.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Quarta-feira, 5 de Março de 2014

Meu vizinho gostoso

meu vizinho gostoso

     Estava às voltas com um conto bastante complicado para postar em “O Canto do Nelson”, já ia na sexta folha A4 e nunca mais surgiam ideias para me desenvencilhar de um dos personagens as cápsulas de café já tinham acabado e sem aquela maldita bebida os meus neurónios não funcionam lá muito bem e então resolvi ir até ao café. Estava chovendo como vai sendo normal nesta data e então resolvi ir de carro.

Como estava mesmo mau tempo não fui mais longe que do café cá do sitio.

 

     Entrei e pedi um cinbalino acompanhado de um conhaque e fui sentar-me a um cantinho.

Estava a dar um treiler na tv daqueles que é só porrada e tiros.

Na mesa na minha frente estava um rapaz que aparentava uns vinte e cinco anos e como dizem os brasileiros “muito gostoso”. Para mim tinha um senão, já o tinha visto lá no sítio de braço dado umas vezes, outras de mãos dadas com uma rapariga que das duas uma era namorada ou mulher mas também já tinha notado que cada vez que nos atravessávamos na rua, mirava-me de alto a baixo inclusive por duas vezes virou-se para me olhar melhor.

Achei estranho pois não só já não um jovem apetecível como nem sou amaneirado nem tenho qualquer letreiro na testa anunciando que gosto disto ou daquilo sexualmente. Sou o tipo de homem o mais natural possível.

Recordando-me desses encontros fortuitos fixei com mais insistência o olhar dele que se cruzou com o meu da mesma forma.

 

     Minha avó sempre me disse que “Santos ao pé da porta não fazem milagres” mas naquele momento e com o cruzar de olhares esqueci-me do conselho da avó e entabulei conversa. Não tinha nada a perder.

 

        - Então hoje está só?

       - Sim!.. Minha mulher foi passar a noite a casa da mãe que está doente e esta noite fiquei livre como os passarinhos. Vou dormir sozinho.

        - Quer dizer!.. Só e abandonado. Eu hoje também estou abandonado e com este mau tempo não me apetece ir a algum lado.

         - Pois!.. Eu mesmo que quisesse, não podia, pois minha mulher levou o carro e a pé nesta vila não há onde possamos nos entreter.

         - Porque não se senta aqui na minha mesa!.. Sempre fala melhor.

         - Tem razão até parecemos dois namorados há antiga namorando de janela.

 

     Com aquela de namorados há janela estava tudo dito. O que ele queria era foda. Durante mais de ma hora falámos de coisas triviais da vida, apresentámo-nos e bebemos mais uns copos nunca tocando no assunto que estávamos pensando.

O empregado veio muito solícito informar-nos que estava na hora de fechar o café. Nem tínhamos dado pelo tempo. Já era uma hora da noite. Pagámos e dirigimo-nos para a saída.

São Sebastião que é o Santo protector dos Gays devia estar a olhar para nós e tinha combinado com o São Pedros para não parar com a chuva que caia copiosamente.

 

     Aproveitei aquela bênção e comentei.

 

         - Tá tramado! A pé e sem transporte como vai para casa? Ou mora perto?

         - Por acaso não é nada perto mas também não é longe.

         - Mas eu estou de carro e posso leva-lo.

 

     Ele aceitou prontamente com a condição de tomar mais um copo em casa dele já que ninguém estava e só voltava no dia seguinte depois do almoço.

 

     Era isso mesmo que eu queria e há umas horas que na minha mente ia engendrando forma de o levar a minha casa portanto a aceitação da boleia e o convite para tomar um copo em casa dele vinha mesmo a calhar.

     Assim que chegámos ele com o comando fez abrir a porta da garagem e entrei com o carro. A porta foi-se fechando com ele ainda dentro do carro, virou-se para mim, fitou me nos olhos e deu-me um tremendo beijo ao mesmo tempo que disse: - Não é preciso dizer mais nada.

 

        - Não! Já tinha notado por várias vezes o teu olhar penetrante como a dizer que me querias comer. Mas andavas sempre com a tua mulher e hoje o São Sebastião e o São Pedro combinaram o nosso encontro.

 

     Com aquele beijo ardente e gostoso conjuntamente com um abraço forte memo ali no carro como a querer seu corpo entrar dentro do meu, que estremeceu como a solicitar que mais algo entrasse dentro de mim.

 

        - Desde que o vi a primeira vez nunca mais me saio da mente a oportunidade de o comer como ninguém. – segredou-me ao ouvido o Eduardo.

 

     Perante tal informação de desejo e sendo um tipo casado certamente seria uma boa foda e não me contive.

 

         - Então vamos aproveitar cada minuto até de manhã.

O primeiro beijo gay

     Entramos e fomo-nos despindo até ao seu quarto. Atirámo-nos para o meio da cama e ficando ele por baixo comecei passando minha língua por todo o seu corpo musculado desde os mamilos ao abdómen passando às virilhas até chupar aquela vara dura. Ele gemia de prazer e eu sufocava com aquele pau na minha boca.

 

     Eduardo gemeu mais um pouco e perguntou:

 

        - Estás gostando?

 

     Eu com a boca cheia, respondia apenas , hummm!!

 

        - Também estou adorando. Você é descomunal Mas não me faça vir pois quero comer teu cuzinho.

 

     Eu ia tirando e metendo em minha boca ao mesmo tempo que com uma mão apertava aquele pénis gostoso com a outra fui manuseando com o dedo indicador o anos dele preparando-o para a minha cópula.

 

     Eduardo gemeu mais e pediu que fosse ele o primeiro a comer-me pois nunca tinha sido penetrado. Fiquei louco com o pedido pois iria tirar-lhe os três no cu apetecível mas não deixei de aceitar a tentação do semi-machão me comer.

 

a primeira keke gay

      De repente, ele levantou-se, e colocou-me de quatro, enquanto dizia;

 

        - Esta noite vou dar a melhor foda da minha vida.

        - Não me digas que não tens uma fodas boas com a tua mulher.

        - Desta forma não. É a minha primeira experiencia. E Tu?

       - Já vais ver do que sou capas mas lubrifica primeiro com um pouco de saliva pois sou apertadinho.

 

“Aquele gajo podia não ter ainda não sabia o que lhe esperava ou talvez andasse à procura de alguém que também o comesse mas a verdade é que sabia foder como um verdadeiro macho. É nestes casos que adoro gajos casados. Só sabem metade mas o suficientes para sarem prazer a um bissexual que é o meu caso”.

 

     Ele assim fez e começou apontando meu cú e lentamente foi-me penetrando pouco a pouco e me contraio um pouco. Depois relaxei e senti todo aquele pau dentro de mim até que as bolas baterem nas minhas bebas, Gemi de maior prazer quando ele veio com uma mão masturbar-me.

 

        - Aguentas todo?

        - Sim. Movimenta-te devagar para nos dar maior gozo.

 

     O devagar foi treta pois começou não só num movimento de vai e vem constante e furioso como me ia masturbando repetidamente de tal forma que ao mesmo tempo que gemia de uma pequena dor e prazer com aquele pau dentro de mim para não me vir segurei-lhe na mão para parar

 

        - Queres parar?

        - Não… Não me quero é vir ao mesmo tempo que tu pois também quero comer-te.

        - Achas que sou capaz?

 

     Ao mesmo tempo que fazia a pergunta, deu mais umas estucadas frenéticas e senti todo o seu leite dentro de mim ao mesmo tempo que era a vez de ele guinchar de prazer.

 

     Foi uma foda como os coelhos, mal se veio atirou-se para o lado transpirando

 

        - Deixaste-me louco. E agora?

 

     Contrai-me e deitei-me de papo para o ar agarrei-o e puxei-o para cima de mim de forma a ficarmos com nossos peitos juntos segurei-lhe na cabeça e comecei beijando seus lábios. Ele consentiu e linguajamos durante algum tempo até que comecei a sentir seu pau novamente a levantar-se de encontro ao meu. Comecei baixando sua cabeça pelo meu corpo até meu pau que se mantinha hirto. Não foi preciso fazer qualquer pressão para o sentir na sua boca Para a sua primeira vez até não estava mau. Mais uma vez eu gemia desta vez por outra razão. Depois de uma chupadelas boas e fazendo tudo e mais alguma coisa para não me vir Perguntei:

 

        - Não queres experimentar?

        - Mas nunca levei no cú.

        - Vamos arranjar uma posição para iniciados e vou ter bastante cuidado.

 

um Gay sentado na pricoca

      Então peguei no seu corpo e coloquei-o à minha frente de costas para mim e com um pouco da saliva fui lubrificando a entrada do ânus até penetrar um dedo para maior lubrificação ao mesmo tempo que o masturbava. Ele movimentava-se dando sinal que estava gostando então pegando-o pelas ilhargas coloquei-o cima do meu abdómen. Estávamos novamente a ficar loucos de prazer então chegou a altura de com o meu pau em riste senta-lo nele. Naquela posição o seu cuzinho ficou todo aberto e o pau lá foi entrando devagar devagarinho. De repente ele sentou-se mesmo o pau penetrou de repente, deu um tremendo grito. Deixei ficar durante um tempinho até que ele se começou movimentado como a cavalgar. Tinha acabado de perder os três.

 

     Começamos a nos movimentar. Ele cavalgando e eu ao mesmo tempo que me movimentada ia-o masturbando até que ao mesmo tempo que sentia novamente o seu leite desta vez em meu peito também o meu ia ficando dentro dele.

Nossos gemidos saíram de controlo. Nossos corpos ardiam de tesão e prazer gozando ambos em toda a plenitude.

 

         - Que delícia adivinhava que não me ia arrepender quando olhei para ti a primeira vez.

         - Ficaste satisfeito na totalidade? E agora o que vais fazer com a tua mulher?

         - Vai ser um segredo entre nós dois. Vou-te apresentar a ela como meu amigo para pudermos encontrar mais vezes. Não penses que te vou deixar.

