.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Domingo, 3 de Novembro de 2013

Aconteceu poesia - Introdução

     A minha avó sempre disse que “Santos ao pé da porta não fazem milagres” mas ela estava enganada. Hoje não só aconteceu um milagre como aconteceu poesia sexual.

 

     Como tenho por hábito dizer que “Na cama não há programa”

kamasutra homo para iniciados

 

     Aquele encontro casual no café com o Jorge primeiro não se fez rogado e depois aconteceu mesmo poesia sexual.

 

     Quer saber mesmo o que aconteceu? Como um heterossexual (casado) se transformou num bissexual?

 

     Depois de uma longa conversa dei comigo no sofá fazendo um tremendo broxe naquela pixa gostosa de tamanho acima do normal, tomando em conta que o tamanho normal para o português branco é entre os 14 de 15 centímetro. Ele tinha 16.

 

     Pode dizer-se que um centímetro, como diz a outra “não faz diferença alguma” mas quando comparamos com a nossa sentimos vontade de a utilizar convenientemente.

 

     Utilizámos todas as posições do Kamasutra de tal forma que aquele gajo entrou em minha casa como heterossexual e saiu bissexual.

copula gay

 

Começamos do sofá e acabamos na cama

     Se pensa que é fácil leia a história como tudo se passou clicando (aqui) .

    Se penca fazer o mesmo com um amigo leia só as voltas que são precisas para chegar aos finalmente. Não force a barra pois esteja na posição de um ou de outro a coisa deve acontecer normalmente dando carinhos, afectos uma boa conversa e um copo à mistura acompanhados por uma boa música.

     Se for activo e quiser experimentar não o faça com um tipo qualquer que tenha tiques de bichanado.

     Se for só passivo e procura um macho você não é gay mas sim um bissexual e nunca vai ter o prazer total.

     Se for bissexual então sim… Você tem todas as oportunidades de encontrar a felicidade sexual total e veja na história seguinte como se faz.

 

Não se esqueça de comentar sem preconceitos esta minha dica e a história

 

          As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

         Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Quarta-feira, 2 de Outubro de 2013

Restos de um fim-de-semana

Uma queca gay no carro

     Tinha ido passar um fim-de-semana a casa de uns amigos na Costa de Caparica mas passamos os dois dias em casa nem à praia fomos. Também não me importei pois aquele casal era constituído pelo casal propriamente dito e dois filhos. Um solteiro com 18 anos e outro com 20 e com a namorada que nunca o largava (uma perfeita galinha) aquele fim-de-semana não passou de comes e bebes e jogos de cartas. Não fora os rapazes demonstrarem serem abertos para a vida, nunca fui capas de me atirar a um deles mas davam-me uma tesão dos caraças. Ainda pensei que a cama onde ficaria fosse num dos quartos deles mas não tive sorte alguma. Cada um tinha o seu quarto e foi-me estipulado o quarto chamado de hóspedes.

     Com o mais novo ainda tentei estar no quarto dele ouvindo uns CDs e trocar impressões sobre os mesmos, mas não deu em nada. Tive um certo receio pois não tinha grande confiança e resumiu-se naquele noite de sábado para domingo ir para o meu leito e bater uma. Conclusão. No domingo depois do almoço fiz a trouxa e abalei para Lisboa sempre com aqueles putos na mona.

 

     Parei pelo caminho num cafezinho quase à beira da estrada e entrei com a ideia de tomar qualquer coisa. Olhei para todos os lados e a única mesa que estava livre era uma a um canto junto a uma porta que dizia WC e sentei-me. Veio a empregada perguntar que queria e pedi um café e um conhaque.

     Em cima da mesa já estava o Correio da Manhã que comecei a desfolhar. Passado um pouco nem me apercebi que estava um chavalo aí para os seus dezanove anos, de bermudas e t-shirt de alças mostrando uns braços musculados e sendo a t-shirt apertada via-se ser um tipo musculado. Cabelo acastanhado e tês queimados pelo sol e olhos verdes. Resumindo metia a um canto os chavalos com quem tinha passados os dois dias.

     Parecia o chamado macho latino mas tudo me caiu aos pés quando me perguntou se podia sentar-se com uma voz um pouco gutural e modos que nada tinha de macho.

     Acenei com a cabeça e ele sentou-se:

        - Sabe! Por aqui é normal sentarmo-nos nas mesas uns dos outros quando o café está cheio.

        - Não tem problema! Afinal quem não é da terra sou eu!

        - E está de passagem ou veio para cá morar?

        - Não! Estou de passagem.

        - Portanto está de carro?

        - Sim! Faço um pouco de tempo para fugir às bichas.

        - Mas tem alguma coisa contra as bichas? - Riu-se!

        - Não! Por acaso até sou amigo de algumas, mas neste caso referia-me a filas de trânsito.

        - Fico mais descansado. Também sou amigo de algumas mas aqui na terra só conheço uma com quem me dou.

     Verificando que aquele conversa iria dar alguns frutos perguntei:

        - Então e você não toma qualquer coisa?

        - Vou tomar um café e um pastel de nata.

 

     Pediu o querido à empregada que de imediato o veio atender transparecendo um sorriso entre os lábios que achei estranho. Veio o café e o pastel de nata. Ao mesmo tempo que encostava a sua perna à minha.

     A conversa continuou a respeito de futebol, e de uma notícia que vinha no jornal. Notei que ele passava a mão no entre-pernas e alisava a piça ao mesmo tempo que mais pressão fazia a perna dele na minha que aceitei fazendo também a minha pressão.

     De maneira discreta olhei para o seu enchumaço que era notório. Desvie o olhar para os olhos dele que com um brilho nos olhos baixou a cabeça direita ao pastel de nata que em vês de o trincar normalmente meteu a língua no seu recheio como se estivesse a mete-la numa vulva ou num ânus. Aquilo deu uns arrepios espinha acima ainda mais quando senti ao mesmo tempo uma das suas mãos apertando minha perna subindo coxa acima até entre pernas roçando os meus tintins que já estavam endurecendo ao mesmo tempo que o meu pau.

 

     Estivemos naquilo durante algum tempo. Olhando-nos nos olhos até que senti abrir o fecho-ecler das minhas calças e agarrar no meu pau que começava a mexer-se de contentinho.

     De repente olhou para mim, voltou a meter a língua no recheio do pastel de nata e perguntou:

        - Não queres ir à casa de banho?

     Como já ando por cá há uns anos não gosto muito destes convites de WCs em encontros fortuitos, alvitrei irmos dar um passeio no meu carro.

        - E há aí uns locais que podemos estar à vontade.

 

     Quem ficou mais à vontade fui eu pois no meu carro sempre era menos perigoso.

     Pagamos as despesas e saímos.

     Mal entramos no carro o tipo não esteve com meia medida agarrou-se logo ao meu pau tirando-o cá para fora.

     Conduzir ao mesmo tempo que nos fazem um broche é qualquer coisa de divinal mas também perigoso, assim logo que encontrei um desvio de terra batida entrei caminho fora. Nem casas nem nada, encostei e então sim. Foi o fim da macacada.

 

Uma copula gay no carro

        - O banco não desce? - Perguntou o tipo ao mesmo tempo que baixava as calças.

     Baixei o meu banco e o dele e ficamos como se estivéssemos numa cama.

     Olhei de soslaio e vi aquele membro hirto de glande inchada e muito saborosa e fiquei indeciso se o havia de chupar ou ser ele a ter a iniciativa já que a minha piça estava de fora também hirta e a ser manuseada pelo tipo.

     Olhamos um para o outro com ar interrogatório até que ele se colocou sentado na minha piça até o penetrar. Fodi-o ardentemente durante vários minutos até que os meus espermas se libertaram vorazmente para dentro daquele cuzinho saboroso.

          

     Ficamos mais uns minutos saboreando aquele prazer até que ele se levantou um pouco retirando o meu membro dentro de si e apontou-me a sua gaita ficando à altura da minha boca. Não me fazendo rogado e perante aquele mastro de cabeça carnuda e lustrosa, comecei por lamber com a ponta da língua a glande e muito saborosamente a mamo com os lábios. Ele segura na minha cabeça e faz pressão para aquela piça gostosa entre minha boca dentro.  

     Eu mamava aquele caralho com vício e metia o mais que podia na boca, sabendo que daí a pouco o ia ter na boca até aos pintelhos.

     Ele forçava a minha boca com a piça e ia enterrando cada vez mais na minha boca, até eu bater nos colhões do gajo.

     Aquele intruso na minha vida gemia ao mesmo tempo que em surdina dizia-me que se ia esporrar.

 

     Então, em acto contínuo, a piça explode e enche-me a boca de esporra. E que boa esporra! Engoli o leite todo e lambi a piça até a deixar limpa, sem vestígios de esporra.

     O gajo adorou o meu broche e queria repetir, e disse que na próxima queria o meu cu.

     Como já tinha comido o dele seria natural também me deixar comer e perguntei-lhe se depois daquela esporradela seria capaz de me comer o cu já de seguida.

        - Não é por acaso que tenho dezanove anos e ainda estou com a pica toda.

 

     O local onde tinha estacionado o carro era aprazível em termos de paisagem, liguei o rádio e entramos numa conversa da treta durante uma meia hora.

     Foi o tempo suficiente para ele se baixar e recomeçar a punhetar-me ao mesmo tempo que se ia masturbando a si próprio.

 

uma copula gay para finalizar o passeio de carro

     Já estava louco e o meu cuzinho começando a palpitar então não estive com meias medidas acabei de descer as calças e mesmo ali destro do carro numa posição difícil ele apontou meu cuzinho retirando as palpitações que nele sentia penetrando-me lentamente até percorrendo o trajecto final e sentir os seus colhões na minha bebas. Abraçou minha cintura e com uma só mão vinha a meu ombro como a puxar-me ao mesmo tempo que com a outra me veio masturbar. De repente houve uma explosão de esporras em uníssono e ambos gememos de prazer.

