.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Sábado, 14 de Abril de 2012

Encontro virtual

Um jovem gay na internet

Tínhamo-nos encontrado na Internet

 

   A minha alcunha de “O Caçador” das noites de lisboa foi posta por uma amiga em tempos que Deus aja, por ter sabido que era um indivíduo que passava as noites e por vezes os dias procurando rapazes na facha etária entre os 19 e vinte cinco anos para uma relação sexual.

   De facto a partir dos meus quinze anos que sempre me interessou conviver com rapazes da minha facha etária e assim há medida que fui crescendo também essa facha etária foi crescendo só que as minhas atrações pararam nos vinte cinco. Tive vários amantes, alguns duraram anos até como se diz agora, numa união de facto.

   Sempre tive profissões liberais e por essa razão bastante conhecido. Nos primeiros contactos, às vezes até diziam!

   : - “mas a sua cara não me é estranha!”

   Enquanto não nos conhecíamos bem, lá ia dizendo.

   : - “Ah dever ser pelo meu irmão que é bastante conhecido de facto!”.

   Também no outro mundo da sociedade que nada tinha a ver com “O Caçador” mantinha uma duplicação de status perante a sociedade. A chamada vida dupla.

 

   Pelo menos dois amantes que se prolongaram no tempo da minha vida um dia, resolveram por imposições familiares mudar de vida e casaram. Qualquer dos casos não deu muito resultado.

   Um, uma tarde, a mulher foi para casa mais sedo e foi apanhado na cama com um homem. O divórcio foi declarado um mês depois.

   O outro, enamorou-se de um primo da mulher dando um escândalo na família dos diabos quando mulher descobriu, pôs-lhe os tarecos à porta e pediu o divórcio.

   Tudo o que aconteceu com estes tipos foi simplesmente porque não conseguiram fazer uma vida dupla igual a um milhar de homens da nossa sociedade a que se chama de Heterossexuais.

   Eu sei que é difícil manter esta dualidade, mas desde que não se andem a pavonear como bichas tontas e não tenham tiques, leva-se a água ao moinho com uma certa facilidade. O homem, independentemente das suas tendências sexuais, porque é sempre homem, nunca o deixará de ser junto da sociedade em que está inserido.

   Quando sente necessidade de um encontro ou se quer pavonear existem tocais próprios, tal como bares Gays onde é improvável encontrar pessoas que não queremos encontrar. O mais interessante, é que às vezes se encontra nessas casas um amigo que lá fora, até púnhamos as mãos no lume e afinal são como sós, pessoas solitárias.

 

   O caçador, derivado à sua literacia, sempre soube escolher os parceiros certos olhando-os olhos nos olhos. Diz-se que os olhos são o espelho da alma. É com um olhar mais atento que se descobre a razão do estar alí, o que quer ou porque nos dá troco numa conversa da treta.

   Ninguém entra na nossa vida para nos destruir! Só se o deixarmos.

   Ninguém é dono de ninguém e logo nos primeiros diálogos devemos ter o livre arbítrio de aceitar o outro tal como é. Se é para ficar, vamos ficar! Mas se tiver de ficar por ali pois que fique e cada um que vá para seu lado.

 

   Ser-se bissexual não é ser-se gay, bicha, tricha, viado ou paneleiro, é ter-se o livre arbítrio de fazer do seu corpo aquilo que quiser nas escolhas de sexualidade.

   Gostar de ter relações sexuais com um homem ou mulher, desde que não ofenda terceiros com atitudes, gestos e formas de relacionamento tudo não passa de experiencias sexuais. Por vezes começa na puberdade e se continua ou não. Para se escolher uma das formas depende de vários fatores que não vem a propósito.

   O propósito desta lenga, lenga é para justificar a rasão porque um dia experimentei um encontro as cegas, pela Internet.

   Faltava-me esta experiência e rodeando-me de todos os cuidados conheci o João (nome fictício).

   Já tínhamos tomado o duche da praxe e dirigíamo-nos para a sala de jantar quando o João entrou na cozinha e encheu dois copos de vinho branco deu-me um e disse.

   :- Afinal ainda não vi o resto da casa.

   :- É verdade! Não há muito para ver a não ser o escritório a que eu chamo “O meu canto de escrita” e o quarto.

   Passámos de relanço pelo escritório e entramos no quarto que logo se acendeu uma luz negra e começou a tocar uma canção francesa “Feelings”.

   :- Táse memo a ver que já tens isto preparado para o amor!

   :- É!!! É o que faz andar nesta vida há um bom par de anos.

   Olhámo-nos olhos nos olhos, colocamos os copos numa mesa-de-cabeceira e deixamos cair as toalhas que trazíamos enroladas à cintura. Encostamos nossos corpos e nos beijamos. Abraçámo-nos e caímos em cima da cama beijando-nos desta vez sofregamente.

   Rolámos nossos corpos e nossos paus começaram e endireitar-se.

   No momento em que estava por cima do João beijando-o efusivamente e roçando nossas pilas que já se encontravam levantadas, aquele afastou a cabeça e começou o diálogo:

   - Nunca tinha sentido tanto prazer em beijar um homem. Disse João.

   - Quantas vezes Experimentaste? Lembras-te?

   - Não! Sou o chamado um tipo normal e nunca estive com um homem embora tenha sentido sempre uma certa atração.

   - Mas então como chegaste até aqui?

   - Foi a minha curiosidade de experimentar a sensação e como sou um pouco tímido de vez em quanto vou até aos sítios de contactos e procuro em tipo que se coadune com a minha forma de ser. Divertido e principalmente amigo e não stressado, mas nunca tinha encontrado ninguém como tu.

   - Então o que encontra-te em mim de especial para nos encontrarmos aqui?

   - Foi a forma como escreves e dizes as coisas, não seres mais novo que eu e teres uma cara que merece respeito.

   - E agora? Estás a sentir-te bem?

   - Desde que nos encontramos e a forma como nos temos relacionado que tenho sentido uma certa curiosidade em ver o final.

   - Mas achas que o final é isto? Beijarmo-nos e nossos corpos se roçarem?

   - Não! Também não sou assim tão ingénuo já tenho trinta anos e para já nunca ninguém me tinha beijado assim.

   Enquanto ia havendo este diálogo, e estando deitados de lado frente a frente fui calmamente punhetando o seu pinto que não era um pintinho mas também não era um pintão. Ainda não o tinha visto bem mas com as pontas dos meus dedos dava a perceber-se que era de fava descoberta o ideal para mamar um pouco.

   A conversa parou e mais uma vez nossos lábios se juntaram ao mesmo tempo que ia segurando em uma das suas mãos e a encaminhei para o meu pito que latejava com as suas veias palpitantes.

   Desci pouco a pouco meus lábios por aquele corpo um pouco musculado e parei em seus mamilos mordiscando suavemente um a um.

   João já se começava a retorcer como algo de novo estivesse a acontecer.

   Desci mais um pouco, levantei a roupa e verifiquei ter razão. Era um pito ideal para chupar e assim o fiz, percorrendo todo o seu prepúcio com a minha língua. João então começou movimentado aquele pito gostoso num vai e vem suave ao mesmo tempo que me ia segurando na cabeça tentando que ele entrasse cada vez mais.

   Meu dedo indicador da mão direita foi até meus lábios e meti-o na boca para o lubrificar bastante e lá foi direito ao ânus dele começando por o massajar e lentamente penetrá-lo.

   João estremecia como varas verdes, deixou de me segurar na cabeça e deitou-se de lado movimentando seu corpo de forma a meu dedo mais penetrasse naquele cú apertadinho.

   Senti que ele estava quase a vir-se e antes que isso começasse a acontecer deixei o pito e aquele cuzinho em paz e comecei a percorrer seu corpo atlético até o beijar novamente.

   Ele retribuiu sofregamente aquele beijo e assim ficamos alguns minutos. Poucos!

   Nossos pitos lá se foram manuseando por si só até que nossos corpos sem conversa alguma se foram virando para a posição dos sessenta e nove e começamos a mamar nossos pitos num vai e vem permanente.

   Gememos ambos de prazer e nossos espermatozoides lá saíram em golfadas abundantes enchendo nossas bocas.

   Diga-se a verdade que os dele não pareciam ter trinta anos mas sim dezoito ou vinte, saborosas e consistentes! Engoliu todo.

   Ficamos assim fazendo algumas caricias, até que nos voltamos para a posição de colher, ficando ele pela frente. Acabamos por adormecer um pouco.

Corpos abraçando-se depois da keka
 

Não sei quanto tempo passou mas sei que fomos acordando pouco a pouco e comecei a sentir o João mexendo-se um pouco. Como estava agarrado a ele com todo o meu corpo quase como metido no dele e abraçando-o e meu pito encaixado no rego daquelas nádegas que senti começarem a vibrar, meu pito começou a levantar-se. Estando eu com um braço debaixo da cabeça dele e o outro livre, fui-o percorrendo até o pito dele que já esta como pau rijo começando a masturbá-lo. Todo o seu corpo foi-se aninhando com movimentos e procura de algo e o meu que já estava pronto para uma penetração, lentamente assim o foi fazendo. Quanto mais o punhetava mais ele ia empurrando meu pau para dentro daquele cuzinho até que ficou todoooo lá dentro.

- Estou quase a vir-me! Disse ele.

- Não! Espera um pouco! Quero que também te venha dentro de mim.

Parei de o punhetar e em grande estremeção vi-me eu dentro daquele cuzinho maroto.

Coloquei-o deitado de barriga para cima, ri-me e disse:

- Agora é a tua vez.

Mamei um pouco o pitão dele para o lubrificar e na posição de “sentado na piloca” com a mão fui encaminhando-o para o meu ânus que lentamente e num vai e vem lento lá foi entrando todoooo. Quando puxei a cabeça dele para o beijar, mal nosso lábios se juntaram ele todo estremeceu e senti todo aquele leite que já conhecia, entrar por mim a dentro.

Caímos para o dado como dois coelhos após uma foda gostosa e ali ficámos até às tantas, sem ele dizer:

- Porra! Esta foi a maior surpresa que jamais tive na vida! Não te vou deixar mais.

Ficamos, Cansados, gozados, cheios e felizes.

Até nos esquecemos que ainda não tínhamos jantado. Mas valeu a pena ter conhecido um trintão.

 

Gays adormecidos no finalmente

    Aos putos, tenho de ensinar tudo, este já a sabe toda e não acredito que tenha sido a primeira vez.

    Adormecemos finalmente como anjos.

    E o futuro? Logo se vê!

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

     Nelson Camacho D’Magoito

             (O Caçador)

 
sinto-me:
a música que estou a ouvir: Feelings
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Origem do beijo

Kiss Gay homens romanticos

O beijo entre pares

 

    Acredita-se que o beijo tenha surgido 500 anos a.c.; época em que os amantes começaram a ser retratados nas esculturas e nos murais dos templos de Khajuraha, na Índia.

    Na teoria da evolução das espécies, o inglês Charles Darwin (1809-1882) afirma que a origem desta carícia é mais antiga. Segundo este naturalista, trata-se de uma sofisticação das mordidelas que os macacos trocavam nos seus ritos pré-sexuais.

    Há também a tese de que seria uma evolução das lambidelas que o homem pré-histórico dava no rosto dos companheiros para suprir a necessidade de sal no seu organismo. Ou um acto de amor das mães na época das cavernas. Sem utensílios para cortar os alimentos, as mulheres mastigavam a comida e depositavam na boca dos seus bebés.

    Na idade média era visto como uma forma de selar acordos. Com a boca fechada, os homens beijavam-se com firmeza. O toque leve dado na face, demonstrava traição. Como Judas fez a Jesus Cristo para o denunciar.

    Com o tempo, foi perdendo a força devido às pestes que dizimavam a população.

    Para Freud, tudo tem a ver com as etapas do desenvolvimento psíquico. Freud começa pelo período que dura até um ano de idade, em que a mãe dá de mamar á criança. Neste período todas as sensações de gratificação estão associadas á boca. A criança aprende que tocar com os lábios algum objecto macio, proporciona uma sensação calmante e agradável.

 

Atualmente utilizam-se vários tipos de beijo:

 

- O de cumprimento; dado na face. Existem vários países que o beijo na face entre homens nada mais é que um cumprimento.

   - O afetuoso: Dado na face. – Entre homens (entre pais e filhos ou entre irmãos) – Entre mulheres – (um beijo em cada face, por questões sociais)

   - O de respeito: Dado na testa. Normalmente dado pelo Pai ao filho. Na face, dado pelos filhos aos Pais.

   - De amor: Na boca, entre pares do mesmo sexo ou diferentes com mais ou menos intensidade de acordo com a situação do relacionamento.

   - O técnico: É um beijo na boca sem qualquer intenção amorosa, dado entre pares que na ocasião estão representando uma peça de teatro ou no cinema. Antes do século 20 este tipo de beijo era dado encostando somente os lábios. Atualmente principalmente no cinema, já se pratica um beijo mais efusivo, de boca aberta e metendo a língua. No entanto, nada mais é que uma encenação. Segundo dizem ao atores por vezes chegam a ser reais, conforme o parceiro. Alguns atores e atrizes escusam-se a faze-lo assim como se escusam em fazer cenas de sexo, embora este também seja técnico.

  

     E a ti! O que te proporciona um beijo?

     Diz algo sobre este tema ou as tuas experiências.

     Não tenhas medo de ser diferente.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Solidário
a música que estou a ouvir: Seus beijos (de Daniel)
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Prós e Contras das relações anais

kamasutra homo

RELAÇÕES ANAIS

 

    Os meus escritos neste blogue como os meus leitores já se habituaram, em princípio baseia-se em histórias eróticas devidamente ficcionadas e contos saídos da minha cabeça pensadora, no entanto, de vez em quanto lá vou fazendo o que considero “Um serviço público” entrando nos aconselhamentos médicos, sociológicos e de sexualidades.

    Não sendo um expert sobre todos os assuntos, de vez em quando procuro conhecimentos tanto em livros como aqui na net. Foi assim que cheguei hoje ao aconselhamento do porquê e como se deve praticar o sexo anal tanto entre Homossexuais como entre heterossexuais.

