.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Prós e Contras das relações anais

kamasutra homo

RELAÇÕES ANAIS

 

    Os meus escritos neste blogue como os meus leitores já se habituaram, em princípio baseia-se em histórias eróticas devidamente ficcionadas e contos saídos da minha cabeça pensadora, no entanto, de vez em quanto lá vou fazendo o que considero “Um serviço público” entrando nos aconselhamentos médicos, sociológicos e de sexualidades.

    Não sendo um expert sobre todos os assuntos, de vez em quando procuro conhecimentos tanto em livros como aqui na net. Foi assim que cheguei hoje ao aconselhamento do porquê e como se deve praticar o sexo anal tanto entre Homossexuais como entre heterossexuais.

    Muita rapaziada que lê nos meus blogues e porque querem fazer perguntas no anonimato, o que respeito, me escrevem por e-mail fazendo perguntas dos mais diversos temas. Como não me é possível responder a todos/as individualmente, classifico as perguntas e depois de escolher um tema, venho aqui dar respostas o mais concisas possíveis e em forma de prosa.

Como nunca é demais falar sobre educação sexual

hoje vou falar sobre relações anais.

Kamasutra homo nunca é tarde

 

 As perguntas que normalmente se me poem são:

 

   - Porque rasão nem sempre o sexo anal me dão prazer?

   - Porque razão o homem tem tendência em praticar o sexo anal?

   - Porque razão o pénis do penetrador por vezes quando sai, vem com marcas de fezes?

   - Há alguma forma eficaz de ter relações anais sem sentir desconforto?

 

Nem sempre das primeiras vezes que se é penetrado/a é uma sensação agradável, no entanto é sempre uma questão de posição.

Convém se possível, nas últimas 24 horas não ter ingerido comidas picantes ou andar de diarreia.

O ato de penetração anal deve ser sempre de comum acordo e tem de haver um relaxamento total não descuidando os preliminares. Carinhos, afagos e por vezes rizadas de boa disposição recíprocos.

A zona anal tem imensas terminações nervosas e por isso a sensibilidade é uma das suas características, logo, é possível que o/a penetrado sinta algum prazer, bastando para isso, estar devidamente relaxada. Porque ao tornar o seu corpo tenso por receio da dor que possa sentir, vai contrair os músculos do seu corpo, e por consequência os do ânus, dificultando a penetração.

Não convém que o pénis do penetrador seja muito dotado pelo menos no calibre, já o comprimento não tem grande influência, às vezes até ajuda, conforme a posição adotada.

O penetrador não deve ter pressa e deixar o/a penetrado/a relaxar-se o suficiente. È sempre aconselhável usar um lubrificante íntimo à base água. O melhor de todos e o mais antigo e barato é a vaselina esterilizada que se vende nas farmácias sem ter de recorrer às lojas de produtos eróticos, que hás vezes é uma chatice. Convém quando o/a parceiro/a não é habitual convém usar sempre camisinha (atenção às datas de validade, não devem comprar grande quantidade e usá-las na carteira, no bolso ou na mesa de cabeceira durante muito tempo, pois perdem a elasticidade e a sua própria lubrificação com facilidade).

Se o/a possível penetrado/a não está para ai virado/a na altura ou se queixar de dor o melhor é parar de imediato, continue com os preliminares até que esteja tudo bem e mude de posição ou passe para o dia seguinte. Tenha calma pois com calma ganha-se o céu.

O penetrador não deve pensar no ânus como se fosse uma vagina mesmo apertadinha pois ela própria cria a sua lubrificação com a excitação.

Para uma melhor performance nas primeiras relações anais, usando um creme começa fazendo carícias nas bordas do ânus. Depois penetra-o lentamente com um dedo e, posteriormente, com dois. Esta penetração, além de lenta, deve ser feita em etapas, com idas e vindas bem vagarosas. Uma das melhores formas de fazer estes preâmbulos é, no caso de homem/homem ao mesmo tempo que o penetrador faz um broche vai utilizando os dedos. Para o caso de homem/mulher será o clitóris da mulher que funcionará como pénis.

Quando o penetrado/a começar a sentir-se bem é de começar a penetrar lentamente com o pénis

Se o pénis for bastante longo, evitar a sua penetração com força e de repente. Faça-o lentamente e num vai e vem permanente até à ejaculação e o prazer será total de ambas as partes.

 

Kamasutra_andromache e colher

A melhor posição nas primeiras vezes é a de “andromache” em que o penetrado/a se senta sobre o pénis do penetrador e assim em movimentos lentos vai conseguindo uma situação mais confortável.

O penetrador deve sempre respeitar o ritmo do/a penetrado/a pois é ele/a que lhe vai dar o maior prazer. Quando sentir a sensação do início da ejaculação, pare e mude de posição para de “colher” e vai ver que o êxtase é total para os dois na medida em que o/a penetrado/a pode masturbar-se enquanto o penetrador ejacula.

 

Diga-se o que se disser a relação anal existe desde todos os tempos entre todos os animais racionais e irracionais. Do antes Cristo e no-pós cristo, até à nossa dissolução. Faz parte do relacionamento sexual do ser vivente como o nascer comer beber e morrer.

Atualmente com a liberalização da sexualidade com a informação constante nos Mídias inclusive programas de TV, mais se fala que a penetração anal já não é exclusiva dos homossexuais. Ainda sobre este assunto há um engano ao dizer-se que é um ato exclusivo dos homossexuais na medida em que nem todos são penetrados, alguns, praticam outras formas de sexo entre eles e alguns, principalmente casados só penetram.

