nossas mãos encontraram-se a manuseá-los.

         - E agora? – perguntei.

        - Posso chupá-lo?

      Abri o fecho-éclair na totalidade e o bicho todo airoso saltou cá para fora.

     Pierre desceu e meteu-o na boca sorvendo como se tratasse de um gelado ao mesmo tempo que se punhetava.

     Viemo-nos acto contínuo.

 

        - Nunca te tinha visto por aqui!..

        - Sou emigrante em França e há um mês que estou cá e sem relações.

        - És assim tão viciado? Perguntei.

        - Tenho um amante em França há dois anos mas ninguém sabe.

        - E como fazem para se encontrarem?

        - Ele é empregado numa discoteca, trocamos CDs às vezes é em minha casa, outras em casa dele.

        - E qual é o tipo de música de que gostam?

        - Normalmente, ouvimos tecno outras clássicas.

        - Pois eu gosto de música francesa, principalmente de Maurice Chevalier

        - Tem piado que nós em frança não encontramos cds de Maurice pois já é bastante antigo

        - Se quiseres posso copiar alguns que tenho para levares.

        - E como vamos fazer? Só cá estou mais quatro dias.

        - Só se fores a minha casa. Como irias arranjar isso?

        - Eu digo aos meus pais que tive um conhecimento que tem esses discos e vou lá a casa buscá-los. Se me disseres onde moras.

       - Então será melhor dar-te o meu número de telefone e quando estiveres da saída combinamos onde nos encontrar e vou buscar-te.

 

     Esta conversa foi mais ou menos rápida e sai do WC voltando para a esplanada. Quinze vinte minutos depois lá saíram todos, ficando Pierre para traz. Segurou no isqueiro que eu tinha em cima da mesa, perguntando alto posso? E segredando-me:

     Está tudo combinado. Telefono-te dentro de uma hora.

     A hora parecia que nunca mais passava até que o telefone tocou.

 

        - Já posso sair e até jantar fora.

       - E onde nos encontramos?

       - Pode ser na rua da farmácia?

       - Pode. É só atravessar a rua.

 

     Foi assim que acabamos em minha casa.

     Servi-lhe um café enquanto fui até ao computador e no Media Player lá fis uma playlist de musicas do Maurice Chevalier que ao mesmo tempo passou para um CD.

 

      Já tinham passados umas horas da cena do wc portanto, prontos a outras aventuras.

    Como estava muito calor mesmo em casa, no caminho para o escritório onde tenho o computador, despi a T-shirt ficando em tronco nu. Pierre fez a mesmo e enquanto manuseava o computador ele por traz de mim, foi beijando-me as costas ao mesmo tempo que também despia a T-shirt.   

     Levantei-me da cadeira e colocamo-nos frente a frente juntando nossos corpos e agarrados caímos no sofá mesmo ali e iniciámos a nossa aventura ainda não desnudos.

H-085C-Boys em perliminares.jpg

     Contar mais para quê? Só vos digo que dali até à cama mesmo ali ao dado foi um tormento pois já no tínhamos vindo no sofá.

     Foi mais uma noite maravilhosa que fica na vossa imaginação. Para nós experimentamos tdas as posições do Kamasutra.

 

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As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

       Nelson Camacho D’Magoito

   “Contos ao sabor da imaginação”

          Para maiores de 18 anos

            © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Incertezas sexuais

copula heterossexual - Nelson Camacho D'Magoito - O Canto do Nelson

Sou filho de um casal chamado de convencional ou tradicional.

Sempre rodeado de irmãos, primos e primas que ao longo da vida me foram acompanhando cada um à sua maneira, Foram namorando e casando ficando eu um pouco para traz no tempo. Não encontrava a rapariga ideal.

Um dia em casa de um dos meus irmãos estava lá a Isabel. Prima da mulher do meu irmão. Jovem atraente e de poucas falas mas que se fazia acompanhar por um primo todo falador que foi entabulando conversa comigo. Não era rapaz para a minha idade mas sim mais velho e sempre apregoando que tinha isto e aquilo e que era um bom vivão. A isabel pouco falava e talvez por isso sendo eu também um pouco introspectivo despertou-me bastante interesse e assim que me livrei do primo logo tentei chegar à fala com ela.

Falámos do primo que era assim mesmo. Quando encontrava um jovem como eu não o largava mais, mas era um tipo porreiro. Tinha uma casa de verão em Albufeira onde passava uma boa parte do tempo e nos convidava por vezes para uns bons fins-de-semana.

Os meus familiares assim que viram o meu interesse, pelo menos de conversa, com a Isabel, logo começaram com algumas dicas tentando a nossa melhor aproximação já que até então eu ainda não tinha apresentado à família qualquer namorada.

Naquela noite com uns bons petiscos e uns copos à mistura logo ficou ali combinado um próximo encontro para um cinema com a Isabel.

Aquele encontro para o cinema foi bastante profícuo pois conversámos de tudo e alguma coisa verificando que havia por ali alguma química.

O tempo foi passando com alguns encontros primeiro esporádico até que se tornaram menos compassados e nos aproximámos mais ainda.

Em várias conversas com os meus familiares e os da Isabel chegámos à conclusão que o melhor seria oficializarmos o nosso namoro.

Uma das pessoas que normalmente fazia questão de nos acompanhar era o primo João, tipo conhecedor de bons restaurantes da cidade e não só de vez em quando fazia questão de nos levar a bons locais até a passar uns fins-de semana em bons hotéis. Como a sua situação económica era bastante agradável, fazia sempre questão de pagar as despesas. Chegou ao ponto de se oferecer para pagar a nossa boda assim que nos casássemos.

Um ano depois

 

Chegou a altura da preparação para o nosso casamento e a promessa antiga do João concretizou-se.

Ele não só foi o padrinho como arcou com todas as despesas e a oferta da nossa lua-de-mel na Madeira e depois mais quinze dias no seu apartamento em albufeira.

O casamento como é hábito dizer-se foi de “truz” assim como a lua-de-mel.

Quando voltamos e depois do João nos ter ido buscar ao aeroporto nem nos deixou ir para casa, meteu-nos no carro e logo nos encaminhou para Albufeira.

Quando lá chegámos surpresa das surpresas. Como a casa não era um apartamento mas sim uma vivenda estava lá quase a minha família toda. Faltavam os meus pais e os da Isabel que derivado aos seus afazeres profissionais só chegariam no fim-de-semana.

Foi uma recepção muito agradável que não esperávamos. Da Terça-feira até sábado foram formidáveis, talvez melhor que na Madeira pois estávamos todos em família.

Quando os meus pais e meus sogros chegaram e depois dos abraços e beijinhos normais e do repasto da noite é que se chegou à conclusão que afinal não haviam quartos para todos os casais. Como sempre nestas situações são as mulheres que resolvem o problema e então as mais velhas logos estabeleceram como seria.

As mulheres ficavam com as mulheres e os homens com os homens. Com uma bichanada ao ouvido da mãe do João, que só mais tarde descobri o porquê. A Isabel ficou no quarto das mães e a mim calhou-me ficar com o João.

Antes de toda a gente ir para a cama os homens ainda ficaram na sala bebericando uns whiskies e contando as anedotas da praxe, inclusive tentando saber como tudo se tinha passado na minha lua-de-mel. - Conversa de homens -.

Já às tantas da madrugada os “kotas” e meus irmãos e cunhados acabaram por se irem deitar e fiquei só com o João que fez questão de bebermos mais uns copos.

Às tantas, o cuco do relógio da sala saio da sua toca cantando a avisar que já eram três da manhã.

 

- Epá. Com esta brincadeira toda já estou com os copos e a madrugada já está entrando!.. - Disse eu.

- Pois o melhor é irmo-nos deitar e já agora ver se entra alguma coisa.

- Que queres que entre mais? Aqui já não entra mais nada. Já bebi o suficiente por esta noite.

- Sabes que desde a primeira vez que te conheci e já lá vai ano e meio que ando a preparar esta noite?

 

Fiquei um pouco confuso com aquela deixa do João, tentei perguntar o porquê mas não consegui pois já estava a sentir o braço dele rodeando os meus ombros ao mesmo tempo que me dirigia para os fundos da casa e ia dizendo…

 

- Bem… o melhor é irmos mesmo para a cama. Hoje não há mais copos.

 

O quarto talvez por ser do dono da casa não era um simples quarto mas uma suite com uma cama enorme e redonda no meio do quarto que mais parecia um salão. Mal entramos primeiro acenderam-se umas luzes escondidas nas sanefas das janelas que automaticamente se fecharam ao mesmo tempo que se acenderam uns projectores de luz negra sobre a cama que se ia redopiando em si mesma muito lentamente.

João começou despindo-se enquanto caminhava para o poliban dizendo que ia tomar uma duchada para refrescar a memória e comentando que talvez fosse melhor eu fazer o mesmo.

Nunca tinha visto tal cena de quarto. Mais parecia um décor de um qualquer filme de ficção.

Estava mesmo com os copos ou estava sonhando? Atirei-me para um pequeno sofá e fechei os olhos.

Quase instantaneamente, comecei a ouvir o som de uma música clássica e inebriante de tal forma que os meus pensamentos foram até à noite da minha lua-de-mel ao mesmo tempo que pensava como teria sido bom em vez de um simples quarto de hotel ter sido naquele quarto um pouco fantasmagórico.

O tempo passou rápido. Segundos? Minutos? Não dei conta!

Acordei repentinamente daquela letargia quando senti no meu ombro a mão do João que a meu lado vestido com um robe de seda branco me perguntava se não ia também tomar uma duchada.

Levantei-me e encaminhei-me para o banheiro. Quando me virei vi o João deixar cair o robe, ficando todo nu e atirando-se para a cama.

O meu duche foi rápido. Os meus pensamentos estavam alterados com tudo aquilo. Naquele banheiro não havia nada para vestir. Não ia voltar a vestir a minha roupa. Então enrolei um toalhão à cintura e dirigi-me para a cama.

Se tudo o que até ali se me deparava algo de estranho ainda mais fiquei estupefacto quando vi o corpo atlético do João brilhando como estátua pelo efeito da luz negra deitado naquela cama redonda que se redopiava em si própria.

 

- Não tenho nada para vestir!... Disse eu totebiando um pouco.

- E para que queres roupa? Tens frio?

- Não!... É uma questão de princípio.

- Não me digas que com a tua mulher dormes à antiga com pijama.

- Não é bem com pijama mas com shorts e camisola.

- E ela? Também dorme com camisa de noite?

- Sim!...

- Que coisa tão antiga! Não me diga que fazem amores vestidos. Ahahaaha

- Não gozes pá.

- Gozar!... Eu? Encosta-te a mim e vais ver se não é bom, dois corpos envolverem-se em suas próprias peles.

    

Porra!.. Aquilo estava a ser demais… Ainda estava com os copos mas sentia que algo se estava a passar que não entendia bem. Mas foi uma fracção de segundos pois de repente senti João retirar-me o toalhão e puxar-me por um braço para junto dele e abraçar-me de tal forma que que nossos corpos ficaram ligados como um só. Depois, foi rápido, fechei os olhos e senti meu pénis encostado ao dele e ambos a levantarem-se com tal prontidão que o meu até me doeu um pouco.

Fechei os olhos ainda com mais força e nesse momento aconteceu algo jamais esperado. Os lábios do João um pouco húmidos estavam colados aos meus. Ambos abrimos um pouco nossas bocas e nossas línguas se cumprimentaram.

Aquele fluido das salivas que se misturavam e nossos pénis que se machucavam estavam a dar-me um prazer que jamais sentira.

“Meu Deus se estes são os preliminares que já ouvi falar entre dois homens, quero mais. Quero chegar ao fim! Pensava eu inebriado pelo ambiente. Era a música - Ao que me pareceu uma sonata de Chopin – era aquela cama redonda que ao se movimentar em si própria me fazia lembrar o que já tinha ouvido dizer ter existido “Pip-Ron” nas portas de Santo antão. – Eram aqueles corpos brilhantes resultado da incidência dos focos de luz negra – Era todo aquele ambiente não fantasmagórico mas de beleza estética. Não sabia o que iria acontecer com o João. Sabia simplesmente que melhor seria deixar-me ir nas volúpias que me esperava”.

Estes pensamentos estavam a colocar.me um pouco tenso até que João notando, me disse ao ouvido. DESCONTRAI-TE…

 

 Ao mesmo tempo que largando minha boca me começou beijando desde esse local que me deixou 

amor gay - iniciação - nelson camachoD'Magoito

sôfrego por mais, até meus mamilos e descendo mais penetrou sua língua em meu umbigo ao mesmo tempo que segurava meu pénis hirto e o manuseava. Depois…. Bem depois senti o calor da sua boca envolvendo a cabecita do meu querido pénis que até ali só tinha conhecido a vagina da Isabel.

Loucura das loucuras foi quando ao mesmo tempo senti um dedo começando a manusear a entrada do meu cuzinho virgem com a ajuda, segundo reparei, da saliva que tinha ido buscar a minha boca, me começou a penetrar.

Dizem que há loucuras sexuais! Se isto era uma das loucuras, eu queria mais. Mas mais como?

João parecia que tinha adivinhado o meu pedido e virou-se de costas para mim. Apontou meu pénis em seu cú e só disse.

 

- Penetra-me como uma vagina e vais ver que gostas.

 

Que pergunta tão disparatada. Não foi feita qualquer preparação. Simplesmente enfiou tudo o que tinha naquele cú um pouco apertado ao mesmo tempo que no seu movimento de aperta larga ia sentindo um aperto idêntico a uma mão em meu pénis. Meu Deus quilo não tinha nada a ver com a vagina a que estava habituado.

Tudo aquilo tinha uma vantagem. Pensava eu em catadupa. Primeiro estava a gozar como nunca e não iria estar preocupado se iria ter ou não filhos.