 

          - Pode ser. Mas atenção é mesmo um segredo entre nós pois cá na Vila ninguém sabe destas coisas.

          - Olha que giro que era eu casado e passarem a saber que ia para a cama com um homem não só ficava frito com a família como me passavam a olhar de lado e se calhar a chamarem-me nomes.

          - Não te preocupes com isso não és o único casado que vai pata a cama com homens nem serás o último.

          - Já te passaram pelo goto alguns.

          - Pelo goto pelo cú pela picha por todos os lados. Gostam de estar comigo pois sou pessoa respeitável. É uma das vantagens das nossas diferenças de idade. Não damos bandeira.

          - Tens relações com algum cá da vila como eu?

          - Está mesmo a ver que te ia contar.

          - Era só para saber se contas ou não.

      

     Beijámo-nos como fora a primeira vez mandámos algumas gargalhadas e exaustos acabamos por adormecer.

 

FIM

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

              Nelson Camacho D’Magoito

                       (O Caçador)

          “Contos ao sabor da imaginação”

                  © Nelson Camacho
  2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

 

 

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 01:32
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

A primeira vez do Jorge - II Parte

Valeu a pena ter ido até ao mar recolher energias.


Para ver como tudo começou clic (aqui)

O céu e o mar

 

     Aquela tarde tinha sido bastante proveitosa. Tinha ido até ao mar buscar energias para a minha escrita e no final tinha encontrado o Jorge, moço desinibido amante de leituras e desimpedido de qualquer compromisso sexual.

     Andava um pouco confundido com as ideias. A namorada tinha-lhe dado com os pés, sexualmente ia batendo uma de vez em quando portanto estava no seu subconsciente pronto segundo a minha análise psicológica a aceitar uma amizade como a minha que não perco uma boa oportunidade de levar para a cama alguém que me agrade à partida e não seja tipo bichana.

     Se for um que nunca tenha provado ainda me dá mais pica para levar água ao moinho como é hábito dizer-se.

 

     Já estávamos no fim do jantar e conversando ao som de uma música de  André Riau baixinho. Já ia-mo na segunda garrafa de champanhe e a entrar na sobremesa que era uma mousse de chocolate regada com vinho do Porto.

     Durante todo o jantar lá fui ouvindo as suas aventuras de macho, nunca tocando na área da homossexualidade.

 

     Acabamos de jantar e fomos até ao escritório onde tinha o bar e perguntei:

 

- Queres café?

- Sim pode ser. Nunca tinha visto uma máquina de café assim.

- É toda automática. Queres experimentar? Vem para dentro do balcão. Eu ensino-te enquanto preparo uns conhaques.

 

     Estava dada a ocasião com que há tantas horas desejava.

     Coloquei-o de barriga frente ao balcão na direcção da máquina e por traz dele em jeito de abraço levei suas mãos até à cápsulas de café que inseri na máquina. Com este gesto fiquei bastante encostado a ele. Meu robe de seda deslizou e fiquei de peito e Shorts há mostra de onde senti minha verga levantar-se rapidamente apertei mais um pouco e fiquei mesmo colado às cotas dele e meu pau na direcção daquele cú mesmo por baixo das calças. Por momentos não aconteceu nada nas de repente talvez por ele sentir minha verga em seu corpo. Virou-se de repente e e vi seu olhar espantado em meus olhos. Não aguentei mais e dei-lhe um tremendo beijo que durou alguns segundos. De repente segurou-me nos ombros como a afastar-me coloquei as mãos no balcão como a segurar-me e não deixar espaço para ele fugir e voltei a beija-lo mas desta vez não um simples beijo de lábios mas de língua e tudo.

     Desta fez ele foi recíproco e nossas línguas envolveram-se numa batalha constante quase a sufocar que durou não segundos mas minutos.     Afastei-o e perguntei:

 

- Gostas-te.

- Nunca tinha recebido um beijo desta maneira.

- Também gostei bastante. É muito saboroso.

 

     Desta vez foi ele que me beijou fervorosamente. Não perdi mais tempo e abri-lhe o cinto das calças que caíram e ficou só de cuecas, Fui até ao seu pau agarrei-o e senti que se estava a levantar. Entretanto o meu já tinha saltado cá para fora dos shorts e encontraram-se os dois.

 

- Sempre queres ver como é os “Cinco a dois”

 

     Não obtive resposta pois nossas bocas voltaram a colar-se. Levei uma das suas mãos até aos nossos pénis que estavam hirtos e juntinhos e fiz com que ele os masturbasse.

 

     Podíamos ter ficado por ali mas não. Mentalmente fiz tudo e alguma coisa para não me vir e então despi-lhe a camisa e comecei beijando aquele corpo atlético mordiscando um e outro mamilo à vez até ir parar nos seus genitais, baixei-lhe as cuecas. Não era ainda hora de gozar seu mastro que pela aparência de momento era bastante gostoso, não muito grande nem grosso portanto o ideal para levar com ele. Peguei-o ao colo e levei-o até ao sofá.

 

Kiss Gay

     O gajo já se estava esquecendo do que era foder com uma mulher pois estava a dar-lhe maior prazer que jamais alguma vez tenha tido. No sofá comecei por beija-lo desde a boca até ao pirilau.

 

        - Mete na boca.

        - Se fizeres o mesmo. Mete-o até as campainhas.

 

     Palavra não eram ditas e é ele mesmo que se coloca na posição de 69 e começámos nos amá-mos mutuamente.

KamasutraHomo em posição de 69

 

     Aquele pau gostoso estava cada vez mais hirto. Aquela cabeça lustrosa que com a ponta da língua rodopiava começou a latejar e a sair um pouco de leite agridoce e muito branquinho tal iogurte natural. Ele por sua vez, também lá ia chupando e apertando os lábios. Derivado há inexperiência já sentia seus dentes no meu caralho que se começava a queixar.

     Então parei e perguntei:

 

        - Estás a gostar

 

     Em resposta a única coisa que ouvi foi um huuuuuuuu e continuou.

 

        NOTA: “A quem me ler neste momento e tenha a intenção de comer um macho da primeira vez não seja mais “papista que o Papa” e para o relaxar na totalidade deixe-se comer primeiro e depois então tente. Com alguma experiência vai ver que consegue”.

  
Kamasutra copula gay

 

     Antes que houvesse alguma desgraça o não pudesse aproveitar aquele iogurte que teimava em sair sentei-o no sofá e sentei-me na sua piroca como montado em corcel apontei em meu cú que já fervilhava de gozo, fiz pressão a ali vai aquele pau fazendo algo que não esperava. Comer-me com toda a ganância.

     Eu cavalgava e ele movimentava seu corpo, gania de prazer ao mesmo tempo que me masturbava. Foram uns longos minutos até que ambos gememos de gozo, prazer e raiva e nossos espermas saíram do seu local permanente até sentir o dele caminhar meu corpo dentro e o meu ir-se depositar na carpete.

 

      Ficamos ofegantes e acabamos abraçados e nos beijando.

 

         - Gostas-te? Perguntei.

         - Quando comecei a olhar para ti pela primeira vez algo me dizia que um dia iria acontecer isto mas nunca como foi.

         - Já tinhas tido relações com homens?

         - Nunca assim. Uma vês na escola e já lá vão uns anos, com um colega batemos umas punhetas mas não passamos disso. Não tínhamos experiência. Já tive com umas namoradas mas elas são mais estúpidas que eu. Só dão beijinhos e batem uma punhetas. Só uma vez tine uma que me deixou comer-lhe a rata.

          - E gostas-te?

          - Não é mau mas tu deste-me muito mais prazer.

          - E ainda vamos no primeiro ronde. Agora vou tomar um duche e se quiseres também podes tomar um.

          - Também acho, sempre ficamos mais fresquinhos para o segundo ronde como tu dizes. 

          - Quer dizer que não te importas de ir a outra? Tens força para tanto?

          - Creio que contigo era capaz de foder toda a noite.

          - Vamos ver…  Para já vamos Há higiene, Primeiro vou eu e depois vais tu enquanto faço um petisco que esta cena de foder dá-me uma fome do caraças. Na casa de banho tens um robe para vestires.

          - Ok

2 Ronde

 

     Quando o Jorge saiu do banheiro vinha com o robe vermelho que lhe tinha deixado no banheiro. Quando passou pelo corredor ao passar pela porta do quarto chamei-o e entrou.

     Tinha à sua espera junto à cama um carrinho de serviço com o petisco prometido.

 

         - E pá!.. Isto assim é outra coisa!.. Disse ele olhando para tudo e muito admirado.

         - Dá-me um isqueiro ai de cima da cómoda.

         - Não me digas que vais fumar na cama.

         - Não,,..   Na cama vai fazer outras coisas ma para já vamos ao petisco. Espero que gostes.

 

     Peguei o isqueiro a acendi a vodka que envolvia a Omeleta com champiñóns ao Flambê . Esta ardeu de imediato e antes que ele dissesse alguma coisa enchi dois copos de pé alto com vinho branco de reguengos e entreguei-lhe um e puxei-o para o meu lado na beira da cama. Então sim, ele comentou.

 

          - Não há dúvida que sabes receber um gajo. Em tua casa tudo o que acontece parecem cenas tiradas de um filme.

          - Não te estás a sentir bem?

          - Queres que te diga um segredo?

          - Diz…

          - Até aqui tudo me parece um sonho. Nunca julguei que o ter sexo com um homem me desse tanto prazer. Era isto que dizias irmos ao segundo ronde?

          - Tens que concordar que na cama será muito melhor que aquele sofá no escritório. E depois deste petisco que até afrodisíaco ficas pronto para outra aventura

          - Com o tratamento que me está a dar, nada te vou recusar.

 

      Eram aquelas palavras que queria ouvir. Dali para afrente a coisa iria ser muito mais fácil.

      Comemos e bebemos e acabamos por mos deitar lado a lado conversando de coisas banais até que lhe afastei o robe para que ficasse totalmente nu.

      Ele não ó ajudou como também ajudou a retirar o meu.