 

     Estavam concretizados os momentos mais deliciosos entre dois gays que à vista desarmada era difícil os outros descobrirem o que faziam nas suas intimidades.

     Trocamos números de telefone e prometemos voltarmo-nos a encontrar.

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

             Nelson Camacho D’Magoito

                      (O Caçador)

           “Contos ao sabor da imaginação”

                  © Nelson Camacho
2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013

A minha primeira queca homossexual – Vidas Cruzadas – VII Parte

Para entender melhor a trama que ocasionou esta cena tem de ir

“Vidas cruzadas – I Parte

 

Saida do banheiro

 

     Eu ainda não estava refeito de todas as novidades. Enchi mais um copo de whisky. Olhei para o Rui que continuava calado, atirei-me para um maple e só tive coragem de perguntar:

(ver VI Parte)

 

        - E agora?.. Tu já sabias destas novidades?

 

        - Sim!.. Eu e minha mãe não temos segredos e já me tinha perguntado a opinião sobre o assunto e concordei em absoluto com tudo. Agora o resto só está da tua parte.

        - Não sei o que hei-de fazer! Se ficar com um ou com o outro.

        - A escolha vai ser totalmente tua. Vais tentar ser feliz junto de quem te pode proporcionar essa felicidade junto de quem te quer ou vais continuar com indecisões.

     Com esta conversa, já íamos no segundo copo de whisky.

 

        - O melhor é ir para casa!

        - E vais mais uma vez fugir? Porque não ficas cá. Não chegaste a ver o final do filme. Vamos acabar de o ver e depois resolves se ficas cá ou vais para casa!

        - Poso ir à casa de banho?

        - A casa é tua! Até podes tomar uma duchada para refrescar as ideias.

 

     Foi o que fiz. Para além do xixi, tomei um duche refrescante. Como não me ia já embora, enrolei uma toalha à cintura e fui procurar o Rui.

 

gay esperando o amigo

     Entrei no quarto que este estava quase na penumbra onde tudo brilhava suavemente por causa de uma luz negra estrategicamente sobreposta sobre a cama e em fundo uma musica de Frank Sinatra “My Way “. Com aquela luz incidindo sobre o corpo do Rui que se encontrava praticamente nu pois só tinha vestido uma tanga deixei cair a toalha e mansamente atirei-me a ele beijando-o intensamente Rui tirou a tanga e nossos corpos juntaram-se como um só. Nossos lábios juntos, movimentamos nossas línguas num desaforo total, ao mesmo tempo que acariciávamos nossas faces. Rui num movimento brusco passou para cima de mim de forma a eu ficar de papo para o ar, deixou meus lábios e com os seus começou beijando os meus mamilos percorrendo-me o resto do corpo até o meu pau que já se encontrava hasteado como bandeira nacional meteu na boca começando a fodelo. Instintivamente segurei-lhe na cabeça apertando-a para que meu pito penetrasse cada vez mais em sua boca.

     Foi quando senti um dos seus dedos penetrar lentamente no meu cuzinho virgem. Com esta atitude, não só continuei a movimentar-lhe a cabeça como movimentando meu corpo.

Rui largou meu pau e perguntou:

 

         - Gostas?

         - Sim, continua! Faz o que quiseres do meu corpo!

 

     Já estava ficar louco de prazer como nunca me tinha acontecido.

 

     Quando me dei conta, estávamos num intenso 69 em que cada um fodia a boca do outro com toda a pujança de dois machos com o cio. Eu fazia pequenas pausas para mordiscar aquela cabeça lustrosa e já húmida ao mesmo tempo, ele continuava a mamar-me, enquanto os seus dedos brincavam com as bordas do meu cu. Soltei um gemido quando ele enfiou novamente um dedo.

     O pior foi quando ele começou a lamber os meus tomates. Aí gani mesmo! Com a sua língua na minha cabecinha mordiscava o prepúcio tudo enquanto a sua língua explorava cada curva do meu tesão armado. Eu gemia e mamava-o cada vez com mais força, acariciando-lhe também os tomates.

     Estivemos à vontade uns vinte minutos nisto, até que, sem qualquer aviso, o Rui se veio na minha boca, com os dois dedos enfiados no meu rabo quase até ao fundo e sem largar a minha pila. Deixei escorrer aquela esporra quentinha pela garganta abaixo.

 

     Sem saber bem porquê mas instintivamente, lambi aquele pau até ter a certeza que nada restava daquela porra de gosto esquisito mas que tinha gostado.

     Rui pediu que me virasse e continuou a masturbar-me perguntado se não me queria vir dentro dele.

 

copula gay

     Sem resposta arranjou a posição de concha e com sua mão apontou o meu pau para o cuzinho dele, que doido que já estava o penetrei-o sofregamente. Movimentamo-nos mutuamente e os meus queridos espermas lá foram direitos ao caminho que se iria tornar habitual ao mesmo tempo que o punhetava tentando que se levantasse novamente.

     Ainda estivemos naquela posição durante algum tempo até nossos paus hirtos e firmes se transformaram em coisas sem importância.

     Deitamo-nos lado a lado segurando nosso caralhitos que mais pareciam de criança, tal murchos que estavam

 

        - Gostas-te? Deu-te prazer? (perguntou o Rui)

        - Sim! Acho que andamos a perder tempo desde que nos conhecemos.

        - Mas tu é que não quiseste quando me atirei a ti pela primeira vez.

        - Dessa vez fiquei baralhado.

        - Mas nunca tinhas dado das minhas intenções?

        - Já tinha desconfiado quando fomos a casa do Nelson e quando saímos juntos àquele bar de gays. A propósito! E o Nelson? Sempre se zangaram?

        - Não foi bem uma zanga. Ele ficou com ciúmes de eu ter tentado foder contigo. Até disse que gostava também de te experimentar.

        - E julgas que ele na altura teria mais sorte que tu?

        - Sabe o gajo no nosso meio tem a alcunha de “O Caçador” e quando se lhe mete um puto na cabeça não o larga. Normalmente tem sorte pois é um gajo muito sabido e com anos de experiência. Mas contigo não vai ter sorte. Nem ele nem nenhum!

 

      O Rui tinha acabado de fazer uma declaração de amor como nunca tinha ouvido. O tipo estava mesmo apaixonado por mim. E eu? O que me estava a acontecer? O que seria dali para a frente depois daquela experiência? O certo é que tinha gostado e não lhe largava pila que já estava dar sinais de vida.

      Ele deu por isso e colocou-se em cima de mim voltando tudo ao princípio. Beijando-me os mamilos acarinhando-me o rosto com a mão aberta como fazem os gatos. Eu reciprocamente segurei-lhe a cabeça e olhos nos olhos nos olhámos e nos beijamos novamente.


     Comecei a sentir na minha barriga o seu pirilau que já não era mas sim um tremendo caralho hirto e firme conjuntamente com o meu.

Então ele levou minha mão ao dele e começou a estimula-lo. Passei para a posição de

copula gay de frente

 

 

papo para o ar. Ele voltou com os dedos a manusear-me o cu à medida que me afastava as pernas para o ar, tirou os dedos e afastando-me mais ainda as pernas senti o seu pau entrar meu cu a dentro, primeiro devagar devagarinho e depois todo até sentir também os seus tomates nas minha nádegas. Gemi um pouco mas ele abafou meus gemidos com sua boca. Já não era o seu caralho dentro de mim, era também a sua língua. Com uma Mão masturbou-me com força e viemo-nos mutuamente.

     Porra!... Tinha sido demais. Tanto gozo numa noite só! Era demais.

     Colocamo-nos numa posição mais confortável de conchinha continuando ele atrás de mim e adormecemos.

 

dormindo de conchinha

     Quando acordamos já o sol despontava janela dentro e com uma fome dos diabos e principalmente eu que não estava habituado aquelas coisas

     Olhei para o Rui que já estava de lhos abertos e dando-me um a bracinho gostoso como nunca tinha sentido.

    O Rui era bastante sabido e tinha-me levado à certa. Comparado com a minha experiência sexual com mulheres, aquela noite tinha suplantado tudo o que podia ter imaginado.

     Com ar de sacaninha perguntou-me:

         - Dormiste bem?

         - Nunca pensei que isto me tivesse acontecido.

         - Estás arrependido?

         - Não! Não estou! Nesta altura nem penso em mais nada.

         - E o que é que queres pensar?

         - O que vou contar a meu pai e a minha mãe.

        - E achas necessário ir já a correr contar a eles? O que se passa entre nós?

        - Como ele disse vou ter o fim-de-semana para lhe dar uma resposta sobre a tal situação.

        - E achas que o teu pai é parvo e não sabe de mim?

        - Achas?

        - Se vieres viver cá para casa tens de dormir no meu quarto e como sé tenho uma cama, tens de dormir comigo. Minha mãe certamente já conversou com ele sobre o assunto.

        - Deixemos isso para quando eles voltarem. Vamos tomar uma duchada e fazer algo para comer. Estou cheio de fome.

        - Quanto ao duche estou de acordo. Quanto ao resto vamos dar um salto à Praia Grande e comemos lá.

brincadeiras na praia grande - Sintra

Há muito que não passava um fim-de-semana com tanta felicidade

(Ir para VIII Parte)

 

                Nelson Camacho D’Magoito

             “Contos ao sabor da imaginação”

                     © Nelson Camacho
   2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

 

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Terça-feira, 20 de Agosto de 2013

Eu não sou Gay

eu não sou gay

 

     Ser ou não ser gay o que interessa isso? Fará a felicidade de alguém? Se for ladrão ou assassino, isso sim! Colide com toda a sociedade, ama agora Gay ou heterossexual o que importa? São opções do foro sexual que só dizem respeito a dois, já que outro tipo de sexualidade chama-se masturbação.  

 

     Sou simplesmente um tipo descomplexado espontâneo, alegre, entusiástico, e feliz e porque nunca achei ser um termo depreciativo embora para a maioria da sociedade o fosse, resolvi buscar o verdadeiro sentido do termo.

