.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

A primeira vez do Jorge - II Parte

Valeu a pena ter ido até ao mar recolher energias.


Para ver como tudo começou clic (aqui)

O céu e o mar

 

     Aquela tarde tinha sido bastante proveitosa. Tinha ido até ao mar buscar energias para a minha escrita e no final tinha encontrado o Jorge, moço desinibido amante de leituras e desimpedido de qualquer compromisso sexual.

     Andava um pouco confundido com as ideias. A namorada tinha-lhe dado com os pés, sexualmente ia batendo uma de vez em quando portanto estava no seu subconsciente pronto segundo a minha análise psicológica a aceitar uma amizade como a minha que não perco uma boa oportunidade de levar para a cama alguém que me agrade à partida e não seja tipo bichana.

     Se for um que nunca tenha provado ainda me dá mais pica para levar água ao moinho como é hábito dizer-se.

 

     Já estávamos no fim do jantar e conversando ao som de uma música de  André Riau baixinho. Já ia-mo na segunda garrafa de champanhe e a entrar na sobremesa que era uma mousse de chocolate regada com vinho do Porto.

     Durante todo o jantar lá fui ouvindo as suas aventuras de macho, nunca tocando na área da homossexualidade.

 

     Acabamos de jantar e fomos até ao escritório onde tinha o bar e perguntei:

 

- Queres café?

- Sim pode ser. Nunca tinha visto uma máquina de café assim.

- É toda automática. Queres experimentar? Vem para dentro do balcão. Eu ensino-te enquanto preparo uns conhaques.

 

     Estava dada a ocasião com que há tantas horas desejava.

     Coloquei-o de barriga frente ao balcão na direcção da máquina e por traz dele em jeito de abraço levei suas mãos até à cápsulas de café que inseri na máquina. Com este gesto fiquei bastante encostado a ele. Meu robe de seda deslizou e fiquei de peito e Shorts há mostra de onde senti minha verga levantar-se rapidamente apertei mais um pouco e fiquei mesmo colado às cotas dele e meu pau na direcção daquele cú mesmo por baixo das calças. Por momentos não aconteceu nada nas de repente talvez por ele sentir minha verga em seu corpo. Virou-se de repente e e vi seu olhar espantado em meus olhos. Não aguentei mais e dei-lhe um tremendo beijo que durou alguns segundos. De repente segurou-me nos ombros como a afastar-me coloquei as mãos no balcão como a segurar-me e não deixar espaço para ele fugir e voltei a beija-lo mas desta vez não um simples beijo de lábios mas de língua e tudo.

     Desta fez ele foi recíproco e nossas línguas envolveram-se numa batalha constante quase a sufocar que durou não segundos mas minutos.     Afastei-o e perguntei:

 

- Gostas-te.

- Nunca tinha recebido um beijo desta maneira.

- Também gostei bastante. É muito saboroso.

 

     Desta vez foi ele que me beijou fervorosamente. Não perdi mais tempo e abri-lhe o cinto das calças que caíram e ficou só de cuecas, Fui até ao seu pau agarrei-o e senti que se estava a levantar. Entretanto o meu já tinha saltado cá para fora dos shorts e encontraram-se os dois.

 

- Sempre queres ver como é os “Cinco a dois”

 

     Não obtive resposta pois nossas bocas voltaram a colar-se. Levei uma das suas mãos até aos nossos pénis que estavam hirtos e juntinhos e fiz com que ele os masturbasse.

 

     Podíamos ter ficado por ali mas não. Mentalmente fiz tudo e alguma coisa para não me vir e então despi-lhe a camisa e comecei beijando aquele corpo atlético mordiscando um e outro mamilo à vez até ir parar nos seus genitais, baixei-lhe as cuecas. Não era ainda hora de gozar seu mastro que pela aparência de momento era bastante gostoso, não muito grande nem grosso portanto o ideal para levar com ele. Peguei-o ao colo e levei-o até ao sofá.

 

Kiss Gay

     O gajo já se estava esquecendo do que era foder com uma mulher pois estava a dar-lhe maior prazer que jamais alguma vez tenha tido. No sofá comecei por beija-lo desde a boca até ao pirilau.

 

        - Mete na boca.

        - Se fizeres o mesmo. Mete-o até as campainhas.

 

     Palavra não eram ditas e é ele mesmo que se coloca na posição de 69 e começámos nos amá-mos mutuamente.

KamasutraHomo em posição de 69

 

     Aquele pau gostoso estava cada vez mais hirto. Aquela cabeça lustrosa que com a ponta da língua rodopiava começou a latejar e a sair um pouco de leite agridoce e muito branquinho tal iogurte natural. Ele por sua vez, também lá ia chupando e apertando os lábios. Derivado há inexperiência já sentia seus dentes no meu caralho que se começava a queixar.

     Então parei e perguntei:

 

        - Estás a gostar

 

     Em resposta a única coisa que ouvi foi um huuuuuuuu e continuou.

 

        NOTA: “A quem me ler neste momento e tenha a intenção de comer um macho da primeira vez não seja mais “papista que o Papa” e para o relaxar na totalidade deixe-se comer primeiro e depois então tente. Com alguma experiência vai ver que consegue”.

  
Kamasutra copula gay

 

     Antes que houvesse alguma desgraça o não pudesse aproveitar aquele iogurte que teimava em sair sentei-o no sofá e sentei-me na sua piroca como montado em corcel apontei em meu cú que já fervilhava de gozo, fiz pressão a ali vai aquele pau fazendo algo que não esperava. Comer-me com toda a ganância.

     Eu cavalgava e ele movimentava seu corpo, gania de prazer ao mesmo tempo que me masturbava. Foram uns longos minutos até que ambos gememos de gozo, prazer e raiva e nossos espermas saíram do seu local permanente até sentir o dele caminhar meu corpo dentro e o meu ir-se depositar na carpete.

 

      Ficamos ofegantes e acabamos abraçados e nos beijando.

 

         - Gostas-te? Perguntei.

         - Quando comecei a olhar para ti pela primeira vez algo me dizia que um dia iria acontecer isto mas nunca como foi.

         - Já tinhas tido relações com homens?

         - Nunca assim. Uma vês na escola e já lá vão uns anos, com um colega batemos umas punhetas mas não passamos disso. Não tínhamos experiência. Já tive com umas namoradas mas elas são mais estúpidas que eu. Só dão beijinhos e batem uma punhetas. Só uma vez tine uma que me deixou comer-lhe a rata.

          - E gostas-te?

          - Não é mau mas tu deste-me muito mais prazer.

          - E ainda vamos no primeiro ronde. Agora vou tomar um duche e se quiseres também podes tomar um.

          - Também acho, sempre ficamos mais fresquinhos para o segundo ronde como tu dizes. 

          - Quer dizer que não te importas de ir a outra? Tens força para tanto?

          - Creio que contigo era capaz de foder toda a noite.

          - Vamos ver…  Para já vamos Há higiene, Primeiro vou eu e depois vais tu enquanto faço um petisco que esta cena de foder dá-me uma fome do caraças. Na casa de banho tens um robe para vestires.

          - Ok

2 Ronde

 

     Quando o Jorge saiu do banheiro vinha com o robe vermelho que lhe tinha deixado no banheiro. Quando passou pelo corredor ao passar pela porta do quarto chamei-o e entrou.

     Tinha à sua espera junto à cama um carrinho de serviço com o petisco prometido.

 

         - E pá!.. Isto assim é outra coisa!.. Disse ele olhando para tudo e muito admirado.

         - Dá-me um isqueiro ai de cima da cómoda.

         - Não me digas que vais fumar na cama.

         - Não,,..   Na cama vai fazer outras coisas ma para já vamos ao petisco. Espero que gostes.

 

     Peguei o isqueiro a acendi a vodka que envolvia a Omeleta com champiñóns ao Flambê . Esta ardeu de imediato e antes que ele dissesse alguma coisa enchi dois copos de pé alto com vinho branco de reguengos e entreguei-lhe um e puxei-o para o meu lado na beira da cama. Então sim, ele comentou.

 

          - Não há dúvida que sabes receber um gajo. Em tua casa tudo o que acontece parecem cenas tiradas de um filme.

          - Não te estás a sentir bem?

          - Queres que te diga um segredo?

          - Diz…

          - Até aqui tudo me parece um sonho. Nunca julguei que o ter sexo com um homem me desse tanto prazer. Era isto que dizias irmos ao segundo ronde?

          - Tens que concordar que na cama será muito melhor que aquele sofá no escritório. E depois deste petisco que até afrodisíaco ficas pronto para outra aventura

          - Com o tratamento que me está a dar, nada te vou recusar.

 

      Eram aquelas palavras que queria ouvir. Dali para afrente a coisa iria ser muito mais fácil.

      Comemos e bebemos e acabamos por mos deitar lado a lado conversando de coisas banais até que lhe afastei o robe para que ficasse totalmente nu.

      Ele não ó ajudou como também ajudou a retirar o meu.

      O quarto não só estava quente no seu ambiente como os nossos corpos também então começámos nos beijando. Beijamos tudo o que havia para beijar até que ele fez menção de me voltar para ele começando a beijar-me desde o pescoço até ao rego do cú começando por fazer anilingus como se estivesse a faze-lo no clítoris de uma gaja. (talvez já o tivesse feito) mas embora aquilo me estivesse a dar grande prazer não era aquilo que queria. Depois de gemer um pouco e já pronto a receber novamente naquela noite o seu mangalho perguntei se não seria a minha vez de o fazer gozar assim.

     Sem palavras porque o memento não era propicio para qualquer diálogo saiu daquela posição e voltamos frente a frente então perguntei:

 

         - Posso beijar tuas costas?

         - Virou-se e ficámos numa das posições mais confortáveis para a primeira vez.