      O quarto não só estava quente no seu ambiente como os nossos corpos também então começámos nos beijando. Beijamos tudo o que havia para beijar até que ele fez menção de me voltar para ele começando a beijar-me desde o pescoço até ao rego do cú começando por fazer anilingus como se estivesse a faze-lo no clítoris de uma gaja. (talvez já o tivesse feito) mas embora aquilo me estivesse a dar grande prazer não era aquilo que queria. Depois de gemer um pouco e já pronto a receber novamente naquela noite o seu mangalho perguntei se não seria a minha vez de o fazer gozar assim.

     Sem palavras porque o memento não era propicio para qualquer diálogo saiu daquela posição e voltamos frente a frente então perguntei:

 

         - Posso beijar tuas costas?

         - Virou-se e ficámos numa das posições mais confortáveis para a primeira vez.

Kamasutra gay copula de conchinha

      Primeiro manuseei a entrada daquele cuzinho virgem com um pouco de saliva até entrar o dedo que volteei calmamente.

      Depois agarrei no mastro dele masturbando-o levantei-lhe uma perna e de vagar devagarinho fui metendo o meu pénis que há horas não pensava noutra coisa e fui penetrando-o. Ele gemeu um pouco mas masturbando-o com mai força ele movimentou-se para mim, descontraiu-se e passados segundos o meu pau entrou todo até aos tintins. Ambos nos movimentamos freneticamente até gozarmos os dois ao mesmo tempo.   quele gajo já não ia sair dali com os três. Relaxamos ambos até nossos paus passarem a ser coisa sem importância. Enroscamo-nos puxamos os lençóis para cima de nós e adormecemos.

 

O Resto da história fica para outro dia assim como nós ficamos amigos para sempre.

 

           As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

           Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

                  Nelson Camacho D’Magoito

                         (O Caçador)

              “Contos ao sabor da imaginação”

                      © Nelson Camacho
     2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 21:29
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Um encontro saboroso

     Tinha acabado de receber mais uma notificação das finanças para pagar uma coima sobre um selo de carro que já tinha pago de 2011 referente a um carro que vendi há uns anos e que o actual dono não tinha pago. É o que acontece o que vende carros a n altura o comprador não põe o dito em seu nome.

     Estava furioso. Ainda não tinha feito a barba nem tomado banho. O tempo estava também furioso. Ventania e chuva continuavam como há pelo menos quinze dias.

     Uma calças velhas (velhas para mim porque estão rotas nos joelhos mas agora dizem que é moda e visto-as para parecer um tipo mais novo) e um blusão quentinho um boné vermelho a condizer com o carro as chaves do mesmo e lá fui até ao meu canto de meditação frente ao mar.

Praia de São Julião - Sintra

 

 

Praia de São Julião - Sintra em tempo de temporal.

 

     O mar estava uma merda. Ondas pequenas mas vinham lá do horizonte espraiando-se praia dentro deixando à descoberta os calhaus que normalmente a areia encobre.

 

     Assim que entrei na explanada o Carlos (empregado do estabelecimento e meu amigo intimo em algumas ocasiões) veio todo solicito cumprimentar-me e perguntar se queria o mesmo. É obvio que não se referia a outra coisa que não fosse a bebida pois não era hora, local ou ocasião pata outra coisa. Outras coisas que vocês estão pensando fazem-se no recato de minha casa, Então disse que sim!.. e lá veio o café com um pastel de nata.

 

     Entretive-me a olhar o mar e a ler o jornal que ainda não lhe tinha posto a vista de cima e está à disposição dos clientes.

 

     De repente comecei a ouvir o relato de um jogo de futebol qualquer que estava dar na TV. Olhei e vi todo o mundo virado para o ecrã. 

     Continuei a olhar o mar e a ler o jornal, pois o futebol é desporto que não me interessa. Digo por graça que são vinte e dois tipos a correr atrás de uma bola mais salvo erro cinco árbitros a ver se está tudo bem e no fim de tantos pontapés da desgraçada bola que não teve culpa alguma vão-se todos embora e deixam-na ficar no campo esquecida e desamparada.

 

     Ora bem. Aquele barulho já me estava a incomodar quando na mesa ao lado se sentou um moço também com um café e um pastel de nata ao mesmo tempo que falava ao telemóvel e aparentemente também não estava ligando ao que se passava no ecrã.

Eu estava de costas para o dito ecrã, ou seja de frente para tal moço. Olhamo-nos nos olhos e qual não é o meu espanto quando o vejo olhar-me com mais insistência ao mesmo tempo que em vez de comer normalmente o pastel de nata metia a língua do creme do mesmo e rodopiava a parte do folhado ao mesmo tempo que esgava um sorriso maroto.

 

     Fiquei aflito com aquela situação mas como não perco uma oportunidade tentei entabular conversa.

 

- Estes pastéis de nata até parecem os de Belém.

- É verdade!.. Quando cá venho é o que como.

- Mas você é de cá? Nunca o tinha visto.

- Sou de Sintra mas às vezes quando quero ver o mar é nesta explanada que me sinto bem,

- De facto é bastante agradável até por estar totalmente coberta e envidraçada.

- Pois!.. Mesmo com vento e frio aqui não entra. E você é de cá?

- Não!.. Sou do Magoito.

- Mas o Magoito também tem uma boa praia e um bom café restaurante.

- De facto é verdade mas aqui é tudo mais agradável.

- Está isto que você não gosta de futebol. Está de costas voltada.

- Não é o meu deporto favorito. Gosto mais de surf mas agora está mau tempo para o praticar.

- Que dizer você gosta mais de desportos mais radicais.

- Sim!.. Goto de tudo o que seja radical e de outras coisas menos habituais.

- E quais são essas coisas menos habituais?

 

      Não cheguei e responder pois já estava junto a nó o Carlos que me perguntava:

- Não queres mais nada?

- Nesta altura até queria mas não sei se vou ter sorte.

- És danado!.. Não perdes uma ocasião. – ao mesmo tempo que se virava para o moço e comentava.

- Olhe que ele é bom rapaz mas não é de fiar.

 

O moço com ar intrigante perguntou:

 

- Mas não é de fiar como?

- Somos amigos e sei o que a casa gasta. Nunca perde uma boa ocasião.

 

Posto esta deixa o Carlos dando um pequeno sorriso foi-se afastando e recomeçámos a nossa conversa perguntando o moço.

 

- O que é que ele queria dizer que você não é de fiar?

- Ele tem destas coisas. É um pouco ciumento e não me pode ver em convívio. Se você fosse um velhote ele não ligava.

- Quer dizer que vocês são amigos íntimos?

- Não sei o que quer dizer com “amigos íntimos” mas se é o que estou pensando, é verdade. Curtimos uma certa amizade mas ninguém sabe.

- Eu também tenho alguns amigos de curtição mas são poucos.

- E será que me posso juntar a esses amigos?

- É natural que sim. Ao que parece estamos a falar das mesmas coisas.

 

     De facto estávamos a falar das mesmas coisas restavam saber o que é que cada um queria do outro. Então levantei-me, pedi licença dizendo que ia o WC e lá fui.

 

Boys olhando o pénis do outro

     Já estava naquela altura de sacudir o pirilau quando senti a porta abrir-se.

     Era o tal moço que se colocou a meu lado tirou de fora o seu pénis e olhando para o que estava a fazer, comentou:

        - Mais de três sacudidelas é considerado punheta.

        - Eu sei pá!.. Mas não bato a mim mesmo.

        - E se for eu a bater-te uma?

        - Por mim estás à vontade.

        - Isto aqui é um pouco perigoso.

        - Não tenhas receio. Primeiro estão todos entusiasmados com a bola e depois o Carlos viu-nos entrar e não há outra chave.

         - Então estamos há vontade.

        - Completamente.

     Posto isto, começámos a nos punhetar ao mesmo tempo que nos beijávamos ardentemente trocando salivam como se não fosse a primeira vez.

     Olhamos nossos pénis e ambos se enrolavam por fora das calças até que não podendo mais desci as minhas

 

Gays em sexo oral no WC

        - Posso? – Perguntou ele.

        - O que quiseres e te dê mais prazer.

 

     João. Pois era o nome do moço afastou-me as cuecas e foi direito ao meu pau que estava hirto e firme como diz o outro e meteu em sua boca que húmida de saliva me estava dando um prazer imenso.

 

     Aquele local não era o mais apropriado para outra qualquer relação mas mesmo assim foi a minha vez de lhe baixar as calças e as cuecas indo também eu provar aquele delicioso néctar que já começava sair do seu pirilau.

 

     Estávamos loucos e fazendo felação à vez até que nos endireitamos nos beijamos e masturbamos. Viemo-nos ao mesmo tempo em grandes golfadas de esperma branco e leitoso.

 

     Saímos um da cada vez do WC. Entreguei a chaves ao Carlos que ao recebe-la fez um rasgo sorriso e comentou.

 

        - É s um tretas do caraças não perdes uma oportunidade mesmo Há minha frente.

        - Estás com ciúmes? A que horas sais?

        - Por volta das vinte e uma. Podes ir ver a telenovela a minha casa?

        - Vou lá estar e levo uma garrafa de vinho branco de Reguengos.

        - Fico esperando.

 

     O que mais tarde aconteceu em casa do Carlos não vale a pena contar pois é sempre a mesma coisa. Fodemos até de manhã e esperamos por outra noite em minha casa ou na dele.

 

     Quanto ao meu novo amigo João encontramo-nos novamente na mesa, agora numa só. Pouco falámos a não ser coisas de ocasião. Trocamos números de telefone com a promessa de juntarmos novamente nossos corpos mas para uma relação que não tinha sido possível no WC.

 

Fim deste encontro saboroso.

oralgay saboroso

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

                  Nelson Camacho D’Magoito

                           (O Caçador)

                “Contos ao sabor da imaginação”

                       © Nelson Camacho
      2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 03:10
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Sábado, 1 de Fevereiro de 2014

Uma Tarde no Magoito

praia do magoito sintra portugal

Esta é a Praia do Magoito na zona de Sintra em Portugal em dia de nevoeiro.

