.Art.13º, n.º da Constituição

"Ninguém pode ser privilegiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça,língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual"

Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013

Nós e o resto do mundo - II Parte.

boy ao telefone mascando um encontro - Nelson Camacho

Estava indeciso se havia de telefonar ou não para o meu possível novo amigo ou ir para a minha sogra fazer as pazes com a mulher.

Para saber a história anterior Clik (AQUI).

 

Nós e o resto do mundo lá fora

III.º Capítulo

 

    Acabei a minha higiene e fui até à sala repensar em tudo o que me estava a acontecer. Voltei ao banheiro e peguei no tal cartão-de-visita e com ele na mão comecei por recordar a felicidade que tinha visto naqueles rapazes que nada tinha a ver com o meu estado actual.

       - Aceito o convite? Telefono? Não telefono? Já lá vai tanto tempo! -

    De repente e quase automaticamente dei por mim a pegar no telefone e marcar o número ali escrito.

    Do outro lado ouvia-se o sinal de chamada até que pouco tempo depois apareceu uma voz:

       - Está? Quem fala?

       - Desculpe mas quem está a atendendo?

       - Daqui é o João Paulo 

       - Desculpe mas certamente Você já não se lembra do meu nome mas sou aquele moço que esteve com a mulher em Palma de Maiorca em Agosto. Lembra-se?

       - Certamente que me lembro, eu estava com o meu antigo namorado e você com uma linda mulher. Tenho esperado por si no tramps às sextas-feiras e nunca o vi por lá. Não me diga que também já não está com a mesma!

       - Não! Não!.. Sim!... Ainda estou mas ela hoje foi para a Mãe.

       - É sempre assim! Quando elas vão para a Mãe quer dizer que já estão fartas de nós. O meu namorado também foi para Mãezinha.

       - Então quer dizer que fomos abandonados!

       - É verdade! O que é que você faz esta noite?

       - Se quer saber não sei! Preciso de um ombro amigo! A noite passada passei nos fados e recordar velhos tempos e por causa disso, hoje estou abandonado como um cão.

       - Normalmente só saio às sextas-feiras ma podemo-nos encontrar no trampes. Sabe onde é?

       - Sei! Já lá não vou há uns anos. Você vai lá estar?

       - Aquilo é uma grande confusão e é difícil arranjar lugar para o carro

       - Sabe onde fica o 106 é um bar bastante acolhedor para uma converse e bastante agradável e não tem problemas para o carro. Há sempre um lugarzito.

        - Não! Esse não sei!

        - É ali perto da Assembleia da Republica. Tome nota. É no 106 da Rua de São Marçal.

        - Ok! A que horas lá está?

        - Aí por volta das onze horas.

        - Tudo bem! Encontramo-nos lá.

     E assim foi. Vesti-me o mais casual possível tentando dar um pouco de juventude que já me ia fugindo e lá fui para um mundo que também já me tinha fugido como simples espectador derivado ao ambiente artístico que tinha frequentado em tempos.

    Lá num cantinho da rua onde se situava o bar, parecia que estava à minha espera um lugar para o carrito.

    No caminho até ali fui pensando o que é que estava ali a fazer. O que é que iria acontecer? Encontrar-me com um quase desconhecido embora já tenha admitido ser gay.

    Qual seria o meu papel naquilo tudo? Como não tenho problemas com a sexualidade de cada um, pelo menos iria ter um ombro para derramas as minhas queixas. Depois logo se via.

    Arrumei o carro, retirei de mim todas as coisas de valor – pelo sim pelo não – Meti na algibeira das calças cinquenta euros em notas de cinco e dez e lá fui para o que desse e viesse.

    Entrei e dei uma vista de olhos pelo ambiente que estava calmo com uma música de fundo bastante simpática e própria para se manter uma conversa de bar sem estar aos berros.

    O balcão estava quase vazio pois os clientes estavam espalhados pelos sofás em conversas ao que parecíamos, bastante animadas, por algumas rizadas. Ao canto do balcão estava um moço ao que parecia pelo corpo por traz, bem-apessoado, de cabelos louros para o comprido indo tocar na ponta do casaco calças de ganga apertadas às pernas notando-se os músculos das mesmas e uns ténis que se via de marca. Não era bem o que tinha na minha memória. O tal que tinha conhecido em Espanha, portanto não era ele. Como havia um lugar ao seu lado, dirigi-me a ele. Ao sentar-me o tal moço virou-se de lado para mim que observou:

       - Estava a ver que não vinha!

    Na altura, fiquei estupefacto. Aquele não era o João que tinha conhecido em Espanha, a cara era a mesma, olhos azuis pele macia e um largo sorriso, mas o visual no todo era diferente e também não tinha passado assim tanto tempo.

       - Qual a admiração? Estou diferente?