Normalmente os homens casados porque não têm uma relação totalmente aberta com suas mulheres e porque têm o fetiche de como será “comer um cú?” Procuram homens para o praticarem e até pagam para isso. Normalmente pagam mais a outro homem para satisfazerem esse desejo que a uma mulher.

Ser Gay ou bissexual não quer dizer que pratiquem o ato de passivos, embora seja uma minoria. É sempre de acordo com o parceiro que encontrarem e com a habilidade do outro. Mais tarde ou mais cedo o gosto por ser-se ativo/passivo é como a morte,- de lá ninguém volta-. Mas aí também não vem mal ao mundo.

Ser-se homossexual, bissexual ou heterossexual não é doença mas sim orientações sexuais diferentes.

 

copla perfeita

Ainda não está provado cientificamente a razão de se ser heterossexual, bissexual ou homossexual.

Quanto ao ser-se heterossexual tudo bem! Dizem! É a forma natural das relações sexuais já que elas servem para procriar.

Quanto ao ser-se bissexual a coisa começa a ter divergências já que estes têm relações sexuais com os dois sexos.

Quanto aos homossexuais genuínos, a coisa já chia de outra maneira.

 

As tentativas de explicar a origem da homossexualidade incluem teorias que vão da mitologia à sociologia. No século 19, psiquiatras concluíram que ser gay era um transtorno mental causado por equívocos na criação da criança - e essa ideia reinou na maior parte do século 20. Tentaram-se fazer terapias de “cura”, mas nada resultou dessas experiências. Em 1973, a Associação Psiquiátrica Americana achou melhor retirar de sua lista de distúrbios mentais a atração sexual por pessoas do mesmo sexo. Foi quando o termo mudou de nome: homossexualismo deu lugar a homossexualidade - porque o sufixo "ismo" denota doença. A essa altura, os cientistas já consideravam ser gay uma variação absolutamente natural do comportamento humano.


Até que em 1991 o neurocientista Simon LeVay, gay declarado, anunciou ter encontrado diferenças em cérebros de homens gays e héteros. LeVay examinou o hipotálamo, zona-chave da sexualidade no cérebro, e descobriu que a região chamada INAH-3 era entre 2 e 3 vezes menor nos gays. Era a primeira indicação da origem biológica da homossexualidade.

 

Em 1993 com as pesquisas de Dean Hamer, ele percebeu que dentro das famílias havia muito mais gays do lado materno. Usando um scâner, Hamer viu que uma região do cromossomo X, a Xq28, era idêntica em muitos irmãos gays. O que ele descobriu não foi propriamente um único gene gay, mas uma tira de DNA transmitida por inteiro. A notícia provocou rebuliço, e não era para menos. Mesmo contestada por outros estudos, a conexão entre genes e orientação sexual sugere que as pessoas não escolhem ser homossexuais, mas nascem assim. A comunidade gay começou a ver na ciência a resposta contra a ideia de que seu comportamento era "antinatural". 

 

Existem também outras opiniões tais como “ a causa está na convivência familiar” Uma mãe depois de ter tido vários filhos homens, e como gostaria de ter uma menina e então trata o ultimo como a menina que não teve. Os irmãos mais velhos também tenderiam a "dominar" o mais novo, influindo em seus sentimentos sobre si e os demais. Outra hipótese vem da biologia. "Os fetos masculinos talvez acionem uma reação imunológica na mãe ao produzirem substâncias que ameaçam seu equilíbrio hormonal", diz o cientista Qazi Rahman, da Universidade de East London. Segundo ele, o corpo da mãe acionaria um alarme para produção de anticorpos contra proteínas ou hormônios do bebé. Cada novo feto masculino intensifica a resposta, e o acúmulo de anticorpos redirecionaria a diferenciação tipicamente masculina para uma mais feminina, gerando orientação homossexual nos filhos seguintes.


Uma história real:

 

Patrick e Thomas são gémeos, têm 7 anos, olhos azuis e cabelo ondulado. Cresceram na mesma casa, criados pelos mesmos pais. À primeira vista, é impossível distingui-los. Mas passe algum tempo com eles e você verá que Patrick é sociável, atento e pensativo, enquanto Thomas é espontâneo e adora brincar de luta. Quando tinham 2 anos, Patrick encontrou os sapatos da mãe e calçou-os e gostou. Aos 3, Thomas disse que o revólver de plástico era seu brinquedo favorito. Aos 5, Thomas se fantasiou de monstro no Halloween; Patrick quis vestir-se de princesa. Ridicularizado pelas risadas do irmão, decidiu ser Batman. Patrick sempre brincou entre meninas, nunca meninos. Os pais deixaram que ele fosse ele mesmo em casa, mas mantiveram alguns limites em público com medo de que seu comportamento feminino o expusesse. Funcionou até um certo ano, quando o orientador da escola ligou dizendo que ele deixara os colegas incomodados: insistia que era uma menina.


A história de Patrick e Thomas foi revelada pelo jornal Boston Globe. Se a homossexualidade fosse mesmo causada por um cromossomo, os dois deveriam ter a mesma orientação sexual. Mas não foi bem isso o que aconteceu.


O caso de gémeos com orientação sexual diferente mostra que, sozinha, a genética não explica a homossexualidade.

 

O problema é que ninguém sabe exatamente quantos e quais são eles. Não há provas, por exemplo, de que o abuso sexual na infância causa homossexualidade. O número de gays não é maior em lares chefiados por mulheres nem entre filhos criados por casais gays. Tampouco há mais casos de homossexualidade após períodos de guerra, quando os pais se ausentam de casa, o que enfraquece as hipóteses sobre dinâmicas familiares.