    Muita rapaziada que lê nos meus blogues e porque querem fazer perguntas no anonimato, o que respeito, me escrevem por e-mail fazendo perguntas dos mais diversos temas. Como não me é possível responder a todos/as individualmente, classifico as perguntas e depois de escolher um tema, venho aqui dar respostas o mais concisas possíveis e em forma de prosa.

Como nunca é demais falar sobre educação sexual

hoje vou falar sobre relações anais.

Kamasutra homo nunca é tarde

 

 As perguntas que normalmente se me poem são:

 

   - Porque rasão nem sempre o sexo anal me dão prazer?

   - Porque razão o homem tem tendência em praticar o sexo anal?

   - Porque razão o pénis do penetrador por vezes quando sai, vem com marcas de fezes?

   - Há alguma forma eficaz de ter relações anais sem sentir desconforto?

 

Nem sempre das primeiras vezes que se é penetrado/a é uma sensação agradável, no entanto é sempre uma questão de posição.

Convém se possível, nas últimas 24 horas não ter ingerido comidas picantes ou andar de diarreia.

O ato de penetração anal deve ser sempre de comum acordo e tem de haver um relaxamento total não descuidando os preliminares. Carinhos, afagos e por vezes rizadas de boa disposição recíprocos.

A zona anal tem imensas terminações nervosas e por isso a sensibilidade é uma das suas características, logo, é possível que o/a penetrado sinta algum prazer, bastando para isso, estar devidamente relaxada. Porque ao tornar o seu corpo tenso por receio da dor que possa sentir, vai contrair os músculos do seu corpo, e por consequência os do ânus, dificultando a penetração.

Não convém que o pénis do penetrador seja muito dotado pelo menos no calibre, já o comprimento não tem grande influência, às vezes até ajuda, conforme a posição adotada.

O penetrador não deve ter pressa e deixar o/a penetrado/a relaxar-se o suficiente. È sempre aconselhável usar um lubrificante íntimo à base água. O melhor de todos e o mais antigo e barato é a vaselina esterilizada que se vende nas farmácias sem ter de recorrer às lojas de produtos eróticos, que hás vezes é uma chatice. Convém quando o/a parceiro/a não é habitual convém usar sempre camisinha (atenção às datas de validade, não devem comprar grande quantidade e usá-las na carteira, no bolso ou na mesa de cabeceira durante muito tempo, pois perdem a elasticidade e a sua própria lubrificação com facilidade).

Se o/a possível penetrado/a não está para ai virado/a na altura ou se queixar de dor o melhor é parar de imediato, continue com os preliminares até que esteja tudo bem e mude de posição ou passe para o dia seguinte. Tenha calma pois com calma ganha-se o céu.

O penetrador não deve pensar no ânus como se fosse uma vagina mesmo apertadinha pois ela própria cria a sua lubrificação com a excitação.

Para uma melhor performance nas primeiras relações anais, usando um creme começa fazendo carícias nas bordas do ânus. Depois penetra-o lentamente com um dedo e, posteriormente, com dois. Esta penetração, além de lenta, deve ser feita em etapas, com idas e vindas bem vagarosas. Uma das melhores formas de fazer estes preâmbulos é, no caso de homem/homem ao mesmo tempo que o penetrador faz um broche vai utilizando os dedos. Para o caso de homem/mulher será o clitóris da mulher que funcionará como pénis.

Quando o penetrado/a começar a sentir-se bem é de começar a penetrar lentamente com o pénis

Se o pénis for bastante longo, evitar a sua penetração com força e de repente. Faça-o lentamente e num vai e vem permanente até à ejaculação e o prazer será total de ambas as partes.

 

Kamasutra_andromache e colher

A melhor posição nas primeiras vezes é a de “andromache” em que o penetrado/a se senta sobre o pénis do penetrador e assim em movimentos lentos vai conseguindo uma situação mais confortável.

O penetrador deve sempre respeitar o ritmo do/a penetrado/a pois é ele/a que lhe vai dar o maior prazer. Quando sentir a sensação do início da ejaculação, pare e mude de posição para de “colher” e vai ver que o êxtase é total para os dois na medida em que o/a penetrado/a pode masturbar-se enquanto o penetrador ejacula.

 

Diga-se o que se disser a relação anal existe desde todos os tempos entre todos os animais racionais e irracionais. Do antes Cristo e no-pós cristo, até à nossa dissolução. Faz parte do relacionamento sexual do ser vivente como o nascer comer beber e morrer.

Atualmente com a liberalização da sexualidade com a informação constante nos Mídias inclusive programas de TV, mais se fala que a penetração anal já não é exclusiva dos homossexuais. Ainda sobre este assunto há um engano ao dizer-se que é um ato exclusivo dos homossexuais na medida em que nem todos são penetrados, alguns, praticam outras formas de sexo entre eles e alguns, principalmente casados só penetram.

Normalmente os homens casados porque não têm uma relação totalmente aberta com suas mulheres e porque têm o fetiche de como será “comer um cú?” Procuram homens para o praticarem e até pagam para isso. Normalmente pagam mais a outro homem para satisfazerem esse desejo que a uma mulher.

Ser Gay ou bissexual não quer dizer que pratiquem o ato de passivos, embora seja uma minoria. É sempre de acordo com o parceiro que encontrarem e com a habilidade do outro. Mais tarde ou mais cedo o gosto por ser-se ativo/passivo é como a morte,- de lá ninguém volta-. Mas aí também não vem mal ao mundo.

Ser-se homossexual, bissexual ou heterossexual não é doença mas sim orientações sexuais diferentes.

 

copla perfeita

Ainda não está provado cientificamente a razão de se ser heterossexual, bissexual ou homossexual.

Quanto ao ser-se heterossexual tudo bem! Dizem! É a forma natural das relações sexuais já que elas servem para procriar.

Quanto ao ser-se bissexual a coisa começa a ter divergências já que estes têm relações sexuais com os dois sexos.

Quanto aos homossexuais genuínos, a coisa já chia de outra maneira.

 

As tentativas de explicar a origem da homossexualidade incluem teorias que vão da mitologia à sociologia. No século 19, psiquiatras concluíram que ser gay era um transtorno mental causado por equívocos na criação da criança - e essa ideia reinou na maior parte do século 20. Tentaram-se fazer terapias de “cura”, mas nada resultou dessas experiências. Em 1973, a Associação Psiquiátrica Americana achou melhor retirar de sua lista de distúrbios mentais a atração sexual por pessoas do mesmo sexo. Foi quando o termo mudou de nome: homossexualismo deu lugar a homossexualidade - porque o sufixo "ismo" denota doença. A essa altura, os cientistas já consideravam ser gay uma variação absolutamente natural do comportamento humano.


Até que em 1991 o neurocientista Simon LeVay, gay declarado, anunciou ter encontrado diferenças em cérebros de homens gays e héteros. LeVay examinou o hipotálamo, zona-chave da sexualidade no cérebro, e descobriu que a região chamada INAH-3 era entre 2 e 3 vezes menor nos gays. Era a primeira indicação da origem biológica da homossexualidade.

 

Em 1993 com as pesquisas de Dean Hamer, ele percebeu que dentro das famílias havia muito mais gays do lado materno. Usando um scâner, Hamer viu que uma região do cromossomo X, a Xq28, era idêntica em muitos irmãos gays. O que ele descobriu não foi propriamente um único gene gay, mas uma tira de DNA transmitida por inteiro. A notícia provocou rebuliço, e não era para menos. Mesmo contestada por outros estudos, a conexão entre genes e orientação sexual sugere que as pessoas não escolhem ser homossexuais, mas nascem assim. A comunidade gay começou a ver na ciência a resposta contra a ideia de que seu comportamento era "antinatural". 

 

Existem também outras opiniões tais como “ a causa está na convivência familiar” Uma mãe depois de ter tido vários filhos homens, e como gostaria de ter uma menina e então trata o ultimo como a menina que não teve. Os irmãos mais velhos também tenderiam a "dominar" o mais novo, influindo em seus sentimentos sobre si e os demais. Outra hipótese vem da biologia. "Os fetos masculinos talvez acionem uma reação imunológica na mãe ao produzirem substâncias que ameaçam seu equilíbrio hormonal", diz o cientista Qazi Rahman, da Universidade de East London. Segundo ele, o corpo da mãe acionaria um alarme para produção de anticorpos contra proteínas ou hormônios do bebé. Cada novo feto masculino intensifica a resposta, e o acúmulo de anticorpos redirecionaria a diferenciação tipicamente masculina para uma mais feminina, gerando orientação homossexual nos filhos seguintes.


Uma história real:

 

Patrick e Thomas são gémeos, têm 7 anos, olhos azuis e cabelo ondulado. Cresceram na mesma casa, criados pelos mesmos pais. À primeira vista, é impossível distingui-los. Mas passe algum tempo com eles e você verá que Patrick é sociável, atento e pensativo, enquanto Thomas é espontâneo e adora brincar de luta. Quando tinham 2 anos, Patrick encontrou os sapatos da mãe e calçou-os e gostou. Aos 3, Thomas disse que o revólver de plástico era seu brinquedo favorito. Aos 5, Thomas se fantasiou de monstro no Halloween; Patrick quis vestir-se de princesa. Ridicularizado pelas risadas do irmão, decidiu ser Batman. Patrick sempre brincou entre meninas, nunca meninos. Os pais deixaram que ele fosse ele mesmo em casa, mas mantiveram alguns limites em público com medo de que seu comportamento feminino o expusesse. Funcionou até um certo ano, quando o orientador da escola ligou dizendo que ele deixara os colegas incomodados: insistia que era uma menina.


A história de Patrick e Thomas foi revelada pelo jornal Boston Globe. Se a homossexualidade fosse mesmo causada por um cromossomo, os dois deveriam ter a mesma orientação sexual. Mas não foi bem isso o que aconteceu.


O caso de gémeos com orientação sexual diferente mostra que, sozinha, a genética não explica a homossexualidade.

 

O problema é que ninguém sabe exatamente quantos e quais são eles. Não há provas, por exemplo, de que o abuso sexual na infância causa homossexualidade. O número de gays não é maior em lares chefiados por mulheres nem entre filhos criados por casais gays. Tampouco há mais casos de homossexualidade após períodos de guerra, quando os pais se ausentam de casa, o que enfraquece as hipóteses sobre dinâmicas familiares.

 

Conclusão: Existem homossexuais porque existem. Nada mais é que uma forma diferente de fazer sexo não sendo doença e a prova está que numa boa parte dos países já é possível o casamento entre eles.

 

Países que reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo

  • 2001 – Países Baixos
  • 2003 - Bélgica
  • 2004 – Massachusetts (Estados Unidos)
  • 2004 – Espanha e Canadá
  • 2006 – África do Sul
  • 2008 – Connecticut (Estados Unidos)
  • 2009- Noruega, Suécia, Iowa (Estados Unidos),Vermont (Estados Unidos)
  • 2010 – New Hampshire (Estados Unidos) Washington,C.C. (Estados Unidos), Portugal, Islândia, Argentina, Cidade do México (México).
  • 2010 – Portugal. Sob a vigência governamental de José Sócrates do Partido Socialista.
  • 2011 – New York (Estados Unidos).
  • Locais que reconheceram temporariamente o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.
  • 2008 – Califórnia (Estados Unidos) (entre 15 de Maio de 2008 e 5 de Novembro de 2008)

Uma pequena história dos hábitos e costumes das relações anais

 

Nas civilizações do Oriente Médio, onde o prazer sexual sempre sofreu repressões, o sexo anal era frequentemente abominado.

Já os gregos e romanos, que aceitavam o prazer como uma dádiva divina, faziam-no naturalmente.

Xenofonte, na Anábasis, relata episódios de relações entre soldados e jovenzinhos como a coisa mais natural do mundo.

Na Ilíada a relação entre Aquiles e Pátroclo é insinuada como uma relação homossexual. Ou seja Aquiles seria o que hoje chamamos bissexual.

Nas festas greco-romanas, as relações entre homens eram extremamente comuns, o que implicava em relações anais. O mesmo nos diz os vasos da época clássica e helenística com pinturas eróticas.

Isto dá uma ideia de que os cultores dos prazeres da carne usavam e abusavam dos prazeres anais.

Então, o que faz o sexo anal ser tão desejado, praticado e procurado pelos homens?

Sendo o ânus mais estreito e com expansibilidade menor que a vagina, faz com que quem tenha um pintinho, se sinta com um pinto. Quem tenha um pinto se sente como sendo possuidor de um pintão. E quem tem um pintão e não consegue ter relações anais sente-se como portador de um canhão.

Na relação anal não existe o risco de uma gravidez. O que em algumas situações é extremamente desejável e apreciável.

Como o canal anal/retal é mais extenso, em comprimento, do que a musculatura da entrada da vagina, o prazer peniano, para o homem que penetra, se torna maior na relação anal que na relação vaginal. Além disto alguns homens, e mulheres relatam que sentem uma sensação de posse maior na relação anal, aumentando com isto a sensação prazerosa.

 

O que aqui fica expresso são teorias minhas e outras de sociólogos, psiquiatras, cientistas filósofos e alguns homossexuais e bissexuais.


Recolha de alguns dados em Dr. Carrion e Irônico social, entre outros.

 

Se quiser comentar ou acrescentar algo sobre este tema, não tenha medo.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

sinto-me: Amor e felicidade no casamento
a música que estou a ouvir: I'm Not in Love
publicado por nelson camacho às 14:37
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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

Meus sonhos

os sonhos de nelson camacho

Já lá vão uns anos e ainda sonho contigo

Será doença?

 

    Já eram quatro da manhã quando acordei assarampantado. Roleime na cama procurando teu corpo que não estava lá. Ainda me agarrei a uma almofada mas tu efectivamente não estavas lá.

    Tinhas estado em meu sonho.

    Sonho alegre como foram os tempos que passamos juntos.

    Sonhos eróticos como tantos tivemos

    Foi mesmo um sonho como muitos de há uns tempos a esta parte.

    Levanteime, fui beber um copo de água liguei  a máquina de café, fiz um e vim para o meu canto de escrita procurando na minha caixa de memórias algo para te dizer, mas os neurónios não quiseram trabalhar e então lembreime de um texto de “Kurt Vonnegut Jr” que aqui fica esperando que um dia o leias meu amor.

    Esquisito?

    Podem acreditar que sou!...

As nuvens de um sonho

 

“Nos meus sonhos sou pintor, você sabe, ou talvez não saiba.