Os meus espermatozóides se pensavam ir encontrar uma zona onde se iria acoitar para uma reprodução fértil enganaram-se mas eu estava feliz.

 Ao mesmo tempo que me estava vir senti o João que se punhetava também e vir-se sendo assim uma satisfação total até adormecermos depois do meu murchar e sair daquela zona de conforto.

 

No dia seguinte

 

Quando nos bateram à porta a primeira coisa a fazer foi saltar da cama e meter-me no banheiro ao mesmo tempo que João tapando-se com um lençol dizia:- Podes abrir.

Era a Isabel que entrava ao mesmo tempo que perguntava:

 

- Então dormiram bem? 

- Como Santos! – Dizia João – O teu marido já está tomando duche.

- Olha!.. eu não dormi nada.

- Mas porquê? O teu marido fez-te falta?

- Não!.. É a tua mãe que ressona e também a mãe do Fernando que passaram ao que parece ao desafio.

- Pois eu nem dei por dormir acompanhado com um homem.

- A única coisa que me fez impressão foi a cama ser redonda. Já viste? - Perguntei na altura que já estava a sair do banheiro envolto em um roupão.

- É! O João tem gostos muito esquisitos mas é bom rapaz. – Comentou Isabel.

- E não gostas-te?.. Perguntou João ao mesmo tempo que enrolando o lençol à cintura se dirigiu ao duche fechando a porta.

 

Juntei-me a Isabel no meio do quarto e nos beijamos. Esta ainda fez menção de nos atirarmos para cima da cama mês escusei-me olhando para a porta do chuveiro onde se encontrava o João.

 

Aquela manhã foi a mais dolorosa da minha vida por um lado e mais feliz por outro. Sexualmente tinha tido uma experiência que não esperava e me iria seguir toda a vida. Quase não troquei palavras com o João e só pensava em aproveitar aquela última noite que iria dormir com ele pois era Domingo, a malta iria toda para Lisboa e voltaria para os braços da minha mulher na segunda-feira. Iria ser complicado pois sabia que o que me tinha acontecido naquela noite dificilmente se votaria a repetir. Pensava eu….

 

A noite em que fui desflorado

 

Aquele Domingo passou como todos os que se passam em zonas de praia até chegar o jantar novamente em casa.

Mais uma vez uma boa refeição acompanhada por um bom vinho da região que acabou numa jogatana de cartas e mais uns copos que acompanhou umas conversas da treta entre a família até que cada um começou na debandada para os seus quartos.

 

Isabel antes de subir com a mãe e sogra para os seus aposentos chegou-se junto a mim beijando-me e segredando-me:

 

 - Vou ter mais uma noite de ressono ao desafio entre as velhotas. Vocês tenham um bom sono e descanso. Amanhã acordamos cedo e temos que fazer uns bons quilómetros para Lisboa.  

 

Retorqui o beijo e acabei por ficar sozinho no salão com o João.

 

- Esta… Vou levar para cima. – Dizia o João agarrando numa garrafa de vinho branco de reguengos que estava fresquinha.

 

 Quando entrámos no quarto, em princípio tudo aconteceu como na primeira vez em relação ao ambiente excepto a mim que fui o primeiro a ir ao duche e voltar para a cama todo nu como o João tinha feito na noite anterior.

Foi a vez de ele ir ao duche e voltar mas desta vez já sem roupão, talvez por já termos perdido a vergonha. Já a meu lado beijando meus lábios e fazendo caricias, senti que se estava portando como predador pois foi-me segurando na cabeça e movimentando-a até ao seu pénis que me custou um pouco não só porque era a primeira vez como reparei que era enorme. Na noite anterior não tinha dado por isso pois foi tudo um pouco rápido e o nosso desejo era eu fazer o meu papel de machão, mas naquela noite a coisa estava diferente. João tentava ser ele o machão fodendo-me a boca que com dificuldade ia chupando e perguntava:

 

- Estás a gostar?

- Eu só fazia: Hum Hum Hum.

 

 

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Para le talvez entendesse que estava a dizer que sim, então virou-me e colocando-se em cima de mim começou a apontar para o meu cuzinho virgem e pouco a pouco foi penetrando. Gemi de dor e ele retirou, cuspiu no buraco apontou novamente e furioso como se não houvesse tempo para mais nada começou a enfiar, primeiro entrou a cabeça e depois todo aquele corpo enorme tanto no comprimento como na espessura. 

 O meu pénis até ali hirto depressa murchou com tanta dor ao ser penetrado. Ele insistiu vária vez de uma forma galopante num vai e vem constante até que senti os seus tomates em minhas bebas e aquele líquido viscoso e abundante penetrar dentro de mim com tanta força e quantidade que acabou por sair algum. 

Foi uma experiência bastante desagradável e mais ainda porque tinha pensado que aquela noite seria igual à da anterior e nem me consegui vir. 

Adormecemos de conchinha e só de manhã ele voltou a perguntar se tinha gostado. 

 

 

        - Mas não me vim e gostava de ser eu a comer-te.

        - Não quero que fiques sangado comigo e vou dar-te esse prazer.

 

Começou beijando-me todo o corpo até ao meu pénis que se começou a levantar. Sentou-se em cima de mim de forma a ser eu a penetra-lo. Ele cavalgou e passados alguns momentos ambos guinchámos e nos viemos. Eu dentro dele e ele em meu corpo com tanta força que ainda veio parar alguns restos do seu sémen em minha boca. Saindo da posição de cavalgar veio lamber o meu corpo a transportando um pouco daquele líquido veio depositá-lo em minha boca que nos beijamos sofregamente.

 

Adormecemos mais um pouco até que alguém nos veio bater à porta dizendo que iam começar a fazer as malas para voltarmos para Lisboa.

 

O tempo foi passando

 

Por incrível que perecesse a minha relação com minha mulher nunca mais foi a mesma. Tínhamos uma vida normal e até tivemos dois filhos mas também as minhas escapadinhas às escondidas sempre que possível a casa do João.

Dificilmente o João me comia pois sempre que o fazia doía-me bastante, mas não podia deixar de ter outros prazeres com ele.

Mais tarde João arranjou um amigo bastante passivo com quem começou a ter relações pois as minhas eram mais sendo eu o activo pois doía-me bastante outras relações e no fim era isso de que gostava.

Hoje sou um homem dividido entre o activo e o passivo quando é necessário fazendo vida com outros homens e com algumas incertezas tento ser feliz. Já não estou casado. Não que Isabel tivesse descoberto as minhas tendências sexuais, mas porque mulheres, para mim, sexualmente já nada me diz a não ser como amigas. Adoro os meus filhos. Já tenho netos e sou um homossexual assumido.

Por vezes arranjo um homem que me penetra mas o meu maior prazer é comer um bom cú. 

As incertezas sexuais são constantes pois sempre que sou comido ainda me dói, mas não desisto. Há sempre um que me leva à certa.

FIM

Aperto de mão para engate gay

aperto de mão para engate gay

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

              Nelson Camacho D’Magoito

              “Contos ao sabor da imaginação”

                   Para maiores de 18 anos

                     © Nelson Camacho
     2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2014

Pieces of life – II Cena

amigos do

Pedaços de vida

Um conto em III Actos

Ver I Acto (Aqui)

 

Procissão de pé descalço

     O tempo foi passando e já um pouco bebidos chegou a altura de definirmos quem ia dormir com quem já que só havia duas camas.

     Atirámos moeda ao ar e a mim calhou-me o Carlos.

     Após o sorteio o Jorge comentou:

 

        - Ainda bem que assim é! Vocês entretêm-se os dois e eu vou fazer uma procissão de pé descalço.

        - Explica lá melhor! – Comentou o Carlos.

        - É simples! Vocês os dois ficam a descobrirem-se e eu vou bater à porta do quarto da tua irmã.

        - Mas tu já tens coisas com a minha irmã?

 

     Perante tal conversa eu atirei:

 

         - Lá que tenhas coisas com a Isabel é uma coisa. Vocês são mais velhos que nós. Mas essa coisa de ficarmos nós a descobrirmo-nos é que não entendo.

 

         - E pá! É simples! Eu já namoro e vocês não e andam sempre agarradinhos, é altura de descobrirem o que acontece no calor da noite. E como já estão com um copito pode ser que tenham uma surpresa.

 

     Fiquei em saber o que responder. O tipo, descalço e somente com uns shorts e uma camisola de alças vestidas, abriu a porta do quarto e lá foi.

 

     Eu e o Carlos ficamos de boca aberta sem comentários. Ainda esperámos um tempo com a esperança de ele voltar mas nada.

 

          - Bem o melhor é irmos para a cama. – Disse o Carlos ao mesmo tempo que se despia e todo nu meteu-se na cama.

          - Vais dormir assim?

         - Mas é o meu hábito. Não só gosto de sentir os lençóis no meu corpo como é falta de higiene dormir vestido. Não me digas que dormes de pijama.

         - És capaz de ter razão, mas nunca dormi nu.

         - Não sabes o que perdes. Fica somente com as cuecas e vais ver como é diferente.

 

     Fiz o que ele aconselhou. Voltei a meter o pijama na mala e deitei-me somente com as cuecas vestidas.

 

     Afinal ele tinha razão sentir os lençóis envolverem-me o corpo foi uma sensação diferente daquela coisa do pijama.

 

     Coloquei-me de lado, de costas, de barriga para baixo, dei voltas e mais voltas mas não conseguia dormir. Nunca tinha dormido com alguém e aquela sensação que sentia do calor vindo de outro corpo a meu lado estava a tornar-se estranho até que o Carlos comentou ao meu ouvido ao mesmo tempo que se aproximava.

 

        - Está incomodado? Porque não consegues dormir?

        - Não sei algo de estranho se está a passar.

         - Vira-te para mim e olha-me nos olhos.

 

     Assim fiz e ficámos olhos nos olhos interrogando-nos.

     Carlos abraçou-me e todo o meu corpo estremeceu.

     Então aconteceu o que nunca esperaria.

   Carlos puxou-me ainda mais para si ficando nossos corpos agarrados como um só. Ficámos assim durante algum tempo até que naquela escuridão senti seus lábios junto aos meus e uma das suas mãos percorria meu rosto como se fossem festinhas de gato.

 

     A minha primeira reacção foi afastar-me mas quando senti sua língua entrar em minha boca senti-me mais confortável e retorqui da mesma forma.

 

      Foram uns momentos inolvidáveis até que ele baixando as minhas cuecas encostou o seu pénis ao meu e ambos se começaram a levantar,

 

      Depois tudo aconteceu inadvertidamente. Senti seu corpo debaixo dos lençóis descer pelo meu corpo indo parar no meu pénis que meteu na boca ao mesmo tempo que sentia um dedo manusear a entrada no meu ânus.

 

     Foi uma sensação tão estranha que todo o meu corpo estremeceu mais ainda quando senti a penetração daquele dedo no meu ânus ao mesmo tempo que os meus espermatozóides se foram depositar naquela boca gostosa,

 

     O corpo do Carlos elevou-se novamente, Ficámos novamente olhos nos olhos até que ele disse:

 


         - Agora é a tua vez.

felação mutua entre gays - Kamasutra

 

      E foi mesmo! Fiz a imitação. E desde os seus lábios até ao seu pénis foi um novo momento de prazer e na minha boca foi depositado também os seus bicharocos e vime novamente mas desta vez indo-se depositar nos lençóis.

 

     Colocamo-nos novamente na posição frente a frente. Olhamo-nos, acariciamo-nos e adormecemos.

 

O Segredo

 

     A bronca daquela noite poderia ter sido se o Jorge não fosse um rapaz de mente aberta e não soubesse guardar um segredo.

 

     Quando de manhã regressou da sua procissão de pé descalço e entrou no quarto e nos viu dormindo de conchinha meios destapados e todos nus.

 

     A luz da manhã já entrava janela dentro indo deparar-se suavemente em nossos corpos, desnudos e embora um pouco afastados as nossas posições davam a entender que algo se tinha passado principalmente para o Jorge que mais tarde vim a saber que embora andasse enrolado com a irmã do Pedro esta coisa da homossexualidade não era novidade.

 

o canto do nelson

     Acordamos sobressaltados com a sua entrada. Olhámos para cima e lá estava ele sobre a cabeceira da cama mirando-nos com um ar não de admiração mas de inveja

 

     Instantaneamente puxa-mos os lençóis e tentamos apagar os nossos pecados.

 

     Jorge rindo-se atirou:

 

        - Estão a ver o que aconteceu quando disse que vocês se iriam descobrir.

        - Não é nada do que estás a pensar pá. – Atalhou o Carlos.

      - Tá bem deixa! Ficamos assim! Vocês não contam que fui dormir com a tua irmã e eu não conto que vocês são gays.

      - Desculpa lá mas porque estamos nus não quer dizer que fizemos algo de errado – atalhei eu muito atrapalhado.

        - Pois! Um dia destes fico no meio para ver o que acontece.

         - Não te chega a minha irmã. Agora vens com essa de machão.

      - Mas quem te disse que eu venho com uma de machão? Já que estamos numa de segredos fica sabendo que pelo facto de foder com a tua irmã não goste também de uma boa chupadela feita por um gajo.

 

     Com aquele diálogo entre os dois ainda fiquei mais atrapalhado. Não só tinha pecado de acordo com os ensinamentos dos meus pais como estava a sentir-me metido num molho de brócolos e levantei-me e fui direito à casa de banho para tomar um duche deixando os dois a resolverem o problema de cunhados.

 

     Depois foi a vês do Pedro se ir arranjar. Vestimo-nos e não falámos mais no assunto. Descemos para o pequeno-almoço.

Já lá estava todo o mundo inclusive o padre em amena cavaqueira com nossos pais e combinando uma saída até ao santuário.