 

     Ainda não estava lá muito bom da puta da gripe que em tem atormentado desde o Natal. Desde então para cá só no fim de ano é que consegui dar uma fodas. Como foi? Bem se ainda não leu tem a oportunidade de ler agora clicando (aqui).

Ma vamos ao que interessa.

     Estava um frio dos caraças, não chovia e então resolvi ir dar uma volta às praias cá do sitio. Se uma estava uma merda, a outra quase na mesma mas pelo menos a malta que lá estava não era a habitual da primeira.

     Encostei o carro junto ao varandim e sai de máquina fotográfica em punho. Tirei algumas fotos, uma dela é a que dá inicio a este meu conto (Conto? Ou aconteceu mesmo?) vai ver.

     Voltei para o carro e como estava chuviscando e já tinha montado o Chuvento abri um pouco os vidros das portas de frente para não embaciar tudo. Peguei numa pen onde estão algumas músicas de meu gosto para viagens ou quando estou parado, como era o caso pois nem sempre o que é debitado nas rádios não são do eu gosto e liguei-a ao rádio.

     Estava nas calmas olhando o mar à espera das ondas grandes anunciadas mas elas não vinham.

     O som que estava a sair nos altifalantes era um tema de Roberto Carlos “Detalhes” Estava tão absorto na paisagem que nem dei que o som estava demasiadamente alto. Conclusão! Ouvia-se lá fora.

     O meu alheamento era tal que nem dei por um moço de chapéu-de-chuva aberto junto vidro do meu lado fazer gestos para baixar o vidro. Só depois de ter batido é que dei por isso. Então baixei o vidro.

 

        - Desculpe mas o que está a tocar é da rádio ou mp3?

 

     Abanei a cabeça surpreendido. Parei uns segundos mirei-o e o que estava a ver não era uma figura fantasmagórica do temporal, mas um jovem louro de olhos azuis e aí para os seus vinte anos, sem barba, sem piercings ou tatuagens inspirando-me confiança. Foram uns segundos suficientes para os meus neurónios me alertarem para algo que iria acontecer e respondi.

 

        - Não! Não é do rádio! É de uma pen que trago sempre comigo.

 

        - Desculpe mas ando há imenso tempo para adquirir este tema e não sei de que álbum faz parte. Copiou da Net?

 

        - Não! Eu não tenho o hábito de copiar músicas ou filmes da Net. Compro sempre os originais e depois copio-os para as penes.

 

        - Então você é contra os downloads?

        - Sim! Acho que é um atentado aos direitos de autor?

        - Eu por acaso também sou contra. Gosto mais de comprar os CDs. Às vezes também aceito cópias de amigos quando não consigo os originais.

 

     O moço, cada vez estava a apanhar mais chuva e como me despertou confiança convidei-o a entrar.

 

        - Já que podemos falar de música e coce está apanhando uma carga de água, porque não entra?

 

     O Jorge, como soube mais tarde o seu nome. Entrou!

     Depois já dentro do carro puxou do comando e fechou o seu carro que estava mesmo ali ao lado.

 

        - Está um frio das caraças.

        - Pois, Não só está frio como uma chuva miudinha e chata. Disseram que ia haver ondas de seis metros e vim até cá para as ver mas não temos sorte.

        - Pois! Eu também, mas afinal está um nevoeiro que não se vê um palmo à frente do nariz. Vi-me à rasca para chegar cá a estrada tem muitas curvas e é perigosa.

        - Quer dizer que você não é cá do sítio. - Perguntei.

        - Não! Sou de Sintra mas também vim cá para ver as ondas. E você é de cá?

        - Sim, moro aqui no Magoito mas mais lá para cima. Passo por aqui algum tempo e ali no café mas como estava só não me apeteceu ir.

        - Por acaso até era uma boa ideia irmos tomar um cafezinho. Eu pago.

        - É pá ainda agora nos conhecemos e já me queres pagar um café?

        - A sua gentileza merece. Não me conhecendo de parte alguma convidou-me para o seu carro quando sé queria uma informação.

        - Olha meu amigo como já reparas-te ou um pouco mais velho e tenho sempre defesas para quem se portar mal, mas você inspirou-me confiança.

        - Sendo assim vamos aquecer com o tal café?

        - Vamos nessa.

 

restaurante nas arribas da praia do magoito sintra portugal

     A Praia do Magoito mesmo no inverno é bastante agradável não só pelo panorama que nos dá como um restaurante-Café que fica na encosta junto ao caminho para a praia. Fica um pouco escondido mas é fácil de encontrar e de onde se é bem acolhido tanto na parte de restauração como na esplanada para o verão.

     Foi para ali que fomos tomar o tal café, falar de música e conhecer-nos melhor.

 

     Eu por mim não tinha muito a dizer pois a minha vida privada só a mim me diz respeito e senti da parte dele vontade de contar a sua então pulo à vontade e entre um café e um conhaque lá foi contando.

 

     O Jorge é um moço que resolveu a sua vida saindo do conforto da casa dos pais para fazer a sua própria vida. É empregado numa agência de viagens tendo assim a possibilidades de correr mundo e dar azo aos seus desejos em cidades que as gentes são livres de preconceitos, principalmente Paris e Madrid. 

     Foi um choque para os pais quando um dia apareceu em casa com um amigo e disse ser o seu namorado.  Os pais, retrógrados e muito temente a Deus puseram-lhe um dilema – Ou arranjava uma rapariga para namoro ou saia de casa – Jorge como a maioria dos rapazes perante estas situações e porque já não dependia monetariamente dos pais, resolveu arranjar um apartamento e sair de casa. Levou o namorado consigo mas como este era da sua idade a coisa não deu certo e durou pouco tempo. Hoje encontra-se só não se assume e dá azo aos seus desejos noutras paragens.

 

     Naquele dia tinha ido ver o mar e deparou-se comigo. Entre ambos houve um clic de confiança e ali estivemos durante algum tempo. As luzes acenderam-se e foi a altura de regressarmos ao carro.

 

        - Despedimo-nos aqui? Como sabes tenho o meu carro juntinho ao teu.

        - Já que estamos numa de ver a paisagem não queres ir mais acima junto ao farol que ai sim tem uma paisagem fabulosa e podemos estar à vontade. – Disse eu.

 

     Metemo-nos no meu carro que é maior, liguei o aquecimento e partimos ao local do farol. Quando lá chegámos já o carro estava quentinho. Não havia mais carro algum. Debrucei-me sobre ele para fechar o sistema de segurança da sua porta e ficamo-nos a olhar olhos nos olhos. Ambos demos um sorriso malicioso e nos beijamos. Um beijo longo de língua enquanto acariciávamos nossas faces.

 

        - Está confortável? – Perguntei.

        - Podes baixar o meu banco? – Foi a resposta.

 

     Baixei ambos os bancos e tal como se estivéssemos na cama nossas mãos em uníssono dirigiram-se às braguilhas que desabotoa-mos.

Nossos paus já estavam hirtos e prontos a serem aquecidos com nossas bocas o que fizemos em grande sofreguidão não deixando chegar aos finalmentes.

     Não demorou muito até nos despirmos como se estivesse-mos em casa

 

 

sexo gay no carro à beira mar

 

Os bancos deitados para traz em forma de cama. Os vidros embaciados pelo calor dos nossos corpos e o granizo que vinha do céu batendo no tejadilho do carro como uma bênção dos céus, estava a acontecer amor entre dois homens num acontecimento inesperado.

 

       Quem comeu quem? Isso não interessa, Interessa simplesmente que naquele carro aconteceu poesia sexual.

       O que aconteceu naquela tarde nada mais foi que a prova provada que a relação entre dois homens só é proveitosa quando um é mais velho. Não só pela sua experiência como o saber entender as incertezas que lhes pairam nas suas mentes.

       Por incrível que pareça mesmo no carro acabaram por adormecer.

       A bateria do carro é que ia pifando pelo gasto do aquecimento. Aquela manta vermelha que existe no banco de traz serviu de manta para aqueles corpos desnudos até de madrugada.

 

       O sol começou a despontar lá no horizonte. O granizo e a chuva tinham acabado. O sol vinha com força e o carro começou a aquecer normalmente.

       Vestimo-nos, beijamo-nos, trocamos moradas e telefones.

       Descemos novamente até ao café que já estava a abrir. Eram sete da manhã.

       Tomamos o pequeno-almoço cada um foi para o seu carro e seguimos caminhos diferentes com promessas de voltarmos até à praia do Magoito até porque lhe tinha prometido oferecer-lhe uma cópia do álbum do Roberto onde consta a canção de dor de corno “retalhos”.

 

Voltei a ligar a pen e quase por mágica o tema voltou a ouvir-se.

As fotos aqui apresentadas com excepção das da praia do Magoito que são minhas as outras são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

sinto-me:
a música que estou a ouvir: Retalhos de Roberto Carlos
publicado por nelson camacho às 03:29
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014

A Última Noite de 2013

Fim de ano 2013

Desde o dia a seguir ao Natal que o telefone foi um corrupio de chamadas. Uns, dando o Bom Ano via sms outras vezes telefonicamente não só com o mesmo intuito mas também perguntando onde iria fazer a Passagem de Ano. A Todos respondi que este ano queria estar sozinho com as minhas recordações e assim fiz.

Fui comprar um Bolo-rei, um pacote de passas e mais umas guloseimas e coloquei tudo na mesa como preparada para uma grande farra entre amigos sabendo de ante mão que nada iria acontecer pois o que queria na realidade era estar só com os meus botões.

Já eram vinte e duas horas, liguei a televisão e era tudo uma pasmaceira. Como a casa estava aquecida andava como no verão todo nu (é um habito meu) Fui até ao quarto e quando passei pelo espelho que tenho junto à cama mirei-me casualmente e pensei. “ Então vais desperdiçar este corpinho numa noite de farra?” Olhei de soslaio para umas fotos de alguns amigos que me fizeram felizes durante anos e perguntei a mim mesmo. “ Onde andarão eles? Com seus novos amantes e eu por aqui armado em parvo!...”