Verifiquei então que:

Conquanto a cultura contemporânea em geral tenha herdado o termo directamente do inglês (gay = "alegre, jovial"), o vernáculo inglês colheu-o do francês arcaico (gui, com o mesmo significado) e este, por seu turno, obteve-o do latim tardio (gaiu, com semelhante significado).

     Assim, a etimologia remonta o termo actual a três transições cultural linguística: do latim tardio ao francês; do francês (arcaico) ao inglês; do inglês às demais culturas actuais.

     A palavra originariamente não tinha conotação sexual necessária. Era usada para designar uma pessoa espontânea, alegre, entusiástica, feliz, e, nesse sentido, pode ser encontrada em diversas literaturas americanas, sobretudo as anteriores à década de 1920.

     No entanto, o significado preliminar da palavra gay mudou drasticamente nos Estados Unidos, vindo a assumir o significado primordial actual, que, com a difusão da cultura estadunidense, tem sido amplamente utilizado.

     O termo gay, já marcado pela conotação sexual, ao ser difundido pelos países lusófonos, era utilizado principalmente de forma pejorativa contra homens gays. Contudo, a utilização da palavra pelos próprios homossexuais, a se referirem a si mesmos, fez com que a conotação negativa fosse amenizada.

     Em outras palavras, os homossexuais apropriaram-se da palavra, na busca de retirar-lhe, assim, a carga insultuosa.

     Actualmente há a destrinça entre o gay e o homossexual.

     O Gay é um homem que embora tenha apresso sexual por outro homem na sociedade se comporta como um heterossexual.

     Um Homossexual é um homem que para além das suas tendenciais sexuais serem também por outros homens, não são discretos perante a sociedade e normalmente amaneirados.

 

Foi com base neste conceito de vida que não tive problemas em contar a meus pais que gostava de homens e a minha mulher que me sentia melhor sexualmente com um homeme, assim, a minha situação perante a sociedade ficou resolvida. Ninguém me chateia e eu não chateio ninguém.

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Leia: (Mas não sou Gay)

E comente sem medos

 

     Eu também quis saber o que era ser gay e cheguei à conclusão que não é nenhuma doença e não se pega. Homens gays também choram, amas e são capazes de grandes feitos na humanidade.

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

     Nelson Camacho D’Magoito

                (O Caçador)

   “Contos ao sabor da imaginação”

           de Nelson Camacho

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Quinta-feira, 25 de Julho de 2013

Uma História feliz

O adorável casal transgénero que se fortalece de forma conjunta

 

     Arin Andrews e Katie Hill assemelham-se a um qualquer casal apaixonado deste Verão. No entanto a sua caminhada até aos dias de hoje foi tudo menos habitual. Arin tem 17 anos e Katie 19 e ambos submeteram-se a cirurgias de reatribuição sexual.

     Este casal originário do estado de Oklahoma nos EUA conheceu-se há dois anos num grupo de apoio a jovens transgéneros e desde aí tornaram-se inseparáveis. O jornal inglês The Sun acompanhou a cirurgia de Arin para remover os seios. Ao jornal inglês o jovem declarou: “Odiava os meus seios. Sempre senti que não me pertenciam. Agora, e finalmente, sinto-me à vontade com o meu próprio corpo. Agora quando estou na piscina ou a levantar pesos no ginásio ninguém ergue a sobrancelha. Pensam que agora sou um rapaz. […] Agora posso nadar sem t-shirt e posso ser um rapaz como outro qualquer. E ainda bem que tenho a minha família e a Katie em quem posso confiar. Sinto-me afortunado

     Ambos os jovens revelam que apesar dos episódios de bullying as famílias de ambos deram-lhes bastante apoio. É a própria família que se mostra grata pela relação de ambos que considera ter sido de grande ajuda nesta fase.

     Katie declarou que “[o Arin] sempre me pareceu masculino. Agora com a cirurgia ele sente-se mais confiante e à vontade. Eu própria ao ser transgénera percebo-o melhor do que ninguém e percebo muito bem o que sente.”

     O casal ainda irá submeter-se a mais cirurgias, mas até lá partilham a uma típica fotografia de Verão apaixonados junto de um lago.

 

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

         Nelson Camacho D’Magoito

             “Gentileza de Dezanove”

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Terça-feira, 23 de Julho de 2013

Fantasias sexuais – Educação sexual

Felação homo

     Hoje apeteceu-me darvos alguns conselhos para não se sentirem inibidos nas relações sexuais.

 

     Usar fantasias e ter relações sexuais em locais diferentes são opções para apimentar a vida do casal.

     Foi numa situação destas que perdi os três sexualmente

 

     Não vou escrever nenhum tratado sobre sexualidade entre gays mas sim dar alguns conselhos tal como sei e como normalmente se começa:


O Beijo

O Beijo - Kiss gay

     A verdade é que o beijo é o primeiro gesto de amor que temos e um casal apaixonado passa grande parte do tempo a treinar este gesto.

Um casal de namorados recentes não perde uma oportunidade de beijar longamente o parceiro e trocar amor, no entanto, com o tempo, os beijos tornam-se mecânicos, uma simples rotina.

     Um beijo deve ser apaixonado e sincero e não curto e mecânico. A vida nem sempre nos dá tempo de estar junto de quem amamos e, por isso, devemos aproveitar bem todo o tempo que tivermos.

 

     Beijo lento e apaixonado: Este é dos melhores beijos para mostrar à sua cara-metade o quanto o ama. É um gesto leve, demorado, mas que consegue transmitir todo o amor e carinho que sente. Não se apresse e deixe os sentimentos fluírem pelos lábios.

 

     Beijo de desejo: Toda a relação precisa de paixão! Este é o que deveria usar para mostrar que sente desejo pelo seu parceiro e é também aquele que usa quando conhece um novo amigo numa festa no calor do momento Quando inicia os preliminares é também ideal para avançar para o acto sexual.

     Se o seu companheiro não corresponder à terceira tentativa parta para outra. Esse gajo não tem amor para dar!

 

     Primeiras tentativa sexual: Depois de verificar que tem respostas concretas, tente agarra-lhe o pito. Primeiro por fora e depois penetrando até ele metendo a mão dento das calças.

     Não se arme em esquisito e quando o pau dele estiver hirto faça com que ele faça o mesmo (se ele se levantou é porque está a gostar) Nunca faça o papel de passivo, se ele tiver preconceitos lembre-o o velho ditado “Tanto é o que rouba como o que fica à porta”

     No entanto o problema é seu se quer ser passivo ou activo. Eu aconselho a ser flet.

 

masturbação gay

MASTURBAÇÃO - Sexo não penetrativo

 

     O sexo não penetrativo é uma actividade sexual sem penetração vaginal, anal ou oral, que se contrapõe à relação sexual.

     Nela não há intenção da troca de fluidos corporais, sendo considerada uma prática de sexo seguro assim como de contracepção. Esta actividade sexual pode servir como uma preparação dos preliminares para a relação sexual propriamente dita.

 

MASTURBAÇÃO recíproca

 

     Masturbação recíproca ocorre quando a estimulação do órgão sexual é feita também pelo parceiro. É bastante comum em relações entre homossexuais masculinos, em que um estimula o pénis do outro, proporcionando assim o prazer a ambos.

     Normalmente enquanto se estimula o pénis do parceiro, estimula-se também o nosso, já que o acto de estimular o parceiro causa prazer também a quem o faz.

     O orgasmo do indivíduo estimulado é duas vezes maior do que quando feito pelo próprio, pelo que convém ser feito a dois.

     Além disso, é também conciliável com outras práticas, como por exemplo a felação. No caso da homossexualidade masculina, por exemplo, o que faz a felação é simultaneamente masturbado por quem está a receber a felação. Também se pode passar com o sexo anal, sendo que quem penetra também pode masturbar ao mesmo tempo o companheiro.

 

MASTURBAÇÃO como friccionar o pénis

 

     Depois da aceitação do parceiro tente o seguinte:

      Faça um anel com os dedos (polegar e dedo do meio), coloque-o na base do pénis do parceiro e faça alguma pressão para baixo, mantendo a mão assim até ao final. Depois suba corpo acima e com o dedo polegar dê uns toques na cabeça até sentir a presença de alguns fluidos.  

     Se o pénis do parceiro não estiver sensível a esta técnica, dentro da roupa interior, tire-o cá para fora e movimente-o para cima e para baixo, mas com um movimento twist (rotativo); ou seja desça rodando a mão para a direita e suba rodando para esquerda, adeqúe os movimentos à intensidade que desejar, até à ejaculação não sem antes levar o parceiro a fazer o mesmo.

     Com esta pratica convém lubrificar as mãos: Se ambos já estiverem com alguma saída de fluidos aproveite-os colocando-os nas palmas das mãos caso contrário convém utilizar um lubrificante à base de água (em último recurso, um pouco de saliva)

     Se se aguentaram sem ejaculação estão prontos para novas experiências, se não se aguentaram e ejacularam-se aguentem pelo menos meia hora para voltar aos prazeres da carne.

 


FELAÇÃO (Sexo oral)

sexo oral gay

A primeira condição para fazer bem sexo oral é gostar do pénis. Algumas vezes o amor pelo seu dono pode ser suficiente. Mas não é fundamental.

 

Apresento algumas dicas para vocês proporcionarem o maior prazer mútuo.

 

1ª Dica

 

Saiba que o pénis não é um brinquedo frágil. Se quiser fazê-lo, faça-o com coragem e intensidade.

Alguns homens gostam de dedicar a sua atenção às zonas erógenas durante o sexo oral. Nesse caso, é recomendado escolher a posição 69

Quando quiser dar prazer só ao seu companheiro, encontre uma posição em que não precise de se apoiar com as mãos, já que vai precisar das duas para uma boa felação, é recomendado que mantenham o contacto visual com o parceiro e verá a sua excitação corporal e facial.