 

Conclusão: Existem homossexuais porque existem. Nada mais é que uma forma diferente de fazer sexo não sendo doença e a prova está que numa boa parte dos países já é possível o casamento entre eles.

 

Países que reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo

  • 2001 – Países Baixos
  • 2003 - Bélgica
  • 2004 – Massachusetts (Estados Unidos)
  • 2004 – Espanha e Canadá
  • 2006 – África do Sul
  • 2008 – Connecticut (Estados Unidos)
  • 2009- Noruega, Suécia, Iowa (Estados Unidos),Vermont (Estados Unidos)
  • 2010 – New Hampshire (Estados Unidos) Washington,C.C. (Estados Unidos), Portugal, Islândia, Argentina, Cidade do México (México).
  • 2010 – Portugal. Sob a vigência governamental de José Sócrates do Partido Socialista.
  • 2011 – New York (Estados Unidos).
  • Locais que reconheceram temporariamente o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.
  • 2008 – Califórnia (Estados Unidos) (entre 15 de Maio de 2008 e 5 de Novembro de 2008)

Uma pequena história dos hábitos e costumes das relações anais

 

Nas civilizações do Oriente Médio, onde o prazer sexual sempre sofreu repressões, o sexo anal era frequentemente abominado.

Já os gregos e romanos, que aceitavam o prazer como uma dádiva divina, faziam-no naturalmente.

Xenofonte, na Anábasis, relata episódios de relações entre soldados e jovenzinhos como a coisa mais natural do mundo.

Na Ilíada a relação entre Aquiles e Pátroclo é insinuada como uma relação homossexual. Ou seja Aquiles seria o que hoje chamamos bissexual.

Nas festas greco-romanas, as relações entre homens eram extremamente comuns, o que implicava em relações anais. O mesmo nos diz os vasos da época clássica e helenística com pinturas eróticas.

Isto dá uma ideia de que os cultores dos prazeres da carne usavam e abusavam dos prazeres anais.

Então, o que faz o sexo anal ser tão desejado, praticado e procurado pelos homens?

Sendo o ânus mais estreito e com expansibilidade menor que a vagina, faz com que quem tenha um pintinho, se sinta com um pinto. Quem tenha um pinto se sente como sendo possuidor de um pintão. E quem tem um pintão e não consegue ter relações anais sente-se como portador de um canhão.

Na relação anal não existe o risco de uma gravidez. O que em algumas situações é extremamente desejável e apreciável.

Como o canal anal/retal é mais extenso, em comprimento, do que a musculatura da entrada da vagina, o prazer peniano, para o homem que penetra, se torna maior na relação anal que na relação vaginal. Além disto alguns homens, e mulheres relatam que sentem uma sensação de posse maior na relação anal, aumentando com isto a sensação prazerosa.

 

O que aqui fica expresso são teorias minhas e outras de sociólogos, psiquiatras, cientistas filósofos e alguns homossexuais e bissexuais.


Recolha de alguns dados em Dr. Carrion e Irônico social, entre outros.

 

Se quiser comentar ou acrescentar algo sobre este tema, não tenha medo.

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

sinto-me: Amor e felicidade no casamento
a música que estou a ouvir: I'm Not in Love
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Domingo, 5 de Fevereiro de 2012

Alerta Pais e Filhos

 

pedofilia

A Máfia de Leste está em acção com um novo método

 

Atenção pais dos jovens que saiam à noite ou das escolas.

 

     Há crianças na rua que choram e se dizem perdidas com um papel na mão onde consta uma morada e pedem para os levarem a essa morada.

     É um embuste da Máfia do Leste para assaltarem pessoas e roubarem crianças.

 

     Se encontrarem uma dessas crianças não as levem à morada solicitada.

 

     Peguem nela e levem-na para um posto da polícia.

     Isto é um novo método de raptarem crianças e jovens pelas máfias de leste a operarem em Portugal.

 

Divulguem o máximo possível!!!! Para o bem de todos.

 

  

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

 

 

sinto-me: Com o dever comprido
a música que estou a ouvir: Oh tempo volta para traz (de Antonio Mourão)
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

O Comprimento do pénis interessa?

Deus grego Hermes

O tamanho do pénis tem interesse?

Sabia que o tamanho médio do pénis português é de 15,82 centímetros?

 

 

Muitas histórias aqui tenho contado sobre relações sexuais entre homens e muitos e-mails me teem enviado solicitando respostas difíceis de responder por essa forma, assim, com base na minha experiência e uma pesquisa junto de analistas da questão do pénis, com este post creio responder a todos. De qualquer das maneiras tenham sempre em atenção que o tamanho não quer dizer qualidade. Vai sempre de pessoa para pessoa.

 

Quanto ao tamanho e crescimento.

 

Podemos afirmar antes de qualquer explicação, que todo homem tem o pénis em um tamanho normal e proporcional à sua constituição física. Embora exista grande preocupação quanto ao tamanho podemos alertar que o tamanho é uma preocupação folclórica instituída com o decorrer do tempo e pela associação que se fazia entre a potência sexual e tamanho do membro. As proporções que dou a seguir são estatísticas e baseadas nas pesquisas do Centro de Estudos e Pesquisas do Desenvolvimento da Sexualidade Humana.

Em estado de flacidez o membro masculino varia de 6 à 12 cm., em estado de erecção varia de 14 a 20 cm. Os pénis que são menores em estado de flacidez reagem e tem um maior crescimento que os que são maiores em estado de flacidez.

 

Até que idade ocorre o crescimento do pénis?