 

     Aquele dia foi bastante complicado. O Jorge agarrado à Isabel, nossos pais de mãos dadas acompanhados pelo padre e eu com o Pedro um pouco afastados lá fomos para o santuário. O Jorge de vez em quando olhava para nós e fazia um pequeno esgar de sorriso que me deixava ainda mais atrapalhado.

 

Dois meses depois.

 

     Depois daquele fim-de-semana em Fátima pouco falámos até terminarem as férias da Páscoa.

 

     Quando voltamos às aulas inscrevemo-nos num ginásio perto da escola e depois das aulas lá íamos nós.

 

     Foi um pouco complicado para mim pois quando saiamos do ginásio íamos todos tomar banho e a maioria da malta despia-se à frente de todos e comecei a olhar sem querer mais atentamente para seus corpos o que nunca tinha feito.

 

     Jorge notou os meus olhares e um dia à saída aproximou-se de mim a quase ao ouvido:

 

        - Andas a admirar os corpos da malta. Afinal passaste a gostar depois daquela noite em Fátima.

        - Não sejas parvo.

        - Não tenhas vergonha! Eu também gosto. Qualquer dia temos de combinar uma noitada.

        - Está a ser mesmo parvo. Não te chega a Isabel? Agora também queres ir para a cama comigo?

        - E porque não? Não estiveste já com o Carlos?

        - Epá… Isso foi uma coisa que aconteceu por acaso e até já me tinha esquecido.

 

     Pois!.. Mas o Carlos não se esqueceu e já me contou que gostaria de voltar a fazer o mesmo.

 

        - Não me digas que ele já voltou a falar no assunto.

        - Já e ao que parece está apaixonado por ti e como vocês têm pouca experiência já me prontifiquei em irmos para a cama os três.

 

     Entretanto chegou o Carlos e acabamos com a conversa.

 

         - De que estavam a falar?

        - Como teu futuro cunhado acho que não devemos ter segredos e estava a dizer ao João que estavas apaixonado por ele e como vocês têm pouca experiência estava prontificar-me a dar-vos algumas lições de sexo.

         - Quer dizer que já não se pode desabafar contigo que tomas logo tudo à letra.

 

     Naquele dia não ouve mais conversa sobre o assunto até porque estávamos a chegar a nossas casas.

 

Tempos depois

 

     Um dia num jantar lá em casa em que foram todos convidados falou-se das notas da escola. A Isabel que estava um ano mais adiantada que nós, era a mais sabichona e o Jorge andava um pouco atrasado em relação a nós. E alvitrou que destinássemos um ou dois dias por semana para fazermos umas aulas de estudo em casa dele pois estávamos mais à vontade na medida em que o pai andava sempre por fora e a mãe preocupava-se mais com as amigas com quem passava mais tempo e raramente estava em casa, pois era médica e tinha noites que estava de plantão no hospital pelo que tínhamos a casa Só para nós.

     Nossos pais como éramos bons meninos já com dezassete anos concordaram com a ideia e ficavam também mais livres de nós. Só os pais da Isabel é que recomendaram que ela nunca ficaria em casa do Jorge. Assim ficou combinado.

     Passamos a depois das aulas e do ginásio a irmos para casa do Jorge estudar sendo a Isabel a nossa explicadora.

     Um dia descobrimos que a Mãe do Jorge às quartas e sextas ficava de plantão no hospital, ficando a casa só para nós.

     Nós três éramos como o “cócó ranhêta e facada” Estudávamos, jogávamos às cartas e víamos alguns filmes na internet. Por vezes o Jorge e a Isabel ficavam a um canto namorando e outras coisas mais. Mas o problema era deles.

     Eu e o Pedro dávamos uma olhadela para eles e mirávamo-nos olhos nos olhos com um pouco de inveja.

 

     Um dia não estava ninguém em casa e já era tarde quando o telefone tocou

     Era a mãe da Isabel dizendo que já era tarde e que fosse para casa.

     Aquela porra do telefonema calou mesmo mal para eles. Pois estavam em tremenda marmelada. A Isabel também contrariada não teve outro remédio que se ir embora.

     Mal ela se foi embora o Jorge irritado:

 

        - Foda-se, agora que estava cheio de tesão e quase a vir-me é que esta gaja se foi embora. Vamos para o meu quarto ver um filme?

 

     Ingenuamente, perguntei:

 

     Mas não queres ver um destes que tens aqui?

 

        - O gajo tem outro tipo de filmes no quarto – disse o Carlos

        - Mas que outro tipo de filmes? – Perguntei.

        - Olha filmes de foda! Vamos lá. Não queres ver?

 

     Se a coisa não estava combinada entre eles, parecia. E lá fomos para o quarto.

     Nunca tinha lá entrado, mas porra!.. Aquilo é que era um quarto. Era mais uma suite pois tinha uma casa de banho privada, uma cama enorme um plasma também grande na parede em frente aos pés da cama e uma bicicleta de ginástica.

     Jorge ligou o aquecimento, colocou um filme porno a rodar e abaixou as luzes. Tirou a camisola e as calças ficando de shorts e atirou-se para a cama.

 

         - Vocês façam o mesmo pois daqui vê-se melhor e ficamos mais à vontade. Eu fico no meio.

 

     Não estivemos com meias medidas, também nos pusemos de shorts e deitámo-nos ao lado dele.

     O filme que estava a começar. Era um filme porno-gay onde dois gajos mamavam os pirilaus um do outro.

 

        - Aquela gaja foi-se embora e fiquei cheio de tesão. Afinal o que é que vocês fizeram naquela noite em Fátima?

        - O mesmo que está a dar no filme – disse eu.

        - E não fizeram mais nada?

        - Que querias que fizéssemos? – retorquiu o Pedro. 

        - Podem começar por uns beijinhos.


       E assim começámos. Uns de cada lado encostamos nossos corpos ao dele beijando-o cada um à sua maneira

triunvirato gay

 

     Estava-o beijando na boca quando senti uma mão levar uma minha ao seu pirilau que estava hirto e ao que parecia maior que os nossos. Até que chegou a vês de ele começar a manusear o meu que já estava também a levantar-se. Foi a vez de o Pedro deixar-lhe a orelha baixar-se até ao meu e começar a beija-lo. Jorge livre da beijoqueira foi descendo e ora metia na boca em um, ora metia no outro.

     Aqueles dois paus unidos e dentro daquela boca gostosa estava a ser o fim do mundo.

    Jorge endireitou-se e encaminhou nossas bocas para o seu peito que começámos beijando seus mamilos. Senti umas mãos na minha cabeça encaminhando-a para o pau do Carlos ao mesmo tempo que me virava ficando com o cú virado para ele no qual comecei a sentir o pau dele nas bordas do meu cú.

     Enquanto chupava vorazmente o pau do Carlos ele lentamente e depois de massajar o meu cú começou penetrando-o lentamente até que me penetrou totalmente. Dei um pequeno gemido e todo o meu corpo estremeceu de prazer enquanto continuava sofregamente chupava o pénis do Carlos.

 

     Estou a vir-me porra! Gritou o Jorge. Foi naquele momento que senti a minha boca ficar cheia daquele leite agridoce ao mesmo tempo que sentia um fluxo de esperma dentro de mim direito aos intestinos como se fosse um clister.

 

     Ficamos assim durante algum tempo até que os nossos pénis murchassem.

 

     Durante algum tempo nada dissemos, até que o Jorge disse que iria tomar duche e depois à cozinha buscar qualquer coisa para comermos e bebermos.

 

     Enquanto ele foi à cozinha buscar o aperitivo eu e o Carlos metemo-nos no duche.

 

Duas horas depois…

 

     Depois do petisco regado com um vinho branco fresquinho o filme acabou.

     Ficamos estatelados na cama nus e brincando com nossos paus que pouco a pouco se começaram a levantar como a pedir “queremos mais”.

     Nossos corpos tremiam como a pedir para a noite não acabar assim. Então o Jorge alvitrou fazer ao contrário como ele estava no meio iria comer o Carlos e eu comia-o a ele.

 


Com tanto manuseamento dos nossos pirilaus Estávamos os três com uma tesão dos diabos.

 

kamasutra satisfação total

      Como se nada tivesse acontecido antes. Jorge no meio colocou cuspo num dedo abundantemente e começou a pouco e pouco manuseando o cu do Pedro. Perante o que estava a ver fiz o mesmo no buraco dele segurei no meu pénis apontei-o na direcção certa e entrou sem grande sacrifício o que deu a entender que já estava habituado. O mesmo não aconteceu com o Carlos que quando se sentiu penetrado tal como eu na primeira vez guinchou com uma pequena dor mas aguentou. Jorge movimentou-se corporalmente dando prazer a ambos e ter o seu prazer próprio. Depois foi até ao pénis do Carlos punhetando-o com força e assim nos viemos os três ao mesmo tempo.

 

     Eram estas as recordações que estava a ter sentado naquelas escadas ao mesmo tempo que as lágrimas me escorriam cara a baixo.

Para ler o resto deste conto clique (aqui)

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

            Para maiores de 18 anos

                 © Nelson Camacho
2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

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Quarta-feira, 19 de Março de 2014

Sesimbra Uma visita guiada – II Parte

sesimbra-restaurante.hotel spa

Um fim-de-semana de sorte

 

O Jantar

 

     Para você ficar a par da situação que me levou a este jantar terá que ir para a (I Parte) para ver como e o que se passou.

 

     Conforme tinha combinado com o Emanuel cheguei ao restaurante hás vinte e uma e trinta.

     A minha primeira ideia era ir jantar ao restaurante do Hotel Spa que tem uma zona espectacular frente ao mar mas como já tinha combinado o restaurante onde iria ter companhia, entre a finece do mesmo e a companhia, resolvi pela companhia.

 

     Lá ao fundo estava um casal que parecia de namorados pois tinham as mãos dadas em cima da mesa. Lá mais para o outro canto encontrava-se um grupo de pessoas de meia-idade ao que parecias estavam a festejar qualquer coisa pois havia garrafas de champanhe, umas já abertas, outras por abrir.

 

     Talvez pelo adiantado da hora ou porque a primavera ainda vinha um pouco a medo e longe não era ainda o tempo ideal para uns papeizinhos de turismo e então o restaurante estava quase vazio.

 

     Estava mirando e conjecturando a situação quando chegou um pregado com uma bandeja onde constavam dois copos de vitage e uma garrafa de Porto. E perguntou:

 

        - É o Sr. Nelson não é?

        - Sim!.. Respondi.

        - Faça favor de me acompanhar já tem a sua mesa reservada e o seu aperitivo. O Emanuel já vem fazer-lhe companhia.

 

     Já estava sentado a acomodado e quando ia levando o copo aos lábios, ouvi por traz de mim perguntando.

 

        - Espero que gostes desta marca.

        - Sim!.. A Ferreirinha é uma das marcas do Porto mais antigas e antes ou depois de uma boa refeição sabe sempre bem.

        - Como vou ser o teu guia esta noite já arrumei a tralha e venho jantar contigo. Poso?

        - Se podes? Mas a casa é tua literalmente.

        - É o que faz ser filho do patrão que por acaso somo dois grandes amigos e entendemo-nos muito bem.

        - Quer dizer, deixa-te andar à vontade

        - Não é bem assim ele quer sempre saber quem são os meus amigos para não me meter em aventuras parvas. Somos bastante conhecidos cá na terra e respeitados. Portanto não tenho problemas em mostrara a nossa noite a um forasteiro como tu.

        - E porquê eu de especial?

        - Porque já não és nenhuma criança não és estrangeiro tens bom gosto e um brilhozinho nesses olhos azuis que mostram serem sinceros e cedentes de aventuras.

 

     Entretanto um empregado veio-nos servir como se fossemos dois clientes normais. Ali o que não era normal era o Emanuel estar a ser servido como um cliente com um amigo de poucas horas mas tudo estava normal pela normalidade com que a situação se estava a passar.

 

     Durante o jantar fizemos uma conversa da treta própria de ocasiões destas. Emanuel abriu-se um pouco sobre sua vida e eu como é meu hábito deambulei por temas que notei que ele gostaria de ouvir, nunca como é óbvio nunca entrar na esfera privada da minha vida. Também falei sobre a vontade de um dia destes ir Jantar ao Hotel Spa ao que ele prontificou-se em irmos lá não jantar mas tomar um copo no seu bar que é bastante acolhedor. 

 

     A refeição começou por uma sopa de peixe, depois veio um peixe-espada no forno e batatinhas crocantes (que estava uma delicia). Para arrematar veio um bolo de chocolate barrado de chantilly. Fechamos com um café e uma Aguardente velha.

 

   Depois da refeição pedi a conta ao empregado e Emanuel em tom de graça.

 

        - Não vais pagar o meu jantar pois não?

        - Até parecia mal pagar o jantar ao patrão, mas não te livras de te pagar os copos logo à noite.

        - Desculpa mas não te safas. O anfitrião sou eu e quem vaia pagar os copos sou eu.

 

     Como se fossemos dois amigos que já não se viam a algum tempo lá fomos nós fazer o perícolo turístico pela noite de Sesimbra.

     Alguns bares e tascas que proliferam pela vila que não conhecia deu-me vontade de alargar mais o tempo de ficar para a lá do fim-de-semana.

 

     Quando demos por nós já era três da manhã e Emanuel com a desculpa que no dia seguinte teria de abrir o seu restaurante levou-me até ao meu anexo.

 

     Quando chegamos convidei-o a tomar mais um copo o que ele aceitou prontamente.

 

     O anexo era uma pequena suite com uma cozinha tipo americano onde existia um pequeno balcão para refeições onde estavam depositados uma bandeja com alguns lagostins rodeados de pequenas montanhas de maionese e duas garrafas de vinho branco estando uma delas dentro de um frapê com gelo. O resto do apartamento era composto por uma secretária que tinha um computador. Um sofá, uma consola com vários CDs e DVs e uma televisão. Em frente quase no meio existia uma cama grande já com os lençóis alvos de branco e abertos como a convidar a serem usados. 

