.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Terça-feira, 18 de Setembro de 2012

Preparação para o Fim-de-Semana

Gays num fim-de-semana

Um Dia na Praia da Parede

2º. ACTO – passagem por casa dele

 

    Depois de tudo ter acontecido naquele ambiente de rochas, mar e areia onde encontrei o Rui as nossas almas ficaram mais libertas para prosseguirmos o nosso namoro entrelaçado por uma áurea há muito não encontrada. (ver aqui)

    Conforme combinado na sequência da minha proposta para o Rui ir passar o fim-de-semana em minha casa já que ele estava sozinho nestes dias assim fomos.

    Ainda passamos por casa dele para mudar de roupa.

   Eu não queria entrar mas ele fez questão e como para mudar de roupa iria tomar um duche aliciou-me a também tomar um, sempre iriamos mais  frescos para minha casa.

    Como não queria criar logo ali um mau entender, acabei por entrar, levando comigo um saco com uma muda de roupa que me acompanha sempre no carro.

    Ao ver aquela manobra o Rui atirou:

      - Quer dizer! Vens sempre preparado com outra roupa!

      - É!!! É um hábito antigo! Não saio de casa sem esta maleta portadora de uma ou duas mudas de roupa para quaisquer eventualidades. E esta é uma delas.

      - Quando chegar à tua idade, também vou passar a fazer o mesmo.

      - Ainda não me tinhas chamado de velho!

      - Velho não! Mas “cota”, vou passar a chamar-te. Eu ainda estou no princípio da vida enquanto tu já lá vão uns anitos- Mas atenção! Eu gosto!!! – A propósito que idade tens?

 

Kiss Gay no elevador

    Esta converse-ta, ia-se passando enquanto entravamos no prédio a caminho do elevador.

    As portas abriram-se, empurrou-me para o fundo e antes de me beijar retirou do seu saco uma taça e entregou-ma.

      - Se fosses da minha idade, não estaríamos agora aqui, nem te beijava desta maneira.

      - Com taça e tudo!?. Não posso acreditar!

      - É verdade! Foi a taça que ganhei ontem num jogo de Badmínton e tinha levado para mostrar aos meus amigos. Agora é tua!

    A porta do elevador fechou-se e até se voltar a abrir foi o beijo mais gostoso dos últimos dias.

 

    Primeira Cena:

 

    Entramos e fui dirigido logo para o quarto dele que por acaso ou não, era uma suit existente no fim de um corredor ficando assim separada do resto da casa. Pela aparência do que me estava a ser observado, logo verifiquei que aquele menino da praia era tudo menos gente normal do meio financeiro. O que verifiquei mais tarde pelas suas origens.

Rui abriu um armário de onde retirou dois roupões dando-me um deles ao mesmo tempo que dizia:

      - Queres ir tu primeiro tomar o duche? Meu “cotinha”! Eu vou à cozinha preparar um refresco.

    Despiu-se, e revestindo-se com um dos roupões, desalvorou porta fora.

    Naquela altura não sabia bem o que me estava a acontecer, perante tanta gentileza deste menino com 22 anos sem tiques afeminados e no meio daquela casa soberba e de bom gosto. A quando da forma como nos conhecemos na praia, nada daquilo não estava a fazer sentido, pois já não sabia quem é que ia comer quem.

 

Gays no chuveiro

    Ainda estava no duche todo besuntado de champô quando a porta de vidro se abriu e entrou o Rui ao mesmo tempo que deixava cair o roupão mostrando toda a sua nudez atlética de bíceps bem delineados e a terceira pena descaída acompanhada de dois acessórios não grandes mas também flácidos. Com todo aquele corpo ali à vista veio-me à lembrança o meu corpo que já fora em tempos q hoje já com uma barriguita nada desejada mas que sem querer se vai tendo com o acompanhar dos anos. Afinal de contas já tinha entrado na casa dos quarenta.

    Nos agarramos e nossos paus se entrelaçaram. Começámos por nos acariciar com as mãos em nossas faces, colocando nossas bocas sedentas não num beijo de cinema mas naqueles em que a língua procura troca de fluidos. Roçamos nossos corpos e as nossas terceiras pernas que é como quem diz, nossos paus, começaram a levantar-se e a fazerem já eretos, preção em nossos corpos.

   A minha mente naquele momento lá bem no fundo e por um lapso de tempo, já procurava quem iria apanhar o sabão que entretanto caíra no fundo daquele espaço exíguo mas com a fúria com que estávamos nem notávamos. Entretanto a água bastante quente ia transbordando nossos corpos ajudando a relaxar todos os músculos. Estávamos totalmente relaxados menos os paus da vida que nos tinham levado há quele momento de amor.

    Tudo foi esquecido no meio de tantas caricias abraços e beijos, até que o Rui começando por me segurar nos braços se foi baixando enquanto dizia:- É por isso que gosto de cotas, sabem dar prazer-. Baixou-se mais ainda ao mesmo tempo que me ia beijando pelo corpo até segurar em meu pau e mete-lo na boca que sugava desalmadamente.

    Eu já não sabia se lhe havia de segurar na cabeça para a movimentar menos fazendo todo o esforço para não me vir naquela altura, se havia de tentar mudar de posição para fazer o mesmo.

    Foi ele que me virou e começou lambendo-me a nádegas, e uma vez por outra, com sua língua afiada ia rebuscando meu buraquito que começou a pulsar de prazer.

    Começou por massajar-me as costas ao mesmo tempo que fazia pressão para me dobrar. Filo com gosto e acabei por sentir seu pau penetrar no meu ânus que já tinha sido lubrificado antecipadamente. Uma das mãos alcançou o meu pau. Apertou-o e punhetou-o ao mesmo tempo que me penetrava num vai e vem gostoso.