Voltei à casa de jantar olhei para o repasto que tinha preparado não sabendo porque o tinha feito. Abri uma garrafa de champanhe que estava a um canto da mesa metida num balde de gelo. Enchi um flûte e bebi de um trago. Enchi novamente e emborquei de um sorvo.

 

Lá fora já se ouviam tachos e panelas batendo umas nas outras e algumas estrelinhas já se vislumbravam no céu.

 

Deu-me um vaip fui até ao quintal e verifiquei que a noite até estava amena. Sem chuva e de céu estrelado e lá bem no fundo a Lua brilhante como a rir-se de mim.

 

Voltei ao quarto e vesti-me casualmente sem saber bem o que fazia. Peguei na chave do carro, desci as escadas e entrei na rua. Deserta sem gente ou carros mas ouvia grande alvoroço nas outras casas querente dizer que por ali havia gente feliz e contente, Só eu! Estava por ali só e armado em parvo tentando com algumas recordações que o tempo voltasse para traz.

 

Meti-me no carro dei a volta à chave e este sem ele ou eu saber o destino pôs-se em movimento.

 

Andamos somente meia dúzia de quilómetros quando fui obrigado a parar frente a uma sociedade de recreio cá do sitio pois a estrada estava cheia de carros e havia um outro que estava atravessado tentando arrumar. Lá de dentro saiu uma rapariga toda esfusiante dando indicações ao condutor. Olhou-me fixamente e perguntou. Também quer arrumar?

 

Eu não disse nada mas ela atirou:

    - Há sempre lugar para mais um.

A moça continuou a dar as instruções necessárias para o seu amigo arrumar o carro de forma a ficar um espaço para o meu dando as indicações necessária como um sinaleiro ou arrumador de carros e obrigou-me a arrumar o dito no lugar deixado vago.

Entretanto já do outro carro tinham saído dois jovens rapazes que se metiam com ela:

- Tá visto que já arranjaste um namorado.

 

Um deles aproximou-se de mim, abriu-me a porta do carro:

 

- Anda embora!.. Mais um é sempre bem-vindo para o maralhal.

 

Na altura não sabia se já estavam bêbedos ou se era só alegria da festividade, mas como era tudo malta nova sem saber bem porquê alinhei na coboiada. Meteram-me um papel na mão que depois de olhar mais atentamente vi que era um bilhete de ingresso na sociedade e lá entramos todos.

 

No grande salão dançava-se uma modinha brasileira e os confétis já pairavam no ar.

 

Um dos rapazes procurou uma mesa onde tinha um letreiro RESERVADO PARA O JORGE CAPELO. E sentámo-nos.

 

Vamos às apresentações:

O Jorge Capelo era o mais velho (aí para os 20 anos)

O João (era outro jovem aí para os 19)

O Mário (era outro jovem também para os 19)

A Luísa (era a tal jovem toda desinibida e que tinha dado azo à minha entrada naquele trupe.

 

Perante aquela situação eu era o Kota da malta. Entretanto lá veio um empregado com os chouriços numa assadeira já a arder. Quatro tigelas de caldo verde umas pernas de frango embebidas num molho que dava a entender ser de cebola, a acompanhar vinham dois jarros de vinho um tinto e um branco. Estava-se mesmo a ver que era a Seia para quatro o que quer dizer que naquele grupo tinha faltado um e eu o “penetra” era o substituto.

 

A Noite correi hás mil maravilhas comemos demos alguns dixotes, cotamos anedotas, dançamos e finalmente nos apresentamos.

Eram todos emigrantes de França que tinham vindo passar o Natal com a família. O que faltou foi um Tio deles que teve de ir para o Algarve com o resto da família.

 

As doze badaladas lá vieram todos demos abraços e beijinhos e depois de toda aquela euforia o conjunto começou a tocar musicas mais calmas e todos nós acalmamos.

 

Tudo estava a acontecer como se já nos conhecêssemos de longa data.

 

Já era uma três da manhã quando o Jorge que entretanto se tinha ausentado voltou e com o ar mais triste deste mundo:

- Tenho uma triste notícia para vos dar.

- Então qual é?

- Não há mais champanhe.

- Épá!.. Isso é que não pode ser. Nos em França curtimos até de manhã com champanhe e agora?

 

Perante tal tristeza e da forma como tinha sido recebido por aquela rapaziada lembrei-me que tinha em casa uma caixa de espumante e disse:

 

Lá por causa disso não há problemas. Eu tenho em casa uma caixa com seis, deve dar para o resto da noite. É só ir busca-la.

 

- Pois e ficávamos todos aqui a morrer de sede. Moras longe?

- Não! Á aqui quase ao fim da estrada.

Luísa sentou-se ao meu colo beijou-me e perguntou:

- Podemos ir lá a casa acabar a noite?

 Até parecia que todos tinham uma mola no cú. Deram um salto e em uníssono vamos nessa.

 

Quatro da manhã

 

   Perante tal situação todos nos calámos, saímos meti-me no carro com a Luísa abrindo caminho até minha casa.

 

Mal entramos via-se logo que aquela rapaziada não vivia neste país à beira mar plantado e cheio de preconceitos.

A primeira coisa que fizeram foi porem-se literalmente à vontade ou seja eles se shorts e a Luísa de cuequinha de fio dental e sutiã.

 Abriu-se garrafas de champanhe. A guloseima que tinha colocado antecipadamente sobre a mesa foi devorada rapidamente.

 

De repente dei comigo sentado num sofá com o Jorge a meu lado e de cabeça pendente sobre o meu ombro segredando-me ao ouvido:

-Sabem nós em França, fazemos muitas festas destas e que chamamos Noites de “Ménage a Tróis”...

 

- Pois!.. só que neste momento só estamos dois.

- Vamos espreitar os outros.

 

 
menage

 

Subimos as escadas e a porta do meu quarto estava escancarada. Lá de dentro vislumbravam-se os corpos dos outros amigos.    

Luísa no meio e João e Mário fodendo-a desabridamente.

Ao que parecia não havia espaço para nós.

Descemos novamente até à sala bebericamos mais um pouco de champanhe

E perguntei ao Jorge:

Então é assim que vocês se divertem em França? Fodendo uns com os outros?

 

As Noites de “ménage à trois” é uma expressão francesa que significa “mistura a três”  

E que é usada normalmente para designar uma relação sexual envolvendo três pessoas, tanto faz se forem dois homens e uma mulher, duas mulheres e um homem ou todas do mesmo sexo.

 

 Quando são mais que três alguém fica de fora – Comentei.

 

 - Não é bem assim. Quando os casais são pares há sempre a possibilidades de um sair do grupo temporariamente enquanto o outro entra na festa.

Um pouco baralhados com as ideias comentei:

-Então se a rapariga for a que sai do grupo ficam só os rapazes.

- E há alguma coisa melhor para sair da rotina e entrar em novas aventuras? Desde que as pessoas se sintam totalmente à vontade é sempre bom experimentar novas formas de prazer.

 

 - E quem não quer experimentar novas formas de fantasias sexuais?

 

 

Dizia alto e bom som o João que descia as escadas que vêm lá dos quartos ao mesmo tempo que acrescentava o pedido de tomar uma duchada pois estava todo lambuzado e ainda não se tinha vindo.

 Indiquei-lhe o banheiro e continuei no sofá comentando com o Jorge o que estava a acontecer.

Foi neste momento que o Jorge perguntou se estava disponível para umas brincadeiras a três.

Não é que tudo aquilo fosse estranho para mim mas assim de repente e num Fim de Ano de pois de uma oportunidades assim de mão beijada não podia continuar armado em parvo. Lá do fundo entrava o João todo lavadinho e de chorts somente vestidos. Até àquele momento o único que estava a destoar era eu pois ainda estava calças e camisa.

Talvez para ficar mais a vontade o Jorge ajudou-me a tirar a camisa ao mesmo tempo que me beijava enquanto o João se ajoelhou frente a mim e me foi tirando as calças ao mesmo tempo que roçava seus lábios no meu cacete que já teimava e sair do seu conforto.

 

menage à trois homo

Estava a acontecer a verdadeira “ménage à trois”. Entre machos.

Não sou nem nunca fui nenhum santinho nestas coisas de sexo mas logo no princípio da noite tinha-me dado uma de macho, tentando o mais possível passar por “artolas” até porque era conhecido lá na sociedade e aqueles gajos nunca os tinham visto pois era emigrantes.

   

Ma passemos a diante….

Desde os beijinhos recíprocos em nossos corpos até às lambuzadelas dos pirilaus foi um pequeno passo até experimentarmos sofregamente os espermas de cada um.

 

     Lá do fundo da escada ouviu-se:

- Então não sobra nada para nós?

Era a Isabel e o Mário, nus e debruçados no corrimão fazendo gestos bastantes sexuais e convidando-nos a subir.

 

Do Salão até ao quarto já nus como viemos ao mundo, com a diferença em que nossos paus estavam hirtos esperando mais qualquer coisa que efectivamente aconteceu naquela madrugada e primeiro dia do ano de 2014.

 

Não se coíba de praticar qualquer fantasia sexual simples o mais aprimorada com ao seu ou a sua companheira e porque não a três?


Estas fantasias são muito frequentes entre os homens, muitos sonham em fazer sexo com duas mulheres ao mesmo tempo.

menage à trois no fim de ano 2013

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 07:23
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Domingo, 3 de Novembro de 2013

Aconteceu poesia - Introdução

     A minha avó sempre disse que “Santos ao pé da porta não fazem milagres” mas ela estava enganada. Hoje não só aconteceu um milagre como aconteceu poesia sexual.

 

     Como tenho por hábito dizer que “Na cama não há programa”

kamasutra homo para iniciados

 

     Aquele encontro casual no café com o Jorge primeiro não se fez rogado e depois aconteceu mesmo poesia sexual.

 

     Quer saber mesmo o que aconteceu? Como um heterossexual (casado) se transformou num bissexual?