A fase de maior crescimento do pénis é no período da puberdade, entre os 12 a 16 anos. Pudemos observar que existe em alguns pais uma excessiva preocupação quanto ao desenvolvimento do órgão sexual dos filhos e podemos alertar que na maior parte das vezes estas preocupações são alicerçadas em fantasias pessoais e raríssimas vezes em aspectos reais.

 

Quando o pai ou mãe se encontram preocupados com o desenvolvimento do pénis do seu filho a melhor solução é sem que ele dê por isso leva-lo a uma consulta de Urologia ou Endocrinologia. Falar com o médico antecipadamente sobre o assunto e seu filho será visto como uma consulta normal.

Colocar esta vossa preocupação a seu filho pode gerar uma série de conflitos psicológicos que irão ter durante toda a sua vida.

 

Existe algum tipo de tratamento que aumente o tamanho do pénis?

 

   
Esta questão e dúvida é comum entre os homens adultos e, pode-se alertar que não existem métodos ou tratamentos que aumentem o tamanho do pénis de um homem adulto que esteja dentro dos padrões de normalidade. Qualquer proposta ou divulgação de métodos neste sentido carece de validade. Se você tiver alguma dúvida em relação a esta questão, é melhor consultar um Médico andrologista.

 

O pénis diminui de tamanho, se o homem tiver vida sexual activa?


Esta questão é alicerçada em fantasias que não tem fundamento algum. Manter contactos sexuais ou ter vida sexual activa só pode ter influência no aprimoramento da própria sexualidade e não tem qualquer influência no aumento ou diminuição do tamanho do membro. O pénis não é um corpo muscular que pode ser desenvolvido por meio de exercícios.

 

Quanto ao tamanho e função?


Qual é a relação entre tamanho do pénis e potência sexual?


     Esta é uma questão bastante comum mas não tem qualquer fundamento. O tamanho do membro nada tem a ver com a potência sexual. A potência é determinada por factores fisiológicos, emocionais e afectivos que não tem relação com o tamanho do membro. O homem potente sexualmente é aquele que obtém prazer em seus contactos sexuais e consegue gerar satisfação em sua ou seu parceiro.

Tanto as mulheres como os homens na sua vida sexual estão mais preocupados com o aspecto emocional e afectivo. O contacto físico, as carícias, o relaxamento como se pratica o acto são a maior fonte de prazer. As mentes devem estar abertas a tudo o que possa acontecer sem tabus ou mesquinhices. A evolução do prazer até ao final da função deve-se à capacidade das carícias recíprocas. O tamanho do pénis em qualquer relação sexual é sempre secundário. O que manda sãos os neurónios que trabalham o amor.

 

 Qual é a relação entre o tamanho do membro e o prazer sexual?


     Não há nenhuma! O prazer sexual masculino é obtido por uma boa relação com a ou o parceiro, onde amor, afecto e carícias são primordiais. O homem obtém satisfação sexual com qualquer tamanho de pénis.

 

No caso de uma função heterossexual se o homem tiver um pénis pequeno pode levar uma mulher ao orgasmo?


Pelo que já esclarecemos é evidente que sim. A mulher não obtém prazer pelo tamanho do membro masculino, e sim pela sua capacidade de carícias, afecto e amor. Mais importante que o tamanho do membro do parceiro é a mágica que ela é capaz de realizar.

 

 No caso de uma função bissexual, o tamanho dos pénis também teem influência no prazer de ambos?

 

Tal como já foi explicado qualquer relacionamento sexual deve ser feito de mutuo consentimento e pressupõe-se haver afecto, carícias e actos descomplexados.

O tamanho aqui também não tem qualquer valor mesmo na penetração.

Existem muitos bissexuais (relacionamentos com homens e mulheres) que pelo facto de terem o pénis mais pequeno não os leva a terem menos prazer num ou noutro caso. O que os leva a terem uma vida sexual dupla não é em função do tamanho do pénis mas o gosto pela diversidade.

Sexualidades

Funcionamento do órgão sexual masculino.

 

Qual é o tempo normal de uma erecção?


     Esta questão cria grande expectativa entre os homens mas podemos de imediato afirmar que não existe nenhum critério de normalidade quanto ao tempo de erecção. O tempo de erecção sofre influências directas de vários factores, portanto não pode ser mensurado. A erecção vai depender do estado de excitação do momento sexual, da tensão emocional e disposição física do dia, da carga de afecto investida na ou no parceiro ou na fantasia sexual, da quantidade de carícias dadas e recebidas, da ansiedade de desempenho e principalmente do bom entrosamento do casal. O importante é que a erecção ocorra em tempo suficiente para que ambos possam obter satisfação na acção sexual.

 

Se um homem não consegue ter erecção em um contacto sexual, isto significa que ele esteja ficando impotente?

 

Não! Falhar em alguma experiência sexual por não conseguir obter ou manter o estado de erecção é um fato bastante comum. Causa medo em alguns homens por ir contra as expectativas do cumprimento do " papel de macho ". Papel fantasioso que coloca o homem como uma máquina de sexo e em muitos casos, impede o bom desempenho e uma verdadeira satisfação sexual.

Na realidade quando um homem não consegue completar um ato sexual por não ter erecção, não é um acontecimento digno de temor, pois é um acontecimento natural. Torna-se " anormal " quando o homem investe muita ansiedade e fica querendo provar para si mesmo que " não falhou ". Isto pode levá-lo a repetição da falha, pois em um próximo contacto vai estar ansioso em provar para si mesmo que é capaz. Isto pode aumentar sua ansiedade a ponto de interferir directamente na erecção e na satisfação. Se você falhou, vá despreocupado para outra actividade e dê maior importância aos jogos preliminares e na troca de carícias, pois isto ajuda a desactivar a ansiedade. Por vezes entre esses jogos, uma felação dá resultado.