    Não foi preciso muito tempo para nossos espermatozoides feitos loucos e em catadupa, uns penetraram em mim e outros foram-se juntar há tépida água que percorria nossos corpos.

    Afinal de contas foi ele que me comeu. Mas gostei! Da próxima vez vai-me calhar a mim.

    Rimo-nos como dois adolescentes embora com a diferença de idades. Saímos do banheiro e atirámo-nos exaustos para cima da cama.

 

Gays abraçando-se - o descanço dos guerreiros

    Abraçamo-nos e adormecemos nus sonhando como tinha sido bom e como seria melhor dali para a frente.

    Quando acordamos já eram dez da noite, cheios de fome mas de alma e corpos satisfeitos. O que valeu foi o quarto estar aquecido não só pelo aquecimento centrar como do calor que nossos corpos emanavam.

      - Oí! Já viste as horas?

       - Já! São dez da noite estou a começar a estar com um pouco de frio o melhor é enroscarmo-nos mais um pouco.

       - Tá bem, tá bem!! E comer? Como vai ser?

       - Huuuuuuuu

       - Tou a falar de comida mesmo. Palerma!.

       - Há sim! Então não vamos para minha casa? Lá tenho umas comidas já feitas congeladas. É só meter no micro-ondas e está tudo feito.

       - Oky| Apostado, vamos embora.

 

Segunda Cena:

 

E assim aconteceu!

O Rui fechou tudo muito bem não sem antes ter dado uma volta à casa para ver se estava tudo limpo e em condições para quando os pais chegassem não se notasse que tinha havido bagunçada naquela casa. Ainda escreveu um bilhete a informar os pais que ia passar o fi-de-semana a casa de um amigo.

Descemos, apanhámos o meu carro e lá fomos de abalada para o fim-de-semana prometido que vai constar no 3.º acto desta história.

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

sinto-me:
a música que estou a ouvir: Faraó Gay (de Alex)
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Sábado, 16 de Junho de 2012

Eres Mi Amor Prohibido

 

Amor entre homens_Kiss Gay

 

Meu amor proibido

 

     Há histórias transformadas em poemas que vamos descobrindo na net e são tão reais e belas que me apetece partilhar com os meus leitores é o caso deste poema de autor desconhecido que descobri n no youtub e não podia deixar de partilhar com vocês.

 

     Não vou transformar este poema numa história porque ele diz tudo

 

Te amo, desde cuándo, no lo sé.
Sólo sé que este amor me ha despertado,
que a mi vida llegó sin esperarlo,
y que a mi corazón llamó sin yo buscarlo.

Te amo, desde cuándo, no lo sé.
Desde que yo en tus ojos me he mirado,
desde que me estremezco a tu lado,
desde que quiero estar donde tú estás.

Me amas, lo comprendo, lo he sentido.

Cuando oigo tu voz estremecida,
cuando siento sin ver que tú me miras,
cuando presiento que en tus sueños vivo.

Qué hermoso este amor que es alegría,
que crece con nosotros y que sólo muriendo
morirá con nosotros... algún día.

 

 

  Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

sinto-me: Fico esperando por si
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

O Comprimento do pénis interessa?

Deus grego Hermes

O tamanho do pénis tem interesse?

Sabia que o tamanho médio do pénis português é de 15,82 centímetros?

 

 

Muitas histórias aqui tenho contado sobre relações sexuais entre homens e muitos e-mails me teem enviado solicitando respostas difíceis de responder por essa forma, assim, com base na minha experiência e uma pesquisa junto de analistas da questão do pénis, com este post creio responder a todos. De qualquer das maneiras tenham sempre em atenção que o tamanho não quer dizer qualidade. Vai sempre de pessoa para pessoa.

 

Quanto ao tamanho e crescimento.

 

Podemos afirmar antes de qualquer explicação, que todo homem tem o pénis em um tamanho normal e proporcional à sua constituição física. Embora exista grande preocupação quanto ao tamanho podemos alertar que o tamanho é uma preocupação folclórica instituída com o decorrer do tempo e pela associação que se fazia entre a potência sexual e tamanho do membro. As proporções que dou a seguir são estatísticas e baseadas nas pesquisas do Centro de Estudos e Pesquisas do Desenvolvimento da Sexualidade Humana.

Em estado de flacidez o membro masculino varia de 6 à 12 cm., em estado de erecção varia de 14 a 20 cm. Os pénis que são menores em estado de flacidez reagem e tem um maior crescimento que os que são maiores em estado de flacidez.

 

Até que idade ocorre o crescimento do pénis?


A fase de maior crescimento do pénis é no período da puberdade, entre os 12 a 16 anos. Pudemos observar que existe em alguns pais uma excessiva preocupação quanto ao desenvolvimento do órgão sexual dos filhos e podemos alertar que na maior parte das vezes estas preocupações são alicerçadas em fantasias pessoais e raríssimas vezes em aspectos reais.

 

Quando o pai ou mãe se encontram preocupados com o desenvolvimento do pénis do seu filho a melhor solução é sem que ele dê por isso leva-lo a uma consulta de Urologia ou Endocrinologia. Falar com o médico antecipadamente sobre o assunto e seu filho será visto como uma consulta normal.

Colocar esta vossa preocupação a seu filho pode gerar uma série de conflitos psicológicos que irão ter durante toda a sua vida.

 

Existe algum tipo de tratamento que aumente o tamanho do pénis?

 

   
Esta questão e dúvida é comum entre os homens adultos e, pode-se alertar que não existem métodos ou tratamentos que aumentem o tamanho do pénis de um homem adulto que esteja dentro dos padrões de normalidade. Qualquer proposta ou divulgação de métodos neste sentido carece de validade. Se você tiver alguma dúvida em relação a esta questão, é melhor consultar um Médico andrologista.