      Assim que entramos Emanuel comentou o petisco atirando:

 

        - Preparaste tudo com a tia Ermelinda. Certamente os lagostins não eram só para ti.

        - Não!..  Desde o almoço que engendrei acabar a noite assim.

        - Como adivinhaste que eu vinha?

        - São muitos anos de estrada e como encontrei a tal Tia Ermelinda que é um espectáculo ajudou-me a concretizar os meus desejos. Não achas que para o fim de noite sabe bem um vinho fresquinho?

 

kiss gay

        - Acho que sim e o melhor é atacarmos.

 

     Emanuel encheu dois copos bebeu um pouco e com os lábios molhados pregou-me um temendo beijo ao mesmo tempo que dizia:

 

        - Isto não será melhor que os lagostins?

 

      Efectivamente aqueles lábios com sabor a vinho deixava qualquer ser humano a esquecer-se dos lagostins.

     Ainda no sofá acariciamo-nos e nos beijamos até nos começando a despir. Primeiro as t-shirts iniciando umas mordiscadas nos mamilos passando ao bíceps. O meu pau já estava em forma e fui ver se o dele também estava metendo as mãos por entre as calças daquele puto gostoso.

     Ao mesmo tempo ele fez o mesmo e comentou:

 

        - Já está aflito?

 

     A minha resposta foi um silêncio profundo e comecei a tirar-lhe as calças.

Emanuel fez o mesmo e passado minutos estávamos completamente nus.

     Retirei de mim toda a força possível peguei nele ao colo e atirámo-nos para cima da cama.

     

O primeiro kiss daquela noite

 

     Se há fins-de-semana inesquecíveis este seria um daqueles que valeu a pena seguir os conselhos do meu amigo Fernando e procurar novo”peixe” em lugares aprazíveis. Não sei se com ele aconteceu o mesmo mas para mim a “pesca” estava a dar os seus frutos.

 

     Nós continuávamos envolvidos em beijos e carícias que íamos misturando com uns copos de vinho branco fresquinho e em vez de morangos como é hábito nestas ocasiões íamos mordiscando alguns lagostins que descobrimos ser mais afrodisíaco.

     A certa altura despejei um pouco do branco em seu corpo que estremeceu um pouco ao contacto com o frio do néctar.

 

       - Dá-te prazer? – Perguntei.

       - Despeja mais por todo o meu corpo

 

     E assim fiz. Desde os seus bíceps até ao pau hirto que sobressaia dos tintins todo aquele néctar foi descendo r então para que nada se perdesse, fui descendo meus lábios até ao pau já molhado não só daquele néctar mas também de algum fluido que ia saído daquele buraquinho onde tentei penetrar a minha língua.

     Ambos estremecemos de prazer até que senti umas mãos segurando minha cabeça e fazendo pressão para que aquele pau gostoso penetrasse em minha boca até às amígdalas derivado à posição.

     Ele movimentou-se em flexões contínuas e continuei a sorver aquela mistura de néctares tão diferentes.

     Emanuel estava louco de tal forma que com toda a sua compleição física pegou em mim colocando-me de missionário ao mesmo tempo que me beijava tentava a penetrar-me. Abri as pernas para maior facilidade e aquele pau todo molhado já com a minha saliva foi-me penetrando pouco a pouco até que entrou todo.

     Ambos guinchamos de gozo e prazer e quando ele me começou a masturbar senti seu líquido viscoso dentro de mim e o meu veio depositar-se em seu peito com tal força que veio parar um pouco em minha boca.

     Emanuel não estava totalmente satisfeito e veio sorver os milhões de bicharocos que pairavam em meu peito até algumas réstias em minha boca.

     Ao meu ouvido foi a primeira coisa que disse acertada:

 

        - E agora!? Como vai ser? Eu também quero.

 

     Deserto de isso estava eu e respondi:

 

        - Depois de um duche ficamos novamente em forma.

 

     E foi mesmo mas sem esperar muito tempo e dirigimo-nos para o duche.

 

gays no duche

     Fui o primeiro a entrar no chuveiro abri a água e deixei-a escorrer pelo meu corpo. Encostei-me à parede e senti-me aliviado de todo o stress ocorrido antes. Aqueles jactos de água morna caindo-me peito a baixo indo parar no pau este começou a levantar-se. Foi nesse momento que Emanuel entrou olhou-me e ajoelhou-se indo direito ao meu pau que ainda não estando no seu estado de serviço pegou delicadamente nele e meteu na boca. Foi a minha vez de lhe segurar na cabeça e ajuda-lo a movimenta-la num vai e vem constante até o coitado ficar hirto e firme.

     Foram alguns minutos de prazer até chegar o memento em que quase expandir qualquer fluido segurei-o pelas axilas levantei-o e virei-o para uma posição canina. Ele encostou a cabeça à parede e comecei a penetra-lo que entrou um pouco a custo mas com a água escorrendo por nossos corpos ajudou um poço. Foi a vês de ele movimentar-se para traz ao ponto de ser eu a encostar-me à parede ajudando à penetração total. Naquela loucura fui com uma das mãos ao seu pénis e masturbei-o até à exaustão final.

     Acabamos o nosso duche dirigimo-nos para a cama para onde nos atirámos e acabámos por adormecer como cupidos.

Depois de varia kekas dormimos como cupidos

 

     Dizer que valeu a pena aquele fim-de-semana é pouco pois ele prolongou-se para ale dos dois dias. Não fora ter o meu trabalho em Lisboa ficaria muitos mais dias, mas enquanto durou, durou em pleno todas as noites e ficou combinado voltar lá no verão e entretanto e ele poder tirar uns dias no restaurante virá até minha casa.

A noite foi tão boa que vos deixo aqui a bela canção “A Noite do meu bem” na voz inconfundível de Maysa

 

Fim – por enquanto

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

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Quarta-feira, 2 de Outubro de 2013

Restos de um fim-de-semana

Uma queca gay no carro

     Tinha ido passar um fim-de-semana a casa de uns amigos na Costa de Caparica mas passamos os dois dias em casa nem à praia fomos. Também não me importei pois aquele casal era constituído pelo casal propriamente dito e dois filhos. Um solteiro com 18 anos e outro com 20 e com a namorada que nunca o largava (uma perfeita galinha) aquele fim-de-semana não passou de comes e bebes e jogos de cartas. Não fora os rapazes demonstrarem serem abertos para a vida, nunca fui capas de me atirar a um deles mas davam-me uma tesão dos caraças. Ainda pensei que a cama onde ficaria fosse num dos quartos deles mas não tive sorte alguma. Cada um tinha o seu quarto e foi-me estipulado o quarto chamado de hóspedes.

     Com o mais novo ainda tentei estar no quarto dele ouvindo uns CDs e trocar impressões sobre os mesmos, mas não deu em nada. Tive um certo receio pois não tinha grande confiança e resumiu-se naquele noite de sábado para domingo ir para o meu leito e bater uma. Conclusão. No domingo depois do almoço fiz a trouxa e abalei para Lisboa sempre com aqueles putos na mona.

 

     Parei pelo caminho num cafezinho quase à beira da estrada e entrei com a ideia de tomar qualquer coisa. Olhei para todos os lados e a única mesa que estava livre era uma a um canto junto a uma porta que dizia WC e sentei-me. Veio a empregada perguntar que queria e pedi um café e um conhaque.

     Em cima da mesa já estava o Correio da Manhã que comecei a desfolhar. Passado um pouco nem me apercebi que estava um chavalo aí para os seus dezanove anos, de bermudas e t-shirt de alças mostrando uns braços musculados e sendo a t-shirt apertada via-se ser um tipo musculado. Cabelo acastanhado e tês queimados pelo sol e olhos verdes. Resumindo metia a um canto os chavalos com quem tinha passados os dois dias.

     Parecia o chamado macho latino mas tudo me caiu aos pés quando me perguntou se podia sentar-se com uma voz um pouco gutural e modos que nada tinha de macho.

     Acenei com a cabeça e ele sentou-se:

        - Sabe! Por aqui é normal sentarmo-nos nas mesas uns dos outros quando o café está cheio.

        - Não tem problema! Afinal quem não é da terra sou eu!

        - E está de passagem ou veio para cá morar?

        - Não! Estou de passagem.

        - Portanto está de carro?

        - Sim! Faço um pouco de tempo para fugir às bichas.

        - Mas tem alguma coisa contra as bichas? - Riu-se!

        - Não! Por acaso até sou amigo de algumas, mas neste caso referia-me a filas de trânsito.

        - Fico mais descansado. Também sou amigo de algumas mas aqui na terra só conheço uma com quem me dou.

     Verificando que aquele conversa iria dar alguns frutos perguntei:

        - Então e você não toma qualquer coisa?

        - Vou tomar um café e um pastel de nata.

 

     Pediu o querido à empregada que de imediato o veio atender transparecendo um sorriso entre os lábios que achei estranho. Veio o café e o pastel de nata. Ao mesmo tempo que encostava a sua perna à minha.

     A conversa continuou a respeito de futebol, e de uma notícia que vinha no jornal. Notei que ele passava a mão no entre-pernas e alisava a piça ao mesmo tempo que mais pressão fazia a perna dele na minha que aceitei fazendo também a minha pressão.

     De maneira discreta olhei para o seu enchumaço que era notório. Desvie o olhar para os olhos dele que com um brilho nos olhos baixou a cabeça direita ao pastel de nata que em vês de o trincar normalmente meteu a língua no seu recheio como se estivesse a mete-la numa vulva ou num ânus. Aquilo deu uns arrepios espinha acima ainda mais quando senti ao mesmo tempo uma das suas mãos apertando minha perna subindo coxa acima até entre pernas roçando os meus tintins que já estavam endurecendo ao mesmo tempo que o meu pau.

 

     Estivemos naquilo durante algum tempo. Olhando-nos nos olhos até que senti abrir o fecho-ecler das minhas calças e agarrar no meu pau que começava a mexer-se de contentinho.

     De repente olhou para mim, voltou a meter a língua no recheio do pastel de nata e perguntou:

        - Não queres ir à casa de banho?

     Como já ando por cá há uns anos não gosto muito destes convites de WCs em encontros fortuitos, alvitrei irmos dar um passeio no meu carro.

        - E há aí uns locais que podemos estar à vontade.

 

     Quem ficou mais à vontade fui eu pois no meu carro sempre era menos perigoso.

     Pagamos as despesas e saímos.

     Mal entramos no carro o tipo não esteve com meia medida agarrou-se logo ao meu pau tirando-o cá para fora.

     Conduzir ao mesmo tempo que nos fazem um broche é qualquer coisa de divinal mas também perigoso, assim logo que encontrei um desvio de terra batida entrei caminho fora. Nem casas nem nada, encostei e então sim. Foi o fim da macacada.

 

Uma copula gay no carro

        - O banco não desce? - Perguntou o tipo ao mesmo tempo que baixava as calças.

     Baixei o meu banco e o dele e ficamos como se estivéssemos numa cama.

     Olhei de soslaio e vi aquele membro hirto de glande inchada e muito saborosa e fiquei indeciso se o havia de chupar ou ser ele a ter a iniciativa já que a minha piça estava de fora também hirta e a ser manuseada pelo tipo.

     Olhamos um para o outro com ar interrogatório até que ele se colocou sentado na minha piça até o penetrar. Fodi-o ardentemente durante vários minutos até que os meus espermas se libertaram vorazmente para dentro daquele cuzinho saboroso.

          

     Ficamos mais uns minutos saboreando aquele prazer até que ele se levantou um pouco retirando o meu membro dentro de si e apontou-me a sua gaita ficando à altura da minha boca. Não me fazendo rogado e perante aquele mastro de cabeça carnuda e lustrosa, comecei por lamber com a ponta da língua a glande e muito saborosamente a mamo com os lábios. Ele segura na minha cabeça e faz pressão para aquela piça gostosa entre minha boca dentro.  

     Eu mamava aquele caralho com vício e metia o mais que podia na boca, sabendo que daí a pouco o ia ter na boca até aos pintelhos.

     Ele forçava a minha boca com a piça e ia enterrando cada vez mais na minha boca, até eu bater nos colhões do gajo.

     Aquele intruso na minha vida gemia ao mesmo tempo que em surdina dizia-me que se ia esporrar.

 

     Então, em acto contínuo, a piça explode e enche-me a boca de esporra. E que boa esporra! Engoli o leite todo e lambi a piça até a deixar limpa, sem vestígios de esporra.

     O gajo adorou o meu broche e queria repetir, e disse que na próxima queria o meu cu.

     Como já tinha comido o dele seria natural também me deixar comer e perguntei-lhe se depois daquela esporradela seria capaz de me comer o cu já de seguida.

        - Não é por acaso que tenho dezanove anos e ainda estou com a pica toda.

 

     O local onde tinha estacionado o carro era aprazível em termos de paisagem, liguei o rádio e entramos numa conversa da treta durante uma meia hora.

     Foi o tempo suficiente para ele se baixar e recomeçar a punhetar-me ao mesmo tempo que se ia masturbando a si próprio.

 

uma copula gay para finalizar o passeio de carro

     Já estava louco e o meu cuzinho começando a palpitar então não estive com meias medidas acabei de descer as calças e mesmo ali destro do carro numa posição difícil ele apontou meu cuzinho retirando as palpitações que nele sentia penetrando-me lentamente até percorrendo o trajecto final e sentir os seus colhões na minha bebas. Abraçou minha cintura e com uma só mão vinha a meu ombro como a puxar-me ao mesmo tempo que com a outra me veio masturbar. De repente houve uma explosão de esporras em uníssono e ambos gememos de prazer.