 

Quantos contactos sexuais um homem normal tem por semana?

 

Existe entre os homens grande preocupação com a quantidade de actividades sexuais, quando o que seria digno de preocupação, deveria ser a qualidade e o prazer obtido, pois isto é que firma um bom relacionamento. Podemos dar uma estatística levantada no Centro de Pesquisas e Estudos do Desenvolvimento da Sexualidade Humana, " alertamos que esta estatística não pretende criar um padrão de normalidade " e sim informar sobre a maioria. Encontramos casais e homens que vivem satisfeitos sexualmente com um contacto semanal e outros que mantém satisfatoriamente média de três contactos semanais. Isto nos dá uma mostragem de um a três contactos semanais como o padrão da maioria.

 

Questões sobre a ejaculação.

 

Quanto um homem ejacula em um contacto sexual?

 

A média de ejaculação é de uma colher de sopa.

 

Qual é a relação entre quantidade de ejaculação e potência sexual?


Existe uma fantasia originada do período de adolescência, quando o jovem associa ejaculação com a potência. Ejacular mais, nesta fantasia, significa ser mais potente, assim como o ejacular mais longe ou mais forte.

 A potência é determinada por factores fisiológicos, afectivos e emocionais, que nada tem com a quantidade de ejaculação.

 

Qual é a relação entre quantidade ejaculada e fertilidade?

 

Nenhuma, pois o que determina a fertilidade ou capacidade masculina de gerar um filho é a qualidade do espermatozóides contidos na ejaculação. Para se saber sobre a capacidade de fertilidade masculina, o interessado deve procurar seu médico de família e solicitar um "espermogramo".  Por meio deste exame realiza-se a contagem de espermatozóides, sua motilidade, seu tempo de vida, etc., factores básicos da fertilidade.

 

Qual é a relação entre quantidade ejaculada e o prazer sexual?

 

Ejacular " em maior ou menor quantidade " não determina aumento ou diminuição do orgasmo, pois a capacidade orgástica masculina é determinada por aspectos afectivos, emocionais, disposição física ou grão de tensão do dia, adequação sexual na relação. Etc. Esta questão é muito comum entre os jovens, pois por falta de informação, acabam associando a quantidade, velocidade e força ejaculatória com o prazer sexual. As contracções ejaculatórias são desencadeantes do processo orgástico e não o orgasmo em si.

 

Qual é o tempo normal para se ejacular após a penetração?


Não existe um tempo " normal " e sim um tempo " ideal ", este tempo não pode ou deve ser medido pelo " relógio " e sim pelo momento de prazer obtido pelos dois, integrados na mesma acção.

 

 Sem a preocupação de gerar prazer ao outro, a precipitação ejaculatória ocorre mecanicamente após a penetração e início dos movimentos sexuais, entre o terceiro e sétimo minuto da acção. É a famosa rapidinha! O ideal é que a precipitação ejaculatória ocorra em tempo suficiente para que o outro também consiga seu orgasmo.

 

Quantas ejaculações um homem pode ter em uma actividade sexual?


A quantidade de ejaculações em uma experiência sexual é determinada pela condição ou disposição física do dia, pelos factores emocionais e afectivos, pela disposição psicológica no momento sexual, pela boa integração com a parceira sexual. Pelas nossas pesquisas no Centro de Pesquisas e Estudos do Desenvolvimento da Sexualidade Humana existe uma variação de uma a três ejaculações em uma actividade sexual, que variam conforme factores já mencionados. Na maioria dos homens a ocorrência é de uma ejaculação em cada experiência, alterando-se esporadicamente para duas ejaculações.

 

Após ejacular, qual é o tempo normal para se obter uma nova erecção?

 

Não existe um tempo " normal ", pois uma nova erecção só é conseguida pelos factores mencionados nos itens anteriores. Em sua maioria, os casais encontram satisfação com um contacto e após este contacto existe um estado de relaxação que de modo geral leva ao desinteresse de nova experiência.

 

Há no entanto ocasiões em que calmamente continuando com carícias físicas, palavras de amor. Por vezes até a continuação do jogo de sedução com algumas brincadeiras á mistura voltando a um relaxamento total o tal pau de que falamos começa novamente a eriçar-se sejam ficando novamente pronto para nova função Normalmente não leva mais que trinta minutos. Até pode acontecer que depois de uma boa soneca e um duche relaxante tudo volte ao princípio da noite.

A principal determinação para ter mais que uma erecção seguida de ejaculação é sempre desencadeada pela capacidade de dar e receber. O mais importante na relação sexual, seja ela qual for o mais importante é a qualidade e não a quantidade.

 

E sejam felizes com os seus ou suas parceiras ou com ambos.

A via é para ser vivida com os prazeres que a própria vida nos dá.

 

(Fonte da minha experiência e da internet)

 

Sempre pronto a receber vossas notícias.

    Nelson Camacho D’Magoito

             (O Caçador)

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Domingo, 15 de Janeiro de 2012

Dia de aniversário (Parte II)

 

Gays ao molho em dia de anos

Naquela noite,

o Carlos fez amor pela primeira vez

Naquele dia em que o Mário fazia anos e porque estávamos todos com falta de Euros resolvemos fazer-lhe a festa de aniversário em minha casa. Cada um levou vários alimentos, e prendas. Éramos ao todo oito rapazes sempre prontos para a “brincadeira” e como não queríamos que as nossas amigas ou namoradas nos atrapalhassem nenhuma seria convidada aliás, uma das condições propostas pelo Pedro que é sempre o mais desinibido e atrevido, a quando da reunião para marcação do evento foi logo peremptório:

 

- Na festa não há “galinhas” só “frangos” que somos nós e os outros que se irão assar!