 

     Depois de uma longa conversa dei comigo no sofá fazendo um tremendo broxe naquela pixa gostosa de tamanho acima do normal, tomando em conta que o tamanho normal para o português branco é entre os 14 de 15 centímetro. Ele tinha 16.

 

     Pode dizer-se que um centímetro, como diz a outra “não faz diferença alguma” mas quando comparamos com a nossa sentimos vontade de a utilizar convenientemente.

 

     Utilizámos todas as posições do Kamasutra de tal forma que aquele gajo entrou em minha casa como heterossexual e saiu bissexual.

copula gay

 

Começamos do sofá e acabamos na cama

     Se pensa que é fácil leia a história como tudo se passou clicando (aqui) .

    Se penca fazer o mesmo com um amigo leia só as voltas que são precisas para chegar aos finalmente. Não force a barra pois esteja na posição de um ou de outro a coisa deve acontecer normalmente dando carinhos, afectos uma boa conversa e um copo à mistura acompanhados por uma boa música.

     Se for activo e quiser experimentar não o faça com um tipo qualquer que tenha tiques de bichanado.

     Se for só passivo e procura um macho você não é gay mas sim um bissexual e nunca vai ter o prazer total.

     Se for bissexual então sim… Você tem todas as oportunidades de encontrar a felicidade sexual total e veja na história seguinte como se faz.

 

Não se esqueça de comentar sem preconceitos esta minha dica e a história

 

          As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

         Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 05:37
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 2 de Outubro de 2013

Restos de um fim-de-semana

Uma queca gay no carro

     Tinha ido passar um fim-de-semana a casa de uns amigos na Costa de Caparica mas passamos os dois dias em casa nem à praia fomos. Também não me importei pois aquele casal era constituído pelo casal propriamente dito e dois filhos. Um solteiro com 18 anos e outro com 20 e com a namorada que nunca o largava (uma perfeita galinha) aquele fim-de-semana não passou de comes e bebes e jogos de cartas. Não fora os rapazes demonstrarem serem abertos para a vida, nunca fui capas de me atirar a um deles mas davam-me uma tesão dos caraças. Ainda pensei que a cama onde ficaria fosse num dos quartos deles mas não tive sorte alguma. Cada um tinha o seu quarto e foi-me estipulado o quarto chamado de hóspedes.

     Com o mais novo ainda tentei estar no quarto dele ouvindo uns CDs e trocar impressões sobre os mesmos, mas não deu em nada. Tive um certo receio pois não tinha grande confiança e resumiu-se naquele noite de sábado para domingo ir para o meu leito e bater uma. Conclusão. No domingo depois do almoço fiz a trouxa e abalei para Lisboa sempre com aqueles putos na mona.

 

     Parei pelo caminho num cafezinho quase à beira da estrada e entrei com a ideia de tomar qualquer coisa. Olhei para todos os lados e a única mesa que estava livre era uma a um canto junto a uma porta que dizia WC e sentei-me. Veio a empregada perguntar que queria e pedi um café e um conhaque.

     Em cima da mesa já estava o Correio da Manhã que comecei a desfolhar. Passado um pouco nem me apercebi que estava um chavalo aí para os seus dezanove anos, de bermudas e t-shirt de alças mostrando uns braços musculados e sendo a t-shirt apertada via-se ser um tipo musculado. Cabelo acastanhado e tês queimados pelo sol e olhos verdes. Resumindo metia a um canto os chavalos com quem tinha passados os dois dias.

     Parecia o chamado macho latino mas tudo me caiu aos pés quando me perguntou se podia sentar-se com uma voz um pouco gutural e modos que nada tinha de macho.

     Acenei com a cabeça e ele sentou-se:

        - Sabe! Por aqui é normal sentarmo-nos nas mesas uns dos outros quando o café está cheio.

        - Não tem problema! Afinal quem não é da terra sou eu!

        - E está de passagem ou veio para cá morar?

        - Não! Estou de passagem.

        - Portanto está de carro?

        - Sim! Faço um pouco de tempo para fugir às bichas.

        - Mas tem alguma coisa contra as bichas? - Riu-se!

        - Não! Por acaso até sou amigo de algumas, mas neste caso referia-me a filas de trânsito.

        - Fico mais descansado. Também sou amigo de algumas mas aqui na terra só conheço uma com quem me dou.

     Verificando que aquele conversa iria dar alguns frutos perguntei:

        - Então e você não toma qualquer coisa?

        - Vou tomar um café e um pastel de nata.

 

     Pediu o querido à empregada que de imediato o veio atender transparecendo um sorriso entre os lábios que achei estranho. Veio o café e o pastel de nata. Ao mesmo tempo que encostava a sua perna à minha.

     A conversa continuou a respeito de futebol, e de uma notícia que vinha no jornal. Notei que ele passava a mão no entre-pernas e alisava a piça ao mesmo tempo que mais pressão fazia a perna dele na minha que aceitei fazendo também a minha pressão.

     De maneira discreta olhei para o seu enchumaço que era notório. Desvie o olhar para os olhos dele que com um brilho nos olhos baixou a cabeça direita ao pastel de nata que em vês de o trincar normalmente meteu a língua no seu recheio como se estivesse a mete-la numa vulva ou num ânus. Aquilo deu uns arrepios espinha acima ainda mais quando senti ao mesmo tempo uma das suas mãos apertando minha perna subindo coxa acima até entre pernas roçando os meus tintins que já estavam endurecendo ao mesmo tempo que o meu pau.

 

     Estivemos naquilo durante algum tempo. Olhando-nos nos olhos até que senti abrir o fecho-ecler das minhas calças e agarrar no meu pau que começava a mexer-se de contentinho.

     De repente olhou para mim, voltou a meter a língua no recheio do pastel de nata e perguntou:

        - Não queres ir à casa de banho?

     Como já ando por cá há uns anos não gosto muito destes convites de WCs em encontros fortuitos, alvitrei irmos dar um passeio no meu carro.

        - E há aí uns locais que podemos estar à vontade.

 

     Quem ficou mais à vontade fui eu pois no meu carro sempre era menos perigoso.

     Pagamos as despesas e saímos.

     Mal entramos no carro o tipo não esteve com meia medida agarrou-se logo ao meu pau tirando-o cá para fora.

     Conduzir ao mesmo tempo que nos fazem um broche é qualquer coisa de divinal mas também perigoso, assim logo que encontrei um desvio de terra batida entrei caminho fora. Nem casas nem nada, encostei e então sim. Foi o fim da macacada.

 

Uma copula gay no carro

        - O banco não desce? - Perguntou o tipo ao mesmo tempo que baixava as calças.

     Baixei o meu banco e o dele e ficamos como se estivéssemos numa cama.

     Olhei de soslaio e vi aquele membro hirto de glande inchada e muito saborosa e fiquei indeciso se o havia de chupar ou ser ele a ter a iniciativa já que a minha piça estava de fora também hirta e a ser manuseada pelo tipo.

     Olhamos um para o outro com ar interrogatório até que ele se colocou sentado na minha piça até o penetrar. Fodi-o ardentemente durante vários minutos até que os meus espermas se libertaram vorazmente para dentro daquele cuzinho saboroso.

          

     Ficamos mais uns minutos saboreando aquele prazer até que ele se levantou um pouco retirando o meu membro dentro de si e apontou-me a sua gaita ficando à altura da minha boca. Não me fazendo rogado e perante aquele mastro de cabeça carnuda e lustrosa, comecei por lamber com a ponta da língua a glande e muito saborosamente a mamo com os lábios. Ele segura na minha cabeça e faz pressão para aquela piça gostosa entre minha boca dentro.  

     Eu mamava aquele caralho com vício e metia o mais que podia na boca, sabendo que daí a pouco o ia ter na boca até aos pintelhos.

     Ele forçava a minha boca com a piça e ia enterrando cada vez mais na minha boca, até eu bater nos colhões do gajo.

     Aquele intruso na minha vida gemia ao mesmo tempo que em surdina dizia-me que se ia esporrar.

 

     Então, em acto contínuo, a piça explode e enche-me a boca de esporra. E que boa esporra! Engoli o leite todo e lambi a piça até a deixar limpa, sem vestígios de esporra.

     O gajo adorou o meu broche e queria repetir, e disse que na próxima queria o meu cu.

     Como já tinha comido o dele seria natural também me deixar comer e perguntei-lhe se depois daquela esporradela seria capaz de me comer o cu já de seguida.

        - Não é por acaso que tenho dezanove anos e ainda estou com a pica toda.

 

     O local onde tinha estacionado o carro era aprazível em termos de paisagem, liguei o rádio e entramos numa conversa da treta durante uma meia hora.

     Foi o tempo suficiente para ele se baixar e recomeçar a punhetar-me ao mesmo tempo que se ia masturbando a si próprio.

 

uma copula gay para finalizar o passeio de carro

     Já estava louco e o meu cuzinho começando a palpitar então não estive com meias medidas acabei de descer as calças e mesmo ali destro do carro numa posição difícil ele apontou meu cuzinho retirando as palpitações que nele sentia penetrando-me lentamente até percorrendo o trajecto final e sentir os seus colhões na minha bebas. Abraçou minha cintura e com uma só mão vinha a meu ombro como a puxar-me ao mesmo tempo que com a outra me veio masturbar. De repente houve uma explosão de esporras em uníssono e ambos gememos de prazer.

 

     Estavam concretizados os momentos mais deliciosos entre dois gays que à vista desarmada era difícil os outros descobrirem o que faziam nas suas intimidades.

     Trocamos números de telefone e prometemos voltarmo-nos a encontrar.

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

             Nelson Camacho D’Magoito

                      (O Caçador)

           “Contos ao sabor da imaginação”

                  © Nelson Camacho
2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 01:17
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
Sábado, 14 de Setembro de 2013

Educação sexual – Masturbação masculina

masturbação masculina - nelson camacho d'magoito

     Já lá vai o tempo em que os médicos retrógrados quando descobriam que um jovem no inicio da sua sexualidade batiam uma punheta aconselhavam a não o fazerem pois ocasionavam danos cerebrais difíceis de retroceder. Quanto aos padres, diziam que era pecado e os meninos que o fizessem não iriam para o céu.