Kamasutra gay copula de conchinha

      Primeiro manuseei a entrada daquele cuzinho virgem com um pouco de saliva até entrar o dedo que volteei calmamente.

      Depois agarrei no mastro dele masturbando-o levantei-lhe uma perna e de vagar devagarinho fui metendo o meu pénis que há horas não pensava noutra coisa e fui penetrando-o. Ele gemeu um pouco mas masturbando-o com mai força ele movimentou-se para mim, descontraiu-se e passados segundos o meu pau entrou todo até aos tintins. Ambos nos movimentamos freneticamente até gozarmos os dois ao mesmo tempo.   quele gajo já não ia sair dali com os três. Relaxamos ambos até nossos paus passarem a ser coisa sem importância. Enroscamo-nos puxamos os lençóis para cima de nós e adormecemos.

 

O Resto da história fica para outro dia assim como nós ficamos amigos para sempre.

 

           As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

           Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

                  Nelson Camacho D’Magoito

                         (O Caçador)

              “Contos ao sabor da imaginação”

                      © Nelson Camacho
     2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Um encontro saboroso

     Tinha acabado de receber mais uma notificação das finanças para pagar uma coima sobre um selo de carro que já tinha pago de 2011 referente a um carro que vendi há uns anos e que o actual dono não tinha pago. É o que acontece o que vende carros a n altura o comprador não põe o dito em seu nome.

     Estava furioso. Ainda não tinha feito a barba nem tomado banho. O tempo estava também furioso. Ventania e chuva continuavam como há pelo menos quinze dias.

     Uma calças velhas (velhas para mim porque estão rotas nos joelhos mas agora dizem que é moda e visto-as para parecer um tipo mais novo) e um blusão quentinho um boné vermelho a condizer com o carro as chaves do mesmo e lá fui até ao meu canto de meditação frente ao mar.

Praia de São Julião - Sintra

 

 

Praia de São Julião - Sintra em tempo de temporal.

 

     O mar estava uma merda. Ondas pequenas mas vinham lá do horizonte espraiando-se praia dentro deixando à descoberta os calhaus que normalmente a areia encobre.

 

     Assim que entrei na explanada o Carlos (empregado do estabelecimento e meu amigo intimo em algumas ocasiões) veio todo solicito cumprimentar-me e perguntar se queria o mesmo. É obvio que não se referia a outra coisa que não fosse a bebida pois não era hora, local ou ocasião pata outra coisa. Outras coisas que vocês estão pensando fazem-se no recato de minha casa, Então disse que sim!.. e lá veio o café com um pastel de nata.

 

     Entretive-me a olhar o mar e a ler o jornal que ainda não lhe tinha posto a vista de cima e está à disposição dos clientes.

 

     De repente comecei a ouvir o relato de um jogo de futebol qualquer que estava dar na TV. Olhei e vi todo o mundo virado para o ecrã. 

     Continuei a olhar o mar e a ler o jornal, pois o futebol é desporto que não me interessa. Digo por graça que são vinte e dois tipos a correr atrás de uma bola mais salvo erro cinco árbitros a ver se está tudo bem e no fim de tantos pontapés da desgraçada bola que não teve culpa alguma vão-se todos embora e deixam-na ficar no campo esquecida e desamparada.

 

     Ora bem. Aquele barulho já me estava a incomodar quando na mesa ao lado se sentou um moço também com um café e um pastel de nata ao mesmo tempo que falava ao telemóvel e aparentemente também não estava ligando ao que se passava no ecrã.

Eu estava de costas para o dito ecrã, ou seja de frente para tal moço. Olhamo-nos nos olhos e qual não é o meu espanto quando o vejo olhar-me com mais insistência ao mesmo tempo que em vez de comer normalmente o pastel de nata metia a língua do creme do mesmo e rodopiava a parte do folhado ao mesmo tempo que esgava um sorriso maroto.

 

     Fiquei aflito com aquela situação mas como não perco uma oportunidade tentei entabular conversa.

 

- Estes pastéis de nata até parecem os de Belém.

- É verdade!.. Quando cá venho é o que como.

- Mas você é de cá? Nunca o tinha visto.

- Sou de Sintra mas às vezes quando quero ver o mar é nesta explanada que me sinto bem,

- De facto é bastante agradável até por estar totalmente coberta e envidraçada.

- Pois!.. Mesmo com vento e frio aqui não entra. E você é de cá?

- Não!.. Sou do Magoito.

- Mas o Magoito também tem uma boa praia e um bom café restaurante.

- De facto é verdade mas aqui é tudo mais agradável.

- Está isto que você não gosta de futebol. Está de costas voltada.

- Não é o meu deporto favorito. Gosto mais de surf mas agora está mau tempo para o praticar.

- Que dizer você gosta mais de desportos mais radicais.

- Sim!.. Goto de tudo o que seja radical e de outras coisas menos habituais.

- E quais são essas coisas menos habituais?

 

      Não cheguei e responder pois já estava junto a nó o Carlos que me perguntava:

- Não queres mais nada?

- Nesta altura até queria mas não sei se vou ter sorte.

- És danado!.. Não perdes uma ocasião. – ao mesmo tempo que se virava para o moço e comentava.

- Olhe que ele é bom rapaz mas não é de fiar.

 

O moço com ar intrigante perguntou:

 

- Mas não é de fiar como?

- Somos amigos e sei o que a casa gasta. Nunca perde uma boa ocasião.

 

Posto esta deixa o Carlos dando um pequeno sorriso foi-se afastando e recomeçámos a nossa conversa perguntando o moço.

 

- O que é que ele queria dizer que você não é de fiar?

- Ele tem destas coisas. É um pouco ciumento e não me pode ver em convívio. Se você fosse um velhote ele não ligava.

- Quer dizer que vocês são amigos íntimos?

- Não sei o que quer dizer com “amigos íntimos” mas se é o que estou pensando, é verdade. Curtimos uma certa amizade mas ninguém sabe.

- Eu também tenho alguns amigos de curtição mas são poucos.

- E será que me posso juntar a esses amigos?

- É natural que sim. Ao que parece estamos a falar das mesmas coisas.

 

     De facto estávamos a falar das mesmas coisas restavam saber o que é que cada um queria do outro. Então levantei-me, pedi licença dizendo que ia o WC e lá fui.

 

Boys olhando o pénis do outro

     Já estava naquela altura de sacudir o pirilau quando senti a porta abrir-se.

     Era o tal moço que se colocou a meu lado tirou de fora o seu pénis e olhando para o que estava a fazer, comentou:

        - Mais de três sacudidelas é considerado punheta.

        - Eu sei pá!.. Mas não bato a mim mesmo.

        - E se for eu a bater-te uma?

        - Por mim estás à vontade.

        - Isto aqui é um pouco perigoso.

        - Não tenhas receio. Primeiro estão todos entusiasmados com a bola e depois o Carlos viu-nos entrar e não há outra chave.

         - Então estamos há vontade.

        - Completamente.

     Posto isto, começámos a nos punhetar ao mesmo tempo que nos beijávamos ardentemente trocando salivam como se não fosse a primeira vez.

     Olhamos nossos pénis e ambos se enrolavam por fora das calças até que não podendo mais desci as minhas

 

Gays em sexo oral no WC

        - Posso? – Perguntou ele.

        - O que quiseres e te dê mais prazer.

 

     João. Pois era o nome do moço afastou-me as cuecas e foi direito ao meu pau que estava hirto e firme como diz o outro e meteu em sua boca que húmida de saliva me estava dando um prazer imenso.

 

     Aquele local não era o mais apropriado para outra qualquer relação mas mesmo assim foi a minha vez de lhe baixar as calças e as cuecas indo também eu provar aquele delicioso néctar que já começava sair do seu pirilau.

 

     Estávamos loucos e fazendo felação à vez até que nos endireitamos nos beijamos e masturbamos. Viemo-nos ao mesmo tempo em grandes golfadas de esperma branco e leitoso.

 

     Saímos um da cada vez do WC. Entreguei a chaves ao Carlos que ao recebe-la fez um rasgo sorriso e comentou.

 

        - É s um tretas do caraças não perdes uma oportunidade mesmo Há minha frente.

        - Estás com ciúmes? A que horas sais?

        - Por volta das vinte e uma. Podes ir ver a telenovela a minha casa?

        - Vou lá estar e levo uma garrafa de vinho branco de Reguengos.

        - Fico esperando.

 

     O que mais tarde aconteceu em casa do Carlos não vale a pena contar pois é sempre a mesma coisa. Fodemos até de manhã e esperamos por outra noite em minha casa ou na dele.

 

     Quanto ao meu novo amigo João encontramo-nos novamente na mesa, agora numa só. Pouco falámos a não ser coisas de ocasião. Trocamos números de telefone com a promessa de juntarmos novamente nossos corpos mas para uma relação que não tinha sido possível no WC.

 

Fim deste encontro saboroso.

oralgay saboroso

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

                  Nelson Camacho D’Magoito

                           (O Caçador)

                “Contos ao sabor da imaginação”

                       © Nelson Camacho
      2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Sábado, 1 de Fevereiro de 2014

Uma Tarde no Magoito

praia do magoito sintra portugal

Esta é a Praia do Magoito na zona de Sintra em Portugal em dia de nevoeiro.

 

     Ainda não estava lá muito bom da puta da gripe que em tem atormentado desde o Natal. Desde então para cá só no fim de ano é que consegui dar uma fodas. Como foi? Bem se ainda não leu tem a oportunidade de ler agora clicando (aqui).

Ma vamos ao que interessa.

     Estava um frio dos caraças, não chovia e então resolvi ir dar uma volta às praias cá do sitio. Se uma estava uma merda, a outra quase na mesma mas pelo menos a malta que lá estava não era a habitual da primeira.