Cá para mim! (Disse eu) Se alguém quiser comer um cru, o problema será de cada um.

 

Conforme já contei em “Dia de Aniversário (Parte I)” A festa decorreu com a maior normalidades destas ocasiões. Já eram umas oito da noite quando o Pedro foi ao carro buscar a prenda para o Mário. Conhecendo-o bem ficámos todos expectantes pois dali não iria sair coisa boa.

 

Gays do Diabo

 

Tocaram à porta, fui abrir e lá vinha o Pedro que por vezes parece que tem o Diabo no corpo, com uma grande caixa muito bem embrulhada.

Entrou dirigiu-se ao Mário beijou-o por duas vezes nas faces, entregou-lhe a caixa dizendo:

 

 - Isto é para que não te falte nada pois sei que te zangaste com a tua namorada.

 

Então se não te importas vai ser a última prenda a abrir já que de ti não espero grande coisa. - Disse o Mário –

 

Sentamo-nos todos à volta das prendas enquanto o Mário ia abrindo todos os presentes.

Desde porta-chaves, filmes porno, boxers com bonequinhos, caixas de preservativos às cores até tubos Lub xxx men’s only, havia de tudo um pouco. Depois foi há surpresa da noite e começou a abrir a tal caixa enorme que estava muito bem embrulhada. Ao abri, dentro estava outra caixa também muito bem embrulhada, depois outra, depois mais outra e outra ainda e mais ainda outra. Cada caixa que se abria existia outra. Já haviam caixas e caixinhas por toda a sala assim como papel de embrulho até mais não até que por fim, assim parecia, estava uma caixa em madeira daquelas que se compram nas lojas do chineses e devidamente fechada a cadeado.

Todos nós já não sabia-mos se havíamos de rir ou chorar a rir por tal patifaria. O Mário já estafado pegou na caixinha e com o ar mais circunspecto da vida declarou:

- Agora por castigo primeiro vamos ao bolo.

A malta não concordou e começou; Abre… abre… abre… abre… abre. e o rapas lá com a ajuda de uma faca, pois não havia chave, lá abriu a célebre caixinha. Mal a tampa se abriu, de dentro saltou impulsionado por uma forte mola - Um Caralho das Caldas.

Foi risota geral ao ponto de nos atirarmos para o chão.

Foi a grande surpresa do dia.

Passada toda aquela euforia, fomos buscar as garrafas de champanhe, cortamos o bolo, catamos os parabéns a você. Tocamos nas flûts como manda a tradição e nos beijamos todos desejando que continuássemos assim amigos sem preconceitos ou zangas para o resto da vida.

Continuámos a petiscar e a bebericar até perto da uma da noite.

Às tantas o Zeca disse para o grupo:

 

- Bem meninos! Cá por mim amanhã já tenho umas coisas combinadas para fazer de manhã com o meu pai e vou-me embora. Se alguém quiser boleias pois nem todos trouxeram carro aproveitem.

 

-Também acho que já é tarde e aproveito a boleia disse o João, já que o Jorge veio com o Mário, certamente irá com ele.

 

- Cá por mim está tudo bem. Eu e o Jorge somos capazes de ir ainda até uma sauna, daquelas que estão toda a noite aberta e pode ser que ainda façamos um cabrito. Esta coisa de fazer anos e não me estriar não dá jeito. E vocês? Pedro e Santos? Vieram os dois!

 

O Pedro com todo o a vontade que lhe é natural foi logo dizendo:

 

- Por enquanto não estou em condições de conduzir. Esta noite bebi demais e como o Santos não tem carta e o Nelson é um gajo porreiro vai deixar-me tomar um duche para passar a bebedeira e depois logo se vê.

- Espera aí! Eu também quero! Disse prontamente o Santos. – Até pode ser que ainda me venha esta noite –

- Olha o puto! Parece que está com a pila aos saltos! Então não há respeito pelo dono da casa?

- Opá! A casa é vossa. Tomem os banhos que quiserem. Têem um bom sofá onde se podem deitar desde que não queiram foder comigo, tá tudo bem.

- Olha o gajo… Já nos está a avisar que não quer nada connosco... 

- Pois não! Ele esta noite vai comer o Carlos…

- Ou vai ser comido por ele….

 

Todos se riram com aquela conversa. Ainda deram as suas graças e saíram porta fora.

 

- Como ainda vou preparar uns aperitivos para a gente, o Pedro e o Santos podem ir já tomar os vosso banhos e o Carlos vamos para a cozinha.

 

Levámos algum tempo, eu e o Carlos a preparar uns petiscos para o resto da noite que iria ser longa já que tinha-mos mais dois companheiros s quem dar de comer.

É pá aqueles gajos estão a levar tempo demais no duche, disse o Carlos:

 

Gays no duche

 

- É melhor ires ver, a casa é tua…é que eu também quero tomar um duche…

- Cá para mim, estão é a foder debaixo de água…

- Vamos espreitar?

 

Eu tinha razão……

Lá estavam eles, banhando-se como tivessem todo o tempo do mundo.