     Os tempos foram mudando como tudo na vida e foi-se descobrindo que o acto sexual de satisfação própria nada mais era que o acto de auto-estimulação dos órgãos genitais manualmente ou por meio de objectos com o objectivo de obter a satisfação sexual seguido ou não do orgasmo não fazendo mal algum mas sim para descomprimir psicologicamente.

     Há quem o faça a si próprio ou com a ajuda de segunda pessoa, seja ela qual for. Na puberdade o que interessa é o prazer que esse acto dá. Na altura da descoberta sexual essa ajuda tanto pode ser feita por uma amiga ou por um amigo. Quando é feita por um amigo as sensações são muito maiores pois podem ser comparadas nos tamanhos das pilas e nas quantidades da ejaculação. Até há jogos em conjunto para verem qual a maior distância a que chega o sémen. Neste caso nada tem a ver com a masculinidade mas sim com a função da próstata.

     O termo “masturbação masculina” foi formado pela junção de duas palavras latinas manus, que significa "mãos", e turbari, que significa "esfregar", com o significado de "esfregar com as mãos".

     Este acto sexual pode tornar-se num vício solitário se o rapaz for por formação própria ou por formação imposta pelos progenitores numa pessoa introvertida e sem capacidades de procurar companheira ou companheiro para o acto em si.

     No vocábulo popular tem vários nomes: “coçar a minhoca”, “esfregar o Zé”, “descascar a banana”, descabelar o palhaço”, lustrar o cacete” ou o mais usual “bater uma”.

 

     Desde pequenino que sem qualquer explicação plausível, (para isso deixo e explicação do Dr. Quintino Aires que aborda estes temas num programa da TVI do Manuel Luís Goucha) que temos tendência a achar graça ver o nosso pau levantar-se quando o manuseamos mas à medida que vamos crescendo vamos sentindo um certo prazer, pensando nele todos os dias e confessem lá procuramos sempre como tudo na vida encontrar inovações para o acto.

     É com base neste conceito que me predisponho hoje a dar-vos algumas indicações sobre algumas técnicas de bater uma:

 

masrurbação masculina - educação sexual - nelson camacho o caçador

     - Maçaneta da porta:  Coloque lubrificante na palma da sua mão e logo que tenha o seu pénis erecto rode a palma da sua mão na ponta do pénis como se estivesse a abrir uma maçaneta de uma porta, depois rode no sentido contrário, alterne os movimentos rotativos.

     - Toque-toque:  Masturbe-se normalmente sem tocar na cabeça do seu pénis  quando a cabeça estiver bem dura e vermelha, estimule-a suavemente com a ponta dos seus dedos até conseguir a ejaculação.

     - Anéis:  Coloque lubrificante em ambas as mãos. Junte os dedos de uma mão (polegar e indicador) e forme um anel. Coloque este anel no fundo do seu pénis  Deslize este anel para cima até à glande (onde começa a cabeça do pénis . Nesse momento forme outro anel igual com os dedos na sua outra mão e faça a mesma coisa. Faça movimentos com um anel de cada vez até atingir o clímax.

     - Fogueira:  Coloque as suas mãos esticadas e viradas uma para a outra com o seu pênis no meio das duas. Comece a rodar o seu pénis como se fosse um pau de madeira ao qual deseja pegar fogo. Continue suavemente para não provocar mesmo fogo!

     - Pegar neles:  Da próxima vez que for se masturbar e sentir que está prestes a ejacular, coloque a sua outra mão sobre o seu escroto e suavemente aperte e puxe-o para baixo. Desta maneira sentirá o sémen percorrer o seu corpo.

     - Pancadinha:  Embora convenha ter um pénis sensível para esta técnica funcionar, pode sempre experimentar. Mantenha a sua roupa interior vestida e o pénis erecto. Sinta que está na sua maior erecção, e sobre a roupa interior dê pancadinhas na ponta do seu pénis com as pontas dos seus dedos. Usualmente leva mais tempo a atingir o clímax, mas quando o conseguir… oh sim!

     - Mão querida:  De pé, vire a sua mão lubrificada para si de maneira a que os seus dedos se encontrem virados para a sua barriga. Coloque o seu pénis contra a sua barriga e cubra-o com a mão; em vez de movimentar a sua mão, deixe-a estática, enquanto movimenta a sua pélvis para que o seu pénis entre e saia na sua mão. É uma maneira parecida com o penetrar de uma vagina ou um cu.

     - Gelado:  Na altura em que se está prestes a ejacular, pegue em alguns cubos de gelo ou mesmo gelo picado na mão que não está a usar. A diferença de temperatura entre as duas mãos na altura da ejaculação levará a uma experiência entre as Caraíbas e o Pólo Norte.

     - Plástica:  Pegue num saco de plástico, e coloque bastante vaselina dentro dele. Coloque o seu pénis erecto dentro do saco, e cubra-o todo de vaselina. De seguida com o seu pénis ainda dentro do saco, coloque o saco entre o seu colchão e uma almofada, e fazendo peso na almofada com as mãos, faça movimentos até ao orgasmo!

     -Paragem:  Enquanto se masturba usualmente com uma mão, pare de vez em quando e com a mão disponível faça um anel com os seus dedos (polegar e dedo do meio), coloque o anel à volta do pénis e faça um pouco de força e aperte, depois continue normalmente a masturbação, fazendo pausas destas até ao clímax.

     -Ritmix:  Com uma mão faça um movimento descendeste da cabeça do pénis até à base. Quando chegar à base largue o pénis, faça o mesmo com a outra mão, uma e outra vez, alternando as mãos com algum ritmo.

 

     Em qualquer das formas se praticar qualquer destas técnicas na cama, tenha sempre à mão uma toalhinha onde depositar o esperma pois é chato a sua mão quando for fazer a cama dar com aqueles bicharocos já mortos estatelados nos lençóis.

 

Querem saber um segredo?

     Tinha os meus 15 anos já era tão viciado em sexo de tal maneira que na oficina de meu pai, aprendi a profissão de torneiro mecânico e quando estava trabalhando no torno, só de fato-macaco vestido havia uma manivela que a sua pega à medida que rodava ia batendo no meu pénis. Olhava para os rapazes da minha idade que trabalhavam na oficina, o meu pau levantava-se e vinha-me abundantemente. Todos os dias tinha de mudar de fato-macaco.

 

Se souber de outro termo, no comentário que irá fazer diga-me.

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

             Nelson Camacho D’Magoito

                       (O Caçador)

                   “Educação sexual”

                 © Nelson Camacho
2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 14:15
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013

A minha primeira queca homossexual – Vidas Cruzadas – VII Parte

Para entender melhor a trama que ocasionou esta cena tem de ir

“Vidas cruzadas – I Parte

 

Saida do banheiro

 

     Eu ainda não estava refeito de todas as novidades. Enchi mais um copo de whisky. Olhei para o Rui que continuava calado, atirei-me para um maple e só tive coragem de perguntar:

(ver VI Parte)

 

        - E agora?.. Tu já sabias destas novidades?

 

        - Sim!.. Eu e minha mãe não temos segredos e já me tinha perguntado a opinião sobre o assunto e concordei em absoluto com tudo. Agora o resto só está da tua parte.

        - Não sei o que hei-de fazer! Se ficar com um ou com o outro.

        - A escolha vai ser totalmente tua. Vais tentar ser feliz junto de quem te pode proporcionar essa felicidade junto de quem te quer ou vais continuar com indecisões.

     Com esta conversa, já íamos no segundo copo de whisky.

 

        - O melhor é ir para casa!

        - E vais mais uma vez fugir? Porque não ficas cá. Não chegaste a ver o final do filme. Vamos acabar de o ver e depois resolves se ficas cá ou vais para casa!

        - Poso ir à casa de banho?

        - A casa é tua! Até podes tomar uma duchada para refrescar as ideias.

 

     Foi o que fiz. Para além do xixi, tomei um duche refrescante. Como não me ia já embora, enrolei uma toalha à cintura e fui procurar o Rui.

 

gay esperando o amigo

     Entrei no quarto que este estava quase na penumbra onde tudo brilhava suavemente por causa de uma luz negra estrategicamente sobreposta sobre a cama e em fundo uma musica de Frank Sinatra “My Way “. Com aquela luz incidindo sobre o corpo do Rui que se encontrava praticamente nu pois só tinha vestido uma tanga deixei cair a toalha e mansamente atirei-me a ele beijando-o intensamente Rui tirou a tanga e nossos corpos juntaram-se como um só. Nossos lábios juntos, movimentamos nossas línguas num desaforo total, ao mesmo tempo que acariciávamos nossas faces. Rui num movimento brusco passou para cima de mim de forma a eu ficar de papo para o ar, deixou meus lábios e com os seus começou beijando os meus mamilos percorrendo-me o resto do corpo até o meu pau que já se encontrava hasteado como bandeira nacional meteu na boca começando a fodelo. Instintivamente segurei-lhe na cabeça apertando-a para que meu pito penetrasse cada vez mais em sua boca.

     Foi quando senti um dos seus dedos penetrar lentamente no meu cuzinho virgem. Com esta atitude, não só continuei a movimentar-lhe a cabeça como movimentando meu corpo.

Rui largou meu pau e perguntou:

 

         - Gostas?

         - Sim, continua! Faz o que quiseres do meu corpo!

 

     Já estava ficar louco de prazer como nunca me tinha acontecido.

 

     Quando me dei conta, estávamos num intenso 69 em que cada um fodia a boca do outro com toda a pujança de dois machos com o cio. Eu fazia pequenas pausas para mordiscar aquela cabeça lustrosa e já húmida ao mesmo tempo, ele continuava a mamar-me, enquanto os seus dedos brincavam com as bordas do meu cu. Soltei um gemido quando ele enfiou novamente um dedo.

     O pior foi quando ele começou a lamber os meus tomates. Aí gani mesmo! Com a sua língua na minha cabecinha mordiscava o prepúcio tudo enquanto a sua língua explorava cada curva do meu tesão armado. Eu gemia e mamava-o cada vez com mais força, acariciando-lhe também os tomates.