E também escultor, Tempo demais sem visão.

Um pontapé para mim é o interjogo de materiais com estas minhas mãos.

Muito do que posso fazer com você enquanto você deitado lê esta poema:

 

Eu lhe pediria para tirar a roupa da barriga

Para que eu podesse, com a unha do polegar esquerdo,

Traçar uma linha reta de dez centímetros

Acima dos pelos de seu púbis.

E depois com o dedo indicador da minha mão direita

Passaria pela margem direita

Do seu umbigo famoso,

Deixando-o ali, imóvel, durante meia hora.

Esquisito?

Podeacreditar que sim.”

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

       

sinto-me: por agora acordei
a música que estou a ouvir: Smooth Operator
publicado por nelson camacho às 00:43
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

O Comprimento do pénis interessa?

Deus grego Hermes

O tamanho do pénis tem interesse?

Sabia que o tamanho médio do pénis português é de 15,82 centímetros?

 

 

Muitas histórias aqui tenho contado sobre relações sexuais entre homens e muitos e-mails me teem enviado solicitando respostas difíceis de responder por essa forma, assim, com base na minha experiência e uma pesquisa junto de analistas da questão do pénis, com este post creio responder a todos. De qualquer das maneiras tenham sempre em atenção que o tamanho não quer dizer qualidade. Vai sempre de pessoa para pessoa.

 

Quanto ao tamanho e crescimento.

 

Podemos afirmar antes de qualquer explicação, que todo homem tem o pénis em um tamanho normal e proporcional à sua constituição física. Embora exista grande preocupação quanto ao tamanho podemos alertar que o tamanho é uma preocupação folclórica instituída com o decorrer do tempo e pela associação que se fazia entre a potência sexual e tamanho do membro. As proporções que dou a seguir são estatísticas e baseadas nas pesquisas do Centro de Estudos e Pesquisas do Desenvolvimento da Sexualidade Humana.

Em estado de flacidez o membro masculino varia de 6 à 12 cm., em estado de erecção varia de 14 a 20 cm. Os pénis que são menores em estado de flacidez reagem e tem um maior crescimento que os que são maiores em estado de flacidez.

 

Até que idade ocorre o crescimento do pénis?


A fase de maior crescimento do pénis é no período da puberdade, entre os 12 a 16 anos. Pudemos observar que existe em alguns pais uma excessiva preocupação quanto ao desenvolvimento do órgão sexual dos filhos e podemos alertar que na maior parte das vezes estas preocupações são alicerçadas em fantasias pessoais e raríssimas vezes em aspectos reais.

 

Quando o pai ou mãe se encontram preocupados com o desenvolvimento do pénis do seu filho a melhor solução é sem que ele dê por isso leva-lo a uma consulta de Urologia ou Endocrinologia. Falar com o médico antecipadamente sobre o assunto e seu filho será visto como uma consulta normal.

Colocar esta vossa preocupação a seu filho pode gerar uma série de conflitos psicológicos que irão ter durante toda a sua vida.

 

Existe algum tipo de tratamento que aumente o tamanho do pénis?

 

   
Esta questão e dúvida é comum entre os homens adultos e, pode-se alertar que não existem métodos ou tratamentos que aumentem o tamanho do pénis de um homem adulto que esteja dentro dos padrões de normalidade. Qualquer proposta ou divulgação de métodos neste sentido carece de validade. Se você tiver alguma dúvida em relação a esta questão, é melhor consultar um Médico andrologista.

 

O pénis diminui de tamanho, se o homem tiver vida sexual activa?


Esta questão é alicerçada em fantasias que não tem fundamento algum. Manter contactos sexuais ou ter vida sexual activa só pode ter influência no aprimoramento da própria sexualidade e não tem qualquer influência no aumento ou diminuição do tamanho do membro. O pénis não é um corpo muscular que pode ser desenvolvido por meio de exercícios.

 

Quanto ao tamanho e função?


Qual é a relação entre tamanho do pénis e potência sexual?


     Esta é uma questão bastante comum mas não tem qualquer fundamento. O tamanho do membro nada tem a ver com a potência sexual. A potência é determinada por factores fisiológicos, emocionais e afectivos que não tem relação com o tamanho do membro. O homem potente sexualmente é aquele que obtém prazer em seus contactos sexuais e consegue gerar satisfação em sua ou seu parceiro.

Tanto as mulheres como os homens na sua vida sexual estão mais preocupados com o aspecto emocional e afectivo. O contacto físico, as carícias, o relaxamento como se pratica o acto são a maior fonte de prazer. As mentes devem estar abertas a tudo o que possa acontecer sem tabus ou mesquinhices. A evolução do prazer até ao final da função deve-se à capacidade das carícias recíprocas. O tamanho do pénis em qualquer relação sexual é sempre secundário. O que manda sãos os neurónios que trabalham o amor.

 

 Qual é a relação entre o tamanho do membro e o prazer sexual?


     Não há nenhuma! O prazer sexual masculino é obtido por uma boa relação com a ou o parceiro, onde amor, afecto e carícias são primordiais. O homem obtém satisfação sexual com qualquer tamanho de pénis.

 

No caso de uma função heterossexual se o homem tiver um pénis pequeno pode levar uma mulher ao orgasmo?


Pelo que já esclarecemos é evidente que sim. A mulher não obtém prazer pelo tamanho do membro masculino, e sim pela sua capacidade de carícias, afecto e amor. Mais importante que o tamanho do membro do parceiro é a mágica que ela é capaz de realizar.

 

 No caso de uma função bissexual, o tamanho dos pénis também teem influência no prazer de ambos?

 

Tal como já foi explicado qualquer relacionamento sexual deve ser feito de mutuo consentimento e pressupõe-se haver afecto, carícias e actos descomplexados.

O tamanho aqui também não tem qualquer valor mesmo na penetração.

Existem muitos bissexuais (relacionamentos com homens e mulheres) que pelo facto de terem o pénis mais pequeno não os leva a terem menos prazer num ou noutro caso. O que os leva a terem uma vida sexual dupla não é em função do tamanho do pénis mas o gosto pela diversidade.

Sexualidades

Funcionamento do órgão sexual masculino.

 

Qual é o tempo normal de uma erecção?


     Esta questão cria grande expectativa entre os homens mas podemos de imediato afirmar que não existe nenhum critério de normalidade quanto ao tempo de erecção. O tempo de erecção sofre influências directas de vários factores, portanto não pode ser mensurado. A erecção vai depender do estado de excitação do momento sexual, da tensão emocional e disposição física do dia, da carga de afecto investida na ou no parceiro ou na fantasia sexual, da quantidade de carícias dadas e recebidas, da ansiedade de desempenho e principalmente do bom entrosamento do casal. O importante é que a erecção ocorra em tempo suficiente para que ambos possam obter satisfação na acção sexual.

 

Se um homem não consegue ter erecção em um contacto sexual, isto significa que ele esteja ficando impotente?

 

Não! Falhar em alguma experiência sexual por não conseguir obter ou manter o estado de erecção é um fato bastante comum. Causa medo em alguns homens por ir contra as expectativas do cumprimento do " papel de macho ". Papel fantasioso que coloca o homem como uma máquina de sexo e em muitos casos, impede o bom desempenho e uma verdadeira satisfação sexual.

Na realidade quando um homem não consegue completar um ato sexual por não ter erecção, não é um acontecimento digno de temor, pois é um acontecimento natural. Torna-se " anormal " quando o homem investe muita ansiedade e fica querendo provar para si mesmo que " não falhou ". Isto pode levá-lo a repetição da falha, pois em um próximo contacto vai estar ansioso em provar para si mesmo que é capaz. Isto pode aumentar sua ansiedade a ponto de interferir directamente na erecção e na satisfação. Se você falhou, vá despreocupado para outra actividade e dê maior importância aos jogos preliminares e na troca de carícias, pois isto ajuda a desactivar a ansiedade. Por vezes entre esses jogos, uma felação dá resultado.

 

Quantos contactos sexuais um homem normal tem por semana?

 

Existe entre os homens grande preocupação com a quantidade de actividades sexuais, quando o que seria digno de preocupação, deveria ser a qualidade e o prazer obtido, pois isto é que firma um bom relacionamento. Podemos dar uma estatística levantada no Centro de Pesquisas e Estudos do Desenvolvimento da Sexualidade Humana, " alertamos que esta estatística não pretende criar um padrão de normalidade " e sim informar sobre a maioria. Encontramos casais e homens que vivem satisfeitos sexualmente com um contacto semanal e outros que mantém satisfatoriamente média de três contactos semanais. Isto nos dá uma mostragem de um a três contactos semanais como o padrão da maioria.

 

Questões sobre a ejaculação.

 

Quanto um homem ejacula em um contacto sexual?

 

A média de ejaculação é de uma colher de sopa.

 

Qual é a relação entre quantidade de ejaculação e potência sexual?


Existe uma fantasia originada do período de adolescência, quando o jovem associa ejaculação com a potência. Ejacular mais, nesta fantasia, significa ser mais potente, assim como o ejacular mais longe ou mais forte.

 A potência é determinada por factores fisiológicos, afectivos e emocionais, que nada tem com a quantidade de ejaculação.

 

Qual é a relação entre quantidade ejaculada e fertilidade?

 

Nenhuma, pois o que determina a fertilidade ou capacidade masculina de gerar um filho é a qualidade do espermatozóides contidos na ejaculação. Para se saber sobre a capacidade de fertilidade masculina, o interessado deve procurar seu médico de família e solicitar um "espermogramo".  Por meio deste exame realiza-se a contagem de espermatozóides, sua motilidade, seu tempo de vida, etc., factores básicos da fertilidade.

 

Qual é a relação entre quantidade ejaculada e o prazer sexual?

 

Ejacular " em maior ou menor quantidade " não determina aumento ou diminuição do orgasmo, pois a capacidade orgástica masculina é determinada por aspectos afectivos, emocionais, disposição física ou grão de tensão do dia, adequação sexual na relação. Etc. Esta questão é muito comum entre os jovens, pois por falta de informação, acabam associando a quantidade, velocidade e força ejaculatória com o prazer sexual. As contracções ejaculatórias são desencadeantes do processo orgástico e não o orgasmo em si.

 

Qual é o tempo normal para se ejacular após a penetração?


Não existe um tempo " normal " e sim um tempo " ideal ", este tempo não pode ou deve ser medido pelo " relógio " e sim pelo momento de prazer obtido pelos dois, integrados na mesma acção.

 

 Sem a preocupação de gerar prazer ao outro, a precipitação ejaculatória ocorre mecanicamente após a penetração e início dos movimentos sexuais, entre o terceiro e sétimo minuto da acção. É a famosa rapidinha! O ideal é que a precipitação ejaculatória ocorra em tempo suficiente para que o outro também consiga seu orgasmo.

 

Quantas ejaculações um homem pode ter em uma actividade sexual?


A quantidade de ejaculações em uma experiência sexual é determinada pela condição ou disposição física do dia, pelos factores emocionais e afectivos, pela disposição psicológica no momento sexual, pela boa integração com a parceira sexual. Pelas nossas pesquisas no Centro de Pesquisas e Estudos do Desenvolvimento da Sexualidade Humana existe uma variação de uma a três ejaculações em uma actividade sexual, que variam conforme factores já mencionados. Na maioria dos homens a ocorrência é de uma ejaculação em cada experiência, alterando-se esporadicamente para duas ejaculações.

 

Após ejacular, qual é o tempo normal para se obter uma nova erecção?

 

Não existe um tempo " normal ", pois uma nova erecção só é conseguida pelos factores mencionados nos itens anteriores. Em sua maioria, os casais encontram satisfação com um contacto e após este contacto existe um estado de relaxação que de modo geral leva ao desinteresse de nova experiência.

 

Há no entanto ocasiões em que calmamente continuando com carícias físicas, palavras de amor. Por vezes até a continuação do jogo de sedução com algumas brincadeiras á mistura voltando a um relaxamento total o tal pau de que falamos começa novamente a eriçar-se sejam ficando novamente pronto para nova função Normalmente não leva mais que trinta minutos. Até pode acontecer que depois de uma boa soneca e um duche relaxante tudo volte ao princípio da noite.

A principal determinação para ter mais que uma erecção seguida de ejaculação é sempre desencadeada pela capacidade de dar e receber. O mais importante na relação sexual, seja ela qual for o mais importante é a qualidade e não a quantidade.

 

E sejam felizes com os seus ou suas parceiras ou com ambos.

A via é para ser vivida com os prazeres que a própria vida nos dá.

 

(Fonte da minha experiência e da internet)

 

Sempre pronto a receber vossas notícias.

    Nelson Camacho D’Magoito

             (O Caçador)

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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

A minha primeira vez

O meu primeiro encontro gay

Recordações da minha juventude

A primeira vez que fiz sexo com um colega

 

 Como qualquer menino de família de então, depois da instrução primária mandaram-me para o Liceu Camões.

Lá fui embora um pouco contrafeito na medida em que o que gostava mesmo era de jogar à bola e fazer ginástica. Em face a esta situação no primeiro ano chumbei por faltas, em vez de ir para o liceu ia para o Lisboa Ginásio. Vieram as férias e lá consegui aguentar os ralhos e descomposturas dos meus pais.

Novo ano e lá fui novamente para os estudos novamente contrariado pois só haviam rapazes. Naquele tempo nas escolas não havia escolas mistas, umas para rapazes, outras para raparigas. Como nas férias tinha tido vários contactos e criado amizades com raparigas, não aceitava lá muito bem aquele tipo de escola, era uma seca!

Por estas razões voltei a chumbar no liceu. Preferia tratar do corpo que da mente e como o Lisboa Ginásio era ali mesmo ao pé em vês das aulas, ia praticar ginástica e jogar à bola.

Mais uma vez cheguei ao fim do ano escolar sem o completar, isso valeu-me os meus pais mandarem-me de castigo para uma oficina de mecânica.

Foi assim que aos 16 anos comecei a trabalhar e como jogava á bola e fazia ginástica me corpo já tinha uma compleição física de meter inveja aos meus colegas. Juntando tudo isto ao trabalho oficinal, fui ganhando massa muscular ficando com um corpo bastante delineado, onde sobressaíam, coxas grossas e um abdómen seco e de musculação firme…

Imaginem um puto assim, junto aos colegas quando ao fim do dia íamos para os chuveiros. Quando tinha de ir aos escritórios e porque usava um fato-macaco com a parte de cima sempre aberta, também as meninas não tiravam os olhos de mim.