 

     Estavam concretizados os momentos mais deliciosos entre dois gays que à vista desarmada era difícil os outros descobrirem o que faziam nas suas intimidades.

     Trocamos números de telefone e prometemos voltarmo-nos a encontrar.

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

             Nelson Camacho D’Magoito

                      (O Caçador)

           “Contos ao sabor da imaginação”

                  © Nelson Camacho
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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013

A minha primeira queca homossexual – Vidas Cruzadas – VII Parte

Para entender melhor a trama que ocasionou esta cena tem de ir

“Vidas cruzadas – I Parte

 

Saida do banheiro

 

     Eu ainda não estava refeito de todas as novidades. Enchi mais um copo de whisky. Olhei para o Rui que continuava calado, atirei-me para um maple e só tive coragem de perguntar:

(ver VI Parte)

 

        - E agora?.. Tu já sabias destas novidades?

 

        - Sim!.. Eu e minha mãe não temos segredos e já me tinha perguntado a opinião sobre o assunto e concordei em absoluto com tudo. Agora o resto só está da tua parte.

        - Não sei o que hei-de fazer! Se ficar com um ou com o outro.

        - A escolha vai ser totalmente tua. Vais tentar ser feliz junto de quem te pode proporcionar essa felicidade junto de quem te quer ou vais continuar com indecisões.

     Com esta conversa, já íamos no segundo copo de whisky.

 

        - O melhor é ir para casa!

        - E vais mais uma vez fugir? Porque não ficas cá. Não chegaste a ver o final do filme. Vamos acabar de o ver e depois resolves se ficas cá ou vais para casa!

        - Poso ir à casa de banho?

        - A casa é tua! Até podes tomar uma duchada para refrescar as ideias.

 

     Foi o que fiz. Para além do xixi, tomei um duche refrescante. Como não me ia já embora, enrolei uma toalha à cintura e fui procurar o Rui.

 

gay esperando o amigo

     Entrei no quarto que este estava quase na penumbra onde tudo brilhava suavemente por causa de uma luz negra estrategicamente sobreposta sobre a cama e em fundo uma musica de Frank Sinatra “My Way “. Com aquela luz incidindo sobre o corpo do Rui que se encontrava praticamente nu pois só tinha vestido uma tanga deixei cair a toalha e mansamente atirei-me a ele beijando-o intensamente Rui tirou a tanga e nossos corpos juntaram-se como um só. Nossos lábios juntos, movimentamos nossas línguas num desaforo total, ao mesmo tempo que acariciávamos nossas faces. Rui num movimento brusco passou para cima de mim de forma a eu ficar de papo para o ar, deixou meus lábios e com os seus começou beijando os meus mamilos percorrendo-me o resto do corpo até o meu pau que já se encontrava hasteado como bandeira nacional meteu na boca começando a fodelo. Instintivamente segurei-lhe na cabeça apertando-a para que meu pito penetrasse cada vez mais em sua boca.

     Foi quando senti um dos seus dedos penetrar lentamente no meu cuzinho virgem. Com esta atitude, não só continuei a movimentar-lhe a cabeça como movimentando meu corpo.

Rui largou meu pau e perguntou:

 

         - Gostas?

         - Sim, continua! Faz o que quiseres do meu corpo!

 

     Já estava ficar louco de prazer como nunca me tinha acontecido.

 

     Quando me dei conta, estávamos num intenso 69 em que cada um fodia a boca do outro com toda a pujança de dois machos com o cio. Eu fazia pequenas pausas para mordiscar aquela cabeça lustrosa e já húmida ao mesmo tempo, ele continuava a mamar-me, enquanto os seus dedos brincavam com as bordas do meu cu. Soltei um gemido quando ele enfiou novamente um dedo.

     O pior foi quando ele começou a lamber os meus tomates. Aí gani mesmo! Com a sua língua na minha cabecinha mordiscava o prepúcio tudo enquanto a sua língua explorava cada curva do meu tesão armado. Eu gemia e mamava-o cada vez com mais força, acariciando-lhe também os tomates.

     Estivemos à vontade uns vinte minutos nisto, até que, sem qualquer aviso, o Rui se veio na minha boca, com os dois dedos enfiados no meu rabo quase até ao fundo e sem largar a minha pila. Deixei escorrer aquela esporra quentinha pela garganta abaixo.

 

     Sem saber bem porquê mas instintivamente, lambi aquele pau até ter a certeza que nada restava daquela porra de gosto esquisito mas que tinha gostado.

     Rui pediu que me virasse e continuou a masturbar-me perguntado se não me queria vir dentro dele.

 

copula gay

     Sem resposta arranjou a posição de concha e com sua mão apontou o meu pau para o cuzinho dele, que doido que já estava o penetrei-o sofregamente. Movimentamo-nos mutuamente e os meus queridos espermas lá foram direitos ao caminho que se iria tornar habitual ao mesmo tempo que o punhetava tentando que se levantasse novamente.

     Ainda estivemos naquela posição durante algum tempo até nossos paus hirtos e firmes se transformaram em coisas sem importância.

     Deitamo-nos lado a lado segurando nosso caralhitos que mais pareciam de criança, tal murchos que estavam

 

        - Gostas-te? Deu-te prazer? (perguntou o Rui)

        - Sim! Acho que andamos a perder tempo desde que nos conhecemos.

        - Mas tu é que não quiseste quando me atirei a ti pela primeira vez.

        - Dessa vez fiquei baralhado.

        - Mas nunca tinhas dado das minhas intenções?

        - Já tinha desconfiado quando fomos a casa do Nelson e quando saímos juntos àquele bar de gays. A propósito! E o Nelson? Sempre se zangaram?

        - Não foi bem uma zanga. Ele ficou com ciúmes de eu ter tentado foder contigo. Até disse que gostava também de te experimentar.

        - E julgas que ele na altura teria mais sorte que tu?

        - Sabe o gajo no nosso meio tem a alcunha de “O Caçador” e quando se lhe mete um puto na cabeça não o larga. Normalmente tem sorte pois é um gajo muito sabido e com anos de experiência. Mas contigo não vai ter sorte. Nem ele nem nenhum!

 

      O Rui tinha acabado de fazer uma declaração de amor como nunca tinha ouvido. O tipo estava mesmo apaixonado por mim. E eu? O que me estava a acontecer? O que seria dali para a frente depois daquela experiência? O certo é que tinha gostado e não lhe largava pila que já estava dar sinais de vida.

      Ele deu por isso e colocou-se em cima de mim voltando tudo ao princípio. Beijando-me os mamilos acarinhando-me o rosto com a mão aberta como fazem os gatos. Eu reciprocamente segurei-lhe a cabeça e olhos nos olhos nos olhámos e nos beijamos novamente.


     Comecei a sentir na minha barriga o seu pirilau que já não era mas sim um tremendo caralho hirto e firme conjuntamente com o meu.

Então ele levou minha mão ao dele e começou a estimula-lo. Passei para a posição de

copula gay de frente

 

 

papo para o ar. Ele voltou com os dedos a manusear-me o cu à medida que me afastava as pernas para o ar, tirou os dedos e afastando-me mais ainda as pernas senti o seu pau entrar meu cu a dentro, primeiro devagar devagarinho e depois todo até sentir também os seus tomates nas minha nádegas. Gemi um pouco mas ele abafou meus gemidos com sua boca. Já não era o seu caralho dentro de mim, era também a sua língua. Com uma Mão masturbou-me com força e viemo-nos mutuamente.

     Porra!... Tinha sido demais. Tanto gozo numa noite só! Era demais.

     Colocamo-nos numa posição mais confortável de conchinha continuando ele atrás de mim e adormecemos.

 

dormindo de conchinha

     Quando acordamos já o sol despontava janela dentro e com uma fome dos diabos e principalmente eu que não estava habituado aquelas coisas

     Olhei para o Rui que já estava de lhos abertos e dando-me um a bracinho gostoso como nunca tinha sentido.

    O Rui era bastante sabido e tinha-me levado à certa. Comparado com a minha experiência sexual com mulheres, aquela noite tinha suplantado tudo o que podia ter imaginado.

     Com ar de sacaninha perguntou-me:

         - Dormiste bem?

         - Nunca pensei que isto me tivesse acontecido.

         - Estás arrependido?

         - Não! Não estou! Nesta altura nem penso em mais nada.

         - E o que é que queres pensar?

         - O que vou contar a meu pai e a minha mãe.

        - E achas necessário ir já a correr contar a eles? O que se passa entre nós?

        - Como ele disse vou ter o fim-de-semana para lhe dar uma resposta sobre a tal situação.

        - E achas que o teu pai é parvo e não sabe de mim?

        - Achas?

        - Se vieres viver cá para casa tens de dormir no meu quarto e como sé tenho uma cama, tens de dormir comigo. Minha mãe certamente já conversou com ele sobre o assunto.

        - Deixemos isso para quando eles voltarem. Vamos tomar uma duchada e fazer algo para comer. Estou cheio de fome.

        - Quanto ao duche estou de acordo. Quanto ao resto vamos dar um salto à Praia Grande e comemos lá.

brincadeiras na praia grande - Sintra

Há muito que não passava um fim-de-semana com tanta felicidade

(Ir para VIII Parte)

 

                Nelson Camacho D’Magoito

             “Contos ao sabor da imaginação”

                     © Nelson Camacho
   2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

 

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Quinta-feira, 25 de Julho de 2013

Uma História feliz

O adorável casal transgénero que se fortalece de forma conjunta

 

     Arin Andrews e Katie Hill assemelham-se a um qualquer casal apaixonado deste Verão. No entanto a sua caminhada até aos dias de hoje foi tudo menos habitual. Arin tem 17 anos e Katie 19 e ambos submeteram-se a cirurgias de reatribuição sexual.

     Este casal originário do estado de Oklahoma nos EUA conheceu-se há dois anos num grupo de apoio a jovens transgéneros e desde aí tornaram-se inseparáveis. O jornal inglês The Sun acompanhou a cirurgia de Arin para remover os seios. Ao jornal inglês o jovem declarou: “Odiava os meus seios. Sempre senti que não me pertenciam. Agora, e finalmente, sinto-me à vontade com o meu próprio corpo. Agora quando estou na piscina ou a levantar pesos no ginásio ninguém ergue a sobrancelha. Pensam que agora sou um rapaz. […] Agora posso nadar sem t-shirt e posso ser um rapaz como outro qualquer. E ainda bem que tenho a minha família e a Katie em quem posso confiar. Sinto-me afortunado

     Ambos os jovens revelam que apesar dos episódios de bullying as famílias de ambos deram-lhes bastante apoio. É a própria família que se mostra grata pela relação de ambos que considera ter sido de grande ajuda nesta fase.

     Katie declarou que “[o Arin] sempre me pareceu masculino. Agora com a cirurgia ele sente-se mais confiante e à vontade. Eu própria ao ser transgénera percebo-o melhor do que ninguém e percebo muito bem o que sente.”

     O casal ainda irá submeter-se a mais cirurgias, mas até lá partilham a uma típica fotografia de Verão apaixonados junto de um lago.

 

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

         Nelson Camacho D’Magoito

             “Gentileza de Dezanove”

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Terça-feira, 23 de Julho de 2013

Fantasias sexuais – Educação sexual

Felação homo

     Hoje apeteceu-me darvos alguns conselhos para não se sentirem inibidos nas relações sexuais.

 

     Usar fantasias e ter relações sexuais em locais diferentes são opções para apimentar a vida do casal.

     Foi numa situação destas que perdi os três sexualmente

 

     Não vou escrever nenhum tratado sobre sexualidade entre gays mas sim dar alguns conselhos tal como sei e como normalmente se começa:


O Beijo

O Beijo - Kiss gay

     A verdade é que o beijo é o primeiro gesto de amor que temos e um casal apaixonado passa grande parte do tempo a treinar este gesto.

Um casal de namorados recentes não perde uma oportunidade de beijar longamente o parceiro e trocar amor, no entanto, com o tempo, os beijos tornam-se mecânicos, uma simples rotina.

     Um beijo deve ser apaixonado e sincero e não curto e mecânico. A vida nem sempre nos dá tempo de estar junto de quem amamos e, por isso, devemos aproveitar bem todo o tempo que tivermos.

 

     Beijo lento e apaixonado: Este é dos melhores beijos para mostrar à sua cara-metade o quanto o ama. É um gesto leve, demorado, mas que consegue transmitir todo o amor e carinho que sente. Não se apresse e deixe os sentimentos fluírem pelos lábios.

 

     Beijo de desejo: Toda a relação precisa de paixão! Este é o que deveria usar para mostrar que sente desejo pelo seu parceiro e é também aquele que usa quando conhece um novo amigo numa festa no calor do momento Quando inicia os preliminares é também ideal para avançar para o acto sexual.

     Se o seu companheiro não corresponder à terceira tentativa parta para outra. Esse gajo não tem amor para dar!

 

     Primeiras tentativa sexual: Depois de verificar que tem respostas concretas, tente agarra-lhe o pito. Primeiro por fora e depois penetrando até ele metendo a mão dento das calças.

     Não se arme em esquisito e quando o pau dele estiver hirto faça com que ele faça o mesmo (se ele se levantou é porque está a gostar) Nunca faça o papel de passivo, se ele tiver preconceitos lembre-o o velho ditado “Tanto é o que rouba como o que fica à porta”

     No entanto o problema é seu se quer ser passivo ou activo. Eu aconselho a ser flet.

 

masturbação gay

MASTURBAÇÃO - Sexo não penetrativo

 

     O sexo não penetrativo é uma actividade sexual sem penetração vaginal, anal ou oral, que se contrapõe à relação sexual.

     Nela não há intenção da troca de fluidos corporais, sendo considerada uma prática de sexo seguro assim como de contracepção. Esta actividade sexual pode servir como uma preparação dos preliminares para a relação sexual propriamente dita.