     Encostei o carro junto ao varandim e sai de máquina fotográfica em punho. Tirei algumas fotos, uma dela é a que dá inicio a este meu conto (Conto? Ou aconteceu mesmo?) vai ver.

     Voltei para o carro e como estava chuviscando e já tinha montado o Chuvento abri um pouco os vidros das portas de frente para não embaciar tudo. Peguei numa pen onde estão algumas músicas de meu gosto para viagens ou quando estou parado, como era o caso pois nem sempre o que é debitado nas rádios não são do eu gosto e liguei-a ao rádio.

     Estava nas calmas olhando o mar à espera das ondas grandes anunciadas mas elas não vinham.

     O som que estava a sair nos altifalantes era um tema de Roberto Carlos “Detalhes” Estava tão absorto na paisagem que nem dei que o som estava demasiadamente alto. Conclusão! Ouvia-se lá fora.

     O meu alheamento era tal que nem dei por um moço de chapéu-de-chuva aberto junto vidro do meu lado fazer gestos para baixar o vidro. Só depois de ter batido é que dei por isso. Então baixei o vidro.

 

        - Desculpe mas o que está a tocar é da rádio ou mp3?

 

     Abanei a cabeça surpreendido. Parei uns segundos mirei-o e o que estava a ver não era uma figura fantasmagórica do temporal, mas um jovem louro de olhos azuis e aí para os seus vinte anos, sem barba, sem piercings ou tatuagens inspirando-me confiança. Foram uns segundos suficientes para os meus neurónios me alertarem para algo que iria acontecer e respondi.

 

        - Não! Não é do rádio! É de uma pen que trago sempre comigo.

 

        - Desculpe mas ando há imenso tempo para adquirir este tema e não sei de que álbum faz parte. Copiou da Net?

 

        - Não! Eu não tenho o hábito de copiar músicas ou filmes da Net. Compro sempre os originais e depois copio-os para as penes.

 

        - Então você é contra os downloads?

        - Sim! Acho que é um atentado aos direitos de autor?

        - Eu por acaso também sou contra. Gosto mais de comprar os CDs. Às vezes também aceito cópias de amigos quando não consigo os originais.

 

     O moço, cada vez estava a apanhar mais chuva e como me despertou confiança convidei-o a entrar.

 

        - Já que podemos falar de música e coce está apanhando uma carga de água, porque não entra?

 

     O Jorge, como soube mais tarde o seu nome. Entrou!

     Depois já dentro do carro puxou do comando e fechou o seu carro que estava mesmo ali ao lado.

 

        - Está um frio das caraças.

        - Pois, Não só está frio como uma chuva miudinha e chata. Disseram que ia haver ondas de seis metros e vim até cá para as ver mas não temos sorte.

        - Pois! Eu também, mas afinal está um nevoeiro que não se vê um palmo à frente do nariz. Vi-me à rasca para chegar cá a estrada tem muitas curvas e é perigosa.

        - Quer dizer que você não é cá do sítio. - Perguntei.

        - Não! Sou de Sintra mas também vim cá para ver as ondas. E você é de cá?

        - Sim, moro aqui no Magoito mas mais lá para cima. Passo por aqui algum tempo e ali no café mas como estava só não me apeteceu ir.

        - Por acaso até era uma boa ideia irmos tomar um cafezinho. Eu pago.

        - É pá ainda agora nos conhecemos e já me queres pagar um café?

        - A sua gentileza merece. Não me conhecendo de parte alguma convidou-me para o seu carro quando sé queria uma informação.

        - Olha meu amigo como já reparas-te ou um pouco mais velho e tenho sempre defesas para quem se portar mal, mas você inspirou-me confiança.

        - Sendo assim vamos aquecer com o tal café?

        - Vamos nessa.

 

restaurante nas arribas da praia do magoito sintra portugal

     A Praia do Magoito mesmo no inverno é bastante agradável não só pelo panorama que nos dá como um restaurante-Café que fica na encosta junto ao caminho para a praia. Fica um pouco escondido mas é fácil de encontrar e de onde se é bem acolhido tanto na parte de restauração como na esplanada para o verão.

     Foi para ali que fomos tomar o tal café, falar de música e conhecer-nos melhor.

 

     Eu por mim não tinha muito a dizer pois a minha vida privada só a mim me diz respeito e senti da parte dele vontade de contar a sua então pulo à vontade e entre um café e um conhaque lá foi contando.

 

     O Jorge é um moço que resolveu a sua vida saindo do conforto da casa dos pais para fazer a sua própria vida. É empregado numa agência de viagens tendo assim a possibilidades de correr mundo e dar azo aos seus desejos em cidades que as gentes são livres de preconceitos, principalmente Paris e Madrid. 

     Foi um choque para os pais quando um dia apareceu em casa com um amigo e disse ser o seu namorado.  Os pais, retrógrados e muito temente a Deus puseram-lhe um dilema – Ou arranjava uma rapariga para namoro ou saia de casa – Jorge como a maioria dos rapazes perante estas situações e porque já não dependia monetariamente dos pais, resolveu arranjar um apartamento e sair de casa. Levou o namorado consigo mas como este era da sua idade a coisa não deu certo e durou pouco tempo. Hoje encontra-se só não se assume e dá azo aos seus desejos noutras paragens.

 

     Naquele dia tinha ido ver o mar e deparou-se comigo. Entre ambos houve um clic de confiança e ali estivemos durante algum tempo. As luzes acenderam-se e foi a altura de regressarmos ao carro.

 

        - Despedimo-nos aqui? Como sabes tenho o meu carro juntinho ao teu.

        - Já que estamos numa de ver a paisagem não queres ir mais acima junto ao farol que ai sim tem uma paisagem fabulosa e podemos estar à vontade. – Disse eu.

 

     Metemo-nos no meu carro que é maior, liguei o aquecimento e partimos ao local do farol. Quando lá chegámos já o carro estava quentinho. Não havia mais carro algum. Debrucei-me sobre ele para fechar o sistema de segurança da sua porta e ficamo-nos a olhar olhos nos olhos. Ambos demos um sorriso malicioso e nos beijamos. Um beijo longo de língua enquanto acariciávamos nossas faces.

 

        - Está confortável? – Perguntei.

        - Podes baixar o meu banco? – Foi a resposta.

 

     Baixei ambos os bancos e tal como se estivéssemos na cama nossas mãos em uníssono dirigiram-se às braguilhas que desabotoa-mos.

Nossos paus já estavam hirtos e prontos a serem aquecidos com nossas bocas o que fizemos em grande sofreguidão não deixando chegar aos finalmentes.

     Não demorou muito até nos despirmos como se estivesse-mos em casa

 

 

sexo gay no carro à beira mar

 

Os bancos deitados para traz em forma de cama. Os vidros embaciados pelo calor dos nossos corpos e o granizo que vinha do céu batendo no tejadilho do carro como uma bênção dos céus, estava a acontecer amor entre dois homens num acontecimento inesperado.

 

       Quem comeu quem? Isso não interessa, Interessa simplesmente que naquele carro aconteceu poesia sexual.

       O que aconteceu naquela tarde nada mais foi que a prova provada que a relação entre dois homens só é proveitosa quando um é mais velho. Não só pela sua experiência como o saber entender as incertezas que lhes pairam nas suas mentes.

       Por incrível que pareça mesmo no carro acabaram por adormecer.

       A bateria do carro é que ia pifando pelo gasto do aquecimento. Aquela manta vermelha que existe no banco de traz serviu de manta para aqueles corpos desnudos até de madrugada.

 

       O sol começou a despontar lá no horizonte. O granizo e a chuva tinham acabado. O sol vinha com força e o carro começou a aquecer normalmente.

       Vestimo-nos, beijamo-nos, trocamos moradas e telefones.

       Descemos novamente até ao café que já estava a abrir. Eram sete da manhã.

       Tomamos o pequeno-almoço cada um foi para o seu carro e seguimos caminhos diferentes com promessas de voltarmos até à praia do Magoito até porque lhe tinha prometido oferecer-lhe uma cópia do álbum do Roberto onde consta a canção de dor de corno “retalhos”.

 

Voltei a ligar a pen e quase por mágica o tema voltou a ouvir-se.

As fotos aqui apresentadas com excepção das da praia do Magoito que são minhas as outras são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

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a música que estou a ouvir: Retalhos de Roberto Carlos
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Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014

A Última Noite de 2013

Fim de ano 2013

Desde o dia a seguir ao Natal que o telefone foi um corrupio de chamadas. Uns, dando o Bom Ano via sms outras vezes telefonicamente não só com o mesmo intuito mas também perguntando onde iria fazer a Passagem de Ano. A Todos respondi que este ano queria estar sozinho com as minhas recordações e assim fiz.

Fui comprar um Bolo-rei, um pacote de passas e mais umas guloseimas e coloquei tudo na mesa como preparada para uma grande farra entre amigos sabendo de ante mão que nada iria acontecer pois o que queria na realidade era estar só com os meus botões.

Já eram vinte e duas horas, liguei a televisão e era tudo uma pasmaceira. Como a casa estava aquecida andava como no verão todo nu (é um habito meu) Fui até ao quarto e quando passei pelo espelho que tenho junto à cama mirei-me casualmente e pensei. “ Então vais desperdiçar este corpinho numa noite de farra?” Olhei de soslaio para umas fotos de alguns amigos que me fizeram felizes durante anos e perguntei a mim mesmo. “ Onde andarão eles? Com seus novos amantes e eu por aqui armado em parvo!...”

Voltei à casa de jantar olhei para o repasto que tinha preparado não sabendo porque o tinha feito. Abri uma garrafa de champanhe que estava a um canto da mesa metida num balde de gelo. Enchi um flûte e bebi de um trago. Enchi novamente e emborquei de um sorvo.