 

O pénis diminui de tamanho, se o homem tiver vida sexual activa?


Esta questão é alicerçada em fantasias que não tem fundamento algum. Manter contactos sexuais ou ter vida sexual activa só pode ter influência no aprimoramento da própria sexualidade e não tem qualquer influência no aumento ou diminuição do tamanho do membro. O pénis não é um corpo muscular que pode ser desenvolvido por meio de exercícios.

 

Quanto ao tamanho e função?


Qual é a relação entre tamanho do pénis e potência sexual?


     Esta é uma questão bastante comum mas não tem qualquer fundamento. O tamanho do membro nada tem a ver com a potência sexual. A potência é determinada por factores fisiológicos, emocionais e afectivos que não tem relação com o tamanho do membro. O homem potente sexualmente é aquele que obtém prazer em seus contactos sexuais e consegue gerar satisfação em sua ou seu parceiro.

Tanto as mulheres como os homens na sua vida sexual estão mais preocupados com o aspecto emocional e afectivo. O contacto físico, as carícias, o relaxamento como se pratica o acto são a maior fonte de prazer. As mentes devem estar abertas a tudo o que possa acontecer sem tabus ou mesquinhices. A evolução do prazer até ao final da função deve-se à capacidade das carícias recíprocas. O tamanho do pénis em qualquer relação sexual é sempre secundário. O que manda sãos os neurónios que trabalham o amor.

 

 Qual é a relação entre o tamanho do membro e o prazer sexual?


     Não há nenhuma! O prazer sexual masculino é obtido por uma boa relação com a ou o parceiro, onde amor, afecto e carícias são primordiais. O homem obtém satisfação sexual com qualquer tamanho de pénis.

 

No caso de uma função heterossexual se o homem tiver um pénis pequeno pode levar uma mulher ao orgasmo?


Pelo que já esclarecemos é evidente que sim. A mulher não obtém prazer pelo tamanho do membro masculino, e sim pela sua capacidade de carícias, afecto e amor. Mais importante que o tamanho do membro do parceiro é a mágica que ela é capaz de realizar.

 

 No caso de uma função bissexual, o tamanho dos pénis também teem influência no prazer de ambos?

 

Tal como já foi explicado qualquer relacionamento sexual deve ser feito de mutuo consentimento e pressupõe-se haver afecto, carícias e actos descomplexados.

O tamanho aqui também não tem qualquer valor mesmo na penetração.

Existem muitos bissexuais (relacionamentos com homens e mulheres) que pelo facto de terem o pénis mais pequeno não os leva a terem menos prazer num ou noutro caso. O que os leva a terem uma vida sexual dupla não é em função do tamanho do pénis mas o gosto pela diversidade.

Sexualidades

Funcionamento do órgão sexual masculino.

 

Qual é o tempo normal de uma erecção?


     Esta questão cria grande expectativa entre os homens mas podemos de imediato afirmar que não existe nenhum critério de normalidade quanto ao tempo de erecção. O tempo de erecção sofre influências directas de vários factores, portanto não pode ser mensurado. A erecção vai depender do estado de excitação do momento sexual, da tensão emocional e disposição física do dia, da carga de afecto investida na ou no parceiro ou na fantasia sexual, da quantidade de carícias dadas e recebidas, da ansiedade de desempenho e principalmente do bom entrosamento do casal. O importante é que a erecção ocorra em tempo suficiente para que ambos possam obter satisfação na acção sexual.

 

Se um homem não consegue ter erecção em um contacto sexual, isto significa que ele esteja ficando impotente?

 

Não! Falhar em alguma experiência sexual por não conseguir obter ou manter o estado de erecção é um fato bastante comum. Causa medo em alguns homens por ir contra as expectativas do cumprimento do " papel de macho ". Papel fantasioso que coloca o homem como uma máquina de sexo e em muitos casos, impede o bom desempenho e uma verdadeira satisfação sexual.

Na realidade quando um homem não consegue completar um ato sexual por não ter erecção, não é um acontecimento digno de temor, pois é um acontecimento natural. Torna-se " anormal " quando o homem investe muita ansiedade e fica querendo provar para si mesmo que " não falhou ". Isto pode levá-lo a repetição da falha, pois em um próximo contacto vai estar ansioso em provar para si mesmo que é capaz. Isto pode aumentar sua ansiedade a ponto de interferir directamente na erecção e na satisfação. Se você falhou, vá despreocupado para outra actividade e dê maior importância aos jogos preliminares e na troca de carícias, pois isto ajuda a desactivar a ansiedade. Por vezes entre esses jogos, uma felação dá resultado.

 

Quantos contactos sexuais um homem normal tem por semana?

 

Existe entre os homens grande preocupação com a quantidade de actividades sexuais, quando o que seria digno de preocupação, deveria ser a qualidade e o prazer obtido, pois isto é que firma um bom relacionamento. Podemos dar uma estatística levantada no Centro de Pesquisas e Estudos do Desenvolvimento da Sexualidade Humana, " alertamos que esta estatística não pretende criar um padrão de normalidade " e sim informar sobre a maioria. Encontramos casais e homens que vivem satisfeitos sexualmente com um contacto semanal e outros que mantém satisfatoriamente média de três contactos semanais. Isto nos dá uma mostragem de um a três contactos semanais como o padrão da maioria.

 

Questões sobre a ejaculação.

 

Quanto um homem ejacula em um contacto sexual?

 

A média de ejaculação é de uma colher de sopa.

 

Qual é a relação entre quantidade de ejaculação e potência sexual?


Existe uma fantasia originada do período de adolescência, quando o jovem associa ejaculação com a potência. Ejacular mais, nesta fantasia, significa ser mais potente, assim como o ejacular mais longe ou mais forte.

 A potência é determinada por factores fisiológicos, afectivos e emocionais, que nada tem com a quantidade de ejaculação.