 

 2ª Dica

 

A boca não é essencial na estimulação oral pela fricção, mas sim pelo calor, humidade e efeito de sucção que cria. Deve assegurar a fricção com as mãos. Coloque o dedo indicador e o polegar em forma de anel, enquanto pressiona com os lábios. Mantenha os outros dedos em volta do pénis junto ao dedo indicador. Assim, cria uma espécie de túnel que termina na língua fazendo movimentos enérgicos de vai e vem por todo o corpo do pénis.

A saliva nunca é demais quando estiver fazendo este movimento. Quando parar para respirar, tente criar um efeito de sucção como se quisesse sugar o esperma do pénis.

Brinque com o freio (faixa elástica de tecido que liga a cabeça e o corpo do pénis) com a língua. Seja gentil nesta zona, pelo menos no início

Em simultâneo ao movimento para cima e para baixo, pode rodar a mão contra os seus lábios e em torno da coroa do pénis, criando uma espécie de suporte. Cuide para que tenha lubrificação suficiente

Belisque-lhe os mamilos e acaricie suavemente os testículos; coloque-os simplesmente na sua mão e aconchegue-os

Estimule o períneo, ânus e nádegas com um dedo pois será o caminho para o coito.

 

3ª Dica

 

Quando sentir que o seu parceiro está prestes a atingir o clímax, acelere o ritmo. Não engolir o esperma não implica que deve parar de estimulá-lo. Retire a boca e aumente o ritmo com a mão, e pare depois da ejaculação. Neste momento você deve perguntar ao seu parceiro exactamente o que ele quer e como o quer

Em geral, eles preferem dar continuidade à “brincadeira”.

Então, peça-lhe para tomar um belo duche e mãos à obra!

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Já preparou tudo para seguir em frente?

A próxima opção sexual ente homens é a cópula

 

copula entre macacos

     Saiba que a opção da cópula é das mais antigas e praticada por 90 % dos animais existentes no planeta onde está incluído o homem.

 

     Quando fizeram a felação tiveram a oportunidade de com os dedos lubrificar o ânus ou com repetidas massagens da próstata através da parede do recto como preparação prévia.

     Em qualquer dos casos nunca tenha pressa. Vá com cuidado mesmo que não seja a primeira vez. Primeiro mete a cabeça do pénis, faz um pouco de vai e vem e depois quando o parceiro se sentir confortável será ele a movimentar-se para a penetração final.

     Lembre-se que o ânus e o recto são a última secção do aparelho digestivo, que basicamente é uma extensa mucosa altamente irrigada e com alto poder de absorção. No total, esse último segmento mede — do ânus em si até a curva obtusa do sigmoide — 18cm (15cm dos quais pertencentes ao canal rectal) eis porque deve ter a maior higiene possível e não penetrar pénis demasiado longos e grossos assim como outro qualquer objecto.

 

As melhores posições para a cópula (o sexo anal)

 

     Para o passivo (nas primeiras vezes) uma das posições mais confortáveis é a de “sentado na piroca” pois é você que procura mais ou menos penetração

 

cópula gay - sentado na piroca

 

     Há várias posições que você vai descobrir ao longo do tempo e conforme seja o parceiro mais sabido

 

     Da preparação prévia, muitos entusiastas acabam por atropelar o tempo necessário para o devido relaxamento da musculatura em questão, nomeadamente através de anilingus (também chamado beijo grego ou beijo negro) ou de outra qualquer actividade similar. Quando os cuidados adequados são devidamente atendidos, o prazer do praticante passivo pode ser alcançado, especialmente no homem pro-orgástico até, devido à repetida massagem da próstata através da parede do recto.

     A Cópula ou O sexo anal (também podendo ser referido como sodomia, embora esta palavra possa ser utilizada para outros actos sexuais não reprodutivos) é uma prática sexual que se caracteriza pela introdução do pénis no interior do ânus do parceiro sexual, seja ele mulher ou homem (relação heterossexual ou homossexual).

Entre humanos, tal prática é tida como uma forma de se obter prazer durante a relação sexual para satisfação de um ou ambos os participantes sem fins reprodutivos.

     Segundo alguns especialistas, tal actividade não causa dano à elasticidade anal, tão pouco doenças como hemorróidas alias, quem as tem em vês de utilizar qualquer lubrificante deve usar vaselina ou Speri em pomada (vende-se nas farmácias sem receita médica e não olham para si de lado quando pede vaselina). Não só é um bom lubrificante como um medicamento anti-hemorroidal, sendo também um anti-séptico.

     A prática do sexo anal sem protecção pode ser uma via de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis pois a mucosa anal é muito mais permeável a agentes externos que a pele comum (ou mesmo a mucosa vaginal. É aconselhável se não tiver confiança no parceiro, utilize a camisinha.

O sexo anal é uma relação que normalmente traz prazer ao praticante activo, já que a musculatura do ânus é mais apertada do que a da vagina e a pressão sobre o pénis é maior facto que muitos homens casados procuram essas relações com outros homens.

A prática da penetração anal pode envolver, em simultâneo, a estimulação do pénis do praticante passivo o que facilita o orgasmo de ambos.

 

cópula por tras - cópula hetro - por tras

     Para o activo

 

     Embora a posição de “sentado na piroca” seja uma das posições em que o passivo possa também contribuir com movimentações de vai e vem e ser um caminho para o passivo passar para a felação a mais confortável é a de “por trás” em que o activo fica por trás do passivo e levantando-lhe uma perna o ânus fica num melhor ângulo para a penetração.

 

     De qualquer das posições tanto é bom para o activo como para o passivo, pois em ambas o pénis entre na totalidade e consegue-se fazer um vai e vem perfeito não esquecendo de punhetar o outro até ao clímax de ambos.

  Anilingua

 

anilingus gay ou hetrosexual

     Anilingua, também denominada anilingus, significa literalmente o intercurso da língua de alguém com o ânus de outro. Na prática, consiste em lamber e beijar o ânus, pela fruição em si ou como preliminar para o sexo anal, geralmente com o propósito de relaxar o esfrincter e propiciar uma melhor abertura do ânus. Este é provido de inúmeras terminações nervosas constituindo uma zona erógena particularmente sensível a qualquer estímulo.

 

     Técnicas

 

     Anilingus envolve uma variedade de técnicas para estimular o ânus, incluindo beijos, lambidas, e deslizes da língua para cima e para baixo. A prática do anilingus mútuo também pode ser feita na chamada posição 69. No caso de prática num homem, a forma de massajar intensamente também pode ser utilizada, pela proximidade à raiz do pénis, para estimular o seu fluxo sanguíneo e, consequentemente, a erecção.

 

     Prevenção

 

Existem muitos problemas de saúde que podem resultar da prática de anilingus se as bactérias, vírus ou parasitas que os causam estão ligados ou no ânus ou do recto. Estes incluem hepatite A, hepatite B, hepatite C, infecções intestinais, gastroenterite,

 

      Zona erógena

 

     São determinadas partes do corpo onde o toque pode causar excitação sexual

 

     Também podem actuar na selecção de indivíduos mais capazes de excitar seu parceiro, eliminando os menos aptos a esta função.

     No ser humano, as zonas erógenas são determinados pontos ou trechos sensíveis da pele que, ao toque, desencadeiam uma reacção de excitação. A presença destas zonas (ou ao menos a intensidade da sensação causada) pode variar de indivíduo para indivíduo, e decididamente de situação para situação, embora padrões sejam delimitados de acordo com as zonas apontadas pela maioria das pessoas. Pescoço, nuca, lóbulo da orelha, lábios e língua, mamilos, nádegas, coxas e dedos, para além dos próprios órgãos sexuais são comummente apontados por homens e mulheres como zonas erógenas.

 

  

Como atrair homens para uma relação

 

Bar gay - como atrair um homem - Nelson Camacho D'Magoito

     Depois da primeira experiencia sexual que aconteceu por acaso você tem duas escolhas. Continuar com a mesma pessoa (que não dura para sempre) ou procurar novo parceiro.

     Se ainda está agarrado a preconceitos vai ser difícil. Se pensa que vai encontrar o seu amor na escola, tenha cuidado pois nem todos os seus colegas são o que parecem ser. Às vezes os que criticam a homossexualidade estão desejosos de experimentarem, outros que já o praticam tentam esconder essa prática por questões a que chamam de imorais.

     Com o tempo você vai ser um bom caçador. Tenha calma.

     Tentar atrair gays em locais totalmente heterossexuais será uma perca de tempo! No entanto isso até pode acontecer no cinema, mas já tem de ser caçador.

     Pela minha experiência, os melhores locais para conseguir encontros rapidamente são os Bares de temática gay.

     Há quem diga que encontra boas relações na blogosfera nos sites de teor encontros gay mas isso é um perigo pois nunca se sabe na realidade quem está do outro lado e pode ser encaminhado a uma armadilha.

     Descubra até na internet quais os Bares Gays na sua zona de conforto. Escolha um que tenha show e faça os preparativos para a noite.

     Vá com a ideia que nem todos os frequentadores deste tipo de Bar são frequentados por gays e que estarão interessados por si, portanto, antes de “atacar” um analise-o bem.

 

     Antes de sair para a noite, vista-se com uma roupa provocante

     Olhe-se ao espelho verifique se está “apetecível” e provocante, perfume-se e descontraia-se mas sem maneirismos e afeminados. Isso seria a Bicha que você não é nem quer ser. Você é gay e também homem. Seja activo, passivo ou flet, não queira ser Bicha.

 

     Quando entrar no ambiente, não fique encostado ao balcão indefinidamente salte para a pista e dance como os outros. Se utilizou um bom perfume e com um bom cheiro, vai ver que é um passo para ser notado.

    A boa disposição atrai boa disposição Esteja divertido e relaxado e terá mais hipóteses de atrair homens! Ninguém quer saber do homem nervoso que está encostado ao bar! Relaxe!

 

boa noite cinderela - nelson camacho D'Magoito

     Não beba demasiado – Um copo ou outro não faz mal a ninguém e até ajuda a descontrair. Nunca largue o seu copo. Há quem se aproveite para largar nele “Boa-Noite Cinderela” pois podem acontecer coisas que você nem adivinha.