 

Lá fora já se ouviam tachos e panelas batendo umas nas outras e algumas estrelinhas já se vislumbravam no céu.

 

Deu-me um vaip fui até ao quintal e verifiquei que a noite até estava amena. Sem chuva e de céu estrelado e lá bem no fundo a Lua brilhante como a rir-se de mim.

 

Voltei ao quarto e vesti-me casualmente sem saber bem o que fazia. Peguei na chave do carro, desci as escadas e entrei na rua. Deserta sem gente ou carros mas ouvia grande alvoroço nas outras casas querente dizer que por ali havia gente feliz e contente, Só eu! Estava por ali só e armado em parvo tentando com algumas recordações que o tempo voltasse para traz.

 

Meti-me no carro dei a volta à chave e este sem ele ou eu saber o destino pôs-se em movimento.

 

Andamos somente meia dúzia de quilómetros quando fui obrigado a parar frente a uma sociedade de recreio cá do sitio pois a estrada estava cheia de carros e havia um outro que estava atravessado tentando arrumar. Lá de dentro saiu uma rapariga toda esfusiante dando indicações ao condutor. Olhou-me fixamente e perguntou. Também quer arrumar?

 

Eu não disse nada mas ela atirou:

    - Há sempre lugar para mais um.

A moça continuou a dar as instruções necessárias para o seu amigo arrumar o carro de forma a ficar um espaço para o meu dando as indicações necessária como um sinaleiro ou arrumador de carros e obrigou-me a arrumar o dito no lugar deixado vago.

Entretanto já do outro carro tinham saído dois jovens rapazes que se metiam com ela:

- Tá visto que já arranjaste um namorado.

 

Um deles aproximou-se de mim, abriu-me a porta do carro:

 

- Anda embora!.. Mais um é sempre bem-vindo para o maralhal.

 

Na altura não sabia se já estavam bêbedos ou se era só alegria da festividade, mas como era tudo malta nova sem saber bem porquê alinhei na coboiada. Meteram-me um papel na mão que depois de olhar mais atentamente vi que era um bilhete de ingresso na sociedade e lá entramos todos.

 

No grande salão dançava-se uma modinha brasileira e os confétis já pairavam no ar.

 

Um dos rapazes procurou uma mesa onde tinha um letreiro RESERVADO PARA O JORGE CAPELO. E sentámo-nos.

 

Vamos às apresentações:

O Jorge Capelo era o mais velho (aí para os 20 anos)

O João (era outro jovem aí para os 19)

O Mário (era outro jovem também para os 19)

A Luísa (era a tal jovem toda desinibida e que tinha dado azo à minha entrada naquele trupe.

 

Perante aquela situação eu era o Kota da malta. Entretanto lá veio um empregado com os chouriços numa assadeira já a arder. Quatro tigelas de caldo verde umas pernas de frango embebidas num molho que dava a entender ser de cebola, a acompanhar vinham dois jarros de vinho um tinto e um branco. Estava-se mesmo a ver que era a Seia para quatro o que quer dizer que naquele grupo tinha faltado um e eu o “penetra” era o substituto.

 

A Noite correi hás mil maravilhas comemos demos alguns dixotes, cotamos anedotas, dançamos e finalmente nos apresentamos.

Eram todos emigrantes de França que tinham vindo passar o Natal com a família. O que faltou foi um Tio deles que teve de ir para o Algarve com o resto da família.

 

As doze badaladas lá vieram todos demos abraços e beijinhos e depois de toda aquela euforia o conjunto começou a tocar musicas mais calmas e todos nós acalmamos.

 

Tudo estava a acontecer como se já nos conhecêssemos de longa data.

 

Já era uma três da manhã quando o Jorge que entretanto se tinha ausentado voltou e com o ar mais triste deste mundo:

- Tenho uma triste notícia para vos dar.

- Então qual é?

- Não há mais champanhe.

- Épá!.. Isso é que não pode ser. Nos em França curtimos até de manhã com champanhe e agora?

 

Perante tal tristeza e da forma como tinha sido recebido por aquela rapaziada lembrei-me que tinha em casa uma caixa de espumante e disse:

 

Lá por causa disso não há problemas. Eu tenho em casa uma caixa com seis, deve dar para o resto da noite. É só ir busca-la.

 

- Pois e ficávamos todos aqui a morrer de sede. Moras longe?

- Não! Á aqui quase ao fim da estrada.

Luísa sentou-se ao meu colo beijou-me e perguntou:

- Podemos ir lá a casa acabar a noite?

 Até parecia que todos tinham uma mola no cú. Deram um salto e em uníssono vamos nessa.

 

Quatro da manhã

 

   Perante tal situação todos nos calámos, saímos meti-me no carro com a Luísa abrindo caminho até minha casa.

 

Mal entramos via-se logo que aquela rapaziada não vivia neste país à beira mar plantado e cheio de preconceitos.

A primeira coisa que fizeram foi porem-se literalmente à vontade ou seja eles se shorts e a Luísa de cuequinha de fio dental e sutiã.

 Abriu-se garrafas de champanhe. A guloseima que tinha colocado antecipadamente sobre a mesa foi devorada rapidamente.

 

De repente dei comigo sentado num sofá com o Jorge a meu lado e de cabeça pendente sobre o meu ombro segredando-me ao ouvido:

-Sabem nós em França, fazemos muitas festas destas e que chamamos Noites de “Ménage a Tróis”...

 

- Pois!.. só que neste momento só estamos dois.

- Vamos espreitar os outros.

 

 
menage

 

Subimos as escadas e a porta do meu quarto estava escancarada. Lá de dentro vislumbravam-se os corpos dos outros amigos.    

Luísa no meio e João e Mário fodendo-a desabridamente.

Ao que parecia não havia espaço para nós.

Descemos novamente até à sala bebericamos mais um pouco de champanhe

E perguntei ao Jorge:

Então é assim que vocês se divertem em França? Fodendo uns com os outros?

 

As Noites de “ménage à trois” é uma expressão francesa que significa “mistura a três”  

E que é usada normalmente para designar uma relação sexual envolvendo três pessoas, tanto faz se forem dois homens e uma mulher, duas mulheres e um homem ou todas do mesmo sexo.

 

 Quando são mais que três alguém fica de fora – Comentei.

 

 - Não é bem assim. Quando os casais são pares há sempre a possibilidades de um sair do grupo temporariamente enquanto o outro entra na festa.

Um pouco baralhados com as ideias comentei:

-Então se a rapariga for a que sai do grupo ficam só os rapazes.

- E há alguma coisa melhor para sair da rotina e entrar em novas aventuras? Desde que as pessoas se sintam totalmente à vontade é sempre bom experimentar novas formas de prazer.

 

 - E quem não quer experimentar novas formas de fantasias sexuais?

 

 

Dizia alto e bom som o João que descia as escadas que vêm lá dos quartos ao mesmo tempo que acrescentava o pedido de tomar uma duchada pois estava todo lambuzado e ainda não se tinha vindo.

 Indiquei-lhe o banheiro e continuei no sofá comentando com o Jorge o que estava a acontecer.

Foi neste momento que o Jorge perguntou se estava disponível para umas brincadeiras a três.

Não é que tudo aquilo fosse estranho para mim mas assim de repente e num Fim de Ano de pois de uma oportunidades assim de mão beijada não podia continuar armado em parvo. Lá do fundo entrava o João todo lavadinho e de chorts somente vestidos. Até àquele momento o único que estava a destoar era eu pois ainda estava calças e camisa.

Talvez para ficar mais a vontade o Jorge ajudou-me a tirar a camisa ao mesmo tempo que me beijava enquanto o João se ajoelhou frente a mim e me foi tirando as calças ao mesmo tempo que roçava seus lábios no meu cacete que já teimava e sair do seu conforto.

 

menage à trois homo

Estava a acontecer a verdadeira “ménage à trois”. Entre machos.

Não sou nem nunca fui nenhum santinho nestas coisas de sexo mas logo no princípio da noite tinha-me dado uma de macho, tentando o mais possível passar por “artolas” até porque era conhecido lá na sociedade e aqueles gajos nunca os tinham visto pois era emigrantes.

   

Ma passemos a diante….

Desde os beijinhos recíprocos em nossos corpos até às lambuzadelas dos pirilaus foi um pequeno passo até experimentarmos sofregamente os espermas de cada um.

 

     Lá do fundo da escada ouviu-se:

- Então não sobra nada para nós?

Era a Isabel e o Mário, nus e debruçados no corrimão fazendo gestos bastantes sexuais e convidando-nos a subir.

 

Do Salão até ao quarto já nus como viemos ao mundo, com a diferença em que nossos paus estavam hirtos esperando mais qualquer coisa que efectivamente aconteceu naquela madrugada e primeiro dia do ano de 2014.

 

Não se coíba de praticar qualquer fantasia sexual simples o mais aprimorada com ao seu ou a sua companheira e porque não a três?


Estas fantasias são muito frequentes entre os homens, muitos sonham em fazer sexo com duas mulheres ao mesmo tempo.

menage à trois no fim de ano 2013

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Domingo, 3 de Novembro de 2013

Aconteceu poesia - Introdução

     A minha avó sempre disse que “Santos ao pé da porta não fazem milagres” mas ela estava enganada. Hoje não só aconteceu um milagre como aconteceu poesia sexual.

 

     Como tenho por hábito dizer que “Na cama não há programa”

kamasutra homo para iniciados

 

     Aquele encontro casual no café com o Jorge primeiro não se fez rogado e depois aconteceu mesmo poesia sexual.

 

     Quer saber mesmo o que aconteceu? Como um heterossexual (casado) se transformou num bissexual?

 

     Depois de uma longa conversa dei comigo no sofá fazendo um tremendo broxe naquela pixa gostosa de tamanho acima do normal, tomando em conta que o tamanho normal para o português branco é entre os 14 de 15 centímetro. Ele tinha 16.