 

Qual é a relação entre quantidade ejaculada e fertilidade?

 

Nenhuma, pois o que determina a fertilidade ou capacidade masculina de gerar um filho é a qualidade do espermatozóides contidos na ejaculação. Para se saber sobre a capacidade de fertilidade masculina, o interessado deve procurar seu médico de família e solicitar um "espermogramo".  Por meio deste exame realiza-se a contagem de espermatozóides, sua motilidade, seu tempo de vida, etc., factores básicos da fertilidade.

 

Qual é a relação entre quantidade ejaculada e o prazer sexual?

 

Ejacular " em maior ou menor quantidade " não determina aumento ou diminuição do orgasmo, pois a capacidade orgástica masculina é determinada por aspectos afectivos, emocionais, disposição física ou grão de tensão do dia, adequação sexual na relação. Etc. Esta questão é muito comum entre os jovens, pois por falta de informação, acabam associando a quantidade, velocidade e força ejaculatória com o prazer sexual. As contracções ejaculatórias são desencadeantes do processo orgástico e não o orgasmo em si.

 

Qual é o tempo normal para se ejacular após a penetração?


Não existe um tempo " normal " e sim um tempo " ideal ", este tempo não pode ou deve ser medido pelo " relógio " e sim pelo momento de prazer obtido pelos dois, integrados na mesma acção.

 

 Sem a preocupação de gerar prazer ao outro, a precipitação ejaculatória ocorre mecanicamente após a penetração e início dos movimentos sexuais, entre o terceiro e sétimo minuto da acção. É a famosa rapidinha! O ideal é que a precipitação ejaculatória ocorra em tempo suficiente para que o outro também consiga seu orgasmo.

 

Quantas ejaculações um homem pode ter em uma actividade sexual?


A quantidade de ejaculações em uma experiência sexual é determinada pela condição ou disposição física do dia, pelos factores emocionais e afectivos, pela disposição psicológica no momento sexual, pela boa integração com a parceira sexual. Pelas nossas pesquisas no Centro de Pesquisas e Estudos do Desenvolvimento da Sexualidade Humana existe uma variação de uma a três ejaculações em uma actividade sexual, que variam conforme factores já mencionados. Na maioria dos homens a ocorrência é de uma ejaculação em cada experiência, alterando-se esporadicamente para duas ejaculações.

 

Após ejacular, qual é o tempo normal para se obter uma nova erecção?

 

Não existe um tempo " normal ", pois uma nova erecção só é conseguida pelos factores mencionados nos itens anteriores. Em sua maioria, os casais encontram satisfação com um contacto e após este contacto existe um estado de relaxação que de modo geral leva ao desinteresse de nova experiência.

 

Há no entanto ocasiões em que calmamente continuando com carícias físicas, palavras de amor. Por vezes até a continuação do jogo de sedução com algumas brincadeiras á mistura voltando a um relaxamento total o tal pau de que falamos começa novamente a eriçar-se sejam ficando novamente pronto para nova função Normalmente não leva mais que trinta minutos. Até pode acontecer que depois de uma boa soneca e um duche relaxante tudo volte ao princípio da noite.

A principal determinação para ter mais que uma erecção seguida de ejaculação é sempre desencadeada pela capacidade de dar e receber. O mais importante na relação sexual, seja ela qual for o mais importante é a qualidade e não a quantidade.

 

E sejam felizes com os seus ou suas parceiras ou com ambos.

A via é para ser vivida com os prazeres que a própria vida nos dá.

 

(Fonte da minha experiência e da internet)

 

Sempre pronto a receber vossas notícias.

    Nelson Camacho D’Magoito

             (O Caçador)

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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

A minha primeira vez

O meu primeiro encontro gay

Recordações da minha juventude

A primeira vez que fiz sexo com um colega

 

 Como qualquer menino de família de então, depois da instrução primária mandaram-me para o Liceu Camões.

Lá fui embora um pouco contrafeito na medida em que o que gostava mesmo era de jogar à bola e fazer ginástica. Em face a esta situação no primeiro ano chumbei por faltas, em vez de ir para o liceu ia para o Lisboa Ginásio. Vieram as férias e lá consegui aguentar os ralhos e descomposturas dos meus pais.

Novo ano e lá fui novamente para os estudos novamente contrariado pois só haviam rapazes. Naquele tempo nas escolas não havia escolas mistas, umas para rapazes, outras para raparigas. Como nas férias tinha tido vários contactos e criado amizades com raparigas, não aceitava lá muito bem aquele tipo de escola, era uma seca!

Por estas razões voltei a chumbar no liceu. Preferia tratar do corpo que da mente e como o Lisboa Ginásio era ali mesmo ao pé em vês das aulas, ia praticar ginástica e jogar à bola.

Mais uma vez cheguei ao fim do ano escolar sem o completar, isso valeu-me os meus pais mandarem-me de castigo para uma oficina de mecânica.

Foi assim que aos 16 anos comecei a trabalhar e como jogava á bola e fazia ginástica me corpo já tinha uma compleição física de meter inveja aos meus colegas. Juntando tudo isto ao trabalho oficinal, fui ganhando massa muscular ficando com um corpo bastante delineado, onde sobressaíam, coxas grossas e um abdómen seco e de musculação firme…

Imaginem um puto assim, junto aos colegas quando ao fim do dia íamos para os chuveiros. Quando tinha de ir aos escritórios e porque usava um fato-macaco com a parte de cima sempre aberta, também as meninas não tiravam os olhos de mim.

Nessa época parecia que todas as raparigas, colegas, vizinhas e conhecidas me queriam comer com os olhos, querendo inclusive apresentarem-me colegas, irmãs e até primas como se fosse um sex-símbolo., passando a ter fama de mulherengo...