Nessa época parecia que todas as raparigas, colegas, vizinhas e conhecidas me queriam comer com os olhos, querendo inclusive apresentarem-me colegas, irmãs e até primas como se fosse um sex-símbolo., passando a ter fama de mulherengo...

O pior é que andava um pouco assustado com aqueles assédios, mas ao mesmo tempo gostava…

Não namorava mas ia recebendo piropos de tudo o que era mulher, até algumas casadas e amigas de minha mãe.

Os dezassete anos chegaram e na época estava a usar-se o cabelo comprido e eu também alinhei na moda. Deixei crescer o meu cabelo louro e liso até metade das costas e a partir daí é que a porca começou a roer o rabo, nas festas de família e outras era um sucesso!!!

Raparigas e mulheres mesmo casadas não me largavam, todas queriam namorar comigo, mas o que eu que me dava prazer na vida era mesmo a prática do desporto, continuando a trabalhar.

Estávamos no verão e como fazia bastante calor o patrão da oficina onde trabalhava a pedido de vários colegas, autorizou que os fatos-macacos fossem substituídos por calções e t-shirts.

Foi a partir dai que comecei a reparar que tanto os meus colegas como o patrão e até alguns clientes não tiravam os olhos de mim da minha compleição física e das minhas pernas… como tinha um rosto jovem e bonito coadjuvado com o cabelo comprido e não tinha nenhuma namorada, à boca fechada, diziam que eu era bicha, mas nada disso, o que não queria era arranjar compromissos… estava mais virado para o trabalho e cuidar do meu corpo que já era bastante atlético.

Naquele ano o verão estava bastante quente e embora durante o dia não se pudesse beber qualquer bebida alcoólica, quando fazíamos serão, lá vinha o patrão com umas cervejas fresquinhas e uns aperitivos - para molhar a palavra e o trabalho – dizia o filho do patrão, rapaz novo, aí para os seus vinte cinco anos.

Num desses serões e em um momento de pausa, dois dos meus colegas começaram com uma brincadeira de mau gosto e começaram a agarrar-me, não gostando da brincadeira e sendo muito mais forte que eles, virei-me à porrada a eles que já estavam a ficar um pouco mal tratados. A minha prática de Karaté, tanto dava para dar num como noutro… o nosso patrão que de inicio até estava a rir-se com o que seria uma brincadeira de rapazes, mas quando viu que a coisa se estava a tornar a sério, parou com a brincadeira.

A coisa parou por ali e ficámos amigos como se nada tivesse acontecido.

Mais tarde num outro serão, fiquei até mais tarde a acabar um trabalho com o meu chefe, um rapaz também novo mas metido a machão estando sempre a contar as suas aventuras com tudo o que era mulher, considerando-se o mulherengo lá do sítio. A gente ia ouvindo as suas patranhas mas não lhe dávamos credibilidade alguma… naquela noite e depois de mais umas das suas patranhas, perguntou-me de repente:

Já tiraste os três? Já alguma vez fizeste algum homem ou uma bicha? És tão bonito! Parece que te andas a perder!...

Respondi que já tinha feito umas coisas na minha infância como é normal.

Entretanto, já com umas cervejas metidas no bucho e com aquela conversa toda não só estava um pouco toldado, como o meu pénis já começava a dar ares de vida, foi quando ele me pediu para ver a minha gaita, só queria ver se era normal e ao mesmo tempo que foi colocando a mão por cima dos meus calções ia dizendo que não era bicha e que esta era uma situação normal entre rapazes, trocarem de experiências, até para verem até que ponto uma gaita era maior que a outra.

Quando a coisa aconteceu

Quando o primeiro contacto gay aconteceu

 

Eu estava um pouco o bêbado e meu pau com aquela conversa toda de gajas já estava a começar a levantar-se. Ele pediu para ver meu pau continuando a dizer ser normal entre rapazes ao mesmo tempo que o foi apalpando por cima dos calções.

Perante tal situações todo o meu corpo foi tremelicando. Ele meteu a mão por dentro dos calções e me apertou o meu pénis que já estava hirto e pulsante. Senti um gozo estranho e como tal, deixei ele continuar.

Ele tirou-o de fora e começou punhetando-me devagarinho. – Comecei a sentir um prazer enorme como nunca me tinha acontecido -.

Tirou o dele de fora e nos encostamos esfregando nossas gaitas uma na noutra ao mesmo tempo que olhando nossos olhos olho a olho nos começámos beijando num linguado frenético e saboroso. Pegou no meu pénis e o meteu entre suas pernas ao mesmo tempo que roçava o seu em minha barriga.

Estivemos assim alguns momentos até que ele se ajoelhou e começou chupando meu pénis rijo e pulsante começando num vai e vem constante até que me vim dentro daquela boca gostosa.

Ele levantou-se e novamente me recomeçou beijando.

Algo de estranho me estava a acontecer sem saber bem o quê. Só sabia e sentia que o meu pau queria mais. Ele não havia meio de murchar.

- Ainda és capaz de te vir novamente?

Perguntou ele.

- Nesta altura nem sem o que quero pá!

- Vamos para aquele canto.

 

Uma copla gay

O canto, nada mais era que um pequeno sofá para onde ele me dirigiu ao mesmo tempo que ia baixando os calções. Deitando-se na quina do sofá agarrou-me nas mãos colocando-as na sua cintura. Ao mesmo tempo que sentia meu peito nas suas costas meu pénis ficou mesmo apontado naquele buraco que se ajeitava para o penetrar.

De princípio e ajeitado por ele fui-o penetrando devagar até que ele começou bombando freneticamente pedindo que lho metesse todo ao mesmo tempo que puxava minhas mãos para lhe bater uma punheta.

Nunca tinha gozado tanto na minha vida. Era a segunda vez em tão pouco tempo que me estava a vir e a foder o cú daquele tipo virado a machão.

Viemo-nos os dois ao mesmo tempo, nos beijamos e ele um pouco constrangido me pediu que aquele clima ficasse entre nós ainda por cima por ser filho do patrão.

Estando já habituado às cantadas dele perante os colegas, alinhei até assim seria difícil descobrirem o nosso segredo.

Foi um caso que ainda durou algum tempo. Mais tarde sai daquele emprego e nunca mais o vi.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Ainda me lembro
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Domingo, 15 de Janeiro de 2012

Dia de aniversário (Parte II)

 

Gays ao molho em dia de anos

Naquela noite,

o Carlos fez amor pela primeira vez

Naquele dia em que o Mário fazia anos e porque estávamos todos com falta de Euros resolvemos fazer-lhe a festa de aniversário em minha casa. Cada um levou vários alimentos, e prendas. Éramos ao todo oito rapazes sempre prontos para a “brincadeira” e como não queríamos que as nossas amigas ou namoradas nos atrapalhassem nenhuma seria convidada aliás, uma das condições propostas pelo Pedro que é sempre o mais desinibido e atrevido, a quando da reunião para marcação do evento foi logo peremptório:

 

- Na festa não há “galinhas” só “frangos” que somos nós e os outros que se irão assar!

Cá para mim! (Disse eu) Se alguém quiser comer um cru, o problema será de cada um.

 

Conforme já contei em “Dia de Aniversário (Parte I)” A festa decorreu com a maior normalidades destas ocasiões. Já eram umas oito da noite quando o Pedro foi ao carro buscar a prenda para o Mário. Conhecendo-o bem ficámos todos expectantes pois dali não iria sair coisa boa.

 

Gays do Diabo

 

Tocaram à porta, fui abrir e lá vinha o Pedro que por vezes parece que tem o Diabo no corpo, com uma grande caixa muito bem embrulhada.

Entrou dirigiu-se ao Mário beijou-o por duas vezes nas faces, entregou-lhe a caixa dizendo:

 

 - Isto é para que não te falte nada pois sei que te zangaste com a tua namorada.

 

Então se não te importas vai ser a última prenda a abrir já que de ti não espero grande coisa. - Disse o Mário –

 

Sentamo-nos todos à volta das prendas enquanto o Mário ia abrindo todos os presentes.

Desde porta-chaves, filmes porno, boxers com bonequinhos, caixas de preservativos às cores até tubos Lub xxx men’s only, havia de tudo um pouco. Depois foi há surpresa da noite e começou a abrir a tal caixa enorme que estava muito bem embrulhada. Ao abri, dentro estava outra caixa também muito bem embrulhada, depois outra, depois mais outra e outra ainda e mais ainda outra. Cada caixa que se abria existia outra. Já haviam caixas e caixinhas por toda a sala assim como papel de embrulho até mais não até que por fim, assim parecia, estava uma caixa em madeira daquelas que se compram nas lojas do chineses e devidamente fechada a cadeado.

Todos nós já não sabia-mos se havíamos de rir ou chorar a rir por tal patifaria. O Mário já estafado pegou na caixinha e com o ar mais circunspecto da vida declarou:

- Agora por castigo primeiro vamos ao bolo.

A malta não concordou e começou; Abre… abre… abre… abre… abre. e o rapas lá com a ajuda de uma faca, pois não havia chave, lá abriu a célebre caixinha. Mal a tampa se abriu, de dentro saltou impulsionado por uma forte mola - Um Caralho das Caldas.

Foi risota geral ao ponto de nos atirarmos para o chão.

Foi a grande surpresa do dia.

Passada toda aquela euforia, fomos buscar as garrafas de champanhe, cortamos o bolo, catamos os parabéns a você. Tocamos nas flûts como manda a tradição e nos beijamos todos desejando que continuássemos assim amigos sem preconceitos ou zangas para o resto da vida.

Continuámos a petiscar e a bebericar até perto da uma da noite.

Às tantas o Zeca disse para o grupo:

 

- Bem meninos! Cá por mim amanhã já tenho umas coisas combinadas para fazer de manhã com o meu pai e vou-me embora. Se alguém quiser boleias pois nem todos trouxeram carro aproveitem.

 

-Também acho que já é tarde e aproveito a boleia disse o João, já que o Jorge veio com o Mário, certamente irá com ele.

 

- Cá por mim está tudo bem. Eu e o Jorge somos capazes de ir ainda até uma sauna, daquelas que estão toda a noite aberta e pode ser que ainda façamos um cabrito. Esta coisa de fazer anos e não me estriar não dá jeito. E vocês? Pedro e Santos? Vieram os dois!

 

O Pedro com todo o a vontade que lhe é natural foi logo dizendo:

 

- Por enquanto não estou em condições de conduzir. Esta noite bebi demais e como o Santos não tem carta e o Nelson é um gajo porreiro vai deixar-me tomar um duche para passar a bebedeira e depois logo se vê.

- Espera aí! Eu também quero! Disse prontamente o Santos. – Até pode ser que ainda me venha esta noite –

- Olha o puto! Parece que está com a pila aos saltos! Então não há respeito pelo dono da casa?

- Opá! A casa é vossa. Tomem os banhos que quiserem. Têem um bom sofá onde se podem deitar desde que não queiram foder comigo, tá tudo bem.

- Olha o gajo… Já nos está a avisar que não quer nada connosco... 

- Pois não! Ele esta noite vai comer o Carlos…

- Ou vai ser comido por ele….

 

Todos se riram com aquela conversa. Ainda deram as suas graças e saíram porta fora.

 

- Como ainda vou preparar uns aperitivos para a gente, o Pedro e o Santos podem ir já tomar os vosso banhos e o Carlos vamos para a cozinha.

 

Levámos algum tempo, eu e o Carlos a preparar uns petiscos para o resto da noite que iria ser longa já que tinha-mos mais dois companheiros s quem dar de comer.

É pá aqueles gajos estão a levar tempo demais no duche, disse o Carlos:

 

Gays no duche

 

- É melhor ires ver, a casa é tua…é que eu também quero tomar um duche…

- Cá para mim, estão é a foder debaixo de água…

- Vamos espreitar?

 

Eu tinha razão……

Lá estavam eles, banhando-se como tivessem todo o tempo do mundo.

Sem mais aquelas e porque também me queria banhar a fim de ir para a cama lavadinhos e já agora queria ver a reacção do Carlos que segundo a malta dizia nunca tinha entrado nestas aventuras olhei para ele pisquei-lhe o olho e convenci-o a despir-se e entrarmos para junto deles dizendo:

 

- Estes gajos nunca mais se despacham, o melhor é entrarmos! Vai ser tudo ao molho e haja Fé em Deus.

 

O Pedro como sempre o mais atrevido, que estava tentando meter a pila no cuzinho do Santos olhou para o meu pénis do Carlos ainda flácido: - Ai filho! Vou querer chupar nessa coisa para ver se cresse.

O Carlos muito aflito encostou-se à parede exclamando:

 

Gays ao molho no duche

 - Mas vocês são gays?

- Não pá, estamos a gozar contigo, isto é como no balneário da escola, batemos umas punheta uns aos outros para ver quem tem mais comprida.

- Opá! Não baralhes o rapaz que o gajo ainda desarvora pela porta fora e eu fico sem quem me aconchegue a noite. Tu já estás aviado e servido.

 

- Pois tá bem então deixa eu chupar o teu para ele ver como é.

- Tá bem, mas só um bocadinho, não me faças vir.

- Tás a ver? Vais ver que não custa nada.

 

Não foi o Pedro mas sim o Santos que curvando-se apontou o caralho do Pedro no seu cuzinho ao mesmo tempo que metia o meu membro já todo eriçado na sua boca gostosa enquanto eu ia punhetando o caralho virgem do Carlos.

 

Todo mundo guinchava: (Eu com ao caralho na boca do Santos, O Pedro com o dele bombando todo dentro do cu do Santos e o Carlos presenteado com a punheta que eu lhe fazia. Não tardou muito que todos nos viesse-mos abundantemente. Estávamos todos esporados. Até o Carlos. O que valeu foi o estarmos debaixo daquela água quentinha do chuveiro para ao mesmo tempo que nos vínhamos nos limpávamos.

Estivemos naquelas andanças mais de meia hora. Cada um com uma toalha à cintura, fomos para a cozinha. Estava tudo cheio de fome. Abri uma garrafa de champanhe, fiz uns ovos mexidos com chapinhou e umas pequenas fatias de mão torrado com maionese.