 

     Pode dizer-se que um centímetro, como diz a outra “não faz diferença alguma” mas quando comparamos com a nossa sentimos vontade de a utilizar convenientemente.

 

     Utilizámos todas as posições do Kamasutra de tal forma que aquele gajo entrou em minha casa como heterossexual e saiu bissexual.

copula gay

 

Começamos do sofá e acabamos na cama

     Se pensa que é fácil leia a história como tudo se passou clicando (aqui) .

    Se penca fazer o mesmo com um amigo leia só as voltas que são precisas para chegar aos finalmente. Não force a barra pois esteja na posição de um ou de outro a coisa deve acontecer normalmente dando carinhos, afectos uma boa conversa e um copo à mistura acompanhados por uma boa música.

     Se for activo e quiser experimentar não o faça com um tipo qualquer que tenha tiques de bichanado.

     Se for só passivo e procura um macho você não é gay mas sim um bissexual e nunca vai ter o prazer total.

     Se for bissexual então sim… Você tem todas as oportunidades de encontrar a felicidade sexual total e veja na história seguinte como se faz.

 

Não se esqueça de comentar sem preconceitos esta minha dica e a história

 

          As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

         Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Quarta-feira, 2 de Outubro de 2013

Restos de um fim-de-semana

Uma queca gay no carro

     Tinha ido passar um fim-de-semana a casa de uns amigos na Costa de Caparica mas passamos os dois dias em casa nem à praia fomos. Também não me importei pois aquele casal era constituído pelo casal propriamente dito e dois filhos. Um solteiro com 18 anos e outro com 20 e com a namorada que nunca o largava (uma perfeita galinha) aquele fim-de-semana não passou de comes e bebes e jogos de cartas. Não fora os rapazes demonstrarem serem abertos para a vida, nunca fui capas de me atirar a um deles mas davam-me uma tesão dos caraças. Ainda pensei que a cama onde ficaria fosse num dos quartos deles mas não tive sorte alguma. Cada um tinha o seu quarto e foi-me estipulado o quarto chamado de hóspedes.

     Com o mais novo ainda tentei estar no quarto dele ouvindo uns CDs e trocar impressões sobre os mesmos, mas não deu em nada. Tive um certo receio pois não tinha grande confiança e resumiu-se naquele noite de sábado para domingo ir para o meu leito e bater uma. Conclusão. No domingo depois do almoço fiz a trouxa e abalei para Lisboa sempre com aqueles putos na mona.

 

     Parei pelo caminho num cafezinho quase à beira da estrada e entrei com a ideia de tomar qualquer coisa. Olhei para todos os lados e a única mesa que estava livre era uma a um canto junto a uma porta que dizia WC e sentei-me. Veio a empregada perguntar que queria e pedi um café e um conhaque.

     Em cima da mesa já estava o Correio da Manhã que comecei a desfolhar. Passado um pouco nem me apercebi que estava um chavalo aí para os seus dezanove anos, de bermudas e t-shirt de alças mostrando uns braços musculados e sendo a t-shirt apertada via-se ser um tipo musculado. Cabelo acastanhado e tês queimados pelo sol e olhos verdes. Resumindo metia a um canto os chavalos com quem tinha passados os dois dias.

     Parecia o chamado macho latino mas tudo me caiu aos pés quando me perguntou se podia sentar-se com uma voz um pouco gutural e modos que nada tinha de macho.

     Acenei com a cabeça e ele sentou-se:

        - Sabe! Por aqui é normal sentarmo-nos nas mesas uns dos outros quando o café está cheio.

        - Não tem problema! Afinal quem não é da terra sou eu!

        - E está de passagem ou veio para cá morar?

        - Não! Estou de passagem.

        - Portanto está de carro?

        - Sim! Faço um pouco de tempo para fugir às bichas.

        - Mas tem alguma coisa contra as bichas? - Riu-se!

        - Não! Por acaso até sou amigo de algumas, mas neste caso referia-me a filas de trânsito.

        - Fico mais descansado. Também sou amigo de algumas mas aqui na terra só conheço uma com quem me dou.

     Verificando que aquele conversa iria dar alguns frutos perguntei:

        - Então e você não toma qualquer coisa?

        - Vou tomar um café e um pastel de nata.

 

     Pediu o querido à empregada que de imediato o veio atender transparecendo um sorriso entre os lábios que achei estranho. Veio o café e o pastel de nata. Ao mesmo tempo que encostava a sua perna à minha.

     A conversa continuou a respeito de futebol, e de uma notícia que vinha no jornal. Notei que ele passava a mão no entre-pernas e alisava a piça ao mesmo tempo que mais pressão fazia a perna dele na minha que aceitei fazendo também a minha pressão.

     De maneira discreta olhei para o seu enchumaço que era notório. Desvie o olhar para os olhos dele que com um brilho nos olhos baixou a cabeça direita ao pastel de nata que em vês de o trincar normalmente meteu a língua no seu recheio como se estivesse a mete-la numa vulva ou num ânus. Aquilo deu uns arrepios espinha acima ainda mais quando senti ao mesmo tempo uma das suas mãos apertando minha perna subindo coxa acima até entre pernas roçando os meus tintins que já estavam endurecendo ao mesmo tempo que o meu pau.

 

     Estivemos naquilo durante algum tempo. Olhando-nos nos olhos até que senti abrir o fecho-ecler das minhas calças e agarrar no meu pau que começava a mexer-se de contentinho.

     De repente olhou para mim, voltou a meter a língua no recheio do pastel de nata e perguntou:

        - Não queres ir à casa de banho?

     Como já ando por cá há uns anos não gosto muito destes convites de WCs em encontros fortuitos, alvitrei irmos dar um passeio no meu carro.

        - E há aí uns locais que podemos estar à vontade.

 

     Quem ficou mais à vontade fui eu pois no meu carro sempre era menos perigoso.

     Pagamos as despesas e saímos.

     Mal entramos no carro o tipo não esteve com meia medida agarrou-se logo ao meu pau tirando-o cá para fora.

     Conduzir ao mesmo tempo que nos fazem um broche é qualquer coisa de divinal mas também perigoso, assim logo que encontrei um desvio de terra batida entrei caminho fora. Nem casas nem nada, encostei e então sim. Foi o fim da macacada.

 

Uma copula gay no carro

        - O banco não desce? - Perguntou o tipo ao mesmo tempo que baixava as calças.

     Baixei o meu banco e o dele e ficamos como se estivéssemos numa cama.

     Olhei de soslaio e vi aquele membro hirto de glande inchada e muito saborosa e fiquei indeciso se o havia de chupar ou ser ele a ter a iniciativa já que a minha piça estava de fora também hirta e a ser manuseada pelo tipo.

     Olhamos um para o outro com ar interrogatório até que ele se colocou sentado na minha piça até o penetrar. Fodi-o ardentemente durante vários minutos até que os meus espermas se libertaram vorazmente para dentro daquele cuzinho saboroso.

          

     Ficamos mais uns minutos saboreando aquele prazer até que ele se levantou um pouco retirando o meu membro dentro de si e apontou-me a sua gaita ficando à altura da minha boca. Não me fazendo rogado e perante aquele mastro de cabeça carnuda e lustrosa, comecei por lamber com a ponta da língua a glande e muito saborosamente a mamo com os lábios. Ele segura na minha cabeça e faz pressão para aquela piça gostosa entre minha boca dentro.  

     Eu mamava aquele caralho com vício e metia o mais que podia na boca, sabendo que daí a pouco o ia ter na boca até aos pintelhos.

     Ele forçava a minha boca com a piça e ia enterrando cada vez mais na minha boca, até eu bater nos colhões do gajo.

     Aquele intruso na minha vida gemia ao mesmo tempo que em surdina dizia-me que se ia esporrar.

 

     Então, em acto contínuo, a piça explode e enche-me a boca de esporra. E que boa esporra! Engoli o leite todo e lambi a piça até a deixar limpa, sem vestígios de esporra.

     O gajo adorou o meu broche e queria repetir, e disse que na próxima queria o meu cu.

     Como já tinha comido o dele seria natural também me deixar comer e perguntei-lhe se depois daquela esporradela seria capaz de me comer o cu já de seguida.

        - Não é por acaso que tenho dezanove anos e ainda estou com a pica toda.

 

     O local onde tinha estacionado o carro era aprazível em termos de paisagem, liguei o rádio e entramos numa conversa da treta durante uma meia hora.

     Foi o tempo suficiente para ele se baixar e recomeçar a punhetar-me ao mesmo tempo que se ia masturbando a si próprio.

 

uma copula gay para finalizar o passeio de carro

     Já estava louco e o meu cuzinho começando a palpitar então não estive com meias medidas acabei de descer as calças e mesmo ali destro do carro numa posição difícil ele apontou meu cuzinho retirando as palpitações que nele sentia penetrando-me lentamente até percorrendo o trajecto final e sentir os seus colhões na minha bebas. Abraçou minha cintura e com uma só mão vinha a meu ombro como a puxar-me ao mesmo tempo que com a outra me veio masturbar. De repente houve uma explosão de esporras em uníssono e ambos gememos de prazer.

 

     Estavam concretizados os momentos mais deliciosos entre dois gays que à vista desarmada era difícil os outros descobrirem o que faziam nas suas intimidades.

     Trocamos números de telefone e prometemos voltarmo-nos a encontrar.

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

             Nelson Camacho D’Magoito

                      (O Caçador)

           “Contos ao sabor da imaginação”

                  © Nelson Camacho
2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013

A minha primeira queca homossexual – Vidas Cruzadas – VII Parte

Para entender melhor a trama que ocasionou esta cena tem de ir

“Vidas cruzadas – I Parte

 

Saida do banheiro

 

     Eu ainda não estava refeito de todas as novidades. Enchi mais um copo de whisky. Olhei para o Rui que continuava calado, atirei-me para um maple e só tive coragem de perguntar:

(ver VI Parte)

 

        - E agora?.. Tu já sabias destas novidades?