     Seja contido na bebida. Se abusar, em vez de atrair homens, vai estar a repeli-los. Acredite que ninguém vai querer um encontro quente com um homem bêbado.

     Não desista, nunca! – Se não conseguiu atrair o homem que queria, não se preocupe com isso! Há tantos homens na noite gay que não vale a pena ficar a pensar num! Escolha outro alvo e siga em frente!

 

      Se nessa noite não foi profícua não desista. A vida é muito curta para ficar preocupado em conseguir um encontro!

     Ganhe coragem e recomece tudo de novo!

     Como dizia a minha avó “Todos os tachos têm uma tampa”

     Não fique em casa constantemente. Vá o cinema, ao teatro a uma exposição ou passei simplesmente num Centro Comercial. Vai ver que vai encontrar alguém para curtir.

 

Não deixe para amanhã e saia de casa! Torne-se no Caçador O encontro que pode ter hoje!

 

     Se já me encontrou não deixe de comentar este texto.

 

Para abanar a cabeça nesta noite fique-se com Mister Gay e Manuel Luís Goucha

Dois cótas na TVI em 2004

 

     As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

   “Informação e conselhos para jovens”

             de Nelson Camacho

sinto-me: e satisfeito por ensinar
a música que estou a ouvir: Mister Gay
publicado por nelson camacho às 21:29
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Terça-feira, 9 de Julho de 2013

Apanhei um mentiroso na praia (A Mentira do João I)

Praia do Magoito

     Todos sabem que hoje esteve um calor do caraças, por Portugal inteiro aqui na minha zona do Magoito não fugiu a regra.

     Não era só nas televisões que a toda hora nos aconselhava a ter cuidado com o calor por causa dos raios ultra violetas propícios a criar o cancro nas peles mais sensíveis, também o meu médico me tinha aconselhado a frequentar a praia até às 10 horas ou de pois das 18 e foi o que fiz, não de manhã mas ao fim da tarde.

     De calções de banho chinelos e um robe (gente fina é outra coisa) meti-me no carro e lá fui.

     A praia do Magoito agora é uma seca para se descer até ao areal, Fizeram uma escadaria tipo passadiço bastante íngreme. Resultado: Para descer todos os Santos ajudam, mas para subir depois de levar um escaldão e uns mergulhos a coisa esquenta. Então para ganhar coragem para aquela descida, resolvi ficar-me na esplanada.

     Ver um homem de robe na praia, não é lá muito natural por estas bandas de forma que encontrei olhares maliciosos mas como minha avó dizia “quem quer vai quem quer está” não liguei pega e procurei um lugar, pedi uma cerveja (aparentemente bebida de homem).

     Despi o roupão e lá fiquei recebendo aquele sol malandro na minha musculatura sarada de ginásio independentemente da minha idade já entrada para a linha dos “cotas”.

     Estava naquela de não saber se ia descer até à praia ou não quando entrou na esplanada um moço aí para os vinte anos vindo da praia e todo depilado e com a pele feia em escamas pelo escaldão que tinha apanhado. Sentou-se mesmo ao meu lado olhou-me cima a baixo e comentou:

        - Então não foi dar uns mergulhos?

        - Para ficar assim como você? Não obrigado!

        - Isto é o que faz a dor de corno.

        - Quer dizer! Levou um tapa da namorada e a sua pele é que pagou!

        - Não é bem assim, mas quase.

        - Então?

        - Não levei um tapa! Simplesmente fui trocado!

        - Então e foi caso para se vir queimar?

        - A ideia não era essa! Ontem à noite levei com uma parelha de cornos, fiquei sem carro, meti-me na camioneta e vim dormir para praia.

        - E dormiu bem! Já viu como tem a pele, vermelha e toda escamada? Acha que valeu a pena fazer um disparate desses por ser trocado por outro?

        - O pior é que esse outro era meu amigo!

        - E você acha que uma mulher merece esse sacrifício?

        - É uma história bastante complicada

        - Olhe meu amigo! Sou um tipo divorciado e depois também encontrei um amor que pensava ser para o resto da vida, mas não foi. Essa coisa de amores… Tenho uma certa experiencia portanto posso-o aconselhar nessa área. E creia que não há amores que nos possamos sacrificar e você é um rapaz novo e ainda tem muito para viver.

        - Certamente quando chegar à sua idade direi o mesmo.

        - Já estivemos a falar melhor! Uma maneira simpática de me chamar velho.

        - Mas não foi essa a minha ideia, embora goste de conviver com tipos mais velhos que eu! Sempre se aprende alguma coisa.

 

     A Conversa estava neste pé de aconselhamento e já tinha bebido mais duas cervejas e ele que tinha começado com uma água, também já ia na segunda cerveja.

     O tempo também já começava a abrandar no calor pois  sol á se ia recolhendo lá no orizonte quando resolvo apresentar-me

 

        - Já agora, eu chamo-me Nelson e você?

        - É verdade! Eu sou o Mário e moro em Sintra. Você onde mora?

        - Mesmo aqui no Magoito.

        - Isso é que é sorte, mesmo ao pé da praia. Hoje para ir para casa tenho de apanhar o auto carro para a Portela se Sintra e depois apanhar um táxi para a vila.

        - É verdade você disse que tinha ficado sem carro ontem à noite.

        - Não foi bem assim. O meu amor é que ficou com ele quando vi que estava com outro, deu-me o amoque e vi-me embora.

 

   “ Aquela história estava a ficar de veras interessantes e como queria saber mais arranjei um esquema.

Voltei a chama-lo a atenção de como tinha a pele e ia necessitar ser oleado com um creme para as queimaduras solares que até tinha em casa por onde passaríamos prontificando-me a leva-lo a casa dele. Assim tornava-me gentil, saberia o resto da história e talvez entretanto acontecesse alguma coisa de interessante já que era um moço bastante apessoado e carente.”

 

        - Não será muito trabalho para si? – Respondeu o Mário depois de ter posto em prática o meu convite.

        - Mas não me custa nada! Tenho todo o tempo do mundo.

        - E a sua família não se vai importar?

        - A minha família actual sou eu um cão e um gato que se dão a mil maravilhas e não chateiam.

        - Mas deu-me a entender que tinha família!

        - Não! Tenho dois filhos que não vivem comigo e sou divorciado, portanto, estou aberto a uma nova relação.

        - Quer dizer que já tem um currículo digno de inveja.

        - Não sei se será assim, mas que já vivi o bastante e já fui muito feliz com os amores que tive, isso é verdade.

        - E você?

        - Sou solteiro, tive um problema com os meus pais, não nos falamos e também vivo só.

 

    “Esta conversa já foi feita no carro e a caminho de minha casa, onde parei e repeti o convite de o tratar das queimaduras. Entrámos. Fui preparar uns refrescos, Fui buscar os cremes. Estiquei um lençol branco na cama e encaminhei-o para lá a fim de tratar das mazelas. Ele nem truz-nem-mus, aceitou tudo sem dizer palavra. Deitei-o na cama de costas para cima e comecei a massaja-lo com aquele creme oleoso.”

 

         - Tens uma costas lindas tens, todas peladas.

         - Afinal foi bem ter apanhado este escaldão!

         - Então porquê?

         - Nunca me tinham feito uma massagem assim! É bestial!

         - Estas a gostar? Ficaste com um grande vermelhão no sítio das sungas! O melhor é tirá-las.

 

    “ Conforme fui dizendo isto fui-lhe retirando as sungas, ficando com aquele cuzinho arrebitado e branco, sem pelos à mostra e comecei massajar-lhe as nádegas, Eu estava de calções curtos e o meu pau começou a dar ar da sua graça, começando a eriçar-se. Antes que a minha mona tivesse alguma ideia triste, virei-o de papo para o ar e comecei massajando-o pelo peito enquanto olhava para o seu pau ainda deitado e flácido. Era simpático de fava descoberta com uma cabecita luzidia. Mesmo flácido não dava a ideia de ser grande ou grossa. Era o que se chama uma pila gostosa e com vontade de ser abocanhada”.

 

         - Então continuas a gostar? A tua namorada nunca te fez isto?

         - Mas qual namorada?

         - Então a zanga que tiveste não foi com a tua namorada?

         - Não! Foi com amigo com quem ando há três meses.

 

   “ Porras! Os tintins foram-me caindo aos pés. Afinal o gajo era gay (passivo ou activo iria descobrir).Tinha sido enganado!!... mas foi uma fracção de segundos na altura as minhas mãos estavam percorrendo o abdómen e de imediato desceram até à área púbica encontrando os seus tintis ficando o pau por cima da mão que senti começar a levantar-se”

 

        - Queres que continue? Perguntei ao mesmo tempo que agarrava aquele pau semi-hirto.

 

Relações sexuais gay

     A resposta foi segurar-me na cabeça e encaminha-la até aquele pénis que se adivinhava gostoso e meti em minha boca movimentando a mesma até começar a sentir que estava a inchar (por acaso como gosto)

Mário retorceu-se de gozo ao mesmo tempo que buscando o creme da massagem besuntou os dedos e começou a massajar-me p ânus.

 

     "O cabrão do puto estava a preparar-se para me comer. Fazia-me lembrar o que já tinha feito um milhar de vezes a outros. Desta vês estava eu a ser enganado. Mas deixei, pois também estava a gozar.

Nas calmas, tirei da boca aquele pau que já sulcava, antes que fizesse alguma asneira, subi pelo corpo dela acima e os meus lábios foram-se plantar na sua boca que foi aceite com grande entusiasmo, com língua e tudo. Ficando assim durante algum tempo enquanto nossos paus hirtos se digladiavam.