O atrevidote do Mário enquanto ia beijando o Santos, ia dizendo para o Carlos:

- Tás a ver como o Nelson trata bem a rapaziada? Esta noite vais ter a maior prova de amor que alguém te pode dar. Digo-te com experiencia própria pois já tenho dormido com este gajo e é muita bem na cama. Está descansado que le só faz o que quiseres e eu não vos vou chatear. Já tenho o meu Santos que é um santinho na cama. Ficamos bem no sofá.

- Pois… é tudo muito bonito para vocês mas nunca dormi com um homem e o que fizemos no duche foi tudo novidade para mim. (disse o Carlos)

- Meus caros, parece que chega de conversa. Como dono da casa! Ordeno!! Vocês podem ir-se deitar pois já teem a cama feita e o Carlos vai comigo para o meu quarto.

Despedimo-nos todos e conforme ficou estipulado, cada um foi para a sua cama.

Antes de ir para o quarto ainda passei pela cozinha e fui ao frigorífico buscar uma lata de spray de chantilly.

O Pedro olhando para o que tinha ido buscar à cozinha e já sabendo do que a casa gasta piscou-me o olho e atirou para o Carlos:

 

- Vai ser bonito vai. Esta noite alguém vai ver as nuvens.  

- O que ele quer dizer com aquela?

 

 Colocando-lhe um braço pelos ombros como caminhando-o para o quarto fui dizendo:

 

 - Não ligues, já sabes como ele é. Gosta de dizer coisas e hoje deu-lhe para o ciúme mas não tem razão pois está bem acompanhado.

                                       

 - Sabes que tudo isto é novidade para mim e o que fizemos no chuveiro nunca tinha feito.

 

O nosso primeiro beijo

 Quando entrámos no quarto, deixei cair a toalha tirei a dele atirando-o para cima da cama e preguei-lhe um grande beijo.

A reacção foi como se já estivesse à espera.

 

- Nunca tinha beijado assim… Já experimentei com raparigas mas contigo há qualquer coisa de especial. Estou um pouco envergonhado… Podes apagar a luz?

Mas era aquilo que eu estava mesmo à espera.

Para apagar a luz tive de me debruçar obre ele, ficando o meu pénis já hirto roçando o reguinho dele. Mexeu-se como a confortar melhor a posição e só tive de começar a beijar-lhe as costas ao mesmo tempo que ia roçando a cabeça do meu pau naquele rego que já me estava a deixar louco mas por enquanto não queria tentar penetrá-lo. Virei-o e comecei por mordiscar seus peitos ao mesmo tempo que ia lambendo todo aquele corpo até àquele pénis descascado e de cabeça lustrosa. Aquele caralho ainda com pouca ou nada de experiencias sexuais foi penetrando em minha boca até às amígdalas. Fodi com a boca aquele saboroso pau. Ele gemia e contorcia-se. Sentindo que se estava quase a vir, mudei para a posição do 69 procurando a boca dele com o meu pau. Ele aceitou e penetrámos ambos nossos paus em nossas bocas. O Carlos chupava-me com uma sofreguidão que há muito não sentia a outro puto.

Desfiz aquela posição a voltamos à posição chamada normal. Ele já se estava a vir aos bocadinhos começando a sair daquela cadeça uns sulcos de esperma que ao saboreá-lo verifiquei que de facto o puto era virgem em tudo. Coloquei-me de frente peito a peito e nos começámos a beijar sofregamente. Acariciando-o lentamente perguntei:

 

- Já fodeste alguma vez?

- Não! É a primeira vez que tenho relações.

- E estás a gostar?

- O estar a gostar é pouco. Meu corpo e minha mente treme de satisfação.

- Vou dar-te uma prenda. Queres?

- De ti parece que vou aceitar tudo.

- Como é a primeira vez, vamos fazer sem preservativo para sentires melhor prazer. Vou tirar os três a este caralho e vais ver se não é bom.

 

Encolhi todo o meu corpo e sentei-me naquele caralho virgem sem experiência que a pouco e pouco foi penetrando em meu cu cavalgando constantemente. O Carlos parecia ser já um puto experiente pois o seu corpo movimentava-se ao sabor do meu cavalgar, penetrando cada vez mais até me fazer doer um pouco mas o que me dava goso era todo aquele movimento de vai e vem. Ele guinchava de satisfação ao mesmo tempo que ia fazendo-me uma ponheta.

Tudo aquilo durou pouco tempo pois de repente começou a punhetar-me com mais força e bombeando meu cu com mais movimento. Estremecemos os dois. Minha esporra esguichou para o seu corpo chagando a atingir sua boca ao mesmo tempo que sentia também um seu forte esguicho daquela porra a penetrar dentro do meu corpo. Estávamo-nos avir com abundância.

 

Ficámos assim durante algum tempo. Ele com seu caralho gostoso dentro de mim. E ele ainda apertando o meu com mais força como a não querer largá-lo.

 

Ditámo-nos exaustos em forma de concha ficando ele de costas para mim com aquele cuzinho encaixado na parte mais baixa do meu peito e adormecemos até de manhã.

Carinho gay durante a noite e muito mais

Já o Sol entrava pela janela do quarto quando acordei com um tesão do caralho.

Movimentei-me m pouco e com uma das mãos fui ver como se encontrava o dele. Rijo como nada tivesse acontecido. Mal lhe toquei começou a mexer-se e segurando na minha mão foi apertando-a como a pedir par lhe bater mais uma punheta ao mesmo tempo que ia mexendo aquele cuzinho como a procurar minha picha.

Estávamos prontos para reiniciar mais um momento de sexo.

 

Comecei mordiscar-lhe as orelhas ao mesmo tempo que ele ia virando só a cabeça para me beijar.

Colocando-o numa posição de elefante (a posição mais confortável) comecei a apontar minha gaita naquele cuzinho apertadinho. Ele fez por se ajeitar e com voz muito suave:

 

 - Devagar meu querido, eu nunca fiz isto.

- Calma que não te aleijo.

- Estou novamente cheio de tesão. Depois deixas meter-te novamente?

- Calma que nesta posição não vai doer nada.

- Vou penetrar-te devagarinho mas se achares que estou a doer diz, tá bem?

- Sim meu amor mas depois quero experimentar outra posição.

 

Devagar devagarinho lá fui com a maior das calmas penetrando aquele cuzinho que se movimentava num aperto e desaperto que só por isso fazia com que me viesse ainda mais depressa. Eu bombeava todo o meu cacete dentro daquele corpo por quem já estava apaixonado enquanto ele ia apertando mais as nádegas. Vi-me de repente e minha esporra lá foi seu caminho fora transbordando ainda alguma. O Carlos tremeu todo e ainda mais apertou aquele cuzinho que deixou de ser virgem naquele momento.

 Estávamos os dois loucos de satisfação. Aguentei mais uns minutos e fui fazer o prometido.

Virei-o para mim e começámo-nos a beijar. Ele descia pelo meu corpo mordiscando-me até ao meu pénis chupando-o com sofreguidão. O puto estava mesmo aflito. Beijava, mordia,

lambia meus sacos e a cabaça da gaita fazendo com que em pouco tempo voltasse a ficar com uma tesão dos diabos.
 
Kamasutra Homo na posição canina

Estava quase a vir-me novamente quando nos colocamos naquela tão saborosa posição canina. Segurei naquele pai rijo nem grosso nem fino (no tamanho normal) e ajudei-o a penetrar-me. (tive de o ajudar derivado à sua pouca experiência a penetrar-me. Era a segunda vez na sua vida que tinha penetrado num cú e o meu tinha sido o eleito naquele noite)

Agarrando-me pela cintura e socando-me com toda a força ao mesmo tempo que ia apertando as minhas nalgas começou a vir-se ao mesmo tempo que me beijava as costas em e punhetava o meu pau.

Viemo-nos mais uma vez naquela noite e mais uma vez nos atirámos para o lado exaustos mas com o dever cumprido para uma primeira noite de amos.

 

Bateram à porta!

Era o Pedro e o Santos. Nus e de mãos dadas, perguntando se ainda havia leite para o pequeno-almoço.

 Tapamo-nos de repente, e começámos a rir da veleidade do Pedro, que sem mais aquelas, afastou-nos os lençóis, e ambos meteram-se na nossa cama.

È pá para ai! Pelo menos vamos primeiro fazer o pequeno-almoço e depois logo se vê….. 

 E assim foi… Uns para o banho e outros para a cozinha.

O que aconteceu depois?

Conto mais tarde para que serve o chantilly, ou então venham a uma das minhas festas de aniversário e logo saberão como é e para que serve terem-se amigos que não sãos gays mas que gostam de brincadeiras sexuais.

 

Já agora podem comentar a história do aniversário do Mário

 

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Fiquei com uma tusa dos diabos
a música que estou a ouvir: Nothing to hide
publicado por nelson camacho às 03:21
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Domingo, 8 de Janeiro de 2012

Dia de aniversário (Parte I)

convivio gay

O meu novo amigo Carlos

 

Naquele dia o Mário fazia anos e todos nós por causa da Troika estávamos tesos e não podíamos como nos outros anos fazer-lhe uma festa em qualquer bar e como era sábado não havia escola para uns e trabalho para outros e também como éramos oito, também não podíamos ir para casa dele pois éramos só rapazes e os pais festas sem raparigas e tantos não podia ser, então resolvemos ir para minha casa que era o mais velho e vivia sozinho portanto com condições para albergar tanta malta. Já todos a conheciam por várias vezes, menos o Carlos que era o mais novo daquele grupo.

Combinámos, uns levavam cervejas, outros frangos para o churrasco, e outros batatas fritas, hambúrgueres e frutas várias. Eu dava o vinho e todo o resto necessário para a festa.

O Pedro que era o mais atrevido e já lá tinha estado em outras festanças disse logo:

- Eu levo uns filmes que tenho escondidos em casa e três garrafas de champanhe para alegrar a malta.

Quando ele falou nos filmes que tinha escondidos em casa por causa dos pais, vi logo que deviam ser filmes porno e alertei-o: - Vê lá o que levas que o Carlos é novo no grupo e pode não aceitar bem a ideia.

- Ora! Ele é um puto giro e de ideia abertas e já tem dezanove anos. Só tem que se habituar à vida e se quiser vê se não quiser não vê! São filmes para vermos no teu quarto que é grande e nós fechamos a porta.

- Tá bem sim! Vê lá o que fazes, não vá o puto pensar que somos todos tarados, e estragar a festa ao Mário, mas isso é contigo.

 

Naquele sábado, por volta da uma da tarde lá foi chegando a malta. Até levaram serpentinas e confétis. Eu entretanto já tinha acendido o carvão da churrasqueira e colocado chouriços a assar. O quintal estava muito giro com Chapéus-de-sol, espreguiçadeiras e umas mesinhas também compostas com alguns aperitivos e garrafas de vinho tinto e branco. Dentro de casa, no salão também não faltavam tacinhas com bombons e uma mezinha com fluts para o champanhe e um grande bolo de aniversário com vinte e cinco velas.

A malta lá foi entrando cada um com o seu saco de compras que foram depositando umas coisas na cozinha e outras no quintal.

O Pedro como já se esperava, trazia um saco com os DVDs que foi colocar no quarto em cima da cama e uma caixa com morangos e uns pacotes de natas ao mesmo tempo que ia dizendo:

- Meus amigos!.. Para a cozinha foram os morangos e as natas para degustar nossas bocas e para o quarto foram uns filmes para alegrar os olhos de quem quiser. Como já conheço a casa e os hábitos do dono já fiz a minha primeira obrigação. Quanto à prenda do Mário está no carro e só lá vou buscar à noite pois é surpresa e vocês são uns Kuskas e não teem nada que ver antecipadamente.

Todos os outros lá se foram distribuindo pela casa começando por bebericar e petiscar aqui e ali.

O sol estava bastante quente e quando começámos a comer já toda a malta estava em tronco nu. Alguns até tiraram as calças e ficarem com os boxers.

Felizmente que não contamos a nenhuma das nossas amigas aquele evento, pois algumas que já conheciam a minha casa eram capazes de aparecerem de repente e iriam julgar que se tratava de algum bacanal entre homens e ficávamos todos mal vistos.

Naquele dia era só para curtirmos à nossa maneira sem “galinhas” como dizia o tal Pedro o mais atrevido da festa.

Conversamos e disputámos ideias sobre os mais diversos assuntos e até gozámos com o Carlos que talvez por não estar habituado às nossas festas ainda se mantinha vestido. Face a esta atitude, o Jorge, este também bastante desinibido a certa altura dirigiu-se ao Carlos com um uma taça de vinho branco, fez menção de a despejar cabeça a baixo dizendo-lhe:

- Olha Carlitos não tens calor ou não queres mostrar à malta o corpinho? Aqui só mostramos o corpo e mais nada, não tenhas medo que ninguém te come. Hoje é só a aniversário do Mário e não nenhum bacanal.

O Carlos que nunca se tinha metido numa destas andanças, ficou um pouco envergonhado e baixou a cabeça sem coragem de nada dizer.

A malta que estava a observar a situação começou a dizer:

Despe…. Despe… Despe… Despe-te maricas… Despe… Despe… Despe-te maricas…

Oh malta não é nada disso, é que eu não uso boxers como você mas sim slipes e não me sinto à vontade.

Perante a situação caricata que estava a atrapalhar o rapaz, fui em seu socorro dizendo-lhe se é por causa disso eu empresto-te uns boxers ou uns calções. Anda daí, peguei-lhe num braço e encaminhei-o ao meu quarto para lhe emprestar o que quisesse.

Enquanto atravessava o quintal o Zeca, outro atrevido que já tinha estado em outra situação idêntica, com ar de sacana lá foi dizendo:

- Pronto!... Lá vai o Caçador!..

Todos se riram pois sabiam muito bem que o Zeca tinha uns ciúmes imensos de mim.

   Diz-se que homem sério não tem ouvidos e lá levei o Carlos ponde-lhe um braço por cima dos ombros. Quando passávamos no corredor a porta do escritório estava aberta e despertou a atenção do Carlos as estantes com tantos livros. Parou, olhou e entrou e disparou:

– Mas tens tantos livros? O que fazes na realidade?