O pior é que andava um pouco assustado com aqueles assédios, mas ao mesmo tempo gostava…

Não namorava mas ia recebendo piropos de tudo o que era mulher, até algumas casadas e amigas de minha mãe.

Os dezassete anos chegaram e na época estava a usar-se o cabelo comprido e eu também alinhei na moda. Deixei crescer o meu cabelo louro e liso até metade das costas e a partir daí é que a porca começou a roer o rabo, nas festas de família e outras era um sucesso!!!

Raparigas e mulheres mesmo casadas não me largavam, todas queriam namorar comigo, mas o que eu que me dava prazer na vida era mesmo a prática do desporto, continuando a trabalhar.

Estávamos no verão e como fazia bastante calor o patrão da oficina onde trabalhava a pedido de vários colegas, autorizou que os fatos-macacos fossem substituídos por calções e t-shirts.

Foi a partir dai que comecei a reparar que tanto os meus colegas como o patrão e até alguns clientes não tiravam os olhos de mim da minha compleição física e das minhas pernas… como tinha um rosto jovem e bonito coadjuvado com o cabelo comprido e não tinha nenhuma namorada, à boca fechada, diziam que eu era bicha, mas nada disso, o que não queria era arranjar compromissos… estava mais virado para o trabalho e cuidar do meu corpo que já era bastante atlético.

Naquele ano o verão estava bastante quente e embora durante o dia não se pudesse beber qualquer bebida alcoólica, quando fazíamos serão, lá vinha o patrão com umas cervejas fresquinhas e uns aperitivos - para molhar a palavra e o trabalho – dizia o filho do patrão, rapaz novo, aí para os seus vinte cinco anos.

Num desses serões e em um momento de pausa, dois dos meus colegas começaram com uma brincadeira de mau gosto e começaram a agarrar-me, não gostando da brincadeira e sendo muito mais forte que eles, virei-me à porrada a eles que já estavam a ficar um pouco mal tratados. A minha prática de Karaté, tanto dava para dar num como noutro… o nosso patrão que de inicio até estava a rir-se com o que seria uma brincadeira de rapazes, mas quando viu que a coisa se estava a tornar a sério, parou com a brincadeira.

A coisa parou por ali e ficámos amigos como se nada tivesse acontecido.

Mais tarde num outro serão, fiquei até mais tarde a acabar um trabalho com o meu chefe, um rapaz também novo mas metido a machão estando sempre a contar as suas aventuras com tudo o que era mulher, considerando-se o mulherengo lá do sítio. A gente ia ouvindo as suas patranhas mas não lhe dávamos credibilidade alguma… naquela noite e depois de mais umas das suas patranhas, perguntou-me de repente:

Já tiraste os três? Já alguma vez fizeste algum homem ou uma bicha? És tão bonito! Parece que te andas a perder!...

Respondi que já tinha feito umas coisas na minha infância como é normal.

Entretanto, já com umas cervejas metidas no bucho e com aquela conversa toda não só estava um pouco toldado, como o meu pénis já começava a dar ares de vida, foi quando ele me pediu para ver a minha gaita, só queria ver se era normal e ao mesmo tempo que foi colocando a mão por cima dos meus calções ia dizendo que não era bicha e que esta era uma situação normal entre rapazes, trocarem de experiências, até para verem até que ponto uma gaita era maior que a outra.

Quando a coisa aconteceu

Quando o primeiro contacto gay aconteceu

 

Eu estava um pouco o bêbado e meu pau com aquela conversa toda de gajas já estava a começar a levantar-se. Ele pediu para ver meu pau continuando a dizer ser normal entre rapazes ao mesmo tempo que o foi apalpando por cima dos calções.

Perante tal situações todo o meu corpo foi tremelicando. Ele meteu a mão por dentro dos calções e me apertou o meu pénis que já estava hirto e pulsante. Senti um gozo estranho e como tal, deixei ele continuar.

Ele tirou-o de fora e começou punhetando-me devagarinho. – Comecei a sentir um prazer enorme como nunca me tinha acontecido -.

Tirou o dele de fora e nos encostamos esfregando nossas gaitas uma na noutra ao mesmo tempo que olhando nossos olhos olho a olho nos começámos beijando num linguado frenético e saboroso. Pegou no meu pénis e o meteu entre suas pernas ao mesmo tempo que roçava o seu em minha barriga.

Estivemos assim alguns momentos até que ele se ajoelhou e começou chupando meu pénis rijo e pulsante começando num vai e vem constante até que me vim dentro daquela boca gostosa.

Ele levantou-se e novamente me recomeçou beijando.

Algo de estranho me estava a acontecer sem saber bem o quê. Só sabia e sentia que o meu pau queria mais. Ele não havia meio de murchar.

- Ainda és capaz de te vir novamente?

Perguntou ele.

- Nesta altura nem sem o que quero pá!

- Vamos para aquele canto.

 

Uma copla gay

O canto, nada mais era que um pequeno sofá para onde ele me dirigiu ao mesmo tempo que ia baixando os calções. Deitando-se na quina do sofá agarrou-me nas mãos colocando-as na sua cintura. Ao mesmo tempo que sentia meu peito nas suas costas meu pénis ficou mesmo apontado naquele buraco que se ajeitava para o penetrar.

De princípio e ajeitado por ele fui-o penetrando devagar até que ele começou bombando freneticamente pedindo que lho metesse todo ao mesmo tempo que puxava minhas mãos para lhe bater uma punheta.

Nunca tinha gozado tanto na minha vida. Era a segunda vez em tão pouco tempo que me estava a vir e a foder o cú daquele tipo virado a machão.

Viemo-nos os dois ao mesmo tempo, nos beijamos e ele um pouco constrangido me pediu que aquele clima ficasse entre nós ainda por cima por ser filho do patrão.