 

 

 

Copula gay

     Os meus neurónios não paravam ao pensar que tinha sido enganado, pensando que tinha ali algo para brincar sexualmente e no final de contas o gajo estava a ser muito macho para o meu gosto. Aquilo não podia ficar assim, então abri-lhe as pernas e apontei o meu pau para aquele cuzinho que certamente já não era virgem. (ia ver se era verdade ou não). Mal apontei no buraquinho, ele movimentou-se de forma a fazer pressão para o penetrar e ele todo contente lá foi penetrando sem muito custo anos destro. (afinal não era mesmo virgem já por lá tinham andado outros. Cota como eu sabe destas coisas). Ele com as pernas no ar e movimentando-se ao mesmo que lhe dava uma foda gostosa e louca esporrei-me vorazmente dentro dele. Para terminar aquela sessão ele masturbou-se e assim nos vemos os dois.

 

     Sem dizer palavras algumas, estoirados deitamo-nos de lado com os corpos juntos para o descanso dos guerreiros, beijando-nos à espera de outro ataque.

      Adormecemos.

 

     Quando acordei já a noite tinha entrado janela dentro. Calmamente e sem o acordar fui tomar um duche e por no micro-ondas uma cuvete de bacalhau com natas. Fui por a mesa com velas e tudo, vesti um roupão e fui acorda-lo.

 

     Comecei por beija-lo no lóbulo da orelha até aos lábios.

     Ele acordou.

     Olhou-me nos olhos e com um sorriso maroto nos lábios perguntou.

 

        - Que horas são?

        - Já são dez horas. Dormiste bem?

        - Dormir bem é pouco! Afinal sempre é verdade que os “cotas” sabem mais e dão mais prazer.

        - O amigo com que andavas que idade tem?

        - Vinte e cinco! E tu?

        - Já passei por aí há um bom par de anos. A idade não interessa, tu o dirás de acordo com a minha prestação. A propósito, já tenho o jantar pronto. Tenho uma fome dos diabos e tu não tens?

        - Se não queres dizer não digas mas que és melhor que muitos da minha idade isso é verdade.

        - Ainda não viste nada. Mas agora levanta-te, Vais tomar um duche mas antes pões no corpo um pouco da Nivea líquido por causa das peladas.

         - Nunca ninguém me tratou tão bem.

         - Sim tá bem toma este robe para vestires depois do duche e vem jantar. È bacalhau com natas. Gostas?

         - De ti estou a começar a gostar de tudo.

         - Vai te lá tratar e deixa-te de lamechas.

 

     Entretanto fui acabar de por a mesa e abrir uma garrafa de vinho Reserva de Reguengos fresquinho.

 

     Quando o Mário chegou, antes de se sentar deu-me um beijo.

Se até ali não sabia bem porquê tinha criado um certo gosto pelo rapaz, depois daquela atitude parecia que tinha arranjado o que se chama de Boyfriend.

 

     Durante o jantar tentei tirar o que se chama de “nabos da púcara” e ele contou-me tudo.

 

II

 

Mário tinha numa noite no Finalmente tomado conhecimento com um rapaz da sua idade com que se tinha enamorado.

Você vai ler a sua história aqui: (A Mentira do João II)

Discoteca boyfriend

 

     Já leu? Pois bem! Perante esta história de desavenças que me foi contada enquanto jantávamos, fomos até ao salão tomar o cafezinho da praxe e um belo Conhaque.

 

        - Então que dizes da minha historia? Perguntou, já sentados no sofá.

        - Bem! Mentirinhas dessas, são mentiras bobas, embora uma mentira é sempre uma mentira. Cá para mim é mais grave a promiscuidade dele que da mentira. Afinal o teu Boyfriend não era o que tu pensavas e perante essa situação só estou preocupada é com o carro que ficou nas mãos dele.

        - Não há preocupações. Apesar de tudo o tipo é um gajo sério e mora na minha rua e sou visita da casa dele e amigo da família.

        - Ah, então isso vai passar. Vais lá a casa, fazes as pazes pedes a chave do carro e iça tudo como se nada fosse.

        - Achas? Depois de te conhecer a única coisa que lhe vou dizer é pedir-lhe a chave do carro e contar-lhe que te conheci e que fiquei apaixonado por ti. Não gosto de mentiras.

         - E pá! Não estás a ir longe de mais? Apaixonado por mim? Só por umas brincadeiras?

         - E não achas pouco? Estás descomprometido como eu. Tens tido uma atitude perante mim, como nunca tive. Nem o meu pai me deu tanto afecto.

        - Pára aí! Primeiro não sou teu pai, segundo os meus filhos são mais velhos que tu, terceiro, o relacionamento que tivemos até aqui não foste o de pai para filho.

        - Não é isso que quero dizer! Tás parvo ou quê? Sei qual e a diferença O que quero dizer é que em relação a afectos nunca os tinha tido assim. Tu sabes receber a ouvir e aconselhar um tipo como eu. A propósito! posso cá ficar hoje?

         - Bem, vamos lá esquecer essa coisa do pai e toma mais um Conhaque. Quanto o ficares cá hoje, até pode não ser só hoje.

 

     “ A conversa tinha-se desviado para outro teor que não me agradava independentemente de já ter tido um caso semelhante que durou seis anos. Também ficam uma noite e depois é um caso sério para se irem embora e acabam por ficar anos.

E porque será que só duram anos? Perguntará você. Bem é que o para sempre não existe o mundo é feito de mudanças e quando algo de bom acontece é melhor aproveitar a oportunidade. Foi o que me aconteceu naquele dia com o Mário.

Já o tinha comido. Portanto a minha parte estava feita e como o pito dele não era assim tão grande talvez o quisesse sentir dentro de mim.” 

 

         - Quer dizer que posso ficar hoje, amanhã e depois?

         - Se te portares bem.

     Mário como reconhecimento pelo meu consentimento meteu uma mão no cós dos meus calções ao mesmo tempo que com a outra movimentou minha cabeça junto à dela e colamo-nos nu beijo ardente.

         - E se fossemos para a cama?

 

     Pelo caminho do salão ao quarto foram ficando as pequenas peças de roupa que tínhamos vestido.

 

     Atiramo-nos para a cama que ainda não tinha sido feita desde a última vês que ali tínhamos estado.

Agarrados como um só beijando-nos fervorosamente, Mário foi descendo pelo meu peito mordiscando-o até encontrar o meu pau já rijo, metendo-o naquela boca quente e húmida de saliva e tal como da primeira vez com os dedos húmidos de saliva procurou meu ânus lubrificando a sua entrada: Mais uma vez estava a dar indicações que me queria comer. Da primeira vez dei-lhe a volta e fui eu o macho. Mas o puto até merecia.

     Movimentei todo o corpo de forma a ficarmo-nos beijando, abri as pernas e sentei-me na piroca do puto.

 

Kamasutra sentado na piroca

     " Para os novatos que me estão a ler, esta é a posição mais confortável para o apanhador na medida em que pode ir deixando penetrar-se de acordo com o seu gosto. O Único problema é criar uma certa tenção nas barrigas das pernas, sendo assim difícil para os mais gordinhos. Forra isso a partir desta posição pode seguir para outras mais convenientes e masturbar o penetrador."

 

     Já estou terminando a minha aventura de ontem.

 

     Fiz questão não só de contar como é possível arranjar um Boyfriend mais novo como um mais velho assim como algumas dicas como fazer uma penetração suave, que também serve para qualquer das partes

     Esqueçam essa coisa dos gays activos e gays passivos. (A minha avó dizia que o ladrão tanto é o que entra para roubar como o que fica à porta a avisar o policia) E nesta coisa de sexo, se não for a dois, não tem piada alguma e é a forma de se aguentares durante algum tempo no tempo.

     Até mesmo aqueles que de princípio e alguns casados com mulheres e um dia experimentaram ter relações com outro homem. Se calhar com um gay que lhe saiba dar a volta, na volta é ele que sai comido. È uma questão de jeito.    

 

     Este meu desabafo, conto, história, no que você acreditar chegou ao fim.

     É Segunda-feira, ontem fomos buscar o carro do Mário a Sintra. A conversa que ambos tiveram não interessa. Só sei que o Mário contou ao João que me tinha conhecido que tinha estado em minha casa e para lá voltava.

     Hoje tenho dois carros parados à porta O Mário está dormindo e eu vim aqui contar-vos a nossa história.

 

 

     Verdade? Ou Mentirinha? Semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção. Você decide a veracidade do conto

 

   As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

     Nelson Camacho D’Magoito

               (O Caçador)

    “Contos ao sabor da imaginação”

            de Nelson Camacho

 

sinto-me:
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Segunda-feira, 10 de Junho de 2013

My Love (It could happen to you) –Parte II

nelson camacho d'magoito escrevendo my love

Uma história de amor que podia ser a sua

(um conto longo)

(ver parte I)

 

I Capítulo

 

     O sol estava radioso e cada vez mais próximo da terra, nem uma nuvem a intercepta-lo. A temperatura estaria ai pelos 29 º centigrados. Quando ele abriu a porta do carro saio dentro dele um bafo ainda mais quente mas naquele dia nada mais importava. Sentou-se e mesmo queimando a as mãos ao segurar no volante ligou a misymarcha e arrancou.

     E agora para onde iria?

     O carro deslizou como por encanto. Quando deu por ele estava a entrar na marginal do Estoril.

     Há muito que não vinha por aquele caminho. Embora absorto nos seus pensamentos Aida deu por vária rotundas que existiam ao longo do caminho até que parou na baia de Cascais.

     Estava mesmo ali um lugar para a máquina. Parou, despiu o casaco e ficando em mangas de camisa foi até à esplanada da Marina de Cascais.

 

Esplanada marina de cascais

       “A esplanada da Marina é um espaço exterior de um requintado restaurante com bar, tendo como vista as embarcações de recreio que por ali param assim como a entrada e saída de grades cruzeiros que se movimentam Tejo a dentro e com vista ao Farol de Santa Marta.

      Como complemento esta esplanada ainda nos brinda com música ambiente o que se estivermos sós nos faz relembrar momentos do nosso passado. Depois de gozar toda aquela vista deslumbrante, basta fechar os olhos.”

 

     Foi o que aconteceu ao Carlos. Fechou os olhos e como um sonho, relembrou aquele fim-de-semana em Palma de Maiorca.