       - Sim! Mas para melhor até pareces mais novo.

       - Quer dizer que o meu novo visual está aprovado!

       - Certo! A que se deveu a alteração?

       - É simples. Acabei com o meu namorado que não me deixava ser eu como na realidade sou. Só me queria para ele, não me deixava ter amigos e passava os dias em casa. Ir ao cinema só com ele, passar férias, jantar fora ou vir a um bar, só com ele era um amor obsessivo e teve de acabar. Tinha ciúme de tudo e de todos.

        - Bem se isso te incomodava e te privava de fazeres a tua vida independente acho que fizeste bem.

        - Queres saber que até tinha ciúmes dos meus colegas do emprego?

        - E tinha razões para tal?

        - Não! Em dois anos de estarmos juntos nunca lhe fui infiel. Só quando te conheci em Palma com a tua mulher é que perdi a cabeça e coloquei o meu cartão na tua algibeira.

        - E não tiveste medo da minha reacção?

        - Não! Avaliei-te bem e vi que havia ali qualquer coisa. Vocês não eram completamente felizes, e tu estavas na idade das minhas preferências.

        - Desculpa lá! Que é isso de estar na idade das tuas preferência.

        - Não te quero chamar cota mas que já passaste os trinta... já passaste!

        - Sim é verdade e tu com que idade estás?

        - Estou com vinte e dois, comecei com o meu namorado aos vinte e cheguei à conclusão que seria muito mais acarinhado com um tipo mais velho e até podia sem receio conviver com ele em qualquer sítio pois passar por sobrinho.

        - Essa tua forma de veres a coisa, não há duvida que tem o seu sentido prático. E quanto ao resto?

        - O resto? Queres dizer cama? Como és casado não serás pessoa para andar a gozar com o próximo e terás mais experiência.

    Com toda aquela conversa as minhas dúvidas estavam resolvidas. O que se estava a passar ali era um engate e eu estava a ir na treta.

    Tivemos uma conversa de circunstância em que ele desabafou a sua vida tanto social como intelectual e sexual. Era informático, tinha um bom emprego perante os colegas e família ainda não se tinha assumido como gay e vivia só em Lisboa num apartamento que o pai lhe tinha dado.

    Quanto a mim, só contei o necessário para a ocasião não tocando em qualquer tendência sexual extra conjugal ou que tenha praticado em tempos, a não se o que fazia socialmente.

    Já eram para aí umas duas da manhã quando o pessoal começou a debandar aos casais e nós já com uma garrafa de whisky bebida.

    Para demonstrar que também estava na altura de irmos cada um para sua casa, chamei o barman e pedi a conta.

       - Não é preciso! – Disse o João – Estivemos a beber da minha garrafa.

       - Ah! És habitué cá do Bar! De qualquer das formas como esta ficou vazia, deixa-me pagar uma.

       - Não senhor, pagas para a próxima e vamos acabar uma que tenho aberta lá em casa e tomar um café que estes gajos aqui não têm.

       - Vamos então? Disse eu.

       - Sim! Vamos - ao mesmo tempo que punha a mão na minha perna – ou tens para onde ir a esta hora? A tua mulher não está em casa, portanto não lhes fazes falta.

       - Tá bem! Vamos lá acabar a garrafa. – Disse eu, ao mesmo tempo que me encaminhava para a porta que o porteiro abriu para dentro fiando assim um cantinho mais escuro que o João aproveitou para me dar um tremendo beijo.

 

Quando eles se beijaram

    Ao mesmo tempo que dizia:

       - Moro no Jardim Constantino. Vais atrás de mim

    Se nos perdermos, paras em cima da linha do eléctrico que a esta hora já não há.

    E assim fizemos. Fomos mostrar os nossos carros por causa das dúvidas e lá fomos.

    Se no caminho de minha casa até ao bar fui conjecturando o que iria acontecer, depois da conversa no bar e daquele beijo roubado não tive dúvidas do que iria acontecer. Seria uma situação não estranha para mim, mas que já não acontecia há uns anos. Pode mesmo dizer-se que estava virgem novamente no assunto, mas aquele rapaz dizia-me qualquer coisa que ainda não sabia o quê.

    Também pelo caminho nunca o perdi de vista até à morada indicada. Parámos, ele indicou-me um lugar mesmo atrás dele que até ficou à sua porta e entramos. Era o primeiro andar e nem foi preciso utilizar elevador.

    Logo após entrarmos em casa, como um casal normal, se só aos outros se podem chamar normais e a nós anormais nos começamos a beijar sofregamente. Não conhecia a casa mas o João não tirando os seus lábios dos meus foi-me encaminhando casa fora ao mesmo tempo que nossos blusões e camisas iam ficando espalhados pelo chão do caminho. Quando chegámos à uma porta que seria do quarto, ainda eu estava a andar para traz batendo com as costas na mesma.