Estando já habituado às cantadas dele perante os colegas, alinhei até assim seria difícil descobrirem o nosso segredo.

Foi um caso que ainda durou algum tempo. Mais tarde sai daquele emprego e nunca mais o vi.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Ainda me lembro
a música que estou a ouvir: Tinha o nome de saudade
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Domingo, 15 de Janeiro de 2012

Dia de aniversário (Parte II)

 

Gays ao molho em dia de anos

Naquela noite,

o Carlos fez amor pela primeira vez

Naquele dia em que o Mário fazia anos e porque estávamos todos com falta de Euros resolvemos fazer-lhe a festa de aniversário em minha casa. Cada um levou vários alimentos, e prendas. Éramos ao todo oito rapazes sempre prontos para a “brincadeira” e como não queríamos que as nossas amigas ou namoradas nos atrapalhassem nenhuma seria convidada aliás, uma das condições propostas pelo Pedro que é sempre o mais desinibido e atrevido, a quando da reunião para marcação do evento foi logo peremptório:

 

- Na festa não há “galinhas” só “frangos” que somos nós e os outros que se irão assar!

Cá para mim! (Disse eu) Se alguém quiser comer um cru, o problema será de cada um.

 

Conforme já contei em “Dia de Aniversário (Parte I)” A festa decorreu com a maior normalidades destas ocasiões. Já eram umas oito da noite quando o Pedro foi ao carro buscar a prenda para o Mário. Conhecendo-o bem ficámos todos expectantes pois dali não iria sair coisa boa.

 

Gays do Diabo

 

Tocaram à porta, fui abrir e lá vinha o Pedro que por vezes parece que tem o Diabo no corpo, com uma grande caixa muito bem embrulhada.

Entrou dirigiu-se ao Mário beijou-o por duas vezes nas faces, entregou-lhe a caixa dizendo:

 

 - Isto é para que não te falte nada pois sei que te zangaste com a tua namorada.

 

Então se não te importas vai ser a última prenda a abrir já que de ti não espero grande coisa. - Disse o Mário –

 

Sentamo-nos todos à volta das prendas enquanto o Mário ia abrindo todos os presentes.

Desde porta-chaves, filmes porno, boxers com bonequinhos, caixas de preservativos às cores até tubos Lub xxx men’s only, havia de tudo um pouco. Depois foi há surpresa da noite e começou a abrir a tal caixa enorme que estava muito bem embrulhada. Ao abri, dentro estava outra caixa também muito bem embrulhada, depois outra, depois mais outra e outra ainda e mais ainda outra. Cada caixa que se abria existia outra. Já haviam caixas e caixinhas por toda a sala assim como papel de embrulho até mais não até que por fim, assim parecia, estava uma caixa em madeira daquelas que se compram nas lojas do chineses e devidamente fechada a cadeado.

Todos nós já não sabia-mos se havíamos de rir ou chorar a rir por tal patifaria. O Mário já estafado pegou na caixinha e com o ar mais circunspecto da vida declarou:

- Agora por castigo primeiro vamos ao bolo.

A malta não concordou e começou; Abre… abre… abre… abre… abre. e o rapas lá com a ajuda de uma faca, pois não havia chave, lá abriu a célebre caixinha. Mal a tampa se abriu, de dentro saltou impulsionado por uma forte mola - Um Caralho das Caldas.

Foi risota geral ao ponto de nos atirarmos para o chão.

Foi a grande surpresa do dia.

Passada toda aquela euforia, fomos buscar as garrafas de champanhe, cortamos o bolo, catamos os parabéns a você. Tocamos nas flûts como manda a tradição e nos beijamos todos desejando que continuássemos assim amigos sem preconceitos ou zangas para o resto da vida.

Continuámos a petiscar e a bebericar até perto da uma da noite.

Às tantas o Zeca disse para o grupo:

 

- Bem meninos! Cá por mim amanhã já tenho umas coisas combinadas para fazer de manhã com o meu pai e vou-me embora. Se alguém quiser boleias pois nem todos trouxeram carro aproveitem.

 

-Também acho que já é tarde e aproveito a boleia disse o João, já que o Jorge veio com o Mário, certamente irá com ele.

 

- Cá por mim está tudo bem. Eu e o Jorge somos capazes de ir ainda até uma sauna, daquelas que estão toda a noite aberta e pode ser que ainda façamos um cabrito. Esta coisa de fazer anos e não me estriar não dá jeito. E vocês? Pedro e Santos? Vieram os dois!

 

O Pedro com todo o a vontade que lhe é natural foi logo dizendo:

 

- Por enquanto não estou em condições de conduzir. Esta noite bebi demais e como o Santos não tem carta e o Nelson é um gajo porreiro vai deixar-me tomar um duche para passar a bebedeira e depois logo se vê.

- Espera aí! Eu também quero! Disse prontamente o Santos. – Até pode ser que ainda me venha esta noite –

- Olha o puto! Parece que está com a pila aos saltos! Então não há respeito pelo dono da casa?

- Opá! A casa é vossa. Tomem os banhos que quiserem. Têem um bom sofá onde se podem deitar desde que não queiram foder comigo, tá tudo bem.

- Olha o gajo… Já nos está a avisar que não quer nada connosco... 

- Pois não! Ele esta noite vai comer o Carlos…

- Ou vai ser comido por ele….

 

Todos se riram com aquela conversa. Ainda deram as suas graças e saíram porta fora.

 

- Como ainda vou preparar uns aperitivos para a gente, o Pedro e o Santos podem ir já tomar os vosso banhos e o Carlos vamos para a cozinha.

 

Levámos algum tempo, eu e o Carlos a preparar uns petiscos para o resto da noite que iria ser longa já que tinha-mos mais dois companheiros s quem dar de comer.