 

        - Sim!.. Eu e minha mãe não temos segredos e já me tinha perguntado a opinião sobre o assunto e concordei em absoluto com tudo. Agora o resto só está da tua parte.

        - Não sei o que hei-de fazer! Se ficar com um ou com o outro.

        - A escolha vai ser totalmente tua. Vais tentar ser feliz junto de quem te pode proporcionar essa felicidade junto de quem te quer ou vais continuar com indecisões.

     Com esta conversa, já íamos no segundo copo de whisky.

 

        - O melhor é ir para casa!

        - E vais mais uma vez fugir? Porque não ficas cá. Não chegaste a ver o final do filme. Vamos acabar de o ver e depois resolves se ficas cá ou vais para casa!

        - Poso ir à casa de banho?

        - A casa é tua! Até podes tomar uma duchada para refrescar as ideias.

 

     Foi o que fiz. Para além do xixi, tomei um duche refrescante. Como não me ia já embora, enrolei uma toalha à cintura e fui procurar o Rui.

 

gay esperando o amigo

     Entrei no quarto que este estava quase na penumbra onde tudo brilhava suavemente por causa de uma luz negra estrategicamente sobreposta sobre a cama e em fundo uma musica de Frank Sinatra “My Way “. Com aquela luz incidindo sobre o corpo do Rui que se encontrava praticamente nu pois só tinha vestido uma tanga deixei cair a toalha e mansamente atirei-me a ele beijando-o intensamente Rui tirou a tanga e nossos corpos juntaram-se como um só. Nossos lábios juntos, movimentamos nossas línguas num desaforo total, ao mesmo tempo que acariciávamos nossas faces. Rui num movimento brusco passou para cima de mim de forma a eu ficar de papo para o ar, deixou meus lábios e com os seus começou beijando os meus mamilos percorrendo-me o resto do corpo até o meu pau que já se encontrava hasteado como bandeira nacional meteu na boca começando a fodelo. Instintivamente segurei-lhe na cabeça apertando-a para que meu pito penetrasse cada vez mais em sua boca.

     Foi quando senti um dos seus dedos penetrar lentamente no meu cuzinho virgem. Com esta atitude, não só continuei a movimentar-lhe a cabeça como movimentando meu corpo.

Rui largou meu pau e perguntou:

 

         - Gostas?

         - Sim, continua! Faz o que quiseres do meu corpo!

 

     Já estava ficar louco de prazer como nunca me tinha acontecido.

 

     Quando me dei conta, estávamos num intenso 69 em que cada um fodia a boca do outro com toda a pujança de dois machos com o cio. Eu fazia pequenas pausas para mordiscar aquela cabeça lustrosa e já húmida ao mesmo tempo, ele continuava a mamar-me, enquanto os seus dedos brincavam com as bordas do meu cu. Soltei um gemido quando ele enfiou novamente um dedo.

     O pior foi quando ele começou a lamber os meus tomates. Aí gani mesmo! Com a sua língua na minha cabecinha mordiscava o prepúcio tudo enquanto a sua língua explorava cada curva do meu tesão armado. Eu gemia e mamava-o cada vez com mais força, acariciando-lhe também os tomates.

     Estivemos à vontade uns vinte minutos nisto, até que, sem qualquer aviso, o Rui se veio na minha boca, com os dois dedos enfiados no meu rabo quase até ao fundo e sem largar a minha pila. Deixei escorrer aquela esporra quentinha pela garganta abaixo.

 

     Sem saber bem porquê mas instintivamente, lambi aquele pau até ter a certeza que nada restava daquela porra de gosto esquisito mas que tinha gostado.

     Rui pediu que me virasse e continuou a masturbar-me perguntado se não me queria vir dentro dele.

 

copula gay

     Sem resposta arranjou a posição de concha e com sua mão apontou o meu pau para o cuzinho dele, que doido que já estava o penetrei-o sofregamente. Movimentamo-nos mutuamente e os meus queridos espermas lá foram direitos ao caminho que se iria tornar habitual ao mesmo tempo que o punhetava tentando que se levantasse novamente.

     Ainda estivemos naquela posição durante algum tempo até nossos paus hirtos e firmes se transformaram em coisas sem importância.

     Deitamo-nos lado a lado segurando nosso caralhitos que mais pareciam de criança, tal murchos que estavam

 

        - Gostas-te? Deu-te prazer? (perguntou o Rui)

        - Sim! Acho que andamos a perder tempo desde que nos conhecemos.

        - Mas tu é que não quiseste quando me atirei a ti pela primeira vez.

        - Dessa vez fiquei baralhado.

        - Mas nunca tinhas dado das minhas intenções?

        - Já tinha desconfiado quando fomos a casa do Nelson e quando saímos juntos àquele bar de gays. A propósito! E o Nelson? Sempre se zangaram?

        - Não foi bem uma zanga. Ele ficou com ciúmes de eu ter tentado foder contigo. Até disse que gostava também de te experimentar.

        - E julgas que ele na altura teria mais sorte que tu?

        - Sabe o gajo no nosso meio tem a alcunha de “O Caçador” e quando se lhe mete um puto na cabeça não o larga. Normalmente tem sorte pois é um gajo muito sabido e com anos de experiência. Mas contigo não vai ter sorte. Nem ele nem nenhum!

 

      O Rui tinha acabado de fazer uma declaração de amor como nunca tinha ouvido. O tipo estava mesmo apaixonado por mim. E eu? O que me estava a acontecer? O que seria dali para a frente depois daquela experiência? O certo é que tinha gostado e não lhe largava pila que já estava dar sinais de vida.

      Ele deu por isso e colocou-se em cima de mim voltando tudo ao princípio. Beijando-me os mamilos acarinhando-me o rosto com a mão aberta como fazem os gatos. Eu reciprocamente segurei-lhe a cabeça e olhos nos olhos nos olhámos e nos beijamos novamente.


     Comecei a sentir na minha barriga o seu pirilau que já não era mas sim um tremendo caralho hirto e firme conjuntamente com o meu.

Então ele levou minha mão ao dele e começou a estimula-lo. Passei para a posição de

copula gay de frente

 

 

papo para o ar. Ele voltou com os dedos a manusear-me o cu à medida que me afastava as pernas para o ar, tirou os dedos e afastando-me mais ainda as pernas senti o seu pau entrar meu cu a dentro, primeiro devagar devagarinho e depois todo até sentir também os seus tomates nas minha nádegas. Gemi um pouco mas ele abafou meus gemidos com sua boca. Já não era o seu caralho dentro de mim, era também a sua língua. Com uma Mão masturbou-me com força e viemo-nos mutuamente.

     Porra!... Tinha sido demais. Tanto gozo numa noite só! Era demais.

     Colocamo-nos numa posição mais confortável de conchinha continuando ele atrás de mim e adormecemos.

 

dormindo de conchinha

     Quando acordamos já o sol despontava janela dentro e com uma fome dos diabos e principalmente eu que não estava habituado aquelas coisas

     Olhei para o Rui que já estava de lhos abertos e dando-me um a bracinho gostoso como nunca tinha sentido.

    O Rui era bastante sabido e tinha-me levado à certa. Comparado com a minha experiência sexual com mulheres, aquela noite tinha suplantado tudo o que podia ter imaginado.

     Com ar de sacaninha perguntou-me:

         - Dormiste bem?

         - Nunca pensei que isto me tivesse acontecido.

         - Estás arrependido?

         - Não! Não estou! Nesta altura nem penso em mais nada.

         - E o que é que queres pensar?

         - O que vou contar a meu pai e a minha mãe.

        - E achas necessário ir já a correr contar a eles? O que se passa entre nós?

        - Como ele disse vou ter o fim-de-semana para lhe dar uma resposta sobre a tal situação.

        - E achas que o teu pai é parvo e não sabe de mim?

        - Achas?

        - Se vieres viver cá para casa tens de dormir no meu quarto e como sé tenho uma cama, tens de dormir comigo. Minha mãe certamente já conversou com ele sobre o assunto.

        - Deixemos isso para quando eles voltarem. Vamos tomar uma duchada e fazer algo para comer. Estou cheio de fome.

        - Quanto ao duche estou de acordo. Quanto ao resto vamos dar um salto à Praia Grande e comemos lá.

brincadeiras na praia grande - Sintra

Há muito que não passava um fim-de-semana com tanta felicidade

(Ir para VIII Parte)

 

                Nelson Camacho D’Magoito

             “Contos ao sabor da imaginação”

                     © Nelson Camacho
   2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

 

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Terça-feira, 20 de Agosto de 2013

Eu não sou Gay

eu não sou gay

 

     Ser ou não ser gay o que interessa isso? Fará a felicidade de alguém? Se for ladrão ou assassino, isso sim! Colide com toda a sociedade, ama agora Gay ou heterossexual o que importa? São opções do foro sexual que só dizem respeito a dois, já que outro tipo de sexualidade chama-se masturbação.  

 

     Sou simplesmente um tipo descomplexado espontâneo, alegre, entusiástico, e feliz e porque nunca achei ser um termo depreciativo embora para a maioria da sociedade o fosse, resolvi buscar o verdadeiro sentido do termo.

Verifiquei então que:

Conquanto a cultura contemporânea em geral tenha herdado o termo directamente do inglês (gay = "alegre, jovial"), o vernáculo inglês colheu-o do francês arcaico (gui, com o mesmo significado) e este, por seu turno, obteve-o do latim tardio (gaiu, com semelhante significado).