Sem mais aquelas e porque também me queria banhar a fim de ir para a cama lavadinhos e já agora queria ver a reacção do Carlos que segundo a malta dizia nunca tinha entrado nestas aventuras olhei para ele pisquei-lhe o olho e convenci-o a despir-se e entrarmos para junto deles dizendo:

 

- Estes gajos nunca mais se despacham, o melhor é entrarmos! Vai ser tudo ao molho e haja Fé em Deus.

 

O Pedro como sempre o mais atrevido, que estava tentando meter a pila no cuzinho do Santos olhou para o meu pénis do Carlos ainda flácido: - Ai filho! Vou querer chupar nessa coisa para ver se cresse.

O Carlos muito aflito encostou-se à parede exclamando:

 

Gays ao molho no duche

 - Mas vocês são gays?

- Não pá, estamos a gozar contigo, isto é como no balneário da escola, batemos umas punheta uns aos outros para ver quem tem mais comprida.

- Opá! Não baralhes o rapaz que o gajo ainda desarvora pela porta fora e eu fico sem quem me aconchegue a noite. Tu já estás aviado e servido.

 

- Pois tá bem então deixa eu chupar o teu para ele ver como é.

- Tá bem, mas só um bocadinho, não me faças vir.

- Tás a ver? Vais ver que não custa nada.

 

Não foi o Pedro mas sim o Santos que curvando-se apontou o caralho do Pedro no seu cuzinho ao mesmo tempo que metia o meu membro já todo eriçado na sua boca gostosa enquanto eu ia punhetando o caralho virgem do Carlos.

 

Todo mundo guinchava: (Eu com ao caralho na boca do Santos, O Pedro com o dele bombando todo dentro do cu do Santos e o Carlos presenteado com a punheta que eu lhe fazia. Não tardou muito que todos nos viesse-mos abundantemente. Estávamos todos esporados. Até o Carlos. O que valeu foi o estarmos debaixo daquela água quentinha do chuveiro para ao mesmo tempo que nos vínhamos nos limpávamos.

Estivemos naquelas andanças mais de meia hora. Cada um com uma toalha à cintura, fomos para a cozinha. Estava tudo cheio de fome. Abri uma garrafa de champanhe, fiz uns ovos mexidos com chapinhou e umas pequenas fatias de mão torrado com maionese.

O atrevidote do Mário enquanto ia beijando o Santos, ia dizendo para o Carlos:

- Tás a ver como o Nelson trata bem a rapaziada? Esta noite vais ter a maior prova de amor que alguém te pode dar. Digo-te com experiencia própria pois já tenho dormido com este gajo e é muita bem na cama. Está descansado que le só faz o que quiseres e eu não vos vou chatear. Já tenho o meu Santos que é um santinho na cama. Ficamos bem no sofá.

- Pois… é tudo muito bonito para vocês mas nunca dormi com um homem e o que fizemos no duche foi tudo novidade para mim. (disse o Carlos)

- Meus caros, parece que chega de conversa. Como dono da casa! Ordeno!! Vocês podem ir-se deitar pois já teem a cama feita e o Carlos vai comigo para o meu quarto.

Despedimo-nos todos e conforme ficou estipulado, cada um foi para a sua cama.

Antes de ir para o quarto ainda passei pela cozinha e fui ao frigorífico buscar uma lata de spray de chantilly.

O Pedro olhando para o que tinha ido buscar à cozinha e já sabendo do que a casa gasta piscou-me o olho e atirou para o Carlos:

 

- Vai ser bonito vai. Esta noite alguém vai ver as nuvens.  

- O que ele quer dizer com aquela?

 

 Colocando-lhe um braço pelos ombros como caminhando-o para o quarto fui dizendo:

 

 - Não ligues, já sabes como ele é. Gosta de dizer coisas e hoje deu-lhe para o ciúme mas não tem razão pois está bem acompanhado.

                                       

 - Sabes que tudo isto é novidade para mim e o que fizemos no chuveiro nunca tinha feito.

 

O nosso primeiro beijo

 Quando entrámos no quarto, deixei cair a toalha tirei a dele atirando-o para cima da cama e preguei-lhe um grande beijo.

A reacção foi como se já estivesse à espera.

 

- Nunca tinha beijado assim… Já experimentei com raparigas mas contigo há qualquer coisa de especial. Estou um pouco envergonhado… Podes apagar a luz?

Mas era aquilo que eu estava mesmo à espera.

Para apagar a luz tive de me debruçar obre ele, ficando o meu pénis já hirto roçando o reguinho dele. Mexeu-se como a confortar melhor a posição e só tive de começar a beijar-lhe as costas ao mesmo tempo que ia roçando a cabeça do meu pau naquele rego que já me estava a deixar louco mas por enquanto não queria tentar penetrá-lo. Virei-o e comecei por mordiscar seus peitos ao mesmo tempo que ia lambendo todo aquele corpo até àquele pénis descascado e de cabeça lustrosa. Aquele caralho ainda com pouca ou nada de experiencias sexuais foi penetrando em minha boca até às amígdalas. Fodi com a boca aquele saboroso pau. Ele gemia e contorcia-se. Sentindo que se estava quase a vir, mudei para a posição do 69 procurando a boca dele com o meu pau. Ele aceitou e penetrámos ambos nossos paus em nossas bocas. O Carlos chupava-me com uma sofreguidão que há muito não sentia a outro puto.

Desfiz aquela posição a voltamos à posição chamada normal. Ele já se estava a vir aos bocadinhos começando a sair daquela cadeça uns sulcos de esperma que ao saboreá-lo verifiquei que de facto o puto era virgem em tudo. Coloquei-me de frente peito a peito e nos começámos a beijar sofregamente. Acariciando-o lentamente perguntei:

 

- Já fodeste alguma vez?