- A minha paixão é os livros e a música, Desde Fernando Namora até Aquilino Ribeiro ou uma Ópera desde Madame Buterfy de Puccini até o Barbeiro de Sevilha de Rossini ou ainda quando faço amor na penumbra do meu quarto, um concerto para piano de Chopin, devoro tudo.

- Eu também gosto de ler e ouvir uma boa música e tens esses discos? Agora fazer amor ao som de Chopin ainda não experimentei! Deve ser agradável!

- Pois é!

- Posso ver a tua colecção de livros e discos?

- Claro! Talvez não tenhamos é tempo de te mostrar tudo. Aquela malta se demorarmos mais, ainda vão gozar com a gente. Um dia destes combinamos e vens cá jantar e mostro-te tudo. Tá bem?

-Okey. Parece-me que temos os mesmos gostos embora tenhamos uma diferença de idade um pouco notória, mas gosto de conviver com mais velhos do que com putos da minha idade, sempre se aprende alguma coisa. Vamos lá então emprestaras-me uns calções.

 

A coisa ficou por ali!

Só não ficou para o resto da malta, porque demoramos um pouco e conforme eu tinha dito fartaram-se de gozar connosco quando entramos no quintal já com o Carlos com uns calções muito curtinhos. Começaram em tom de gozo cantando, alterando um pouco a canção “Os Vampiros” do José Afonso “Ele comeus todos, ele comeus todos e não deixa nada”

Foi gargalhada geral. Pois já todos, não sabendo uns dos outros, já tinham passado pelo Caçador. Contavam-se histórias mas nunca ninguém assumiu que uma delas se tivesse passado com eles. Era como uma sociedade secreta. Todos brincavam mas ninguém apontava o dedo.

 

Com todas estas andanças, bem comidos e bebidos começou-se a falar sobre que filmes iríamos ver.

Desta vez foi o Santos que alvitrou:

- Eu cá por mim ficava aqui a apanhar os restos do sol, e continuar a beber uns copos. Se quiserem também podem por um filme daqueles que não chateia ninguém.

O aniversariante que estava de amena cavaqueira com o Paulo disse logo:

- Nós vamos para o salão ouvir um pouco de música.

- Olhem meninos eu já estou com uma pica dos diabos e vou para o quarto ver uns filmes que trouxe. Quem me quiser acompanhar é sempre bem-vindo. O Nelson não se importa até se tiver de fechar a porta.

-Oh pá! Vocês estão em vossa casa e façam o que quiserem. Quando chegar a altura também alinho. Para já vou até à cozinha para preparar os morangos do Pedro e o bolo para cantar os parabéns ao nosso amigo Mário que já está meio groge e na converse ta com o Zeca.

 

Fiz o pequeno-almoço ao meu amigo gay

Estava na cozinha a preparar umas tacinhas com morangos cobertos de chantilly quando entrou o Carlos com umas garrafas de cerveja perguntando se tinha um saca-rolhas ao mesmo tempo que dizia: - E pá, há ali uns tipos que conseguem abrir as cervejas com o destes mas eu não consigo…

- É verdade! Há tipos que fazem tudo com os dentes, eu também não consigo. Tens naquela gaveta, um abre-latas que também abrem cápsulas. Vê se te ajeitas com ele que eu estou para aqui atrapalhado com o chantilly que nunca mais fica consistente.

 

   Assim fez o Carlos, abriu a gaveta indicada, pegou no abre-latas talvez por não ser o mais indicado para cápsulas de cervejas, quando tentou abrir a dita, deu um pequeno golpe num dos dedos começando logo a verter um pouco de sangue derivado ao golpe.

 

- Porra!.. - Gritou o Carlos - Isto de sangue com cerveja é capaz de se bom!.. Tens aí água oxigenada?

Olhando para a aflição do Carlos. Com a cerveja saltando da garrafa com grande fúria ao mesmo tempo que o sangue escorria esguichando do dedo do rapaz, lá fui dizendo:

- Epá! Também não é nada de aflição. Não tenho água oxigenada mas há uma coisa melhor que me ensinou minha avó. – Dirigi-me a ele, peguei na sua mão e meti seu dedo na minha boca chupando durante algum tempo todo o sangue que dele escorria até não deitar mais.

Enquanto o fazia, olhamo-nos nos olhos. Ele com ar de desconfiado e eu admirando aqueles olhos verdes que brilhavam debaixo de uns cabelos louros – tipo gaifanas – que vinham desde um pouco a baixo na nuca, tapavam as orelhas e vinham morrer por cima daqueles olhos brilhantes de pálpebras enrugadas denotando-se perplexidade pelo que estava a acontecer.

Esta situação durou um ou dois minutos. Eu continuando a sugar-lhe o sangue como fosse um vampiro e ele com um ar de espanto mas sentia-se aliviado.

Quando deixei de lhe chupar o dedo, já não havia réstia de sangue.

Foi a vez do Carlos dizer:

- Afinal a tua avó tinha razão! Foi melhor que a água oxigenada. Já não há pinga de sangue.

- É verdade! Uma chupadela em determinadas ocasiões é capaz de fazer milagres. - Disse eu –

Entretanto entrou da cozinha o João perguntando:

- Então onde estão os morangos e a cerveja?

Olhando para nós e vendo que se passava qualquer coisa nos nossos semblantes.

- Não me digam que estiveram os dois batendo o chantilly ou qualquer outra coisa.

O Carlos um pouco atrapalhado foi dizendo:

- Mas que qualquer outra coisa? Simplesmente cortei o dedo a abrir uma garrafa e o Nelson esteve a chupar-me o dedo para fazer para o sangue.

- Pois sim!.. agora tens que o chupar a ele. Olha que ele não dá ponto sem nó…

- És parvo ou quê? É verdade o que aconteceu. Não estejas para ai com ideias perversas. Isso deve ser pelos filmes que vocês estão para aí a ver…

- Pois sim!.. Tábem sim tábem!.. – E revertendo tudo o que se tinha passado, foi para a sala contar à malta que eu tinha estado a chupar o dedo do Carlos com o chantilly.

A malta que queria era galhofa quase todos em uníssono, lá foram dizendo. – Mas eu também quero!..

Ao mesmo tempo que eu e o Carlos entravamos na sala com as cervejas e uma bandeja com os célebres morangos em várias tacinhas, todos de rompante olharam para nós e lá tivemos de explicar o que tinha acontecido na realidade.

A malta estava toda espalhada pelos cantos todos de olhos postos nos filmes que estavam a ver.

Naquela altura na sala via-se o filme “O Segredo de Brokeback Mountine” no quintal “ Stree Race” e no quarto “ Beachs Boys”. Era para todos os gostos.

Gays a caminho da praia

Perante tal situação, e como não estava para me meter naquela confusão de filmes propus-lhe ir até à biblioteca para conversarmos um pouco.

Assim fomos como sabia que o Carlos nunca tinha alinhado em festas destas e como ele demonstrou interesse nos livros e nos discos, fui-lhe mostrar o que tinha e o que fazia.

Mostrei-lhe o meu canto de escrita, ou seja, onde trabalhava nos meus contos, histórias e criticas que publicava em vários sítios.

Sentei-me no cadeirão frente ao computador e como este é largo, ele sentou-se também nele ficando um pouco apertadinho com uma beba em sina de uma das minhas pernas, e assim lhe fui explicando o processo de escrita e como procurava notícias fresquinhas nos jornais portugueses e estrangeiros na internet.

As noticias sim! Eram fresquinhas mas os nosso corpos não! Ainda estávamos eu de boxers e ele de calções ocasionando que meu peito se encostou às costas dele que com o movimento dos braços que o rodeavam para teclar iam fazendo alguma fricção nas suas costas, enquanto ia sentindo algum desconforto no meu pénis pois cada vez ia estando maior e quase a saltar para fora dos boxers.

O Pedro sentiu mas não disse nada somente se mexeu um pouco.

Não aguentei mais e minhas mãos deixaram o teclado do computador e foram-se poisar no seu pénis ainda flácido.

Ele virou a cabeça para mim, olhou-me nos olhos e calmamente sem qualquer ressentimento atirou: - Não sei qual é a tua ideia mas eu não sou maricas!

Retirei minhas mãos de cima do seu pénis, agarrei sua cabeça e aproximei-a mais da minha e enquanto aproximava meus lábios dos seus, antes de o beijar respondi:

- Mas eu também não sou… mas estou com uma vontade tremenda de te beijar! E assim o fiz.

Foi um beijo como há muito não sentia resposta tão pronta e tão delicioso. Nossas línguas baralharam-se em nossos bocas nosso lábios mordiscara-se assim como nossas línguas sedentas de tanto carinho.

Ficamos assim durante algum tempo até que nos afastamos e ele disse: - E agora? O que é que eu faço? Já beijei algumas raparigas e é a primeira vez que meu corpo treme e sinto algo de especial que não entendo.

Percorrendo minhas mãos pelo seu corpo meti-as por dentro dos calções e fui encontrar um pénis grande, hirto, viçoso e latejando de tal forma que de dentro dele já começava a sair um pouco de leite branco e viscoso solicitando que o chupasse.

Agora?  Disse eu!: - Lembras-te quando na cozinha te feriste no dedo e a solução foi ter-te chupado o sangue e tu fiaste admirado eu disse que “Uma chupadela em determinadas ocasiões era capaz de fazer milagres” ! Pois aqui vai mais um milagre.

Rodopiei, ajoelhei-me frente a ele, baixei-lhe os calções e meti na minha boca aquele caralho ainda virgem nestas andanças. Ele freneticamente segurou minha cabeça e movimentou-a num vai e vem constante ao mesmo tempo que meus lábios percorriam todo aquele cacete mordiscando aquela glande e penetrando cada vez mais aquele pau gostoso até ás minhas campainhas. Meu pénis saltava de alegrias procurando algo para também penetrar mas só tinha o tecido dos boxers por onde sua cabeça roçava.

De repente, daquele caralho gostoso do Carlos saiu como um jacto da água de uma mangueira de bombeiros milhões de espermatozóides todos muito juntinhos transformados em leite viscoso tipo leite condensado que engoli todo ao mesmo tempo que sem tocar na minha gaita esta se vinha também abundantemente. Ambos trememos de satisfação continuando a chupar e absorvendo todo aquele néctar que pelo seu sabor se adivinhava virgem.

Pusemo-nos de pé e nos beijamos ardentemente transportando ainda algum daquele néctar à procedência original.

Ainda estávamos naquela de pensar no que tínhamos feito quando o Pedro bateu à porta dizendo que o filme já tinha acabado. Abriu e denotando que algo tinha acontecido com o seu ar malandreco já conhecido atirou:

- Então nós é que estivemos a ver um filme porno e vocês é que se portaram mal! Eu também queria mas não tive sorte alguma. - Piscando-me o olho – Então tiraste a virgindade ao puto?

O Carlos um pouco atrapalhado retorquiu logo: - Não aconteceu nada entre nós, mente perversa.

- Tá bem… Tá bem… Logo me dás isso! Julgas que não sei o que a casa gasta? Vá lá despachem-se que vamos abrir o bolo e cantar os parabéns ao Mário. Entretanto vou vestir-me e vou ao carro buscar a minha prenda.

 Todos nos começámos a vestir enquanto o Pedro foi ao carro.

Agora também eu vou descansar a mona e os dedos e amanhã volto aqui para contar o resto do que se passou naquele dia de anos do Mário.

 

Próximo capitulo já a seguir

 

 Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

 

sinto-me: Estou a meio de uma hstória
a música que estou a ouvir: Barbeiro de Sevilha de Rossini
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Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012

Arrependido NUNCA (parte II)

Foi assim que ficámos no episódio anterior

 

Aqueles milhões endiabrados saltando uns por cima dos outros lá se foram alojando em nossas bocas uns percorrendo a sua via própria outros transbordando por nossas face que se vieram a juntar quando nos viramos para uma posição mais confortável e nos beijamos longamente até nossos corpos se reconfortarem de tanto prazer e adormecermos um pouco.

Gays depois de uma noitada

Acordámos, deviam ser para ai uma sete da tarde e pela janela ainda entrava alguns raios sol contrariamente à noite anterior que a única luz que pairava naquela “sala de desenho” como o João chamava ao seu quarto era aquela luz negra que dava brilho aos nossos corpos acompanhados por um clássico de Chopin. Aquela luz negra durante a noite não só delineava os nossos corpos como nos salpicava de minúsculas luzinhas. Nas paredes pintadas de marron para além de um espelho longitudinalmente postado ode reflectia nossos desenhos também havia um poster de Michael Jackson na altura em que ainda era castanho e na célebre posição num dos seus bailados onde segurava os tin. tins…

Quando a luz do sol entrou pela janela, todo aquele ambiente de sonho tinha desaparecido e nada mais restava que uma recordação do que tinha acontecido ao mesmo tempo que sentia um medo terrível de me arrepender do que tinha feito.   

Naquela noite compreendi porque um quarto de dormir se podia chamar de “sala de desenho” É que naquele quarto aconteceu poesia, amor e desenharam-se novos conceitos de sexualidade entre pares.

Tudo o que aconteceu foi livre e de comum consentimento mútuo entre pessoas crescidas num espaço de luz e som difícil de encontrar mesmo num Estúdio de qualquer pintor ou arquitecto mais moderno, não se sente o amor pelas pessoas e pelas coisas como naquela sala de desenho. Para se pintar ou desenhar um bom quadro, uma casa ou escrever uma história, um romance ou um poema é necessário estar-se envolvido por amor, muitas vezes até na solidão de um recanto de escrita é preciso a nossa alma estar liberta de preconceitos e sentir amor dentro de si. Naquela noite tinha acontecido poesia.

 

Tínhamos adormecido agarrados e sem qualquer coberta que tapasse nossos corpos.

Nossos sexos ainda se entrelaçavam como dois gémeos sem vontade de se separarem.

 

Primeiro um olho, depois outro e lá estávamos eu com um braço à volta da cintura dele e o outro à volta do seu pescoço. Ele, rodeava meu pescoço como a tentar que não fugisse enquanto com a outra mão ia fazendo um cafuné nos meus cabelos.

Olhei de soslaio para o tal espelho que na parede acompanhava toda aquela prancha de desenho e parecia estar frente a quadro de Gogol.