 

em Palma de maiorca aconteceu My Love

     Chegaram a Palma perto da 22 h Não estava uma noite cerrada mas um lusco-fusco. A primeira impressão ao sair das portas do avião foi surpreendente... um bafo de calor que os obrigou a retirar os casacos que traziam vestidos. João e Carlos lamentaram não saberem o que vinham encontrar, caso contrário fariam o mesmo que uns putos ingleses mais ou menos da idade deles mal entraram na gare tiraram as calças e ficaram de calções. Eles certamente já sabiam o que iriam encontrar mas eles! Nem sonhavam!

 

     Quando se meteram no autocarro que os levaria ao hotel e recordando o que se tinha passado no aeroporto em Lisboa Carlos comentou baixinho ao ouvido do pai o que seria que a Gertrudes prepararia para aquele dias e ambos se riram relembrando a cena.

 

     D. Gertrudes quando chegaram ao Aeroporto em Lisboa foi direita ao balcão da TAP antes de fazer o Check-in com uma desculpa um pouco esfarrapada pedir a alteração dos lugares do João e da Isabel colocando-os lado a lado.

     Quando entraram no avião e porque o João já tinha visto em casa os bilhetes que cada um corresponde sempre a um lugar certo, notando a alteração foi ter com o Carlos e conto-lhe a jogada da mãe. Este não esteve com meias medidas e foi junto da hospedeira chefe a dizer-lhe que certamente tinha havido engano nos lugares e que seria conveniente que a Isabel ficasse junto com a mãe pois esta tinha medo de andar de avião. A hospedeira, simpática aceitou o pedido daquele jovem que até não era nada de se deitar fora e os lugares foram distribuídos de acordo com as marcações iniciais.

     Quem não ficou lá muito satisfeita foi a casamenteira. Tinha perdido a segunda batalha mas não ia perder a guerra.

 

     Em Espanha foram todos para um hotel de 5 estrelas. Cada casal ficou num quarto, Helena e Isabel ficaram noutro assim como os dois rapazes num só.

 

Mas afinal quem é esta gente que o nosso Carlos se está lembrando?

 

II Capítulo

 

 

     D. Gertrudes nascida nas berças deste país é filha de lavradores e muito beata. Não passa um Domingo sem ir à missa e dar os bons dias ao padre lá da freguesia (como minha avó dizia “Uma Beata caralhuda”

     Os pais também beatos por uma questão de statos pois eram os mais ricos lá da terra queriam que a filha fosse doutora. Na altura certa, mandaram-na para Lisboa para casa de uma irmã.

     Gertrudes ainda na universidade enamorou-se com o Eduardo França de origem de gente rica da sociedade de Lisboa mas também não muito aberto a modernices.

Ambos se formaram e criaram o seu consultório e riqueza.

Gertrudes, derivado à sua educação familiar, embora médica, entendia os valores da sociedade à sua maneira, sempre refugiada na doutrina cristã. Chegou a ter um problema no Hospital onde prestava serviço por se recusar a atender uma mulher, porque era lésbica e tinha-se apresentado à consulta com a sua namorada.

 

     Gertrudes quando se casou com o Eduardo França procurou uma casa numa zona de abastança, pelo menos aparentemente e encontraram uma que estava nos seus planos mesmo ao lado de uma outra que ainda estava nos finais da sua construção. Antes de fazerem a escritura procuraram saber quem seria os seus futuros vizinhos (pois não queriam qualquer gente ao lado deles). Informaram que era um casal de advogados. Ficaram satisfeitos e fizeram a escritura.

 

     Como aquele condomínio fechado era tudo gente da alta finança – até tinha lá uma capelinha onde havia um padre que lá ia dar missa semanalmente nem pensaram duas vezes.

     Assim que lhes entregaram a casa de imediato a mobilaram e para lá foram.

 

     Quando construção da casa ao lado foi finalizada já D. Gertrudes se tinha metido à conversa com o casal proprietário afim de, (como dizia a minha avó – tirar nabos da púcara) e como lhe cheirava a gente de dinheiro e bem formada logo tentou criar-se de amizades.

 

     Os Casais médicos Eduardo França e advogados Manuel Marques a tornarem-se amigos de tal forma que se começaram a visitar.

 

     Era gente nova e descomplexada, talvez pelas sua profissões, embora o casal de médios fossem um pouco complexados em relação aos contactos humanos, escolhiam muito à sua maneira de ser com quem conviviam. Para eles o casamento só havia lugar pela Igreja que frequentavam com assiduidade. Nada de amancebamentos, casamentos de união de facto e muito menos dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

 

     Os Casal de advogados embora sendo um casal tradicional, também casados pela Igreja, já viam o mundo de outra forma. Eram mais liberais e diziam que cada um deve procurar a felicidade onde ela estiver embora por vezes o preço a pagar seja muito caro. Estão de acordo com todas as situações de acasalamento.

     Estas pequenas divergências (talvez porque nunca lhes tinha batido à porta qualquer situação que colidisse com a forma de ver as coisas) de pressa se tornaram amigos derivado a aproximação das habitações.

 

     O tempo foi andando. As casas foram-se finalizando as decorações de interior até foram feitas com opiniões de ambos os casais, principalmente as senhoras pois os homens dedicavam-se mais aos exteriores, jardins e piscinas. Chegaram no verão a fazerem férias juntas. Durante o ano iam frequentemente à Ópera, ao cinema e jantar fora. Nos seus quintais com piscinas era frequente passarem grandes períodos de lazer com churrascos pelo meio.

     Eram dois casais que conviviam numa saudável vizinhança.

     Quando um tinha um problema de saúde, aí estava o casal de médicos assim quando havia qualquer problema jurídico lá estavam os advogados.

 

     Quase por milagres ambas as senhoras engravidaram ao mesmo tempo, situação com que eles brincavam e até diziam que era giro, uma ter um filho e a outra, uma filha, e assim passaram mais nove meses.

 

      Porque o Destino a Deus pertence, o que saiu daquelas barrigas não foi um casal mas sim dois rapazes.

     A partir daquele momento os moçoilos foram criados juntos. Um fazia anos num dia e o outro passados oito dias de maneira que todos os anos era uma festa pegada durante uma semana. Até havia coleguinhas de escola que ficavam lá durante aquela semana.

 

     A educação de ambos foi muito idêntica tanto nos valores como na instrução.

     Frequentavam a mesma escola, o mesmo ginásio, os trabalhos de casa eram feitos umas vezes em casa de um, outras em casa do outro.

 

     Até atingirem a maior idade até férias grandes e pequenas eram feitas todas em conjunto.

     Os anos foram passando e numa noite de convívio (já os rapazes tinham feito dezoito anos) somente entre os pais de ambos veio à baila que os seus filhos ainda não tinham falado em namoradas e como estavam perto de umas pequenas férias em que todos iriam para Espanha, resolveram puxar a questão a ambos perguntando-lhes se não tinham namoradas inclusive se as apresentavam e até podiam ser convidadas para aqueles dias em Palma de Maiorca.

     Foi com aquelas ideias em mente que num dia de churrasco em que todos estavam presentes, a conversa veio à baila.

     Os rapazes ouviram as ideias e propostas dos pais e quase em uníssono responderam que esses assuntos eram com eles e ainda eram muito novos para se prenderem.

 

     Ambos os pais depois daquelas respostas não falaram mais no assunto, no entanto, o casal França (pais do João) talvez por força das suas profissões e os rapazes já tinham chegado aos 18 anos, nas sua intimidade falaram sobre o assunto e a mãe alvitrou convidar para o passeio a Espanha uma amiga de ambos. A Helena que era enfermeira no hospital onde trabalhavam, divorciada e vivia com a filha Isabel também com 18 anos, podia ser que o rebento se enamorasse da dita. Assim ficou combinado.

 

     Depois de D. França ter no hospital contado a amiga o que tinha deliberado com o marido, aquela aceitou o convite ao mesmo tempo que aceitou o convite para um jantar onde estariam todos para ser apresentada com a filha ao resto da trupe.

 

     D. França organizou o jantar em sua casa, com a presença dos Marques para lhes dar conta do que tinha combinado com o marido e apresentar a convidada dizendo logo que as despesas com elas seriam de sua conta.

      A Helena com a filha foi apresentada ao grupo. Durante os aperitivos antes do jantar D. França fez sempre questão de tentar juntar em conversa seu filho João com a Isabel.

      Quando seguiam para a sala de jantar depois das entradas o casal Marques com o filho Pedro estes foram cochichando pelo caminho.

          - Dizia a mãe do Pedro: Parece-me que a D. França está a tentar arranjar namoro com a miúda.

          - Cá para mim! Dizia o Pedro que ia entre os pais e com ar descarado e um grande sorriso, balbuciava – O raio da velha está armada em casamenteira mas não tem sorte!

          - Que queres dizer com isso do não tem sorte. - Perguntou o pai também em surdina.

          - É que nós combinamos arranjar namoradas só quando estivermos fartos da boa-vai-ela.

          - Vocês é que sabem! – comentou a mãe . Se vocês fossem raparigas ainda podíamos ter cuidado não nos aparecessem pranhas.

          - A tua Mãe tem razão. Nós só nos casámos depois de eu ter gozado a vida.

          - Pois! E não gozaste nada mal, pelo que me contam

     O trio deu uma gargalhada e acabaram por entrar na sala.

 

     O João notando que ali havia gato, atirou:

          - Mas que satisfeitos vocês estão. O Carlos deve estar com as suas dicas de humor!

          - Por acaso não! Estávamos a falar da casamenteira disse o Carlos com ar de gozo.

          - Mas quem é a casamenteira?

          - Eu depois digo-te.

     Agora já não eram os três que se riam mas os quatro, embora o João não entendesse bem do que se tratava.

 

     Naquele repasto de apresentação da Helena e sua filha Isabel e os planos de tentar juntar estas á família mas que o total intuito da Gertrudes era acasalar o filho foi um sucesso.