- Não! É a primeira vez que tenho relações.

- E estás a gostar?

- O estar a gostar é pouco. Meu corpo e minha mente treme de satisfação.

- Vou dar-te uma prenda. Queres?

- De ti parece que vou aceitar tudo.

- Como é a primeira vez, vamos fazer sem preservativo para sentires melhor prazer. Vou tirar os três a este caralho e vais ver se não é bom.

 

Encolhi todo o meu corpo e sentei-me naquele caralho virgem sem experiência que a pouco e pouco foi penetrando em meu cu cavalgando constantemente. O Carlos parecia ser já um puto experiente pois o seu corpo movimentava-se ao sabor do meu cavalgar, penetrando cada vez mais até me fazer doer um pouco mas o que me dava goso era todo aquele movimento de vai e vem. Ele guinchava de satisfação ao mesmo tempo que ia fazendo-me uma ponheta.

Tudo aquilo durou pouco tempo pois de repente começou a punhetar-me com mais força e bombeando meu cu com mais movimento. Estremecemos os dois. Minha esporra esguichou para o seu corpo chagando a atingir sua boca ao mesmo tempo que sentia também um seu forte esguicho daquela porra a penetrar dentro do meu corpo. Estávamo-nos avir com abundância.

 

Ficámos assim durante algum tempo. Ele com seu caralho gostoso dentro de mim. E ele ainda apertando o meu com mais força como a não querer largá-lo.

 

Ditámo-nos exaustos em forma de concha ficando ele de costas para mim com aquele cuzinho encaixado na parte mais baixa do meu peito e adormecemos até de manhã.

Carinho gay durante a noite e muito mais

Já o Sol entrava pela janela do quarto quando acordei com um tesão do caralho.

Movimentei-me m pouco e com uma das mãos fui ver como se encontrava o dele. Rijo como nada tivesse acontecido. Mal lhe toquei começou a mexer-se e segurando na minha mão foi apertando-a como a pedir par lhe bater mais uma punheta ao mesmo tempo que ia mexendo aquele cuzinho como a procurar minha picha.

Estávamos prontos para reiniciar mais um momento de sexo.

 

Comecei mordiscar-lhe as orelhas ao mesmo tempo que ele ia virando só a cabeça para me beijar.

Colocando-o numa posição de elefante (a posição mais confortável) comecei a apontar minha gaita naquele cuzinho apertadinho. Ele fez por se ajeitar e com voz muito suave:

 

 - Devagar meu querido, eu nunca fiz isto.

- Calma que não te aleijo.

- Estou novamente cheio de tesão. Depois deixas meter-te novamente?

- Calma que nesta posição não vai doer nada.

- Vou penetrar-te devagarinho mas se achares que estou a doer diz, tá bem?

- Sim meu amor mas depois quero experimentar outra posição.

 

Devagar devagarinho lá fui com a maior das calmas penetrando aquele cuzinho que se movimentava num aperto e desaperto que só por isso fazia com que me viesse ainda mais depressa. Eu bombeava todo o meu cacete dentro daquele corpo por quem já estava apaixonado enquanto ele ia apertando mais as nádegas. Vi-me de repente e minha esporra lá foi seu caminho fora transbordando ainda alguma. O Carlos tremeu todo e ainda mais apertou aquele cuzinho que deixou de ser virgem naquele momento.

 Estávamos os dois loucos de satisfação. Aguentei mais uns minutos e fui fazer o prometido.

Virei-o para mim e começámo-nos a beijar. Ele descia pelo meu corpo mordiscando-me até ao meu pénis chupando-o com sofreguidão. O puto estava mesmo aflito. Beijava, mordia,

lambia meus sacos e a cabaça da gaita fazendo com que em pouco tempo voltasse a ficar com uma tesão dos diabos.
 
Kamasutra Homo na posição canina

Estava quase a vir-me novamente quando nos colocamos naquela tão saborosa posição canina. Segurei naquele pai rijo nem grosso nem fino (no tamanho normal) e ajudei-o a penetrar-me. (tive de o ajudar derivado à sua pouca experiência a penetrar-me. Era a segunda vez na sua vida que tinha penetrado num cú e o meu tinha sido o eleito naquele noite)

Agarrando-me pela cintura e socando-me com toda a força ao mesmo tempo que ia apertando as minhas nalgas começou a vir-se ao mesmo tempo que me beijava as costas em e punhetava o meu pau.

Viemo-nos mais uma vez naquela noite e mais uma vez nos atirámos para o lado exaustos mas com o dever cumprido para uma primeira noite de amos.

 

Bateram à porta!

Era o Pedro e o Santos. Nus e de mãos dadas, perguntando se ainda havia leite para o pequeno-almoço.

 Tapamo-nos de repente, e começámos a rir da veleidade do Pedro, que sem mais aquelas, afastou-nos os lençóis, e ambos meteram-se na nossa cama.

È pá para ai! Pelo menos vamos primeiro fazer o pequeno-almoço e depois logo se vê….. 

 E assim foi… Uns para o banho e outros para a cozinha.

O que aconteceu depois?

Conto mais tarde para que serve o chantilly, ou então venham a uma das minhas festas de aniversário e logo saberão como é e para que serve terem-se amigos que não sãos gays mas que gostam de brincadeiras sexuais.

 

Já agora podem comentar a história do aniversário do Mário

 

 

Nelson Camacho D’Magoito

        (O Caçador)

sinto-me: Fiquei com uma tusa dos diabos
a música que estou a ouvir: Nothing to hide
publicado por nelson camacho às 03:21
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