Olhamo-nos nos olhos beijamo-nos e o João largando minha cabeça e com os dedos foi fechando meus olhos ao mesmo tempo que perguntava. Estás bem? Eu nada disse! Em retribuição daquele carinho percorri meus dedos na sua cara da testa ao queixo, como se fosse uma lambidela de gato.

 

E agora o que fazemos? Perguntei eu.

- Para já estou com uma fome dos diabos e vou tomar um duche e de seguida vou até à cozinha fazer um petisco para nós. E tu? Não telefonas aos teus pais a dizeres que estás bem? Ou já é habitual ficares fora de casa?

- Não! Disse eu o mais pronto possível. Nunca fiquei fora de casa e o mais tarde que cheguei foi às seis da manhã na noite em que te conheci. Meu pai não deu por isso e minha mãe que me acordou à uma da tarde não ficou muito preocupada pois além de ter confiança em mim, eu disse-lhe que me tinha acontecido uma coisa muito boa e depois lhe contava. É claro que não lhe vou contar e agora também não lhe vou dizer que fiquei em casa de um homem. Seria o fim da macacado!

De qualquer das formas, vou telefonar-lhe e digo que estive numa festa e fiquei em casa de umas raparigas colegas lá da escola.

 

Assim foi, telefonei a minha mãe e disse-lhes que estava bem em casa das moças e certamente iria com elas e os pais às festas de Óbidos e por lá ficaria mais esta noite. Foi a primeira grande mentira que lhes disse.

 

Contei ao João o teor do meu telefonema e perguntei-lhe se estava zangado por esta mentira a meus pais.

Ele olhou para mim!.. Olhos nos olhos e perguntou-me – Onde aprendeste a mentir dessa maneira? Também vais arranjar mentiras para mim?

- Não credo! A ti nunca te mentirei e se fiz esta é porque estou apaixonado por um senhor chamado João.

Ele riu-se e disse que eu também o tinha feito chegar às nuvens e que podia lá ficar quando quisesse. A “sala de desenho” estará sempre pronta para nos receber, até porque o que aconteceu naquela noite tinha sido o preambulo para outras aventuras.

Com esta promessa, fiquei em suspenso sonhando acordado com o que aconteceria na próxima noite.

 

Nos entretantos enquanto eu fui ajudando a por a mesa o João foi fazer uns bifes com natas e champinhons acompanhados por batatas fritas e como bebida,.. Champanhe.

De vez enquanto ia até à cozinha enchia dois copos de vinho e íamos bebericando enquanto o João pegava numa batata já frita colocava-a na boca e vinha meter na minha a outra metade. Eu estava louco… nem aos meus pais eu tinha visto tanto carinho.

O João não é rapaz da minha idade, já se aproxima daquela idade a que chamamos de “cota” mas é um amor em todos os sentidos e talvez por isso saiba levar a água ao moinho o que um rapaz da minha idade ou muito próxima não saiba ainda os requisitos necessários para fazer amor com carinho e delicadeza.

 

Nunca tive essa experiencia mas os meus colegas da escola quando se fala nestas coisas dizem que a malta quer é vir-se à pressa e de qualquer maneira. Foi por causa destas conversas que me fez nunca ter tido qualquer experiência sexual com raparigas ou rapazes.

 Até aqueles jogos nos balneários de batermos punheta uns aos outros, eu nunca alinhei.

Sempre achei que o acto sexual deve ser feito sem imposições e com muito carinho e com a pessoa certa e isso estava a acontecer com o João. Estava pronto a perder a minha virgindade no seu todo. Naquela noite já tinha começado, o resto era só esperar conforme o João prometeu quando disse que aquela noite tinha sido o preâmbulo para outras aventuras.

 

Já eram oito e tal da noite quando começámos a refeição. Era uma mistura de pequeno-almoço, almoço e jantar. Antes de abrir a garrafa de vinho o João virou-se para mim e disse:

- Puto… Falta qualquer coisa na mesa.

Foi buscar dois castiçais com velas vermelhas acesas, colocou-as no meio da mesa e disse: Agora sim… Está tudo completo.

Mais uma vez minha memória abriu a caixinha de recordações e notei mais uma vez que nunca tinha visto tal carinho entre meus pais. Fiquei quedo de momentos nos meus pensamentos.

O João notou que havia qualquer coisa e perguntou ao mesmo tempo que segurava nas minhas mãos e me afagava o rosto:

- Está tudo bem? Estás arrependido de estares aqui comigo? É por ser um pouco mais velho que tu?

- Não!... Nada disso estava simplesmente pensando nunca ter assistido a tanto carinho que me estás a dispensar.

- Ora, Ora, tudo isto não passa da forma como eu entendo a amizade entre duas pessoas que se querem e eu quero-te muito.

Meus lábios foram direitos aos seus e beijei-o como prova de agradecimento.

Iniciámos a refeição ao mesmo tempo que íamos tendo uma conversa da treta pois o conhecimento que tínhamos um do outro não dava para mais. Ainda era cedo para nos conhecermos melhor.

A refeição foi acompanhada por uma musiquinha de fundo e nada de televisão.

Quando chegamos ao fim, fomos até ao sofá, tomamos um café um pouco de brandy e então sim, ligamos a televisão. Como não estava a dar nada de jeito o João disse:

- Olha procura ai um filme para nos entretermos enquanto vou levantar a mesa e arrumar a loiça na máquina de lavar.

- Tá bem! Eu procuro!

Procurei e também não vi um filme que me despertasse a atenção. Como o João tem no quarto outros filmes e outro leitor, fui lá à procura. E lá estava um “Refeição Nua” e coloquei-o no leitor. Logo no início vi que se tratava da história de um bar gay onde os empregados andavam a servir os clientes somente com um aventalzinho a tapar o sexo. Só via a apresentação e fui logo à cozinha dizer ao João o que tinha feito.

Ele começou a rir-se ao mesmo tempo que ia dizendo:

- Com que então refeição nua. Amanhã sirvo-te o pequeno-almoço também nu...

- Epá… desculpa mas não sabia que era um filme sobre gays.

- Não faz mal, não tem nada de especial a não ser poderes aprender algo antes de ser eu a ensinar-te. Se quiseres podes meter-te já na cama e ir vendo o filme enquanto eu termino meus afazeres domésticos, ao mesmo tempo que se ia rindo com aquele trejeito de lábios que começava e conhecer.

- Não! Disse eu - É melhor vermos o filme os dois e vou antes tomar um duche. Posso?

- Já comemos há tempo suficiente. A casa é tua, estás completamente à vontade.

Assim fiz…

Agora fresquinho e todo nu, somente com a toalha de banho enrolada à cintura, passei pela cozinha e disse: – agora sim! Vou estar à tua espera Ok? E lá fui direito à “sala de desenho”

 

Tinha-me esquecido de desligar o dvd e ainda estava a dar a “refeição nua” numa altura em que um dos empregados está a fazer um “bóbó” a um cliente que já tinha sido despido por outro e lhe estava metendo seu pau no rabiosque do outro.

Meu pénis ao olhar para aquela cena começou a levantar-se. Retirei a toalha e meti-me na cama começando a roçar-me nos lençóis.

 

Entretanto entrou o João com o seu robe de seda vermelho e foi dizendo:

- Posso entrar? Ou interrompo alguma veleidade?

- Podes entrar e desligar o vídeo pois tu sempre és melhor que qualquer filme.

 

João ao mesmo tempo que ia atravessando o quarto para desligar o dvd ia deixando cair o robe mostrando seu corpo atlético. Baixou-se para colocar um CD de Michael Jackson em: “Earth Song” ao mesmo tempo que acendia um projector sobre o poster do Michael ia dizendo:

 - Agora sim… Vamos ter todo o tempo do mundo para nos amar.

 

Michael Jackson

 

Todo aquele ambiente estava a dar comigo em maluco. Estava tudo meio-escuro. Somente aquele poster iluminado, aquela música sobre o mundo e aquele corpo que se aproximava de mim já com o pénis em riste direito a mim, esperando que o beija-se.

 João afastou os lençóis e me abraçou me beijou todo. Meu corpo foi todo mordiscado e meu caralho chupado e mordido. Ao mesmo tempo com um dedo ia friccionando o meu olho do cu. Lentamente foi-me penetrando com seu dedo indicador ao mesmo tempo que dizia: - queres fazer-me o mesmo?

- Sim! … Porra! Quero ter todo o prazer que me puderes dar. Disse eu já muito aflito e quase a vir-me.

Virámo-nos e nossos buracos foram-se preparando para serem penetrados por nossos caralhos rijos e prontos à penetração.

Às tantas, ele pegou-me por traz e lentamente começou introduzindo seu caralho naquele meu cú virgem. Em principio eu senti uma dor um pouco desconfortável, como se me estivesse rasgando mas o João ao mesmo tempo que ia penetrando devagar ia também movimentando-se e beijando minhas costas e punhetando meu caralho. Estivemos assim durante algum tempo com aquele gosto gostoso. De repente retirou seu pau do meu cú colocou-me de costas chupou um pouco o meu caralho e se sentou sobre ele cavalgando com o meu caralho dentro do seu cu ao mesmo tempo que tentava meter-me o seu em minha boca.

Agora sim… era o êxtase total. Aquela musica nos meus ouvidos meu caralho naquele cú tão apertadinho quase me estava a vir quando João pegou comigo quase ao colo e me virou para aquela posição em que só faltam entrar os tin..tins…

  Ele gemia de prazer e eu de dor misturada a prazer, mas agora a sensação era tão boa que eu não queria parar nunca mais de foder assim. 

 

 Se eu soubesse que era tão bom, teria dado meu cuzinho mais cedo. Ele começou a morder minha orelha, e a cochichar para mim, dizendo que queria gozar na minha boca. Então eu desmontei daquela posição, e voltei a chupar seu caralho gostoso.

 Logo ele começou a gemer mais alto, e eu engoli sua vara mais o mais fundo possível.

 Senti sua esporra quente pressionar minha garganta, com seu esguicho forte e volumoso, que eu engoli como um néctar. Ele continuou esporrando em bicas, e encheu toda a minha boca. Eu senti seu gosto meio ácido, meio salgado, pegajoso e apertando a língua, como banana verde assim.

Engoli tudo, e isso o deixou muito feliz. Beijamo-nos e ele sugando de mim o que restava em meus lábios. Ficámos durante algum tempo.

Naquela noite fizemos de tudo, experimentámos todas as posições do kamasutra.

Posições kamasutra gay

Há muito que tinha acabado o CD “Earth Song” .Ficámos ali entrelaçados durante mais algum tempo até que o João disse: - Vamos tomar um duche?

- Sim é para já! E lá fomos.

Não sei se era da casa se eram os nossos corpos que transpiravam calor por toda a parte que depôs do duche fui buscar uma garrafa de vinho do Porto fresquinho e dois copos e voltamos para a cama, enquanto ele foi buscar uns bombons “Ferrero Rocher” e todos descascados fomos brincando e metendo em nossas bocas aqueles deliciosos bombons.

  Entretanto ele deitou-se de barriga para baixo levantando um pouco seu corpo. Meu pénis não aguentou mais e fui penetrando aquele cuzinho malandro e gostoso ao mesmo tempo que com uma das mãos foi descendo até ao seu pénis e fui punhetando-o. João gemia ao mesmo tempo que ia dizendo: - Não me faças vir que também quero fazer o mesmo.

Perante a ideia não me aguentei mais e fui eu que me vim abundantemente naquele cú maroto. Aguentei mais um pouco e trocámos de posição.

Não aguentava mais! Disse ele começando em principio lentamente a penetrar em meu cú e depois bombeando com mais força. Ambos nos movimentamos num vai e vem de loucos sentindo aquele caralho todo metido em mim tocando ao de leve na próstata dando-me o maior prazer do mundo, ao mesmo tempo que ele me punhetava novamente. Não aguentamos mais que uns minutos e ambos nos viemos novamente.

Como se fossemos dois coelhos caímos para os lados exaustos e pusemo-nos deitados de costas. Ainda segurámos e apertamos nossos caralhos esperando quiçá que tudo voltasse ao princípio.

Meu rabito latejava de tanta penetração. O que valeu foi que o caralho dele não era muito grande. Era maneirinho com a cabecita descoberta dava vontade de o chupar novamente e à segunda estocada já não criou desconforto mas sim prazer. O meu também sendo normal não lhe criou qualquer desconforto.

 

Valeu a pena perder a virgindade com ele, foi inesquecível.

Não estou arrependido.

 

De manhã, Tomamos duches juntos e mesmo ali, fodemos novamente. A água quente escorria pelos nossos corpos limpando nossos pénis quando saiam dos buracos apertadinhos e íamos chupando um a um nossos aparelhos de penetração até nos virmos abundantemente.

Nossos espermatozóides naquela noite e naquela manhã não fizerem o trabalho a que estão destinados mas deram-nos muito prazer e é quanto basta nestas situações.

Tomamos o pequeno-almoço fui para casa prometendo voltar a casa dele, pois encontrei ali o cantinho da minha felicidade.

 

Quando cheguei a casa contei uma história plausível a meus pais, confirmando o que tinha dito pelo telefone e não estou arrependido de ter mentido. Não tenho o direito de magoar as pessoas que me querem.

Ainda sou um jovem com muitos anos à minha frente e por enquanto, até achar oportuno, vou guardar o meu segredo. Não estou arrependido pois não machuquei ninguém nem o farei.

Acho que a minha sexualidade só a mim me diz respeito desde que não falte ao respeito dos outros. Só vou ter que arranjar uma amiga que telefone lá para casa a fim de julgarem ser minha namorada. Mas isso não é difícil, pois tenho muitas.

Para já! Encontrei a minha felicidade, tenho um amigo embora seja mais velho que pode com a sua sabedoria ajudar-me nos confrontos que vou ter na vida.

Perdi a virgindade em todo o sentido mas valeu a pena. Foi inesquecível.

 

Kamasutra gay

 

 

 

Fica aqui “Earth Song” do Michael Jackson para vocês com muito carinho 

 

 

Nota: Como esta história é um pouco grande Vejam o capítulo anterior “Arrependido NUNCA (Parte I)”

 

Esta é dedicada ao meu amigo André Filipe

 

 

Nelson Camacho D’Magoito

         (O Caçador)

 

 

sinto-me: louco por outra história
a música que estou a ouvir: Remember the time
publicado por nelson camacho às 00:07
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Sábado, 31 de Dezembro de 2011

Arrependido NUNCA (parte I)

 

Há dias que não se pode sair de casa

 

Diz-se que há dias em que não se pode sair de casa.