É pá aqueles gajos estão a levar tempo demais no duche, disse o Carlos:

 

Gays no duche

 

- É melhor ires ver, a casa é tua…é que eu também quero tomar um duche…

- Cá para mim, estão é a foder debaixo de água…

- Vamos espreitar?

 

Eu tinha razão……

Lá estavam eles, banhando-se como tivessem todo o tempo do mundo.

Sem mais aquelas e porque também me queria banhar a fim de ir para a cama lavadinhos e já agora queria ver a reacção do Carlos que segundo a malta dizia nunca tinha entrado nestas aventuras olhei para ele pisquei-lhe o olho e convenci-o a despir-se e entrarmos para junto deles dizendo:

 

- Estes gajos nunca mais se despacham, o melhor é entrarmos! Vai ser tudo ao molho e haja Fé em Deus.

 

O Pedro como sempre o mais atrevido, que estava tentando meter a pila no cuzinho do Santos olhou para o meu pénis do Carlos ainda flácido: - Ai filho! Vou querer chupar nessa coisa para ver se cresse.

O Carlos muito aflito encostou-se à parede exclamando:

 

Gays ao molho no duche

 - Mas vocês são gays?

- Não pá, estamos a gozar contigo, isto é como no balneário da escola, batemos umas punheta uns aos outros para ver quem tem mais comprida.

- Opá! Não baralhes o rapaz que o gajo ainda desarvora pela porta fora e eu fico sem quem me aconchegue a noite. Tu já estás aviado e servido.

 

- Pois tá bem então deixa eu chupar o teu para ele ver como é.

- Tá bem, mas só um bocadinho, não me faças vir.

- Tás a ver? Vais ver que não custa nada.

 

Não foi o Pedro mas sim o Santos que curvando-se apontou o caralho do Pedro no seu cuzinho ao mesmo tempo que metia o meu membro já todo eriçado na sua boca gostosa enquanto eu ia punhetando o caralho virgem do Carlos.

 

Todo mundo guinchava: (Eu com ao caralho na boca do Santos, O Pedro com o dele bombando todo dentro do cu do Santos e o Carlos presenteado com a punheta que eu lhe fazia. Não tardou muito que todos nos viesse-mos abundantemente. Estávamos todos esporados. Até o Carlos. O que valeu foi o estarmos debaixo daquela água quentinha do chuveiro para ao mesmo tempo que nos vínhamos nos limpávamos.

Estivemos naquelas andanças mais de meia hora. Cada um com uma toalha à cintura, fomos para a cozinha. Estava tudo cheio de fome. Abri uma garrafa de champanhe, fiz uns ovos mexidos com chapinhou e umas pequenas fatias de mão torrado com maionese.

O atrevidote do Mário enquanto ia beijando o Santos, ia dizendo para o Carlos:

- Tás a ver como o Nelson trata bem a rapaziada? Esta noite vais ter a maior prova de amor que alguém te pode dar. Digo-te com experiencia própria pois já tenho dormido com este gajo e é muita bem na cama. Está descansado que le só faz o que quiseres e eu não vos vou chatear. Já tenho o meu Santos que é um santinho na cama. Ficamos bem no sofá.

- Pois… é tudo muito bonito para vocês mas nunca dormi com um homem e o que fizemos no duche foi tudo novidade para mim. (disse o Carlos)

- Meus caros, parece que chega de conversa. Como dono da casa! Ordeno!! Vocês podem ir-se deitar pois já teem a cama feita e o Carlos vai comigo para o meu quarto.

Despedimo-nos todos e conforme ficou estipulado, cada um foi para a sua cama.

Antes de ir para o quarto ainda passei pela cozinha e fui ao frigorífico buscar uma lata de spray de chantilly.

O Pedro olhando para o que tinha ido buscar à cozinha e já sabendo do que a casa gasta piscou-me o olho e atirou para o Carlos:

 

- Vai ser bonito vai. Esta noite alguém vai ver as nuvens.  

- O que ele quer dizer com aquela?

 

 Colocando-lhe um braço pelos ombros como caminhando-o para o quarto fui dizendo:

 

 - Não ligues, já sabes como ele é. Gosta de dizer coisas e hoje deu-lhe para o ciúme mas não tem razão pois está bem acompanhado.

                                       

 - Sabes que tudo isto é novidade para mim e o que fizemos no chuveiro nunca tinha feito.

 

O nosso primeiro beijo

 Quando entrámos no quarto, deixei cair a toalha tirei a dele atirando-o para cima da cama e preguei-lhe um grande beijo.

A reacção foi como se já estivesse à espera.

 

- Nunca tinha beijado assim… Já experimentei com raparigas mas contigo há qualquer coisa de especial. Estou um pouco envergonhado… Podes apagar a luz?

Mas era aquilo que eu estava mesmo à espera.

Para apagar a luz tive de me debruçar obre ele, ficando o meu pénis já hirto roçando o reguinho dele. Mexeu-se como a confortar melhor a posição e só tive de começar a beijar-lhe as costas ao mesmo tempo que ia roçando a cabeça do meu pau naquele rego que já me estava a deixar louco mas por enquanto não queria tentar penetrá-lo. Virei-o e comecei por mordiscar seus peitos ao mesmo tempo que ia lambendo todo aquele corpo até àquele pénis descascado e de cabeça lustrosa. Aquele caralho ainda com pouca ou nada de experiencias sexuais foi penetrando em minha boca até às amígdalas. Fodi com a boca aquele saboroso pau. Ele gemia e contorcia-se. Sentindo que se estava quase a vir, mudei para a posição do 69 procurando a boca dele com o meu pau. Ele aceitou e penetrámos ambos nossos paus em nossas bocas. O Carlos chupava-me com uma sofreguidão que há muito não sentia a outro puto.