     Assim, a etimologia remonta o termo actual a três transições cultural linguística: do latim tardio ao francês; do francês (arcaico) ao inglês; do inglês às demais culturas actuais.

     A palavra originariamente não tinha conotação sexual necessária. Era usada para designar uma pessoa espontânea, alegre, entusiástica, feliz, e, nesse sentido, pode ser encontrada em diversas literaturas americanas, sobretudo as anteriores à década de 1920.

     No entanto, o significado preliminar da palavra gay mudou drasticamente nos Estados Unidos, vindo a assumir o significado primordial actual, que, com a difusão da cultura estadunidense, tem sido amplamente utilizado.

     O termo gay, já marcado pela conotação sexual, ao ser difundido pelos países lusófonos, era utilizado principalmente de forma pejorativa contra homens gays. Contudo, a utilização da palavra pelos próprios homossexuais, a se referirem a si mesmos, fez com que a conotação negativa fosse amenizada.

     Em outras palavras, os homossexuais apropriaram-se da palavra, na busca de retirar-lhe, assim, a carga insultuosa.

     Actualmente há a destrinça entre o gay e o homossexual.

     O Gay é um homem que embora tenha apresso sexual por outro homem na sociedade se comporta como um heterossexual.

     Um Homossexual é um homem que para além das suas tendenciais sexuais serem também por outros homens, não são discretos perante a sociedade e normalmente amaneirados.

 

Foi com base neste conceito de vida que não tive problemas em contar a meus pais que gostava de homens e a minha mulher que me sentia melhor sexualmente com um homeme, assim, a minha situação perante a sociedade ficou resolvida. Ninguém me chateia e eu não chateio ninguém.

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Leia: (Mas não sou Gay)

E comente sem medos

 

     Eu também quis saber o que era ser gay e cheguei à conclusão que não é nenhuma doença e não se pega. Homens gays também choram, amas e são capazes de grandes feitos na humanidade.

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

     Nelson Camacho D’Magoito

                (O Caçador)

   “Contos ao sabor da imaginação”

           de Nelson Camacho

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 04:06
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Segunda-feira, 12 de Agosto de 2013

Alguém ficou de fora – Alguien se le escapó

alguien se le escapó em Madrid

     Porque andam sempre a dizer só escrevo contos fictícios, desta vez, “ porque não tenho vergonha na cara” como dizia um amigo meu e desvendando um pouco da minha vida privada aqui fica uma história verdadeira passada comigo este semana.

     São quatro da manhã de segunda-feira. Não vou contar o que se passou entre sábado e domingo, mas de terça a sábado.

Avisei toda a gente que iria fazer umas pequenas férias mas que seria também de negócios, aproveitando verificar o conforto e estabilidade do meu novo carro, Um Rover de 120 cavalos que atinge com a maior das facilidades os 200 quilómetros horários.

 
O meu Rover para as grandes viagens

     Nesta minha viagem rápida a Espanha aconteceu tudo menos o que estava previsto.

     Em princípio ia ser só de quatro dias para visitar um amigo espanhol que tinha conhecido no Bar 16 em Lisboa numa das minhas noites de caça ou de pesca como lhe queiram chamar.

     Juan, é um chavalo de 25 anos, lindo de morrer e filho de um empresário famoso. Depois de uma noite de copos e não só, convidou-me a dar um salto a Madrid para me apresentar ao pai pois tinha a possibilidade de me arranjar uns contratos. Mas tinha de ser esta semana pois no Domingo partia para Marrocos com a família, onde tem uma casa de férias.

     Há muito que não fazia um disparate destes, fazer um milhar de quilómetros para um possível contrato, mas encontrando-me já no fim de linha das cantigas e emérito, meti-me à estrada e lá fui eu de abalada, De qualquer das formas tinha de estar cá no sábado pois tinha um compromisso e como sou um tipo de palavra, tinha de ser uma rapidinha.

     Fiz uma directa a Elvas onde parei para tomar um copo e como tinha levado o portátil, dar uma volta no facebook.

     Há hora de jantar lá estava no hotel Atlántico que fica junto ao metro da Plaza e a escassos metros da Chuenca, distrito gay da cidade, portanto com a possibilidade de deixar o carro na garagem do hotel. (O bairro de Chuenca que visito todas as vezes que vou a Espanha é um bairro idêntico ao nosso Bairro Alto mas 100% melhor em tudo até na limpeza) na Chuenca é super comum ver heteros e gays frequentando as mesmas baladas.

     As ruas mais gays do bairro da Chuenca são as Calle Fuencarral e Calle Horteleza.

 

     Já no hotel telefonei ao Juan e logo passado meia hora apareceu com uns amigos. Uma rapariga por sinal muito engraçada e dois borrachos entre os dezanove e vinte e dois anos vestidos descomplexadamente com as camisas abertas por onde se vislumbrava bíceps bem tratados. Eram eles: Rian o Raffael e a Letícia. A galinha de calças e uma blusa apertada e subida mostrando o umbigo e de cabelo negro e curto. À primeira vista e pelo seu comportamento deu-me a impressão de ser “fufa”. Quanto a eles não me pareciam lá muito machos, mas lindos e prontos para a farra. Depois das devidas apresentações fomos jantar. Durante o dito muita conversa da treta misturada com grandes risos, próprios de espanhóis. Ficou também combinado encontrar-me com o pai do Juan no dia seguinte no seu escritório para o fim em vista. O jantar levou mais tempo que é normal acabando por volta das onze horas. Então Letícia alvitrou irmos tomar uns copos a um Tablau (como cá uma casa de fados mas lá onde existem bailarinos dançando musicas ciganas)

 

     Aquele convite para ir a um Tablau, embora cansado da viagem, assistir a um show de flamengo que adoro e não perco sempre que vou a Espanha, então sugeri o Tablau do Torres Bermejas que já conheço e é o mais autêntico em Madrid e se degusta um belo vinho de xerez ou uma taça de Cava  (champanhe espanhol) se não se quiser jantar e não era o caso pois já o tínhamos feito no hotel

Os bailarinos também devem ser escolhidos a dedos pois são de corpos delineados de tal forma que metem inveja a qualquer um.

 

      Assistimos ao show, bebemos um pouco e já com o grão na asa partimos para a zona gay mais in de Madrid.

Também a meu conselho, fomos ao Griffin’s.

 

Uma noite em Boate Gay em Madrid

     No Griffin’s, encontramos uma decoração não das mais modernas mas o lugar é perfeito para aqueles que estão procurando um lugar com um público mais “experiente” para ir à pesca ou ser caçado.

Tem dois andares, com a pista de dança localizada no andar de baixo onde é possível abanarmos a cabeça descomplexadamente, abraçarmo-nos e nos beijarmos. Como não ia para o engate pois estava bem acompanhado, até às cinco da manhã foi só curtir.

 

     Já o relógio batia nas cinco da matina e com os copos quando resolvemos abalar. Como estávamos todos meios bêbados mas como somos pessoas responsáveis e tínhamos ido no carro do Juan e este é bastante rico, chamamos um táxi e o carro dele ficou onde estava. - Quando chegamos ao hotel e depois de tomarmos uns cafés ele telefonou ao chauffeur do pai dando-lhe a indicação onde tinha deixado o carro e para o ir buscar. – Mais tarde vim a saber que o pai sabia da sua orientação sexual e aquela do chauffeur ir-lhe buscar o carro em noites de copos já era habitual.

 

     Depois de tomarmos os cafés no bar do hotel que estava a abrir, subimos para o quarto. Nenhum funcionário se opôs. Cenas daquela já é habitual, ou não fora um hotel recomendado à comunidade gay.

 

     A “galinha” cansada ou porque não estava interessado em homem atirou-se para o sofá. Por nossa parte, fomos os três tomar duche. Foi uma festa. Brincámos com os tamanhos dos nossos pirilaus murchos e gozamos com a pequenez dos tomates do Raffael que indignado diz que em compensação tinha depois de teso um membro enorme. Nós quisemos ver começamos a masturba-lo em uníssono. De facto o gajo tinha um instrumento fino mas enorme tipo preto. O Rian não tinha nada de se deitar fora, de cabeça lustrosa e glande saliente e pronto a ser abocanhado. Foi o que fiz aproveitando a confusão. O Juan que já conhecia de Lisboa e da minha cama e não tendo mais de 16 cm, portanto muito jeitoso e não fazia doer, ele aproveitou novamente as profundezas de mim.

     O Raffael Aproveitou uma abertura para se colocar entre nós e apontou o meu pito no seu cozinho que entrou sem quaisquer reserva. Foi o único que não se veio naquele duche dizendo que como era o mais avantajado ia guarda-lo para comer a Letícia. Ficamos agradecidos pois aquela porra iria fazer doer.

 

Fomos apanhados no chuveiro

     Aquela brincadeira já durava há mais de meia hora quando apareceu a Letícia perguntando se aquilo era só brincadeira de rapazes e ela não tinha direito a nada.

Rian mais atrevido respondeu que tínhamos guardado a sobremesa para ela e um especial do Raffael que era grande demais para nós.

 

     O Raffael que ainda não se tinha vindo e vinha de pau feito caminhamos para o sofá e foi o primeiro a comer a galinha deixando a porta aberta para nós outros. Veio-se furiosamente talvez por ser o mais novo e ainda estar com a garra toda, como os coelhos deitou-se para o lado, caindo na carpete onde acabou por adormecer, ficando de fora do resto do combate.

 

     Eu e o Juan como bissexuais começamos por beijar cada teta da Letícia enquanto esta ia masturbando nossas gaitas que estavam novamente a ganhar vida. Dali para a frente foi um ora beijas tu ora beijo eu. Para enrijar mais nossos paus ela começou fodendo-os na sua boca enquanto éramos nós que nos beijávamos. Estávamos todos loucos. Foi quando comecei a masturbar-lhe o clítoris.