Foi num desses dias fatídicos que encontrei o que julgava ser o meu amigo para toda a vida.

Sim! Amigo porque até à data ainda não sabia o que era a homossexualidade.

Sou um jovem do Porto e o chamado “filho da Mamã” , pai um pouco austero e por isso não vai muito à bola quando eu digo que tenho um corpo lindo e gostava de ser modelo. Minha Mãe como todas as mães até gostava de ideia e dizia com base no que via nas revistas do jet7, que talvez não fosse má ideia inscrever-me numa dessas escolas. Até às escondidas de meu pai me aumentava a mesada para o curso e ir a festas onde parava toda essa gente.

Talvez por ser um pouco tímido e introvertido nunca procurei os tais cursos de modelos nem frequentava bares por onde todos os modelos frequentavam, até porque aqui no Porto não há grande coisa.

No meu quarto à tantas da noite e no meu recato ia tirando a mim mesmo fotografias como se fosse um modelo, depôs publicava-as num saite social com outro nome e procurava saber a opinião de quem me visitava. Resumindo e concluindo: Eu até tinha razão era um rapaz bem apresentado e apessoado, ou seja, era lindo. Bem! Ainda sou, com a graça de Deus.

Um dia ou seja numa noite, no recanto do meu quarto encontrei no meu facebook um convite de um rapaz mais velho que eu para ser seu amigo, dizendo entre outras coisas que era um desperdício estar escondido com tanta beleza. Que devia sair e procurar as oportunidades de uma vida de amor.

Achei estranho tal convite e procurei saber de onde vinha o Pedro, era o nome que dava mas não apresentava a cara, só o corpo, que me despertou atenção pela sua musculatura bem delineada. Ao fim e ao cabo tal como eu. Mais tarde disse-me que ia estar numa festa só de rapazes e que não tinha nada de mal pois seria depois de uma parada contra a homofobia que se iria realizar nas avenidas do Porto.

Este filho da mamã nunca tinha ouvido tal mas procurei saber mais concretamente do que se passava e no dia aprazado lá me desloquei à avenida dos Aliados.

A festa foi linda, afinal não eram só rapazes, havia raparigas também. Novos e cotas, todo o mundo se abraçavam e beijavam. Alguns, talvez um pouco despidos, outros com mascaras empunhando bandeiras contra o racismo e a homofobia. Havia muita música cantos e bandeiras. Ouvi piropos e até alguns me tentaram beijar mas do tal Pedro, nem vê-lo.

A festa foi progredindo e a certa altura vi meia dúzia de intervenientes dirigirem-se para um bar. Curioso também lá fui. Entrei e gostei do ambiente. Gente gira e despreocupada com os outros que os rodeava dançando e alguns até beijando-se. Do tal Pedro nem vê-lo. Bebi umas cervejas e também dancei, ou seja, pulei!

A noite já ia alta e resolvi dar de “frosque”. Na rua ainda havia festa. Uns bebiam outros abraçavam-se outros beijava-se e eu ali parado a olhar para esta novidade toda que era para mim. Às tantas estava encostado a um carro e rirei um cigarro para fumar mas o sacana do isqueiro não acendia. Tentei várias vezes até que um rapaz se me dirigiu e disse: Taz com azar pá, o isqueiro já deu o que tinha a dar! Não tens um no carro? – Pela primeira vez alguém me dirigia a palavra dentro de um contexto verbal que gostei -:

- Epá tem razão! Mas o meu carro está longe e não dá jeito ir lá buscar lume.

- Desculpa! Como estavas encostado a este pensava que era teu.

- Não! Estava só encostado e se por acaso é teu, desculpa.

- Não! Não é meu. Para estas coisas mais vale andar a pé! Sempre queres lume?

- Claro! Já agora!

 

Foi assim, por causa de um isqueiro que teimava em não acender começou a conversa com o João que mais tarde viria a ser meu amigo.

 

Ambos já tínhamos os nossos cigarros acesos quando resolvemos sair daquela barafunda e caminhamos rua fora contando um ao outro o que fazíamos na vida e porque tínhamos vindo aquela manifestação.

Até à entrada do metro mantivemos uma conversa da treta sem entrarmos em grandes pormenores só achámos curioso morarmos ambos na rua da Cedofeita e sem nunca nos cruzarmos. Ele morava do lado esquerdo e eu do lado direito da rua. Acompanhei o João até à sua porta que ele abriu e entramos. O João procurou um cartão-de-visita e deu-mo procurando se no dia seguinte lhe telefonava. Entretanto a luz apagou-se, o João perguntou-me novamente se lhe telefonava no dia seguinte ao mesmo tempo que me segurava nos ombros e delicadamente juntou seus lábios aos meus. Fiquei atrapalhado. Era uma novidade para mim, mas gostei e ficámos assim um pouco trocando sabores linguísticos. A luz voltou a acender-se. Separamo-nos. Olhamos um para o outro alguns segundos, até que eu disse: Amanhã eu telefono. Sai porta fora e corri rua acima direito a casa.

Naquela noite não consegui dormir

Quando cheguei a casa nem banho tomei, despi-me pura e simplesmente e assim como Deus me deitou ao mundo atirei-me para cima da cama e tentei adormecer pensando em tudo o que me tinha acontecido.

Tudo o que me tinham ensinado na juventude ruiu como um baralho de cartas ao ser beijado por aquele tipo não tendo coragem de reagir de outra maneira a não ser o aceitar toda aquela envolvência de carinho que nunca tinha tido. Diz-se que o arrependimento mata, mas eu estava vivo e bem vivo não conseguindo retirar da minha mente aquele beijo sôfrego. Estava numa de indecisão! Arrepender-me por ter consentido que um homem me beija-se ou ter retribuído ainda com mais força aquele gesto que era uma novidade.

Já em tempos tinha tido uma pequena experiencia no género em que um primo mais novo que eu me tentou beijar na face ao mesmo tempo que dizia gostar de mim mas o que se passou naquela noite foi totalmente diferente. Foi na boca onde enrolámos nossas línguas e feito por um homem mais velho ao que vim a saber mais tarde com grande experiencia dos actos sexuais entre pares do mesmo sexo. No pouco tempo em que adormeci, aquele beijo entrou nos meus sonhos e meu pénis hirto saltou para fora das boxes e cuspiu abundantemente milhões de espermatozóides como nunca tinha acontecido e adormeci finalmente como São Sebastião.

Quando minha mãe bateu à porta do quarto para me acordar, já era uma da tarde, e lá foi dizendo: Então ontem tiveste finalmente uma grande farra! Chegaste à seis da manhã o que não é habitual! Pelo menos gozaste a noite?

- Sim mãe! Esta noite foi a minha primeira experiencia de liberdade mas não é para contar. Olha! Vai à tua vida que eu faço a cama e arrumo o quarto.

O que eu não queria era que ela descobrisse o estado em que estavam os lençóis.

Ela saiu toda satisfeita e eu fui tomar um banho depois de arrumar o quarto e fui almoçar. Meu pai como saiu cedo nem deu por nada.

Como não queria que alguém ouvisse o meu telefonema, sai por volta das três da tarde e no café mesmo em frente à casa do João e telefonei-lhe.

- Olá! - Disse ele do outro lado da linha – Já estava à espera do teu telefonema, onde estás?

- Estou mesmo aqui em frente no café.

- Ainda bem que estás perto! Eu estou sozinho em casa. Não te cheguei a contar que vivo sozinho. Não queres dar um salto até aqui? Para ouvir um pouco de musica e conversarmos?

Todo o meu corpo tremeu perante aquele convite lembrando-me do que tinha acontecido na noite anterior.

- Sim eu subo! É só acabar de tomar o café.

 

Quando sai do café olhei para o terceiro andar e lá estava ele por dentro da janela espreitando, não dando tempo a que carregasse no botão da campainha pois a porta já estava aberta.

Também quando sai do elevador a porta da casa também estava aberta e entre ela lá estava o João vestindo um robe de seda vermelho.

Mais uma vez todo o meu corpo tremeu mas desta vez de arrependimento do que estava a fazer, mas continuei e entrei.

- Este é para te descontraíres! - e novamente como na noite anterior colocando suas mãos nos meus ombros puxou minha cabeça e novamente me beijou com seus lábios macios.

João baixou sua mãos e segurando nas minhas perguntou.

- Então que tal! Dormiste bem? Sabes! Eu quase não dormi a pensar em ti.

- Sim! - Disse eu - Mas aconteceram-me coisas estranhas.

- Então puto! Não me digas que te vieste a pensar em mim!

Um pouco ainda envergonhado perguntei - Achas isso normal?

- Opá quantas vezes essa situação me tem acontecido quando conheço alguém giro assim como tu pensando em tudo o que podemos fazer.

- E o que achas que podemos fazer? Perguntei logo de rompante.

- Nada de especial que dois seres adultos não possam fazer. Para já vamos até ao meu bar, tomar qualquer coisa e ouvir um pouco de música ou ver um filme. É como quiseres.

Eu naquela altura já não sabia bem o que queria. Tanto queria sair a correr daquela alhada como seguir para uma experiência que nunca tinha tido, até porque era virgem. Nunca tinha tido qualquer relação sexual e qualquer natureza.

O João perguntou se queria ouvir música ou ver um filme e de que género.

Como naquela altura tudo o que viesse seria bem-vindo disse que deixava ao seu critério.

- Então aqui vamos ver um filme e lá dentro, vamos ouvir música.

Refastelamo-nos no sofá e o João colocou no DVD o filme “ Antes que anoiteça” é um filme biográfico de Reynaldo Arenas um escritor cubano que na sua cruzada contra Fidel de Castro conhece Pepe com quem mantém uma relação gay de amor/ódio durante anos.

Aceitei a proposta e ali ficamos vendo aquele extraordinário filme.

Durante a sessão que durou uma hora e pouco e porque estávamos embrenhados naquela história, pouco falámos íamos sim tomando uns whiskys e entrelaçando nossas mãos.

Por fim o filme acabou.

 

João levantou-se e disse: - Vou tomar um duche a correr e já venho.

 

Foi o momento do meu estar só não sabendo ainda se estava arrependido ou não por estar ali. A curiosidade era tão grande que algo dentro de mim me dizia – deixa-te estar palerma… aproveita este bem-estar que sentes.

Poucos minutos bastaram para o João aparecer novamente já sem o robe vermelho mas de boxes pretos e uns chinelos com cabeças de cão (muito giros por acaso).

Trazia numa mão dois flutes e na outra uma garrafa de champanhe.

- Agora vamos ouvir música.

Entregou-me a garrafa de champanhe perguntando-me se a sabia abrir, segurou-me numa das mãos e encaminhou-me para a sala de desenho como ele chama ao quarto.

Mal entramos naquele aposento as luzes apagaram-se e ficou somente uma luz negra ao mesmo tempo que se começava a ouvir um “nocturno” de Chopin.

Já na sala e durante o filme tinha tirado o blazer e os sapatos ficando somente com a camisa aberta fora das calças que ainda por lá estavam.

João deitou-se e perguntou: - então não abres a garrafa? É melhor tirares a camisa pois ainda se vai sujar com os espirros do champanhe.

Tirei a camisa e abri a garrafa que efectivamente espumou por cima de mim e do João.

Rimos a bandeiras despregadas e nossos corpos se enlamearam daquele suco que ia brotando da garrafa quase não dando para encher os ftutes que entretanto o João não largava.

- Agora tens de tirar as calças dizendo o João num galho fada sem términos à vista.

Calmamente coloquei a garrafa na mesa-de-cabeceira assim como os copos e comecei a tirar as calças que agarradas e estas vinham os boxes ficando todo nu. O João entretanto assim que largou os flutes também começou a tirar os seus boxes.

 

Nus, como Deus nos trouxe ao mundo ficamos ali durante momentos olhando-nos mutuamente.

Salpicados do champanhe e ainda rindo de tudo o que tinha acontecidos, juntamos nossos corpos que os começamos a lamber.

João com uma perícia incalculável foi percorrendo meu corpo dando uma suave trincadela aqui e ali até chegar quase ao meu pénis. Depois subia e vinha entrelaçar sua língua na minha ao mesmo tempo que nossos pénis se entretinham a entrelaçarem-se um no outro pois ainda não estavam tão rijos que não o pudessem fazer. Retribui todo o carinho começando também a mordiscar aquele corpo já sem pingos de champanhe mas seco esperando que minha língua despertasse seus e meus desejos mais obscuros. Quando estava junto ao pénis do João reparei que já se encontrava hirto e experimentei sugá-lo até onde mais pude.

João segurando-me na cabeça foi dizendo: - Tem calma se não venho-me.

Subi por ele acima e com algum suco do seu pénis na minha boca fui depositá-lo na boca dele.

Nossas bocas fervilhavam de paixão enquanto nossas línguas se entendiam como gente crescida e nossos pénis se metiam entre pernas um do outro procurando algo mais apertado que naquela posição não existia. Bem apertávamos as pernas, mas não passava disso.

De repente, João como um caranguejo rodopiou por cima de mim e ficamos na posição do 69 sugando freneticamente nossos pénis ao mesmo tempo que dávamos pequenas mordiscadas nos tin tins. Chegou a altura em que algo iria acontecer e aconteceu mesmo. Tentámos meter em nossas bocas o mais possível nossos pénis pois pelos seus dorsos já percorriam milhões de espermatozóides desertos de se expandirem em jacto contínuo.

Aqueles milhões endiabrados saltando uns por cima dos outros lá se foram alojando em nossas bocas uns percorrendo a sua via própria outros transbordando por nossas face que se vieram a juntar quando nos viramos para uma posição mais confortável e nos beijamos longamente até nossos corpos se reconfortarem de tanto prazer e adormecermos um pouco ainda ao som de “nocturno” de Chopin .

 

 

Nota: Como esta história é um pouco grande e não acaba aqui Vejam o próximo capítulo “Arrependido Nunca II”

 

Esta é dedicada ao meu amigo André Filipe que encontrei no Facebook

 

Nelson Camacho D’Magoito

         (O Caçador)

 

sinto-me: e com saudades daquelas noites
a música que estou a ouvir: "nocturno" de Chopin
publicado por nelson camacho às 18:42
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