Desfiz aquela posição a voltamos à posição chamada normal. Ele já se estava a vir aos bocadinhos começando a sair daquela cadeça uns sulcos de esperma que ao saboreá-lo verifiquei que de facto o puto era virgem em tudo. Coloquei-me de frente peito a peito e nos começámos a beijar sofregamente. Acariciando-o lentamente perguntei:

 

- Já fodeste alguma vez?

- Não! É a primeira vez que tenho relações.

- E estás a gostar?

- O estar a gostar é pouco. Meu corpo e minha mente treme de satisfação.

- Vou dar-te uma prenda. Queres?

- De ti parece que vou aceitar tudo.

- Como é a primeira vez, vamos fazer sem preservativo para sentires melhor prazer. Vou tirar os três a este caralho e vais ver se não é bom.

 

Encolhi todo o meu corpo e sentei-me naquele caralho virgem sem experiência que a pouco e pouco foi penetrando em meu cu cavalgando constantemente. O Carlos parecia ser já um puto experiente pois o seu corpo movimentava-se ao sabor do meu cavalgar, penetrando cada vez mais até me fazer doer um pouco mas o que me dava goso era todo aquele movimento de vai e vem. Ele guinchava de satisfação ao mesmo tempo que ia fazendo-me uma ponheta.

Tudo aquilo durou pouco tempo pois de repente começou a punhetar-me com mais força e bombeando meu cu com mais movimento. Estremecemos os dois. Minha esporra esguichou para o seu corpo chagando a atingir sua boca ao mesmo tempo que sentia também um seu forte esguicho daquela porra a penetrar dentro do meu corpo. Estávamo-nos avir com abundância.

 

Ficámos assim durante algum tempo. Ele com seu caralho gostoso dentro de mim. E ele ainda apertando o meu com mais força como a não querer largá-lo.

 

Ditámo-nos exaustos em forma de concha ficando ele de costas para mim com aquele cuzinho encaixado na parte mais baixa do meu peito e adormecemos até de manhã.

Carinho gay durante a noite e muito mais

Já o Sol entrava pela janela do quarto quando acordei com um tesão do caralho.

Movimentei-me m pouco e com uma das mãos fui ver como se encontrava o dele. Rijo como nada tivesse acontecido. Mal lhe toquei começou a mexer-se e segurando na minha mão foi apertando-a como a pedir par lhe bater mais uma punheta ao mesmo tempo que ia mexendo aquele cuzinho como a procurar minha picha.

Estávamos prontos para reiniciar mais um momento de sexo.

 

Comecei mordiscar-lhe as orelhas ao mesmo tempo que ele ia virando só a cabeça para me beijar.

Colocando-o numa posição de elefante (a posição mais confortável) comecei a apontar minha gaita naquele cuzinho apertadinho. Ele fez por se ajeitar e com voz muito suave:

 

 - Devagar meu querido, eu nunca fiz isto.

- Calma que não te aleijo.

- Estou novamente cheio de tesão. Depois deixas meter-te novamente?

- Calma que nesta posição não vai doer nada.

- Vou penetrar-te devagarinho mas se achares que estou a doer diz, tá bem?

- Sim meu amor mas depois quero experimentar outra posição.

 

Devagar devagarinho lá fui com a maior das calmas penetrando aquele cuzinho que se movimentava num aperto e desaperto que só por isso fazia com que me viesse ainda mais depressa. Eu bombeava todo o meu cacete dentro daquele corpo por quem já estava apaixonado enquanto ele ia apertando mais as nádegas. Vi-me de repente e minha esporra lá foi seu caminho fora transbordando ainda alguma. O Carlos tremeu todo e ainda mais apertou aquele cuzinho que deixou de ser virgem naquele momento.

 Estávamos os dois loucos de satisfação. Aguentei mais uns minutos e fui fazer o prometido.

Virei-o para mim e começámo-nos a beijar. Ele descia pelo meu corpo mordiscando-me até ao meu pénis chupando-o com sofreguidão. O puto estava mesmo aflito. Beijava, mordia,

lambia meus sacos e a cabaça da gaita fazendo com que em pouco tempo voltasse a ficar com uma tesão dos diabos.
 
Kamasutra Homo na posição canina

Estava quase a vir-me novamente quando nos colocamos naquela tão saborosa posição canina. Segurei naquele pai rijo nem grosso nem fino (no tamanho normal) e ajudei-o a penetrar-me. (tive de o ajudar derivado à sua pouca experiência a penetrar-me. Era a segunda vez na sua vida que tinha penetrado num cú e o meu tinha sido o eleito naquele noite)

Agarrando-me pela cintura e socando-me com toda a força ao mesmo tempo que ia apertando as minhas nalgas começou a vir-se ao mesmo tempo que me beijava as costas em e punhetava o meu pau.

Viemo-nos mais uma vez naquela noite e mais uma vez nos atirámos para o lado exaustos mas com o dever cumprido para uma primeira noite de amos.

 

Bateram à porta!

Era o Pedro e o Santos. Nus e de mãos dadas, perguntando se ainda havia leite para o pequeno-almoço.

 Tapamo-nos de repente, e começámos a rir da veleidade do Pedro, que sem mais aquelas, afastou-nos os lençóis, e ambos meteram-se na nossa cama.

È pá para ai! Pelo menos vamos primeiro fazer o pequeno-almoço e depois logo se vê….. 

 E assim foi… Uns para o banho e outros para a cozinha.

O que aconteceu depois?

Conto mais tarde para que serve o chantilly, ou então venham a uma das minhas festas de aniversário e logo saberão como é e para que serve terem-se amigos que não sãos gays mas que gostam de brincadeiras sexuais.

 

Já agora podem comentar a história do aniversário do Mário

 

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Fiquei com uma tusa dos diabos
a música que estou a ouvir: Nothing to hide
publicado por nelson camacho às 03:21
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