     Ela abriu-se e a luz acendeu-se. – Devia ser automática – Era uma luz ténue mas tipo projectora que sobressaia das sancas da paredes se ia projectando no tecto onde se desenhavam figuras tal Capela Sistina de Miguel Ângelo.

    Naquela altura só faltava tirarmos os sapatos e as calças.

    Os sapatos foram fáceis de tirar e acabamos atirando-nos para cima da cama ainda de calças vestidas.

Quando tudo começou - Nelson Camacho

 

    Estávamos com uma fúria tão grande que até parecia que as nossas salivas se tinham transformado em cola Há muito tempo que não sentia tal prazer naquele beijo ardente em que nossas línguas que rodopiavam. Não era um beijo cinematográfico mas sim um beijo de amor.

    Sem dar por isso comecei beijando aquele bíceps salientes e sarados até ao umbigo metendo a mão por dentro das calças do João até sentir um pau hirto e já húmido como a dizer que não aguentava mais.

    De repente começou baixando as minhas calças, e fazendo eu o mesmo às dele ficamos em pelota. Trocamos de posição ficando na mesma, peito a peito mas ele por cima de mim ao mesmo tempo que nossos pénis se gladiavam. 

    Foi a vês dele me começando a beijar desde o pescoço, primeiro parando nos meus bicos mamários que mordiscou indo por ali a baixo, parando no umbigo onde com a língua fez algumas travessuras até mais a baixo meter meu pénis na sua boca com tal fúria que senti sua cabecita tocar bem lá no fundo.

    Durante algum tempo senti um aperto constante umas vezes com os dentes e outras com os lábios ao memo tempo que me fodia o pénis com movimentos constantes. Eu já guinchava de prazer tal que me estava quase a vir, Nunca jamais me tinham feito um broxe como aquele e continuava a estremecer de prazer. Meu coração começou a palpitar de tal forma que quase rebentava.

    João retirou meu pénis da sua boca e pediu: - Não te venhas ainda!

    Fiz um esforço tremendo para que isso não acontecesse.

    Então com toda a sua virilidade própria dos vinte e um anos afastou as minhas pernas, e com aquela porra de mistura da sua saliva e algum esperma meu que se encontrava na sua boca transportou num dedo até ao buraco do meu cu manuseando-o em círculos até meter um pouco.

    Eu já nem sabia o que estava ali a fazer. Olhava para o teto e quase que aquelas figuras de Miguel Ângelo me diziam – Aguenta que hoje vais ser desflorado - todo o meu corpo estremeceu de prazer quando comecei a sentir que já não era o dedo, mas sim aquele caralho gostoso que me penetrava bombando freneticamente até sentir também aquele liquido pastoso cheio de espermatozóides entrar dentro de mim. A minha virgindade anal, tinha ido para o maneta. Tal foi o prazer que nada me doeu.

    Passado pouco tempo, depois de meu cú ficar liberto, João ou eu, sem nada dizermos, passamos à posição de conchinha ficando eu por traz dele e então foi a minha vez de o penetrar sem não antes ele ter dito (Está a ver porque eu pedi há pouco para não te vires?).

    Ao mesmo tempo que elevando uma das pernas ajudou com uma mão a penetra-lo.

 

Dormir de conchinha com copula no final

    Depois apertou as nádegas movimentou-se e o meu pénis lá fez a sua obrigação naquela posição tão confortável. Foi de loucos, ainda fui masturba-lo de tal forma que se veio novamente e ao mesmo tempo que eu.

    Ao fim de tantos anos e de ter andado a gozar com a sorte e andado por outras paragens, tinha aparecido alguém com cariz e virilidade suficiente para me transformar em flex e eu gostei.

    O prazer da sexualidade tinha acontecido naquela noite e estava-me nas tintas para o resto do mundo.

    Com aqueles pensamentos, adormecemos como anjos apoiados por aquelas figuras de Miguel Ângelo desenhadas no teto daquele quarto.

    Hoje somos amantes, estou em preparação do meu divórcio, já vivo com o João Paulo e somos felizes.

Ele encontrou o cota que lhe dá carinho e compreensão e eu encontrei a liberdade que tinha estado escondida dentro de mim durante anos.

    Quando se encontra a liberdade plena dos nossos actos sem ferir os outros, devemos fazer essa escolha O resto do mundo que se lixe.

    Façam também uma óptima opção e sejam felizes.

Esta é a minha vida.