 

MASTURBAÇÃO recíproca

 

     Masturbação recíproca ocorre quando a estimulação do órgão sexual é feita também pelo parceiro. É bastante comum em relações entre homossexuais masculinos, em que um estimula o pénis do outro, proporcionando assim o prazer a ambos.

     Normalmente enquanto se estimula o pénis do parceiro, estimula-se também o nosso, já que o acto de estimular o parceiro causa prazer também a quem o faz.

     O orgasmo do indivíduo estimulado é duas vezes maior do que quando feito pelo próprio, pelo que convém ser feito a dois.

     Além disso, é também conciliável com outras práticas, como por exemplo a felação. No caso da homossexualidade masculina, por exemplo, o que faz a felação é simultaneamente masturbado por quem está a receber a felação. Também se pode passar com o sexo anal, sendo que quem penetra também pode masturbar ao mesmo tempo o companheiro.

 

MASTURBAÇÃO como friccionar o pénis

 

     Depois da aceitação do parceiro tente o seguinte:

      Faça um anel com os dedos (polegar e dedo do meio), coloque-o na base do pénis do parceiro e faça alguma pressão para baixo, mantendo a mão assim até ao final. Depois suba corpo acima e com o dedo polegar dê uns toques na cabeça até sentir a presença de alguns fluidos.  

     Se o pénis do parceiro não estiver sensível a esta técnica, dentro da roupa interior, tire-o cá para fora e movimente-o para cima e para baixo, mas com um movimento twist (rotativo); ou seja desça rodando a mão para a direita e suba rodando para esquerda, adeqúe os movimentos à intensidade que desejar, até à ejaculação não sem antes levar o parceiro a fazer o mesmo.

     Com esta pratica convém lubrificar as mãos: Se ambos já estiverem com alguma saída de fluidos aproveite-os colocando-os nas palmas das mãos caso contrário convém utilizar um lubrificante à base de água (em último recurso, um pouco de saliva)

     Se se aguentaram sem ejaculação estão prontos para novas experiências, se não se aguentaram e ejacularam-se aguentem pelo menos meia hora para voltar aos prazeres da carne.

 


FELAÇÃO (Sexo oral)

sexo oral gay

A primeira condição para fazer bem sexo oral é gostar do pénis. Algumas vezes o amor pelo seu dono pode ser suficiente. Mas não é fundamental.

 

Apresento algumas dicas para vocês proporcionarem o maior prazer mútuo.

 

1ª Dica

 

Saiba que o pénis não é um brinquedo frágil. Se quiser fazê-lo, faça-o com coragem e intensidade.

Alguns homens gostam de dedicar a sua atenção às zonas erógenas durante o sexo oral. Nesse caso, é recomendado escolher a posição 69

Quando quiser dar prazer só ao seu companheiro, encontre uma posição em que não precise de se apoiar com as mãos, já que vai precisar das duas para uma boa felação, é recomendado que mantenham o contacto visual com o parceiro e verá a sua excitação corporal e facial.

 

 2ª Dica

 

A boca não é essencial na estimulação oral pela fricção, mas sim pelo calor, humidade e efeito de sucção que cria. Deve assegurar a fricção com as mãos. Coloque o dedo indicador e o polegar em forma de anel, enquanto pressiona com os lábios. Mantenha os outros dedos em volta do pénis junto ao dedo indicador. Assim, cria uma espécie de túnel que termina na língua fazendo movimentos enérgicos de vai e vem por todo o corpo do pénis.

A saliva nunca é demais quando estiver fazendo este movimento. Quando parar para respirar, tente criar um efeito de sucção como se quisesse sugar o esperma do pénis.

Brinque com o freio (faixa elástica de tecido que liga a cabeça e o corpo do pénis) com a língua. Seja gentil nesta zona, pelo menos no início

Em simultâneo ao movimento para cima e para baixo, pode rodar a mão contra os seus lábios e em torno da coroa do pénis, criando uma espécie de suporte. Cuide para que tenha lubrificação suficiente

Belisque-lhe os mamilos e acaricie suavemente os testículos; coloque-os simplesmente na sua mão e aconchegue-os

Estimule o períneo, ânus e nádegas com um dedo pois será o caminho para o coito.

 

3ª Dica

 

Quando sentir que o seu parceiro está prestes a atingir o clímax, acelere o ritmo. Não engolir o esperma não implica que deve parar de estimulá-lo. Retire a boca e aumente o ritmo com a mão, e pare depois da ejaculação. Neste momento você deve perguntar ao seu parceiro exactamente o que ele quer e como o quer

Em geral, eles preferem dar continuidade à “brincadeira”.

Então, peça-lhe para tomar um belo duche e mãos à obra!

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Já preparou tudo para seguir em frente?

A próxima opção sexual ente homens é a cópula

 

copula entre macacos

     Saiba que a opção da cópula é das mais antigas e praticada por 90 % dos animais existentes no planeta onde está incluído o homem.

 

     Quando fizeram a felação tiveram a oportunidade de com os dedos lubrificar o ânus ou com repetidas massagens da próstata através da parede do recto como preparação prévia.

     Em qualquer dos casos nunca tenha pressa. Vá com cuidado mesmo que não seja a primeira vez. Primeiro mete a cabeça do pénis, faz um pouco de vai e vem e depois quando o parceiro se sentir confortável será ele a movimentar-se para a penetração final.

     Lembre-se que o ânus e o recto são a última secção do aparelho digestivo, que basicamente é uma extensa mucosa altamente irrigada e com alto poder de absorção. No total, esse último segmento mede — do ânus em si até a curva obtusa do sigmoide — 18cm (15cm dos quais pertencentes ao canal rectal) eis porque deve ter a maior higiene possível e não penetrar pénis demasiado longos e grossos assim como outro qualquer objecto.

 

As melhores posições para a cópula (o sexo anal)

 

     Para o passivo (nas primeiras vezes) uma das posições mais confortáveis é a de “sentado na piroca” pois é você que procura mais ou menos penetração

 

cópula gay - sentado na piroca

 

     Há várias posições que você vai descobrir ao longo do tempo e conforme seja o parceiro mais sabido

 

     Da preparação prévia, muitos entusiastas acabam por atropelar o tempo necessário para o devido relaxamento da musculatura em questão, nomeadamente através de anilingus (também chamado beijo grego ou beijo negro) ou de outra qualquer actividade similar. Quando os cuidados adequados são devidamente atendidos, o prazer do praticante passivo pode ser alcançado, especialmente no homem pro-orgástico até, devido à repetida massagem da próstata através da parede do recto.

     A Cópula ou O sexo anal (também podendo ser referido como sodomia, embora esta palavra possa ser utilizada para outros actos sexuais não reprodutivos) é uma prática sexual que se caracteriza pela introdução do pénis no interior do ânus do parceiro sexual, seja ele mulher ou homem (relação heterossexual ou homossexual).

Entre humanos, tal prática é tida como uma forma de se obter prazer durante a relação sexual para satisfação de um ou ambos os participantes sem fins reprodutivos.

     Segundo alguns especialistas, tal actividade não causa dano à elasticidade anal, tão pouco doenças como hemorróidas alias, quem as tem em vês de utilizar qualquer lubrificante deve usar vaselina ou Speri em pomada (vende-se nas farmácias sem receita médica e não olham para si de lado quando pede vaselina). Não só é um bom lubrificante como um medicamento anti-hemorroidal, sendo também um anti-séptico.

     A prática do sexo anal sem protecção pode ser uma via de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis pois a mucosa anal é muito mais permeável a agentes externos que a pele comum (ou mesmo a mucosa vaginal. É aconselhável se não tiver confiança no parceiro, utilize a camisinha.

O sexo anal é uma relação que normalmente traz prazer ao praticante activo, já que a musculatura do ânus é mais apertada do que a da vagina e a pressão sobre o pénis é maior facto que muitos homens casados procuram essas relações com outros homens.

A prática da penetração anal pode envolver, em simultâneo, a estimulação do pénis do praticante passivo o que facilita o orgasmo de ambos.

 

cópula por tras - cópula hetro - por tras

     Para o activo

 

     Embora a posição de “sentado na piroca” seja uma das posições em que o passivo possa também contribuir com movimentações de vai e vem e ser um caminho para o passivo passar para a felação a mais confortável é a de “por trás” em que o activo fica por trás do passivo e levantando-lhe uma perna o ânus fica num melhor ângulo para a penetração.

 

     De qualquer das posições tanto é bom para o activo como para o passivo, pois em ambas o pénis entre na totalidade e consegue-se fazer um vai e vem perfeito não esquecendo de punhetar o outro até ao clímax de ambos.

  Anilingua

 

anilingus gay ou hetrosexual

     Anilingua, também denominada anilingus, significa literalmente o intercurso da língua de alguém com o ânus de outro. Na prática, consiste em lamber e beijar o ânus, pela fruição em si ou como preliminar para o sexo anal, geralmente com o propósito de relaxar o esfrincter e propiciar uma melhor abertura do ânus. Este é provido de inúmeras terminações nervosas constituindo uma zona erógena particularmente sensível a qualquer estímulo.

 

     Técnicas

 

     Anilingus envolve uma variedade de técnicas para estimular o ânus, incluindo beijos, lambidas, e deslizes da língua para cima e para baixo. A prática do anilingus mútuo também pode ser feita na chamada posição 69. No caso de prática num homem, a forma de massajar intensamente também pode ser utilizada, pela proximidade à raiz do pénis, para estimular o seu fluxo sanguíneo e, consequentemente, a erecção.

 

     Prevenção

 

Existem muitos problemas de saúde que podem resultar da prática de anilingus se as bactérias, vírus ou parasitas que os causam estão ligados ou no ânus ou do recto. Estes incluem hepatite A, hepatite B, hepatite C, infecções intestinais, gastroenterite,

 

      Zona erógena

 

     São determinadas partes do corpo onde o toque pode causar excitação sexual

 

     Também podem actuar na selecção de indivíduos mais capazes de excitar seu parceiro, eliminando os menos aptos a esta função.

     No ser humano, as zonas erógenas são determinados pontos ou trechos sensíveis da pele que, ao toque, desencadeiam uma reacção de excitação. A presença destas zonas (ou ao menos a intensidade da sensação causada) pode variar de indivíduo para indivíduo, e decididamente de situação para situação, embora padrões sejam delimitados de acordo com as zonas apontadas pela maioria das pessoas. Pescoço, nuca, lóbulo da orelha, lábios e língua, mamilos, nádegas, coxas e dedos, para além dos próprios órgãos sexuais são comummente apontados por homens e mulheres como zonas erógenas.

 

  

Como atrair homens para uma relação

 

Bar gay - como atrair um homem - Nelson Camacho D'Magoito

     Depois da primeira experiencia sexual que aconteceu por acaso você tem duas escolhas. Continuar com a mesma pessoa (que não dura para sempre) ou procurar novo parceiro.

     Se ainda está agarrado a preconceitos vai ser difícil. Se pensa que vai encontrar o seu amor na escola, tenha cuidado pois nem todos os seus colegas são o que parecem ser. Às vezes os que criticam a homossexualidade estão desejosos de experimentarem, outros que já o praticam tentam esconder essa prática por questões a que chamam de imorais.

     Com o tempo você vai ser um bom caçador. Tenha calma.

     Tentar atrair gays em locais totalmente heterossexuais será uma perca de tempo! No entanto isso até pode acontecer no cinema, mas já tem de ser caçador.

     Pela minha experiência, os melhores locais para conseguir encontros rapidamente são os Bares de temática gay.

     Há quem diga que encontra boas relações na blogosfera nos sites de teor encontros gay mas isso é um perigo pois nunca se sabe na realidade quem está do outro lado e pode ser encaminhado a uma armadilha.

     Descubra até na internet quais os Bares Gays na sua zona de conforto. Escolha um que tenha show e faça os preparativos para a noite.

     Vá com a ideia que nem todos os frequentadores deste tipo de Bar são frequentados por gays e que estarão interessados por si, portanto, antes de “atacar” um analise-o bem.

 

     Antes de sair para a noite, vista-se com uma roupa provocante

     Olhe-se ao espelho verifique se está “apetecível” e provocante, perfume-se e descontraia-se mas sem maneirismos e afeminados. Isso seria a Bicha que você não é nem quer ser. Você é gay e também homem. Seja activo, passivo ou flet, não queira ser Bicha.

 

     Quando entrar no ambiente, não fique encostado ao balcão indefinidamente salte para a pista e dance como os outros. Se utilizou um bom perfume e com um bom cheiro, vai ver que é um passo para ser notado.

    A boa disposição atrai boa disposição Esteja divertido e relaxado e terá mais hipóteses de atrair homens! Ninguém quer saber do homem nervoso que está encostado ao bar! Relaxe!

 

boa noite cinderela - nelson camacho D'Magoito

     Não beba demasiado – Um copo ou outro não faz mal a ninguém e até ajuda a descontrair. Nunca largue o seu copo. Há quem se aproveite para largar nele “Boa-Noite Cinderela” pois podem acontecer coisas que você nem adivinha.

     Seja contido na bebida. Se abusar, em vez de atrair homens, vai estar a repeli-los. Acredite que ninguém vai querer um encontro quente com um homem bêbado.

     Não desista, nunca! – Se não conseguiu atrair o homem que queria, não se preocupe com isso! Há tantos homens na noite gay que não vale a pena ficar a pensar num! Escolha outro alvo e siga em frente!

 

      Se nessa noite não foi profícua não desista. A vida é muito curta para ficar preocupado em conseguir um encontro!

     Ganhe coragem e recomece tudo de novo!

     Como dizia a minha avó “Todos os tachos têm uma tampa”

     Não fique em casa constantemente. Vá o cinema, ao teatro a uma exposição ou passei simplesmente num Centro Comercial. Vai ver que vai encontrar alguém para curtir.