 

        - E se em vez de meteres o dedo metesses a gaita?

 

      Esperar mais tempo para quê coloquei-a entre nós. Eu comi-lhe a rata e o Juan comeu-lhe o cú.

 

     Porra!.. Estava a ser demais. Com uma centena de quilómetros no bucho, uma noite extravagante de gostos e uma madrugada de prazeres deixando um na carpete, dois no sofá, atirei-me para a cama exausto pois já não tenho idade para estas coisas

 

     Afinal de contas só tinha ido numa rapidinha a Espanha para um possível contrato para umas cantigas porque por Portugal só tem trabalhos os pimba e as Lilianes Marizes. Quando acordamos já era hora de almoço. Aprontamo-nos e descemos. Na recepção estava um recado para o Juan dizendo para não se esquecer e levar o amigo (Era eu) ao escritório e a chaves do carro que já estava no parqueamento do hotel.

 

     Depois do almoço cada um dos outros foi à sua vida com a promessa de nos voltarmos a encontrar à noite. Entretanto, fui com o Juan ter com o pai.

 

     Um tipo porreiro! Atendeu-me o melhor possível mostrou-me o estúdio de gravação e ficou combinado voltar lá depois do verão a fim de fazer umas gravações ficando o Juan incumbido das nossas relações comerciais.

Para além das conversas de circunstância e depois de lhe mostrar o trabalho que fiz até hoje, ficou a promessa de trabalho em Espanha.

 

         - Nós aqui não olhamos à idade do artista mas do seu valor e pelas gravações que ouvi e pelo seu currículo artístico vamos fazer uns trabalhos interessantes. Quem vai tratar de você é o meu filho que também é um dos sonoplastas da empresa.

 

     Perante tanta gentileza nem tive coragem de dizer mais nada a não ser o agradecer.

 

        - O meu filho precisava de um amigo assim mais velho para ver se deixa de andar com rapazolas.

 

     Mais uma conversa de circunstância acompanhada de café e demos por finda a reunião.

 

     Como continuava à pendura no carro do Juan, este sem nada dizer encaminhou-se para O Parque Maria Luísa. Espanha depois das quatro horas da tarde ninguém trabalha! Encerram algumas ruas ao trânsito, abrem as esplanadas e aquilo é uma festa. Todos falam alto, cantam e dançam.

     Acabamos sentados numa dessas explanadas que aparentemente era frequentada pela comunidade gay, tal como o nosso largo do Camões mas sem as bichas frequentes do Bairro alto. As raparigas dançavam flamengo e os rapazes faziam-lhes companhia, alguns acompanhando-se à guitarra, mas sem modos afeminados. Só com o nosso olhar clínico descobria os gays e os heteros.

     Eu adoro Espanha e suas gentes, mas nunca tinha tido a oportunidade de estar em Madrid com um amigo que também não dava nas vistas e bem conhecedor do ambiente além de ser lindo e muito bom na cama.

     Não fora o meu compromisso de estar num jantar de amigos do Parque Mayer no sábado e ele ter de ir para Marrocos, pendurava-me nele e ia também.

 

     Naquela noite quisemos ficar sós sem os amigos e fomos como dois namorados antigos para o hotel.

     Juan mandou ir para o quarto uma garrafa de vinho branco e umas tapas.

 

Dois amigos preparando-se para fazerem amor

     Mal entramos agarramo-nos aos beijos e começamos a despir-nos.

     Estávamos neste Love de corpos descobertos e já de pau feito quando sentimos que alguém entrava no quarto.

     Era um empregado dos andares com um carrinho de serviço onde constava a garrafa de vinho branco metida num frafê com gelo e umas tapas.

     Naquele hotel é normal entrarem sem baterem até porque sabem quem o está a ocupar. E eles sabiam que era o Juan, pessoa já conhecida com um estrangeiro.

     O moço que vinha calmamente empurrando o carrinho se tivesse mais de vinte anos, era muito! Típico espanhol, cabelos negros e um pouco compridos, olhos negros e brilhantes que ainda ficaram mais luzidios quando reparou na nossa figura. Deu um escasso sorriso e virando-se para nós, comentou:

 

        - Quê Guapos hermosos!...

 

     Juan descaradamente respondeu:

 

        - Quieres unirte e nosotros?

 

     Logo recebeu a resposta com um sorriso lindo na ponta da língua

 

        - Sólo despuês da la medianoche, tiempo de ir fuera de servicio!

 

     Como há muito que não fazia um empleado de la sala e como era un Chico perfecto y hermoso foi a minha vez de responder ao mesmo tempo que olhava sorrindo para Juan como a sugerir seu consentimento:

 

        - Ya ahora trás algo de comer cuando regresses.

 

     Tristan pois era seu nome, rodopiou em seu próprio corpo e saiu porta fora.

 

     Como dizem os espanhóis, depois de aquele Chico sair porta fora e não sabendo se de facto iria voltar ou não, Como somos unas personas dedicada al amor y lujuria de nuestros cuerpos, continuamos nos beijando assim como a despir-nos e encaminhamo-nos até à cama sem antes termos enchido os copos! As tapas ficavam para depois.

     Juan delicadamente em vez de beber directamente o vinho do copo vazou-o em meu peito bebendo dali o néctar.

     Eu mais atrevido! O néctar do meu copo foi caindo pouco a pouco no pirilau dele que estava hirto e firme e nos intervalos das gotas fui bebendo-o acontecendo uma mistura de esperma que já ia saindo do buraquinho daquela cabecita louca com o néctar das uvas espanholas.

     Juan veio até os meus lábios a aí fizemos a mistura perfeita.

     Num rasgo de acrobacia e depois de estarmos com aquela loucura durante algum tempo acabamos na posição de 69. Aí, degustámos os nossos milhões de espermatozóides que saiam loucos dos nossos pitos.

     Acabamos por adormecer mesmo assim.

 

     Acordámos por volta da uma da manhã ao som do bater da porta.

     Era o Tristan já sem a sua farda com uns curtos calções e uma t-shirt da cava. Como outra indumentária, trazias uns chinelos de dedo.

     Trazia mais um carrinho de apoio com várias iguarias e um balde de gelo onde se via o topo de uma garrafa de champanhe.

 

     Entrando declarou com o ar mais sorridente do mundo e de modos amaneirados declarou:

 

        - Se sirven va o pronto?

             (o queria dizer” São servidos já ou daqui a pouco”) Talvez quisesse primeiro foder e depois comer.

 

     Juan ainda meio estremunhado declarou num perfeito espanhol que primeiro iríamos tomar uma duchada)

 

        - Primero tinemos que tomar una ducha que somos todos lambuzados.

 

     E assim aconteceu. Eu e Juan fomos ao duche enquanto Tristan abria a garrafa de champanhe e enchia os copos que ficaram prontos a serem servidos. Também ele despindo-se colocou-se na cama de rabo para o ar pronto a que nos servíssemos.

     Quando saímos do banheiro e reparamos naquele cenário oferecendo-se como fêmea olhamos um para o outro pois, Cuando la han venido pensamos que era un hombre pêro que era como nosotros, un hombre gay que tambén le gustaba el juego.

     Nem eu nem Juan éramos virgens em comer empregados de hotel mas naquela noite talvez quiséssemos um hombre macho mas después de que el niño era homosexual y en la.

 

Gays em triunvirato

Já que assim era o melhor era aproveitarmos.

 

     Cada um foi para seu lado da cama, Nossos pirilaus vinham murchos do duche mas logo se começaram a arrebitar quando Tristan nos puxou para a cama e ficamos lado a lado. Ficando ele ao meio que descendo por nossos corpos beijando um de cada vez foi parar ao nossos coitados descaído. Enquanto beijava um punhetava o outro. Foi a vês de nos colocarmos de lado nos beijarmos enquanto ele metia nossos coitados pirilaus na sua boca. Primeiro um de cada vês e depois os dois. Aí eles começaram a ganhar coragem e lá arrebitaram. Já estavam hirtos, como dizia o outro “como uma barra de ferro”

     Quando num intervalo daquele mamansso, Tristan olhando bem para eles e com o sorriso mais descarado do mundo atirou:

 

        - Que estos me penetrará hoy guapos!....

 

     Como ele estava já em posição e eu arregalado com aquele cuzinho arredondado fui o primeiro a penetra-lo sem dó nem piedade. Ele ganiu um pouco mas depois passou até porque abocanhando o coitado do Juan daquela boca não podia sair mais nada.

 

     Estávamos todos loucos de tal maneira sem dar por isso estava Juan comendo-me e ele comendo o Tristan.

 

     A noite acabou com umas taças de champanhe e uns lagostins grelhados. E contando anedotas.

 

     Às sete da manhã Tristan saiu pois entrava de serviço às oito e nos ficamos na cama tentando descansar. (Como isso fosse possível)

   

     Na sexta-feira, voltou tudo ao mesmo. Só não voltamos ao escritório do pai de Juan mas quanto ao resto foi mais ou menos tudo em repetição.

 

     Sábado cheguei a Lisboa por volta da uma da tarde fui a casa, tomei um duche mudei de carro e lá foi para o jantar no Parque Mayer que foi um encontro de “Marretas”. Se soubesse que ia ser um convívio da brigada do reumático, tinha aproveitado o convite do pai do Juan e tinha ido com eles para Marrocos. De qualquer das formas o Jantar até nem esteve mau. Deu para recordar velhos tempos fora das mariquices.

A vida como ela deve ser vivida para quem gosta claro-Nelson Camacho D',agoito

  Este quadro acompanha o meu pensamento

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net excepto a do Rover.

 

     Nelson Camacho D’Magoito

                (O Caçador)

            “Histórias vividas”

           de Nelson Camacho

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publicado por nelson camacho às 07:41
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