     Estivemos à vontade uns vinte minutos nisto, até que, sem qualquer aviso, o Rui se veio na minha boca, com os dois dedos enfiados no meu rabo quase até ao fundo e sem largar a minha pila. Deixei escorrer aquela esporra quentinha pela garganta abaixo.

 

     Sem saber bem porquê mas instintivamente, lambi aquele pau até ter a certeza que nada restava daquela porra de gosto esquisito mas que tinha gostado.

     Rui pediu que me virasse e continuou a masturbar-me perguntado se não me queria vir dentro dele.

 

copula gay

     Sem resposta arranjou a posição de concha e com sua mão apontou o meu pau para o cuzinho dele, que doido que já estava o penetrei-o sofregamente. Movimentamo-nos mutuamente e os meus queridos espermas lá foram direitos ao caminho que se iria tornar habitual ao mesmo tempo que o punhetava tentando que se levantasse novamente.

     Ainda estivemos naquela posição durante algum tempo até nossos paus hirtos e firmes se transformaram em coisas sem importância.

     Deitamo-nos lado a lado segurando nosso caralhitos que mais pareciam de criança, tal murchos que estavam

 

        - Gostas-te? Deu-te prazer? (perguntou o Rui)

        - Sim! Acho que andamos a perder tempo desde que nos conhecemos.

        - Mas tu é que não quiseste quando me atirei a ti pela primeira vez.

        - Dessa vez fiquei baralhado.

        - Mas nunca tinhas dado das minhas intenções?

        - Já tinha desconfiado quando fomos a casa do Nelson e quando saímos juntos àquele bar de gays. A propósito! E o Nelson? Sempre se zangaram?

        - Não foi bem uma zanga. Ele ficou com ciúmes de eu ter tentado foder contigo. Até disse que gostava também de te experimentar.

        - E julgas que ele na altura teria mais sorte que tu?

        - Sabe o gajo no nosso meio tem a alcunha de “O Caçador” e quando se lhe mete um puto na cabeça não o larga. Normalmente tem sorte pois é um gajo muito sabido e com anos de experiência. Mas contigo não vai ter sorte. Nem ele nem nenhum!

 

      O Rui tinha acabado de fazer uma declaração de amor como nunca tinha ouvido. O tipo estava mesmo apaixonado por mim. E eu? O que me estava a acontecer? O que seria dali para a frente depois daquela experiência? O certo é que tinha gostado e não lhe largava pila que já estava dar sinais de vida.

      Ele deu por isso e colocou-se em cima de mim voltando tudo ao princípio. Beijando-me os mamilos acarinhando-me o rosto com a mão aberta como fazem os gatos. Eu reciprocamente segurei-lhe a cabeça e olhos nos olhos nos olhámos e nos beijamos novamente.


     Comecei a sentir na minha barriga o seu pirilau que já não era mas sim um tremendo caralho hirto e firme conjuntamente com o meu.

Então ele levou minha mão ao dele e começou a estimula-lo. Passei para a posição de

copula gay de frente

 

 

papo para o ar. Ele voltou com os dedos a manusear-me o cu à medida que me afastava as pernas para o ar, tirou os dedos e afastando-me mais ainda as pernas senti o seu pau entrar meu cu a dentro, primeiro devagar devagarinho e depois todo até sentir também os seus tomates nas minha nádegas. Gemi um pouco mas ele abafou meus gemidos com sua boca. Já não era o seu caralho dentro de mim, era também a sua língua. Com uma Mão masturbou-me com força e viemo-nos mutuamente.

     Porra!... Tinha sido demais. Tanto gozo numa noite só! Era demais.

     Colocamo-nos numa posição mais confortável de conchinha continuando ele atrás de mim e adormecemos.

 

dormindo de conchinha

     Quando acordamos já o sol despontava janela dentro e com uma fome dos diabos e principalmente eu que não estava habituado aquelas coisas

     Olhei para o Rui que já estava de lhos abertos e dando-me um a bracinho gostoso como nunca tinha sentido.

    O Rui era bastante sabido e tinha-me levado à certa. Comparado com a minha experiência sexual com mulheres, aquela noite tinha suplantado tudo o que podia ter imaginado.

     Com ar de sacaninha perguntou-me:

         - Dormiste bem?

         - Nunca pensei que isto me tivesse acontecido.

         - Estás arrependido?

         - Não! Não estou! Nesta altura nem penso em mais nada.

         - E o que é que queres pensar?

         - O que vou contar a meu pai e a minha mãe.

        - E achas necessário ir já a correr contar a eles? O que se passa entre nós?

        - Como ele disse vou ter o fim-de-semana para lhe dar uma resposta sobre a tal situação.

        - E achas que o teu pai é parvo e não sabe de mim?

        - Achas?

        - Se vieres viver cá para casa tens de dormir no meu quarto e como sé tenho uma cama, tens de dormir comigo. Minha mãe certamente já conversou com ele sobre o assunto.

        - Deixemos isso para quando eles voltarem. Vamos tomar uma duchada e fazer algo para comer. Estou cheio de fome.

        - Quanto ao duche estou de acordo. Quanto ao resto vamos dar um salto à Praia Grande e comemos lá.

brincadeiras na praia grande - Sintra

Há muito que não passava um fim-de-semana com tanta felicidade

(Ir para VIII Parte)

 

                Nelson Camacho D’Magoito

             “Contos ao sabor da imaginação”

                     © Nelson Camacho
   2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

 

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 00:57
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
Terça-feira, 20 de Agosto de 2013

Eu não sou Gay

eu não sou gay

 

     Ser ou não ser gay o que interessa isso? Fará a felicidade de alguém? Se for ladrão ou assassino, isso sim! Colide com toda a sociedade, ama agora Gay ou heterossexual o que importa? São opções do foro sexual que só dizem respeito a dois, já que outro tipo de sexualidade chama-se masturbação.  

 

     Sou simplesmente um tipo descomplexado espontâneo, alegre, entusiástico, e feliz e porque nunca achei ser um termo depreciativo embora para a maioria da sociedade o fosse, resolvi buscar o verdadeiro sentido do termo.

Verifiquei então que:

Conquanto a cultura contemporânea em geral tenha herdado o termo directamente do inglês (gay = "alegre, jovial"), o vernáculo inglês colheu-o do francês arcaico (gui, com o mesmo significado) e este, por seu turno, obteve-o do latim tardio (gaiu, com semelhante significado).

     Assim, a etimologia remonta o termo actual a três transições cultural linguística: do latim tardio ao francês; do francês (arcaico) ao inglês; do inglês às demais culturas actuais.

     A palavra originariamente não tinha conotação sexual necessária. Era usada para designar uma pessoa espontânea, alegre, entusiástica, feliz, e, nesse sentido, pode ser encontrada em diversas literaturas americanas, sobretudo as anteriores à década de 1920.

     No entanto, o significado preliminar da palavra gay mudou drasticamente nos Estados Unidos, vindo a assumir o significado primordial actual, que, com a difusão da cultura estadunidense, tem sido amplamente utilizado.

     O termo gay, já marcado pela conotação sexual, ao ser difundido pelos países lusófonos, era utilizado principalmente de forma pejorativa contra homens gays. Contudo, a utilização da palavra pelos próprios homossexuais, a se referirem a si mesmos, fez com que a conotação negativa fosse amenizada.

     Em outras palavras, os homossexuais apropriaram-se da palavra, na busca de retirar-lhe, assim, a carga insultuosa.

     Actualmente há a destrinça entre o gay e o homossexual.

     O Gay é um homem que embora tenha apresso sexual por outro homem na sociedade se comporta como um heterossexual.

     Um Homossexual é um homem que para além das suas tendenciais sexuais serem também por outros homens, não são discretos perante a sociedade e normalmente amaneirados.

 

Foi com base neste conceito de vida que não tive problemas em contar a meus pais que gostava de homens e a minha mulher que me sentia melhor sexualmente com um homeme, assim, a minha situação perante a sociedade ficou resolvida. Ninguém me chateia e eu não chateio ninguém.

------------------------------------------

Leia: (Mas não sou Gay)

E comente sem medos

 

     Eu também quis saber o que era ser gay e cheguei à conclusão que não é nenhuma doença e não se pega. Homens gays também choram, amas e são capazes de grandes feitos na humanidade.

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

     Nelson Camacho D’Magoito

                (O Caçador)

   “Contos ao sabor da imaginação”

           de Nelson Camacho

sinto-me:
publicado por nelson camacho às 04:06
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Abril 2015

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


.posts recentes

. Eles eram dois – I Capítu...

. Eles eram dois – II Capit...

. Menino rico e menino pobr...

. A Masturbação

. Até quando homofóbico – I...

. A Minha prenda de Natal –...

. A Minha prenda de Natal –...

. O meu primo de Lisboa

. Não beijo!.. e você já be...

. Os Motas – II Capitulo

.arquivos

. Abril 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Junho 2012

. Abril 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Novembro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

.tags

. todas as tags

.favorito

. Sai do armário e mãe pede...

. Eurovisão

. Depois de "All-American B...

. Raptada por um sonho ...

. Crónica de um louco senti...

. Terminei o meu namoro!!‏

. Dois anjos sem asas...

. Parabéns FINALMENTE!!!!

. Guetos, porque não?

. “Porque razão é preciso t...

.ALERTA - Aos amigos que me lêem

Este Blogue é constituido por histórias Homo-Eróticas dedicadas a MAIORES de 18 anos. Os homossexuais também têm sentimentos, sofrem, amam e gozam a vida como qualquer outro sejam activos, passivos ou Flex (versátil). As fotos e videos aqui apresentadas foram capturadas da internet livres de copyrigt. Quanto aos textos, são de minha inteira responsabilidade ©. Não faça copy sem mencionar a sua origem. Tenham uma boa leitura e não se esqueça que o geral ultrapassa a ficção. Comente dem medos e não tenha preconceitos.
blogs SAPO

.subscrever feeds