 

Não deixe para amanhã e saia de casa! Torne-se no Caçador O encontro que pode ter hoje!

 

     Se já me encontrou não deixe de comentar este texto.

 

Para abanar a cabeça nesta noite fique-se com Mister Gay e Manuel Luís Goucha

Dois cótas na TVI em 2004

 

     As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

   “Informação e conselhos para jovens”

             de Nelson Camacho

sinto-me: e satisfeito por ensinar
a música que estou a ouvir: Mister Gay
publicado por nelson camacho às 21:29
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Terça-feira, 9 de Julho de 2013

Apanhei um mentiroso na praia (A Mentira do João I)

Praia do Magoito

     Todos sabem que hoje esteve um calor do caraças, por Portugal inteiro aqui na minha zona do Magoito não fugiu a regra.

     Não era só nas televisões que a toda hora nos aconselhava a ter cuidado com o calor por causa dos raios ultra violetas propícios a criar o cancro nas peles mais sensíveis, também o meu médico me tinha aconselhado a frequentar a praia até às 10 horas ou de pois das 18 e foi o que fiz, não de manhã mas ao fim da tarde.

     De calções de banho chinelos e um robe (gente fina é outra coisa) meti-me no carro e lá fui.

     A praia do Magoito agora é uma seca para se descer até ao areal, Fizeram uma escadaria tipo passadiço bastante íngreme. Resultado: Para descer todos os Santos ajudam, mas para subir depois de levar um escaldão e uns mergulhos a coisa esquenta. Então para ganhar coragem para aquela descida, resolvi ficar-me na esplanada.

     Ver um homem de robe na praia, não é lá muito natural por estas bandas de forma que encontrei olhares maliciosos mas como minha avó dizia “quem quer vai quem quer está” não liguei pega e procurei um lugar, pedi uma cerveja (aparentemente bebida de homem).

     Despi o roupão e lá fiquei recebendo aquele sol malandro na minha musculatura sarada de ginásio independentemente da minha idade já entrada para a linha dos “cotas”.

     Estava naquela de não saber se ia descer até à praia ou não quando entrou na esplanada um moço aí para os vinte anos vindo da praia e todo depilado e com a pele feia em escamas pelo escaldão que tinha apanhado. Sentou-se mesmo ao meu lado olhou-me cima a baixo e comentou:

        - Então não foi dar uns mergulhos?

        - Para ficar assim como você? Não obrigado!

        - Isto é o que faz a dor de corno.

        - Quer dizer! Levou um tapa da namorada e a sua pele é que pagou!

        - Não é bem assim, mas quase.

        - Então?

        - Não levei um tapa! Simplesmente fui trocado!

        - Então e foi caso para se vir queimar?

        - A ideia não era essa! Ontem à noite levei com uma parelha de cornos, fiquei sem carro, meti-me na camioneta e vim dormir para praia.

        - E dormiu bem! Já viu como tem a pele, vermelha e toda escamada? Acha que valeu a pena fazer um disparate desses por ser trocado por outro?

        - O pior é que esse outro era meu amigo!

        - E você acha que uma mulher merece esse sacrifício?

        - É uma história bastante complicada

        - Olhe meu amigo! Sou um tipo divorciado e depois também encontrei um amor que pensava ser para o resto da vida, mas não foi. Essa coisa de amores… Tenho uma certa experiencia portanto posso-o aconselhar nessa área. E creia que não há amores que nos possamos sacrificar e você é um rapaz novo e ainda tem muito para viver.

        - Certamente quando chegar à sua idade direi o mesmo.

        - Já estivemos a falar melhor! Uma maneira simpática de me chamar velho.

        - Mas não foi essa a minha ideia, embora goste de conviver com tipos mais velhos que eu! Sempre se aprende alguma coisa.

 

     A Conversa estava neste pé de aconselhamento e já tinha bebido mais duas cervejas e ele que tinha começado com uma água, também já ia na segunda cerveja.

     O tempo também já começava a abrandar no calor pois  sol á se ia recolhendo lá no orizonte quando resolvo apresentar-me

 

        - Já agora, eu chamo-me Nelson e você?

        - É verdade! Eu sou o Mário e moro em Sintra. Você onde mora?

        - Mesmo aqui no Magoito.

        - Isso é que é sorte, mesmo ao pé da praia. Hoje para ir para casa tenho de apanhar o auto carro para a Portela se Sintra e depois apanhar um táxi para a vila.

        - É verdade você disse que tinha ficado sem carro ontem à noite.

        - Não foi bem assim. O meu amor é que ficou com ele quando vi que estava com outro, deu-me o amoque e vi-me embora.

 

   “ Aquela história estava a ficar de veras interessantes e como queria saber mais arranjei um esquema.

Voltei a chama-lo a atenção de como tinha a pele e ia necessitar ser oleado com um creme para as queimaduras solares que até tinha em casa por onde passaríamos prontificando-me a leva-lo a casa dele. Assim tornava-me gentil, saberia o resto da história e talvez entretanto acontecesse alguma coisa de interessante já que era um moço bastante apessoado e carente.”

 

        - Não será muito trabalho para si? – Respondeu o Mário depois de ter posto em prática o meu convite.

        - Mas não me custa nada! Tenho todo o tempo do mundo.

        - E a sua família não se vai importar?

        - A minha família actual sou eu um cão e um gato que se dão a mil maravilhas e não chateiam.

        - Mas deu-me a entender que tinha família!

        - Não! Tenho dois filhos que não vivem comigo e sou divorciado, portanto, estou aberto a uma nova relação.

        - Quer dizer que já tem um currículo digno de inveja.

        - Não sei se será assim, mas que já vivi o bastante e já fui muito feliz com os amores que tive, isso é verdade.

        - E você?

        - Sou solteiro, tive um problema com os meus pais, não nos falamos e também vivo só.

 

    “Esta conversa já foi feita no carro e a caminho de minha casa, onde parei e repeti o convite de o tratar das queimaduras. Entrámos. Fui preparar uns refrescos, Fui buscar os cremes. Estiquei um lençol branco na cama e encaminhei-o para lá a fim de tratar das mazelas. Ele nem truz-nem-mus, aceitou tudo sem dizer palavra. Deitei-o na cama de costas para cima e comecei a massaja-lo com aquele creme oleoso.”

 

         - Tens uma costas lindas tens, todas peladas.

         - Afinal foi bem ter apanhado este escaldão!

         - Então porquê?

         - Nunca me tinham feito uma massagem assim! É bestial!

         - Estas a gostar? Ficaste com um grande vermelhão no sítio das sungas! O melhor é tirá-las.

 

    “ Conforme fui dizendo isto fui-lhe retirando as sungas, ficando com aquele cuzinho arrebitado e branco, sem pelos à mostra e comecei massajar-lhe as nádegas, Eu estava de calções curtos e o meu pau começou a dar ar da sua graça, começando a eriçar-se. Antes que a minha mona tivesse alguma ideia triste, virei-o de papo para o ar e comecei massajando-o pelo peito enquanto olhava para o seu pau ainda deitado e flácido. Era simpático de fava descoberta com uma cabecita luzidia. Mesmo flácido não dava a ideia de ser grande ou grossa. Era o que se chama uma pila gostosa e com vontade de ser abocanhada”.

 

         - Então continuas a gostar? A tua namorada nunca te fez isto?

         - Mas qual namorada?

         - Então a zanga que tiveste não foi com a tua namorada?

         - Não! Foi com amigo com quem ando há três meses.

 

   “ Porras! Os tintins foram-me caindo aos pés. Afinal o gajo era gay (passivo ou activo iria descobrir).Tinha sido enganado!!... mas foi uma fracção de segundos na altura as minhas mãos estavam percorrendo o abdómen e de imediato desceram até à área púbica encontrando os seus tintis ficando o pau por cima da mão que senti começar a levantar-se”

 

        - Queres que continue? Perguntei ao mesmo tempo que agarrava aquele pau semi-hirto.

 

Relações sexuais gay

     A resposta foi segurar-me na cabeça e encaminha-la até aquele pénis que se adivinhava gostoso e meti em minha boca movimentando a mesma até começar a sentir que estava a inchar (por acaso como gosto)

Mário retorceu-se de gozo ao mesmo tempo que buscando o creme da massagem besuntou os dedos e começou a massajar-me p ânus.

 

     "O cabrão do puto estava a preparar-se para me comer. Fazia-me lembrar o que já tinha feito um milhar de vezes a outros. Desta vês estava eu a ser enganado. Mas deixei, pois também estava a gozar.

Nas calmas, tirei da boca aquele pau que já sulcava, antes que fizesse alguma asneira, subi pelo corpo dela acima e os meus lábios foram-se plantar na sua boca que foi aceite com grande entusiasmo, com língua e tudo. Ficando assim durante algum tempo enquanto nossos paus hirtos se digladiavam.

 

 

 

Copula gay

     Os meus neurónios não paravam ao pensar que tinha sido enganado, pensando que tinha ali algo para brincar sexualmente e no final de contas o gajo estava a ser muito macho para o meu gosto. Aquilo não podia ficar assim, então abri-lhe as pernas e apontei o meu pau para aquele cuzinho que certamente já não era virgem. (ia ver se era verdade ou não). Mal apontei no buraquinho, ele movimentou-se de forma a fazer pressão para o penetrar e ele todo contente lá foi penetrando sem muito custo anos destro. (afinal não era mesmo virgem já por lá tinham andado outros. Cota como eu sabe destas coisas). Ele com as pernas no ar e movimentando-se ao mesmo que lhe dava uma foda gostosa e louca esporrei-me vorazmente dentro dele. Para terminar aquela sessão ele masturbou-se e assim nos vemos os dois.

 

     Sem dizer palavras algumas, estoirados deitamo-nos de lado com os corpos juntos para o descanso dos guerreiros, beijando-nos à espera de outro ataque.

      Adormecemos.

 

     Quando acordei já a noite tinha entrado janela dentro. Calmamente e sem o acordar fui tomar um duche e por no micro-ondas uma cuvete de bacalhau com natas. Fui por a mesa com velas e tudo, vesti um roupão e fui acorda-lo.

 

     Comecei por beija-lo no lóbulo da orelha até aos lábios.

     Ele acordou.

     Olhou-me nos olhos e com um sorriso maroto nos lábios perguntou.

 

        - Que horas são?

        - Já são dez horas. Dormiste bem?

        - Dormir bem é pouco! Afinal sempre é verdade que os “cotas” sabem mais e dão mais prazer.

        - O amigo com que andavas que idade tem?

        - Vinte e cinco! E tu?

        - Já passei por aí há um bom par de anos. A idade não interessa, tu o dirás de acordo com a minha prestação. A propósito, já tenho o jantar pronto. Tenho uma fome dos diabos e tu não tens?

        - Se não queres dizer não digas mas que és melhor que muitos da minha idade isso é verdade.

        - Ainda não viste nada. Mas agora levanta-te, Vais tomar um duche mas antes pões no corpo um pouco da Nivea líquido por causa das peladas.

         - Nunca ninguém me tratou tão bem.

         - Sim tá bem toma este robe para vestires depois do duche e vem jantar. È bacalhau com natas. Gostas?

         - De ti estou a começar a gostar de tudo.

         - Vai te lá tratar e deixa-te de lamechas.

 

     Entretanto fui acabar de por a mesa e abrir uma garrafa de vinho Reserva de Reguengos fresquinho.

 

     Quando o Mário chegou, antes de se sentar deu-me um beijo.

Se até ali não sabia bem porquê tinha criado um certo gosto pelo rapaz, depois daquela atitude parecia que tinha arranjado o que se chama de Boyfriend.

 

     Durante o jantar tentei tirar o que se chama de “nabos da púcara” e ele contou-me tudo.

 

II

 

Mário tinha numa noite no Finalmente tomado conhecimento com um rapaz da sua idade com que se tinha enamorado.

Você vai ler a sua história aqui: (A Mentira do João II)

Discoteca boyfriend

 

     Já leu? Pois bem! Perante esta história de desavenças que me foi contada enquanto jantávamos, fomos até ao salão tomar o cafezinho da praxe e um belo Conhaque.

 

        - Então que dizes da minha historia? Perguntou, já sentados no sofá.

        - Bem! Mentirinhas dessas, são mentiras bobas, embora uma mentira é sempre uma mentira. Cá para mim é mais grave a promiscuidade dele que da mentira. Afinal o teu Boyfriend não era o que tu pensavas e perante essa situação só estou preocupada é com o carro que ficou nas mãos dele.

        - Não há preocupações. Apesar de tudo o tipo é um gajo sério e mora na minha rua e sou visita da casa dele e amigo da família.

        - Ah, então isso vai passar. Vais lá a casa, fazes as pazes pedes a chave do carro e iça tudo como se nada fosse.

        - Achas? Depois de te conhecer a única coisa que lhe vou dizer é pedir-lhe a chave do carro e contar-lhe que te conheci e que fiquei apaixonado por ti. Não gosto de mentiras.

         - E pá! Não estás a ir longe de mais? Apaixonado por mim? Só por umas brincadeiras?

         - E não achas pouco? Estás descomprometido como eu. Tens tido uma atitude perante mim, como nunca tive. Nem o meu pai me deu tanto afecto.

        - Pára aí! Primeiro não sou teu pai, segundo os meus filhos são mais velhos que tu, terceiro, o relacionamento que tivemos até aqui não foste o de pai para filho.

        - Não é isso que quero dizer! Tás parvo ou quê? Sei qual e a diferença O que quero dizer é que em relação a afectos nunca os tinha tido assim. Tu sabes receber a ouvir e aconselhar um tipo como eu. A propósito! posso cá ficar hoje?

         - Bem, vamos lá esquecer essa coisa do pai e toma mais um Conhaque. Quanto o ficares cá hoje, até pode não ser só hoje.