 

                Funny how a lonely day, can make a person say:
                What good is my life
                Funny how a breaking heart, can make me start to say:
                What good is my life

 

This Is My Life (1973) (Royal Albert Hall Concert)

Shirley Bassey

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

Nelson Camacho D’Magoito

           (O Caçador)

“Contos ao sabor da imaginação”

        de Nelson Camacho

 

sinto-me: e livre sem preconceitos
a música que estou a ouvir: Esta é a minha vida
publicado por nelson camacho às 07:59
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Domingo, 24 de Agosto de 2008

Um Anjo no autocarro

 

     Pois é! Já há muito que não escrevo para este blogue. São várias as razões. Primeiro não tenho tido tempo pois a minha escrita tem estado vocacionada para outros blogues, segundo, para escrever histórias eróticas é preciso uma certa disposição o que não tem acontecido ultimamente, além de não ter estado em contactos com pessoas que me despertem tal facto. (estão a perceber!)

     Mas vamos adiante, hoje publiquei uma história do meu amigo Diley Rodrigues em “O Canto do Nelson”. Ficou por lá porque eu acho ser uma história de vida maravilhosa e não tem nada de ‘sacanagem’ como dizem os brasileiros mas esta aqui publicada tem um pouco de erótico, embora o meu amigo diga que não.

     Mas vamos ao conto!.....

 

☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺

 

 

 

Menino do Busão

 

     Quando eu estava com 17 anos, todo santo dia tinha que apanhar um bendito auto carro que me levaria para o estágio durante a manhã.

     Já tinha lido relidos vários contos sobre as sacanagens que se passam dentro de um simples colectivo, e sempre achei tudo fantasioso demais, mas o que tenho para contar sobre o tempo percorrido dentro de um auto carro da Carris não é erótico, como verão.

     Quando se tem uma rotina de fazer as mesmas coisas, todos os dias, você inevitavelmente 'conhece' as pessoas que também seguem e mesma rotina. E uma dessas pessoas sempre me chamou a atenção, um rapaz aparentemente da minha idade, com farda do colégio militar, magro, alto, branco, cabelo liso, olhos verdes... alcunhei-o e passei a reconhecê-lo por “anjo”.

     Às vezes sentia uma vontade de lhe dizer um simples Bom dia, mas a vontade dizia para cabeça vai avança, a cabeça dizia para boca falo, e a boca respondia não, não digo nada, logo nunca troquei um olá com aquela criatura, a não ser olhá-lo muitas vezes insistentemente.

     Embora todos os dias da semana percorresse o mesmo caminho e sempre á mesma hora a certa altura deixei de ver o tal garoto, até que numa bela tarde ensolarada, entro no meu orkut e vejo um visitante recente que não conheço, vou ver e deixo um cordial recado.

     No outro dia, recebo uma resposta e depois de uns dias trocamos SMSs, e lá vou vendo o fotolog dele e conversamos durante horas, eu olhava aquelas fotos e minha memória queria reconhecer aquele rosto, cheguei a confundir com o de um outro amigo do passado. Até que a semana passada, voltei àquela mesma paragem do auto carro habitual e de repente, meus neurónios deram estalos e lampejaram como fogo de artifício em noite de festa! Era minha memória lembrando que o amigo que converso por SMS e orkut era o tal menino anjo que via e revia todo santo dia, estava ali na paragem do auto carro… Achei engraçado na hora!

     Entrámos no autocarro, sentei-me a seu lado, disse olá!...

     O “anjo” respondeu com outro Olá!...

     - Comecei por entabular uma conversa da treta acabando por lhe contar toda a história. Em princípio não me reconheceu, mas depois de entrar em vários pormenores, chegámos à conclusão que eu era eu e ele era ele.

     - Confesso que se arrependimento matasse, estaria morto.

     Conversamos coisas banais, e descubro que ele é BI, assim como eu (sem trocadilhos). É deste fato que vem todo o remorso de não ter dito um simples Olá.

     Eu confessei para ele que também sou, e morremos de rir, contamos segredos e fotos sensuais que trazíamos connosco.

     O mais legal, naquele menino-deus que uma vez no passado desejei, e que poderia ter tido algum contacto cordial, me deu uma espécie de carta branca, ou seja, o momento que eu me sentir mais a vontade para ficar com ele é só avisar, que iremos nos encontrar e ver no que isso pode dar.

     O auto carro parou. Tinha-mos chegado ao destino. Cada um foi para se lado

Já estou armando algo bem bacana para caso resolva aceitar essa proposta, mas fico pensando no que teria acontecido se minha bendita boca tivesse dito vou sim para minha cabeça, acho que sem a ajuda do acaso, teria perdido uma chance de ter um amigo e quem sabe algo mais.

Diley Rodrigues  



 

Espero que tenham gostado quanto eu

Outro texto deste autor em: O Canto do Nelson

 

  

    O Caçador

sinto-me: feliz por contar esta história
a música que estou a ouvir: O Electrico da Carris
publicado por nelson camacho às 06:33
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