 

“ Isabel chegou a comentar com a mãe quando foram à casa de banho (é lá que as mulheres ratam das outras que as rodeiam em festas) que a Gertrudes tinha passado a noite a atirar-lhe o filho. Comentando a mãe que não fosse estúpida pois era um bom partido. Que conhecia bem o Dr. e seria bom para elas”

 

     Quando voltaram para o salão onde seria servido o café ficou assentes todos preliminares da viagem. Partiriam numa sexta-feira de avião para Palma de Maiorca e as despesas com elas ficariam a cargo dos pais do João.

 

     Na sexta-feira aprazada não era “Sexta-feira Santa” mas seria a sexta-feira que iria mudar a vida de toda aquela gente que se apresentaram no aeroporto na hora aprazada a fim de embarcarem com destino a Palma de Maiorca.

 

(Ir para a III Parte)

 

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

 

              Nelson Camacho D’Magoito

            “Contos ao sabor da imaginação”

                  de Nelson Camacho

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Domingo, 28 de Outubro de 2012

Tive sexo pela primeira vez na escola

sexo gay no banheiro - escola

A minha primeira experiencia sexual

 

     Quando fui para aquela escola pela primeira vez fui mesmo de olhos tapados em relação a atividades sexuais. Em casa nunca se tinha falado no assunto e na outra escola até ao 4.º ano também não, nem os professores nem entre colegas, eram todos como eu os chamados filhos da mamã.

     Sabia como é óbvio que meu pai e minha mãe tinham relações sexuais e como o faziam. Estre colegas ouvi várias vezes que haviam homossexuais mas nunca liguei ao caso só uma vez é que o André me disse que gostava muito de mim e queria ser meu amigo para além da escola, mas eu nunca liguei ao assunto.

     Naquela escola já não havia os filhos da mamã, mas de todas as origens sociais. A mistura era total, até ciganos e de outras origens e negros. Foi um pouco difícil adaptar-me ao meio. As roupas, nada tinham a ver com as usadas no colégio particular onde tinha andado até então, até havia tipos em calções e outros com as calças descaídas deixando ver as cuecas. As raparigas andavam misturadas com os rapazes e por vezes aos beijinhos na boca. No meio daquela malta toda haviam grupos só de rapazes e em um desses grupos havia um que se destacava mais pela maneira afeminada com que se comportava, naquele grupo não havia raparigas mas também ninguém ligava ao assunto, somente eu achei um pouco estranho e um dia fiz a observação a um colega que me respondeu. – Aquilo é malta que goza a vida de outra maneira, é mais um club onde passam o tempo a ver filmes e revistas de gays mas nós não temos nada com isso se quiseres junta-te a eles o problema é teu.

 

Encontros na Escola - Experiencias gays

 

Perante aquela resposta, fiquei na mesma. Achei que entre eles havia muita amizade. No ginásio andavam sempre juntos, comiam juntos no refeitório, no receio andavam também juntos e só não andavam nas mesmas aulas, mas eram todos muito bem-feitos e bonitos para rapazes.

Embora talvez porque eu ser muito giro e rico, as raparigas andavam sempre à volta de mim como moscas mas eu lá ia olhando para eles com uma certa inveja pois via-se que eram mesmo amigos contrariamente a outros grupos. No ginásio davam nas vistas pelas suas compleições físicas e acrobacias que faziam. Eram os melhores da aula até na natação eram os melhores.

 

Um dia, tínhamos acabado a aula de ginástica e tive vontade de ir à casa de banho. Ia em tronco nu e estava a fazer uma mija, quando entraram dois dos tais colegas e em vês de se dirigirem para o mictório, agarraram-se um ao outro e se beijaram ardentemente.

Eu olhei pasmado! Eles continuaram como ninguém ali estivesse. Eu já tinha mijado e quando comecei a sacudir a pila, esta começou a endireitar-se. Fiquei aflito, pois tal nunca me tinha acontecido.

Eles olharam para mim e riram-se. Um deles perguntou-me:

- Queres vir para aqui?

Fiquei aflito. Perante tal situação a minha pila estava cada vez mais hirta e rija. Talves por curiosidade a pouco e pouco fui-me aproximando deles. Quando estava juntinho um deles pegou-me na pila e o outro puxou-me para o meio deles ficando co o meu rabo encostado à pila de um e a minha encostada ao rabo do outro. O que estava atras de mim baixou-me os calções e a sua pila fina mas hirta começou esfregando meu rego ao mesmo tempo que me beijava o pescoço e apontava a minha para o buraco do cu do outro que baixando-se um pouco fez pressão e a minha pila foi penetrando nu cu dele.

 

Sexo gay a três na escola

     Nunca jamais tinha sentido tanto prazer, sem dar por isso as minhas mãos foram direitas ao caralho dele e senti como se fosse um prolongamento do meu. O Jorge, era assim o seu nome começou a movimentar-se e na altura em que eu estava a explodir de gozo senti em minhas mãos algo viscoso ao mesmo tempo que o João me penetrava e senti também dentro de mim um liquido como se fosse um clister enquanto também sentis essa explosão sair pela minha pila, que já era um caralho grosso. Estávamo-nos os três a vir ao mesmo tempo.

Ficámos assim ainda durante um tempo até que nossos paus voltaram ao normal e nos beijamos como nunca me tinha acontecido.

     Tinha sido a minha primeira experiência sexual nem nunca tinha visto como se fazia, só uma vez em casa e por acaso por entre a porta do quarto dos meus pais, tinha visto qualquer coisa parecida em que minha mãe chupava no caralho do meu pai, assim com aquela ideia na cabeça deu-me vontade de chupar num deles então baixei-me e sofregamente comecei a chupar ora num ora noutro dos caralhos do Jorge e do João. Embora nos tivesse-mos vindo à pouco tempo, senti toda aquelas esporras em minha boca ao mesmo tempo que eu punhetando-me também me vinha.

       - Andavas com falta de gozo puto! – Perguntou o Jorge.

       - É a primeira vez.

       - Para primeira vez, vais muito bem – retorquido o João.

       - É pá não sei o que me deu mas peço que isto fique aqui em segredo entre nós.

       - Está descansado que nós também não queremos que os outros saibam.

     Então o Jorge perguntou: - onde moras?

       - Na rua da Encosta

       - Olha, nós moramos mais ao fundo dessa rua, no Largo do Campo da Bola.

       - É pertinho e os meus pais normalmente só chegam a casa por volta das nove da noite.

       - Epá isso é porreiro. Nos dias que não tivermos aulas da parte da tarde podemos ir para tua casa.

       - Sim! Podem ir.

     Tivemos mais uma conversa da treta e ficou combinado encontrarmo-nos numa quarta-feira em minha casa.

     E assim passou a ser. Todas as quartas-feiras era dia de sexo. Tornamo-nos grandes amigos. Às vezes até iam lá a casa aos fins-de-semana.   Fechávamo-nos no quarto e perante os meus pais dávamos a desculpa que íamos estudar. Nunca desconfiaram de qualquer coisa.

É preciso saber viver, e nos sabíamos bem o que fazíamos pois somos pessoas responsáveis.

 

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sábado, 14 de Abril de 2012

Origem do beijo

Kiss Gay homens romanticos

O beijo entre pares

 

    Acredita-se que o beijo tenha surgido 500 anos a.c.; época em que os amantes começaram a ser retratados nas esculturas e nos murais dos templos de Khajuraha, na Índia.

    Na teoria da evolução das espécies, o inglês Charles Darwin (1809-1882) afirma que a origem desta carícia é mais antiga. Segundo este naturalista, trata-se de uma sofisticação das mordidelas que os macacos trocavam nos seus ritos pré-sexuais.

    Há também a tese de que seria uma evolução das lambidelas que o homem pré-histórico dava no rosto dos companheiros para suprir a necessidade de sal no seu organismo. Ou um acto de amor das mães na época das cavernas. Sem utensílios para cortar os alimentos, as mulheres mastigavam a comida e depositavam na boca dos seus bebés.

    Na idade média era visto como uma forma de selar acordos. Com a boca fechada, os homens beijavam-se com firmeza. O toque leve dado na face, demonstrava traição. Como Judas fez a Jesus Cristo para o denunciar.

    Com o tempo, foi perdendo a força devido às pestes que dizimavam a população.

    Para Freud, tudo tem a ver com as etapas do desenvolvimento psíquico. Freud começa pelo período que dura até um ano de idade, em que a mãe dá de mamar á criança. Neste período todas as sensações de gratificação estão associadas á boca. A criança aprende que tocar com os lábios algum objecto macio, proporciona uma sensação calmante e agradável.

 

Atualmente utilizam-se vários tipos de beijo:

 

- O de cumprimento; dado na face. Existem vários países que o beijo na face entre homens nada mais é que um cumprimento.

   - O afetuoso: Dado na face. – Entre homens (entre pais e filhos ou entre irmãos) – Entre mulheres – (um beijo em cada face, por questões sociais)

   - O de respeito: Dado na testa. Normalmente dado pelo Pai ao filho. Na face, dado pelos filhos aos Pais.

   - De amor: Na boca, entre pares do mesmo sexo ou diferentes com mais ou menos intensidade de acordo com a situação do relacionamento.

   - O técnico: É um beijo na boca sem qualquer intenção amorosa, dado entre pares que na ocasião estão representando uma peça de teatro ou no cinema. Antes do século 20 este tipo de beijo era dado encostando somente os lábios. Atualmente principalmente no cinema, já se pratica um beijo mais efusivo, de boca aberta e metendo a língua. No entanto, nada mais é que uma encenação. Segundo dizem ao atores por vezes chegam a ser reais, conforme o parceiro. Alguns atores e atrizes escusam-se a faze-lo assim como se escusam em fazer cenas de sexo, embora este também seja técnico.

  

     E a ti! O que te proporciona um beijo?

     Diz algo sobre este tema ou as tuas experiências.

     Não tenhas medo de ser diferente.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Solidário
a música que estou a ouvir: Seus beijos (de Daniel)
publicado por nelson camacho às 12:22
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