 

     “ A conversa tinha-se desviado para outro teor que não me agradava independentemente de já ter tido um caso semelhante que durou seis anos. Também ficam uma noite e depois é um caso sério para se irem embora e acabam por ficar anos.

E porque será que só duram anos? Perguntará você. Bem é que o para sempre não existe o mundo é feito de mudanças e quando algo de bom acontece é melhor aproveitar a oportunidade. Foi o que me aconteceu naquele dia com o Mário.

Já o tinha comido. Portanto a minha parte estava feita e como o pito dele não era assim tão grande talvez o quisesse sentir dentro de mim.” 

 

         - Quer dizer que posso ficar hoje, amanhã e depois?

         - Se te portares bem.

     Mário como reconhecimento pelo meu consentimento meteu uma mão no cós dos meus calções ao mesmo tempo que com a outra movimentou minha cabeça junto à dela e colamo-nos nu beijo ardente.

         - E se fossemos para a cama?

 

     Pelo caminho do salão ao quarto foram ficando as pequenas peças de roupa que tínhamos vestido.

 

     Atiramo-nos para a cama que ainda não tinha sido feita desde a última vês que ali tínhamos estado.

Agarrados como um só beijando-nos fervorosamente, Mário foi descendo pelo meu peito mordiscando-o até encontrar o meu pau já rijo, metendo-o naquela boca quente e húmida de saliva e tal como da primeira vez com os dedos húmidos de saliva procurou meu ânus lubrificando a sua entrada: Mais uma vez estava a dar indicações que me queria comer. Da primeira vez dei-lhe a volta e fui eu o macho. Mas o puto até merecia.

     Movimentei todo o corpo de forma a ficarmo-nos beijando, abri as pernas e sentei-me na piroca do puto.

 

Kamasutra sentado na piroca

     " Para os novatos que me estão a ler, esta é a posição mais confortável para o apanhador na medida em que pode ir deixando penetrar-se de acordo com o seu gosto. O Único problema é criar uma certa tenção nas barrigas das pernas, sendo assim difícil para os mais gordinhos. Forra isso a partir desta posição pode seguir para outras mais convenientes e masturbar o penetrador."

 

     Já estou terminando a minha aventura de ontem.

 

     Fiz questão não só de contar como é possível arranjar um Boyfriend mais novo como um mais velho assim como algumas dicas como fazer uma penetração suave, que também serve para qualquer das partes

     Esqueçam essa coisa dos gays activos e gays passivos. (A minha avó dizia que o ladrão tanto é o que entra para roubar como o que fica à porta a avisar o policia) E nesta coisa de sexo, se não for a dois, não tem piada alguma e é a forma de se aguentares durante algum tempo no tempo.

     Até mesmo aqueles que de princípio e alguns casados com mulheres e um dia experimentaram ter relações com outro homem. Se calhar com um gay que lhe saiba dar a volta, na volta é ele que sai comido. È uma questão de jeito.    

 

     Este meu desabafo, conto, história, no que você acreditar chegou ao fim.

     É Segunda-feira, ontem fomos buscar o carro do Mário a Sintra. A conversa que ambos tiveram não interessa. Só sei que o Mário contou ao João que me tinha conhecido que tinha estado em minha casa e para lá voltava.

     Hoje tenho dois carros parados à porta O Mário está dormindo e eu vim aqui contar-vos a nossa história.

 

 

     Verdade? Ou Mentirinha? Semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção. Você decide a veracidade do conto

 

   As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

     Nelson Camacho D’Magoito

               (O Caçador)

    “Contos ao sabor da imaginação”

            de Nelson Camacho

 

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 06:21
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Terça-feira, 18 de Junho de 2013

Santo António em minha casa

Santo Antonio Boy

     Ontem ganhou Alfama as marchas de Santo António em Lisboa.

     Hoje ganhei eu um Santo António em minha casa no Magoito.

 

     Ontem foi noite de festa para milhares de pessoas pelos bairros típicos de Lisboa. Começámos na avenida da  liberdade fomos para os nossos bairros comer sardinhas, bailar e embebedar-nos.

 

     Foi este o percurso da maioria dos festejastes do Santo. Foi esquecida a crise e lá saíram muitos milhares de euros dos bolsos das gentes, mesmo com a sardinha a Euro e meio cada uma.

 

     "O Coelho esqueceu-se de mandar a ASAE fiscalizar as condições de higiene e das facturas. AINDA BEM!"

 

     Eu pela minha parte como andava só, Quando acabaram as marchas na avenida, percorri Alfama, Madragoa, Bica e Bairro Alto. Às seis ma manhã, meti-me na IC19 e vim para casa só, conforme tinha ido.

 

     Dormi pouco! Acordei por volta das dez, tomei um duche e fui como a maioria do pessoal, aproveitando o feriado que o Coelho não cortou e fui até à praia. Estava uma seca. Nevoeiro e vento. Aqui no Magoito é sempre uma seca. Ainda me lembrei de ir até à Costa, mas como não tinha companhia voltei para casa.

 

     Passei pelo super mercado, comprei sardinhas, salada e batatas para o repasto do almoço.

 

     Fui até ao quintal acendi o fogão e pus as batatas a cozer. Acendi a churrasqueira e comecei a assar meia dúzia de sardinhas.

 

     É preciso ter pachorra para fazer isto sozinho, mas como todos nós temos um pouco de loucura, mesmo só, de vez em quando faço isto.

 

     Quando fui buscar vinagre para a salada, ele não estava lá, desci as escadas e fui até à mercearia comprar o néctar que faz sempre falta numa salada.

 

     Vinha já da mercearia com o vinagre, quando dois moços - por acaso bem-apessoados - saiam de um carro, cumprimentaram-me e um deles que depois de olhar bem para ele vi ser cá do sítio me disse:

        - Que cheirinho de sardinha assada vem do seu quintal.

        - É verdade! Só tenho pena é de não ter companhia. – Queixei-me.

        - Lá por isso nós fazemos companhia, a praia está uma seca e nós íamos à procura do almoço.

 

     Não sou de meter em casa quem não conheço, mas pelo menos um, sabia quem era. Era meu vizinho e conhecia os pais por frequentarmos o mesmo café, convidei-os para a sardinhada que estava no lume e já deviam estar prontas.

 

     O Mário e o Pedro (nomes fictícios) quando iam entrando o Pedro lembrou-se que tinham umas cervejas no carro e foi busca-las ao mesmo tempo que dizia. – Pelo menos levamos alguma coisa.

 

     Assim que entramos no quintal já as sardinhas que tinha deixado assar, estavam boas, mas eram poucas para os três.

     O Pedro que é o mais despachado perguntou: - Não tens mais?

        - Sim, comprei duas dúzias, deve chegar, estão na cozinha.

     Pedro logo as foi buscar. Na volta comentou:

        - Tens uma casa gira. Desculpa lá mas dei uma olhada aos vídeos e vi que tens uns que podemos ver?

    

     O que o Pedro tinha visto eram uns porno que estavam mesmo à mão. Concordei mas para depois das sardinhas.

 

serveja com sardinhas e kiss boy

    Aquela almoçarada estava a correu às mil maravilhas. Sardinha, batata cozida, salada de pimentos vinho e cerveja.

    Como o meu quintal está resguardado de olhares estranhos, pois está totalmente vedado e o sol estava abrasador os três fizemos uma festa com música à mistura. Até nos despirmos como se estivéssemos numa Boate livre de preconceitos.

     Fizemos umas misturas de bebidas e nem mesmo assim, quando o sol começou a ficar mais baixo lá no horizonte o tempo começou a esfriar o Mário vestiu uma t-shirt  e foi para a sala.

     O Pedro comentou:

        - O gajo é um tipo porreiro mas nunca alinhou nestas coisas.

        - Mas que coisas? Comentei.

        - Ele anda sempre a dizer que gosta muito de mulheres, mas não lhe conheço nenhuma namorada.

        - E Tu?

        - Eu gosto de curtir e ver uns filmes de gajos.

        - Desculpa lá mas não entendi bem. Criticas o Mário de andar a dizer sempre que gosta muito de mulheres e tu gostas de ver filmes de gays. Qual é a tua? Já tiveste experiencias homossexuais?

        - Não mas gostava de ter!

        - Já agora diz-me porque desabafas isso comigo?

        - Uma noite fui ao Finalmente com uns colegas e vi-te lá aos beijinhos com um gajo. Nunca disse a ninguém que te conhecia como vizinho, mas fiquei de olho em ti.

 

     “Aquele Pedro afinal sabia-a toda, só lhe faltava experiência. Lembro-me de uma vez lhe ter dado boleia da praia até aqui ao sítio. Também eu fiquei com olho nele, mas como “Santos ao pé da porta não fazem milagres” nunca me tinha metido com ele. Naquele dia ia ter a minha oportunidade. De repente lembrei-me “Porra! Mas são dois! Que se foda! Ainda os vou por a mamar-nos”

 

        - Fizeste bem. Hoje quero ver quem vai ser o Santo António, vamos atacar o Mário?

        - Como tens mais experiencia, vamos ver um filme e tu ficas no meio. Tá bem? – retorqui o Pedro.

 

     Encostei-o ao balcão do bar do quintal, segurei-o pelas ancas encostamos nossos corpos e beijei-o.

        - Foi isto que viste no Finalmente? Gostaste?

        - Ao vivo é muito melhor – disse ele, beijando-me sofregamente.

 

     “ A coisa estava a andar bem, vestimos as t-shirts e fomos para a sala. Coloquei um DVD porno Gay no vídeo e sentámo-nos, comigo ao meio como o Pedro tinha pedido. “

Encontro de rapazes

     Mal começo a rodar o filme e vendo do que se tratava o Mário, perguntou se não havia gajas.

        - Tás a ver? O gajo só pensa em gajas. – atirou o Pedro

        - Eu já vejo se é mesmo assim! Vamos lá ver! Mostra-me o teu aparelho. – disse eu metendo a mão nos boxers do Mário.

 

     O chavalo já estava de pau feito e tirei-o cá para fora.

   


Posto isto só havia uma situação a fazer. Foi nos despirmos.

 

Quando o ménage á troi começou

     Afinal estavam os dois com vontade de experimentarem o meu e lá foram lampeiros direitos ao meu pau que já se encontrava pronto para a farra de santo António.

 

     Como dono da casa e porque gosto de receber bem as visitas, ajudei a despirem-se e ficámos núzinhos como manda a tradição.

 

     Comecei por beijar o corpo de um e fui até ao Mário que ainda não tinha beijado na boca. A reacção foi de total consentimento (outra coisa não seria de esperar pois eu sou o melhor beijoqueiro que se pode encontrar). Ao mesmo tempo o Pedro friccionava-me as costas com as pontas dos dedos. Ao mesmo tempo que largava os lábios do Mário iniciando o percurso até aquela gaita linda, de fava descoberta e mordendo o prepúcio, ia-me curvando para que o Pedro percebe-se que tinha o caminho aberto para me penetrar, mas ele coitado não sabia ainda como era. Virei-me e fiz o mesmo com ele ao mesmo tempo que tentei por os dois beijando-se.

     Aquela porra não estava a dar nada a não ser umas brincadeiras de adolescentes e resolvi.

        - Vamos para cama. Sempre estamos mais à vontade.

 

     "Ali sim! Começámos por nos beijar reciprocamente"

 

     Eles já se beijavam mutuamente enquanto eu ia-me dividindo em num e noutro pénis saborosos como quem chupa num “Corneto” (nisto também sou do melhor que há. Então em virgens ainda melhor) eles já ganiam de prazer e eu há rasca para não me vir.


     A balbúrdia estava já de tal maneira que acabamos por ficar em pleno 69.

 

ménage á troi au 69

   Para outras variantes, foi um passo

 

     Um bom professor tem sempre que dar o exemplo! Então não tive outro remédio. Fiz tudo para o Pedro me penetrar. Enquanto penetrava o Mário que só falava de mulheres, depois de lubrificar o seu cuzinho, o meu aparelho lá foi delicadamente penetrando aquele cú virgem. Ao princípio ganiu um pouco mas quando comecei num vai e vem constante ao mesmo tempo que o Pedro me fazia o mesmo foi um delírio total. João estava tão louco que puxou minhas mãos até ao seu pénis para o masturbar. Quanto ao Pedro, não foi necessário levar suas mãos até ao meu. Fê-lo por sua alta recriação.

 

     Estava-me movimentado tão rapidamente que o Pedro não aguentou o movimento e o seu pénis acabou por sair de dentro de mim. Foi a oportunidade para trocarmos de posições ficando o Pedro no meio e João imitando o lhe tinha feito, lubrificou o cú do Pedro penetrando-o enquanto eu levava mais uma vez com o do Pedro.

 

ménage à troi in copula

     Desta vez foi o fim da macacada e viemo-nos ao mesmo tempo, uns dentro outros fora.

 

     Afinal. O Pedro que andava morto por experimentar outras sexualidades, fez o gosto ao dedo, como quem diz, fez o gosto a uma nova forma de fazer sexo.

 

     Quanto ao João que andava sempre a dizer gostar de mulheres, passou a gostar também de homens.

 

     E Eu? Bem eu, mais uma vez fiz um Ménage à trois com virgens na sexualidade homo-erótico.

     Eu não tive a culpa! Eles é que me dasafiaram

 

     Voltamos a tomar uns copos, combinamos repetir a dose e guardar segredo, já que éramos vizinhos.

     Ás escodidas do Pedro combinei uma noite com o Mário, pois tinha umas contas a ajustar com ele. Detesto gajos que dizem gostar muito de mulheres e na volta são os piores.

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

      Nelson Camacho D’Magoito

    “Contos ao sabor da imaginação”

           de Nelson Camacho

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publicado por nelson camacho às 17:05
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